JORGE BRAGA



GOLPISTAS COMPANHEIROS

Eunício Oliveira confirma que o MDB e o PT nasceram um para o outro

“Eu sou eleitor do Lula. Eleições livres são eleições com Lula”.

Eunício Oliveira, presidente do Senado e candidato à reeleição pelo MDB do Ceará, comemorando, menos de um ano depois de votar a favor do impeachment de Dilma Rousseff, a continuação da parceria entre o PT e a facção cearense do bando acusado de “golpista” pelos petistas.



AMARILDO



THE DIAMONDS

A música Little Darlin’ com The Diamonds foi um grande sucesso em 1957. Neste vídeo o grupo faz um revival da música, 50 anos depois, em 2007.



VERONEZI



DEVOLUÇÃO É PROVA DE ROUBO QUE NÃO HOUVE

A força-tarefa da Lava Jato fez nesta quinta-feira, 9, a devolução de 1,034 bilhão de reais a Petrobras.

Esse é o maior valor já devolvido judicialmente no Brasil.

O dinheiro é oriundo de acordos de colaboração celebrados com pessoas físicas e jurídicas condenados por crimes de corrupção contra a estatal.

Pelos cálculos da força-tarefa, há ainda 175 acordos de colaboração celebrados em Curitiba e Brasília que preveem a devolução de 12,3 bilhões de reais.

Com o repasse desta quinta, o total de recursos já transferidos à estatal chega a 2,5 bilhões de reais.

* * *

O fubânico luleiro Ceguinho Teimoso declarou à reportagem do JBF que esta devolução – efetivada por conta de acordos de colaboração -, não deveria ter sido feita.

Delações e colaborações são coisas de mentirosos que querem tirar o cu da reta incriminando o PT, garante Ceguinho.

Devolver dinheiro roubado pra Petrobras, segundo nosso estimado confrade, é comprovar que houve ladroagem no governo Lula.

E isto não aconteceu jamais, nunca, de modo algum, garante Ceguinho.

“A Petrobras tem que continuar no prejuízo e não receber devolução porra nenhuma”



IOTTI



ADAUTA BRANDÃO E SUA PRODUÇÃO DE BORNÁ



DUKE



JAIR BOLSONARO OU ÁLVARO DIAS?

Desde 2006 hibernando sem votar em Presidente da República, resolvi fazê-lo este ano e tornar pública minha preferência presidencial.

Não o fiz antes porque quando buscava um candidato mais ou menos confiável para presidir o Brasil só vislumbrava incerteza, insegurança, oportunismo, mau caráter, alcoólatra mental, e não um estadista de visão que pensasse no País do amanhã. O último foi Getúlio Vargas. Parecia até que a redemocratização do País havia feito um grande mal à Nação!

Ninguém pretende que a democracia seja perfeita ou sem defeito. Tem-se dito que a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos, como afirma o pensador e maior estadista da história do século vinte, o londrino Winston Churchill.

Lapa de Ladrão havia morrido dentro de um projeto que pensei ter sonhado para o Brasil. Por isso, tive de enterrar a ilusão de ter ilusão! Nos primeiros passos do seu desgoverno já era visível um esquema de corrupção jamais visto em qualquer regime democrático do mundo. Em todos os locais estratégicos dos ministérios do país ele tinha no posto um bandido apara administrar o cofre e conduzir o mecanismo espúrio.

Sua aproximação a ditadores corruptos, tiranos, opressores, sanguinários e ladrões, tipos Fidel Castro, Nicolás Maduro, Hugo Chaves, Evo Morales, e todas as almas sebosas do mundo já dava uma dimensão de como ficaria a América Latina caso esse bandido continuasse a se perpetuar criminosamente no poder com o voto dos descerebrados que ele e seus asseclas modificaram os genes nos laboratórios neonazistas criados no Brasil: Os filhos do bolsa-família, bolsa-parasita, bolsa-descerebrado, bolsa-presidiário!…

Para não viver no mundo de zumbis onde não existe futuro e não me sentir culpado pela carnificina sem freio, resolvi dar um basta por esses anos e deixasse que os descerebrados e súditos se responsabilizassem pela catástrofe em que se encontra o Brasil atual, carente de um nacionalista-estadista-visionário que o escancare para o mundo, fazendo uma revolução neoliberal de resultado que projete o País para o futuro.

