FRED

OBRA INACABADA DE UMA COLHER DE PEDREIRO

Na vida sou mão de ferro
Mas também sei alisar
Taliquá um joão-de-barro
Que faz do bico a destreza
De tirar da natureza
O mais puro edificar.
Eu enxergo em minha mão
Os cinco andares de um prédio:
O mínimo, anular e médio
Fura-bolo e polegar.

Empurro a mão na areia
Faço pirão de cimento
Dou caratê em tijolo
Faço base, assentamento,
Ando no alinhamento,
Na busca de endireitar,
Reboco de lá pra cá
Chapisco em meia colher
E acredite se quiser
Me divirto em chapiscar.

Me atrepo nos andaime
Arriscoso desabar
E no fim de cada dia
Rezo três alvenarias
Pra sorte me acompanhar.
E nessa luta de fé,
Assumo em voz de colher:
No ramo da construção
Minha única frustração
É não conseguir pintar…

Mas, calma, meus pessuá!
Eu vou dizer pra vocês:
Se tiver tinta xadrez
E um piso pra terminar
Eu meto a mão na cumbuca
Remexo o tal tingimento
E cubro o chão de cimento
Com o mais vermelho encarnado,
E deixo semiacabado
Só carecendo encerar.

ZÉ DASSILVA

ARTUR SANTOS – RIO BRANCO-AC

Caro Berto,

Gostaria se possível, solicitar a postagem do Comentário abaixo e também que sua equipe ilustrasse com uma charge bem porreta do CONDENADO maior hospedado na prisão de Curitiba.

Em Curitiba está tão frio que Lula tem duas opções de banho.

Banho feijoada e banho sinuca

1 = Banho feijoada: pé, orelha e rabo

2 = Banho sinuca: só o taco, as bolas e o buraco

R. Caro leitor, lamento muito.

Não tenho aqui comigo nenhuma charge do jeito que você solicitou.

Mas, em compensação, tenho uma foto de um eleitor de Lula que está doido pra ir pra Curitiba, dormir ao lado do ídolo dele.

Veja que coisa linda e cheia de ternura:

THIAGO LUCAS

STAND-UP COM POESIA

MEU MEDO

Depois que me tornei imortal
me veio o medo de morrer.
Vai que a morte não reconhece…
esse título que me foi outorgado
pelos homens e me leva de vez

PICHAÇÃO

Pichei meu coração de cinza
Para confundir o amor
Que sinto por ti…
De nada serviu
O amor floriu
E deu frutos
De um por mil.
Retoquei a pintura
Com cores zem
O amor frutificou
E produziu frutos
De um por cem.
Amor demais, mata

QUANDO

Quando meus dias
Amanhecem cinza
Eu os pinto de verde
Pra que meus olhos azuis
Vejam a esperança

TRIBUTO A CORA CORALINA – IN MEMORIAM

A gente, Cora
Também faz poesia…
E quando o dia se finda
Cora de alegria
Como você
Cora Coralina.

ÚLTIMA LÁGRIMA

Já chorei minha última lágrima,
De hoje em diante é só alegria
Faço de conta que não há mais dor
E eu não preciso mais chorar
Pois minha vida é só poesia

IGUALDADE

Todas as noites são iguais,
Escuras, frias, sem sol…
E de você nem sombra

CLAYTON

SAMIRA LEMOS – FORTALEZA-CE

Prezado editor do Jornal da Besta:

Uma pequena contribuição desta leitora fiel.

Publique por favor.

Abraços

MIGUEL

TRANSPORTADORAS REALIZAM SONHO DE LULA: PARALISAM O PAÍS E ENCURRALAM TEMER

Chamar de greve de caminhoneiros uma paralisação que não existiria sem o apoio das empresas transportadoras de carga é o mesmo que chamar de negociação uma chantagem. Seja qual for o desfecho da crise provocada pela alta dos combustíveis, ficou entendido que o Brasil, com sua predileção pelo transporte rodoviário, está nas mãos do empresariado que controla a frota de caminhões e contrata os serviços de caminhoneiros autônomos.

