30 julho 2010FULEIRAGEM

Especialista em generalidades, extremista de centro, peruador sem compromisso, dono de um currículo sem qualquer saliência digna de nota, autor de uma obra perfeitamente dispensável, azeitador do eixo do sol, ensacador de fumaça, fiscal de feiras, carnavalesco e cachacista, Papa da Igreja Católica Apostólica Sertaneja


PARTE I – O SONHO
Eu já disse, redisse e não canso de repetir: todo homem antes de começar a namorar devia fazer um curso de mulher primeiro. E isso obrigatoriamente. Previsto em lei e tudo.
E, por outro lado, toda mulher só se permitiria ser namorada se caso o pretendente apresentasse o respectivo diploma, reconhecido pelo MEC.
Digo isso porque o bicho macho é um despreparo só quando inicia sua pobre vidinha sexual. Mulher, pro cabra que ta começando, e ainda é manicaca nos voos macios de um corpo feminino, não passa de uma maquineta idiota composta de dois peitos, duas bundas e um buraquinho molhado.
É por aí que os desastres acontecem. Sem ligar direito suas turbinas, as pobres coitadas que se expõem a esse risco, ficam nas rasantes baixas das morcegas cegas e seus potentes motores viram hélices de ventilador.
O resultado desse risco iminente é a descrença das pobres infelizes sobre a gostosura que é uma transa competente, devidamente tida com um cabra conhecedor de todos os botões, mostradores e alavancas que compõem o fantástico painel de um corpo feminino.
E isso é coisa seríssima. Talvez a barbeiragem masculina nesses inícios, seja responsável por mais de 60% de todos os casos de lesbianismo no mundo. Que desperdício do cacete. Ou pro cacete, sei lá. O fato é que esses humanoides principiantes, saem da bicicleta recém-aposentada pra pilotar verdadeiros aviões complexos e sofisticados e assim, muitas das vezes, acabam por estragar uma mulher pela vida inteira.
E isso se deu comigo nos meus 23 aninhos de pura ignorância séquissual. Não fosse pela minha ladinagem e safadeza genética, eu teria destruído a vida de Leidinha e provocado nela um trauma irreversível.
Ah Leidinha! Quantos suspiros as minhas saudades ainda suspiram por você. Na videoteca da minha perdição essa lembrança é a imagem que dói mais. Anos de ouro da minha história erótica, ainda recentemente saída das punhetas, embaladas pelas delicias do Zéfiro e seus catecismos fantásticos.
Lembro bem da nossa primeira noite. Como lembro. Eu fui romântico como uma anta e suave e delicado como um rinoceronte. Mas também pudera, eu desconhecia quase tudo da feminilidade e achava que fazer amor era me enfiar dentro de uma mulher, friccionar e pronto, tudo resolvido. A única vantagem que eu levava era não ser possuidor da dolorosa e cruel deformação da ejaculação precoce e isso sempre me ajudou a ser considerado um bom de cama.
Mas era só isso. Com a sede de ir ao pote, que sempre fica no quartinho lá no fundinho da casa, eu pulava apressado por todos os cômodos e, às vezes, desajeitadamente por cima do telhado, sem considerar a ante-sala, a sala, a copa, a cozinha e a área de serviço. Em minutos lá estava eu , chegante com pressa, arfando como um bicho, sem dar a mínima pro jogo do amor que se encanta e se adoça nas preliminares.
Mas na primeira noite com Leidinha até que houve um tempo paciente e calmo, como nunca eu fizera antes. Foram seis meses de azarações diuturnas e que não podiam ser jogados fora por uma barbeiragem desnecessária e sem sentido.
Quando Leidinha deu seu primeiro sim, um vazio imenso se abriu na minha frente.
Era o desconhecido.
A possibilidade da falha começou a morder a minha segurança. A incompetência e o descuido pediam calma para minha ereção precipitada dentro do carro. Tudo isso sem contar que a sala de espera da realização do sonho, nesse caso, é a própria sala de visitas do inferno e de um pesadelo.


