26 setembro 2016 FULEIRAGEM

SINFRÔNIO – DIÁRIO DO NORDESTE

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26 setembro 2016 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

GERALDO FONSECA – RIO DE JANEIRO-RJ

Boa tarde,

Belchior compôs “Sujeito de Sorte“, letra na qual há um trecho que diz o seguinte:

“Ano passado eu morri,
mas esse ano eu não morro”.

Todavia, salvo engano, esse trecho da letra é de autoria de um cordelista; inclusive eu vi na TV Senado um programa sobre diversos cordelistas e foi mencionado o aludido trecho.

Pesquisando na Internet vim parar no seu blog, no qual foi citada a letra completa de um cordel em que há o referido trecho usado por Belchior atribuindo sua autoria a Zezinho da Divisão.

Procede?

Obrigado pela informação.

R. Caro leitor,

Consultei Maurício Melo Júnior, diretor do programa que você viu na TV Senado e colunista do JBF, e ele me respondeu com esta mensagem:

Mestre Berto,

O trecho vem de uma estrofe de Zé Limeira.

Eu já cantei no Recife
Dentro do Pronto Socorro.
Ganhei quinhentos mil réis
Comprei quinhentos cachorro.
Ano passado eu morri,
Mas esse ano eu não morro.

Abraços,

Maurício Melo Júnior

Quem quiser rever o documentário completo, é só clicar aqui .

Aliás, um documentário que conta com depoimentos deste Editor.

Disponha sempre deste espaço.

Abraços e uma boa semana.

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26 setembro 2016 FULEIRAGEM

ADNAEL – CHARGE ONLINE

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26 setembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

ENTREVISTA

Uma esclarecedora entrevista de Marco Antonio Villa para a Rádio Jovem Pan.

Vale a pena ouvir até o final.

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26 setembro 2016 FULEIRAGEM

GABRIEL RENNER – DIÁRIO GAÚCHO(RS)

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STAND-UP COM POESIA

SÓ NÓS DOIS

Tatue um verso teu na minha pele
Sele, chancele, à noite, a luz do dia
No fim, será só o fim, nada mais, enfim:
Será só nós, a sós, só tu e eu, poesia.

* * *

OUÇA O SEU CORAÇÃO

Se uma brisa suave
Roçar o seu rosto
Não se assuste
Não se agrave
Silencie, nada fale…
Ouça o seu coração
Pelo sim, pelo não
Descubra pois, a verdade
Aja com simplicidade
Quem sabe, seja eu
A sua outra metade

* * *

VISÃO DISTORCIDA

Vestida, nada vejo
Além da aparência
Não é esse meu desejo
Quero ver a essência.

Despida a luxuria
Me impede de vê-la
Com decência .
Desisti de você.

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26 setembro 2016 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

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26 setembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

LUIZ GONZAGA CANTA AS CIDADES BRASILEIRAS (2)- TERESINA (PI) E SÃO LUIZ (MA)

De Teresina a São Luis, um xote da dupla João do Valle e Helena Gonzaga.

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26 setembro 2016 FULEIRAGEM

SAMUCA – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

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26 setembro 2016 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SONIA REGINA – SANTOS-SP

Não sei se o Presidente que assumiu no lugar da despejada vai ter capacidade e condições de consertar o rombo que os antigos inquilinos fizeram. Não é tarefa fácil. Os desordeiros aproveitadores ficaram 13 anos no poder, tiraram cidadãos da miserabilidade mas, engendraram esse ato de forma que lhes proporcionasse o poder ad eterno.

O golpe parecia dar certo até que, começaram a pipocar a corrupção instalada em vários setores do governo e pior, com as torneiras abertas para a gastança, destruíram estatais, fundos de pensão e acertaram em cheio nossos bolsos.

Vejo cá e lá placas e gritos para retirarem o novo presidente do poder e fiquei intrigada. Quem assumiria a presidência, ou quem sabe, via novo golpe, novas eleições para trazer de volta o aproveitador antes que ele acerte contas com a justiça.

Temos ainda a protetora das arvores que saiu dos vermelhos mas, os vermelhos não saíram dela. Seria uma opção para que o aproveitador, com seu jeito de bajular as mulheres, sem dispensar que lhe prestem continência, continue no comando, aumente ainda mais seu patrimônio e de seus aliados, e principalmente, destrua seus opositores que são entre outros, aqueles milhares de eleitores que em 2014, não votaram na sua invenção de governante. 

Não sei, é tudo muito nebuloso. Só sei que o cidadão que rala o mês todo pra pagar seus impostos, aguarda um olho no olho do atual governo dizendo que vai trabalhar para colocar o País de volta nos trilhos. É só isso, não precisa mais nada.

Não tenha medo Presidente Michel, vá para os meios de comunicação de peito aberto e com palavras simples, diga o que encontrou e o que vai fazer, deixe o resto por nossa conta. É por isso que, por enquanto eu digo:

FICA TEMER!

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26 setembro 2016 FULEIRAGEM

BENETT – GAZETA DO POVO (PR)

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26 setembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

FESTIVAL DE TOLÔTES

Na última sexta-feira, 23, Lapa de Mentiroso concedeu uma entrevista ao comunicador pernambucano Geraldo Freire, da Rádio Jornal do Commercio, a emissora líder em audiência aqui do Recife e também no interior.

