1 setembro 2014 DEU NO JORNAL

SOLIDARIEDADE PROLETÁRIA

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) impugnou nesta segunda-feira a candidatura do deputado federal Paulo Maluf, enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

* * *

Segundo informantes fubânicos bem posicionados, o ex-prisidente Lula disse a pessoas de sua intimidade que o TRE decidiu puliticamente, por força do linchamento midiático a que seu cumpanhero Maluf é submetido pela grande imprensa sem controle social.

Meus informantes disseram também que Lula vai expedir um comunicado nas próximas horas esculhambando a justiça eleitoral e defendendo Maluf.

As informações dão conta de que Barba está completamente prostituto da existência com esta infame, injusta e imoral decisão do TRE de São Paulo.

SOLIDARIEDADE

“Que putaria da justiça, cumpanhero Maluf. A grande mídia tá te sacaneando do mesmo jeito que fizeram com Zé Dirceu e Genoíno. Nem houve Mensalão, nem tu é corrupto. Conte cumigo pro que der e vier”

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1 setembro 2014 FULEIRAGEM

BRUNO – VALEPARAIBANO

bruno

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1 setembro 2014 A PALAVRA DO EDITOR

DICIONÁRIO FUBÂNICO

dicionário fubânico

BISCOITO – Relação sexual repetida.

CAATINGA – Cheeiro ruuim.

CAÇADOR – Indivíduo que procura sentir dor.

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1 setembro 2014 FULEIRAGEM

RONALDO – JORNAL DO COMMERCIO

ronaldojc

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1 setembro 2014 DEU NO JORNAL

E O SALÁRIO, Ó…

Professores brasileiros são os mais agredidos do mundo, mostra pesquisa.

zop

* * *

A situação na escola nada mais é que o reflexo da situação no país.

A violência em sala de aula reflete a violência no país inteiro.

É o tipo de tragédia perfeitamente compatível com este tenebroso tempo de Socialismo Muderno em que Banânia tá mergulhada.

Recomendo a todos que escutem o excelente, o lúcido comentário feito pelo jornalista Alexandre Garcia sobre este assunto. Basta clicar aqui.

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1 setembro 2014 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA

pater

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1 setembro 2014 DEU NO JORNAL

NO MESMO BALAIO

O Bolsa Família transferiu em agosto 2,4 bilhões de reais a 13,9 milhões de famílias.

* * *

Uma notícia assim, com números fantásticos que só a porra feito estes, envolvendo bilhões e milhões, deve fazer a felicidade do fubânico gunvernista Citador de Índices.

Aguardem que ele vai celebrar esta marca e, ao mesmo tempo, desmentir que estamos em “recessão técnica”.

Recessão reconhecida até por Dilma Duchef, que botou a culpa desta desgraça na quantidade de feriados deste ano de 2014. Ao contrário de Mantega, que culpou a Copa do Mundo e a seca…

Juntando tudo no mesmo balaio, Bolsa Voto e Recessão, vou ilustrar a postagem com este lindo gráfico que encontrei na internet:

recessão

Isto é o que fubânico gunvernista Crente Sincero chama de “ovo de Colombo pra transferência de renda”.

Como nos ensinam os que entendem do assunto, “não existe almoço de graça”.

Alguém tem que pagar a conta.

Eu tô liso. Vocês que se virem pra tapar o rombo.

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1 setembro 2014 FULEIRAGEM

AMORIM – CHARGE ONLINE

amorim2

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CARRO VELHO

 carro velho

Quem tem carro velho usado
Tem o cão pra lhe atentar.

Se eu puxar a maçaneta
A praga cai nos meus pés
Não vale um conto de rés
Vou quebrá-lo de marreta
Do óleo, aquela vareta
Já não consigo puxar
Se eu saio pra passear
Lá vem um pneu rasgado
Quem tem carro velho usado
Tem o cão pra lhe atentar.

Hélio Crisanto

Já fiz muito finca-pé
Pra empurrá-lo em ladeira
Quando eu engato a primeira
Pula da quarta pra ré
Se eu ainda tomasse “mé”
Tentaria consertar
Mas parei de “biritar”
Pra não ser “flagranteado”
Quem tem carro velho usado
Tem o cão pra lhe atentar.

Wellington Vicente

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1 setembro 2014 FULEIRAGEM

GILSON – CHARGE ONLINE

gilson

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ITARARÉ LIMEIRA – NATAL-RN

Prezado Editor,
 
Mesmo correndo o risco de ser politicamente incorreto, penso que a maioria de nosso eleitorado que é , ontem e hoje, infelizmente sempre desinformada, escolhe seu voto baseado em algo vago e mutante, que na falta de melhor aprofundamento pode ser definido como o “espírito do tempo” – the Zeitgeist, como chamam os alemães.
 
Se antes o padrão  favorecia os bonitões de fala difícil e falsamente erudita (os bacharelescos e/ou os filhos de coronéis) hoje o paradigma mudou: É preciso ter uma história de vida sofrida e origem humilde (acho que não preciso exemplificar) ou se arvorar em defensor de alguma minoria. Em ambos os casos, poucos decidem seus votos com base na qualidade do programa do candidato e, ainda mais importante, na viabilidade de sua implementação que depende também, mas não somente, do caráter do eleito e de seus compromissos com as forças dominantes de sua campanha. ejp
 
Esta desinformação é o adubo da demagogia e do sebastianismo que nos  deixa na eterna espera do “pai (ou da mãe e, no futuro próximo, de alguma sexualidade alternativa) da Pátria e dos pobres” que nos levará ao Nirvana, onde seremos dispensados de enfrentar as limitações da realidade em toda sua complexidade.
 
