21 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

ALPINO – BLOG DO ALPINO

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21 fevereiro 2017 DEU NO JORNAL

DOIS PROBOS E IMPOLUTOS HOMENS PÚBLICOS QUE SÃO PERSEGUIDOS PELA GRANDE MÍDIA GOLPISTA

Romero Jucá fez um longo discurso no Senado, reclamando da “perseguição” que vem sofrendo por parte da imprensa.

Leia o ápice do discurso do pobre injustiçado:

“Está parecendo que estamos vivendo o período da inquisição, ou a Revolução Francesa. Estão querendo pregar em todos nós a cruz de Israel no peito, como os nazistas pregaram nos judeus que viviam na Alemanha. No passado, a turba fazia linchamentos, hoje quem tenta fazer é a imprensa e setores da sociedade.”

* * *

Hum…

Num sei não… Jucá se dizendo crucificado pela imprensa, a chamada “grande mídia golpista“, e também sendo perseguido por “setores da sociedade“, certamente os “coxinhas reacionários“…

Hum…

Igualzinho ao discursos de um outro pulítico que eu conheço, o Lapa de Demagogo, que vive sempre a repetir que é perseguido pela mesma “grande mídia golpista” que persegue Romero Ratão Jucá.

Aliás, Lapa de Demagogo não diz apenas que é perseguido.

Ele se diz “o mais perseguido“, mesmo sendo ele tão honesto quanto Jesus Cristo.

Como bem diz Ceguinho Teimoso, que imprensazinha safada é esta nossa.

“A imprensa vive nos perseguindo, companheiro Lula: até aquela gazeta escrota, o JBF, está pegando no pé da gente; somos dois grandes perseguidos e injustiçados”

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21 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

TACHO – JORNAL NH (RS)

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MENINOS

Capa do CD “Moleque da Rua Preta”, de Valdir Santos

Mãe dava o nó no dindim
Num saco com um buraco…
Uma irmã minha aparava,
A outra dava cavaco
E eu pastorava a bacia
Lambendo o fundo do saco.

Manoel Cavalcante

Eu enchia meu bisaco
Com pedras pra baleeira
Para caçar passarinhos
Por dentro da capoeira
Sem saber que era pecado
Agir daquela maneira.

Wellington Vicente

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21 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)

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21 fevereiro 2017 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

RAFAEL BASSI – CAMPINAS-SP

Nobilíssimo, digníssimo e ilustríssimo Editor,

Li que a ex-presidenta Vaca Peidona, mais conhecida como Janete, vulgo Dilma, está planejando se candidatar a deputada ou senadora.

Ao mesmo tempo, os loucos varridos sem miolos estão sonhando com a volta de Luiz Inácio em 2018.

Para evitarmos estas duas catástrofes, vamos dar início imediatamente a uma campanha, começando com a divulgação do cartaz anexado.

Continue firme na denúncia dos grandes corruptos.

Um abraço apertado deste leitor diário e fidelíssimo.

R. Danô-se!

Vôte!

Sequiessê um casal de guabirus da porra.

Chega se assustei-me todinho quando botei os olhos neste cartaz que você nos mandou.

Arreda, Satanás! Figa, Caim!

Ao invés de estar procurando “sarna pra se coçar“, a dupla Lapa de Corrupto e Vaca Peidona está procurando mesmo é “corda pra se enforcar“. Confira na charge de Nicolielo que está acima desta postagem

Aproveito a oportunidade pra retribuir o abraço que você me mandou com outro abraço, bem apertado, para os 1.089 viciados fubânicos que moram aí na Cidade das Andorinhas, a bela e progressista Campinas.

O número de leitores campinenses, segundo dados do Google Analytics, só perde mesmo pro da capital, São Paulo, a cidade com a maior concentração de viciados fubânicos do Brasil.

Esta gazeta escrota tem mais de 17 mil leitores em todo o estado paulista.

Um bom carnaval!!!

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21 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

VERONEZI – CORREIO POPULAR (SP)

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21 fevereiro 2017 DEU NO JORNAL

LEITURA ERRADA

“Não roubamos direitos”, diz Temer sobre reforma da Previdência.

* * *

Quando li esta frase, pensei que a palavra chave estivesse no singular e que Temer comparava seu gunvero com o do PT:

“Não roubamos direito”.

Relendo com calma é que vi que a palavra estava no plural: “direitos”

Ufa!

