5 maio 2016 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JBF

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5 maio 2016 DEU NO JORNAL

MANCHETE DA QUINTA-FEIRA – UMA DECISÃO DO CACETE!!!!

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* * *

Uma notícia excelente pra fechar a quinta-feira. 

O quarteto Lula, Dilma, Cunha, Renan vai ter o destino que merece.

É só uma questão de tempo.

As coisas estão se encaminhando do jeito que deseja o lado decente do Brasil.

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Uma pajaraca de bom tamanho no furico de cada um

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5 maio 2016 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

nani

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5 maio 2016 DEU NO JORNAL

DIAS DE ALEGRIA

O ex-presidente Lula está deprimido, chateado e muito preocupado. A descrição é de um de seus melhores amigos, que prefere dizer que o petista está “deprê”.

Lula não teve orientação oficial de médicos para faltar ao ato da CUT no 1º de Maio, como foi divulgado. Ele estava mesmo rouco e abatido. Mas poderia ter comparecido à celebração ao lado de Dilma Rousseff, ainda que não fizesse discursos.

Dona Marisa, que não gosta da presidente, fez forte pressão para que ele não fosse ao Anhangabaú.

Lula, na opinião de interlocutores próximos, estaria “de saco cheio” de Dilma.

* * *

Não tem baixo astral, tristeza ou amargura que resista a uma notícia boa feito esta.

Saber que o Chefe da Organização Criminosa (agora Chefe oficialmente, depois da denúncia da PGR) está deprimido e chateado, é motivo de festa e de comemoração pra todo cidadão decente e todo contribuinte desta avacalhada nação.

Saber, também, que este cabra safado está “de saco cheio” com sua caricata criatura, é razão pra gente se deliciar e jogar mais lenha na fogueira da quadrilha.

Na peça escrita por Janot e dirigida ao STF, solicitando que Lapa de Demagogo seja investigado, há um trecho que diz o seguinte:

“A organização criminosa que atuou na Petrobras jamais poderia ter funcionado por tantos anos e de uma forma tão ampla e agressiva no âmbito do Governo federal sem que o ex-presidente Lula dela participasse”

Li esta coisa óbvia nestes mesmos dias em que a Jumenta Peidona se acha exalando os últimos suspiros à frente do gunverno federal. E eu fiquei numa alegria da porra.

E, em falando de alegria, imediatamente me veio à memória o trecho de uma música que diz “É hoje o dia da alegria“.

Trata-se do Samba Enredo da Escola de Samba União da Ilha do Governador, do Rio de Janeiro, do ano de 1982, intitulado “É Hoje“.

Uma letra belíssima, da autoria de Didi e Mestrinho, pela qual me apaixonei desde a primeira vez que escutei e que tem um trecho que diz assim:

“É hoje o dia da alegria
E a tristeza, nem pode pensar em chegar

Diga espelho meu!
Diga espelho meu
Se há na avenida alguém mais feliz que eu”

Será o dia da alegria aquele no qual esta quadrilha vermêio-istrelada for expulsa do poder federal, para sempre e pra bem longe. E não haverá na Avenida Brasil alguém mais feliz do que o cidadão de bem.

Xô, bando de guabirus safados!!!

Curitiba espera vocês de braços abertos.

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5 maio 2016 FULEIRAGEM

SINFRÔNIO – DIÁRIO DO NORDESTE (CE)

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MANÉ CABELIM LTDA.

PAPEL-DE-BODEGA-

Faixa 14 do disco Papel de Bodega, que é parte integrante do livro de mesmo nome, publicado pelas Edições Bagaço.

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5 maio 2016 FULEIRAGEM

FERNANDES – DIÁRIO DO ABC (SP)

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SE TU QUISER

Um balançado gostoso pra viver uma paixão nesta quinta-feira bonita.

Elba Ramalho canta um dos maiores sucessos do fubânico Xico Bizerra, destacado compositor da atualidade.

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Elba Ramalho, a intérprete, em conversa com o compositor, Xico Bizerra, colunista do JBF

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5 maio 2016 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU

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Arievaldo Vianna visto por Jô Oliveira
http://www.acordacordel.blogspot.com/
SERTÃO EM DESENCANTO – I VOLUME DE MEMÓRIAS

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Novo livro de Arievaldo Vianna resgata a história dos clãs Sousa-Mello, Martins Vianna, Barbosa-Severo, Fonseca-Lobo, Chagas, Paulino, Araújo, Maciel, Aderaldo, Lima, dentre outros. São 300 anos de história que se desenrolaram nos municípios de Sobral, Santa Quitéria, Quixeramobim, Canindé, Itatira, Madalena e Boa Viagem.