Foi um verdadeiro vendaval de tolôtes jogados no espaço, uma inverdade após a outra. Os ares pernambucanos ficaram bostiferamente poluídos.

Só mesmo nesta sofrida Banânia é possível a gente assistir a um espetáculo tão deprimente como este.

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Geraldo Freire e Lapa de Cunversador

Quem tiver paciência para ouvir tudo, é só clicar aqui.

Dependendo do ouvinte, ou vai ficar puto ou vai cair na risada. Isto os ouvintes em gozo perfeito de sua saúde mental.

Já os idiotas descerebrados irão aplaudir e acreditar em tudo que ele falou.

Destaco, como exemplo, três mentiras, três tolôtes que ele cagou oralmente ao falar de Eike Batista, o bilionário em cujos jatinhos Lapa de Corrupto cruzava os céus de Banânia pra cima e pra baixo. O Corrupto Passivo fala do seu Corruptor Ativo como se nem conhecesse ele.

Vejam:

1 – “Eu tive pouca relação com Eike Batista durante todo o meu mandato. O Eike Batista era tido e havido como o mais bem sucedido empresário brasileiro. Eu participei de um encontro em Comandatuba, chamado Hijos e Nietos de Los Hombres Más Ricos de La América Latina. Estava lá o Eike Batista disputando com o (Carlos) Slim, da Telefónica, que era o homem mais rico do mundo. O Eike Batista dizendo que ia passar o Slim”.

2 – “Ele (Eike) era uma figura bajulada. É só pegar o que se escrevia do Eike Batista. Eu nem sei se ele disse aquilo mesmo (a delação). Se é verdade aquilo mesmo”.

3 – “Se ele (Eike) fez, ele cometeu um crime. Se ele cometeu um crime, ele pague pelo crime que cometeu. Eu sinceramente acho que tem quer ser assim o País, sabe? Eu não sei se é verdade o que ele falou. Por enquanto eu só ouvi ele. Eu não ouvi o Guido ainda. Não conversei com o Guido. Não sei se ele disse. Aquilo quem disse foi a mulher do João Santana. Então é um disse que disse perigoso”.

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Canalha Mor num rega-bofe com Eike e embarcando num dos jatinhos do seu Corruptor Ativo

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26 setembro 2016 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

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CHAVEIRO “BOCA DE SINO”

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O moderno prédio do Citibank no “Recife Antigo

Em 1952 eu tinha 15 anos e estava iniciando minha carreira bancária, onde permaneci até a aposentadoria. Era “Office-boy” do The First National City Bank of New York, simplesmente conhecido como City Bank, o Banco americano, o qual funcionava num pardieiro na Av. Marques de Olinda, 114, no Bairro do Recife, atualmente “Recife Antigo”.

A região era conhecida como a “Wall Street” pernambucana, pois se concentravam ali várias instituições bancárias, casas de câmbio e firmas comerciais estrangeiras, dentre as quais o Royal Bank of Canadá, o Banco Nacional Ultramarino, o Banco Francês e Italiano para a América do Sul, o London Bank and South America Ltd. e o City Bank.

Entre os brasileiros: a Casa Bancária Magalhães Franco, o Banco Mineiro do Oeste, o Banco da Lavoura de Minas Gerais, o Banco Mercantil de São Paulo, o Banco Industrial de Pernambuco, o Banco de Crédito Real de Minas Gerais, a Caixa Econômica Federal de Pernambuco, o Banco Irmãos Guimarães, o Banco Comércio e Indústria de Minas Gerais, o Banco Comércio e Indústria de Pernambuco, o Banco Nacional do Norte e a Caixa de Crédito Mobiliário de Pernambuco.

“Seu” Leão – Affonso Arthur de Souza Leão – um dos mais idosos, era o Contador. Homem de uns 60 anos, muito ativo, dominava bem a língua dos gringos, bom datilógrafo, criatura de letra impecável, tinha conhecimento, nos mínimos detalhes, de todos os setores.

Detinha o cargo que representava de fato o “gerente brasileiro”, já que Mr. Carl Leonard Hagen, sendo americano, era o “Manda chuva de enfeite”, tal qual seu apelido circulante à boca-pequena..

Certa manhã de sábado cheguei para trabalhar bem cedo, como costumava faze-lo, a fim de treinar datilografia aproveitando as máquinas do Banco. Notei “Seu” Leão muito inquieto. Havia perdido seu chaveiro.

Era um acessório semelhante a uma boca e sino, um tipo muito apreciado naqueles tempos em que se acondicionava as chaves penduradas no cinturão, presas por um grampo ficando assim ocultas por uma luva de couro que se assemelhava a uma boca de sino.

Precisava das chaves para abrir a “Casa Forte”. O episódio da perda para ele era dramático. Somente três pessoas que tinham as chaves e os “segredos” que permitiam a filial funcionar. Sem cofre aberto nada poderia ser feito, pois ali eram guardadas as cédulas e moedas, além dos principais livros contábeis.

