19 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

AMARILDO – A GAZETA (ES)

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19 fevereiro 2017 DEU NO JORNAL

LULA, O FAVORITO

Ruy Fabiano

Há um intrigante paradoxo em torno da figura de Lula: não viaja em avião de carreira, evita locais públicos e só fala em ambientes restritos à sua militância para evitar a hostilidade pública, de que tem sido alvo desde que exposto pela Lava Jato.

Não obstante, pesquisas eleitorais, como a mais recente, da CNT, o apontam como favorito à presidência da República. Venceria todos os presidenciáveis até aqui conhecidos, de Aécio Neves a Bolsonaro, passando por Marina Silva, Serra, Ciro Gomes e Alckmin.

Ora, alguém que ostenta tal favoritismo deveria, bem ao contrário, enfrentar de peito aberto ruas, aeroportos, restaurantes, estádios de futebol (aos quais Lula, ardoroso torcedor, não comparece desde antes da Copa do Mundo), pois, no mínimo, teria a seu favor a maioria dos circunstantes.

O que se depreende disso? Ou essa maioria mora em outro país (ou planeta) ou simplesmente é fictícia. Mesmo no Nordeste, onde se concentrou, nos idos tempos, o grosso do seu eleitorado, o quadro mudou. Há um vídeo no Youtube que registra uma chegada de Lula ao aeroporto de Fortaleza, pontuada por vaias e palavrões.

Ele próprio havia prometido viajar por todo o país denunciando o “golpe” do impeachment e, ao que parece, mudou de ideia. As poucas viagens que fez foram nos termos acima mencionados: em jatinho particular, com aparições restritas a uma plateia amestrada.

Estranho favoritismo. Há quatro meses, seu partido foi fragorosamente derrotado nas eleições municipais em todo o país. Venceu apenas numa capital, Rio Branco, cujo estado é governado há duas décadas por uma mesma dinastia, a dos irmãos Viana.

Perdeu em toda parte, inclusive no berço petista do ABC paulista. Em São Bernardo, cidade onde mora há décadas – e onde iniciou sua carreira de líder sindical -, não conseguiu emplacar nem sequer um enteado para o modesto cargo de vereador.

O PT definha e vê na ressurreição do mito Lula sua última cartada. Perdido por um, perdido por mil. Prestes a prestar contas à Justiça, réu em cinco processos e sem o guarda-chuva do foro privilegiado, Lula pôs em cena a figura do perseguido político.

Prepara emocionalmente a militância – reduzida, mas ruidosa e violenta – para tornar sua iminente prisão um fator de turbulência pública. Tem a seu favor a simpatia (ou o receio) do próprio presidente Temer, a quem chama de golpista, mas não hesita em estender a mão e a apoiar nos embates dentro do Parlamento.

Em todos os seus pronunciamentos, faz-se de vítima, papel que não dispensava mesmo quando dava as cartas. Nenhuma chance é desperdiçada, nem mesmo, como se viu, o velório de sua esposa, transformado em palanque político. Para contrabalançar essa imagem de fragilidade, cuidadosamente construída, nada como ostentar pesquisas que o mostrem como amado pela população e perseguido pelas elites de sempre. A melhor defesa é o ataque.

A recente pesquisa da CNT – cujo presidente, Clésio Andrade, seu amigo, é investigado também pela Lava Jato – tem a vantagem, como as anteriores, de não precisar comprovar nada.

Não há eleições à vista, nem candidatos lançados, nem o tema está na pauta. O indicador mais recente são as eleições municipais de quatro meses atrás, cujo resultado não chancela o das pesquisas.

Mesmo assim, obtém repercussão na mídia, que a militância reverbera, nas redes sociais, na tentativa de mostrar que as denúncias – e a condição de réu em cinco processos – são inconsistentes, parte de um complô obscurantista para tirar de cena “o melhor presidente que o Brasil já teve”, nas modestas palavras do próprio Lula.

Enquanto isso, o escândalo Odebrecht, que tem o ex-presidente no centro da trama, começa a pipocar em diversos outros países da América Latina. Inclusive na sua Venezuela.

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19 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

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“10 MEDIDAS CONTRA A CORRUPÇÃO”

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19 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

AROEIRA – O DIA (RJ)

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INÁCIO JACARÉ

Inácio Jacaré era um matutinho pequeno, com cabeça grande de cearense e uma sagacidade fora do comum, principalmente para negócios. Nasceu no Boi Velho, que era município de Monteiro na época. Seu ofício principal era o de boiadeiro, mas se a ocasião exigisse, vendia vermelho em velório e picolé no Pólo Norte.

Inácio não deixava, por nenhuma hipótese, um negócio se estragar, principalmente se dependesse de uma boa conversa. Comprava e vendia bois e cavalos e, de vez em quando, se a situação permitisse, pagava aos credores, mas fazia qualquer coisa para abrigar um amigo ou outro qualquer necessitado no seu imenso coração .

Naqueles confins por onde andava, corria também, de boca em boca, a sua fama e todos gostavam de conversar com ele. Pode-se dizer que era um homem sem abuso nenhum.

Como já estava se achando velho, pensava que era vergonha uma pessoa instruída como ele não conhecer a cidade de São Paulo.

Resolveu ir até lá. Comprou passagem, pegou um “Batalhão” e foi-se embora à procura de um filho que lá vivia, sem levar endereço, achando que não seria difícil encontrá-lo.

Chegando na estação rodoviária do Tietê, não se assombrou nem um pouco, procurou saber de uns motoristas de táxi, que disputavam a corrida, já brigando pra ver quem segurava a sua velha maleta, onde morava o rapaz.

– Pra onde vai, senhor?

– Quero que você me deixe na casa de Inacinho.

– O senhor tá doido? Isso aqui é São Paulo! Quem diabo é Inacinho?

