31 dezembro 2016 FULEIRAGEM

CHICO CARUSO – O GLOBO

31 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

NOVO ANO

31 dezembro 2016 FULEIRAGEM

CLAYTON – O POVO (CE)

MOSQUITA EM PERIGO

O ano em frases – Fevereiro

“Então, nós temos de combater o mosquito nas nossas casas. Por que que ele está nas nossas casas? Porque se o mosquito gosta de fruta, de inseto, enfim, o mosquito não é o mosquito macho. Ele não pica as pessoas, quem pica e gosta de se alimentar do sangue humano é a mosquita. E ela é sensível ao cheiro”.

Dilma Rousseff, no programa de comícios Minha Casa, Minha Vida, ensinando que é a mosquita que gosta de gente.

31 dezembro 2016 FULEIRAGEM

LUSCAR – CHARGE ONLINE

31 dezembro 2016 FULEIRAGEM

PAIXÃO – GAZETA DO POVO (PR)

31 dezembro 2016 A PALAVRA DO EDITOR

FIM DE ANO, FIM DE FEIRA

Já que está se falando tanto em final de ano, vamos falar agora de final de feira. Feira autenticamente nordestina.

O talentoso Poeta Dedé Monteiro, um ícone da cultura nordestina na atualidade, é o autor do poema Fim de Feira, declamado por Ruiter Lima no vídeo abaixo.

Neste mês de dezembro, no dia 22 passado, Dedé Monteiro recebeu das mãos de Paulo Câmara, governador do estado, o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco.

31 dezembro 2016 FULEIRAGEM

DUKE – O TEMPO (MG)

TRANSPORTES 

O Brasil é extenso. Para cobrir a vastidão territorial, o país, de dimensões continentais, necessita de estradas, ferrovias, aeroportos e portos. Vias à disposição de quem se interessar para escoar a produção, transportar passageiros, promover o espontâneo desenvolvimento econômico. Por todos os recantos geográficos.
 
A utilização dos meios de transporte mais rápido começou a tomar vulto a partir do século dezenove. Começou com a construção de ferrovias, mas, logo depois a atenção passou para as rodovias, sob o incentivo do processo de industrialização, depois que o processo de industrialização se instalou no Brasil no século vinte. Em detrimento do sistema ferroviário que foi classificado com lento e caro na construção de linhas férreas.

Desde então, o transporte rodoviário é o mais utilizado. Apesar da péssima qualidade disponível. Para cobrir o gigantismo territorial, foi necessário construir imensa malha. A extensão da malha supera 1,8 milhões de quilômetros. Pelo tamanho, a malha rodoviária brasileira é a quarta maior do mundo. Apesar dos pesares, movimenta mais da metade das cargas transportadas.

Todavia, por falta de cuidados, reduzido nível de investimento na deficiente infraestrutura, a malha rodoviária é esburacada, lenta e perigosa. O que torna o transporte de cargas, apesar de eleito como o preferido, como o mais caro e demorado. Dentre os demais.

Somente o estado de São Paulo tem o privilégio de possuir autoestradas. Concedida a exploração da iniciava privada, as estradas paulistas cobram pedágios em demasia para oferecer boas condições de tráfego.

No restante do país, a malha rodoviária recebe a classificação de péssima, ruim ou regular.  Como as rodovias são administradas pelos estados, as condições de trafegabilidade são precárias.  No Norte e Nordeste, então, a falta de manutenção, derivada de falhas na pavimentação, sinalização, fiscalização e também na geometria, causam tremendo prejuízo aos transportadores. Ao contrário da Alemanha e França que fazem questão cerrada de manter cem por cento das estradas super pavimentadas.

Como não foram modernizadas, as rodovias nacionais registram constantes acidentes e mortes. O que causa enormes prejuízos ao setor, sacrificando a competitividade logística. A ausência de duplicação de vias, a carência de acostamentos, as curvas perigosas, asfaltos esburacados e a erosão atormentam os caminhoneiros que gastam os tubos no consumo de combustível e na manutenção dos veículos. Sem escapatória, o custo é repassado ao setor produtivo e consumidores. Situação que não ocorre nos portos que contam com eficiente estrutura.  Apesar de preteridos e apresentar serviços mais baratos. 

Quando se pensa nos serviços de exportação, importação e na atração de investimentos estrangeiros um dos  itens mais cobrados pelos investidores tem nítida relação com os meios de transporte.

Eleito com um grande produtor de grãos, o Brasil tem de melhorar os investimentos nos meios de transporte. Dispensar mais atenção às hidrovias e ferrovias para desafogar as congestionadas rodovias.

Assim, como as comunicações, os meios de transportes são perfeitos modais para garantir os projetos de desenvolvimento econômico que forem aparecendo. Inclusive o aéreo, ainda não consolidado no Brasil, embora seja o mais indicado para o setor produtivo altamente preocupado com a rapidez e a eficiência nas transações internacionais.

31 dezembro 2016 FULEIRAGEM

ACIR – CHARGE ONLINE

O SONHO – Rolando Boldrin

31 dezembro 2016 FULEIRAGEM

MIGUEL – JORNAL DO COMMERCIO (PE)

31 dezembro 2016 DEU NO JORNAL

UM ANO QUE JÁ NASCE VELHO

Ruy Fabiano

Um retrato do que foi 2016 e o que aguarda o país em 2017 pode ser extraído de uma advertência feita por uma associação que reúne oficiais da PM e dos Bombeiros do Rio, que pediu o cancelamento do réveillon na orla carioca em face da “possibilidade da ocorrência de manifestações que, pela amplitude e quantidade de pessoas envolvidas, poderão tomar proporções violentas”.