Achando que poderia ter deixado o chaveiro em casa, no bairro das Graças, pediu-me para ir até lá. Naqueles anos poucos tinham automóvel e telefone. E mesmo sendo um Executivo de grande prestígio no Banco “Seu” Leão não possuía nenhum desses dois bens tão úteis e abundantes no atual momento brasileiro, sobretudo porque sustentava uma família numerosa.

Peguei um auto-lotação e logo estava na porta de sua casa, na Rua Sérgio Magalhães, 49, nos Aflitos, onde bati palmas e logo surgiu uma menininha de uns seis anos, que de pronto gritou lá de dentro:

– É esmola é? Tem não!…

Insisti até ser atendido pela esposa do meu chefe, que aflita vasculhou a casa toda e não encontrou nem as cópias das chaves. Nesse intervalo “Seu” Meira – José Vicente Meira de Vasconcelos – o Subgerente, já providenciara a cópia da chave que faltava, indo em seu carrinho “Prefect” à casa de Mr. Hagen, que era o guardador de todas as chaves e senhas do Banco

Meninão disposto, cheio de gás, reconhecendo o drama de seu chefe, tive a ideia e desviei-me da rota de retorno. Passei no escritório em que meu pai trabalhava, pedi-lhe certo valor e me mandei para o Mercado de São José. Lá comprei um chaveiro boca de sino. Cheguei ao Banco esbaforido, mas sentindo-me um herói.

Meu intento era diminuir a aflição do chefe, mas, tão criança ainda, em pleno vigor dos meus 15 anos, nem pude perceber que ele preferia ter recebido as chaves ao chaveiro.

– Taqui “Seu” Leão, seu novo chaveiro boca de sino!

De pronto vi seu sorriso e ao abrir o pacotinho para presente sua fisionomia entristeceu. Abraçou-me sensibilizado e disse:

– Valeu, meu filho! Agora resta esperar que a sorte me ajude e alguém encontre minhas chaves.

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26 setembro 2016 FULEIRAGEM

IVAN – CHARGE ONLINE

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26 setembro 2016 DEU NO JORNAL

BABAÇÃO CULHONAL

Gilmar Mendes disse que foi “vergonhosa” a decisão de Ricardo Lewandowski de fatiar o impeachment.

Considero essa decisão constrangedora, é verdadeiramente vergonhosa. Um presidente do Supremo não deverá participar de manobras ou conciliábulos. Portanto, não é uma decisão dele. Cada um faz com sua biografia o que quiser, mas não deveria envolver o Supremo nesse tipo de prática”.

Ministros e ex-ministros estão escandalizados. Na história do STF, nunca um ministro atacou publicamente outro.

* * *

Gilmar Mendes pode ficar tranquilo: este Editor está aqui pra defendê-lo.

Toda e qualquer pessoa – desde um humilde cidadão até um ministro da suprema corte -, merece meus aplausos quando esculhamba um rato petêlho, como é o caso de Lewandowski .

Continue babando meu ovo e conte sempre com a minha solidariedade, Ministro Gilmar!

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26 setembro 2016 FULEIRAGEM

LUSCAR – CHARGE ONLINE

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26 setembro 2016 XICO COM X, BIZERRA COM I


http://www.forroboxote.com.br/
É MUITO ATREVIMENTO, MAS COMO EU SOU ATREVIDO … – 2

ANTONIO PEREIRA, falando sobre a Saudade, tratou-a como semente, que, se plantada em terra fértil, ela cresce e mata a gente:

Aí eu digo:

Escaldei bem a semente
Da saudade matadeira
Plantei-a em terreno quente
Pouca água a vida inteira
Joguei-a bem no baixio
Na beirada de um rio
Esperando invernia
Pra quando um dia chover
Ela, vexada, correr
Para outra freguesia

É MUITO ATREVIMENTO ... - 26.09

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26 setembro 2016 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JBF

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26 setembro 2016 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ACUNHÂNCIO TORQUEMADA – RECIFE-PE

Admiro o repentista
Com seus versos geniais,
Fazendo pra cada mote
Improvisos magistrais;
Glosando com maestria
Mostrando do que é capaz.

REPENTISTA

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26 setembro 2016 FULEIRAGEM

MÁRIO – TRIBUNA DE MINAS

mario

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TRISTEZA NÃO É DEPRESSÃO

A tristeza é um estado afetivo não confortável, vivido como um sentimento de pesar, de dor psíquica e moral. Geralmente relacionado a algo que contraria o que o indivíduo acredita ansiar. Ela pode produzir um sentimento de impotência, vontade de chorar e expectativa negativa quanto a eventos futuros, entre outros comportamentos. Vivenciar a tristeza permite que o indivíduo trabalhe suas perdas e se organize internamente, podendo superar a fase de dificuldade de maneira saudável.

Existem grandes diferenças entre tristeza e depressão; enquanto a primeira é sinal de saúde, a segunda é sinal de enfermidade. A doença do século, muitas vezes confundida com um sentimento de tristeza, deve ser diagnosticada o mais rápido possível para evitar danos irreversíveis ao paciente.

A depressão é um distúrbio cujas características vão muito além da tristeza. O indivíduo sente-se infeliz na maior parte do tempo, mesmo sem causa aparente. Começam a surgir sentimentos de apatia, indiferença, desesperança, falta de perspectivas ou prazer pela vida. A depressão é doença séria e, se tratada no início, terá uma cura rápida.