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21 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

FRANK – A NOTÍCIA (SC)

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SALADA CLÁSSICA – THE ROYAL PHILHARMONIC ORCHESTRA

* * *

Faixas extraídas de Lps lançados em 1981/1982

01 – Hooked On Classics – Parts 1 e 2

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02 – Hooked On Classics – Part 3

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03 – Can`t Stop The Classics

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04 – Tales Of The Vienna Waltz

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05 – Hooked On Tchaikovsky

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06 – Hooked On A Song

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07 – Hooked On Mozart

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08 – If You Knew Sousa & Friends

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09 – Hooked On Can Can

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10 – A Night At The Opera

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11 – Journey Through America

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12 – Hooked On Marching

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21 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

J. BOSCO – AMAZÔNIA JORNAL (PA)

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AO SAPO A LEI E AO GATO O LEITE

Em 12 de maio de 2016, deposta a presidente reeleita em outubro e novembro de 2014 por processo regular de impeachment, o vice que lhe fez companhia na chapa registrada na Justiça Eleitoral assumiu o posto máximo da República. Ao compor o primeiro escalão do governo, Michel Temer, constitucionalista por formação, prometeu reduzir o total de ministérios. E para cumprir a promessa contou com um companheiro de velhas batalhas que, como muitos outros nomeados para sua equipe, também tinha servido no desgoverno da petista Dilma Rousseff: Moreira Franco. Deu-lhe caneta cheia, mas não o livrou do martelo de Moro.

Ao ex-governador do Rio e ministro de Aviação nas gestões de madama coube dirigir a tal secretaria do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), cujo carro-chefe seria a “relicitação” de privatizações malsucedidas de aeroportos e rodovias. Acontece que Dilma tinha concedido a gestão de rodovias e aeroportos a empresas privadas e lhes prometeu bancar a privatização dissimulada com grana viva cedida a leite de pato pelo BNDES. Como a fajutice dava muito na vista, a criativa patota da contabilidade imaginosa bolou um truquezinho rastaquera: o empréstimo-ponte, que consistia em conceder ao felizardo compadre um dinheirinho, a ser coberto depois pelo BNDES. No meio do caminho, aquela que ao telefone em casa diz ser Janete foi apeada do poder, o BNDES mudou de direção e os concessionários ficaram ao deus-dará.

Moreira, que tinha negociado a ideia original, da ponte de comando do PPI (não confunda com pipi) em pleno Planalto, socorreu com a salvação a empreita camarada: o consórcio inadimplente entregaria a concessão a outro. E este seria favorecido pela generosidade do novo BNDES, de vez que se trata de um programa governamental, e ainda indenizaria o novo premiado. Detalhe: quem não pagou poderia habilitar-se para a relicitação. É o caso, por exemplo, da Odebrecht, que faz parte do consórcio que administra o Aeroporto Internacional Tom Jobim, vulgo Galeão, no Rio. Ou seja o comprador indeniza o inadimplente, exercendo ao mesmo tempo os dois papéis. Nâo é engenhoso? Pode ser, mas até agora não saiu da prancheta. Muito embora já tenha sido anunciado e tudo o mais.

Foi então que eis senão que de repente apareceu um óbice para preocupar o amigo dileto. O genro de Amaral Peixoto, por sua vez genro de Getúlio, e, de resto, também sogro do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, despertou de um sono já conturbado por um pesadelo, quando a plantonista Cármen Lúcia homologou as temidas delações premiadas dos 77 da Odebrecht. Delações homologadas na véspera, o bom padrinho socorreu o parceiro com aquela blindagem que nem sogro concede a genro: o foro privilegiado de ministro, o que lhe garante o privilégio de não ser submetido à primeira instância, indo direto para a última, o Supremo Tribunal Federal (STF). Para tanto nomeou-o ministro da Secretaria-Geral da Presidência. E blindado seja o amigo.

A Rede Sustentabilidade e o PSOL, sobreviventes da esquerda carnavalesca nacional, viram similitude entre a nomeação do amigo de fé, irmão e camarada do poderoso chefão e outra, proibida pelo STF, em que a afilhada tentou livrar o padrinho Lula das garras do mesmo juiz do Paraná.

Logo veio em socorro daquele apelidado de Angorá na delação dos 77 da Odebrecht a Advocacia-Geral da União (AGU), segundo a qual “dizer que o objetivo da nomeação é conferir foro privilegiado, como alegavam os autores, é ilação”. Mais lembrou a AGU (nada que ver com angu): que o pleito “violaria frontalmente” a separação dos Poderes, invadindo drasticamente a esfera de competência do Poder Executivo. “Tampouco isso poderia conferir qualquer privilégio, pois o ministro está atualmente sujeito a julgamento pela mais alta corte do país” completou a advogada-geral. E escreveu ainda que a manutenção da liminar provocaria grave lesão à ordem pública e administrativa e “danos irreparáveis ao país”.

Nessa queima de velas de cera frágil ocorreu ao autor destas linhas intolerantes que a única vez em que o piauiense que governou o Rio protagonizou algo similar a um “dano irreparável” a este país foi em 1982, quando seria beneficiado pela maior fraude eleitoral da História: o escândalo Proconsult. Para refrescar a memória do judicioso cacique, o último governo militar, sob a égide do tríplice coroado Baptista de Figueiredo, tentou derrotar o anistiado socialista moreno Leonel Brizola na eleição para o governo do Estado do Rio, roubando-lhe votos na contagem eletrônica num engenhoso sistema denominado “diferencial delta”. Na contagem final, um programa mandraque computava como do adversário do gaúcho, o referido dito cujo indigitado neto de seu Franco, alfaiate, de Picos (PI), os votos em branco e nulos para darem a vitória, urna a urna, ao candidato do governo, dos militares e dos bicheiros, ele mesmo, o próprio.