Será irônico se parte substancial do enorme eleitorado  de Lula, doutrinado por anos a fio de retórica eleitoreira contra “eles, a elite branca”, ao comparar Marina  vis a vis com Dilma, escolher a primeira tanto pela  identificação visual como pela mítica história de vida, bastante  semelhante à de Lula. E também, se os seguidores de FHC se bandearem para Marina pela proposta de independência do BC e elogios ao tripé macro-econômico que ela fez. Em resumo, a combinação “Chico Mendes-Eduardo Giannetti” que Marina incorpora pode fazer estragos irreparáveis para todos os lados. Não se pode negar que ela, assim como Lula, representa muito bem o seu papel. Seriam ambos, atores excepcionais.
 
No recente debate da Band, o único candidato que me convenceu a comprar um carro usado dele,  e em quem não votarei por discordar de suas propostas, foi o Eduardo Jorge do PV: Não quis ser o dono da verdade, trouxe bom humor para a discussão e não demonizou os concorrentes.
 
Todo este blá-blá-blá para dizer que está difícil me definir em outubro. Espero que haja segundo turno e a vitória final seja decidida no photo-chart, para não dar ao vencedor a impressão arrogante de que é o dono do País e de que pode tudo.

Oremos………..

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1 setembro 2014 FULEIRAGEM

LUSCAR – CHARGE ONLINE

luscar

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1 setembro 2014 FLOR DE LIZ - Sheila Liz


VASO QUEBRADO

Entrou como se fosse uma facada em meu peito. Dava pra sentir a lâmina cortando as fibras do meu corpo e eu simplesmente me entreguei depois de tanto lutar. Eu me rendi sem forças, muito menos vontade. Meu corpo ficou trêmulo e minhas pernas perderam a obrigação de estarem em pé.

O pior não foi a reação que meu corpo teve no momento, mas as marcas que com certeza ele terá. Suas palavras dilaceram meu coração; e com esta abertura eles se foram… alguns sentimentos só se foram, sem olhar pra trás e sem esperança de voltarem.

As oportunidades surgem para que possamos aproveitá-las. As suas de se desculpar estavam lá. Você as deixou passar apenas para que pareça certo, sem erros a resgatar. Ó engano, longe de ser!
 
Já é sabido que as palavras machucam muito e, por experiência, digo que muito mais que tapas e pontapés. Como vou me recuperar disso? Não sei, por isso esta nossa distância. É como se eu não reconhecesse em você aquilo que eu mais admirava. Seu cuidado teve prazo de validade. Fui pega de surpresa e o que é pior, por mim mesma, pela minha reação a tudo o que aconteceu.

Você, mais do que muitas pessoas, bem sabe a importância que as palavras têm pra mim. O quanto acho que bem ditas ou mal ditas nos alteram o caminho de uma forma até irreversível. E ainda assim as utiliza para me machucar, me afastar… Pois bem, o que farei? Sim, no singular. Nem sei dizer ‘nós’ por agora. Vou contar com você para quê? Sempre soube que sua companhia era uma alegria, uma certeza de cuidado comigo… se já não é mais assim…qual o sentido?

Ai, muitas perguntas que por ora estão sem respostas… e nem as quero enquanto não passar esse mal estar. Insisti muito por sua companhia, mesmo quando não estávamos bem, agora quero um pouco de espaço… Essa pode ser uma mudança mínima mas que dentro de mim pode representar um comportamento mais sério a longo prazo.

Estou tão ruim que nem lerei mais este texto. Vai assim, sem revisão. Ponto! Até o próximo sentimento…

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1 setembro 2014 FULEIRAGEM

M. AURÉLIO – ZERO HORA

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JOÃO MARCOS – FEIRA GRANDE-AL

Papa Berto

Segue um vídeo de um depoimento de uma senhora, que acho ser motivo de orgulho de todos e interesse geral da nação.

Ana Arcanjo nascida em Santos São Paulo, foi membro da Cruz Vermelha durante a Revolução Constitucionalista de 1932 e nos ensina algo mais do que a desconhecida introdução do Hino Nacional Brasileiro.

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1 setembro 2014 FULEIRAGEM

BRUNO AZIZ – A TARDE

aziz

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www.cantinhodadalinha.blogspot.com
DORMIU NO PONTO

Ontem prato principal
Hoje somente sobejos
Teu toque já não me toca,
Minguaram os meus desejos
Paixão pequena renego,
E revogo seus manejos.

Migalhas não alimentam,
A fome selecionada.
Restos eu jogo no lixo,
Apenas isso e mais nada,
E sem drama vou seguindo
A meta por mim traçada.

Fui saindo de fininho
E você tão convencido
Quando despertou pra vida
Já havia me perdido.
Foi então que percebeu:
No ponto tinha dormido.

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1 setembro 2014 FULEIRAGEM

SAMUCA – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

AUTO_samuca

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http://www.lucianosiqueira.com.br/
O DEBATE DA BAND E OUTROS DEBATES

Um momento privilegiado da democracia, como costumam afirmar os candidatos participantes de debates, como o da Band, terça-feira última? Nem tanto, porque o formato que adotam serve para muitas coisas, menos para a clara explicitação do conteúdo dos programas de governo – o cerne da diferenciação entre os diversos postulantes.