O repentista Job Patriota (1929-1992) demonstra sabedoria quando, em seis versos, explica de forma simples, objetiva e didática a necessidade do homem conviver com sentimentos de tristeza e alegria:

“Dor, tristeza e alegria
É tudo do mesmo tanto
Felicidade completa
Só conheço em quem é santo
Pois em cada gole de riso
Há cem mil gotas de pranto.”

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Job Patriota

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26 setembro 2016 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JBF

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26 setembro 2016 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

PAULO FERREIRA DA SILVA – CRUZEIRO-SP

Meu caro Berto.

Desde de segunda-feira que eu não conseguia acessar o nosso jornal.

Somente ontem com a chegada de um dos meus netos, que apesar da idade, é mestre nesse assunto da informática, encontrou um problema técnico no servidor de DNS que eu estava utilizando.

Confesso que fiquei desesperado pela falta que me fazia o Jornal da Besta Fubana tal como um viciado em cachaça que tem que ficar a seco!

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Um abraço!

R. Um cachacista militante ficar sem tomar a branquinha, de fato, é uma situação aflitiva.

Eu bem sei o que é isto desde que tive um piripaque cardíaco e virei abstêmio compulsório, vigiado de perto por Aline e pelos meus médicos…

Caríssimo leitor, esta palavra que você usou em sua mensagem, “desesperado“, é um retrato perfeito dos apaixonados por esta gazeta escrota.

Este seu neto é um cabra porreta!

Diga pra ele que envio um beijão. De outro avô também coruja.

Veja só: no ano passado, aí na sua região, leitores fubânicos fizeram uma romaria até o Santuário de Nossa Senhora Aparecida, em homenagem ao Jornal da Besta Fubana.

Veja:

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Eu fiquei ancho que só, vendo o nome desta gazeta na faixa que eles carregavam.

É uma honraria muito grande!

Brigadão pela força e por estas amáveis palavras.

Aproveito a oportunidade pra mandar um grande abraço pros 7 leitores que acessaram o JBF nos últimos dias a partir de Cruzeiro, segundo dados do Google Analytics.

Mande as ordens e disponha sempre deste espaço.

Paz, luz, saúde e uma longa vida!!!

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* * *

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Cruzeiro, com 77.000 habitantes e localizada no Vale do Paraíba Paulista

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26 setembro 2016 FULEIRAGEM

ALPINO – BLOG DO ALPINO

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26 setembro 2016 DEU NO JORNAL

MANCHETE DA SEGUNDA-FEIRA – AINDA TÁ FALTANDO O UM…

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O ex-ministro Antonio Palocci foi preso na 35ª fase da Operação Lava Jato, que foi deflagrada pela Polícia Federal (PF), na manhã desta segunda-feira (26), em São Paulo.

Antônio Palocci foi ministro da Casa Civil no governo Dilma Rousseff e ministro da Fazenda no governo Lula.

A ação foi batizada de “Omertà”.

A prisão do ex-ministro foi um pedido da PF, acatado pela Justiça.

Os policiais também cumprem mandados na casa e no escritório do ex-ministro.

* * *

Quer dizer, então, que a prisão se deu a pedido da Polícia Federal, num é?

Embora a PF seja uma instituição republicana – uma instituição altiva e eficaz -, pela teoria da fubânica petista Cobra Choca, o fato de ter pedido à justiça a prisão de um corrupto faz com que todos os policiais federais sejam suspeitos de ser filiados ao PSDB.

São todos eles tucanos reacionários e golpistas!

Vôte!!!

Com este rato dissimulado e de cara sonsa atrás das grades, agora só tá faltando mesmo Lapa de Corrupto Passivo, o chefão e administrador de todo o esquema petralhal-guabirutífero.

O nome da operação é que tá arretado: Omertà.

É uma excelente notícia para começarmos a semana!

Eu desconfio que daqui pro Natal ainda teremos mais excelentes novidades e que nós comemoraremos a chegada do Ano Novo com muitas alegrias… (quando digo “nós“, estou me referindo aos cidadãos honestos, às pessoas de bem e aos sadios de visão; os descerebrados da militância vermêio-istrelada irão continuar cegados pela paixão pulítico-ideológica e vão dizer que esta nova prisão faz parte da campanha de perseguição ao PT)

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26 setembro 2016 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

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http://www.fernandogoncalves.pro.br
TIPOS INESQUECÍVEIS

1. Para quem gosta de ler textos que deixam você se urinando nas calças de tanto rir, nesta época pós impeachment, de final de ano que não será tranquilo, apesar do sorriso monalisítico dos nossos dirigentes, recomendo aos de mente culturalmente desassombrada um livro que foi considerado por Bertolt Brecht como uma das três obras literárias do século XX: As aventuras do soldado Švejk, de Jaroslav Hašek, RJ. Objetiva, 2014, traduzido do tcheco por Luís Carlos Cabral. Uma leitura que traz uma sedução irresistível, uma vontade de quero-mais quando se termina as quase setecentas páginas do folhudo.jrl

O autor nasceu em Praga, Boêmia, hoje República Theca, à época parte do Império Austro-Húngaro, e viveu entre 1883 e 1923. De família humilde, abandonou os estudos aos 15 anos para trabalhar numa farmácia. Em 1902 concluiu os estudos de Comércio, sendo admitido num banco, onde foi logo demitido por um alcoolismo que foi a marca da sua vida. Casou-se, descasou-se, foi bígamo e fundou uma agremiação política denominada Partido do Progresso Moderado Dentro dos Limites da Lei. Alistou-se no Exército Austro-Húngaro em 1915, na Primeira Guerra Mundial, passando para o lado dos russos. Em 1920, de retorno a Praga, militou politicamente como nacionalista, iniciando a publicação de As aventuras do soldado Švejk, uma obra que previa seis volumes.

