23 setembro 2018 CHARGES

DUKE

23 setembro 2018 DEU NO JORNAL

PERCENTUAIS

Esta manchete aí embaixo estava ontem na página G1, portal da Globo:

Mais uma destas estatísticas inúteis. Mais uma tolice do jornalismo muderninho femininóide.

As mulheres podem representar apenas 32% do total de candidaturas.

Mas, em compensação, elas respondem por 100% das bucetas existentes no mundo.

Traveco e xibungo é tudo falsificação grosseira. Made in Paraguay.

Feme é feme e maxo é maxo.

E isso é o que importa.

23 setembro 2018 CHARGES

GILX

A ESCOLHA DE SOFIA

Meryl Streep, obrigada pelos nazistas a decidir qual de seus dois filhos iria morrer (e, caso ela não o escolhesse, ambos seriam mortos), ganhou o Oscar pelo filme A Escolha de Sofia. Os eleitores brasileiros, obrigados a escolher entre dois candidatos que se destacam pelo radicalismo, também serão premiados: receberão o prêmio que Luzia ganhou atrás da horta.

É difícil para o eleitor anticomunista votar num candidato que, quando Hugo Chávez chegou ao poder na Venezuela, elogiou-o (“uma esperança para a América Latina”) e comparou-se a ele. Disse que Chávez não era anticomunista e ele, Bolsonaro, também não era. “Não há nada mais próximo do comunismo do que o meio militar”.

É difícil para o eleitor petista que vai ao delírio só de ver o retrato de Lula ser obrigado a votar num laranja confesso, que troca seu nome de família, aquele que seus pais utilizam, para, como o Chefe, usar o sobrenome de Lula (e não é só o sobrenome: faz-se chamar de Luís Fernando Lula Haddad). Usa máscaras de Lula para induzir eleitores a votar em seu nome. E confessa não ter a menor ideia do que fará sem viajar a Curitiba para visitar o Chefe na cadeia. Cafezinho com açúcar ou adoçante? É Lula que sabe.

Jaques Wagner, lulista entre os lulistas, rejeitou o papel subalterno que lhe queriam atribuir, de boneco de ventríloquo. Haddad se rebaixou, feliz.

Tudo atrasado

Fernando Henrique, a 16 dias da eleição, propôs aos candidatos de centro que se unam para evitar que o segundo turno seja disputado pelo homem da bala e o laranja de Lula. Boa ideia – mas agora, quando não dá mais tempo? E imaginemos que houvesse tempo: somar Alckmin, Marina, Álvaro Dias, Meirelles, Amoedo é como juntar moedinhas para enfrentar o volume de dinheiro e joias do vice-presidente da Guiné Equatorial. Uma candidatura se articula ao longo do tempo. O tempo passou e não há um nome sequer do Centro que não seja nanico. Até Alckmin: quatro vezes governador de São Paulo, uma vez, em 2006, candidato à Presidência (tomou uma surra de Lula, após garantir que os tucanos eram contra as privatizações – justo eles, que privatizaram com sucesso a Vale e a telefonia), até agora não conseguiu tornar-se conhecido do Nordeste. Perde em São Paulo, sua base eleitoral, reduto dos tucanos, para Jair Bolsonaro.

Ciro, talvez

Ciro Gomes, que se mantém vivo na disputa, poderia ser a solução para o centro. Já foi da Arena Jovem, já foi ministro de Itamar Franco (concluiu a implantação do Plano Real). Mas qual dos outros candidatos o aceitaria?

Meio tarde

Fernando Henrique, conversando com Bernardo Mello Franco, de O Globo, concordou que seu apelo tem poucas chances de ser ouvido. “Mas temos de fazer algum esforço. Não sei se algo vai acontecer”. Não, não vai.