Nem os debates, tampouco as entrevistas ao modelo do Jornal Nacional. Repórteres se esmeram na tentativa de constranger os entrevistados com perguntas supostamente embaraçosas, periféricas em relação ao que cada um pensa sobre o País e o que propõe para enfrentar as questões cruciais do seu atual estágio de desenvolvimento. No caso da Rede Globo, permeia todas as entrevistas o falso pressuposto de que todos – candidatos, partidos, apoiadores mais próximos – estão de algum modo envolvidos com a corrupção ou, no mínimo, são coniventes.

Daí porque, em relação aos debates televisivos, diz-se que, do ponto de vista de cada candidato, o importante é não perder – ou seja, não cair em nenhuma casca de banana ou responder mal a uma provocação. Ganhar é não perder. E pronunciar, se possível, uma frase de efeito, ou algo parecido, que sirva como destaque no noticiário do dia seguinte. Isto porque, mais importante até do que o debate em si, é a exploração dele no noticiário ou as versões veiculadas nas redes sociais.

Demais, há estudos que atestam a ineficácia desses debates como fator de alteração significativa no comportamento do eleitor. Seja pela baixa audiência, seja mesmo porque pouco ou nada esclarecem.

Pior: de certo modo o formato e o conteúdo dos debates televisivos – além do da Band vêm aí outros, inclusive o da autoproclamada Venus Platinada – refletem a superficialidade das ideias disseminadas na campanha eleitoral. A questão nodal da eleição presidencial – o confronto entre projetos nacionais diametralmente opostos – é tangenciada.

Ainda bem que há as redes sociais e blogs, apesar do tiroteio entre adeptos das principais candidaturas. O fato é que, distinguindo-se o joio e o trigo, na internet flui um bom debate, este sim, em que argumentos e dados possibilitam a identificação do conteúdo essencial dos projetos encarnados por Dilma e Aécio, e mesmo Marina, apesar da brutal tergiversação que a “sonhática pratica”, em nome de uma suposta terceira via, capaz de conduzir o País apoiada nos “bons” de cada partido, escoimando-se da gestão os “maus” – num maniqueísmo de fachada que rebaixa o nível da discussão e desinforma o eleitor.

Há, de toda sorte, milhares de internautas e blogueiros capazes de tomar partido e de trazerem à superfície a diferenciação tão necessária ao caráter efetivamente democrático da peleja eleitoral. Que cumpram o seu papel.

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1 setembro 2014 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU

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http://www.neumanne.com/
COMENTÁRIOS PARA A RÁDIO JOVEM PAN

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Nova investigação da PF revela como instituição apoiada pelo governo federal torrou R$ 100 milhões e prejudicou 18 mil alunos no Rio usando fundo de pensão Postalis.

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Reportagem da revista Veja relata troca de favores entre Tribunal de Contas da União e a Casa Civil no governo Lula por meio da chefe, Dilma, e sua sucessora, Erenice.

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1 setembro 2014 FULEIRAGEM

BENETT – GAZETA DO POVO

benett

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FRASES REVELAM O BOM HUMOR DE SÉRGIO PORTO (STANISLAW PONTE PRETA)

SergioPorto

O carioca Sérgio Porto, também conhecido pelo pseudônimo de Stanislaw Ponte Preta (Jan/1923 - Set/1968),  foi jornalista, cronista, escritor, radialista e compositor

“O sol nasce para todos, a sombra pra quem é mais esperto.”

“No Brasil as coisas acontecem, mas depois, com um simples desmentido, deixaram de acontecer.”

“Uma feijoada só é realmente completa quando tem uma ambulância de plantão.”

“Tinha tal pavor de avião que se sentia mal só de ver uma aeromoça.”

“Quando estamos fora, o Brasil dói na alma; quando estamos dentro, dói na pele.”

“Menino mijado, bode embarcado e chefe de Estado, nunca fica despreocupado.”

“Pelo jeito que a coisa vai, em breve o terceiro sexo estará em segundo.”

“Os valores morais são os únicos que conservaram os preços de antigamente.”

“Se você não acredita que o reino do céu é aqui, repare então como os pobres de espírito se divertem.”

“Política tem esta desvantagem: de vez em quando o sujeito vai preso em nome da liberdade.”

“Pediatra sempre capricha na pronúncia quando anuncia sua especialidade, pra evitar mal-entendidos.”

“Quem diz que futebol não tem lógica ou não entende de futebol ou não sabe o que é lógica.”

“Por mais eficaz que sejam os métodos novos de fazer criança, a turma jamais abandonara o antigo.”

“Pra quem gosta de jiló, coruja é colibri.”

“Há sujeitos tão inábeis que sua ausência preenche uma lacuna.”

“Esperanto é a língua universal que não se fala em lugar nenhum.”

“Quando aquele cavalheiro nervoso entrou no hospital dizendo “eu sou coronel, eu sou coronel”, o médico tirou o estetoscópio do ouvido e quis saber: ‘Fora esse, qual o outro mal do qual o senhor se queixa?’”

“Em rio de piranha jacaré nada de costas.”

“Pode-se dizer a maior besteira, mas se for dita em latim muitos concordarão.”

“Ou restaure-se a moralidade ou locupletemo-nos todos!”