Nem CUT nem o “Exército do Stédile”. Quem demonstrou força para paralisar o país e encurralar Michel Temer foi o baronato do setor de transportes. Três dias de bloqueios nas estradas foram suficientes para provocar desabastecimento em todas as regiões do país. Não é a primeira vez. Nem será a última. Dá pena a enrascada em que se meteu o presidente. Fraco e impopular, Temer não governa os acontecimentos. É desgovernado pelos fatos.

Em reunião no Planalto, Temer pediu uma trégua de três dias aos representantes do tumulto. Foi prontamente desatendido. Rodrigo Maia e Eunício Oliveira, presidentes da Câmara e do Senado, se juntaram para tirar uma lasca do governo. A pretexto de arrumar dinheiro para compensar a isenção dos impostos que encarecem o diesel, Maia e Eunício decidiram fazer o favor de colocar para andar a proposta de reoneração da folha de pagamento.

Abre parêntese: a reoneração da folha era solicitada por Temer desde o ano passado. Seus aliados no Congresso deram de ombros. Com os cofres em situação de penúria, o governo avançou sobre o contribuinte. Aumentou, por exemplo, PIS e Cofins, que incidem sobre os combustíveis. Agora, com os caminhões atravessados nas rodovias, os congressistas se dispõem a fazer por pressão o que não fizeram por opção. Fecha parêntese.

A toque de caixa, Rodrigo Maia (DEM-RJ) comandou, na noite desta quarta-feira, a aprovação do projeto que tributa a folha salarial de 28 dos 56 setores que desfrutam de isenção. Em combinação com Maia, o relator da proposta, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), enfiou um jabuti dentro do texto: um artigo que reduz a zero a alíquota do PIS/Cofins sobre o diesel. Alegou-se que a perda de receita será compensada com o dinheiro resultante da retributação das folhas salariais.

O diabo é que, na véspera, Maia combinara com o governo que a grana que virá das folhas serviria para zerar não o PIS/Cofins, mas a Cide, contribuição que também incide sobre o diesel. Ao farejar o cheiro de queimado, Temer enviou à Câmara o trator que ele chama de coordenador político: Carlos Marun. Numa evidência da falência da autoridade de Temer, os deputados tratoraram o emissário do presidente, ignorando-o. Aprovado em votação simbólica, o projeto vai ao Senado.

Como se fosse pouco, o desentendimento envenenou a calculadora. Pela conta do Planalto, a renúncia fiscal aprovada pelos deputados produzirá um buraco de R$ 12 bilhões. Que o Ministério da Fazenda diz não ter como tapar. Na conta de Maia e do relator Orlando, o custo será de R$ 3,5 bilhões. Alguém cometeu um erro de cálculo do tamanho de R$ 8,5 bilhões. Há no lance eleição demais e sensatez de menos.

Enquanto o Planalto se estanhava com seus pseudo-aliados em Brasília, a Petrobras anunciou no Rio de Janeiro uma redução de 10% no preço do diesel. Pelo telefone, o presidente da estatal, Pedro Parente, comunicou a novidade a Temer cinco minutos antes do anúncio. O refresco tem prazo de validade de 15 dias. Espera-se que em duas semanas o governo consiga produzir um entendimento.

Alheios aos esforços, os bloqueadores de estradas afirmaram que os caminhões continuarão atravessados no asfalto. A Advocacia-Geral da União obteve ordem judicial para desobstruir as vias na marra. Radicalizando-se a fuzarca, a mistura pode acabar mal. Esse é um tipo de briga em que a sociedade brasileira entra com a cara.

* * *

CANA DOS PODEROSOS BENEFICIA LULA E AZEREDO

NANI

O ENFERMO MUNDO DE PALAVRAS ONDE O MARXISMO VIVE

Telefonou-me antiga secretária. Contou-me que, aposentada, voltou aos bancos escolares e cursa os últimos meses de uma titulação acadêmica na área de Ciências Humanas. “Marxismo de tudo que é jeito, em doses maciças, Puggina!”, exclamou-se ela. No início, contestava os professores, mas, lá pelas tantas, cansada dos repetitivos confrontos, impôs silêncio a si mesma para não se prejudicar. Contou que nos primeiros meses, sempre que apontava os sucessivos fracassos das experiências comunistas, os professores tiravam da manga o velho clichê: “Interpretaram mal o Marx”.