SERTÃO EM DESECANTO – I VOLUME DE MEMÓRIAS, o 31º livro do escritor Arievaldo Vianna, será lançado no próximo dia 07 de maio em Canindé-CE. Essa data marca o 75º aniversário de seu pai, Francisco Evaldo de Sousa Lima, que também completa este ano suas bodas de ouro com dona Hathane Viana Lima.

Este livro, a rigor, não é um livro de GENEALOGIA, porém um livro de história. Não é a visão de quem esteve no centro da história, ou fazendo história, mas de quem participou discretamente ou a ouviu contar, num ambiente totalmente fora do eixo onde os acontecimentos se desenrolavam.

As vilas de QUIXERAMOBIM, CANINDÉ E SOBRAL, como qualquer outra, tinham os seus figurões, os seus mandantes, os seus caciques. No final do Século XVIII e primeira metade do Século XIX nossos antepassados eram mais atuantes e estiveram à frente de alguns acontecimentos importantes. Depois do fracasso da Confederação do Equador, os SOUZA-MELO, MARTINS-VIANA, SEVERO-BARBOSA preferiram o anonimato. Focaram suas ações na lida do campo, na agricultura e na pecuária, participando discretamente dos acontecimentos ao longo de quase 200 anos de história.

À exceção do PADRE MORORÓ, pelo lado SOUSA MELO e do ex-ministro ARMANDO FALCÃO pelo ramo BARBOSA-SEVERO, ao qual era filiado meu avô MANOEL BARBOSA LIMA, não tenho notícias de grandes voos de parente algum no campo da política.Tem sido sempre uma colaboração discreta, persistente e um olhar atento à história, desde os avós dos meus avós.

No campo da CULTURA, entretanto, a coisa muda de figura. Os LIVROS sempre estiveram presentes nesses lares sertanejos e o homem de letras sempre foi visto com entusiasmo pelos meus antepassados. Um José de Alencar, um Machado de Assis, um Humberto de Campos sempre gozaram de mais prestígio que qualquer figurão da política. Aprendi com os antigos, sobretudo com a minha avó ALZIRA o respeito e o carinho pelos homens de letras e a devoção pelo universo da Literatura.

Daí que a proposta desse livro, SERTÃO EM DESENCANTO, é contar a saga dessas famílias ao longo dos últimos 300 anos, mesclando-a com acontecimentos históricos dos sertões de Sobral, Quixeramobim e Canindé, permeando-a com citações recorrentes à João Brígido, Barão de Studart, Manuel de Oliveira Paiva, Gustavo Barroso, D. Antônio de Almeida Lustosa, Martins Capistrano, Antônio Bezerra, Rodolfo Teófilo, Rachel de Queiróz e outros expoentes do mundo das letras que se ocuparam dessa região em seus escritos.

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TRECHO DO PREFÁCIO, POR SÍLVIO R. SANTOS

(…) MANUSCRITOS, NATURALMENTE – Bem poucas famílias tiveram oportunidade de desvendar suas origens através da herança de manuscritos, quando a alfabetização foi sempre uma exceção. Que dirá em prosa e verso. Desse sortilégio soube-se haver o autor, para saber de sua capacidade de realização seria preciso conhecê-lo desde menino, o que vem a ser o caso. Bem poderia o mesmo se contentar com um livro genealógico, pinçar fotos, mas empreendeu obra de maior abrangência, quando vista em conjunto, mesmo de grande fôlego. Nessa empreitada contou com a ajuda de parentes, alguns bem distantes, indispensáveis para a descoberta de fotos raras e manuscritos ainda mais. Qual seja divulgar fatos imprescindíveis da história nordestina e, ao mesclá-los com o de sua narrativa familiar, desmistifica-los, trazendo-os ao chão, para o interesse do leitor comum, o leitor por excelência. O que talvez na era digital não esteja na pauta dos assuntos à tona, mas devido à maestria da exposição, certamente deveria alterar esse estado de coisas. Quantos alunos nos dias de hoje saberão sobre a Confederação do Equador? Padre Mororó? Dona Guidinha do Poço? Alguns até mais recorrentes como o Conselheiro de Canudos, tendo como pano de fundo o sertão central: de Quixeramobim, de Madalena, de Canindé? É de crer que não muitos. A esta altura, deve-se pleitear, portanto, a inserção de outro significado ao desencanto de que ora se trata, alterando-se seu sinal para positivo. Embora o autor deste livro assegure de forma lírica que seu pesar é pelo seu sertão que não mais existe, enquanto estas linhas foram sendo alinhavadas, surgiu a possibilidade da acepção informal que traduz o ato de aparecer ou encontrar o que estava sumido. Já que o mesmo veio trazer à cena personagens que estavam, por assim dizer, “encantados”, desaparecidos do mundo e da história. Nada mais justo, embora à revelia do mesmo, necessário é que se frise. (…)

* * *

SERVIÇO

SERTÃO EM DESENCANTO, 288 páginas, editora Queima-Bucha. Preço: R$ 30,00

O lançamento será dia 07/05, no CENTRO DE TREINAMENTO DOS FRANCISCANOS, NO CONVENTO DE CANINDÉ, a partir das 19h.