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1 setembro 2014 FULEIRAGEM

CLAYTON – O POVO

clayton

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1 setembro 2014 DEU NO JORNAL

A BEM AMADA E QUIRIDA ISTRELA VERMÊIA

A rejeição à presidente Dilma no Estado de São Paulo é tão alta – 47% dos eleitores, segundo o instituto Datafolha, em hipótese alguma lhe dariam seu voto – que está obrigando até a petistas de 28 costados, como o senador Eduardo Suplicy, fundador do partido, a ESCONDER o nome do PT!!!

Sim, o “santo” Suplicy, em sua campanha para um quarto mandato de senador – está no Senado há 24 anos, e quer mais oito -, NÃO DIZ QUE É DO PT e nem MOSTRA SÍMBOLOS DO PT nos seus vídeos de campanha.

Sua campanha, basicamente, limita-se, como vocês verão neste filme, a dizer o quanto ele é “honesto” e repete uma, duas, cem vezes que Suplicy “é do bem”.

Por ora, Suplicy está atrás do ex-governador José Serra nas pesquisas de intenção de voto.

Vai ver que, omitindo o PT em sua campanha, imagina que algum eleitor NÃO SAIBA que ele é do partido…

* * *

Que mentira da porra!

Esta grande mídia reacionária e sem controle social só publica inverdades.

Se vocês prestaram atenção direitinho no vídeo, vão constatar que, no nome “Suplicy”, o pingo da letra “i” é a istrela do PT. Com grande destaque.

É bem verdade que a istrela, ao invés de vermêia, como manda o regulamento petralha, tá na cor branca. Mas isto é detalhe de somenos.

Danado mesmo é a propaganda do petelho Delcídio Amaral, candidato a gunvernador do Mato Grosso do Sul.

Além de não citar o PT nem sua istrela na propaganda eleitoreira, Delcídio usa a cor azul na campanha.

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Delcídio Petralha Amaral: “O azul-tucano é mais bunitinho pra ganhar votos…”

Num é uma gracinha???!!  Prum partido cuja cúpula está atrás das grades (com exceção de Barba…), a situação tá dum jeito que vaca anda desconhecendo bezerro.

Aliás, já que falei do Centro Oeste, não deixem de ler uma matéria intitulada “Goiás, o estado onde o PT não entra“.

Pra ler, basta clicar aqui

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1 setembro 2014 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA

pater

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http://www.forroboxote.com.br/
MEDO DE AVIÃO

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Nunca tive medo de avião. Aliás, pra ser bem sincero, sempre tive uma fascinação pelos aviões. Acho-os belíssimos, interessantes ao extremo. Aquele cilindro longo com duas asas grandes no início e duas pequenininhas no fim sempre me fascinaram, desde menino. Encantava-me e não compreendia como algo tão pesado conseguia ficar lá em cima feito passarinho. Lembro-me que íamos, aos domingos, na casa de um compadre de meu Pai, seu Pedro, que era da Aeronáutica e morava praticamente na pista da Base Aérea de Fortaleza, de onde se podia contemplar, de pertinho, aquelas maravilhas voadoras, subindo e descendo. Via-os num misto de encantamento e sonho. Deixava a bola ou qualquer outro brinquedo de lado quando deles ouvia o barulho do chegar ou do partir. Impressionava-me sobremaneira um objeto tão grande e pesado fazer carreira e voar, como se pássaro fosse. Nunca tive medo de avião. Em compensação, apavora-me ter que, eventualmente, neles voar. Morro de medo de andar de avião. 

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1 setembro 2014 FULEIRAGEM

SID – CHARGE ONLINE

sid

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1 setembro 2014 A PALAVRA DO EDITOR

CHEGOU LORENZO!

Quem me ligou semana passada foi o colunista fubânico Jessier Quirino.

Tava mais feliz do que pinto no lixo!

- Berto, você não me faz mais inveja: também já sou vovô!

Pois é. Nasceu Lorenzo, o primeiro neto do querido casal Jessier Quirino e Doró.

Lorenzo é filho de Diego Quirino e de Mariana Costa.

De modo que está em festa a casa do nosso querido Poeta em Itabaiana.

Pro jovem casal de vovôs, Jessier e Doró, os parabéns de toda a comunidade fubânica.

Um abraço especial, meu e de Aline, pros pais Diego e Mariana.

jessiere doró

Doró e Jessier: tão rindo pelas cantos com a chegada do neto! 

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1 setembro 2014 FULEIRAGEM

FRANK – A NOTÍCIA

AUTO_frank

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VIDA E MORTE

A morte é mesmo de morte:
Não está nem aí pra vida
Seja no sul, seja no norte…
Arrasta, machuca, trucida…
 
Seja rico, ou seja pobre
Seja rei, rainha, vassalo…
A morte quando descobre
Esfola, cola… feito um calo
 
Vida é vida, a vida inteira
A morte apesar de ser forte
A morte coitada, é passageira
 
Morte é desgraça sem fim
Vida é luz é amor é sorte
Morte em fim, a morte é fim

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1 setembro 2014 FULEIRAGEM

AMARILDO – A GAZETA

OPI-002.eps

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http://www.fernandogoncalves.pro.br
OS DESIGREJADOS

Outro dia, a expressão “desigrejado” me fez listar uma série de pessoas que conheço: cultas, lidas, inteligentes, caridosas, consciente de seus papéis na sociedade, exemplares. Mas que não mais suportam bolorentas liturgias e homilias rabugentas, que afugentam e desabonam profundamente a Mensagem do Homão da Galileia, nosso Irmão Libertador, que O torna “pequeno, limitado, irrelevante, perverso e às vezes não muito inteligente”, usando expressão de um dos maiores conferencistas do mundo contemporâneo, classificado, em 2011, como uma das pessoas mais influentes do mundo crente contemporâneo.
 