No último dia 28, quarta-feira, esta gazeta saiu de sua seriedade costumeira e deslizou para o gostoso terreno da galhofa e da hilariedade, ao reproduzir frase que foi publicada no artigo de um cabra do Rio Grande do Sul.
Elegi a cuja dita como sendo A FRASE DA DÉCADA, e vou repeti-la agora, para começarmos o final de semana rindo e de bom humor.
Para provar que a “direita” que apoia Dilma é melhor e mais honesta que a “direita” que apoia Serra, o humorista gaúcho escreveu este jóia da Ciência Política do Socialismo Muderno:
“Comparado com Agripino Maia ou Jorge Borhausen, José Sarney é Che Guevara.”
Esta frase era o segundo item de um décalogo intitulado “Dez falsos motivos para não votar na Dilma”.
O último item, o de número 10, diz o seguinte:
“Os jornais, a televisão e as revistas falam muito mal da Dilma e muito bem do Serra”.
Por dever de ofício, e à cata de besteiras pra conversar miolo-de-fossa aqui no JBF, leio todos os dias jornais e revistas e vejo televisão. Em nenhum destes órgãos escuto falar sistematicamente ”muito mal” da Dilma e “muito bem” de Serra. O que vejo é a cobertura da campanha dos dois principais candidatos em igual espaço físico e de tempo, com a divulgação da agenda diária de ambos. Um exemplo: a revista Veja publicou uma entrevista nas páginas amarelas com Dilma e, na semana seguinte e no mesmo espaço, publicou outra com Serra.
Existem, também e naturalmente, colunas assinadas criticando atos ou palavras de um ou do outro candidato. De modo que peço ajuda aos leitores e prometo um valioso brinde pra quem colaborar.
Eu gostaria que os bem informados membros da comunidade fubânica me mandassem reportagens, artigos e matérias que tenham uma destas duas características:
1 - Falando muito mal de Dilma ou
2 - Falando muito bem de Serra
Evidentemente que não valem os blogs e páginas internéticas declaradamente em campanha, ou assumidamente de esquerda (como Carta Maior), ou de direita (como o blog de Olavo Carvalho). Só valem órgãos da grande imprensa, tipo revistas Veja, IstoÉ e Época, jornais como O Globo, Folha e Estadão e redes de televisão como Globo, Record e Bandeirantes.
Mãos à obra. Cada mensagem que chegar e preencher os requisitos, vai receber um brinde na volta do correio.
Escolha qual destes três “direitistas” apoiadores de Dilma, conforme o padrão do humorista gaúcho, deixaria o Comandante Che Guevera mais feliz ao vê-lo usando a cabeleira encimada pela linda boina do saudoso revolucionário e humanista argentino que fez a Gloriosa Revolução Redentora de Cuba


Jorge foi um menino gordinho, tinha ódio da gozação dos amigos, inventavam apelidos: barril de chope, bolinha, barriga de merda, balofo, baleia, banhudo, cevado, entre outros. Ele bufava de raiva. Em casa sua mãe dizia ser inveja, não importasse, e enchia-lhe de comida. No futebol quase não corria, pança avantajada, pernas gorduchas, ninguém o queria no seu time. Era uma criança infeliz, achincalhada, humilhada por todos os amigos.
Como em toda turma, havia um jovem metido, o mais esperto, o mais forte, Zé Dalmo era ídolo da moçada, era o cara. Com 14 anos tinha corpo de adulto, brigão, metia medo nos menores. Acontece que despertou ainda cedo em Zé Dalmo uma atração sexual por meninos, quem bobeasse, ele traçava.
Certa vez chamou o gordo Jorginho para dar um passeio pela praia. Quando andavam pelo calçadão, no escuro, ele alisou, quis agarrar o gordo, derrubou-o no chão. Jorginho num impulso levantou-se, atravessou a rua, entrou num ônibus. Nunca mais falou com Zé. O assédio ficou como uma mágoa odiosa no coração e na mente. A partir desse dia tornou-se mais triste, mais amargo.
O pai de Jorginho, gerente do Banco do Brasil foi transferido para o Rio de Janeiro. Jorge estudou em um colégio em Ipanema, ao sentir a mesma gozação, gordinho, pediu ao pai, precisava emagrecer. Seguindo as orientações do médico, com força de vontade, Jorginho emagreceu, pegou corpo atlético, passou a ser freqüentador das garotas nas praias do Arpoador e de Ipanema, tornou-se um grande mulherengo. Gostava de matemática, empregou-se em uma corretora de valores, depois de alguns anos era homem rico. Teve vida amorosa atribulada, muitas mulheres, vários filhos.
No início dos anos 2.000, retornou à cidade onde sobreviveu a infância roubada pelas chacotas dos amigos, nunca teve saudade daquela época, o gordinho, o barril de chope, o menino achincalhado e assediado. Entretanto, fez questão de rever seus lugares, seu colégio, a praia onde apreciava as meninas de maiô. Encontrou alguns amigos, surpreenderam-se, o gordinho transformou-se num homem bem vestido, boa aparência.
Resolveram convocar outros colegas de infância para um almoço em torno de Jorge. Em uma bela tarde de sábado conseguiram juntar oito amigos. Muitos abraços, relembraram as gozações em cima do gordinho, o que fez aflorar em Jorge o sentimento de raiva recalcado, ele tentava achar graça, entretanto, no fundo, tinha rancor das humilhações da infância.
De repente apareceu Zé Dalmo, com o peso da idade, do álcool e da droga, manifestado em sua aparência, um velho gordo enrugado. A tarde se passou com muitas histórias contadas por Jorginho, o jeito malandro de ser, carioca típico, muito conversador, muitas mentiras. Ficaria na cidade até segunda-feira, estava hospedado em um hotel na praia à disposição dos amigos. Apesar de tudo, foi um encontro alegre, Jorginho se sentiu vitorioso, mesmo com as lembranças da infância perdida.