O STF não se fez de rogado e resolveu, pela pena de seu decano, Celso de Mello, dar ao amigo de Temer aquilo que outro ministro da mesma turma, Gilmar Mendes, havia negado ao padrinho de Janete. E o fez com base na ficção mais escrachada da pós-verdade judicial: a presunção da imparcialidade. Segundo o relator, “a mera outorga da condição político-jurídica de Ministro de Estado não estabelece qualquer círculo de imunidade em torno desse qualificado agente auxiliar do Presidente da República, pois, mesmo investido em mencionado cargo, o Ministro de Estado, ainda que dispondo da prerrogativa de foro ratione muneris, nas infrações penais comuns, perante o Supremo Tribunal Federal, não receberá qualquer espécie de tratamento preferencial ou seletivo, uma vez que a prerrogativa de foro não confere qualquer privilégio de ordem pessoal a quem dela seja titular”. Contra a afirmação pesa o fato de que, nestes quase três anos de Operação Lava Jato, o juiz Moro condenou 120 réus e o STF, zero. Nem um prélio entre Alemanha e Íbis teria esse placar.

PSOL e Rede Sustentabilidade apelam para o plenário. Talvez tenha faltado aos partidos da oposição caquética uma lembrança de que os nobilíssimos membros da Corte são capazes de vilezas individuais e coletivas. A Suprema Tolerância Federal, depois de ter encantado a Nação levando os magnatas do PT para o convívio no inferno prisional do País, convalidou um por um os compassivos decretos de perdão concedidos pela disciplinada Dilma Janete a companheiros como José Genoíno, deixando de lado apenas Zé Dirceu e Pedro Corrêa, que delinquiram cumprindo penas do mensalão na Papuda. Enquanto os sem mandatos e sem foro, entre estes o mero instrumento de sua volúpia, Marcos Valério, o “operador”, apodrecem nas masmorras sabe-se lá até que século.

Ainda faz parte do altíssimo colegiado o alinhado ex-presidente da “Corte” Ricardo Lewandowski, que usou o substantivo com o O aberto para determinar o corte de parte da pena da protegida de seu amigo de São Bernardo, Lula da Silva. Ao fatiar o artigo da Constituição e, assim, permitir que a ré pudesse assumir o emprego de “merendeira” de escola, o dadivoso jurisconsulto do ABC abriu caminho para a deposta candidatar-se a senadora ou a deputada federal, o que melhor lhe convier, conforme acaba de declarar com aquele seu estilo que torna a última flor do Lácio o primeiro espinho do latim vulgar. E ao fatiar a Carta Magna o ilustre togado ganhou a justa alcunha de Juvenal federal, em homenagem ao personagem da publicidade do presunto, alçado a jurisprudência.

Assim sendo, dia virá em que, parodiando o Evangelho, os brasileiros de boa-fé ainda dirão, para justificar os fatos acima relatados: “Ao sapo o que é do sapo, só se ele for imberbe, ou seja, a lei”. Mas “ao gato o que é do gato, desde que seja angorá, ou seja, um pires cheinho de leite de pato”. Mas isso tudo, é claro, “só se for a pau, Juvenal”.

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21 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

MIGUEL – JORNAL DO COMMERCIO (PE)

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21 fevereiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

PIRATARIA

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21 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

FERNANDO – JORNAL DA CIDADE DE BAURU (SP)

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21 fevereiro 2017 A COLUNA DE JOSIAS DE SOUZA

LEGIÃO QUE “PERSEGUE” LULA NÃO PARA DE CRESCER

Cristiano Zanin Martins, advogado de Lula, alistou mais um personagem no pelotão dos “agentes públicos que perseguem Lula”: o delegado Marlon Cajado, da Polícia Federal. Em nota oficial, Zanin escreveu que “é desprovida de qualquer fundamento jurídico” a conclusão de Cajado segundo a qual Lula e Dilma devem responder a inquérito pelo crime de “obstrução de Justiça”. Para o advogado, não há dúvida de que o delegado faz “uso indevido da lei e dos procedimentos jurídicos” para hostilizar Lula.

O doutor Zanin e todo o petismo sustentam que Lula, por imaculado, é inimputável. Investigá-lo é quase um crime de lesa pátria. Asseguram que há um complô da Polícia Federal, de juízes federais de Curitiba e de Brasília, da imprensa nacional e de meia dúzia de delatores vagabundos contra o ex-presidente petista. O exército de detratores de Lula não para de crescer.

Embora seja inacreditável, a versão do complô é a que mais convém ao país. Lula já é protagonista de cinco processos judiciais. A essa altura, é mais reconfortante enxergá-lo como vítima de um complô de delegados, procuradores, juízes, jornalistas e delatores para converter um personagem modelo em político desonesto do que ter que admitir que tudo o que está na cara não pode ser uma conspiração da lei das probabilidades contra um sujeito inocente.