O parágrafo acima me fez lembrar um ECC – Encontro de Casais com Cristo realizado numa cidade importante do Nordeste, há mais ou menos uma década. Findo o encontro, festinha de congraçamento familiar encerrada, convidados retirados, hora de dormir, eis que o marido, muito amorosamente, se deita ao lado da esposa, luz já apagada, abraça-a carinhosamente, buscando tocar um dos seus seios. A mulher pula da cama, acende a luz, olha o consorte com raiva de cadela doida, gritando alto e bom som: – Afasta-te de mim, satanás!!!!!QED
 
O coitado desmontou-se todo, o Dr. Pinto dele quase perde o mecanismo hasteador, seu proprietário tornando-se mais um desigrejado, o casamento desmilinguindo-se integralmente em menos de seis meses, por ausência de retorno da tesão conjugal da parte da cara metade, que fechou suas pernas em definitivo, sem mas nem meio mas, convertida dos pés à cabeça, de porteira fechada e todo o resto sem mais uso.
  
Recomendo um livro que muito me energizou espiritualmente, sem faniquitismos nem chilicosidades teatrais típicas dos emocionalmente desestruturados: Quem é Deus, afinal?, do pastor Rob Bell, editora Sextante. Um pastor–fundador da Mars Hill Bible Church, em Grand Rapids, Michigan, conferencista pelos quarto cantos do mundo, que a partir de três conceitos desenvolveu novas formas de pensar em Deus, vivenciando-O no dia-a-dia pessoal e profissional. O primeiro identifica Deus como “a energia, o poder e a fonte de tudo que sabemos ser a essência da vida”. O segundo se traduz num parâmetro inovador: “Deus é por todos nós, independentemente de crenças, pontos de vista, ações, falhas, erros, pecados ou opiniões”, sempre identificando as doutrinas que mostram Ele mal-humorado e vingativo, que tornam infelizes e estressadas aqueles que acabam acreditando que Deus é realmente assim. O terceiro conceito é o mais tocante: que quando se fala de Deus, não se está referindo a um ser divino que ficou ultrapassado, “que tenta nos arrastar de volta para uma era primitiva, pré-científica, que não está focado no atraso, não se opõe à razão, à liberdade nem ao progresso”.
 
O autor explica a razão de ter escrito o livro: “Estamos no meio de um movimento que vem ganhando impulso: há uma sensação crescente de que estamos no fim de uma era e no começo de outra, num momento em que o nosso velho modo de compreender e de falar sobre Deus está morrendo enquanto  algo está sendo gestado”.
 
O pastor Rob Bell testemunha algumas falas idióticas, em assembleias repletas de pessoas que se imaginam século XXI, não percebendo que vivenciam tribalidades, vivenciando passados, jamais dando exemplo cristão no mundo de hoje: 1. Importante líder cristão afirmou que as mulheres não deveriam ensinar nem liderar na igreja; 2. Pregador homofóbico proclamando que todo gay vai parar no inferno; 3. Famoso jornalista ouvindo de dois pastores cujas esposas se encontravam desencantadas, acreditando que “acreditar e confiar naquele Deus parece ser um passo atrás, em direção ao passado, a uma época menor informada e menos iluminada que felizmente já abandonamos.
 
No seu livro, Rob faz uma confissão: num Domingo de Páscoa, para ele bastante traumática, ele descobriu que sem muita reflexão e estudo não se pode continuar a ser pregador sem perder a sanidade. Solução: mergulhar de cabeça nas questões principais, para descobrir a profundidade daquela “piscina”, de consciência limpa e integridade intacta, sem ganâncias financeiras, buscando respostas a partir de questionamentos sobre absolutamente tudo. E adverte: “este livro não é uma tentativa de provar que Deus existe”.
 
Diante da fala de um pastor alienado, meramente fundamentalista sem qualquer espírito crítico – “Se alguém negar que Deus criou o mundo em seis dias, estará negando também o respeito da Bíblia, porque o que a ciência diz não interessa” – Rob Bell afirma sem qualquer heresia: “Neste momento, a extremidade do universo está aproximadamente a 90 bilhões de trilhões de milhas de distância. E o sistema solar em que vivemos, que ocupa menos de um trilionésimo do espaço conhecido, se move a 898 mil quilômetros por hora. E faz parte da galáxia Via Láctea, que leva entre 200 e 250 milhões de anos para percorrer a órbita da sua galáxia uma vez”.
 
A leitura do livro é imprópria para quem acredita em Papai Noel, perna cabeluda e comadre Fulozinha. Mas para quem tem consciência de ser um ator e também autor da História, de uma explosão ocorrida há aproximadamente quase 14 bilhões de anos, 13 bilhões e 700 milhões de anos para ser mais exato, o trabalho de Rod Bell merece uma leitura bem refletida, rabiscada e introjetada em mentes sadias em prol de um mundo mais fraterno e justo. Com nula hipocrisia e fingimento zero. Palestinos e israelenses, irmãos em paz.

