Infelizmente, mote é este, poetas:

“CICINHO GOMES MORREU”

Cicinho faleceu ontem às l6:30h, no Hospital de Tabira, e será sepultado hoje, ás l6h, no cemitério local.

O Pajeú ficou sem o autor de estrofes como esta, que estão na “I Antologia de Tabira – Poesia e Prosa”:

“Quando eu não bebia cana
Até chuva me ofendia.
Peguei beber por remédio,
Foi tão grande a serventia
Que até a dor da saudade
Não dói mais como doía.

Depois que mamãe morreu,
Aumentaram meus fracassos.
Se estou dormindo desperto
Parecendo ouvir os passos
Daquela que em muitas noites
Me deu por berço os dois braços.”

GRANDE AMIGO DE FILÓ,
DE LOURIVAL, DE CANCÃO,
DE DIMAS BIBIU, DE JOÃO
PARAIBANO E DIÓ.
DOIDO POR CRISANTO E JÓ,
COM QUEM COMO IRMÃOS VIVEU.
HOJE O PAJEÚ SOFREU
E O PARAÍSO SORRIU
QUANDO A NOTÍCIA SURGIU:
“CICINHO GOMES MORREU.”

Abracemo-nos!

R. Transcrevo mensagem que recebi de Zelito Nunes:

Perdemos muito ou quase tudo com a morte de Cicinho.

Poetinha Dedé , quem como eu, conheceu Cicinho, pode dizer que muito perdeu….

Deus , se entender alguma coisa de poesia, agora vai se dar muito bem…

Cicinho , vai pro céu….

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