– Mais era só o que faltava, todo mundo conhece Inacinho aqui em São Paulo, num vai dizer que tu não conhece? Ele “trabaia” com negócio de carro e mora perto de Mastruz, aquele que gostava de trocar tiro com os filhos de Juvená Mago, lá no Boi Véi! (Referia-se a um cabra que teve umas malquerenças no Boi Velho e entrou no “oco do mundo”.)

No meio desse impasse, surgiu, milagrosamente, outro Severininho e perguntou:

– É Inácio de tal?

– É esse mesmo!

– Pois ele trabalha aqui, bem pertinho!

E trabalhava mesmo.

O motorista de táxi ainda ouviu a pilhéria:

– Tais vendo aí seu besta?!

Antes de voltar, passeando pela famosa Zé Paulino, seus olhos matreiros enxergaram, num tabuleiro, uma oportunidade de ganhar uns bons trocados quando de volta para o Norte. Uma partida de sutiãs vendidos à preço de banana que ele comprou sem pestanejar, de olho no lucro fácil.

Só que, talvez por não ser um utensílio do seu uso, não percebeu que eram todos num padrão bastante exagerado, fabricado talvez pra alemãs ou holandesas, jamais para aquelas severininhas, chochinhas, da sua terra.

Voltou. E chegando numa feira em Tuparetama, esparramou a mercadoria numa lona no meio da rua e esperou pela clientela que não demorou muito a chegar:

– Seu “Zé”, pra quanto é esse bicho?

– Isso tá barato demais, era dez, mas eu tô fazendo tudo a cinco!

As mulheres pegavam os sutiãs, botavam mais ou menos no “lugar” e sobrava pano que dava para fazer mais uma volta no corpo.

– Ah, seu Zé, esse negócio é grande demais, não dá pra nós não. O senhor não tem outros mais pequenos não?

Inácio, já inteirado do tremendo fiasco, tentava emendar:

– Mas tá quaje de graça; vocês leva e chega em casa e bota uns “carços”, que vai dar certim!

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19 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

FERNANDO – JORNAL DA CIDADE DE BAURU (SP)

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19 fevereiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

AVACAIANDO SUA INSOLÊNCIA

Esta é capa da revista Veja que está nas bancas:

Veja avacaiou com o “golpista” Temer.

E com mais dois cabras de sua inteira confiança, Alexandre de Moraes e Eliseu Padilha

Quebrei a cara: eu pensava que a Veja só esculhambasse com Lula, com o PT e com as zisquerdas pogressitas deztepaiz.

Esta foi uma surpresa enorme.

Os reacionários, os direitistas, os anti-Lula, os fascistas, os esculhambadores de Dilma, os malhadores do PT e os apoiadores de golpe de um modo geral, vão todos cancelar suas assinaturas.

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19 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

ELVIS – AMAZONAS EM TEMPO

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ENFIA O DEDO E RODA

Luiz Berto, o sacanocrático editor e âncora deste jornal, comentou ao vídeo alguns nomes engraçados de blocos carnavalescos do Recife, verdadeiro registro sociológico que daria um dicionário, cujos títulos, todos, pela maldosa intensão motivam animação.

Lá vem a esculhambação histórica! Nos anos em que minhas pernas estavam menos pesadas do que hoje, lembro-me que fui folião do bloco do Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco: o “Língua Ferina”.

A cambada saia saia da Boa Vista e terminava em apoteose na frente do Diário, sob o entusiasmo do saudoso Carlos Cavalcanti, que era o presidente, e Luiz Felipe Moura, seu sacripanta-mor.

Lembrei-me, então, de uma historinha contada por Dr. Basto Rodrigues, morador da Rua José Bonifácio, na Torre, cujo pai, já contando 82 anos, era um carnavalesco sem par. Duro no frevo.

Fechava as ruas do bairro com seus blocos de irreverência invulgar. Cada ano ele dava um nome diferente. Criava música, fazia paródias avacalhando políticos da época. Treinava os meninos para cantar com ele.

Nos idos de 70 resolveu o velho “Bastão”, dar um pulo, homenageando a turma da Telpe – Telecomunicações de Pernambuco, pois era amigo de Jeanbastiani, apresentando um bloco mais organizado, com placas insultando a prefeitura, evitando citar políticos, etc.

Disse-me, o filho, que o pai, dono do bloco, lhe havia garantido que o novo nome seria o mais inocente possível.

Mas foi de lascar, porque tinhoso como ninguém, aproveitaria u’a musiquinha bem conhecida: “Enfia o dedo e roda”, alusiva aos antigos telefones que funcionavam na base do dial.

No sábado danou-se a cantar treinando a meninada sob o som de metais e bateria:

Enfia o dedo
Enfia o dedo e roda
Não é isso que vocês estão pensando
É do telefone que estou falando.

Dado ao êxito, no ano seguinte “Bastão” chutou o pau da barraca com uma arrasante temática: “Quem for corno me acompanhe” fez mais sucesso do que o anterior. E de tão ansioso apresentou-se logo no sábado. Sucesso de público crescendo.

Todavia, os filhos – um médico e outro desembargador – acharam que ele foi longe, pegou pesado e a coisa poderia degringolar, porque se tratava de agremiação formada por famílias de fino trato, além da participação de crianças. Apelaram para que ele mudasse de nome.

Na mesma noite da “sensura”, “Bastão” foi às casas de alguns pilantras idosos como ele e combinou que o novo bloco sairia no domingo, só pra chatear, mas com outro formato e uma bandeira de papelão com o novo título.

Seu “Bastão” ficou arretado, mas deu um drible de corpo nos filhos, com a ajuda da vizinhança que não aceitava a “censura.” Inteligente preparou uma rasteira nos “meninos”. Fez uma vaquinha, contratou orquestra fuleira com dois pistões e um sax, engembrou fantasias e conseguiu juntar o dobro de pessoas para a apresentação-extra.