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21 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

J. BOSCO – O LIBERAL

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21 fevereiro 2017 DO FUNDO DO CAÇUÁ MUSICAL

A DOR DE UMA SAUDADE

Um lindo e tocante Frevo-de-Bloco de autoria do saudoso compositor Edgar Moraes. A interpretação é do coral feminino do Bloco da Saudade.

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21 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

ATORRES – DIÁRIO DO PARÁ

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DEFEITOS DE CARÁTER NÃO TÊM CONSERTO

Uma cirurgia plástica consegue mudanças espantosas – por exemplo, redesenhar um rosto e torná-lo belo com a troca do nariz achatado por outro arrebitado. Foi o caso de Gleisi Hoffmann, comprovam as fotos acima. Mas cirurgião nenhum faz milagres – nem um Ivo Pitanguy conseguiria, por exemplo, consertar um caráter com graves defeitos de fabricação. Como o de Gleisi Hoffmann, confirma o artigo publicado na Folha desta segunda-feira pela agora líder do governo no Senado. Três trechos:

Travaremos uma oposição sistemática e sem trégua a esse governo que nunca reconhecemos.

Gleisi votou duas vezes em Michel Temer, candidato a vice-presidente de Dilma Rousseff na chapa formada pela coligação PT-PMDB. Subordinou-se ao atual presidente quando Dilma lhe entregou a coordenação política do governo. Chefe da Casa Civil, conviveu amavelmente com ministros que hoje estão no primeiro escalão de Temer. Só depois do impeachment descobriu que os antigos aliados merecem levar chumbo em tempo integral.

Não fugiremos ao dever de apontar saídas para a crise econômica e social que se abate sobre o Brasil. Nós temos propostas – até porque já governamos este país e sabemos o que é preciso oferecer para destravar a economia e minorar as aflições dos que sofrem com o desemprego, a queda na renda e a falta de perspectivas. Muita coisa pode ser feita.

Por que Gleisi não apontou tais saídas a Dilma quando ocupava uma sala no 4° andar do Planalto, logo acima do gabinete presidencial? Por que as propostas que destravam a economia e reduzem o desemprego não foram materializadas antes que se consumasse o desastre inverossímil? Se “muita coisa pode ser feita”, por que Dilma nada fez enquanto desgovernava o país?

O PT cometeu erros, não negamos, e estamos pagando por isso. Mas nos custa caro ver que, sob a falsa desculpa de corrigir esses erros, estão destruindo todo um legado de avanços conquistados nos últimos 13 anos.

“Erro”, sinônimo de “malfeito” no Dicionário da Novilíngua Companheira, é conversa de 171. As duas espertezas livram os poderosos canalhas da pronúncia de palavras usadas em língua de gente – crime, delinquência, bandidagem, safadeza, vigarice, roubo, sem-vergonhice, ladroagem, bandalheira, canalhice. Os governos petistas não deixaram um legado. Deixaram a verdadeira herança maldita: um país destruído pela corrupção e pela incompetência.

Gleisi chefiou a Casa Civil e agora lidera a bancada do PT no Senado. Está pronta para comandar a ala da prisão feminina que hospedará mulheres que chapinhavam no pântano drenado pela Lava Jato. Basta que o Supremo Tribunal Federal se curve às pilhas de provas reunidas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público. Basta que a Justiça cumpra o seu dever.

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21 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

SINOVALDO – JORNAL NH (RS)

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21 fevereiro 2017 COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COMO OS NARCOTRAFICANTES

Comentário sobre a postagem O HOMEM DESTEMIDO QUE ABRIU A CAIXA DE PANDORA DA CORRUPÇÃO

Alamir Longo:

“Vargas Llosa, sobre LULA:

“A corrupção é um problema grave, a maior ameaça para a democracia, especialmente com as novas e recentes democracias latino-americanas. O Brasil parecia ter decolado, mas o que freou de repente e está provocando o retrocesso? A corrupção, que está de volta mais forte que nunca, acima do pico de todos os níveis já alcançados, vinda de um governo que todos no mundo acreditavam que era exemplar: Lula implantou um governo profundamente corrupto. Dá até vertigem os montantes bilionários roubados pelos grandes ladrões do governo Lula. A história da Petrobras é incrível. É uma indicação do que pode acontecer se combater a corrupção, que se manifesta na América Latina maneira muito perturbador. Já não são os guerrilheiros, utopias socialistas, os golpes. São todos ladrões, como os narcotraficantes.

Seria terrível que a democracia continuasse a ser esmagada e sufocada pela corrupção.”

* * *

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21 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

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QUANDO A JUSTIÇA FARÁ ALGO PARA DETER A FAMÍLIA LOBÃO?

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21 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

DUQUE – O TEMPO (MG)

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PARA OS FUBÂNICOS DO RECIFE – BLOCO SEGURE O AVIÃO

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21 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA (ES)

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21 fevereiro 2017 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

CARLOS IVAN – OLINDA-PE

O governo federal falou em enxugar a máquina pública para cortar gastos. Diminuir despesas. Manter a quantidade de funcionários no limite para evitar o pessoal ficar batendo botas. Sem ter o que fazer. Até aí, falou bonito.