Segundo Luís Carlos Cabral, o tradutor, Jaroslav Hašek foi ainda comerciante de cães, passou uns períodos na prisão por suas atividades anarquistas, perambulou pelo país sem um centavo no bolso, tentou o suicídio pulando no rio Moldava, atuou como ator e produziu cerca de doze mil contos, artigos e reportagens, falecendo na miséria, por alcoolismo, seguindo os passos do pai, um mestre-escola que também morreu por vício similar. Seu livro, considerado sujo e vulgar para os moralistas da época, chamou a atenção de Max Brod, editor da obra de Franz Kafka, que o equiparou entusiasticamente a François Rabelais e Miguel de Cervantes.

Em 1938, com autor já falecido, As aventuras do soldado Švejk foi levado à fogueira pelos exércitos nazistas, juntamente com outros autores consagrados como Thomas Mann e Stefan Zweig, sendo reabilitado pelos soviéticos, que consideraram o texto popular e anti-imperialista. E o tradutor Luís Carlos Cabral declara que os leitores se divirtam, sem deixar de pensar, vendo como as coisas mudaram no último século para que muitas coisas continuassem parecidas.

O autor proclama: “Gosto muito do soldado Švejk. E estou convencido de que, quando narrar as aventuras que viveu ao longo da Guerra Mundial, todos os leitores sentirão a mesma simpatia por este herói humilde e desconhecido”. Assino embaixo sem titubear. Uma leitura para mentes que buscam assimilar um sadio humor universal, pacifista por derradeiro.

2. Há releituras, e algumas polileituras, que agigantam em nossos interiores uma vontade de continuar mais brasileiro que nunca a cada amanhecer, apesar das impunes esculhambações civis, militares e eclesiásticas que maculam, desde os anos 1500 e danou-se, a imagem de um país que sempre teve perspectivas futuras, segundo Stefan Zweig.vpb

Para ficar somente nos autores nordestinos não-pernambucanos, evitando bajulações estaduais tão em voga de uns tempos para cá, a favorecer dinastias nos campos e nas cidades das regiões interioranas, aproveitei o período olímpico para reler Viva o Povo Brasileiro (RJ, Objetiva, 2014, 672 p., edição especial de 30 anos), do baiano João Ubaldo Ribeiro (1941-2014), nascido João Ubaldo Osório Pimentel Ribeiro na Ilha de Itaparica, num 23 de janeiro, de infância vivenciada em Aracaju, Sergipe, onde seu pai era chefe de policia.

O livro do João Ubaldo é tido e havido como um dos mais importantes romances surgidos na literatura brasileira do século passado. Um trabalho que já nasceu monumental, inaugurando novo olhar ficcional sobre o nosso nem sempre glorioso passado, com suas violências físicas, suas elites autoritárias, seus abismais desníveis sociais, seus preconceitos enrustidos, suas hipocrisias religiosas, suas atividades parlamentares oriundas de compras de votos, caciquismos e carros pipas, brabezas demagógicas e populismos desvairados, baixa cidadania e golpes contra a democracia e novos modos corruptos de agir e pensar.

Quando se perguntava ao João Ubaldo como teria surgido o Viva o povo brasileiro, ele respondia sem aquela afetação dos que se imaginam gigantes pela própria natureza, recheados de blá-blá-blás intelectualoides: “Eu queria escrever um livro grande”. E o calhamaço findo, devidamente pesado numa venda de Itaparica, perto da antiga casa do seu avô, atingiu a marca de seis quilos e seiscentas gramas, resultando em um “folhudo” de 673 páginas, que venceria os prêmios Jabuti e Golfinho de Ouro de Melhor Romance, sendo vertido para o inglês (EEUU) em 1989, para a Alemanha (1988), Espanha e França (1989) e Itália (1997).

Segundo Rodrigo Lacerda, um dos prefaciadores da edição especial de 30 anos de Viva o povo brasileiro, “são heróis e anti-heróis, que nascem tanto nas classes dominantes quanto no meio popular, e um ponto alto do romance é o encontro desses dois mundos, a história de amor entre Patrício Macário, um homem de posição convertido à causa do povo, e à rebelde Maria da Fé, líder da misteriosa Irmandade Brasileira.” Um romance de estilo “abarrocado”, segundo o próprio autor, com pitadas de humor deliciosas, para muxoxos dos bostíferos que imaginam o humor sintoma de desseriedade patológica.

Acabei de reler o romance do Ubaldo minutos antes da final da Paralimpíadas Rio 2016, emocionado pelas medalhas conquistadas pelo notável Daniel Dias, um atleta arretado de ótimo.