Fale o que eu quero

Paulo Guedes, que deve ser ministro da Economia se Bolsonaro for eleito, conhecido como Posto Ipiranga, já sabe de seus limites: foi só falar na volta da CPMF, o Imposto do Cheque, para tomar uma chamada do candidato. Bolsonaro deixou claro que quer eliminar impostos, não criar novos. Guedes explicou que o novo imposto iria substituir cinco ou seis impostos federais, mas Bolsonaro não gostou. “Não é a CPMF, seria um imposto único”, disse Guedes. Não adiantou: o Brasil já experimentou o Imposto Único, e descobriu que o Imposto Único era apenas mais um.

É demais

Bolsonaro acompanhou também as declarações de seu vice, general Hamílton Mourão, sobre uma Constituição redigida por pessoas não eleitas e o papel de mães e avós, que sem ter o pai e o avô em casa, não impediriam o recrutamento das crianças pelo tráfico. Mourão foi contido por Bolsonaro: nada de propor temas ainda não discutidos com ele.

Doce prêmio

A Chocolat du Jour, excelente chocolateria paulistana, acaba de ganhar dois prêmios internacionais (e pelo quarto ano consecutivo): o International Chocolate Awards, medalha de ouro, pelo bombom de paçoca recoberto de chocolate ao leite, e o ICA, medalha de prata, pela Choco Pops, pipoca com chocolate ao leite. Além de fabricar ótimos chocolates, que seriam ótimos na Bélgica ou na Suíça, a Chocolat du Jour foi criada por uma amiga deste colunista, Cláudia Landmann, que estudou chocolateria em Bruxelas.

Adoniran na cabeça

Adoniran Barbosa recebe amanhã, em memória, o título de Cidadão Paulistano. A festa será no Farol Santander, às 19 h, na rua João Brícola, 24. Lá estará a adorável Maria Helena Rubinato Rodrigues de Souza, filha de Adoniran e colunista do Chumbo Gordo 

23 setembro 2018 CHARGES

AMARILDO

23 setembro 2018 DEU NO JORNAL

DUAS NOTÍCIAS CIROLÍCAS

1) O candidato à Presidência da República Ciro Gomes criou nova polêmica nesta sexta-feira após xingar um de seus concorrentes nas eleições, Jair Bolsonaro, durante discurso em Goiânia (GO).

Ciro falou em “cultura de ódio” e criticou o fanatismo político, para, logo em seguida, xingar Bolsonaro de “nazista filho da puta!“.

2) Ciro Gomes, em entrevista à Rádio Autêntica Favela, de Belo Horizonte, disse que o problema da violência no país são as facções como o PCC e o Comando Vermelho que recrutam os “aviões” entre os menores de idade das favelas.

 Temos o PCC e o CV, e agora uma facção abestada no Ceará, a GDE. E o PCC, que é mais esperto, usa essa meninada do GDE e coloca uma metralhadora na mão dele, um fuzil pesado, uma AR15, e aquele menino que talvez o pau seja pequeno, acha que aquele fuzil pode ser o pau grande que ele não tem”.

* * *

Não se esqueçam-se-vos:

Este cabra é candidato a presidente de um país.

Um país chamado República Federativa de Banânia.

Com o eleitorado que nós temos, Ciro tem muitas chances de chegar lá.

Não duvide: ele tem mesmo muitas chances de ser vencedor com os votos do eleitorado banânico.

Trata-se do mesmo eleitorado que já botou na presidência do seu país figuras do porte de Collor, Lula e Dilma.

Vôte!

Danô-se!

Fudeu tudo!

Meus sais, meus sais!!!

