LUISELZA PINTO – TERESINA-PI

Talvez a nossa língua pátria seja cheia de meandros (Curvas, rodeios.), mas devemos dominá-la, dentro das nossas possibilidades, até que a leitura e o estudo se tornem fáceis a ponto de sequer os percebermos como algo não natural. Nada há melhor que aprender e aprendemos à medida que reconhecemos não saber. Pensemos nas palavras:

“É impossível para um homem aprender aquilo que ele acha que já sabe.” (Epiteto)

Dessarte (Destarte, assim sendo, deste modo, desta maneira…), não deve haver o mínimo constrangimento ao se admitir que não se sabe a respeito de algum assunto. Mesmo porque, com a quantidade de informação que é produzida no mundo, a cada instante, nas diversas áreas do conhecimento, impossível manter-se inteirado (Informado, ciente.) de tudo. Advém daí a necessidade de fitar, no sentido de colocar a vista, a concentração em alguma coisa.

O que não é viável (Possível.), em nenhuma situação, achar-se como inferior às pessoas outras ou tomar-se como alguém nascido para sofrer; pensamentos assim, sempre prejudicam e nunca constroem passos firmes na direção da realidade.

“A vida é curta no sentido da finitude, contudo é infinita no aspecto da importância. E cada segundo é mais valioso que o mais caro dos diamantes.” (Luiselza Pinto)

Deveras (Verdadeiramente, realmente.) reside aí o fato de não podermos desistir, ainda que fracos e abalados pelas “pancadas” do caminho. Então, mãos à obra e, para os que desejam aprender sem ter a mira em concursos ou, para os concurseiros iniciantes, nada melhor do que começar pelo português e por pensamentos construtivos, não é mesmo?

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