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26 setembro 2016 FULEIRAGEM

DUKE – O TEMPO (MG)

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CLEMENTINA DE JESUS

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Clementina de Jesus da Silva, cantora, nasceu em Valença (RJ), no dia 7.2.1901, e faleceu no Rio de Janeiro (RJ), no dia 19.7.1987, com 86 anos de idade.

Filha de um violeiro e de uma capoeirista, desde criança ouvia os cantos de trabalho, jongos, benditos, ladainhas e partidos altos cantados pela mãe.

Mudou-se com a família para o Rio de Janeiro, passando a adolescência no Bairro de Osvaldo Cruz. Aos 12 anos, desfilava no Bloco Moreninhas das Campinas. Três anos depois, já cantava no Coro de uma das muitas igrejas de seu bairro. Por essa época, participava das rodas de samba na casa de Dona Maria Nenê. Mais tarde, passou a frequentar o Grêmio Recreativo e Escola de Samba Portela

Em 1940, casou-se com Albino Pé Grande e foi morar no morro da Mangueira. Durante 20 anos, trabalhou como empregada doméstica, cantando só para os amigos, sendo descoberta, aos 63, por Hermínio Bello de Carvalho.

Sua primeira aparição como cantora profissional se deu em 1964, quando, a convite de Hermínio, participou do show O Menestrel, com Turíbio Santos. Em 1965, integrou o Musical Rosa de Ouro, apresentado no Teatro Jovem do Rio de Janeiro e dirigido por Hermínio Bello de Carvalho e Kleber Santos, ao lado da veterana Aracy Cortes e do Conjunto Rosa de Ouro, que tinha como integrantes, entre outros, Paulinho da Viola, Elton Medeiros e Nelson Sargento. Dele, forram editados dois LPs, o Rosa de Ouro 1, em 1965, e Rosa de Ouro 2, em 1967.

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O show seguiu em turnê pela Bahia e teatros São Paulo. Em 1966, Clementina viajou para Dacar e Senegal, representando o Brasil no Festival de Arte Negra, acompanhada de Elizeth Cardoso, Elton Medeiros e Paulinho da Viola. É também de 1966 seu primeiro disco solo, Clementina de Jesus, pela Odeon.

Nessa época, participou de Concertos na Aldeia de Arcozelo e, em dueto com Helcio Milito, apresentou, na Sala Cecília Meirelles, do Rio de Janeiro, a Missa de São Benedito, de autoria de José Maria Neves. Em 1967, prestou seu histórico depoimento para o MIS – Museu da Imagem e do Som, no qual foi entrevistada por Hermínio Bello de Carvalho e Ricardo Cravo Albin.

Em 1968, com João da Baiana e Pixinguinha, gravou o disco Gente da Antiga, lançado pela Odeon. Nesse mesmo ano, ao lado de Nora Ney e Cyro Monteiro, lançou o LP Mudando de Conversa, gravação do show homônimo, realizado no Teatro Santa Rosa, no Rio de Janeiro, com roteiro e direção de Hermínio Bello de Carvalho.

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Ainda em 1968, lançou o LP Fala Mangueira, com Carlos Cachaça, Cartola, Nélson Cavaquinho e Odette Amaral. No ano de 1970, gravou seu segundo disco solo, Clementina Cadê Você, lançado pelo MIS, no ano de 1973, e, cinco meses depois de sofrer uma trombose que, conforme parecia, ameaçava encerrar sua carreira artística, lançou, pela Odeon, o LP Marinheiro Só, produção de Caetano Veloso.

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Ainda em 1973, fez uma participação especial no LP Milagre dos Peixes, de Milton Nascimento, na faixa Escravo de Jô, de Milton e Fernando Brant. No ano de 1976, lançou o LP Clementina de Jesus – Convida Carlos Cachaça. Em 1977, participou, como convidada, de Clara Nunes, do LP As Forças da Natureza. Em 1979, gravou seu derradeiro disco, Clementina e Convidados, pela Emi-Odeon.

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No ano de 1982, a Escola de Samba Lins Imperial se apresentou com enredo em sua homenagem: Clementina – Uma Rainha Negra. Em 1983, recebeu, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, grande homenagem. Ainda em 1983, participou do LP O Canto dos Escravos, com Doca e Geraldo Filme, interpretando cânticos dos escravos de Minas Gerais, lançado pela gravadora Eldorado.

Em 1985, recebeu do Governo Francês, através do Ministro da Cultura Jack Lang, a Comenda da Ordem das Artes e Letras, com a presença de Jorge Amado, Caetano Veloso e Milton Nascimento.

Seu último show foi no mês de maio no Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro, no ano de 1987, vindo a falecer em julho desse mesmo ano.

Em 2000, às vésperas da comemoração de seu Centenário, foi produzida, por Hermínio Bello de Carvalho e João Carlos Carino, uma caixa com nove CDs, reunindo quase toda sua obra gravada em LPs na Odeon, com exceção do disco produzido no MIS.

Também a gravadora EMI prestigiou-a com dois CDs, na Série Raízes do Samba, um com partes do show Rosas de Ouro, e outro individual, com grandes sucessos de sua carreira.