Se essa revolução vir, só vem de um presidente macho, que ama o País, tenha a coragem de modificar e endurecer as leis penais, privatizar e extinguir todas as empresas públicas, autarquias e quejandos, que são as parasitas da nação. Faça uma reforma tributária e previdenciária decentes. Coloque em cada ministério público estratégico homens e mulheres técnicos e competentes. Acabe com as regalias de presos condenados, aplicando-lhes os mesmos tratamentos prisionais americanos. Em fim, que seja um nacionalista que ame o país e o pense para o futuro, escancarando a economia para o mundo sem perder sua independência. Que deixe todos os empresários trabalharem, criarem riquezas para aqueles que procuram e não encontram empregos.

Vou dar um voto de confiança a Jair Bolsonaro! Vou mandar “a esperança venceu o medo” para a casa da puta que o pariu, depois de doze anos de hibernação!

Álvaro Dias seria uma boa opção também, ao meu ver, pela competência, capacidade de diálogo, histórico político no parlamento, conduta ilibada, moderno, defensor ardoroso das ideias neoliberais, mas, por hora, prefiro radicalizar e atirar com meu tresoitão em direção à luz do fim do túnel!… Se der em merda, mudo a direção da bala!

Quando teremos, no Brasil, um estadista tal qual D. Pedro II, que em 12/janeiro/1861, implementou, por meio de decreto, o nascimento da aplicação financeira junto à Caixa Econômica Federal, 27 anos antes da abolição da escravidão para proteger os escravos libertos da penúria e que continua até hoje como o investimento mais popular e seguro?



CAZO



PEDRO MALTA – RIO DE JANEIRO-RJ

Berto,

Já ouviu falar em Oficina da Masturbação feminina ?

Seguramente , não!

Então conheça esse significativo e importantíssimo evento que acontecerá na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, no próximo dia 15, e que merece ser amplamente divulgado por essa gazeta da bixiga lixa .

R. Festival de punheta, de viadagem e de doação de furico.

E isto tudo numa universidade pública.

Um tsunami de bosta zisquerdóide pra ninguém botar defeito.

No programa consta até o Senhor Jesus sendo chamado de “Rainha do Céu”

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!

E vamos à notícia que você nos mandou:

* * *

A USP usa dinheiro público para fazer até Oficina da Masturbação Feminina na Semana da Diversidade

Um dos pontos altos da Semana da Diversidade, que começou ontem, é a Oficina da Siririca, que iniciou ao meio dia, hoje.

“Siririca’ ou ‘bater uma siririca’, segundo o dicionário, significa quando uma mulher se toca no ato formalmente conhecido como masturbação.

O Centro Acadêmico Oswaldo Cruz (CAOC) da Faculdade de Medicina da USP começou ontem uma nova edição da Semana de Diversidade da FMUSP. Ano passado, o Coletivo Mosaico, o Coletivo Feminista Geni e o Coletivo LGBT NEGSS realizaram a I Semana de Diversidade.

A Semana da Diversidade tem por objetivo trazer para o ambiente universitário debates propostos pelo braço mais renegado social do lulopetismo a respeito do que entendem de “sexualidade, opressões – como racismo, machismo e LGBTfobia -, desigualdade de gênero e violências contra minorias sociais historicamente marginalizadas”.

A USP é uma universidade pública estadual, de SP. Este é o tipo de ensino público existente atualmente no Brasil, tudo pago com dinheiro dos contribuintes.



J. BOSCO



AS ÚLTIMAS ARTIMANHAS

LULA E O CANDIDATO REAL – Haddad, ao microfone, na convenção do PT: a tática é esticar os prazos até o limite 

O ex-presidente Lula está preso há pouco mais de 100 dias. Condenado por corrupção e lavagem de dinheiro em segunda instância, também se encontra enquadrado na Lei da Ficha Limpa, que foi sancionada por ele mesmo em 2010, depois de aprovada com os votos dos parlamentares petistas. Apesar dessa dupla restrição, de presidiário e ficha-suja, o PT anunciou o nome de Lula como candidato do partido à Presidência da República, com o ex-­prefeito de São Paulo Fernando Haddad como vice. A decisão, que representa um desafio à lei, tem como objetivo impedir a dispersão do eleitorado de Lula e sua migração para outros concorrentes, o que dificultaria a transferência de votos do ex-presidente para Haddad. Pode-­se tentar explicar isso como uma ousada e legítima estratégia eleitoral. Mas não é só isso.