Após vinte e poucos dias de férias, volto ao meu posto de observação. Quase inteiramente azul. Estou defronte do mar na vigia desta sexta feira. Jangadas recolhidas, a espuma das ondas avisa que amanhã é outro dia pra navegar.
Na minha caixa de entrada, recebo carta escrita aos amigos por Gabriel Garcia Marquez. O escritor luta contra um câncer. O sofrimento torna as pessoas mais próximas da dor. E do pensar. Ele se diz um marionete de trapos que talvez não tenha aproveitado o tempo como poderia ter aproveitado. Com mais intensidade, mais emoção.
Ele acentua que podemos apreciar as coisas não pelo que elas valem. Mas podemos apreciá-las pelo que elas significam. Pra quem dá e pra quem recebe. Diz também que, se Deus lhe desse mais um pedaço de vida, sonharia mais e dormiria menos.
Sentencia: não se deixa de enamorar porque se envelhece, mas envelhece-se quando deixa-se de enamorar. E conclui: a verdadeira vida está na forma de subir a escarpa.
A carta do grande escritor me lembra um hábito que temos. Dizemos sempre que precisamos tirar férias, olhar a vida, botar arte e cultura na agenda. Por que não fazemos isso naturalmente, no cotidiano ? Por que não botamos açúcar, ou mangaba, ou um tinto, no dia a dia ? Por que não amenizar a dureza do diário com a leveza do gesto e da paisagem ?
Daí, percebi que, sem querer, quase diariamente fico olhando o mar, na amizade de seu imenso silêncio. E recolho dele lições de paciente ficar. E percebi também que, querendo muito, diariamente, visito minha neta, Valentina. E com ela, no aconchego do sol que cobre nossas manhãs companheiras, renovo as cores de meu outono.
Boa tarde, respondo á brisa que saúda minha volta a esta 12ª laje.


Brincadeira ontem do secretário-nacional de Comunicação do PT, André Vargas, no Twitter:
“Não temos ligação. Você acha que se tivéssemos ligação com as Farc, o Indio e sua tribo estariam sequestrados ou mortos. Rsss”.
* * *
Psicanaliticamente é o que se chama de Ato Falho.


Este é um recanto só de histórias, pequenas, médias, mini, humanas e animais, com ou sem lógica, delirantes, esquizofrênicas
e paranoicas, frequentemente subversivas, mas a maioria delas só quer mesmo é lhe entreter.
As noites têm sido frias, mas prefiro essa temperatura. A gente não transpira, não se sente desconfortável e, sobretudo, não é obrigada a suportar a irritação de todo mundo. É incrível como os humores mudam quando faz calor. Pelo menos no meio da rua, mesmo que esses homens tenham saído de casa para se divertir.
Os clientes têm achado graça da minha cadernetinha cor-de-rosa e da caneta da mesma cor que a acompanha, presa na lombada. Dizem as bobagens de sempre, que só gente como eu é que usa isso. Às vezes, essas coisas são ditas num tom agressivo, duro. Mas eu me acostumei tanto à minha função, que já não ouço nada. Assim como também nada sinto, fiquei anestesiada de vez depois do incidente no ano passado: corte na garganta, quatro pontos na cabeça, muito sangue. E foi o próprio cara que pagou o hospital, a plástica e a indenização de dois meses parada. Como as pessoas são estranhas: o monstro que me agrediu com tanta fúria é o mesmo que ainda me liga toda semana, que me manda flores, inclusive.
É por causa dele que fiquei indiferente a tudo, até ao carinho verdadeiro. Sabe, os boyzinhos são meigos, inseguros, fazem nanã, dão beijinhos. Um deles me disse uma vez: “Queria tanto que você fosse a Heleninha”. Que graça! Eu lhe disse: “Querido, a Heleninha vai acabar dando bola pra você, hoje em dia é tão difícil o amor, alguém que goste de alguém… Se você gosta dela, tanto assim, ela não deixará de perceber.”
Essa insensibilidade não é nada boa, não. Eu sou gente, e gente possui sentimentos… Como é difícil mentir o tempo todo! Dia desses, fui obrigada a pedir desculpas ao carinha, ele reclamou que eu estava fria. Ele disse: “Sei que faz parte, não vou querer que você goste de mim, mas você tem de fingir legal. Tem de ser atriz. Jogar o jogo”. Eu disse: “Cara, você tem razão, vou me esforçar…”
Acho que ele saiu feliz daquela noite. Por outro lado, essa frieza, essa indiferença têm lá suas vantagens. Às vezes é difícil ser tão profissional. Mas gosto mesmo é quando aparece um contador de histórias… Não quero largá-lo! Cada uma… As coisas engraçadas que as pessoas fazem, meu Deus, sobretudo nas cidades do interior… Um causo melhor do que o outro! Eu me ligo mais nas histórias de assombração, o eco dos passos dos fantasmas dentro dos casarões, os mortos-vivos que saíam dos cemitérios para dar uma volta, as noivas brancas que matavam as pessoas de susto dentro das velhas igrejas. Melhor que novela de televisão!
Agora, não tenho mais tempo de ouvir lorotas. Fico com o cliente uma hora, e pronto. Está dando certo. Hoje é dia vinte e um e já faturei mais do que em qualquer mês que me lembre. Aí os caras perguntam: “O que você está escrevendo na cadernetinha?” Eu respondo que não é nada, são umas coisas que lembrei de fazer em casa, quando voltar. Mas eu quero mesmo é ter o prazer de contar cada tostão que ganho, para sentir que estou cada vez mais perto de arrancar aqueles troços e virar mulher de uma vez.
* * *
Do livro “Allegro” – Editora Terceiro Nome, São Paulo, 2003.