Atrações: Contaremos com a presença dos artistas canindeenses: o Quarteto BOSSA CHORO, JOTA BATISTA e HILDEBRANDO DO ACORDEÓN. Sintam-se convidados, desde já!

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5 maio 2016 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JBF

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A AVACALHAÇÃO DOS ÚLTIMOS DIAS

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5 maio 2016 FULEIRAGEM

BRUM – TRIBUNA DO NORTE (RN)

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SONIA REGINA – SANTOS-SP

A VIDA COMO ELA É

Nos dias atuais, temos muitas facilidades. Nossas compras podem ser feitas nos grandes ou pequenos supermercados. Alguns desses estabelecimentos encontram-se dentro de Shopping Center e além das compras, proporcionam passeios com nossas crianças. Tem também as compras feitas via internet que são entregues em nossas casas. Nesse universo ainda temos a velha e tradicional Feira-Livre.fl

È na Feira-Livre, que sentimos o termômetro da real situação financeira do cidadão. Observamos que a cada semana, além do aumento nos preços dos produtos, vem à tona a forma mirabolante de marketing do feirante. Na matemática são verdadeiros gênios, fazem a soma dos produtos sem precisar de maquininhas ou lápis. Os produtos vendidos em maços e o bom exemplo é a couve, vão diminuindo a cada semana, para conservar o mesmo preço.

O tomate sempre com a mania de preços na base do ascensorista de elevadores tem até um tamanho razoável porem, após cortado em rodelas para a famosa salada, temos que deixar no escorredor de macarrão para retirar o excesso de água que ajudou na composição do peso.

O consumidor hoje sai de casa com a pulga atrás da orelha, entra em qualquer estabelecimento ou na dita Feira-Livre, com absoluta certeza de que vai achar tudo mais caro. Ai é que a coisa pega. Se fizermos alguma reclamação, o feirante logo fica melindrado e vem com as mais variadas desculpas: chuva em excesso, falta de chuva, sol em demasia, falta de sol, época inadequada para alguns produtos etc.. Ao perceberem que nada deu certo, desandam a colocar a culpa nos políticos corruptos ou na governante incompetente. Ora, muitos daqueles que estão vendendo ou comprando deram seu voto para esses culpados.

O alimento hoje oferecido a preços acessíveis aos que não tem muito poder de compra possuem a mesma qualidade? Será que a enxurrada de propagandas de suplementos alimentares vendidos em farmácias é a solução? Interessante um Pais que tanto alardeia sua produção para o agro-negócio oferecerem tão pouco aos filhos da Terra, única responsável pelo seu sucesso.

O cidadão hoje com 20 anos de idade, não conhecia o que era uma crise financeira, nem sei se acreditava que já houve um tempo em que o governo pediu ao povo doação de “Ouro para o Bem do Brasil”.

O lado bom dessa crise atual é o comportamento do cidadão que já mudou e muito. Hoje já se questiona os preços, examinamos uma conta de luz, conferimos o saldo bancário, prestamos mais atenção ao que fazem os legisladores, o executivo e o judiciário.

Resta saber se, iremos aprender com a crise exigindo transparência dos governantes ou, vamos continuar sonhando com o Paraíso e só reclamando quando estamos à beira do abismo.

Sou fã da Feira-Livre, lá não contamos com a tecnologia, temos o verdadeiro corpo-a-corpo, as pessoas falam de tudo um pouco, misturam-se elogiando ou reclamando de seu time de futebol, chateiam-se quando não conseguem comprar todos os produtos da listinha que carregam na bolsa, justificam as ausências contando suas dores físicas e muitas vezes até expressando nos olhos as dores da alma. É nessa caminhada, na maioria das vezes no meio da rua, que nos deparamos com:

A VIDA COMO ELA É

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5 maio 2016 FULEIRAGEM

ADNAEL – CHARGE ONLINE

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www.cantinhodadalinha.blogspot.com
AGORA VAI!

A Dilma já está na pista
E Cunha foi afastado
Só falta Renan Calheiros
Que está sendo investigado
Estão fazendo a limpeza
E o próximo com certeza
É o sonso do Senado.

.