Quem ainda não ouviu isso em aula ou roda de amigos? Pois é. Marx é o indivíduo mais mal interpretado da história humana. Só a militância de esquerda, titular do quadro negro, proprietária do toco de giz, exercendo de modo monopolista o direito de atribuir nota a seus alunos é capaz de interpretá-lo corretamente. E assim, dentro da sala de aula, no estranho mundo de palavras onde a esquerda habita, as 43 experiências políticas do comunismo, com seus 100 milhões de mortos (aos quais se acrescenta agora o genocídio venezuelano) se tornam um problema de interpretação. Basta ler Marx adequadamente para o comunismo emergir purificado e se tornar um sucesso no mundo das palavras.

Embalados por professores aos quais foi dado o privilégio de interpretar Marx perfeitamente, políticos de esquerda, mundo afora, desenvolveram, como afirmou alguém, extraordinária capacidade de dizer e propor coisas terríveis de modo absolutamente cativante. Espalham ódio, acabam com as liberdades públicas, produzem fome e violência, mas o fazem sorrindo, em nome da fartura, da igualdade, da solidariedade e dos mais elevados valores que se possa conceber. E que se danem os fatos mesmo quando a realidade se mostra desengonçada do discurso. É o caso da Venezuela e do entusiasmado apoio da esquerda brasileira aos ditadores Hugo Chávez e Nicolás Maduro, e à autodenominada revolução bolivariana, com a população em fase de perda doentia de peso, a caminho de seu holodomor.

Talvez não tenha repercutido como deveria, fora do Rio Grande do Sul, a reação da delegação do Grêmio quando foi à Venezuela disputar, dia 15 de maio, contra o Monagas uma partida pela Libertadores da América. A fome da população, exibida em sua face mais dramática, chocou os jogadores, que coletaram dinheiro e deixaram por lá tudo que podiam. O atleta Cícero, assim se expressou, falando por todos:

“Nós somos seres humanos. Eu vim de classe média-baixa e sei o que passei lá atrás. Eu cheguei e vi uma situação até arrepiante. Ser humano pegando prato de comida como se fosse o último dia de vida dele. A gente juntou uma coisa boa para eles. Essas coisas não tem preço na vida. Poder ajudar as pessoas”.

E foi seguido pelo treinador Renato:

“Chega a machucar o coração. Tivemos essa experiência já no ano passado. Recebemos pedidos para trazermos coisas como remédio, água, papel higiênico. Trouxemos bastante coisa. O mundo precisa olhar um pouquinho mais para a Venezuela. O que nós vimos e sentimos aqui nos últimos três dias choca. Fizemos a nossa parte, mas não é suficiente. Ajudamos algumas pessoas, mas a coisa aqui está muito feia”.

No mundo de palavras geradas na mente esquerdista, contudo, a Venezuela – “brilhante democracia popular” – tem um futuro revolucionário promissor. E assim será dito, até que os professores, em sala de aula, comecem a ensinar que Marx foi mal interpretado por Chávez e Maduro.

PELICANO

MAIS UM VERMÊIO-ISTRELADO TOMA NO FURICO

A 8ª Turma do TRF-4 negou por unanimidade o último recurso que impedia o início da pena do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, condenado na Lava Jato por lavagem de dinheiro.

O caso se refere ao empréstimo irregular de R$ 12 milhões que Delúbio obteve junto ao Banco Schahin, usando José Carlos Bumlai como intermediário.

* * *

E o Dr. Sérgio Moro, em contraste com a lentidão do STF, enfiou a pajaraca no furico do corrupto petelho e já expediu a ordem de prisão.

Aliás, em falando desta excrescência de tribunal, onde se destaca o soltador de ladrões Gilmar Boca-de-Buceta, não custa nada lembrar que o STF perdoou em 2016 pena imposta a Delúbio por seu envolvimento no Mensalão Petralha, quando foi condenado e preso.