23 setembro 2018 CHARGES

VERONEZI

MEMÓRIA CURTA

Impressiona a capacidade de certos Institutos de Pesquisas em tentar manipular as intenções de votos do eleitorado brasileiro. A subida do candidato Haddad (PT), filhote e poste do presidiário, neto babado do Fernando Henrique Cardoso, nos índices de avaliação é de um supremo descaramento e uma afronta a inteligência do eleitor minimamente dotado de cultura e capacidade de discernimento. A mágica do Ibope catapultou uma meteórica subida do petista nas pesquisas em 100%, isso mesmo, cem por cento, em apenas uma semana, na verdade cinco dias, dois foram para pesquisa de campo. É bom lembrar que o Haddad perdeu a reeleição para prefeito de São Paulo em 2016, para João Dória, no primeiro turno, e mais, era praticamente desconhecido no Nordeste até fins de Agosto, apenas 5% já conheciam ou tinham ouvido falar, aliás, muitos enganavam seu nome com “Andrade”. Pois bem, o Ibope apurou que após uma semana saiu dos 5% e passou para 31%. É ou não é uma mágica, ainda mais se considerarmos que a capacidade de se inteirar sobre uma candidatura naquela região tem enormes obstáculos, inclusive de comunicação.

Eu, particularmente, tenho acompanhado a evolução dos candidatos pelo Encoestasdigitales.com, Instituto de Pesquisas responsável, dada a falta de credibilidade de alguns Institutos de pesquisas do Brasil. Foi o único a prever, com antecedência, a vitória de Donald Trump nas eleições americanas. Os números das últimas eleições para prefeito nas capitais mostraram o quanto são tendenciosos esses Institutos. Previam, com a campanha feita pelo presidiário de Curitiba, que o PT conseguiria algumas das principais capitais brasileiras. Não foi bem esse o resultado já que o PT ficou apenas e tão somente, com a capital do Acre, Rio Branco, e ainda tomou uma lavada, em primeiro turno, com o Haddad em São Paulo. A queda da esquerda no mando da chave do cofre da Nação brasileira, está trazendo enorme alvoroço no meio jornalístico da grande imprensa e, por consequência, para todo esse “sistema” de comunicação e avaliação política. Imagine o eleitor o que vai representar o Bolsonaro no comando do governo aos grupos que vivem de suas tetas para se alimentar financeiramente, para corromper as estruturas sociais e políticas, para desestabilizar a organização social e criar mecanismos de manutenção do Poder. Estes processos aconteceram na Venezuela e hoje a população, que não faz parte do governo Maduro, disputa com os cães, a comida nos lixos.

Você eleitor, já pensou como foram estes últimos anos de sua vida? Já esqueceu do mensalão? Das dividas que você assumiu na esperança de ganhos mais altos e melhores? Do sonho de que seria rico diante de milhares de ilusões que lhe deram? Que existiriam milhões e milhões de empregos com altos salários? Que teríamos a saúde pública perfeita? Universidades de qualidade para todos seus filhos? Tudo balela e você acreditou. Senão vejamos. O governo petista surrupiou o Fies, nome dado a um programa da época do governo militar que se chamava “Crédito Educativo”, surrupiou o programa social ao dar o nome de Bolsa Família aos programas de Bolsa Escola, Bolsa Gás, Bolsa Alimentação. Mentiu que fez 16 universidades e na verdade fez apenas quatro e mudou o nome de duas e por aí vai. Você não pode ter esquecido do “petrolão” e os milhões em malas correndo pelas ruas e outras tantas guardadas em apartamentos, sem falar nas contas bancárias no exterior abarrotadas de dinheiro da corrupção. Não creio, eleitor, que você tenha se esquecido disso.

Acredito também que o eleitor não esqueceu as negociatas do governo do presidiário Lulla com as empreiteiras como Odebrecht, OAS, Mendes Junior, UTC, Andrade Gutierrez e outras tantas que superfaturaram construções de refinarias para a Petrobras, estrutura dos Jogos Olímpicos, estádios de futebol para a Copa do Mundo, empréstimos do BNDES, dinheiro do Tesouro Nacional, para países africanos que depois tiveram as dívidas perdoadas de um dinheiro que era seu, arrecadado com impostos que você paga em compras nos supermercados, luz, transportes e por aí vai. Acredito que ainda não esqueceu que apenas um dos gerentes da Petrobras, o Pedro Barusco, tinha 100 milhões de dólares em sua conta bancária. Imagine você eleitor, as contas dos chefões. No dia 7 de outubro, será fundamental o seu voto para tocar para fora do governo esse bando de assaltantes e corruptos que desmoraliza você como cidadão, que goza da sua cara e o tem como babaca. Pense o que aconteceu e acontece com o nosso Brasil e as dificuldades que estamos passando com essa “esquerda” comandada pelo presidiário e sua gangue, formada inclusive por quatro candidatos, outros inexpressivos, além do “Andrade”, aliás, Haddad. Não tenha memória curta.