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5 maio 2016 FULEIRAGEM

CLAYTON – O POVO (CE)

clayton

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LUIZ GUIMARÃES GOMES DE SÁ – RECIFE-PE

Falência moral, política e institucional

Os anos passam e nosso modelo de governo não muda! Essa condição estática demonstra que não avançamos nada, não que a sociedade não queira, mas por conta da classe política que cronicamente despreza os anseios do povo. As reformas arrastam-se pelos gabinetes sem nenhum comprometimento dos governantes. O Congresso tem sua pauta amparada por estratégias meramente políticas como em uma disputa para ver quem leva a melhor…

O potencial do Brasil causa inveja a muitos países no mundo. Com essa grandeza territorial e com terras férteis se tivéssemos governos sérios essas terras teriam uma produtividade muito acima do que conseguimos. Presentemente vivemos uma crise que assusta a todos e compromete substancialmente a caminhada da Nação, já que estamos estagnados! A governabilidade há muito não existe. O governo disputa com o Congresso para ver quem é mais forte… Os líderes daquela Casa e a Presidente Dilma Rousseff esbarram com denúncias de toda sorte. O Brasil parou!

Parou por quê? Parou pela irresponsabilidade do governo que além de incompetente tem como prática um projeto político-ideológico que não se coaduna com o perfil de nossa sociedade. A degradação moral desencadeou um processo de corrupção nunca visto no mundo! Somos um péssimo exemplo para as demais nações. A sociedade vive sobressaltada rotineiramente com a falta de segurança e por esses tempos amarga uma instabilidade política e institucional que resulta no desemprego de milhões de brasileiros.

Fala-se em reformas! São várias! Reforma política, reforma eleitoral entre tantas outras.. Acontece que há uma reforma que deveria anteceder a todas as demais: a reforma moral! Aliás, se houvesse realmente moralidade na classe política, há exceções, jamais seria necessária essa reforma, pois as consciências dos que comandam a nação deveria ser a bússola de suas atitudes.

A ânsia pelo poder que domina a classe política impede que saiamos desse emaranhado de vergonhas que assola o Brasil. Enquanto surge um Juiz como Sérgio Moro que busca por ordem na casa, punindo a tantos que pareciam blindados, temos inúmeras leis permissivas que ajudam aos advogados espertos reverterem o processo pela astúcia própria de cada um deles. A nossa Constituição esfacelou-se diante de tantos descumprimentos e tornou-se um mero papel sem função nem respeito…

Enquanto não diminuirmos esses caminhos jurídicos que muitas das vezes são percalços para a devida aplicação da lei e consequente punição daqueles que delinquiram, não teremos efetividade na forma exemplar de se julgar.

Essas incongruências se avolumam e atravancam os processos com recursos de toda ordem, já que as leis assim o permitem. Com essa prática os juízes ficam assoberbados e muitos casos prescrevem estimulando a impunidade.

Infelizmente avizinha-se quadro assemelhado ao que tivemos em 1964, onde a desordem e o desrespeito às hierarquias tornaram-se insustentáveis exigindo uma intervenção. A história se repete e os personagens se renovam, mesmo havendo a presença de alguns daquela época. Esperamos que haja bom senso e principalmente responsabilidade com os destinos do Brasil…

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5 maio 2016 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JBF

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SAMBAS DE LUIZ – AYRÃO E AMÉRICO

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Luiz Ayrão e Luiz Américo

1 – A saudade que ficou (O lencinho) – (Luiz Ayrão e Elzo Augusto) – Luiz Ayrão – 1979

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2 – Desafio – (Luiz Américo/Bráulio de Castro/Clóvis de Lima) – Luiz Américo – 1973

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3 – Porta aberta – (Luiz Ayrão) – Luiz Ayrão – 1973

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4 – Camisa 10 – (Luiz Américo e Braguinha) – Luiz Américo – 1973

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5 – Quero que volte – (Luiz Ayrão) – Luiz Ayrão – 1976

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6 – Carta de Alforria – (Luiz Américo e Braguinha) – Luiz Américo – 1976

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7 – Bola dividida – (Luiz Ayrão) – Luiz Ayrão – 1975

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8 – O gás acabou – (Luiz Américo e Braguinha) – Luiz Américo – 1976

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9 – No silêncio da madrugada – (Luiz Ayrão) – Luiz Ayrão – 1974

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10 – Filho da Véia – (Luiz Américo e Braguinha) – Luiz Américo – 1975

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5 maio 2016 FULEIRAGEM

SINFRÔNIO – DIÁRIO DO NORDESTE (CE)

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PIU-PIU

Minha memória é recheada de pessoas com quem convivi ou simplesmente conheci, tornaram-se inesquecíveis. Uma delas foi Piu-piu, um maceioense elegante, constantemente trajando paletó arrumado, de fazer inveja a lordes ingleses.