Querubim sempre foi um cara avançado. Sempre se deu bem com a mulherada: bom vivan, bonitão e atleta. Além de tudo possui um confortável colchão patrimonial que sempre lhe permitiu muitas extravagâncias.
Começou muito cedo na putaria. Nunca levou namorada à sério e mesmo assim elas choviam em sua cabeça. Dava inveja e até raiva a fartura de fêmeas no roçado do rapaz!
Obviamente que o excesso também traz algumas dificuldades e as fantasias lhe subiam cada vez mais à mente. Fazia desde “papai-mamãe” até “foursome” (FFFM), passando pelo já entediante ( pra ele) “threesome” ( FFM). Era a glória e a mulherada não descolava dele!
Terminada a faculdade de engenharia e com o falecimento do pai, herdou uma grande empresa de construção civil e pesada, cercando-se cada vez mais de belas secretárias, assessoras e até colegas de profissão. Mulher feia nem passava na porta. Até o seu chofer era uma mulata inacreditavelmente bela e sensual.
E a putaria só aumentava!
De repente, do nada mesmo, Querubim mudou de vida. Deixou as farras e começou um namoro estranhamente sério.
Agora pensem numa gata, a danada que fisgou o playboy! A peste era tão linda, mas tão bela que parecia uma miragem. Não era possível descrevê-la. E mais, era totalmente natural e mesmo assim ofuscava qualquer ônibus espacial. INDESCRITÍVEL!!!
Não demorou muito veio o pedido de noivado e logo a seguir um tremendo festão de casamento.
A vida seguiu seu curso e o casal maravilha irradiava felicidade. Viviam um para o outro e todos os amigos começaram a acreditar em conto de fadas. Só podia e parecia ser!
Numa bela madrugada de verão o celular de seu melhor e mais fiel amigo toca desesperadamente…
Era a angelical esposa de Querubim:
- Ionaldo, por favor nos acuda. Houve um acidente e estou levando o Querubim para o pronto socorro!
- Mas o que houve? Vocês estavam de carro? Ele bebeu alguma coisa? Tá correndo perigo?
- Vá urgente para o hospital Walfredo Gurgel e lá explico tudo. Vá rápido!
- EU SOU É HOMEM! SOU É MACHO! MACHO! MACHO! MACHO! Berrava o acidentado deitado de bruços numa maca, enquanto aguardava o atendimento.
- Pois é Ionaldo, você sabe da nossa felicidade num é? Vivemos um para o outro e curtimos todas nossas fantasias, desde o tempo de namorados! Soluçava e lamentava-se a bela esposa.
- Mas o que tem isso há ver com o aperreio de vocês agora? Felicidade causa acidentes?
- Desta vez causou! Estávamos brincando com um “maranhão” e o apetrecho quebrou dentro do ânus dele, coitado! Daí ele pediu pra chamar seu melhor amigo para nos ajudar e lhe rogar toda discrição sobre o caso.
- É claro! Sem problemas.
Depois, Ionaldo me contou essa estória e quase às lágrimas de tanto rir, disse nunca mais conseguir esquecer aquela cena. Enquanto os médicos removiam o tal brinquedo, Querubim bradava cada vez mais alto: eu sou é macho, homem,macho, macho e tava era brincando com a minha esposa!


Caríssimo leitor do JBF:
Não deixe de visitar a página Ficha Limpa.
Salve o endereço e coloque-o entre os seus Favoritos.


Uma das caricaturas que fiz para o livro “Corinthians 100 anos de Paixão”.
Aviso aos leitores de São Paulo que minha exposição Futebol Cabeça está até dia 30/07 na estação Imigrantes do metrô, depois ficará em cartaz na estação Vila Madalena até 30 de Agosto.


