LINHA DE FORÇA

Ele está uma pressa sem passos e sem sentido
Qual em muito, edulcora o que não tem razão
Há o tempo e há o menino, ainda desprotegido
Que virou um homem não se tomado dimensão.

E a realidade pesou às palavras e ao conselho
Tantos dias onde o silêncio se fez contestação…
Mas a ruga alhures e engastada além espelho
Acendeu um rasgo de luz à completa escuridão.

Há elos que estão além da constância dos aros
E destes, todavia, um humano é ser bem maior.
Por que, no inconteste, o agastar-se de tranças?

Os instantes, nunca os mesmos e sempre caros
Notam haver piedade onde o respeito foi menor
E se ajoelham à vida que lhe devolva esperanças.

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