Eu tinha meus 10 anos de idade, meu pai costumava levar os filhos homens para o centro da cidade ao fim da tarde para tomar uma cerveja com amigos no Bar Colombo, o ponto de encontro de intelectuais, escritores, boêmios e outros desocupados. A meninada se fartava de sanduíche, pão francês, fiambre e queijo do reino acompanhado de um saboroso caldo de cana moída na hora. Toda tarde a Rua do Comércio se apinhava de gente, moças acompanhadas das mães fazendo compras nas casas comerciais, figuras da cidade apenas passeando. Encontravam-se nos bares, lojas e no Cinearte (depois São Luiz). bg

Uma dessas figuras ficou-me inesquecível pela elegância e tamanho, forte e falastrão, conhecido como Piu-piu. Impecavelmente vestido, todos os dias ele aparecia de jaqueta (blazer) com botões dourados, calça bem passada, uma bota preta de cano longo completava a vestimenta. O charuto dava um ar de esnobe ao comerciante. Piu-piu apesar de trajes tão distintos vivia de um pequeno comércio, venda e compra de antiguidades, objeto de artes, ouro, prata e jóias. Dava para sustentar a pequena família e seu inigualável guarda-roupa. O antiquário além de se vestir bem, era esmerado na arrumação pessoal. Cabelos impecavelmente penteados com brilhantina Glostora, barba bem feita. O bigode denso, digno de um príncipe hindu ou de um kaiser alemão, grosso, bem frisado, as pontas de curvas perfeitas faziam meia lua subindo como se apontasse para o céu. Diziam que o bigode do Piu-piu era frisado por ferro de engomar.

Nosso herói morava no bairro do Prado, mas vivia no centro da cidade. Além das túnicas ele aparecia de chapéu Panamá, as mãos reluzentes de anéis de todos os tipos, seus dedos eram dourados e brilhantes. Na Rua do Comércio, impreterivelmente às 14 horas desfilava sua elegância e pretensa arrogância, pois se dizia brigador, disposto a qualquer luta. Andava armado, punhal e revólver.

Seu bigode era atração, ele tinha uma verdadeira adoração na manutenção daqueles dois tufos intocáveis. Ficou contrariadíssimo quando jovens, estudantes, colocaram o apelido de Piu-piu, “Bigode de Arame”. Muitas vezes correu atrás de estudantes que gritavam “Bigode de Arame”, empunhando o punhal, levava sempre na cintura, por baixo do paletó.

Contavam-se muitas histórias da vida de Piu-piu. Um fato marcante ficou na história de Maceió, comentado por muitos anos nas rodas do Bar Colombo. Fato brilhantemente contado pelo historiador Félix de Lima Júnior no livro Maceió de Outrora.

Nos anos 30/40, Maceió vivia um intenso momento intelectual, moravam na cidade e se reuniam no Bar Colombo, os escritores, Graciliano Ramos, Jorge de Lima, Manoel Diegues ( pai do Cacá Diegues), Raquel de Queiroz, Lêdo Ivo, José Lins do Rêgo, Arnon de Mello, Aurélio Buarque de Holanda, entre outros. Por outra parte o Estado de Alagoas vivia um momento de intensa intriga política, o que nunca foi novidade. Dois grupos políticos se digladiavam: O do Senador Fernandes Lima, de quem Piu-piu era amigo pessoal, ligado e defensor; e o grupo do austero governador Costa Rego, homem duro, apesar de seu amor e pendor às artes, tratava os inimigos com repressões constantes.

Certa tarde na Rua do Comércio o nosso valente Piu-piu disse não ter medo de ninguém, nem mesmo do governador e destemperou impropérios, atacando o governador Costa Rego em um discurso improvisado nos arredores do Bar Colombo.

Dois dias depois ele estava parado em frente ao Relógio Oficial, quando cinco homens desceram do bonde vindo de Jaraguá. Dois deles derrubaram Piu-piu, outros dois seguraram pelos braços e pernas, e o último homem com uma tesoura foi cortando, arrancando o suntuoso bigode, fio por fio, sem que o valente Piu-piu desse qualquer gemido. Não deu um piu. Os amigos não acudiram, ficaram com medo daquela briga, 5 contra 1. A polícia chegou quando o serviço acabou. Arrancaram o bigode mais famoso do Estado. A região do lábio superior de Piu-piu ficou deformada. Ele só voltou a frequentar o Bar Colombo muito tempo depois, quando conseguiu regenerar seu bigode de arame. Tornou-se herói.