Pesqueira, neste final de semana, transforma-se na capital brasileira do chorinho, ao ser invadida por uma comitiva de chorões de elevado nível para se apresentar na abertura do III CIRCUITO PERNAMBUCANO DE CHORO. Pensem numa invasão agradável.
Convidados por alguns chorões pesqueirenses e atraídos pelo chamamento espiritual de Eurivaldo Jatobá, Sebastião Cândido, Bila, Tonhé, Chiquinho Amaral, Zezinho de Quelé, Tôzinho, Zezinho Amaral, Antônio Caboclo, Zé Duque, Aprígio Amaral e Henrique Wanderley, aqui estarão aportando os componentes dos grupos Galho Seco, Novos Rumos e Arabiando, para juntos ao SOBRASIL - que é nosso – oferecerem aos amantes do CHORO, algumas das melhores composições desse gênero musical que é o mais brasileiro de todos, principalmente quando são executadas por excelentes instrumentistas, ainda mais com o sotaque pernambucano.
Dentre as atrações que tomarão parte deste tão aguardado evento, ainda não conhecemos o Grupo Novos Rumos. Mas segundo noticiários veiculados em jornais e na internet, ele já participou de vários eventos, tendo o chorinho como carro-chefe do seu repertório.
O grupo Galho Seco, tem pouco mais de um ano de formação e adotou esse nome para homenagear uma composição do grande cavaquinista e autor recifense, Antônio da Silva Torres, mais conhecido como Jacaré do Cavaco, que fez escola e é uma grande referência nos meios musicais do Brasil.
O grupo Arabiando, já mais rodado, foi formado em 2002. Com este nome, o grupo homenageia o compositor paulista Esmeraldino Sales, autor do choro de mesmo nome.
Do seu currículo consta um CD gravado – Caminho de Casa – produzido por Rodrigo Samico e pelos pesqueirenses Ricardo Freitas e Marco César. Samico e Ricardo são componentes do grupo.
Fazem parte ainda do seu histórico, inúmeras apresentações no Teatro de Santa Isabel, No Conservatório Pernambucano de Música, em festivais realizados no interior de Perrnambuco e excursões por outros Estados brasileiros, inclusive no Clube do Choro de Brasília. No ano de 2006, o Arabiando participou de uma turnê pelos Estados Unidos, onde fez várias apresentações.
O SOBRASIL é um grupo pesqueirense e conta para essa apresentação, com os seguintes músicos: Renato Freitas (Pandeiro), Renan Melo (violão sete cordas), Thiago Ribeiro (cavaquinho), Isabel Oliveira) vocal e Flauta), além dos convidados especiais Zezinho da sanfona e Bem-te-vi, ambos de Arcoverde, que reforçam o grupo, quando se faz necessário.
Não podemos deixar de lembrar o grande responsável pela vinda do Circuito do Choro para a nossa cidade. Falamos do grande instrumentista, compositor e produtor cultural José Arimatéa, aquele mesmo que no carnaval de 2009, pela sua simplicidade e educação, conquistou os pesqueirenses em memorável apresentação na Praça Dom José Lopes.
Arimatéa é bastante conhecido no Estado, pois além de suas apresentações como flautista dos bons que é, tem várias composições, faz programas de rádio e ultimamente lançou um CD Que Choro é Esse? O disco tem músicas suas e de outros autores.
Espera-se que um bom público compareça para ouvir, curtir e aplaudir os grandes artistas que vão se apresentar nessas duas noites que por certo ficarão na história e bem gravadas na memória dos pesqueirenses que gostam de uma boa música.


Festival Estudantil abre inscrições para oficina gratuita de criação em dança
O 8° Festival Estudantil de Teatro e Dança, que será promovido de 12 a 29 de agosto, no Teatro Apolo, pelo produtor Pedro Portugal, abriu inscrições gratuitas para a oficina “Reflexões e Instrumentos: Processo de Ensino/Aprendizagem Para a Criação em Dança”, com o coreógrafo, bailarino e arte educador Paulo Henrique Ferreira, diretor do Acupe Grupo de Dança.
As aulas acontecerão no Teatro Hermilo Borba Filho, de 09 a 13 de agosto, das 9 às 12h. A oficina é voltada para participantes do festival e bailarinos, coreógrafos e professores de dança, independente do estilo. O objetivo é estudar na prática e na teoria os princípios gerais da linguagem do movimento do corpo, seus fundamentos históricos e, também, composição coreográfica e a metodologia no ensino de dança, contextualizada com o processo de ensino aprendizado.
Inscrições gratuitas pelo e-mail festivalestudantil@gmail.com.
É preciso mandar um breve currículo. São 25 vagas no total, sendo vinte para participantes do evento e cinco para o público em geral (haverá seleção).
Maiores informações: (81) 9146 2402 / 9292 1316.
Paulo Henrique Ferreira, orientador da oficina. Foto: Jorge Clésio.