Para surpresa de todos o bloco: “Quem for corno me acompanhe” mudou para: “O mesmo de ontem”. Que rasteira!

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19 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

PASSOFUNDO – CHARGE ONLINE

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19 fevereiro 2017 DEU NO JORNAL

MANCHETE DO DOMINGO – SAÚDE NA UTI

Segundo a Agência Nacional de Saúde “A contratação de plano de saúde está diretamente relacionada à empregabilidade formal e ao poder de compra do cidadão. Em um cenário econômico adverso, é natural que haja redução no número de beneficiários”.

* * *

Ao falarmos em “cenário econômico adverso” – como está escrito nesta notícia aí de cima -, podemos deduzir de imediato que isto é culpa do golpista Michel Temer.

Uma culpa que o atual prisidente de Banânia divide com o neo-liberal FHC.

Esta crise horrível em que estamos metidos é por conta da herança maldita que o tucano deixou pro pmdebista. E que o pmdebista herdou como se fosse uma grande obra.

Lula, Dilma e o PT nada tem a ver com isto, conforme assegura o fubânico petita Ceguinho Teimoso.

Uma crise que faz muita gente morrer por não conseguir mais pagar um plano de saúde, é uma coisa tenebrosa.

A dupla que lascou a saúde pública, causou a crise em que vivemos hoje e destruiu aquilo que o fubânico petista Ceguinho Teimoso denomina de “grandes conquistas sociais de Lula”

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19 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

AMORIM – CHARGE ONLINE

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19 fevereiro 2017 A COLUNA DE ADONIS OLIVEIRA

PATOLOGIAS, DESPERDÍCIOS E ROUBALHEIRAS

Nunca, em todo o breve tempo (em termos astronômicos) em que essa lombriga presunsosa conhecida como Homo Sapiens caminha sobre a face da terra, tivemos tantas condições de fazer deste planeta um paraiso para todos os seres que aqui vivem. Em vez disso, estamos transformando este planeta lindo em uma tremenda sucursal do inferno. As razões para este monumental fracasso são muitas e complexas!

Muita gente extremamente competente tem se debruçado sobre esta questão sem conseguir respostas satisfatórias. Não creio que seja eu quem vai conseguir explicar esta questão tão complexa.

Tudo o que eu sei é que, todas as vezes que olho para uma foto como esta que está aí abaixo, só me vem à mente a impressão de que a presença humana é uma infecção bacteriana (ou virótica) na superfície da terra. Nossos aglomerados urbanos se assemelham a imensas perebas na epiderme do planeta.

Fotografia da cidade de São Paulo tirada por um satélite em órbita da terra

Em todas as inúmeras viagens que fiz à China, sempre me causou imenso espanto a intensa antropofização da superfície daquele país. Enquanto o avião dava voltas e voltas, aguardando a autorização para se aproximar dos movimentadíssimos aeroportos, pude contemplar inúmeras cadeias de montanhas totalmente “desmontadas” por máquinas, sempre a fim de aproveitar seus minerais, ou mesmo para estabelecer tabuleiro onde seriam cultivados, sempre de forma intensiva, os alimentos tão necessários para alimentar aquela multidão de UM BILHÃO E MEIO de chineses famélicos.

De forma semelhante, vi rios que não chegavam mais ao mar, como o Rio Amarelo, perto de Jinan, já que toda sua água foi utilizada para fins humanos. Vi inúmeros terrenos que estão afundando devido à intensa e excessiva exploração dos seus lençóis freáticos, sem que se dê tempo para que a infiltração lhes reponha os aquíferos. Tudo isto sem falar na intensa e onipresente nuvem de fumaça que paira eterna e ameaçadoramente sobre as principais cidades, de modo a impedí-los de ver, não mais as estrelas, mas o próprio sol em pleno meio dia. Esta é uma antevisão de como será todo o pleneta, em breve espaço de tempo, caso a humanidade não caia em si a tempo e redirecione dramaticamente seu comportamente. Isso se o efeito estufa não se encarregar de nos conduzir antes para cataclismos climáticos cada vez mais drásticos.

É gente de mais para planeta de menos! Esse é o retrato futuro de nosso país!

Quando o Brasil ganhou a copa do México, com aquela arrasadora seleção de Pelé, Tostão, Rivelino, Carlos Alberto e companhia, uma marchinha cantava de forma ufanística, bem típica daqueles tempos: “Noventa Milhões em ação, pra frente Brasil, do meu coração”. Hoje, passados apenas 47 anos desde aquela data, caminhamos para uma população que é quase duas vezes e meia a daquele tempo. Foram acrescidas à nossa população mais de 115 milhões de pessoas.

Podemos afirmar em sã consciência que este acréscimo na nossa população nos melhorou como país?

Duvido muito! Aliás, poderia até acrescentar que, muito pelo contrário até, nos aproximou do caos.

Degradaram-se todos os indicadores de qualidade de vida e de civilidade em nosso país, neste período, em função desta explosão populacional de miseráveis. Em vez de termos milhões de cidadãos superiores, altamente qualificados profissionalmente e em termos de civilidade, cultivamos hordas imensas de seres desprovidos de quaisquer resquícios de laivos civilizatórios. Multidões famélicas, brutalizadas pela miséria, altamente dependentes de favores estatais para sobreviver e intoxicadas por ideologias rancorosas que, a fim de usá-las como massa de manobra política, instila-lhes um ódio profundo por exatamente aquelas mesmas pessoas que ainda insistem em produzir alguma coisa neste país desgraçado e que são exatamente quem, indiretamente, produz as riquezas que as alimenta.

Pequena amostra do território Chinês

Estas multidões de seres apresenta como característica maior uma total inadequação aos tempos que estamos vivendo e, por consequência, são absolutamente inimpregáveis para qualquer atividade que produza benefícios para a sociedade. Como dizia Euclides da Cunha, a distância que nos separa é de séculos de civilização. A mentalidade destes se encontra mais próxima dos primatas do neolítico do que de nós.