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Clementina de Jesus ficou conhecida como a Rainha Ginga ou Rainha Quelé. A primeira homenagem, devido a sua importância e grandeza na música popular, divulgando as raízes africanas, e, a segunda, pela corruptela carinhosa de seu nome.

Todos os discos acima citados são facilmente encontráveis no mercado virtual especializado.

Sua discografia é extensa. Mencionarei aqui alguns de suas criações que ficaram para sempre em minha cabeça de amante da MPB e trombonista de carnaval: Nasceste de Uma Semente, de José Ramos; Saudosa Mangueira, de Herivelto Martins; Sei Lá, Mangueira, de Pulinho da Viola e Hermínio Bello de Carvalho; Sabiá de Mangueira, de Frazão e Benedito Lacerda; Vai, Saudade, de Candeia e David da Portela; A Coruja Comeu Meu Curió, tradidional; A Mangueira Lá no Céu, de Maurício Tapajós e Hermínio Bello de Carvalho; Pergunte ao João, de Helena Silva e Milton Costa; Marinheiro Só, de Caetano Veloso; Tantas Você Fez, de Candeia; Olhos de Azeviche, de Jaguarão; Na Hora da Sede, de Braguinha e Luís Américo; Torresmo à Milanesa, de Adoniran Barbosa e Carlinhos Vergueiro; e Sonho Meu, de Dona Ivone Lara e Délcio Carvalho.

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Rainha Quelé

Dentro de meu agrado, escolhi estes cinco sambas como pequena amostra do trabalho desse grande ícone da Música Popular Brasileira:

Vai, Saudade, de Candeia e David da Portela:

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Pergunte ao João, de Helena Silva e Milton Costa:

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Marinheiro Só, de Caetano Veloso:

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Sei Lá, Mangueira, de Paulinho da Viola e Hermínio Bello de Carvalho:

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Torresmo à Milanesa, de Adoniran Barbosa e Carlinhos Vergueiro, com participação de Adoniran:

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E, a pedido do leitor Flávio Feronato, Incompatibilidade de Gênios, de João Bosco e Aldir Blanco.

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26 setembro 2016 FULEIRAGEM

PASSOFUNDO – CHARGE ONLINE

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CHUÁ, CHUÁ

Música para uma tranquila tarde de domingo.

O alagoano Augusto Calheiros interpretando belíssima composição de Pedro Sá Pereira e Ary Pavão, gravada em 1940.

Augusto Calheiros (1891-1956)

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25 setembro 2016 FULEIRAGEM

S. SALVADOR – ESTADO DE MINAS

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25 setembro 2016 DEU NO JORNAL

TUDO É POSSÍVEL

A estranha chegada do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega às 4h30 da madrugada no Hospital Albert Einstein, onde sua mulher faria um procedimento não explicitado, provocou a desconfiança de setores da Lava Jato, em Curitiba, sobre eventual vazamento da 34ª fase da operação.

A suspeita é que a ida de Mantega ao hospital pode ter sido planejada, e o objetivo seria provocar uma “comoção” com a prisão.

Mantega parecia preparado para ser preso: usava casaco pesado, boné e até cavanhaque, truques de disfarce.

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Oficialmente, Mantega acompanhou sua mulher para internação no hospital, às 4h30, com objetivo de se preparar para o “procedimento”.

“Nem paciente do SUS precisa chegar aqui às 4h30 para qualquer coisa”, diz um desconfiado funcionário do Albert Einstein.

Se a PF concluir que há elementos suficientes para estabelecer a suspeita vazamento, um inquérito deve ser aberto para apurar.

* * *

Destes componentes da elite petralha, eu espero tudo.

Tudo mesmo.

Toda e qualquer safadeza.

Todos eles estudaram na mesma cartilha: a vida e a obra de Lapa de Cabra-Safado.

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“Cumpanhero Mantega, demagugia e mintirada é cumigo mermo: inquanto tiver gente indiota neztepaiz, tudo que nóis falar eles acridita”

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25 setembro 2016 FULEIRAGEM

CLAYTON – O POVO (CE)

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25 setembro 2016 DEU NO JORNAL

ERROS EM SÉRIE

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Depois de seu governo colecionar mais trapalhadas, desta vez nas idas e vindas sobre a necessária reforma no ensino médio, o presidente Michel Temer terminou a semana amargando o indigesto sabor da suspeição. E como na política o aliado de ontem esconde o algoz de amanhã, ele pode ter de responder por suposto pedido de propina para Gabriel Chalita, candidato do PMDB à Prefeitura de São Paulo em 2012, hoje vice na chapa do petista Fernando Haddad, um dos animadores do “Fora Temer”.

Mesmo que não dê em nada, o ministro Teori Zavascki empanou a comemoração dos 76 anos do presidente e encheu de delícias o prato dos opositores a uma semana das eleições municipais.

Na sexta-feira, pouco depois da notícia na internet, redes sociais destacavam a “abertura de processo” contra Temer, com uma saraivada de xingamentos e mentiras, bem ao estilo da turma alimentada pelo PT.erros_02

Zavascki determinou a abertura de petição no âmbito do Supremo, uma espécie de investigação preliminar, sobre os trechos do depoimento em que o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, cita Temer. E encaminhou o caso para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que deverá decidir se abre ou não inquérito.