Causa surpresa na população a completa e total omissão das nossas autoridades policiais no que diz respeito às ações desses bandos de grafiteiros que “emporcalham” tudo o que vê pela frente, sem que tenhamos a chance de assistir uma única demonstração repressiva por parte dos poderes constituídos.
O pior é que, ao constatar o posicionamento omisso das autoridades, a população também passa a assumir um comportamento idêntico, assegurando assim uma absoluta impunidade à depredação promovida por estes malfeitores.
É lamentável se verificar que estes vândalos agem sem possuírem o menor sentimento de preservação, já que seus procedimentos são inteiramente desprovidos de cuidados com este ou aquele bem público.
Sob o pretexto de estarem participando de “competições” entre equipes, os prejuízos se avolumam, muitos deles considerados irreversíveis. Costuma-se constatar a existência destas pinturas em lugares antes considerados inatingíveis. Essas “turbas” não possuem medidas delimitadoras, e tudo que lhe surge à frente é passível de uma “grafitagenzinha de leve”, por mais insignificante que seja.
Na hora do “vamos ver”, vale tudo. Seus integrantes conseguem chegar à locais até então considerados difíceis de serem alcançados, pichando seja lá de que maneira for e com qualquer magnitude .
Nas autarquias, questiona-se sempre ao não surgimento de uma ação da vigilância, já que determinados acessos parecem ser vigiados 24 horas ininterruptamente.
Esse exército de “meladores”, não costuma demonstrar o mínimo de consideração para com a importância do bem público à ser pichado. Parece que existe um código entre eles: quanto mais importante é o prédio a ser “emporcalhado”, mais pontos são conseguidos na corrida classificatória.
Tudo isto acontece sob os olhares complacentes das nossas “otoridades”. A desculpa esfarrapara é que não existe efetivo suficiente para promover uma ação repressiva aos grafiteiros. Se não existe, vamos contratar ! Se gasta tanto dinheiro em coisas que as vezes se mostram completamente insignificantes. Por que não gastar o suficiente para zelar pelo patrimônio público ?
A grande verdade é que este sentimento também não é cultivado junto à população. Ela, costumeiramente exerce também uma ação depredadora, dilapidando com extrema facilidade, bens que foram concretizados em seu próprio benefício. Já virou regra se assistir a entrega de determinados melhoramentos à população e esta, sem o menor sentimento de culpa, promover um série de ações que terminam transformando aquilo que foi construído, em um local completamente inútil. Está no “DNA” coletivo.
Assim sendo, junta-se a omissão oficial das forças encarregadas pela manutenção da ordem pública, com a deliberada falta de um sentimento de zelo que a população costumeiramente deixa de exercer.
As investidas desses grafiteiros inescrupulosos, terminam “saindo na urina” de todos. Perpetradas as ações, gasta-se uma “grana” considerável para se conseguir a devida correção das “cagadas” acontecias.
Afinal de contas, estamos ou não sendo habitantes natos da “Ilha da Fantasia” ?



“AVACALHAÇÃO”
De Lula, sobre a iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, que já recebeu 99 chibatadas e foi condenada a ser apedrejada até a morte por adultério: “Eu, sinceramente, não acho que nenhuma mulher deveria ser apedrejada por conta de… ter, sabe, traição”.
Só faltava achar que deveria…
E isso significa que ele vá atender à campanha na internet para interceder pela vida de Sakineh?
Resposta: “Um presidente da República não pode ficar na internet atendendo tudo que alguém pede de outro país. Veja, eu pedi pela francesa (…) e pelos americanos que estão lá, pedi para a Indonésia por um brasileiro, pedi para a Síria por quatro. Mas é preciso cuidado, porque as pessoas têm leis, as pessoas têm regras, as pessoas, sabe… Se começam a desobedecer as leis deles para atender o pedido de presidentes, vira uma avacalhação”.
Então, entrar na contramão internacional e se meter com o regime Ahmadinejad num acordo que ninguém levou a sério, pode. Mas voltar para a mão certa e interceder a favor de uma pobre coitada ameaçada de uma morte medonha, “vira esculhambação”?
A declaração de Lula poderia ter sido só um escorregão, não fosse o precedente. Ele já desqualificou os manifestantes iranianos que denunciavam ao mundo fraudes na eleição de Ahmadinejad como “chororô de torcida de time perdedor”, sem considerar que eles julgam sumariamente e matam os opositores sem dó nem piedade.
E no caso de Cuba? Não bastasse Lula às gargalhadas com os irmãos Castro no dia da morte do dissidente Orlando Zapata por greve de fome, depois ele comparou os que resistem à ditadura cubana a criminosos comuns no Brasil. Logo ele, que já foi perseguido por uma ditadura, teve amigos e companheiros presos, mortos e desaparecidos.
Nada disso combina com a emocionante biografia de Lula, muito menos com o Brasil que ele e todos nós queremos construir.