Líder nas pesquisas, Lula pretende arrastar a decretação definitiva de sua inelegibilidade, com recursos e chicanas jurídicas, para até 17 de setembro. Se esse objetivo for alcançado, a Justiça Eleitoral não terá tempo hábil para tirar sua fotografia da urna eletrônica. Parece um capricho pessoal, mas é uma artimanha eleitoral. Com a foto de Lula na urna, mesmo não sendo candidato, o PT acredita que conseguirá captar os votos dos incautos, dos menos informados e também daquele eleitorado apaixonado pela figura do ex-presidente que não hesitaria em confirmar o voto ao ser confrontado com a imagem dele, mas sem saber que estaria elegendo um fantasma. É este o plano extraordinário de Lula e do PT: esticar a corda e, quem sabe, ludibriar o eleitor.

O PLANO B QUE VIROU A – Haddad, com Manuela D’Ávila, do PCdoB, que deverá ser sua vice:
registro na última hora

Para materializar o plano, primeiro é preciso fazer com que os eleitores acreditem que Lula é realmente “candidato” — uma série de ações políticas nessa direção já está sendo posta em prática. E, para obter êxito, o que significa manter a fotografia de Lula na urna eletrônica, o partido aposta nas chicanas jurídicas. Desde o domingo 5, a partir da convenção do PT, “candidato” e partido passaram a seguir um guia criado para impulsionar a candidatura de Lula. Abaixo, um almanaque dos ardis do petista para chegar lá.

Chapa-fantasma: na data-limite prevista na legislação, 5 de agosto, o PT anunciou que Lula será o candidato do partido à Presidência da República, com Haddad de vice. Na prática, os petistas sabem que Haddad será o cabeça da chapa, com Manuela D’Ávila (PCdoB) no posto de vice. Com o jogo de cena, tenta-se facilitar a transferência de votos de Lula para o seu substituto.

Recuo no STF: a pedido da defesa de Lula, o tribunal arquivou a análise de um recurso que, apresentado para garantir a liberdade do ex-presidente, poderia resultar na declaração imediata de sua inelegibilidade, tudo o que o PT quer evitar no momento.

Candidato-fantasma: Lula pediu à Justiça autorização para participar de entrevistas, sabatinas e debates. Como o pedido foi recusado, solicitou às emissoras de TV que montem um púlpito com o seu nome no cenário dos programas. O objetivo é mantê-lo vivo no imaginário do eleitorado.

Esgotamento de prazo: para ganhar tempo, o PT só formalizará a chapa com a candidatura de Lula junto ao Tribunal Superior Eleitoral no dia 15 de agosto, que é a data-limite prevista em lei. Depois disso, os partidos e o Ministério Público terão cinco dias para pedir a impugnação de seu nome.

Uso das datas-limite: com a mesma estratégia de empurrar os prazos, o PT pretende lidar com o processo de impugnação da chapa de Lula sempre nas datas-limite. Para apresentar sua defesa contra o provável pedido de impugnação da candidatura, usará o prazo de sete dias. Depois, caso saia uma decisão desfavorável, o PT vai apresentar um recurso só depois de três dias.

Politizar o processo: Lula escalou uma equipe de advogados eleitorais para reunir jurisprudência favorável a ele em todas as etapas de recursos no TSE. Cada movimento processual deve ser transformado em fato político para reforçar a ideia de que o ex-presidente é perseguido pela Justiça. A palavra de ordem é manter pressão permanente sobre os juízes.

Chicanas no STF: sacramentada a inelegibilidade de Lula pelo plenário do TSE, sua defesa vai recorrer ao Supremo. O STF, no entanto, já tem posição consolidada em favor da Lei da Ficha Limpa e tende a referendar a inelegibilidade.

Pedidos de liberdade: a defesa de Lula apresentará recursos ao Supremo e ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) pedindo a suspensão de sua condenação em segunda instância, o que o retiraria do âmbito da Lei da Ficha Limpa e lhe garantiria a liberdade e o direito de concorrer.

Com esse almanaque de movimentos jurídicos, Lula e o PT pretendem fazer o máximo para manter o nome do ex-presidente vivo no imaginário do eleitor. Isso ajuda a preservar sua capacidade de transferência de voto – que não é nada desprezível – e reforça a ideia da perseguição. O PT cogitou até apresentar um holograma de Lula na convenção partidária, mas acabou desistindo da ideia. A determinação partidária, no entanto, é explorar sempre que possível vídeos e áudios do petista, especialmente aqueles gravados às vésperas de sua prisão.