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1 setembro 2014 FULEIRAGEM

SÉRGIO PAULO – JORNAL DE RORAIMA

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A ECT E EU: ENTRE BEIJOS E TAPAS

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Homenagem à FEB e ao 5º Exército Americano

Meu relacionamento com o DCT – Departamento de Correios e Telégrafos, depois renomeado ECT – Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, começou em 1945, quando eu tinha 9 anos, ao dar início a minha coleção de selos, a partir dos que se veem acima, que quase todo menino brasileiro possuía, vez que refletiam o sentimento patriótico que vivíamos, com nossos pracinhas lutando na Europa durante a Segunda Guerra Mundial.

Decorridos quase 70 anos, parece-me que sou o único, dentre os conhecidos de meu tempo, a continuar com essa diversão, trazendo minha coleção de selos comemorativos brasileiros atualizada semestralmente, cujo acervo contabiliza desde o primeiro, lançado no início de 1900, em homenagem ao 4º Centenário do Descobrimento do Brasil, até as emissões atuais.

No ano de 1974, essa coleção ganhou o Prêmio Olho de Boi, ao concorrer, sob a representação de meu sobrinho Luís Fernando da Costa e Silva, por se tratar de certame dirigido aos adolescentes. Aí estão imagens da medalha:

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Frente e verso da Medalha do Prêmio Olho de Boi

Encerrada a exposição, partes dessa coleção, que mereceu o prêmio levando-se em conta sua apresentação, foram emprestadas à ECT que, durante 6 meses, a exibiu a filatelistas nos Estados Brasileiros e no Exterior.

Pela proximidade de onde moro, e pela facilidade de estacionamento, escolhi a Agência da 508 Sul para realizar as diversas operações envolvidas em lançamentos de livros, envio de convites e objetos diversos, e também a emissão de selos personalizados. Como estes:

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De tanto andar por lá, fiz amizade com todos os funcionários, e, a pedido deles, compus um cordelzinho, Louvação à ECT da 508 Sul, publicado aqui no JBF, como correspondência, no dia 22.12.2012.

No ano passado, fui presenteado pela Dorinea, gerente da agência, com esta folha de selos, comemorativa dos 350 Anos da ECT:

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Chamou-me a atenção, dentre todos, este selo, por referir-se a um Centro de Serviço Pneumático, do qual eu nunca ouvira falar, por isso não sabia do que se tratava:

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A folha veio acompanhada de um edital bilíngue, com informações sobre o lançamento, mas sem descer a detalhes sobre cada selo:

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Como bom filatelista, procurei tirar minha dúvida, primeiramente no Google, onde nada encontrei, e, depois, na própria ECT, a quem fiz uma consulta, recebendo esta resposta:

“No dia 5 de outubro de 1910, com uma carta do Diretor dos Telégrafos, Francisco Sá, do Edifício dos Telégrafos, no antigo Paço Imperial, ao Presidente da República Nilo Peçanha, no Palácio do Catete, era inaugurado, extraoficialmente, no Rio de Janeiro, o Serviço Pneumático, a cargo da Repartição-Geral dos Telégrafos. O sistema consistia de máquinas compressoras de ar e câmaras de vácuo, impulsionando ou sugando a correspondência, 20 a 30 cartas de cada vez, colocadas dentro de cursores – “balas” ou êmbolos em forma de projéteis, nos tubos de aço subterrâneos, de aproximadamente 70 mm de diâmetro, em velocidade de até 50 km/h, da origem ao destino.

“Criado pela Portaria nº 1.386, de 10 de novembro 1910, o nosso correio pneumático passou a fazer remessa expressa de cartas padronizadas e telegramas urbanos entre várias estações postais telegráficas da antiga Capital Federal. A rede subterrânea de tubos pneumáticos expandiu-se rapidamente pelo subsolo do Centro do Rio de Janeiro, a partir da Estação-Tronco, na Av. Rio Branco, possibilitando a troca de correspondências pneumáticas por duas linhas de tubos, entre a Estação Central da Praça XV, o Banco do Brasil, todos os ministérios, a Estação da Estrada de Ferro Central do Brasil, e vários bairros, como o Catete, Botafogo e Andaraí. As estações ou agências para a postagem de cartas pneumáticas chegaram a ser as seguintes: Largo do Machado, Lapa, Praça XV, Av. Rio Branco, Correio Central, Estação D. Pedro II, Estácio de Sá e São Cristóvão.”

Essa gentil e minuciosa explicação, veio acompanha desta imagem, para que se tenha uma ideia visual do que era o Serviço Pneumático:

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Isso funcionou muito a contento no Brasil durante algum tempo, até que a tecnologia bolasse outros métodos mais eficientes e modernos. Mas reparem bem, se fosse num país recém-criado, um tal de Banânia, até os tubos seriam surrupiados, como, no passado, os índios faziam com os fios telegráficos.

Agora, que deixei bem claro minha relação amorosa com a ECT, vou, depois dessa assoprada amiga, dar minha mordida. Vinha cuidando dos beijos, passando, doravante, a falar dos tapas – de um, pelo menos.

A demora na entrega de correspondência pela ECT é motivo de críticas, às vezes injustas, outras merecidamente, o que faz a festa dos chargistas:

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Desde que comecei a transacionar com a Agência da 508 Sul, calculo já ter postado ali, entre livros, convites, cartas e outros itens, mais de 10 mil objetos. Inteiramente satisfeito com os serviços prestados, é natural que, em algum momento, “de tanto o jarro ir à fonte”, acabe se quebrando. Foi o que ocorreu em 2010.