23 setembro 2018 CHARGES

SPONHOLZ

23 setembro 2018 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MARIA PHILOMENA – FORMOSA-GO

Aviso aos navegantes:

Se você é gay, continue sendo!

Se você é puta, continue sendo !

Bolsonaro vai ser PRESIDENTE, e não fiscal de cu!

Deu pra entender??????

23 setembro 2018 CHARGES

TACHO

MARIA BETHÂNIA

A música é de Roberto e Erasmo, a interpretação é de Maria Bethânia e a música é “As canções que você fez pra mim“. O vídeo é de 2001 do show gravado no Canecão, no Rio de Janeiro.

22 setembro 2018 CHARGES

PAIXÃO

A ABSOLVIÇÃO DE UM E A CONDENAÇÃO DE OUTRO

O julgamento de Renan Calheiros, que o Supremo Tribunal Federal acaba de fazer, é significativo para a comparação dos critérios usados por tribunais e juízes no momento de interpretar os elementos dos processos e decidir sobre condenação e absolvição.

Antes que se oponham críticas ideológicas à absolvição de Renan Calheiros, convém adiantar que o relator do processo, que a propôs, foi o, para os habituais opositores das decisões da Segunda Turma, insuspeito Edson Fachin, que,  fazendo jus a sua fama de jurista competente, desancou o Ministério Público,  renitente em oferecer meras suposições como sendo indícios e provas concretas, no mais das vezes apoiado em delações que não se podem tomar como insuspeitas.

Dentre outras coisas, disse ele que a narrativa desenvolvida pela Procuradoria Geral da República não dá suporte seguro para a ação penal iniciada.

Lembrando que na acusação se dizia que Renan e os demais  parlamentares indiciados teriam atuado para manter Paulo Roberto Costa em uma diretoria da Petrobras e, em contrapartida, que o ex-diretor teria agido para que a Serveng mantivesse contratos com a estatal e que entre os elementos que reforçariam a versão de delatores estaria a presença de Renan no velório de uma das pessoas supostamente envolvidas no esquema,  Fachin criticou o argumento absurdo.

Disse ele em seu voto, sobre isso, que  a pretensão de relacionar uma suposta facilitação no repasse de doações eleitorais à presença de Renan no velório de uma correligionária, que presidia, à época dos fatos, o comitê financeiro estadual para senador da República, bem como ao comparecimento ao seu enterro, reforça, pela simploriedade do argumento, a conclusão pela inexistência de justa causa para o recebimento da denúncia.

Outros defeitos foram analisados e serviram para fundamentar a decisão da Turma no sentido de absolver Renan Calheiros, que teve suas atividades parlamentares e particulares seriamente comprometidas por muitos anos de acusações insubsistentes.

É claro – e não quero deixar que se tomem minhas palavras como indiretas – que me refiro, ao falar da comparação entre certas decisões judiciais,  precisamente ao processo em que o Juiz Sérgio Moro condenou Lula por corrupção passiva e lavagem de dinheiro; e à confirmação da sentença pela 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, com aumento de pena.

No caso do Renan,  a decisão da 2ª Turma do STF considerou que sequer pode-se tornar ré uma pessoa com base em delação premiada que não esteja acompanhada de provas que corroborem a versão do delator.