LULISMO – Manifestante pró-Lula, na Praça dos Três Poderes, em Brasília:
tudo para manter vivo o nome do ex-presidente

Pela lei e pela jurisprudência, não há dúvida de que Lula será proibido de concorrer, e mesmo o PT já deu mostras de que sabe disso, tanto que anunciou Haddad como substituto na cabeça de chapa. Na convenção do partido, petistas falavam abertamente no “candidato do Lula”, e não mais em “Lula candidato”. Formalizado às 23h58, apenas dois minutos antes do fim do prazo legal, o acordo entre PT e PCdoB foi embalado num misto de chiste e provocação. Nas redes sociais, Lula, Haddad e Manuela foram festejados pelos apoiadores como “o verdadeiro tríplex” – em referência ao notório tríplex no Guarujá que rendeu ao ex-presidente a condenação à cadeia.

Economista, advogado e professor, Fernando Haddad é considerado um político com potencial para disputar a Presidência desde a sua passagem pelo Ministério da Educação, quando programas oficiais, como o ProUni, facilitaram o ingresso massivo de jovens carentes em universidades. Lula, então no Palácio do Planalto, acolheu Haddad e o ajudou na eleição para a prefeitura de São Paulo, em 2012. Apesar de ter o padrinho mais forte dentro do PT, Haddad enfrenta resistência até hoje entre certos setores importantes do petismo. A razão é que ele não reproduz cegamente a cartilha partidária, não aposta na radicalização e transita bem entre grupos que estão rompidos com o partido. Parte do PT torce o nariz para Haddad porque o ex-prefeito preserva certa luz própria. Quando estava na prefeitura, ele chegou a tecer elogios ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), “um intelectual que teve bons livros que li e que ajudaram na minha formação”. Em 2016, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, disse que “golpe era uma palavra um pouco dura” para definir o impeachment de Dilma Rousseff.

Aquilo que certos petistas consideram defeito, Lula, que não dá ponto sem nó, acha que são qualidades eleitorais de Haddad. O ex-presidente aposta que seu prestígio pessoal garantirá o candidato do PT no segundo turno. E acredita que, na reta final, Haddad, por sua biografia e pelos bons relacionamentos além das fronteiras petistas, conseguirá dar credibilidade a um discurso mais moderado, rumo ao centro, de construção de pontes. Na convenção partidária, ciente das restrições ao seu nome, Haddad discursou ao gosto da plateia. Afirmou que Lula era vítima de uma perseguição judicial e bateu duro no PSDB e, claro, no governo de Michel Temer. Um dos pilares da estratégia do PT é comparar os dados econômicos dos anos Lula com os da gestão de Temer. O contraste falará por si – e o PT, obviamente, vai pular o desastre econômico de Dilma Rousseff.

A tentativa do PT de prolongar a candidatura-fantasma de Lula enfrentará forte resistência na Justiça Eleitoral. A partir do dia 15, o tribunal será presidido pela ministra Rosa Weber, defensora da Lei da Ficha Limpa, e terá uma composição mais punitivista (veja o quadro na pág. anterior). Os ministros do TSE querem evitar que a foto do ex-presidente esteja na urna no dia da votação, o que representaria a desmoralização da lei e da própria corte. O debate promete ser renhido. Contratado pelo PT, o advogado Luiz Fernando Pereira garimpou os casos de mais de 140 políticos considerados fichas-sujas que conseguiram disputar as eleições municipais de 2016. Os casos servirão para ilustrar a tese de que há precedentes a permitir a candidatura de Lula, embora sejam processos completamente diferentes entre si. Para decretar a inelegibilidade do ex-­presidente o mais rápido possível, gesta-se o seguinte plano: a apresentação de uma consulta ao TSE sobre a legitimidade de um réu denunciado ou condenado concorrer à Presidência. Ao analisá-la, os ministros poderiam, na sequência, rejeitar o pedido de registro da candidatura de Lula.

Depois da rejeição do registro, haveria a apresentação de um pedido cautelar para bani-lo da campanha. O argumento é que a Lei das Eleições deve preservar expectativas legítimas do eleitor, como a de votar em políticos que podem efetivamente ser eleitos, e mitigar o ônus social causado por um processo que não vai dar em nada. Ou seja: a cautelar acabaria com tumultos desnecessários. “A tutela de evidência pode ser aplicada porque é evidente que Lula não pode ser candidato”, disse um ministro do TSE sob a condição de manter sua identidade sob reserva. A Lei da Ficha Limpa tem uma história irônica. Lula e o PT, que hoje querem contorná-la, foram entusiastas da medida na época de sua aprovação. Já o ministro do STF Gilmar Mendes se revoltou contra o texto e afirmou, na época, que fora concebido sob medida para beneficiar o PT e eliminar seus adversários do processo eleitoral.