É exatamente a presença em nosso meio destas hordas que nos arrasta inexoravelmente para o desastre total. Para piorar, esta categoria de proto-humanos não se reproduz: Simplesmente PROLIFERA, despreocupada e desordenadamente , que nem bactérias, mesmo matando o hospedeiro que as alimenta, o nosso planeta.

A consequência maior desta proliferação desordenada de famélicos é a situação de horror, verdadeira guerra civil de todos contra todos, que vivemos atualmente em nosso país. São os cerca de 50.000 assassinatos por ano. São os mais de 600.000 prisioneiros engaiolados em condições sub-humanas, já que sub-humanos eles são. É a carnificina quotidiana do trânsito, onde morrem anualmente outros 50.000 e nos presenteiam com uma multidão de aleijados e deformados. É o salve-se quem puder de uma política nojenta, onde aqueles que foram eleitos para representar e liderar a população, passam a parasitar de forma vampiresca os recursos públicos. Tudo coadjuvado por uma degradação moral de fazer inveja a Sodoma e Gomorra.

Assim, para que se mantenha tampada esta verdadeira panela de pressão social, faz-se necessária a contratação de mais de 600.000 policiais, lado a lado com mais de UM MILHÃO de “seguranças” particulares, todos insuficientes para dar um mínimo de paz e segurança a qualquer cidadão, haja vista os milhões de humanóides psicóticos a vagar pelas nossas ruas e avenidas em busca de suas próximas vítimas.

E o governo? Quando age, é atrasado e de forma grotesca e demagógica, sempre dando risíveis explicações para situações inexplicáveis. Quando tenta fazer algo, é de forma atabalhoada e farsesca, sempre jogando em busca da aprovação de uma patuleia semianalfabeta que forma a famigerada “Opinião Pública”.
Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonastes?

Bolsonaro! Assume logo o comando desta merda!

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19 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

LUCIO – CHARGE ONLINE

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19 fevereiro 2017 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

PEDRO MALTA – RIO DE JANEIRO-RJ

Marchinha de Carnaval:

O Rato e a Lava Jato.

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19 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

MIGUEL – JORNAL DO COMMERCIO (PE)

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19 fevereiro 2017 A COLUNA DE JOSIAS DE SOUZA

SAIBA PORQUE ENCRENCADOS NA LAVA JATO ENXERGAM O STF COMO UM ÓTIMO REFÚGIO

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19 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

JARBAS – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

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19 fevereiro 2017 COMENTÁRIOS SELECIONADOS

O IMOBILISMO DO POLITICAMENTE CORRETO

Comentário sobre a postagem JE SUIS BESTA FUBANA

Lena:

“Parabéns pelo texto.

Análise perfeita do grave problema enfrentado pelo Ocidente e, mais profundamente, pela Europa, que reverterá em tragédia se algo não for feito e com extrema
urgência.

Há um livro muito interessante sobre o assunto, “Submissão“, do francês Michel Houellebecq, um romance distópico sobre a supremacia do Islã sobre a França.

Muitos já se deram conta de que as coisas caminham para a catástrofe na Europa, mas não conseguiram ainda quebrar o imobilismo do politicamente correto.

Que Deus os ajude!”

* * *

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19 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

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O SAPO RISONHO, “PANOS” ANTIGOS, E O COQUEIRO TORTO

Sapo “Não-sai-nada-pelo-cu” em carícias com Louva-Deus “Eu-me-realizo-na-Paulista”

Quando “começou” o mundo, se é que algum dia ele teve começo?

E os milhares de problemas e dificuldades que existem nesse mundo, será que são coisas antigas ou tão recentes quanto muitos dos seus habitantes?

Quem tem o hábito e o gosto pela leitura, e alguma vez frequentou a escola, provavelmente já leu em algum lugar, que foi o alemão Johann Gutenberg (e, aqui, no nome dele, não se pode usar a regra “brasileira” que diz que, antes de “p” ou “b”, só se usa “m”) o inventor da “imprensa”, no ano de 1430. E aqui, quando se falou pela primeira vez em “imprensa”, só se pensava em impressos em papel ou outro objeto. Nunca se pensava no tal “on line”, conforme é o internacionalmente renomado Jornal da Besta Fubana, o maior antro de escrotidão deste planetinha Terra.

E, já que estamos falando em “impresso”, o que nos encaminha para livros e/ou jornais, com certeza muitos que frequentam aqui já leram o livro “ANIMAL FARM” (A revolução dos bichos), escrito pelo inglês George Orwell (cujo nome real era Eric Arthur Blair), nascido em Motihari, na Índia Britânica no dia 25 de junho de 1903.

Pois, ali onde muitos conheceram outro Napoleão Bonaparte, foi também onde muitos tiveram a oportunidade de saber que, muito pouco se faz só. A união é a principal arma e escudo do que se pretende alcançar em benefício de uma coletividade. Nesses casos, o individualismo é repugnante e, em alguns casos, algo quixotesco.

Precisamos ter, sempre, os Bola-de-Neve, Velho Major, e quem mais queira se “unir” pela soma de uma boa culminância.

Vejam a “comédia” brasileira: quem se mete a roubar só, acaba se ferrando. Muitos têm se dado bem, porque aderiram à formação das quadrilhas. E tem sido assim, desde os tempos dos santos do pau ôco. Não foi uma única pessoa que, dizem, roubou a Petrobras. Dessa vez a “união” funcionou, formou-se uma quadrilha e o rombo foi feito.

Provavelmente no mesmo período que Napoleão Bonaparte, reuniu com Bola-de-Neve e outros animais, não tão longe dali – na realidade, foi na desestruturada fazenda “Deus-dará” que, em contraponto às preocupações dos organizados comunas, o sapo conhecido pelo apelido de “Não-sai-nada-pelo-cu”, viveu uma noite de orgia e sexo com o amante gay Louva-Deus conhecido como “Eu-me-realizo-na-Paulista”.

