16 novembro 2018 A PALAVRA DO EDITOR

BAITOLAGEM ALIMENTÍCIA

Sempre que escuto alguém dizer que é vegetariano, eu me lembro do que dizia Seu Luiz, o meu saudoso pai, sobre este assunto:

– Infeliz dum bicho que não come o outro.

Comer por via oral, não custa nada esclarecer.

Hoje em dia, além do “vegetariano”, inventaram uma viadagem muderninha por nome de “vegano”.

Vôte!

Pois esta semana, a sabedoria sertaneja do matuto Seu Luiz me veio à lembrança.

Foi quando recebi um áudio do meu amigo-irmão Rubão – um palmarense que cozinha uma buchada de bode de deixar qualquer um com água na boca.

Um áudio que resume tudo sobre este negócio de vegetariano e vegano.

Trata-se de uma curta aula dada por um especialista, um doutor PhD em Ciências Cometórias.

Uma magnífica aula de um grande cientista.

Escutem só que sabedoria do caralho:

16 novembro 2018 CHARGES

SPONHOLZ

16 novembro 2018 DEU NO JORNAL

A ESCRAVATURA NO MUNDO

Bolsonaro quer acabar com a maior operação de trabalho escravo já montada no Brasil depois da Abolição:

A exploração de médicos cubanos proibidos de trazer suas famílias para cá e cujos salários são pagos diretamente a Cuba.

* * *

O fubânico lulo-castrista Ceguinho Teimoso está furiosamente contra esta medida anti-escravagista do presidente eleito.

E exigindo que o Capitão, pra mostrar que é justo e imparcial, corte relações com países que, tanto quanto Cuba, também praticam a escravatura.

Ceguinho até relacionou estes países que, em pleno Século XXI, ainda adotam o pelourinho e o chicote no lombo.

São eles, segundo Ceguinho, Índia, Blangladesh, Congo, China, Rússia, Paquistão, Uzbequistão, Nigéria, Indonésia e Tailândia, entre outros.

E, como é pesquisa de Ceguinho, é coisa certa e indesmentível.

Pronto, Bolsonaro: taí a lista do sempre certeiro Ceguinho Teimoso pro senhor tomar as devidas providências.

16 novembro 2018 DEU NO JORNAL

ELE É INCAPAZ DE RECONHECER QUALQUER INSTITUIÇÃO QUE ESTEJA ACIMA DELE

* * *
LULA É UM PSICOPATA

16 novembro 2018 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ALTAMIR PINHEIRO – GARANHUNS-PE

Dê sua opinião na área de comentários.

Dos três atores em tela, qual deles você acha o mais feio, “malamanhado” ou coisa que o valha?

AS FLORES DO BEM

Baudelaire, como se falasse do Brasil, lembra que “A tolice, o pecado, o logro, a mesquinhez/ Habitam nosso espírito e o corpo viciam/ E adoráveis remorsos sempre nos saciam”. Em seu As Flores do Mal, de 1857. Marco da poesia simbolista, o livro logo foi apreendido pela censura. O autor, e seu editor, acabaram multados. E seis poemas tiveram que ser suprimidos, antes que voltasse às livrarias. Mas essa é outra história. Lembrando Baudelaire, hoje escrevo sobre flores. Do Bem. E não, como as dele, do Mal.

Uma é a Dama da Noite (Epiphyllum Oxipetalum). Gentilmente doada pelo amigo Euler Lucena. O cactácio floresce, no Nordeste, só duas vezes por ano. Às 22 horas. Para morrer três horas depois. Com forte perfume, próprio de uma dama da noite, sempre que vai abrir fazemos vigília. Em Gravatá. Sentados, à sua volta, para contemplar esse momento raro e belo da natureza. E vale a pena tanta espera. Podem acreditar.

A outra é a flor do Baobá (Adansonia Digitata). A árvore veio da África, onde é considerada sagrada. Segundo consta, vivem 6 mil anos. Embora a mais antiga, conhecida como Árvore de Grootboom, tenha chegado apenas a 1.300 (África do Sul). Cabendo hoje, essa primazia, ao Baobá de Sunland (também na África do Sul), pouco mais novo. Há muitas lendas, sobre ela. Como a de que dá só uma flor, a cada 50 anos. Minhas preferidas são a de que mortos, enterrados próximos, mantêm vivos seus espíritos enquanto ela viver. Ou a de que seus galhos são habitados por espíritos.