A rapaziada do Liceu Alagoano aproveitou o fato para versejar e cantou seus versos no Comércio: “O navio apitou… A canoa virou… O bigode do Piu-piu… Marroquim arrancou”. Piu-piu, Marcolino Ribeiro da Silva, morreu aos 98 anos em Maceió no dia 5/3/65.

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5 maio 2016 FULEIRAGEM

AMARILDO – A GAZETA (ES)

amarildo_-_05-05-2016

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ESTRELA CADENTE

O dia inteiro eu só pensava nela…
Infelizmente, ela, nenhuma vez
retribuiu meu sentimento. E aquela
ânsia que eu tinha não durou um mês.

Não era amor! Era paixão… Talvez
deslumbramento ante uma flor tão bela.
Porquanto a sua indiferença fez
eu esquecer minha atração por ela.

Pobre terráqueo em busca de uma estrela,
fiz o possível então para tê-la.
Não consegui. Jamais conseguiria!…

Como estrela cadente, em minha vida
ela passou, sem uma despedida…
Mas sou feliz em tê-la amado um dia!

Bom Jardim, fevereiro/2000

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5 maio 2016 FULEIRAGEM

ATORRES – DIÁRIO DO PARÁ

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5 maio 2016 DEU NO JORNAL

A ABILOLADA DO PLANALTO

A Procuradoria-Geral da República recebeu ontem uma representação do advogado Geraldo Lima Filho pedindo a interdição de Dilma Rousseff do cargo, considerada pelo autor “mentalmente enferma”. Pediu também um curador para ela.

A ação havia sido aberta na segunda-feira no Ministério Público Federal do DF.

No documento, o advogado diz que a presidente não está “no pleno gozo de suas faculdades mentais” por planejar um indulto a 38 mil presidiárias no próximo domingo, Dia das Mães, além de usar de remédios de uso controlado para distúrbios mentais, como olanzapina.

* * *

Faltou uma coisa nesta representação do doutor.

Ele deveria ter pedido também a interdição dos que votaram em Dilma, por serem todos “mentalmente enfermos”.

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“EU SOU NORMAL!!!!!!!!!!!!!!”

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5 maio 2016 FULEIRAGEM

MOISÉS – BLOG DE NOBLAT

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TEMER: NÃO HÁ O QUE TEMER

Na guerra do impeachment, as batalhas se dão em todos os fronts, especialmente no da irracionalidade, como o argumento de que o Brasil seria ingovernável sob a presidência de Michel Temer. Pense bem: por que ingovernabilidade, se ele terá o apoio de dois dos mais importantes partidos brasileiros – PMDB e PSDB, sem falar do PPS e outros partidos relevantes? Ingovernável, convenha-se, está o Brasil de agora, com uma presidente vagando pelo seu palácio. Ademais, é sensato acreditar que Michel Temer, sabendo ser esta a grande oportunidade da sua (dele) vida, a estragaria, logo ele que, carente de carisma, jamais chegaria à Presidência pela vontade das urnas?

A propósito, Harry Truman, ex-presidente dos Estados Unidos de 1945 a 1953, era vice-presidente de Franklin Delano Roosevelt, falecido menos de três meses após a posse. Foi uma desolação. Não só pela morte de um presidente querido, mas pela assunção do cargo por um caipira rústico, sem estofo intelectual para conduzir o país. No entanto ele teve. Tanto que venceu as eleições seguintes, em 1948, tornando-se mais uma vez presidente, agora pela vontade soberana das urnas e não pelo desígnio da morte.

É verdade que seu período presidencial marcou-se por acontecimentos polêmicos, como o fim da II Guerra Mundial, a decisão de usar a bomba atômica contra o Japão, a fundação das Nações Unidas, o Plano Marshall de reconstrução da Europa… ou ainda pela Doutrina Truman de contenção do comunismo, pelo começo da Guerra Fria, pela criação da OTAN, pela Guerra da Coreia, mas também por um período de prosperidade.

Harry Truman foi um presidente sem grandes pretensões, mas superou as baixas expectativas dos analistas políticos, especialmente quando comparado ao antecessor. Houve momentos, sim, em que sua ação teve baixíssima avaliação, mas ele soube com trabalho e seriedade, reverter as expectativas desfavoráveis.

Agora pense nisto: se Harry Truman, que pouco estudou, fez um governo aprovado, por que Michel Temer, político experiente, constitucionalista de renome, não pode fazer?

Não é difícil, convenha-se, fazer melhor do que a presidente Dilma Rousseff. Ora, com Temer não há o que temer.