Machado diz que Temer pediu e conseguiu obter R$ 1,5 milhão para financiar a campanha de Chalita. E que a propina teria vindo da Queiroz Galvão, uma das empreiteiras investigadas pela Lava-Jato.

A delação também envolve o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), os ex-presidentes José Sarney (PMDB) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB), os senadores Romero Jucá (PMDB) e Aécio Neves (PSDB), a ex-ministra Ideli Salvatti (PT) e outros tantos. Diante de lista tão extensa, Zavascki decidiu fatiá-la em petições distintas.

Ainda que tudo esteja na fase inicial, o sinal verde para investigar Temer é mais um revés para um governo que necessita de vitórias e não tem conseguido produzi-las. Ao contrário. Executa o malabarismo de transformar até o que poderia ser uma boa nova em má notícia.

Ministros que falam demais, que têm encantamento absoluto com o próprio umbigo, que preferem uma manchete de jornal à solução dos problemas para os quais o país os remuneram. Projetos lançados sem negociação prévia, algo que trai a experiência congressual de Temer. Um conjunto de equívocos perdoáveis na interinidade, seriíssimos na condição de titular.

Como de praxe, debitam-se os erros à comunicação. Um diagnóstico apressado, fácil, com o qual os governos tentam esconder suas fragilidades. É sempre assim: se o governante acerta e sua popularidade cresce, o mérito é exclusivamente dele; se tropeça, a culpa é da comunicação ineficiente.

No caso de Temer, que assumiu o país em frangalhos, os problemas econômicos e sociais, políticos e morais foram herdados. Portanto, criar novos é absolutamente dispensável.

Isso vale para o vai-não-vai sobre as reformas da Previdência e trabalhista. E também para a Medida Provisória que muda o ensino médio, que, em vez de ser objeto de indecisão e recuo, poderia ser lançada como uma provocação ao debate. E alterada no Congresso até mesmo por sugestão da base governista.

Governo algum se faz em semanas ou poucos meses. Mas, ao contrário daqueles recém-eleitos que têm pelo menos cem dias de trégua, Temer carrega o passivo incômodo de ser taxado de “golpista”, de não ser popular.

Para sobreviver, terá frear os erros. E acertar em dobro.

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25 setembro 2016 FULEIRAGEM

DUKE – O TEMPO (MG)

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25 setembro 2016 DEU NO JORNAL

UM PLACAR HISTÓRICO

A Corte Especial do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) manteve hoje na última quinta-feira, 22, por 13 votos a um, o arquivamento da representação contra o juiz federal Sérgio Moro interposta por 19 advogados em abril deste ano. Os profissionais recorreram contra a decisão do corregedor-regional da 4ª Região, proferida em junho, de arquivar as reclamações contra o magistrado encarregado de julgar os processos da Operação Lava Jato.

Na representação, os autores pediam a instauração de processo administrativo disciplinar (PAD) contra Moro e seu afastamento cautelar da jurisdição até a conclusão do PAD.

Segundo o relator do processo, desembargador federal Rômulo Pizzolatti, não há indícios de prática de infração disciplinar por parte de Moro. Ele ressaltou que a Operação Lava Jato constitui um caso inédito no Direito brasileiro, com situações que escapam ao regramento genérico destinado aos casos comuns.

A publicidade das investigações tem sido o mais eficaz meio de garantir que não seja obstruído um conjunto, inédito na administração da justiça brasileira, de investigações e processos criminais – ‘Operação Lava-Jato’ -, voltados contra altos agentes públicos e poderes privados até hoje intocados”, avaliou Pizzolatti.

O desembargador observou que o Supremo Tribunal Federal (STF) permite, em casos excepcionais, a violação de correspondência, para que a garantia constitucional não constitua instrumento de práticas ilícitas. “Por razões análogas, o sigilo das comunicações telefônicas – expressamente relativizado pela Constituição – não poderia favorecer condutas ilícitas de investigados, tendentes à obstrução das investigações criminais”, afirmou Pizzolati.

Na conclusão de seu voto, voltou a destacar o ineditismo da Operação Lava Jato que, segundo ele, “traz problemas inéditos e exige soluções inéditas”.

Em tal contexto, não se pode censurar o magistrado, ao adotar medidas preventivas da obstrução das investigações da Operação Lava Jato. Apenas a partir do precedente do STF (Reclamação nº 23.457) é que os juízes brasileiros, incluso o magistrado representado, dispõem de orientação clara e segura a respeito dos limites do sigilo das comunicações telefônicas interceptadas para fins de investigação criminal”, concluiu.

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* * *

Uma decisão por 13 votos contra 1 é praticamente uma unanimidade.

E tinha que ter o número 13, a dezena da podridão, já que estamos falando de uma poderosa quadrilha do tipo 171, aquela que é composta por meliantes que odeiam o Dr. Sérgio Moro.

É um conforto e um honra pro destemido juiz saber que tem contra ele esta cambada de cabras safados.

Isto só faz brilhar mais ainda o currículo do nobre magistrado, o verdadeiro Herói do Povo Brasíleiro!

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25 setembro 2016 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JBF

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BALADA NEGRA – Rolando Boldrin

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