Em Gravatá, plantamos 13. Quase todas doadas pelo queridíssimo casal Ieda e Ernani (que Deus o tenha, comunista velho) Lemos. Como demoram 200 anos para ficar adultas, já combinei com os filhos que, daqui a dois séculos, todos vamos dar as mãos – com seus filhos, netos e sucessores – para grande abraço familiar, em volta de uma delas. Têm, hoje, cerca de 2 metros de diâmetro. Mas não param de engordar.

As flores do Baobá têm cheiro de carniça, mas quem se preocupa com isso? “Seu perfume exala o medo”, como nas flores de Baudelaire. Uma delas abriu esta semana. E, como duram só 24 horas, fomos testemunhar. Dia seguinte, já estava morta. A vida é mesmo “perto e breve”, como uma vez me disse Millor. Veio, em seu lugar, o fruto. O Mucua. Uma cápsula seca usada como alimento. Da França, trouxe uma espécie diferente – nomeada, pelos vendedores, como Baobá de Apartamento; que cresce em jarros e vai até, no máximo, dois metros. Quem passar na rua onde moro poderá vê-la, do meu lado, no escritório em que todas as noites escrevo. Como se fôssemos cúmplices. E, de alguma forma, somos. Na crença, ou ilusão, da permanência.

Valendo ainda lembrar O Pequeno Príncipe, de Saint-Exupéry. Em que está, parecendo certos personagens da vida pública brasileira, que “Para reis, o mundo é muito simples. Todos os homens são súditos”. No livro, o narrador descreve acidente que fez seu avião cair no Deserto do Saara. E, lá, encontrou menino com cabelos de ouro e um cachecol amarelo, habitante de planeta (ou asteroide) onde criava baobás. A árvore do Pequeno Príncipe é um Baobá!!!

O que poucos sabem é que, provavelmente, tudo começou quando seu autor, Saint-Exupéry, entre 1929 e 1930, trabalhava na Companie Generale Aéropostale. Fazendo, como piloto de avião, rota que incluía Natal e Recife. Era conhecido aqui, pela dificuldade na pronúncia do nome, como Zé Perrí. E viu centenário Baobá na Rua São José (Natal), em terreno depois adquirido por Diógenes da Cunha Lima. Só para garantir que não fosse um dia derrubado. E também viu, encantado, o enorme exemplar que fica em frente ao nosso Palácio do Campo das Princesas. O Baobá do Pequeno Príncipe, quem sabe?, talvez seja o do Recife.

16 novembro 2018 CHARGES

SPONHOLZ

16 novembro 2018 AUGUSTO NUNES

SERENIDADE É ISSO

Haddad garante que o presidiário à beira de um monstruoso ataque de nervos está muito sereno

“O presidente Lula está muito sereno e tem a certeza de que, se os seus argumentos forem ouvidos, a Justiça será feita e ele será absolvido. Ele está muito preparado e muito agradecido pela solidariedade. Ele não vai parar de lutar”.

Fernando Haddad, ex-candidato a presidente da República pelo PT, pouco depois de visitar Lula na cadeia e pouco antes do depoimento à juíza Gabriela Hardt em que o mais conhecido presidiário do país mostrou o tempo todo que está à beira de um monstruoso ataque de nervos.

16 novembro 2018 DEU NO JORNAL

LULA SERÁ SOLTO ANTES DA POSSE DE BOLSONARO?

16 novembro 2018 CHARGES

MIGUEL

A RAPADURA

Wanderley Gomes Sardinha, hoje, coronel reformado do Exército Brasileiro, excelente historiador, nasceu na bela cidade de Lorena no Vale do Paraíba em São Paulo. No longínquo ano de 1956, com 16 anos, submeteu-se ao difícil concurso e ingressou na Escola Preparatória de Cadetes do Exército em Fortaleza; onde passou três anos estudando, aprendendo a dureza da vida militar. Ficou encantado com o Nordeste, as bonitas praias, a amabilidade do povo. Como é glutão apaixonou-se pela comida típica da região. No final de semana almoçava na casa de colegas cearenses, carne de sol, macaxeira, frutas, mangaba, siriguela, e principalmente a rapadura na sobremesa, com um prazer divino dava dentadas nas barras douradas deixando os pedaços derreterem-se no céu da boca. Seu café da manhã predileto era inhame com mel de rapadura.

