ARENGA

DO DEPUTADO PERNAMBUCANO SILVIO COSTA:

“Uma contadora da construtora disse que Jarbas tinha recebido “toco”, que significa propina. Tinha documentos de pagamento para um tal de J. B. Vas. Será que J. B. Vas era Obama? Era Dilma? Era Lula? Vamos fazer aqui uma CPI para apurar 20 anos de corrupção no Brasil e ver se Jarbas vem aqui explicar esse caixa dois, essa propina que ele recebeu”

“Ele é frouxo, se tivesse coragem teria dito os políticos corruptos. Quero ajudar o Brasil a identificar mais um farsante”. O senador tem que entender que não é nenhum timoneiro da moralidade, nenhum paladino da ética”.

“Qual a moral que um parasita do poder tem para criticar o Bolsa Família? Jarbas disse que a corrupção começou em 94. Quero corrigir um lapso de memória do senador. A corrupção começou em 93 e foi com ele. A primeira CPI do Caixa Dois foi em Pernambuco”.

“Isso aqui foi um cambalacho que ele fez para ser um marajá, um parasita do dinheiro público. Quantos pareceres ele deu como procurador? Quem tem uma sinecura dessas não pode criticar o Bolsa Família. Com o dinheiro que recebeu até agora dá para comprar 50 mil bolsas famílias, só para uma única família, a dele”

* * *

DO SENADOR PERNAMBUCANO JARBAS VASCONCELOS:

“Neste exato momento em que falo para os senhores e senhoras, sei que estão vasculhando a minha vida, investigando as minhas prestações de contas à Justiça Eleitoral e à Receita Federal. Não tenho o que esconder, pois disputei em Pernambuco algumas das eleições mais acirradas da história do Estado.”

“Não temo esses investigadores, apesar de considerá-los credenciados para tal função, pois de crimes eles entendem.”

“Essas iniciativas, que têm por objetivo me intimidar, não me surpreendem nem me assustam. Tenho 40 anos de vida pública. A esses arapongas, digo apenas que enfrentei coisas piores quando, na década de 1970, denunciei torturas e violências praticadas pela ditadura militar. Eles não me amedrontam.”

“A verdade é sempre inconveniente para quem vive da mentira, da farsa e é beneficiário dessa realidade perversa. Eu constatei o óbvio. Apenas isso. Essa realidade exige ações corretivas – correção de rumos e de práticas. Nunca tive, não tenho e nem desejo ter vocação para ser paladino da ética. E mais: desconfio daqueles que querem sempre pairar acima dos demais. A verdade é que fui eleito Senador da República para exercer uma função política e não policial ou investigatória.”

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