Como estou muito ocupado e sem tempo pra fazer contas, peço ajuda aos leitores fubânicos.

É o seguinte:

Quantos tesoureiros da organização criminosa que atende pela sigla partidária de PT já foram condenados e presos?

Hein?

Aproveitando, pergunto mais: quantas são as celebridades petralhas, além de Lu-Lalau, que já levaram uma pajaraca no furico?

Respostas aqui pra redação.

SPONHOLZ

BB É A CARA DO GOVERNO: RUIM, CHATO E IMPOPULAR

Jorge Oliveira

O Banco do Brasil é a cara desse governo: ruim, impopular, chato e decadente. Em nome da modernidade esqueceu o seu bem maior, o cliente. A máquina travou, o atendimento é péssimo, os funcionários vivem mal-humorados como se tivessem sido contaminados por aquela mulher antipática que aparece na televisão gritando como se fosse uma louca desvairada. Na outra ponta, os Correios, que já foram um exemplo de eficiência, vivem a sua pior fase, desacreditados e ineficientes. Receber uma correspondência em qualquer lugar do país é um drama.

Os funcionários dessas dois órgão são unânimes em afirmar que torná-los ineficientes tem o propósito de privatizá-los. Alvo de bandidos até recentemente, o BB e os Correios se transformaram em um covil de políticos inescrupulosos que encheram suas diretorias de incompetentes. Do Postalis, por exemplo, o fundo dos funcionários dos Correios, foram roubados milhões de reais. E do BB, os escândalos se sucederam na presidência de Aldemir Bendine, condenado a 11 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro.

O banco, no entanto, saiu dos trilhos depois que o Temer nomeou o economista Paulo Caffarelli, homem ligado a Guido Mantega, de quem foi seu secretário-executivo no Ministério da Fazenda, ex-executivo da CSN. Para tornar a máquina eficiente, ele abriu o pacote de demissão de cerca de 20 mil funcionários, dos 115 mil existentes. Essa estratégia vem desde o governo FHC, quando fez o PDV e milhares de funcionários deixaram seus empregos. Nem por isso o banco virou excelência em operação e atendimento. O que se sabe é que muitos deles suicidaram-se depois que largaram o banco.

O BB – que já foi a coroa da rainha – quer se desmaterializar. Criou a Estilo que funciona como uma agência virtual, mas continua exigindo assinatura do cliente em papéis quando a transação foge dos parâmetros diários. O cuidado, no entanto, não evita que hackers invadam as contas dos correntistas para limpar seus saldos, como já aconteceu com este articulista, que viu do dia para a noite a sua conta de pessoa jurídica sendo esvaziada sem que a agência tivesse um mecanismo de defesa para evitar os saques.

A política de atendimento ao cliente hoje é a mais impessoal. Os gerentes são trocados das agências à revelia como se fossem movidos por um botão que aciona um robô e o leva para um lugar distante da sua família. O remanejamento não considera o local onde ele mora. São tratados como máquinas por um departamento de relações humanas invisível e insensível que visa apenas o lucro. Os empregados, maus remunerados, queixam-se de que o banco virou uma fábrica de doentes mentais tal o número de funcionários afetados pelo estresse diário. Além dos fechamentos das agências, das demissões em massa, o salário hoje é um dos piores do mercado.

As decisões tomadas de cima para baixo não respeitam a opinião dos empregados concursados, pois são ditadas por diretores, indiferentes aos problemas humanos e sociais, indicados pelo governo por influência de partidos políticos. O que aconteceu com as agências do BB em Portugal é um exemplo dessa má administração. Primeiro fecharam a agência de Cascais e a reação dos brasileiros que moram na cidade foi nenhuma, mesmo sendo obrigados a frequentar a sucursal de Lisboa para resolver seus problemas financeiros.