No final dos anos 60 Wanderley, promovido a Capitão, foi servir em sua terra no 5º Regimento de Infantaria de Lorena, cidade vizinha à Piquete onde seu colega de turma, cearense, Capitão José Rocha servia na Fabrica de Material Bélico. Os dois capitães sempre se encontravam. No Brasil era época de repressão e terrorismo. Principalmente em São Paulo onde aconteceram vários ataques terroristas a quartéis do Exército e o caso marcante do Capitão Lamarca, amigo e contemporâneo dos dois capitães na Academia Militar das Agulhas Negras.

Rocha depois de uma viagem de férias ao Ceará, como sempre, trouxe barras das deliciosas rapaduras para o amigo. No início da tarde de uma quarta-feira, não havia expediente no 5º RI, o capitão Rocha parou o carro em frente ao quartel, chamou um soldado da guarda e entregou-lhe um pacote de rapaduras embrulhadas em palha de milho, envolta em papel de jornal. Pediu para ser entregue ao Capitão Wanderley.

Nesse momento o tenente, oficial de dia, observava de sua janela, notou quando alguém entregou um embrulho à sentinela, deu partida e acelerou o carro cantando o pneu.

Imediatamente o tenente deixou a sala correndo, gritou ordenando ao soldado para colocar o embrulho no chão do pátio, mandou tocar alarme geral. Nervoso, gritava: Cuidado, é uma bomba! É uma bomba!

Os soldados que se encontravam no quartel, bem treinados, tomaram posições estratégicas, ficaram protegidos atrás das colunas e paredes. Ao longe a ”bomba”, imóvel, soberba e inatingível no chão do pátio.

O quarteirão foi interditado, o trânsito desviado para outras ruas e impedindo qualquer pessoa aproximar-se. O embrulho em papel jornal, incólume, solitário, amedrontava aos soldados e à população que espreitava das varandas nos prédios da vizinhança.

Logo a mídia tomou conhecimento. Os jornais da região enviaram repórteres. As televisões de São Paulo tomaram o caminho de Lorena. .Jornalistas e fotógrafos penduravam-se em prédios, fotografando, ao longe, a bomba. Aguardavam um sargento sapador especialista em desarmar bombas, vindo da cidade de São Paulo.

Nesse clima de tensão, ignorando o fato, o Capitão Wanderley, depois de uma relaxante pescaria, entrou calmamente na cidade em seu fusquinha cinza. Logo notou o movimento estranho nos arredores do quartel.

Os soldados que faziam o controle do trânsito contaram-lhe o ocorrido, deixando o capitão passar. Wanderley parou o carro na entrada do 5º RI, ao olhar a suposta bomba, reconheceu de imediato ser um abençoado pacote de rapadura trazido pelo amigo Capitão Rocha.

Contou ao tenente sua versão sobre a suposta bomba de terrorista. O Tenente nessa altura não admitia outra hipótese, era uma bomba.

Os soldados abrigados atrás das colunas ficaram apavorados ao perceberem o Capitão caminhar indefeso em direção á bomba. Wanderley, com água na boca, pensava na deliciosa rapadura. Parou em frente ao embrulho. A expectativa e o silêncio tomavam conta da multidão, dentro e fora do quartel, acompanhando a insensatez do capitão.

Num gesto contínuo Wanderley abaixou-se, de cócoras, segurou o pacote, abrindo pelos lados, tirando jornal e palhas de bananeiras até aparecer uma bonita barra dourada da rapadura.

Com os dedos indicador e mindinho, Wanderley levou uma barra à boca, deu uma gostosa dentada quebrando um pedaço de rapadura. Ato contínuo colocou o pacote nas axilas, caminhando em direção ao portão. Mastigava carinhosamente a rapadura, lambendo os lábios diante de uma enorme plateia incrédula e boquiaberta. Estavam esperando uma tremenda explosão.

Naquela época de terrorismo e repressão, a paranoia era contagiante.

16 novembro 2018 CHARGES

SINOVALDO

16 novembro 2018 A PALAVRA DO EDITOR

UMA MAGISTRADA QUE ORGULHA E DIGNIFICA A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

A disciplina História do Brasil passou a ser dividida em dois períodos desde a última quarta-feira:

1 – Antes do interrogatório de Lula pela Juíza Gabriela Hardt e

2) Depois do interrogatório de Lula pela Juíza Gabriela Hardt

A inquirição do maior bandido que este país já teve na sua presidência foi um divisor de águas, um fato que marcou indelevelmente a luta do Brasil decente contra a patifaria, contra a corrupção e contra a picaretagem dos cabras safados que se dizem “políticos”.

O desempenho da Doutora Gabriela Hardt foi simplesmente magistral.