No dia 9 de agosto, enviei para meu sobrinho Cazuza Ribeiro, médico, o convite para o lançamento de meu livro De Balsas para o Mundo, conforme se vê no envelope carimbado abaixo. O consultório dele ficava na 716 Sul, quilômetro e meio da Quadra onde moro, a 215 Sul.

O tempo passou. Nem o Cazuza foi ao lançamento, pois dele não soube, nem o convite jamais chegou lá. Ficou zanzando por aí, dormiu em alguma gaveta e, em 2013, recebeu outra carimbada. Nova demora, e a informação “mudou-se”, esta sem data. Finalmente, no dia 21.02.2014, dois anos e seis meses depois de postada, a correspondência foi devolvida na portaria do Bloco onde resido.

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Preciso dizer mais?

É bonito isso?

ÚLTIMOS AFAGOS

O primeiro selo postal editado no mundo foi o Penny Black, na Inglaterra, em 1840. O Brasil foi o segundo país a editá-los, lançando, a 1º de agosto de 1843, o famoso Olho de Boi, com os valores de 30, 60 e 90 réis.

No dia 1º de agosto deste ano, em comemoração ao Dia do Selo Postal, uma equipe da TV Brasil, por indicação do Guichê Filatélico da ECT, compareceu aqui a meu apartamento, para fazer matéria sobre selos personalizados. O resultado é que vocês verão clicando aqui.

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31 agosto 2014 FULEIRAGEM

JORGE BRAGA – O POPULAR

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O ORGASMO – A VISÃO DE UM LEIGO PRATICANTE

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Orgasmo – o início da vida e da morte. Cada quadro uma mudança visual

“O orgasmo é a conclusão do ciclo de resposta sexual que corresponde ao momento de maior prazer sexual. Pode ser experimentado por ambos os sexos, dura apenas poucos segundos e é sentido durante o ato sexual ou a masturbação. O orgasmo pode ser detectado com a ejaculação na maioria das espécies de mamíferosmasculinos. Por outro lado, na espécie humana, o orgasmo masculino, por exemplo, nem sempre está acompanhado de ejaculação, podendo ocorrer o orgasmo sem ejaculação, como podemos observar nos cânones taoistas na China (In Chang, 1979).

O orgasmo é uma das fases da resposta sexual, como descrita por Masters e Johnson. Caracteriza-se por intenso prazer físico mediado pelo sistema nervoso autônomo, acompanhado por ciclos de rápidas contrações musculares nos músculos pélvicos, que rodeiam os órgãos sexuais e o ânus, sendo frequentemente associados a outras acções involuntárias, como espasmos musculares em outras partes do corpo e uma sensação geral de euforia. Sua ausência é denominada anorgasmia. Além desta definição, temos o orgasmo como um potente estado alterado de consciência e ainda temos o para-orgasmo como sendo “o estado existencial de autorealização e prazer de viver intraduzível em palavras e geralmente vivenciado a partir de curtos momentos, ou momentos de pico”.

No sentido estrito, apresenta-se como um pico rápido de excitação seguido ou não de ejaculação e com rápida queda na sensação de prazer. Uma vez que os órgãos sexuais têm a mesma origem embriológica em ambos os sexos, a sensação é equivalente para homens e mulheres, podendo haver um período refratário à estimulação direta após o orgasmo. Nas mulheres, as contrações musculares causam expulsão de líquido através da vagina, caracterizando a ejaculação feminina. É um período de grande relaxamento e queda da pressão arterial, devido à liberação da prolactina. Há também redução temporária das atividades do córtex cerebral. No sentido amplo, o orgasmo, pelo menos na espécie humana, traduz a capacidade de amar, de entrega ao amor e ao prazer, sendo uma atitude de cunho não neurótico que, temporariamente, anula os sintomas básicos da neurose a partir da liberação da energia ou orgônio sexual ou libido.”(Reich, W. A Função do Orgasmo – Transcrito do Wikipédia)
 
Minha avó sempre nos ensinou: “na hora do amor, seja cavalheiro e companheiro. Não “vá embora” sozinho. Segure as mãos dela, e espere por ela. Ela sempre foi assim, e não foi só para se arrumar para as festas. Demora pra tudo.”
 
Este é outro assunto que continua sendo tabu na sociedade e entre famílias brasileiras. Em verdade, ainda não atingimos maturidade nem temos grau desenvolvido de cultura para discutir isso em casa, com os filhos – independentemente do sexo masculino ou feminino.
 
Assim, como fazemos parte de uma sociedade machista, preconceituosa e com relativo nível de ignorância, vamos usar como ilustração apenas fotos femininas, mas tudo dentro de um merecido e devido respeito. Sem exageros.

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O clímax de favorecimento do “Ponto G”, antes do êxtase

O “modus operandi” de como os casais (nos dias atuais, é conveniente escrever “os pares”- pois, no nosso entendimento, um “par” é formado por duas pessoas, enquanto um “casal” é formado por duas pessoas de sexos diferentes) se relacionam sexualmente ainda não permitiu a descoberta total que produza explicações convincentes. Pode-se afirmar, com certeza, que as caravelas ainda estão em alto mar. Melhor, em revoltosos mares, passíveis de tempestades.
 