“O jornal Folha de São Paulo, na edição de domingo, dia 11 de julho de 2010, publicou um artigo intitulado “Hora da Reforma de Valores”.
O conteúdo do artigo assinado por Fábio Colletti Barbosa, presidente do Grupo Santander Brasil, surpreendeu, principalmente, a uma legião de pessoas prejudicadas.
O Santander pertence a um grupo espanhol. No ano 2000, durante a fase de privatização de bancos estaduais, adquiriu o Banespa.
Para entender como esses neo-colonizadores aportaram no país, veja a matéria constante do link abaixo, no site Alerta Total.
Nota sobre a privatização do BANESPA
http://www.alertatotal.net/2010/03/nota-sobre-privatizacao-do-banespa.html
Na referida edição do jornal FSP, o artigo diz, com todas as letras, o que um dirigente de uma empresa socialmente responsável deveria fazer. Mas, lamentavelmente, parece que na prática, esta, não é a tese que o grupo espanhol, dirigido pelo gestor/colunista, aplica no Brasil.
Pelo menos, não é o que acontece para cerca de 14.000 aposentados, viúvas e pensionistas do antigo Banespa. Lesados nos seus direitos trabalhistas.
Em 10 anos da presença do grupo espanhol no Brasil, esses idosos/as são vítimas de uma política predatória de manipulação de acordos sindicais. Foram usados como objetos de usurpação de direitos e humilhações que comprometem a sua já combalida qualidade de vida.
Acrescente-se a isso que o Banco Santander é um dos maiores freqüentadores do banco dos réus. Responde a inúmeros processos de origem trabalhista.
Como são dependentes de uma Justiça lenta, que permite intermináveis apelações, perto de 3.000 aposentados já não se encontram mais entre nós. Infelizmente.
Partiram, deixando saudades porque foram arrojados companheiros que em vida lutaram desesperadamente pelo resgate da auto-estima, absurdamente subtraída de forma desumana pelo grupo espanhol.
Porém, cansados e desiludidos, faleceram de tanto esperar pelo utópico restabelecimento da justiça. Coisa super demorada de acontecer num país que se diz democrático, imparcial e justo.
Enquanto isso, a preocupação do grupo de aposentados pra lá de sessentões, que teima em permanecer na Terra, vivo e esperançoso por uma equilibrada solução, é adivinhar quantos velhinhos irão engrossar a lista dos desaparecidos que, decepcionados, “viajaram” para o andar superior.
Antecipadamente, antes de ver o sonho realizado. Antes de recuperar a cidadania. Ferida.


O senador Fernando Collor (PTB), candidato ao governo de Alagoas, foi impedido de divulgar jingle de campanha no qual são citados o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff.
* * *
Segundo Otacílio, o filósofo palmarense, o juiz que tomou a decisão escreveu em sua sentença que o Senador Fernando Collor, de ilibada reputação e imaculada honestidade, não deveria ter seu nome associado a pessoas do nível do Presidente Lula e da candidata do PT.
Claro que é gozação de Otacílio. Gozação muito sem graça, convenhamos.


Cantoria no próximo domingo, dia 01 de agosto
Daniel Olímpio
No próximo domingo(01/08), às 14h, haverá mais uma cantoria no Nosso Quintal em Cantoria, projeto que une o programa Voz do Sertão e o Restaurante Nosso Quintal.
A dupla será Daniel Olímpio (foto) e Edvaldo Zuzu. Haverá recital e todos estão convidados.
Junte-se a nós em uma tarde poética!!!!!
INFO: 32286846
LOCAL: Nosso Quintal (ao lado da sede da Chesf), San Martin, Recife.PE
QUANDO: Domingo, 01 de agosto, às 14h.
O QUE: Cantoria com Daniel Olímpio e Edvaldo Zuzu.