O par (porque jamais formariam um casal) viveu uma noite inteira de rala-rala e chegou a vários orgasmos. Começaram com as cócegas, e depois partiram para o “não-me-deixes-gozar-só”. E o sapo “Não-sai-nada-pelo-cu” quase explode de tanto gozo.

Quando o dia amanheceu, com o galo cantando na fazenda grande, eles: “Não-sai-nada-pelo-cu” e “Eu-me-realizo-na-Paulista” concluíram que, ao modo deles, fizeram também uma revoluçãozinha. Arre égua!

Absorvente à moda antiga

Se você der uma vasculhada na caixa dos miolos, com certeza vai concluir que o mundo não evoluiu tanto – pelo menos tanto o quanto dizem e apregoam os modernos.

Que diabos de evolução é essa, que nos mostra doentes mentais de outros países destruindo estátuas antigas que, sem vida e sem incomodar ninguém, apenas pretendem “contar e afirmar a história” sem um mínimo de estória?

Não tão distante está o dia em que a Internet mostrou uma fanática religiosa despedaçando uma imagem de uma santa que, nada fazia contra ela, nem a obrigava a ter algum tipo de fé e adoração. Vá entender gente com esse conceito de vida e de fé!

Mas, deixando de lado o fanatismo religioso e as incongruências defendidas por alguns, relembremos momentos hilários que provavelmente cada um de nós já viveu antes de dobrar a esquina que ficou para trás.

Você lembra do tempo em que mijava na rede – e sua mãe, preocupada com o odor do dia seguinte, e como o piso era de cimento ou de tijolos (diferentes da cerâmica de hoje), colocava uma “bacia de lavar roupas” debaixo da rede?

E, daquele véu que ela também colocava sobre a rede de dormir, aberta com um cabo de vassoura para evitar as muriçocas?

E, quantas vezes aconteceu de você ir dançar frevo no Marco Zero, em Recife, calçado com aqueles tamancos de madeira, e eles quebravam?

Hoje tu vais calçado com tênis Nike ou Adidas. Até as velhas sapatilhas que mais pareciam tênis Kichute já desapareceram.

Eu, quando morava em Queimadas, vivia desconfiado e ao mesmo tempo alegre, achando que beberia licor de abacaxi ou aluar de milho, quando via a cerca da casa da minha tia com dezenas de fraldas postas à secar. Achava que alguém tinha “parido” um menino ou uma menina, para que tantas fraldas fossem estendidas – branquinhas à caráter, e conservadas no anil.

Mas, como os tempos não eram modernos naqueles anos 50, era apenas uma das minhas primas que “entrara naqueles famosos três dias” de intensa menstruação.

A menina-moça-mulher que tivesse recursos, comprava na farmácia os absorventes em calcinhas descartáveis (como a que mostramos na foto) e ficava livre de “anunciar para o mundo” que estava naqueles dias. O modernismo atual já dispõe de dispositivos que permitem até o nudismo ou o strip-teaser durante a menstruação.

O que não desapareceu realmente, foi a profecia feita por Karl Marx, quando publicou em 1867 a primeira edição do livro “O Capital”. O mundo atual (inclusive nos conventos das Irmãs Carmelitas) é dominado pelo capitalismo. Quem não tem nada de valor, não vale nada.

Mariana da Jurema trepando para tirar coco

Lembro bem, como se tudo estivesse acontecendo hoje e agora. O nome dela era Marina da Jurema, que fizera fama vivendo e alegrando a vida dos rapazes iniciantes na vida sexual. Botou muitos jovens no bom caminho da prática sexual.

Fazia tudo direitinho, bem feito, com preliminares prolongadas e satisfação garantida. Cobrava o equivalente ao hoje R$10,00 por uma sessão (no caso, para ela, uma “cessão”). Marina vivia batendo recordes no local chamado Volta da Jurema, na Fortaleza, capital cearense, lá pelos anos 60.

Braba que só, mas muito carinhosa no exercício da “profissão” e no retribuir do dinheiro investido. Valia à pena, sim senhor. Era trabalho para nenhum Velho Marinheiro botar defeito ou sair reclamando. Dava “tabefe” na cara de quem, pretensiosamente – para aqueles tempos – falasse ou quisesse fazer algo além do tradicional permitido (papai-mamãe).

Eis que a rapaziada começou a precisar recorrer à farmácia para comprar BENZETACYL, uma injeção anti-inflamatória que, aplicada à moda antiga (com aparelho e agulha sendo fervidos na água quente para desinfetar), doía mais que qualquer coisa. Muitos contraíram gonorreia, que em outros lugares é também conhecida por esquentamento.

Isso foi o suficiente para que Marina da Jurema pegasse as trouxas e se mandasse para uma praia, no município de Beberibe. Viciada, tarada por sexo – mas só aceitava o famoso papai-mamãe – Marina, de tanto subir, entortou quase 200 coqueiros que enfeitavam a praia daquele lugar.

E, ainda hoje, no Ceará, quem sobe em coqueiro – é para tirar coco.

Mas em todo lugar tem alguns (já são muitos hoje) que preferem mesmo o sorvete ou o din-din de coco. Nada contra. Cada um tira o coco da forma que quiser.

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19 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

TACHO – JORNAL NH (RS)

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19 fevereiro 2017 DEU NO JORNAL

MANCHETE DO DOMINGO – UFA!!! ATÉ QUE ENFIM!!! GLÓRIA, GLÓRIA, ALELUIA!!!

O senador Humberto Costa (PT-­PE) foi ministro da Saúde do governo Lula, esteve no olho do furacão durante a prisão de Delcídio do Amaral, o ex-petista preso tentando obstruir a Lava-Jato, e durante o traumático processo de impeachment da correligionária Dilma Rousseff.