Mas, parece que o discurso caiu no esquecimento porque alguma coisa não tá batendo. Tem divergência e muitas no condado de Brasília. Pelo visto, parece que tem nego falando demais. Apenas, politicamente. Sem agir.

Segundo o Boletim Estatístico de Pessoal e Informações Organizacionais, tornado público pelo Palácio do Planalto, o governo federal lotava, até 2016, a quantidade de 622.662 funcionários. Número astronômico. O maior da história.

Com exceção do período entre 1997 e 2001, quando as nomeações caíram bastante, no entanto, de lá pra cá tem sempre gente nova no quadro funcional do governo central. Fazendo a lista crescer absurdamente.

Tanto que a estimativa da folha de pessoal, na esfera federal, para 2017, prevê gastos acima de R$ 300 bilhões. É mole ou quer mais?

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21 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

THIAGO LUCAS – CHARGE ONLINE

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PERNAMBUCANOS ILUSTRES (QUE VOCÊ DESCONHECIA) VII

Tempos atrás eu e muitas pessoas no Sudeste tínhamos como certo que Naná fosse nascido e criado em Salvador. Se o “cabra” é o maior tocador de berimbau do mundo, como não ser baiano? Só em 2002, quando ele começou a abrir o carnaval do Recife, é que fui me dar conta. No ano passado ele abriu o carnaval pela última vez, mas no Jornal da Besta Fubana a abertura ainda é dele.

Naná Vasconcelos (1944-2016)

Juvenal de Holanda Vasconcelos nasceu no Recife, em 2/08/1944. Músico considerado uma autoridade mundial em percussão, recebeu o Prêmio Grammy oito vezes e foi eleito por oito vezes o melhor percussionista do mundo, pela revista americana “Dow Beat”, a mais prestigiada publicação sobre jazz. Filho de Pierre de Holanda Vasconcelos, também músico de quem ganhou, aos 11 anos, seu primeiro instrumento musical: um bangô. Aos 12 anos já acompanhava o conjunto do pai e tocava nos bailes do clube carnavalesco “Batutas de São José”.

Ainda jovem, foi percussionista da Banda Municipal do Recife, tocou maracas nos frevos de Nelson Ferreira e acompanhou Bienvenido Granda, nos estúdios da gravadora Rozenblit. Até aquela época, a percussão se restringia aos pandeiros, tambores, tumbadores, maracas e bangôs. Em 1966 Naná passou a se interessar pelo berimbau e empenhou-se em explorar todas as potencialidades do instrumento. Uma de suas influências foi Jimi Hendrix, que ao explorar todos os recursos musicais da guitarra, lhe abriu as portas para as ilimitadas possibilidades do berimbau. Passou a tocar vários ritmos transportando a técnica usada na bateria para o berimbau, que era, até então, usado apenas na capoeira.

Segundo o pesquisador Ben-Hur Demeneck, ele “conseguiu fazer do berimbau um instrumento solista, tanto em grupos de jazz quanto em orquestras eruditas. A sua trajetória musical pode encher páginas com as ocorrências nominais de suas conquistas globais. No entanto, para comentar sua musicalidade, nenhuma delas compete com a perturbadora capacidade de arrancar o público de sua realidade mais imediata e de atarantar os críticos com sua variedade de timbres”.

Em 1967 ganhou uma passagem de ônibus do Mestre Capiba e foi para o Rio de Janeiro se aventurar na carreira de músico. No ano seguinte tornou-se o percussionista preferido pela maioria das estrelas da MPB e do Rock “Udigrudi” da época. Gravou com Milton Nascimento, Gal Costa, Jards Macalé, Caetano Veloso, Luiz Eça, Mutantes, Som Imaginário etc. No ano seguinte, viajou para São Paulo junto com Geraldo Azevedo e participou do “Quarteto Novo”, que acompanhou Geraldo Vandré no 3º Festival Internacional da Canção. Em seguida foi convidado para participar das trilhas sonoras dos filmes Pindorama, de Arnaldo Jabor e Minha Namorada, de Zelito Viana.

Em 1970 formou o “Trio do Bagaço”, com Nelson Ângelo e Mauricio Maestro. A convite de Luiz Eça, o trio fez uma apresentação no México. Lá encontraram o saxofonista argentino Gato Barbieri, que o convidou para integrar seu grupo. Gravou o Long play El incredible Naná com Augustin Perreyra Lucena. A partir daí Naná começa a ganhar o mundo (ou foi o mundo que o ganhou?) e fazer sucesso internacional. Se apresentaram em Nova Iorque e Montreaux, na Suiça, onde deixou o público extasiado com seu berimbau. Em 1977 participou do álbum gravado por Egberto Gismonti, Dança das cabeças, que lhe rendeu o prêmio Grammy. Seu trabalho se intensifica, tocando em vários lugares do mundo, e gravando com muitos músicos internacionais que o convidam: Miles Davis, Bib King, Jean-Luc Ponty, Paul Simon, Thelonius Monk, Talking Heads, Pat Metheny etc.