Moisés Sesiom glosando o mote:
Dá sapato e dá gibão
Toda obra o couro dá.
Dá manta, bota e silhão,
Dá chapéu, dá bandoleira,
Dá carona e dá perneira,
Dá sapato e dá gibão.
Pra se fazer matulão
O couro é como não há,
Serve até pra caçuá,
Dá peia, dá rabichola,
Se prendendo a couro ou sola,
Toda obra o couro dá.
* * *
Laurindo Rabelo trabalhando o mote:
Os segredos do caralho
Ninguém os pode entender
Alegre,quando tem fome
Triste depois de comer !
De pedreiro oficial
Contratou um casamento,
E guardava (oh! que portento!)
Um estado virginal.
Em a véspera nupcial
Acabou o seu trabalho,
E, à sombra de um carvalho,
Disse, vendo a terna irmã:
“Eu vou saber amanhã
Os segredos do caralho”.
Passando a noite ditosa
Desse prazer tão completo,
Que, para o tal arquiteto,
Tinha sido deleitosa,
Deixa um pouco a terna esposa,
Vai da irmã à casa ter;
E, ao vi-lo receber,
Diz-lhe ele baixo à orelha:
“Mana, segredos d’abelha
Ninguém os pode entender”.
“É verdade”, lhe replica
A irmã, que a foder é destra;
“Nem com ser abelha-mestra
Sei os segredos da pica…
Não viste tu como fica
Antes e depois que come?
É uma cousa sem nome!…
Nota bem que não gracejo;
É só o bicho que vejo
Alegre, quando tem fome”.
“Reparei, irmã querida,
E fez-me grande impressão
Vir-lhe aquela indigestão
Logo depois da comida!
Cansado da dura lida
Parece que vai morrer;
Embalde tenta se erguer
Porque a fraqueza o tolhe,
E entre os culhões se recolhe
Triste depois de comer!”
* * *
Braulio Tavares glosando o mote:
A mulata quando fode
Parece querer voar
Buceta que bem sacode,
Cheiro de gata no cio:
Por isso que eu aprecio
A mulata quando fode.
Nega criada com Toddy
Marréta sem se cansar
E na hora de gozar
O pinguélo fica em brasa,
Meu caralho cria asa,
Parece querer voar!


Berto,
Quando a turma vem tocar viola para nós, é um deleite só.
Fazem uns quinze dias que estiveram aqui os melhores violeiros do País, na moda caipira e tocaram de tudo um pouco.
Teve Tirada Mineira, Pauista, Catira e toca os temas dos programas de conteúdo rural como Terra de Minas, Terra da Gente. É uma festa só.
Gostaria que voce noticiasse, já que tem também uma forte vêia cultural.
Abraços
R. Pronto, meu caro: já está noticiado. Basta a sua palavra nos dando notícia dos eventos artísticos com a belíssima música de viola das Gerais.
Saiba que é uma alegria enorme constatar que este JBF é lido em Campos Gerais, esta bela cidade do sul de Minas, terra de moça bonita e repleta de lugares interessantíssimos pra se passear.
Disponha sempre deste espaço e continue mantendo contato.


Durante o governo João Figueiredo, nos extertores da Ditadura Militar que ocupava o poder no Brasil desde 1964, foi feita a aliança entre dissidentes do PDS com o PMDB, criando o PFL, que indicou José Sarney para ser o vice de Tancredo Neves.
Naquele momento, tive a plena certeza de que José Sarney terminaria sendo o Presidente, devido à idade avançada do político mineiro.
Infelizmente, a minha certeza aconteceu mais rápido do que o esperado, com a morte quase imediata de Tancredo, antes mesmo de assumir o cargo, para o qual for a eleito indiretamente.
De um modo geral, ninguém queria Sarney presidente, especialmente por suas ligações com a ditadura. Na realidade, a sua posse foi uma ducha de água fria nas forças democráticas que tanto lutaram por eleições diretas.
Mas, ao menos, após o seu mandato, foram realizadas eleições e, de lá para cá, vivemos a “normalidade democrática”, se é que podemos chamar assim esse estado de coisas, onde, para se eleger, um candidato a qualquer cargo político gasta uma verdadeira fortuna, assumindo, pois, compromissos com quem o financia.
Além do quê, inventaram um nome pomposo “governabilidade”, para justificar as alianças entre oponentes filiados a partidos de filosofias tão antagônicas, quando, se fossem decentes e fiéis aos princípios constantes dos estatutos de suas agremiações, deveriam ser “inimigos políticos” dos seus, agora, “aliados”. Mas em nome da tal “governabilidade”, cuja melhor explicação é “pega o seu e deixa eu pegar o meu!”, andam juntinhos.
Assim, Tancredo e Sarney firmaram alianças entre o PMDB e o PFL (formado por dissidentes do PDS, ex-Arena, o partido da ditadura); FHC pelo PSDB (dissidente do PMDB) e Marco Maciel pelo PFL; e Lula do PT com Alencar do PL (Partido Liberal).
Ou seja, faz tempo que o Brasil não muda de verdade. As alianças entre pseudos socialistas (PSDB, PT, PSB, PcdoB etc… com liberais (PFL, PL) vêm se repetindo, em prejuízo do povo e do próprio crescimento do Brasil.
Os ditos socialistas não conseguem distribuir renda da forma prometida e anunciada e os liberais atrasam o crescimento do país com suas políticas econômicas ortodoxas, monetaristas.
Como os partidos aliados têm filosofias políticas que não se misturam, como o óleo e a água, e os programas de governo são somente para encher linguiça e dizerem ao povo que têm um, é preciso, pois, atentar, quando se vota para Presidente, na possibilidade do vice assumir, não só interinamente, mas, também, de forma definitiva e, com isso, dar uma guinada de 180 graus no que estiver sendo feito. Clique aqui e leia este artigo completo »