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5 maio 2016 FULEIRAGEM

IOTTI – ZERO HORA (RS)

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RELEMBRANDO DIL MELO

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Autora do hino do Maranhão, Dilu como compositora teve inúmeros intérpretes

De uns dias para cá tenho procurado dar uma ênfase maior a alguns artistas que em dado momento foram representativos para a nossa cultura, mas que hoje praticamente caíram no limbo do esquecimento. Em um primeiro momento procurei trazer alguns intérpretes do gênero masculino que tiveram a sua ascensão maior na chamada época de ouro de nossa música, período este que abrange os anos de 1930 e 1940. No entanto seria absurdo limitar-me apenas em intérpretes masculino, uma vez que temos no rol dos maiores nomes de nossa música uma infinidade de cantoras que surgiram também nesse período de ouro da MPB. Por isso hoje darei início a abordagem de algumas cantoras que deixaram seu legado na histórias da música brasileira a partir não apenas de exímias interpretações, mas também através de histórias interessantes como algumas que venho registrando nesta coluna.

Para dar início a abordagem de nossas artistas, trago um nome que é bem provável que poucas pessoas saibam de fato quem ela foi (e se me referir a ela pelo nome de batismo menos ainda…). Trata-se de Maria de Lourdes Argollo Oliver, ou simplesmente Dilú Mello, artista maranhense que começou a estudar música e violino quando ainda tinha cerca de cinco anos de idade. Pouco tempo depois deu início aos estudos também do violão com sua mãe D. Nenê e de piano com Elizéne D’Ambrósio. Familiarizada com os instrumentos, não foi difícil entre seus experimentalismos fazer a sua primeira composição quando ainda tinha dez anos. O resultado dessa experiência foi uma dolente valsinha, a primeira composição de muitas que viriam posteriormente. Vale também registrar que aos 13 anos tirou diploma no Conservatório de Música de Porto Alegre, recebendo medalha de ouro pela impressionante técnica demonstrada em tão pouca idade. Por falar em técnica e talento vale deixar registrado que após realizar um concerto no Teatro Colon, na Argentina, recebeu um prêmio do governo argentino para viajar por todo o país divulgando seu talento e o de Angelito Martinez, à época um precoce e promissor pianista.

Um fato curioso de sua carreira é que apesar do promissor futuro que poderia ter na música clássica, aos terminar seus estudos de canto lírico resolveu abandoná-la para dar vazão à sua paixão pela música dos tropeiros do sul. Foi neste período que a artista passou a dedicar-se a música regional gaúcha e de países vizinhos. Nesse período a família muda-se para Rio de Janeiro, então capital federal. Em um sarau foi ouvida cantando e tocando violão pelo maestro Martinez, que impressionou-se com o seu talento e a levou para tocar na Rádio Cruzeiro do Sul. Foi aí então que teve início a sua carreira radiofônica a partir de apresentações a exemplo das Rádios Kosmos (São Paulo) e Rádio Nacional (com a qual tinha contrato). Seu primeiro disco veio em 1938 com as faixas “Engenho d’água” (“Cena brasileira”, de sua autoria e Santos Meira e “Coco babaçu”, também de sua autoria), fato que só viria a ocorrer seis anos depois, quando em 1944, gravou seu segundo disco, acompanhada de Antenógenes Silva ao acordeom. Nesta década ainda registra canções como o xote “Planta milho”, o calango “Cesário”, o coco “Sapo cururu”, a valsa “Lá na serra”, o xote “Fiz a cama na varanda” (canção esta que acabaria ganhando o gosto popular ao longo dos anos a partir de interpretações de nomes como Inezita Barroso, Dóris Monteiro, Nara Leão entre outros).

Dona de múltiplos talentos, atuou no Cassino Atlântico, realizou a gravação dos mais variados gêneros musicais, tocou acordeom (recebendo da imprensa inclusive da a denominação de “Rainha do Acordeom”) e compôs canções ao longo de décadas de carreira que viria a ganhar as mais distintas vozes ao longo dos anos a exemplo do Hino do Maranhão.

Como de praxe ficam aqui duas canções para deleite do público leitor. A primeira trata-se do xote “Qual o valor da sanfona”, de autoria da própria Dilu em parceria com J. Portella. Segundo informações esta gravação foi feita no dia 31 de julho de 1948, porém só lançada em março-abril do ano seguinte:

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A segunda canção vem a ser “Fiz a cama na varanda”, clássico xote de sua lavra. Com acompanhamento do Conjunto Tocantins a canção foi lançada em abril de 1943:

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5 maio 2016 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

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5 maio 2016 DEU NO JORNAL

MANCHETE DA QUINTA-FEIRA – EXCELENTE NOTÍCIA ! ! !

AFASTADO

* * *

Uma ótima notícia pra começar o dia!!! Uma notícia da porra!!!