Mesmo após viver 10 anos no exterior, não perdeu a identidade, o que fez com que se tornasse famoso e ficado mais conhecido lá fora do que no Brasil. Todo ano tinha que retornar à Europa, a convite, para realizar concertos nos festivais. De volta para casa, na década de 1980, se aproximou do cenário musical brasileiro a partir da direção artística do festival Panorama Percussivo Mundial, o “PercPan”, em Salvador, onde se apresentam os maiores percussionistas do País e do mundo. Nesta ocasião ao ver tanta criança na rua, mexeu com sua sensibilidade e responsabilidade social “Isso me fez querer fazer alguma coisa”, e criou o projeto “ABC das Artes” e o “ABC Musical” para retirar as crianças desvalidas das ruas.

A partir de 2002 passou a ser o mestre de cerimônias do carnaval do Recife, abrindo as festividades no Marco Zero da cidade, acompanhado pelo cortejo de nações de maracatu. Em 2013 foi o grande homenageado do Carnaval, e declarou emocionado: “Ser homenageado vivo já é uma vitória. Na minha terra, são duas. O que mais posso querer?”. Em 2015 lançou o “Projeto Café no Bule”, juntamente com o cantor Zeca Baleiro e Paulo Lepetit. Em dezembro do mesmo ano recebe o título de “Doutor Honoris Causa” pela UFPE-Universidade Federal de Pernambuco, sem nunca ter diploma de curso superior.

Segundo o músico Pantico Rocha, “o principal legado que ele deixou foi o de ser um grande valorizador da cultura negra, da percussão brasileira, da dança e de todas as influências afro-brasileiras.” Já para o percussionista Hoto Júnior “Naná usava muita percussão corporal, e isso pros gringos era uma coisa que não existia na década de 1970”. E assumindo a influência recebida, declarou: “Posso dizer que sou percussionista porque, quando era criança, vi o Naná se apresentar. Assisti a um show na TV, eu tinha uns seios ou sete anos e ele fazia efeitos com a voz, com a banda inteira parada vendo o cara fugindo de tudo o que é normal, totalmente fora do contexto, construindo a carreira e a identidade musical dele”. Naná deixou gravado 29 discos solo e teve participação em mais de 60 gravações de artistas nacionais e principalmente internacionais, além de trilhas sonoras para diversos filmes.

Em 2015 foi diagnosticado um câncer no pulmão, mas não parou de compor e se apresentar. Em setembro, após iniciar as seções de quimioterapia, gravou um vídeo recitando poesias e divulgou na Internet. Em fevereiro de 2016, abriu os festejos do carnaval, no Recife. Em 27 de fevereiro apresentou-se no I Festival Internacional de Percussão, junto com Lui Coimbra, em Salvador e passou mal logo após o show. Tinha apresentações agendadas na Ásia para o mês de abril e uma turnê internacional com o amigo Egberto Gismonti. Em março foi internado, e na manhã de 9/3/2016 teve uma parada cardíaca e veio a falecer aos 71 anos.

* * *

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21 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

IOTTI – ZERO HORA (RS)

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21 fevereiro 2017 COMENTÁRIOS SELECIONADOS

PEDINDO ARREGO

Comentário sobre a postagem MANCHETE DO DOMINGO – UFA!!! ATÉ QUE ENFIM!!! GLÓRIA, GLÓRIA, ALELUIA!!!

Júlio Ferreira:

“EM VÉSPERA DE ANO ELEITORAL, ATÉ PETRALHAS VÃO COMEÇAR A CHAMAR OS PETRALHAS DE LADRÃO!

O caso do senador HUMBERTO COSTA (PT/PE) é emblemático!

Esse petralhas só está admitindo as roubalheiras do PT agora, porque sabe que em 2018 não tem a mínima chance de renovar o seu mandado, e terá que, no máximo, tentar manter as mamatas que tem no “mundo parlamentar”, tentando uma das vagas de deputado federal por Pernambuco.

Espero que os pernambucanos sejam minimamente espertos, dando para esse “sanguessuga” o pior dos castigos que se pode dar para um desses vermes petralhas: CASSAR SEU MANDATO ATRAVÉS DA NEGATIVA DE VOTO, OBRIGANDO-O A TRABALHAR, DE VERDADE, PARA SOBREVIVER.

O fato é que, segundo sua entrevista, publicada na revista VEJA, o sacripanta já começou a “PEDIR ARREGO”.”

* * *

“Tô fudido mermo… tão me esculhambando até no JBF…”

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21 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)

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21 fevereiro 2017 MEGAPHONE DO QUINCAS


SÉRIE “MINAS GERAIS”

Vi o Clube da Esquina, dentro do Som Imaginário e os batuques de Minas, olhando para a Serra do Curral, vivendo, imaginando..

Estávamos finalizando nosso primordial passeio ao conjunto arquitetônico da Pampulha, quando veio à mente procurar por resquícios do “Clube da Esquina”, movimento da música mineira que extrapolou, por qualidade, as fronteiras gerais, inclusive as brasileiras.