A denúncia de Gilmar Mendes baseava-se em um caso concreto. O ex-governador Joaquim Roriz, então do PSC, era adversário figadal do PT e concorria ao governo do Distrito Federal com o petista Agnelo Queiroz. Como Roriz já tinha condenação em segunda instância, os partidos de esquerda pediram a impugnação de sua candidatura com base na então novata Lei da Ficha Limpa. Roriz recorreu ao STF, e Gilmar Mendes, ao analisar o caso, viu ali o espectro de um fantasma. Disse que a Lei da Ficha Limpa era um instrumento do PT para aniquilar adversários. Mas há mais uma ironia. Roriz, antecipando sua derrota no STF, retirou a candidatura e colocou no lugar a de sua mulher, Weslian. Só que a Justiça Eleitoral não teve tempo de trocar a foto na urna eletrônica. Ficou a foto de Roriz, mas a candidata de verdade era Weslian. Agora, oito anos depois, os papéis estão invertidos. Gilmar Mendes deve ter descoberto que a Ficha Limpa não existe só para adversários do PT, e Lula está querendo dar uma de Joaquim Roriz e manter sua foto na urna eletrônica. Aviso: Roriz perdeu a eleição apesar da artimanha.

Revista Veja



CLAYTON



O BOM HUMOR NOS VERSOS DOS REPENTISTAS

“Construir uma pirâmide
Se é difícil, não acho
Eu acharia dificil
Se nascesse um cabra macho
E construísse uma pirâmide
Com o vértice para baixo.”

Oliveira de Panelas

“Essa dor que estou sentindo
Esse mal, essa moleza
Esse tremido nas pernas
Essa cólica, essa moleza
Trinta por cento é doença
Mas os setenta é pobreza…”

Luiz de Campos (1939 – 2013)

“Já hoje a minha mulher
Tentou mais de oito brigas.
Porque mexeu numa caixa
Amarrada c’umas ligas,
Deu num ninho de retratos
De trinta e seis raparigas.”

Louro Branco (1943 – 2018)

“Hoje eu não sou camponês,
Só quem me ajuda é Jesus,
Compro arroz para o feijão,
E o xerém para o cuscuz,
E tenho mais medo da roça
Do que satanás da cruz.”

Moacir Laurentino

“Não há pai que não castigue
Nem mãe que não adule
Nem orador que não fale
Doutor que não manipule
Mulher que não negue a idade
E velho que não pabule.”

Pinto do Monteiro (1895 – 1990)



NANI



OS 150 MELHORES FILMES DE TODOS OS TEMPOS, SEGUNDO OS CRÍTICOS:

Ao longo da história do cinema, diversas produções cinematográficas se transformaram em verdadeiros marcos. Seja pela trama irreverente, pela direção genial e até pela atuação do elenco, esses títulos inovaram e reinventaram a sétima arte. Para relembrar os melhores deles, a Bula reuniu em uma lista os filmes mais aclamados pela crítica em todos os tempos. Foram consideradas para a seleção ficções, documentários e animações de longa-metragem. A classificação considerou a avaliação de críticos de cinema, filtradas a partir da plataforma do website americano Metacritic. Apesar de os clássicos terem se destacado mais, alguns filmes recentes também conquistaram boas posições no ranking, como é o caso de “Projeto Flórida” (2017), de Sean Baker; e “Lady Bird: A Hora de Voar” (2017), de Greta Gerwig.

150 — Quero ser John Malkovich (1999), Spike Jonze

149 — Antes do Pôr-do-Sol (2004), Richard Linklater

148 — Os Incríveis (2004), Brad Bird

147 — King Kong (1933), Merian C. Cooper e Ernest B. Schoedsack

146 — Topsy-Turvy: O Espetáculo (1999), Mike Leigh

145 — Procurando Nemo (2003), Andrew Stanton e Lee Unkrich

144 — Isto Não É um Filme (2011), Mojtaba Mirtahmasb e Jafar Panahi

143 — My Perestroika (2010), Robin Hessman

142 — It’s Such a Beautiful Day (2012), Don Hertzfeldt

141 — Caminhos da Alma (2012), Zhang Yang

140 — O Doce Amanhã (1997), Atom Egoyan

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LUTE



SALÁRIOS BANÂNICOS

Comentário sobre a postagem O ENGANO DE LEWANDOWSKI

Guilherme Almeida:

“Caro Berto,

Isto só acontece na Banânia

Leia o artigo da BBC sobre este assunto.

Clique no título abaixo para ler:

“Juízes do STF já ganham mais que colegas europeus, mesmo sem reajuste”