No caso de Lula, a decisão do juiz Sérgio Moro, confirmada e agravada pelo TRF4, não parece firmar-se em provas concretas, mas em delações,  indícios e ilações que levaram ao chamado livre convencimento do juiz.

E é preciso entender – destaque que faço – que para o convencimento do julgador não devem entrar em cena, como provas, nem as delações premiadas, nem as suspeitas, nem os indícios, nem as meras ilações, e muito menos as convicções pessoais do juiz: é indispensável que, em face dos princípios de presunção de inocência e de que em dúvida deve-se julgar a favor do réu, há de a sentença condenatória fundar-se em provas irrefutáveis, vale dizer, concretas e cabais.

Sem isso, a justiça se tornará algo aleatória, o que não se pode admitir em um sistema onde se pretende que prevaleçam as leis e o senso de isenção e imparcialidade – o chamado Estado de Direito.

Vale lembrar a impressionante quantidade de juristas e operadores do Direito que se manifestaram publicamente contra a decisão que condenou Lula, apontando suas deficiências.

Por fim, reforça-se, do exposto, a tese de que  é danosa  a perda do foro especial por afastamento do cargo, submetendo o indiciado à possibilidade de interferências alheias ao mundo jurídico em seu julgamento, sejam a comoção social, a ação da imprensa, as preferências políticas e ideológicas, as simpatias e antipatias pessoais, as pressões inconscientes e, até mesmo, os interesses de grupos capazes de promover uma perseguição processual e o uso do “law fare”.

É preciso cuidado com a postura que se possa tomar em determinado momento histórico de realizar uma limpeza na sociedade a todo o custo ainda que justos paguem por pecadores – os fins justificando os meios em processos de justiçamento revestidos das formalidades legais, mas que em última instância constituem verdadeiros linchamentos.

22 setembro 2018 CHARGES

CLÁUDIO

22 setembro 2018 A PALAVRA DO EDITOR

SAUDADES, SAUDADES, SAUDADES…

Mês passado participei de um evento acontecido no Instituto Joaquim Nabuco, aqui no Recife.

Estou falando do lançamento de um livro do meu querido amigo Xico Bizerra, Cardeal da ICAS, igreja da qual sou Papa, a Igreja Católica Apostólica Sertaneja.

Xico é colunista fubânico pioneiro e um dos maiores compositores nordestinos da atualidade.

Dei notícia aqui no JBF sobre o fato.

Mas o que eu queria dizer é que aproveitei este evento do Xico e dei uma passeada pelo interior do Instituto Joaquim Nabuco, instituição ligada ao Ministério da Educação e que possui um acervo muito interessante.

Neste instituto existe o Museu do Homem do Nordeste.

E, lá no Museu, tem uma ala importantíssima destinada à cachaça!!!

Fiquei vagueando, suspirando e controlando as saudades no peito.

A abstinência compulsória que me foi imposta pelo meu cardiologista, e que cumpro fielmente como paciente disciplinado, não será violada nunca por tentações que surgem a toda hora na minha frente. Num boteco, numa feira, num mercado ou num museu.

No mostruário de cachaças, fiquei um bom tempo observando as garrafas que faziam parte da minha vida e que moram na minha lembrança até hoje. 

Suspiros, suspiros, suspiros, suspiros…

Ofereço aos estimados leitores fubânicos uma pequena lista de sinônimos populares da palavra Cachaça.

Tirei do meu querido Pequeno Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa, de Aurélio Buarque de Hollanda Ferreira.

Uma preciosidade que, apesar da maravilha que é a facilidade de fazer consultas e pesquisas pela internet, ainda ocupa um lugar de destaque aqui na prateleira da minha biblioteca

Vejam que lindo:

E, pra encerrarmos o expediente deste sábado com alegria e em alto astral, vou oferecer duas músicas cachacísticas pros leitores fubânicos.

Vamos ouvir dois clássicos aguardentísticos nas vozes do brega Oswaldo Bezerra e da saudosa Inezita Barroso!