Eram 3h da tarde, conseguimos achar ali mesmo, pelo móbile, algo parecido com museu e bar do clube da esquina. A alegria foi tão grande que, mesmo sem a exigência, pedimos que reservasse uma mesa. Tudo no pacote: couvert, consumo, astral de clube noturno e uma expectativa enorme.

O sol de 30 e tantos graus, a curta caminhada de 4 quilômetros que fizemos às margens da Pampulha, o vislumbre da Igreja de São Francisco de Assis, de Niemeyer, Portinari e outros mestres, nos cansou. Quando disse curta caminhada é porque a lagoa da Pampulha tem humildes 18 quilômetros de corredores às margens. É grande mesmo. Mas, de Pampulha falarei mais tarde, pois trata-se de uma reserva biológica tão rica e diversa e de um depoimento arquitetônico-escultural tão singular, que só poderei fazê-lo em uma ou mais duas outras colunas.

Pois bem, diante da energia já consumida e da alegria antecipada de mim e minha parceira em ver o Clube da Esquina, restávamos voltar ao hotel – BH é quente! visse – e aguardar a hora para sair ao encontro da noite.

Sim, descansamos, mas não relaxamos. Na minha cabeça, eram cerca de 40 anos de intimidade, música a música, Som Imaginário, Clubes da Esquina, Milton, Lô e Brandt. Voltar ao passado? Que nada, viver o presente eterno e clássico som magistral de Minas, a marca feita por mineiros, mas que cabia gente de toda a parte desde o carioca Milton até o pernambucano Novelli.

Estávamos moderninhos – nem velho metido a guri, nem ex-hippie com cocó nos cabelos milagrosamente longos rs. Para nós era uma cerimônia. E foi.

Chegamos cedo demais – que agonia – umas 20h15. O show para começar as 21h e o burburinho às 23 horas.

Bem, como se diz por aí, relaxamos. Enxerido, fui me apresentando, primeiro identificando Neide, que nos atendeu ao telefone, depois garçons, logísticas e a Virgínia, proprietária da casa. Trocamos e-mails e lhe afirmei que aquele lugar era uma grande atração em Belô.

Numa das fotos aí de baixo (3) pode-se ver na parede cópia da capa do Clube da Esquina nº 2. Significava que, naquela noite, os músicos – ainda produzindo com Milton e outros craques – iriam tocar o disco inteiro de 1978 (nº2). Tão cedo chegamos que ainda flagramos os músicos ensaiando. Que culpa tenho eu!!!

Lá funciona assim, cada dia da semana, executa-se um dos discos do Clube da Esquina, do Som Imaginário, de algum dos músicos da turma em solo, MPB boa demais, até porque seria incompatível coisa menor.

O Bar do Museu do Clube da Esquina, imperdível: em Santa Teresa, perto da Serra do Curral, onde BH nasceu. Quando se sai do universo do ‘Clube da Esquina’, não se levante! Ali, naquele museu sagrado do som, só músicas de excelentes compositores são executadas por músicos de qualidade.

Petiscos, passa e passa, acústica boa para um bar, atendimento de primeira, clima da plateia 10 (ah, às 22 horas, lotou). Público de 8 a 80, diversidade de estilos e origens diferenciadas. Ah, preço honesto para o que se é oferecido!

Nas paredes, escadas, corredores referências a granel aos grandes fazedores do movimento mineiro.

No palco, numa conexão melódica e espiritual com os excelentes Pablo e Beto (violões e teclado). Mas, minha atenção era toda para o palco: melodias, movimentos, vozes, acordes e letras singulares e belas.

Tocaram “Ruas da Cidade”, que recolhi no Youtube.

Guiacurus Caetés Goitacazes
Tupinambás Aimorés
Todos no chão
Guajajaras Tamoios Tapuias
Todos Timbiras Tupis
Todos no chão
A parede das ruas
Não devolveu
Os abismos que se rolou
Horizonte perdido no meio da selva
Cresceu o arraial
Passa bonde passa boiada
Passa trator, avião
Ruas e reis
Guajajaras Tamoios Tapuias
Tupinambás Aimorés
Todos no chão
A cidade plantou no coração
Tantos nomes de quem morreu
Horizonte perdido no meio da selva
Cresceu o arraial

Enfim, foi pura emoção! Se for a Belô, não perca!

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21 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

SINOVALDO – JORNAL NH (RS)

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21 fevereiro 2017 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

CICERO TAVARES DE MELO – RECIFE-PE

Me engana-me que eu gosto!

Berto:

Na apresentação que fez ao seu livro As Armadilhas do Poder – Bastidores da Imprensa, edição da Editora Summus Editorial Ltda, 1º. Edição: 1990, o à época diretor da Sucursal de política da Folha de São Paulo em Brasília, Gilberto Dimenstein, escreve com arguta propriedade e precisão de um grande jornalista, conhecedor profundo dos bastidores escusos, escroques e traiçoeiros do Poder. Senão, vejamos:

Costuma-se dizer que existe pelo menos um bom motivo para estudar Economia: não ser enganado por economistas. Esse conselho vale para os leitores: é bom conhecer jornalismo para, pelo menos, não ser iludido pela imprensa. Aliás, ninguém desconfia mais do que lê nos jornais do que os próprios jornalistas, imaginando o que pode estar por trás de cada notícia. E acrescento: políticos pior ainda!