Atuou na linha de frente para amparar o que restou do PT e era o líder do partido no Senado até duas semanas atrás.

É, portanto, um petista do núcleo duro da legenda – e, também, a primeira voz autorizada a dizer publicamente, como fez em entrevista a revista Veja, que chegou a hora de o PT admitir que se envolveu em corrupção, pedir desculpas à sociedade pelos erros que cometeu, abandonar o discurso de “denúncia do golpe” e apresentar propostas econômicas para tirar o país do atoleiro.

* * *

Ufa!

Até que enfim!!!

Vejam só o que Humberto Pato Rouco falou: “É hora do PT assumir a corrupção e abandonar o discurso de “denúncia de golpe“.

Repitamos, repitamos, repitamos:

É HORA DO PT ASSUMIR A CORRUPÇÃO E ABANDONAR O DISCURSO DE “DENÚNCIA DE GOLPE”.

Uma coisa que até os calangos do agreste pernambucano já estavam cansados de saber, bem como as pessoas que não sofrem das vistas, as que usam a razão e as que praticam o saudável esporte de raciocinar.

Agora, só falta mesmo este ilustre petralha convencer os fubânicos Regiopídio Lacerda, Cobra Choca e Ceguinho Teimoso, bem como convencer o que ainda resta da militância petêlha depois das últimas eleições municipais.

Este é um desafio que, desconfio, ele não vai conseguir vencer nunca.

Como estas declarações da Pato Rouco foram dadas à revista Veja – publicaçãozinha reacionária e fascista -, certamente Lula vai dar ordens pro curral de antas e jumentos da militância pra chamarem o senador Pato-Rouco de reacionário, golpista e direitista.

Saudemos! Cantemos! Exaltemos! Bendigamos! Glorifiquemos! Louvemos!

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19 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

PAIXÃO – GAZETA DO POVO (PR)

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19 fevereiro 2017 DO FUNDO DO CAÇUÁ MUSICAL

LÁGRIMAS DE FOLIÃO

Pra começarmos este lindo domingo em alto astral, um frevo-de-rua da autoria de Levino Ferreira, gravado pela Orquestra do Maestro Duda. O frevo-de-rua é um dos três gêneros de frevo. Os outros dois são frevo-canção e frevo-de-bloco.

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19 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

RONALDO – CHARGE ONLINE

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COMO SERÁ O AMANHÃ?

As duas pesquisas que indicam Lula em primeiro lugar dizem tudo, mas não dizem nada. Dizem que denúncias de corrupção não impedem a vitória de ninguém (quantos acusados já não foram eleitos em nosso país?) Não dizem, por mais que os lulodilmistas o proclamem, que Lula será eleito presidente em 2018. A eleição é daqui a dois anos, muito longe para que as pesquisas indiquem agora um eventual vencedor. Não levam em conta o derretimento do PT, o que reduz a força de seu candidato. Mas demonstram que o antipetismo não tem hoje nenhum candidato viável. Tem vários candidatos, mas caso se abracem é melhor separá-los, porque é briga. Ai do aliado que não proteger as costas quando estiver entre os amigos.

A prova de que os adversários do PT não têm candidato é que, na pesquisa da Confederação Nacional do Trabalho, quem se saiu melhor foi Jair Bolsonaro, encostando em Marina Silva, à frente de Aécio. É difícil imaginar Bolsonaro numa final presidencial, mas o exemplo Trump mostra que tudo é possível. No trabalho da Paraná Pesquisas, quem surpreende é João Dória, que vem se saindo bem mas não tem nem dois meses de exercício do mandato. Dória está tecnicamente empatado com Marina, Bolsonaro e Joaquim Barbosa, pouco mais de dez pontos atrás de Lula.

A pesquisa diz mais de uma coisa: quem quiser Lula fora tem de se esforçar para que seja condenado e preso. Solto, é um candidato temível.

Inscrito nos anais

A decisão é da juíza Eliana Cassali Tosi, da 30ª Vara Criminal de São Paulo: chamar Lula de “chefe de quadrilha” não é calúnia nem injúria. Por isso, absolveu o historiador Marco Antônio Villa no processo que lhe foi movido pelo ex-presidente. Villa, no mesmo comentário, pela TV Cultura, SP, acusou Lula de dirigir esquemas de propina dentro do Poder Público.

O vento levou

Lembra da Operação Hurricane (“Furacão”), contra autoridades acusadas de comprar e vender decisões judiciais para liberar máquinas caça-níqueis? Já lá se vão nove anos. A pena de João Sérgio Leal Pereira, do Ministério Público Federal, prescreveu, e ninguém mais, entre os acusados, tem foro privilegiado. Resultado: por ordem do STJ, o processo vai para a primeira instância. E se faz tudo de novo – agora, pela terceira vez. Na primeira, a questão estava no STF. Um dos acusados no processo era o ministro Paulo Medina, do STJ. Este foi rapidamente punido, pela acusação de vender decisões e receber propina de R$ 1 milhão, com aposentadoria e vencimentos proporcionais ao tempo de serviço – hoje, seus R$ 25 mil mensais. Com Medina condenado a ignorar a maldição bíblica, de ganhar o pão com o suor de seu rosto, a questão foi enviada ao STJ, e lá refeita. E daqui a algum tempo será julgada.

Já viu tudo?

O excelente portal jurídico Espaço Vital  traz uma notícia notável: o STF decidiu que o Estado tem a obrigação de indenizar presos em razão de danos morais causados pela falta das condições legais de encarceramento. É uma decisão de repercussão geral, a ser obrigatoriamente aplicada em casos semelhantes. O caso analisado foi o do presidiário Anderson Nunes da Silva, que dormia com a cabeça encostada na privada, no Mato Grosso do Sul, por falta de espaço na cela.