E desmascarou totalmente, desnudou por completo a cafajestice do marginal que atualmente cumpre pena por grossa corrupção, enquanto espera, devidamente enjaulado, as próximas sentenças.

E gemendo no fundo da cela: “Qui saudade de Moro…”

Este Editor aguarda, ansiosamente, o pronunciamento dos chamados “movimentos sociais”, os assim ditos movimentos fêmeos anti-machistas, se manifestando em favor da brava magistrada.

As páginas do JBF estão abertas pra todas as militantes feministas que queiram parabenizar esta mulher que muito honra e dignifica e magistratura brasileira.

Quem é a Juíza Gabriela Hardt

Gabriela Hardt é paranaense, tem 42 anos e cresceu em São Mateus do Sul, a 150 quilômetros de Curitiba. O pai dela trabalhava em uma unidade da Petrobras que fica na cidade.

Ela é formada em direito pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde o juiz Sérgio Moro dava aulas.

Gabriela prestou concurso para a Justiça Federal, em 2007, e foi nomeada juíza, em 2009, para uma vaga em Paranaguá, no litoral do estado.

Em 2014, foi nomeada juíza substituta na 13ª vara federal e assumia os trabalhos quando o juiz Sergio Moro saía de férias.

Em uma dessas ocasiões, em maio deste ano, Gabriela Hardt mandou prender o ex-ministro José Dirceu, que na sequência conseguiu um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF).

A juíza é atleta, começou a nadar ainda jovem e atualmente compete em provas de maratonas aquáticas – nadando cinco quilômetros em águas abertas.

* * *

16 novembro 2018 CHARGES

NEWTON SILVA

O “QUEIMA”

Décadas atrás, entrando pelo século passado, as lojas não faziam promoções. Faziam “queimas”.

Em Natal, o povo esperava, com ansiedade, o “queima” semestral das Lojas Paulista, Casas Cebarros e outras lojas tradicionais da cidade. Era possível se comprar tecidos, lençóis, toalhas e outros artigos, por preços baratos, com pagamento à vista.

As tentadoras “parcelinhas”, dos cartões de crédito, só apareceram muito tempo depois.

A modernidade trouxe vantagens e desvantagens para o povo. Entretanto, ainda há pessoas que sentem saudade dos antigos “queimas”, quando o freguês tinha que ter o dinheiro na mão, para poder comprar.

Em 1956, o Diners chegou ao Brasil, sendo, inicialmente, um cartão de compra e não um cartão de crédito. Em 1968, foi lançado o primeiro cartão de crédito de banco, o Credicard, e em 1971 foi fundada, no Rio de Janeiro, a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços – ABECS.

Antes do advento do cartão de crédito, o poder aquisitivo do povo era menor, mas, em compensação, havia mais controle entre os compradores. Com as facilidades proporcionadas pelos cartões de crédito, as pessoas passaram a ser induzidas a comprar cada vez mais, para pagar em “parcelinhas”.

Atualmente, com as constantes promoções, as lojas atraem centenas de pessoas por dia, incluindo compradores compulsivos. Confiando nas parcelinhas do cartão de crédito, nesse momento, eles esquecem suas limitações financeiras e comprometem o orçamento doméstico.

Dizem os estudiosos, que os compradores compulsivos, estimulados pelas “parcelinhas” dos cartões de crédito, entram nas lojas com o olhar sereno e depois de cinco minutos, diante das “promoções”, o “pisco” dos olhos acelera, acentuadamente. No final das compras, quando já estão no caixa, subscrevendo as dívidas contraídas, esses “piscos” atingem seu ápice, como se o “freguês” houvesse sido acometido por uma enfermidade ocular.

A inadimplência do comprador compulsivo poderá resultar em angústia e depressão, se ele tiver boa índole. Caso contrário, passará a encarar a inadimplência com naturalidade.

Os devedores compulsivos, quando se tornam inadimplentes, procuram contrair empréstimos, aumentando ainda mais suas dívidas. É o que se chama, na linguagem popular, procurar “cobrir um santo, descobrindo outro.”

O bom é evitar a tentação das promoções e das “parcelinhas” dos cartões de crédito, pois, como diz o ditado popular, “quem não pode com o pote, não pega na rodilha”.

16 novembro 2018 CHARGES

MYRRIA

BOI, BERRANTE E BOIADA

***

Em 1980 Liu e Léu se apresentam no programa “Viola Minha Viola”, comandado por Moraes Sarmento, e cantam a música de Teddy Vieira “Boiadeiro errante”.