É exatamente isso que estão se perguntando os mais de 144 milhões de eleitores de Banânia ao ler a entrevista das folhas amarelas da revista Veja desta semana, edição 2518, concedida pelo senador Humberto Costa (PT-PE), afirmando, entre outras baboseiras, conversas moles para boi dormir que: chegou a hora de dizer que o PT se envolveu em corrupção; pedir desculpas à sociedade pelas merdas que fez; abandonar o discurso de golpe; apresentar uma proposta econômica que tire o país do atoleiro financeiro, etc. etc. etc. e tal.

Como é que um sujeito que foi eleito senador pelo PT há tantos anos atrás; foi ministro da saúde do governo de Lapa de Ladrão; quando estava em ascensão o maior escândalo da história deste país e do mundo; esteve no olho do furação durante a prisão de Delcídio do Amaral; atuou na linha de frente contra o impeachment da Vaca Peidona, Dilma Rousseff; era líder do PT até duas semanas atrás; defende seu chefão-mor com unhas e dentes como o homem mais honesto de Banânia, quando sabe o contrário, pode ter o cinismo de vir à público dizer a esses eleitores que quer virar essa página negra da história, financiada por eles próprios e ainda dizer que agora são santos e querem ser canonizados por esse mesmo povo que eles jogaram na vale dos mais de 14 milhões de desempregados e desassistidos?

O que pensa esse sujeito? Que somos uns descerebrados e idiotas?

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21 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

LUCIO – CHARGE ONLINE

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21 fevereiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

ENQUETE FUBÂNICA (III)- RESULTADO

O Data Besta apresenta os números da última Enquete Fubânica.

Grato a todos que participaram.

Aguardem a próxima.

* * *

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21 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

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CONTANDO OS DIAS E CONTANDO OS VOTOS

A nação está gostando de ver a queda dos juros e da inflação. Muito bom essa dupla cair abraçada, nossa economia agradece e a sociedade aguarda ansiosa pelo aumento dos investimentos para voltarmos a recuperar os empregos destruídos pelo modelo equivocado da “Nova Matriz Econômica” implantado por Lulla, Dilma, Guido Mantega e aplaudida pelos fanáticos petistas que achavam que o governo pode tudo, inclusive e principalmente, gastar o que não tem sem consequências drásticas para o país.

A economia dar sinais de melhora, mesmo que pálidos, coloca em risco os ajustes que precisam ser feitos para o equilíbrio orçamentário, estabilização da dívida e restauração da confiança. Os políticos não gostam de dar remédios amargos em época de eleições. O trabalho quase isolado do Banco Central no combate à inflação, medidas ocasionais como repatriação de capitais, saque do FGTS e pequenos ajustes em programas sociais, criam essa sensação de luz no fim do túnel, mas não sustentam o crescimento essencial para gerar os empregos que necessitamos, nem dão estabilidade econômica para o desenvolvimento de longo prazo desejado. Para isso precisamos das eternas reformas estruturais, sempre faladas e nunca executadas.

A política podre de suas excelências que só pensam em proteção contra a Lava-Jato e como aparecer bem para os eleitores, de olho na próxima eleição, é uma ameaça para o trabalho muito bom da equipe econômica. Precisamos reformar nossas estruturas caóticas de impostos, previdência, leis trabalhistas, redistribuição fiscal, etc. Isso está nas mãos de um Congresso sem compromisso com o País e totalmente ocupado em criar escudos de proteção para salvarem-se das garras da Lava-Jato e derivadas.

Como o tempo é escasso todas as janelas de curto prazo criadas pela equipe econômica serão perdidas caso nada do pouco que está sendo enviado para o Congresso seja aprovado antes de começarem os novos arranjos para 2018. Quem dá apoio hoje, pode não dar amanhã. Enquanto a nação faz as contas de quanto tempo resistimos a dívida e ao déficit, suas excelências fazem as contas de quantos votos precisam e como consegui-los. Nossa matemática não é a mesma.

Em breve todas as atenções estarão voltadas exclusivamente para a eleição nacional de 2018. Quem vai querer aparecer votando pela regra da idade mínima na aposentadoria, na retirada de benefícios ao trabalhador, abrir mão das emendas eleitoreiras? Suas excelências precisam desesperadamente do foro privilegiado, mais do que nunca e isso não combina muito bem com medidas impopulares necessárias para consertar o país.

Para complicar ainda mais, estamos próximos de conhecer o que tem de explosivo nas delações premiadas da turma da Odebrecht, que pode alterar a relação de forças entre Suas Excelências. Além da situação calamitosa no Rio de Janeiro que pode obrigar a uma intervenção federal o que paralisaria o Congresso e condenaria ao fracasso todo trabalho certo até aqui.

Apesar dos sinais positivos na economia continuamos no conhecido equilíbrio instável.

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© 2007 Besta Fubana | Uma gazeta da bixiga lixa