Afastado do mandato, automaticamente ele também é afastado da presidência da Câmara dos Deputados.

Depois de Cunhão, é necessário afastar mais outro guabiru, o Renan, do seu mandato e da presidência do Senado.

A partir de agora, aguardemos outros momentos felizes: o impeachment de Dilma e a prisão de Lula.

Enquanto esperamos, vamos celebrar o afastamento de Cunhão com um foguetório!

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5 maio 2016 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JBF

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http://orlandosilveira1956.blogspot.com.br/
CADÊ O SAPATO DO PAI?

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Cumprira rigorosamente o ritual: dera banho no pai, enxugara o pai, colocara a roupa no pai, passara creme hidratante nas pernas do pai e pomada nos ferimentos (o pai caía muito), dera os comprimidos para “administrar” o Parkinson, pingara os colírios etc. Só faltava colocar os sapatos. Mas faltava um sapato. Vasculhou a casa toda. Em vão.

A empregada chegou, fez o café, mimou o pai e disse ao filho que ficasse tranquilo, fosse escrever seus textos, cuidar da vida. Na hora da faxina, ela daria uma geral e encontraria o sapato fujão. Também não encontrou.

No dia seguinte, o pai pediu ao filho que fosse até a biblioteca, abrisse a gaveta tal e pegasse alguns reais num envelope pardo para comprar umas miudezas. O fujão estava lá.

– Pai, o senhor esteve ontem na biblioteca?

– Acho que estive. Por quê?

– Seu sapato estava lá, na gaveta. Quem o colocou ali?

– Não sei. Eu é que não fui.

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5 maio 2016 FULEIRAGEM

ELVIS – AMAZONAS EM TEMPO

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4 maio 2016 A HORA DA POESIA

GLÓRIA – Maria Braga Horta

Essa glória que os outros me preparam
buscando-a na poeira dos meus versos
é como a glória dos que a conquistaram
com aparência de heróis incontroversos…

E eu anseio subir, de olhos imersos
na luz dos astros que jamais brilharam
para os olhos de tantos universos
que, pelo Espaço, em giros, os buscaram…

E transpor, tendo embora a alma sangrando,
esse augusto infinito, esse horizonte
que espalha louros no alto, me acenando,

fazendo essa helicônica escalada
com a luz da glória a iluminar-me a fronte
e a própria luz me iluminando a estrada…

Manhumirim, 2-10-1932

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4 maio 2016 FULEIRAGEM

ED CARLOS – CHARGE ONLINE

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A FOTO DE UM TEMPO

A foto abaixo, publicada na capa do Estadão de hoje, é simplesmente espetacular.

Ela foi feita ontem, quando a tocha olímpica era recebida pela Jumenta Peidona no Palácio do Planalto.

A foto traduz com o rigor da imagem os dias que estamos vivendo, com a queda inexorável de uma organização criminosa conhecida pela sigla PT e a incineração da abominável figura que ocupa, pelos últimos dias, o Palácio do Planalto.

O colunista fubânico José Nêumanne Pinto reproduziu-a em sua página e acrescentou esta observação:

“O flagrante que ilustra este blog é um dos mais espetaculares que já vi publicados em meus quase 50 anos de jornalismo. Prêmio Esso é pouco pra foto do Dida, repórter fotográfico do Estadão em Brasília.”

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4 maio 2016 FULEIRAGEM

ALPINO – BLOG DO ALPINO

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RAIMUNDO BERNARDO DA SILVA – PETROLINA-PE

João de Barro

A natureza possui
Muitas coisas belas
E uma coisa entre elas
Me causa admiração:
O João-de-Barro
De uma forma simplesinha
Construir sua casinha
Sem gastar nem um tostão

Usando barro
Misturado com garrancho
Ele constrói o seu rancho
Pra viver com seu amor
Eu sou um ser
Racional, mas não consigo
Fazer como o meu amigo
João-de-Barro, o construtor

Um dia desses
Arrumei uma companheira
Fui fazer lá na ribeira
Um rancho pra nós morar
Só com madeira,
Telha, tijolo, pedreiro…
Eu gastei tanto dinheiro
Que nem tinha pra gastar

Pra completar,
Depois da morada pronta
A mulher feito uma tonta
Me encarou e disse assim:
– Tô indo embora,
Com você não vou morar.
Foi mesmo que derrubar
O rancho por cima de mim

Hoje sem ela
Vivo sem felicidade
Na floresta da saudade
Passarinho sofredor
Que sem amor
Triste só vivo penando
Do meu canto admirando
Joao de Barro, o construtor.

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© 2007 Besta Fubana | Uma gazeta da bixiga lixa