Como não houve reação, na administração de Meirelles, ministro da Fazenda, fecharam as agências do BB em Lisboa e Porto, um escândalo acobertado pela mídia que vive fartamente às custas da publicidade do banco. E o mais grave: Caffarelli autorizou que os 8 mil clientes fossem se abrigar no CTT, banco postal, que recebeu de graça todos os correntistas. Aqueles que se negaram a ir para o CTT não receberam do Banco do Brasil nenhuma assessoria de como proceder com o depósito do seu dinheiro nas agências de Lisboa e Porto, um desrespeito que vem se generalizando entre o banco e seus clientes. Caso semelhante ocorreu na Venezuela com o fechamento da representação do BB e a demissão dos 50 empregados.

No Brasil, outro desrespeito. De repente as contas dos clientes mudam de agência sem aviso prévio. Um transtorno para quem estava acostumado com a localização do seu banco próximo ao trabalho ou da sua casa. A alegação é de que alguns correntistas tinham sido promovidos a um atendimento personalizado. Como o cliente deixou de ter cara, a desconfiança então aumentou entre ele e o banco, que passou a exigir mais segurança para qualquer transação que a gerência considera atípica. Ou seja: no BB você é correntistas suspeito até prova em contrário.

Infelizmente, milhares de pessoas físicas e jurídicas não podem fechar suas contas no BB, pois existem negócios que exigem obrigatoriedade de ser transacionados no Banco do Brasil. Se fosse facultado ao cliente escolher outra agência para movimentar suas contas especiais, certamente o BB estaria em maus lençóis, pois ninguém, em sã consciência, suportaria ser maltratado por um banco que vive do dinheiro do cliente, mas é indiferente aos seus apelos de civilidade e de bom atendimento.

É como já dizia o Cazuza: “Brasil mostre a tua cara”.

NICOLIELO

QUASE HISTÓRIAS: O RESGATE QUE NÃO HOUVE

Vem, não vem? Não vem. Vem, sim.

A dúvida lhe martelou os miolos por muito tempo, sobretudo nos primeiros dias – tempo de profunda angústia, ansiedade, medo. Tempo de nenhuma certeza. Não conseguia vislumbrar nada além de pontos e mais pontos de interrogação.

Claro que ela vem buscá-lo. Afinal, foram décadas de relacionamento, ora paradisíaco, ora conflituoso. Uma história tão longa, cheia de boas (e más) recordações, não se joga no lixo como se fosse uma bola de papel.

Mas, e se as brigas verbais e violentas dos últimos anos falassem mais alto – uma possibilidade nada desprezível? O fígado, como sabemos, é péssimo conselheiro. A família – filhos à frente – buzinava sem cessar na cabeça dela, sempre aberta ao rancor e blindada contra qualquer possibilidade de lembrança dos bons momentos. Além do que, não é nada desprezível o fato de desfrutar do conforto de ter marido vivo, confinado involuntariamente – e por tempo indeterminado – numa clínica de recuperação. Sai mais barato bancar o pagamento da clínica que custear os vícios das ruas. A pressão dos diretores da instituição, todos mais preocupados com os ganhos econômicos que empenhados no bem-estar dos clientes, não deve nunca ser desconsiderada.

Ela não veio resgatá-lo. Depender da boa vontade alheia, sobretudo de quem não prima por escrúpulos, equivale a entregar o destino nas mãos de seus algozes.

MYRRIA

TUCANO FALA SOBRE PRISÃO DE OUTRO TUCANO

Geraldo Alckmin, um tucano de altíssimo escalão, deu a seguinte declaração sobre a prisão do seu colega de ninho, o corrupto Eduardo Azeredo:

“Em relação à decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais sobre o ex-governador Eduardo Azeredo, repito o que tenho dito em casos semelhantes: não existe Justiça vermelha, azul, amarela nem verde. A lei é igual para todos. Decisão judicial não se discute, se cumpre.”

Esta declaração tá igualzinha, tá a cópia fiel, do que falou Gleisi Hoffmann quando foi decretada a prisão do seu patrão, o corrupto Lula.

Alckmin plagiou a ré que gerencia o PT.

No flagrante abaixo, exclusivo do JBF, o momento em que o tucano Azeredo chega à porta do quartel onde irá cumprir sua prisão por grossa ladroagem.