Cantem e sacudam as minhas saudades.

Abalem este meu peito choroso e cheio de boas lembranças das gostosas lapadas!

22 setembro 2018 CHARGES

SINOVALDO

DOMÉSTICA… BRANCA

22 setembro 2018 CHARGES

DUKE

22 setembro 2018 JOSIAS DE SOUZA

NO PLANALTO OU NA CADEIA?

22 setembro 2018 CHARGES

CLAYTON

22 setembro 2018 COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COLUNISTA FUBÂNICO FAZ PALESTRA CIENTÍFICO-LITERÁRIA SOBRE A BUNDA

Comentário sobre a postagem A BUNDA – Belmiro Braga

Leonardo Dantas Silva:

“Agora, falando sério…

A Bunda é uma palavra originária do kimbundo (língua da família banta, falada em Angola pelos ambundos) que virou a paixão nacional…

No passado o vocábulo aparece registrado no “Novo Dicionário da Língua Portuguesa” (1836), de Constâncio, como um angolismo, e no “Grande Dicionário Português“, de frei Domingos Vieira (1871), na acepção de ‘nádegas de gente alcatreira’, vale dizer, ‘nadeguda’; em Portugal, entre os usuários atuais da língua, não é desconhecido, mas não é empregado.

Detesto quando moralistas do nosso tempo, tratam as nossas belas e fartas bundas…. pelo apelido de “bumbum” (!)

Com a maestria que lhe é peculiar, o poeta Carlos Drummond de Andrade a descreve no seu livro “O Amor Natural“:

“A bunda, que engraçada.
Está sempre sorrindo, nunca é trágica.

Não lhe importa o que vai
pela frente do corpo. A bunda basta-se.
Existe algo mais? Talvez os seios.
Ora — murmura a bunda — esses garotos
ainda lhes falta muito que estudar.

A bunda são duas luas gêmeas
em rotundo meneio. Anda por si
na cadência mimosa, no milagre
de ser duas em uma, plenamente.

A bunda se diverte
por conta própria. E ama.
Na cama agita-se. Montanhas
avolumam-se, descem. Ondas batendo
numa praia infinita.

Lá vai sorrindo a bunda. Vai feliz
na carícia de ser e balançar.
Esferas harmoniosas sobre o caos.

A bunda é a bunda,
redunda.”

* * *

22 setembro 2018 CHARGES

SPONHOLZ

22 setembro 2018 DEU NO JORNAL

JUMENTOS DIALOGANDO

O PT e seus aliados continuam desafiando a Justiça Eleitoral.

E distribuem em diversos estados – de Alagoas ao Rio Grande do Sul – santinhos com Lula como candidato.

* * *

Desafiar a justiça e pisar nas leis é hábito comum no ambiente esgotífero da petralhada.

Mentir, falsificar, falsear, manipular é prática corrente dentro do bando político no qual o PT está inserido e do qual é aliado.

O ilegal e mentiroso santinho da família Calheiros das Alagoas se casa muito bem com a figura do prisioneiro Lula lá estampada.

É feito pinico e urinol: a mesma coisa.

E como estes canalhas já sabem o tipo de eleitorado ao qual se dirigem, o investimento é garantido e tem retorno certo.

Gente que vota em Lula e Renan Calheiros merece mesmo tê-los como seus guias e deuses.

E, em falando de eleitores de Lula, me lembrei de uma música de Genival Lacerda, intitulada “Rock do Jegue“.

Nesta música existe um trecho onde ele fala em “dueto de relinchos“.

Ora, ora, um dueto de relinchos não é outra coisa senão uma conversa entre dois jumentos, dois eleitores de Lula!

Num é mesmo???!!!

O jumento fubânico Polodoro, um quadrúpede inteligente e racional, fica puto e extremamente irritado quando se lembra que pertence à mesma família dos irracionais que votam em Lula.

E vamos ouvir Genival cantando o Rock do Jegue:


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