UM BURGUÊS TABACUDO

O Tribunal de Contas da União (TCU) cobrou nesta quarta de Bruno Maranhão, líder do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), a devolução de R$ 3,3 milhões repassados pelo governo em convênios firmados a partir de 2003. Após o MLST invadir e depredar o Congresso, em junho de 2006, o tribunal auditou os convênios e descobriu que a verba, cerca de R$ 5 milhões, não foi devidamente investida na melhoria de assentamentos.

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Este pernambucano, Bruno Maranhão, é o protótipo mais perfeito e acabado do tabacudo zisquerdista nacional. Quer dizer, é o protótipo ideológico, pois materialmente, ao contrário do zisquerdista fudido, é um abastado herdeiro de tradicional família burguesa do estado, morador de uma mansão em Casa Forte, amigo pessoal de Lapa de Asno e despejador de merda sempre que abre a boca pra falar.

Os auditores do TCU, avaliando a possibilidade dos delinquentes não devolverem o dinheiro roubado aos cofres públicos, já estudam a possibilidade de bloquear os bens dos quadrilheiros.

Abaixo, alguns momentos do zisquerdista Bruno Maranhão:

Dando entrevista em sua mansão de Casa Forte

Sendo recebido em audiência por Lapa de Asno

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