OK: o Estado, quando prende alguém, se obriga a protegê-lo e a dar-lhe condições corretas de alojamento. Mas não há nenhuma referência na sentença às vítimas de quem foi preso. Há alguma compensação às vítimas do crime ou apenas aos acusados que foram presos e condenados?

A volta de Rose

Rosemary Nóvoa de Noronha, que até 2015 foi chefe de Gabinete da Presidência da República em São Paulo, aliada próxima do ex-presidente Lula, é alvo, ao lado de 12 outros réus, de uma petição do Ministério Público Federal à Justiça, para que receba ação civil pública contra todos. A ação foi ajuizada em abril de 2015, mas ainda não foi recebida. A soma das vantagens recebidas por Rose durante o período investigado é minúscula, comparada com as cifras bilionárias a que nos acostumamos: são R$ 140 mil. Se não houver nada mais, é caso de dumping.

Contra tudo

As grandes centrais sindicais decidiram promover, em 15 de março, o Dia Nacional de Lutas com Greve e Paralisações contra a “Reforma” da Previdência Social Pública. Apesar das divergências entre as centrais, todas concordaram em, unidas, defender sua posição com o mote Resistir a Todo Custo contra a Retirada dos Direitos.

Deve ser a primeira grande manifestação de março. No dia 26, as entidades que promoveram as passeatas contra Dilma devem voltar às ruas para defender a Lava Jato e protestar contra quem tenta reduzir seu ímpeto.

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19 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

IOTTI – ZERO HORA (RS)

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19 fevereiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

A OPERAÇÃO LAVA JATO CHEGOU AO ORIENTE

Ministro do STF chinês é condenado e passa a obrar de coca no boi da prisão de Curitiba.

Ops!

Desculpem a nossa falha:

Ele vai passar a obrar é no buraco cavado no chão do xilindró em Pequim.

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19 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

J. BOSCO – O LIBERAL

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VERSANDO A VIDA E A MORTE

De repente, descobri que minha filha Vera Lucia Aires dispunha de um farto dom poético, convidei-a para debater comigo ela aceitou e saiu isso daí, estou publicando para avaliação dos amigos e pra divulgar a nova “cria” que tá adentrando no mundo poético.

* * *

A vida do ser humano
É uma oferta divina,
Que tem início ao nascer
E o ciclo só termina
Quando a malfadada morte
Nosso viver elimina.

Carlos Aires

E são tantos os percalços
Que teremos que enfrentar
Desde a hora que se nasce
Até a vida findar
Que só mesmo nossos sonhos
Pra nos fazer caminhar.

Vera Aires

Os sonhos são proveitosos
No trajeto, com certeza,
Porém a vida prossegue
Sempre em total incerteza
Já que a morte muitas vezes
Vem atacar de surpresa.

Carlos Aires

Na vida e também na morte
Podemos tirar lição
Mas que fique aqui bem claro
Qual é minha opinião
Gosto de falar de vida
De morte, não gosto não.

Vera Aires

Respeito a alternativa
Mas em nosso itinerário
Falar das duas eu acho
Que é bastante necessário
Já que morte e vida fazem
Parte do mesmo cenário.

Carlos Aires

Pode ser primordial
Tenho que admitir
Mas não quero me deter
Nesse assunto por aqui
Falar de vida é melhor
Para a gente prosseguir.

Vera Aires

A vida é maravilhosa
Já a morte é detestável
Porém deixar de cita-la
Nesse versejar louvável
Não pode, pois no final,
Ela é sempre inevitável.

Carlos Aires

Se a morte é uma certeza
Não tem porque falar nela
Eu prefiro a incerteza
Dá vida que é tão bela
Com tristeza ou alegria
Minha escolha é sempre ela.

Vera Aires

A vida é uma passagem
Que se dá em curto espaço
Mas precisa coerência
Pra não fugir do compasso
Pois a morte oportunista
Só aguarda algum fracasso.

Carlos Aires

A vida é maravilhosa
Seja ela como for
Sua importância é imensa
Temos que dar seu valor
Já a morte trás consigo
Sempre sofrimento e dor.

Vera Aires

A vida é uma hipoteca
Para nos dar consistência,
Passaporte que conduz
Pela estrada da vivência
Já a morte nos transporta
Pra o final da existência.

Carlos Aires

A vida é sem garantia
A morte, única certeza,
Pensar nisso todo dia
Só me dá medo e tristeza
Quero é desfrutar dá dádiva
Contemplado a natureza.

Vera Aires

Tenho que admitir
Que a vida é fenomenal
Mas no decurso da mesma
A morte é tão natural
Pois, no conto do viver,
Coloca um ponto final.

Carlos Aires

Não me acostumo com a morte
Isso posso lhe afirmar
Embora saiba que um dia
Teremos que a enfrentar
Admiro mesmo a vida
E quero ela aproveitar.

Vera Aires

A vida só trás prazer
Para qualquer criatura!
A morte causa terror,
Desgosto e até tortura,
Apaga o lume da vida
E envia pra sepultura.

Carlos Aires

Morte e vida são assuntos
De importâncias iguais
Aqui tratamos das duas
Mantendo os ideais
Mas concordamos que a vida
Sempre é boa demais.

Vera Aires

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19 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

CLÁUDIO PAIVA – CHARGE ONLINE

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19 fevereiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

É HOJE! – PARA OS LEITORES DO RECIFE – CASAL DE FUBÂNICOS LANÇA DISCO

Lançamento de CD do bloco lírico Eu Quero Mais, com músicas da autoria do casal de fubânicos Bráulio e Fátima de Castro.

Domingo, hoje, às 16 horas, na Creperia Rouge, Praça da Casa Forte,

O Bloco está completando 25 anos.