15 novembro 2018 DEU NO JORNAL

BEM NO MEIO DO OLHO DO FURICO DA AMANTE E DE TODA A PETELHADA

15 novembro 2018 DEU NO JORNAL

CURANDO A DOENÇA LADROATÍFERA DO PROGRAMA DOS MÉDICOS ESCRAVOS

A ditadura cubana costumava embolsar 75% do valor gasto pelo governo brasileiro com o programa ‘Mais Médicos’, que representa 11 bilhões de dólares para a ilha.

Mesmo assim, Cuba ainda não pagou o que deve ao BNDES pela construção do porto de Mariel pela Odebrecht.

Recentemente, uma missão brasileira esteve na ilha para resolver o atraso no pagamento, e Cuba pediu que as cotas de 2018 e 2019 fossem reprogramadas.

Agora a ditadura caloteira abandona o ‘Mais Médicos’, posando de vítima das condições impostas pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro.

Cuba sente saudades da transigência petista com o dinheiro dos brasileiros e o cerceamento à liberdade (e ao salário) dos próprios cubanos.

* * *

Arroche, Capitão!

Bote pra fuder nessa quadrilha petêlho-castrista!

Neste programa programa fajuto, o extinto e sepultado governo do PT se aliou a Cuba pra escravizar os médicos cubanos

Se é que não médicos mesmo…

O Capitão fez muito bem ao pedir que os doutores apresentem os seus diplomas.

COM LÍNGUA, COM BOCA E TUDO

15 novembro 2018 AUGUSTO NUNES

DIRCEU AGORA ERRA ATÉ PREVISÕES SOBRE O PASSADO

José Dirceu deveria estar há muito tempo na cadeia, e permanecer engaiolado até descobrir por que o vigarista promovido por militantes do PT a “guerreiro do povo brasileiro” só combateu os valores morais, as normas éticas, os bons costumes e, sobretudo, o Código Penal. Posto em liberdade pela desfaçatez da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, exerce o direito de ir e vir para repetir o mantra recitado pelos devotos desde que o deus da seita foi para o xilindró: “O PT tem que retomar a campanha pela anulação da condenação de Lula”.

No mais recente palavrório, o guerrilheiro de festim revelou que agora anda errando previsões até sobre o passado. “Sabemos que Lula venceria a eleição no primeiro turno, isso é um fato”, declamou o adivinho de galinheiro. Fato coisa nenhuma. Se tivesse trocado a cela pelo palanque, sofreria a mesma surra imposta a Fernando Haddad pelo Brasil que presta. O antigo fabricante de postes hoje só consegue tapear habitantes dos grotões nordestinos garroteados pela ignorância.

Mesmo antes que a Lava Jato mostrasse que o Pai dos Pobres era a fantasia preferida de um ladrão compulsivo, Lula nunca venceu uma eleição presidencial no primeiro turno. Agora que o Brasil sabe quem Lula é, o chefe do maior esquema corrupto de todos os tempos só terá chances de eleger-se em primeiro turno se for candidato a xerife de alguma ala de cadeia.

Luiz Gushiken, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do PT, e José Dirceu, secretário-geral do PT-SP, em 1984

* * *

BESTA QUADRADA

Paulo Pimenta insinua que Gabriela Hardt é Sérgio Moro disfarçado de mulher

“Não há qualquer prova contra Lula. O que há é a necessidade permanente de Moro de atacar a honra do ex-presidente e desconstruir sua trajetória política”.

Paulo Pimenta, deputado federal do PT gaúcho, sobre a maracutaia do sítio de Atibaia, insinuando que Sergio Moro agora cuida do processo disfarçado de juíza Gabriela Hardt.

LULA FALOU UMA VEZ A VERDADE

15 novembro 2018 CHARGES

PATER

QUANDO EU DISSER ADEUS – Alphonsus Guimaraens

Quando eu disser adeus, amor, não diga
adeus também, mas sim um “até breve”;
para que aquele que se afasta leve
uma esperança ao menos na fadiga

da grande, inconsolável despedida…
Quando eu disser adeus, amor, segrede
um “até mais” que ainda ilumine a vida
que no arquejo final vacila e cede.

Quando eu disser adeus, quando eu disser
adeus, mas um adeus já derradeiro,
que a sua voz me possa convencer

de que apenas eu parti primeiro,
que em breve irá, que nunca outra mulher
amou de amor mais puro e verdadeiro.


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