Nenhum de nós – experientes ou imaturos – faz sexo “fazendo experiência” ou preocupado em descobrir isso ou aquilo. Há quem valorize demasiadamente as chamadas “preliminares”, da mesma forma que há quem, vivendo uma incontrolável ansiedade pelo sexo com o parceiro, não consiga controlar nenhum tipo de preliminar.
 
Ninguém consegue se segurar, no ato, a ponto de descobrir que “ainda não está na hora”. Ou “vamos esperar mais um pouco, até que estejamos preparados”. Sexo é sexo e o melhor dele é a intempestividade.
 
O que se sabe até hoje é que, nas preliminares, o homem é mais inseguro, até porque, em si, tudo é exteriorizado. A mulher, dizem os sábios conhecedores do tema, também é insegura. Apenas não exterioriza tão facilmente o seu “descontrole” como o faz o homem. Não entra aqui o item ejaculação precoce, haja vista que isso é algo idiossincrático.

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Esqueça o que as unhas fazem. Olhe apenas para o relógio!

No final dos anos 80, já morando em São Luís, eu e minha atual mulher vivíamos num apartamento simples, de apenas dois quartos, num prédio de três andares, com quatro apartamentos por andar. O nosso apartamento, infelizmente, ficava no primeiro andar e ao lado do portão do prédio. Quando algum visitante procurava algum morador e esse não se encontrava, acabava nos incomodando como se ali fosse a portaria ou a casa do síndico.
 
No segundo andar morava um casal que só “se encontrava” nos fins de semanas e feriados, pois o homem trabalhava no interior do Estado e só retornava a casa nas manhãs dos sábados, retornando ao trabalho no interior nas manhãs das segundas-feiras. As tardes dos sábados e domingos eram para os demais moradores do prédio, algo hilário. Escândalo que chamava a atenção inclusive dos passantes. E era tão escandaloso que fechar os vidros das janelas não mudava muito a situação.
 
A mulher não conseguia se controlar no momento do orgasmo:
 
- Nããããoooo meeeeuuuu ammmoooooor, não vá agora! Nããããooo  me deixxxe sóóóóó!
 
E repetia essa cantilena quatro ou cinco vezes durante a tarde e ao cair da noite. Era tão escandaloso que começou a incomodar. As crianças descobriram de que e de quem se tratava. Foi um verdadeiro inferno para o casal.
 
Certa noite de sábado, depois do prazer consumado, banho tomado e muito relax, o casal desceu e foi tomar um chopinho para botar os assuntos em dia. O ambiente era uma pizzaria, familiar e lá se encontravam também outras famílias e várias crianças, inclusive as que zoavam o casal que, infelizmente foi descoberto por alguns meninos que, inconvenientes e descontrolados, diziam:
 
- Nãããããooooo mmeeeeuuuu  ammmmooooooor, não goze agora! Não me deixe só!
 
Meses depois o casal mudou de prédio e de bairro e foi gozar noutro lugar.

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31 agosto 2014 FULEIRAGEM

AMORIM – CHARGE ONLINE

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TABAJARA DOS SANTOS – ITU-SP

Caro Berto,

Meu nome é Tabajara dos Santos, sou músico e diretor da Corporação Musical União dos Artistas de Itu-SP.BDI

Estou a procura do autor de um dobrado chamado “Feirense” ou “Firenze”.

Como o compositor Antonio Manoel do Espírito Santo é de Feira de Santana, acredito que possa ser ele, mas não sei como comprovar.

A nossa banda, que já tem 102 anos, possue as partituras, porém sem o menção do autor. O nome do dobrado também aparece de dois modos, já indicados acima.

Em uma dessas partituras há uma data de 1939, mas pelo estado delas, acredito ser anterior a 1939.

Infelizmente os músicos e maestro que poderiam dizer algo a respeito já faleceram. Eu fui incumbido de digitalizar essas partituras para o computador afim de preservá-las, o que já iniciei.

Se você puder me ajudar a comprovar a autoria, fico-lhe muito grato.

Abraços.

R. Francamente, eu fico pra lá de feliz quando uma solicitação como esta é feita através do JBF. Eu fico ancho que só um pavão!

É sinal de que estamos sendo lidos e acompanhados em todos os quadrantes deste país.

Como temos entre os nossos leitores, colunistas e colaboradores uma boa quantidade de gente que entende, pesquisa e estuda música, vou ficar torcendo pra que a solicitação do nosso estimado leitor de Itu tenha um retorno satisfatório e sua dúvida seja resolvida. Quem puder ajudar, o espaço dos comentários está às ordens.

E quem quiser conhecer tudo sobre a Corporação Musical União dos Artistas de Itu, clique aqui. Com direito a muita música, vídeos e fotos.

Lá no final desta postagem tem um vídeo com a Corporação executando um belíssimo dobrado.

Aproveito a oportunidade pra informar que, dentro de São Paulo, o estado do Brasil que teve a maior quantidade de acessos ao JBF nos últimos 30 dias, com 19.971 leitores distintos, Itu ocupa a 30ª posição neste número, onde fomos acessados por 43 leitores. Dados do Google Analytics.

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A belíssima Itu, a “cidade dos exageros”, com 163.882 habitantes e a 102 km da capital

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31 agosto 2014 FULEIRAGEM

CHICO CARUSO – O GLOBO

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