* * *

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19 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA (ES)

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INSENSATEZ

Desta vez a justiça não foi feita. Muito pelo contrário. Faltou sensatez na decisão do STF, obrigando o Estado a indenizar presos que são submetidos às precárias condições de sobrevivência em celas insalubres e superlotadas. Sejam obrigados a encarceramento desumano em presídios infectados, recebam tratamento indigno, enfim sejam jogados à uma espécie de vida degradante.

Está claro que a ajuda pecuniária, no valor de R$ 2 mil, tem pontos negativos. Fere a legislação fiscal, não paga o sofrimento do apenado durante a prisão, não resolve a situação do falido sistema prisional e nem concede a liberdade ao detento que permanece preso. Não retorna à liberdade.

O crônico problema traz outra reflexão. O país tem mais de 600 mil presos, além de outra impressionante quantidade de adolescentes internados na Fundação Casa, acondicionados em locais sem estrutura decente, muitas vezes esperando dez anos para serem julgados.

Caso boa parte receba a dita indenização, o custo para os estados que já se encontram enforcados, em petição de miséria financeira, com os cofres vazios, a decisão da Corte maior iria repercutir diretamente em outros segmentos deficitários. Como os postos de saúde, os hospitais e as emergências da rede oficial.

O Brasil tem a mania de prender e deixar o preso esquecido na vida presidiária. A perder de vista. A Justiça criminal não tem o mínimo desejo de acelerar sentenças, prefere engavetar processos, principalmente para os medíocres traficantes de drogas e os praticantes de crimes banais, a exemplo dos furtos. Situações que talvez resolvessem o vexame da superlotação.

Os ministros da Suprema Corte parecem que se esqueceram de outros setores, também julgados de suma importância para o desenvolvimento do país e bem estar social.

Deixaram a saúde e a educação em segundo plano. Atravessando absurdas contradições. Críticos expedientes. Por causa de filas quilométricas, longa espera para as cirurgias eletivas, precário atendimento nos postos de saúde e nos hospitais públicos, força o paciente a recorrer à própria Justiça para receber determinados remédios, não encontrados nas farmácias coordenadas pelo SUS.

Aliás, sobre as intervenções cirúrgicas, eletivas ou emergências, nos hospitais eternamente congestionados, a fila de pacientes aguardando a vez, supera a marca de milhares de sofredores brasileiros.

Alguém, já imaginou o padecimento de pacientes que passam até cinco horas seguidas esparramado em desconfortável maca, no corredor de hospitais, esperando a chance de ser levado pelo menos para a triagem.

Ora, o saneamento nos municípios não tem jeito. Continua deficiente. Existem explicações plausíveis para justificar as aberrações? Quem sabe, é uma das causas que levam pessoas a engrossar as filas na saúde.

Na educação, as esperanças de um ensino de qualidade são mínimas. Têm jovens demais fora do ensino médio. Repetência em demasia. A taxa de evasão escolar permanece indesejável. A burocracia nas escolas públicas é uma das causas responsáveis pela fuga do aluno do colégio. O currículo faz décadas estava realmente dilatado. Desestimulante. Matérias em excesso para poucas aulas, excessivamente teóricas, carências de ensino técnico, baixo salario e respectiva qualificação do professorado. Inclusive nas faculdades. Comprovadamente, os investimentos oficiais não engordam,nunca.

O ruim da historia é que, enquanto o descaso e a omissão forem objetos puramente administrativos, itens substitutos de investimentos, os setores de segurança, saúde e educação permanecerão desestruturados. Na pindaíba. Como acontece há décadas.

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19 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

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19 fevereiro 2017 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

CICERO TAVARES DE MELO – RECIFE-PE

Berto:

Veja mais um caso deprimente flagrado em Banânia: traficante é liberado da prisão pelo (TJ-BA) para assumir o cargo de vereador da cidade de Ubaitaba, no sul da Bahia, onde foi eleito com o voto de 571 descerebrados que o ovacionaram no primeiro discurso de posse!

Preso desde outubro do ano passado, o hoje edil (que título de nobreza da porra!)

Messias Aguiar (PMDB), quando a polícia o prendeu com 270 kg de maconha, 2 kg de cocaína, uma balança de precisão, sacos plásticos para embalar a droga, e santinhos do então candidato a vereador em uma fazenda de Ubaitaba.

Mesmo preso, o vereador Messias Aguiar (PMDB) tomou posse do cargo no dia 13 de janeiro. Ele teve autorização judicial para deixar a unidade prisional e chegou à câmara em uma viatura, algemado, e com o uniforme usado pelos detentos. Já no local, Messias colocou um paletó sobre a roupa para tomar posse.

Há salvação para Banânia, cercada de traficantes de entorpecentes, assassinos, crimonosos, ladrões dos cofres públicos, pedófilos e toda espécie de almas sebosas, por toda esfera do poder executivo, legislativo e judiciário, protegidos pelo manto da Justiça?

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18 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)

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O QUE ESPERAR DESSE BRASIL?

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que presos em condições degradantes têm direito a uma indenização em dinheiro por danos morais. Para o STF, a superlotação e o encarceramento desumano geram responsabilidade do Estado em reparar os danos sofridos pelos detentos pelo descumprimento do princípio constitucional da dignidade da pessoa humana.

E os cidadãos de bem que vivem na miséria absoluta, em hospitais superlotados?

E os que esperam meses para marcar uma consulta para uma doença grave?

E quem vive dentro de condições subumanas numa favela, sem saneamento básico, sem ter três refeições por dia?

E quem vive desempregado, por culpa das administrações do país, sem ter como comprar comida para suas famílias?

Esses cidadãos não cometeram crime algum, mas são esquecidos pelo STF e todos os outros poderes públicos do país.

Quem está certo são os jovens brasileiros que estão indo embora do Brasil para viver em países com melhores condições e mais respeito ao ser humano.

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© 2007 Besta Fubana | Uma gazeta da bixiga lixa