Pode ser – e talvez seja – paranoia pura. Mas o simples fato de as tensões da crise não cederem nem à tradicional trégua de fim de ano mostra em que pé as coisas estão. O país entra no ano novo com o mesmo espírito com que deixa o velho: em profundo estresse.

Quanto mais informado se está, menos se arrisca a uma previsão, façanha hoje restrita a pitonisas e pais de santo.

O país tanto pode sair da crise atravessando a pinguela institucional de que fala FHC – isto é, levando Michel Temer, aos trancos e barrancos, até 2018 -, como pode entrar numa zona de turbulência, com desobediência civil, renúncia, greve geral e mais e mais protestos violentos de rua, que podem desaguar tanto em eleições diretas antecipadas como em intervenção militar.

Ninguém arrisca um palpite; no máximo, uma torcida. Os agentes econômicos torcem pela pinguela, que propiciaria um ajuste mínimo na economia antes que o país mergulhe nas incertezas de uma campanha eleitoral. Os políticos estão divididos: a esquerda, banida do poder, quer antecipar as eleições; os demais preferem empurrar com a barriga, muitos temerosos das delações da Lava Jato e ansiosos por manter pelo maior prazo possível o foro privilegiado.

Concretamente, o que se sabe é que, já no primeiro trimestre, as 77 delações da Odebrecht devem chegar ao público. Anunciam-se, pelo que já vazou, devastadoras. Não poupam o presidente da República, seus antecessores e os que pretendem sucedê-lo; e, segundo se diz, alcançam cerca de duas centenas de parlamentares.

Se o TSE cassar a chapa Dilma-Temer, a Constituição manda que o sucessor seja escolhido em eleição indireta pelo Congresso. Mas o Congresso está igualmente contaminado por denúncias, sem qualquer condição moral de eleger quem quer que seja.

Além disso, quais seriam os candidatos? Haveria alguém disposto a um mandato de pouco mais de um ano, representando não o povo, mas um colegiado suspeito, para encarar uma economia moribunda e uma sociedade em estado convulsivo?

Falou-se em FHC, que já afastou a ideia com a veemência de quem, ocotogenário, não pretende comprometer uma biografia cuja marca, afinal, é a recuperação da economia, via Plano Real.

Uma eleição indireta, sem candidatos de peso, por um colegiado sob suspeição, produziria um presidente mais fraco ainda que Temer, mais inabilitado que ele para as reformas que reclamam urgência, no rastro da ruína econômica, social, política e moral deixada pelos quatro governos do PT.

Essa, no entanto, é a solução constitucional. Mudá-la não é tão fácil. Se a votação fosse hoje, não obteria o quórum necessário.

Esse impasse reforça a tese da pinguela, mas também de seu oposto, a intervenção militar. O país, nesses termos, continua mergulhado em total imprevisibilidade e a única bússola disponível é a da Lava Jato, que, no entanto, apena retira peças do tabuleiro de xadrez, sem repô-las. O ano novo, como se vê, já nasce velho.

31 dezembro 2016 FULEIRAGEM

ELVIS – AMAZONAS EM TEMPO

ÁGUAS DE MARÇO

Pra fechar o Caçuá Musical deste ano de 2016, vamos ouvir um composição do saudoso Tom Jobim, um gênio da MPB.

Ele encantou-se há exatos 22 anos, no mês de dezembro, na cidade de Nova Iorque.

31 dezembro 2016 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA (ES)

OBAMA PISA NA BOLA AO APAGAR DAS LUZES

Gostei do Sr. Obama desde o início. Um homem de classe, ideias arejadas e uma família muito bonita.

No entanto, a perda do poder pelos democratas, acompanhada por uma natural decepção por não ter feito o seu sucessor (no caso, a sucessora), deve tê-lo abalado, a ponto de agir de forma incoerente ao final do seu mandato.

Sem falar na sua promessa não cumprida de fechar a prisão de Guantánamo, a posição Americana diante dos assentamentos de Israel, a essa altura do campeonato, depõe contra o seu governo.

Os EUA, sob o seu comando, tiveram 8 anos para pressionar Israel, até mesmo no Conselho de Segurança da ONU, para não invadir a Palestina e construir residências para israelitas em terra alheia.

Mas durante 8 anos, Obama e seu governo se omitiram e fracassaram na tentativa de levar a Paz à região, que já devia ter dois países e não um só, como quer Israel.

A alegação israelense de que os Palestinos não constituem um povo único, uma Nação, é tão falsa quanto à pureza étnica do judeus.

Em livro publicado em outubro de 2009 (De Habirus a Judeus: as raízes da tradição judaica, ainda sem tradução no Brasil), o escritor “judeu” americano Robert Wolfe, doutor em História em Harvard, aponta os judeus como descendentes de Habirus.

Os Habirus, por sua vez, eram bandos dispersos de assaltantes, escravos, mercenários e errantes, sem formarem uma única etnia.

Os Habirus são citados em registros antigos de várias nações do passado, incluindo-se osmanuscritos de Ugarit (de origem judaica, já que se tratava de uma cidade fenícia).

Segundo o Dr. Roberto Wolfe, Moisés era egípcio e não hebreu como diz a Bíblia e a tradução correta do seu nome é IRMÃO e não “salvo das águas”.

Se o nome significa IRMÃO é muito provável que a sua ida para a Palestina, comandando Habirus, tenha sido programada com o fito de proteger o Egito de ataques de outros povos, como Hititas. Ou seja, uma divisão DA região em duas: o Egito ficaria com o irmão mais velho, o Faraó, e Moisés, o irmão mais novo, com a Palestina.

Ou seja, a chamada TERRA PROMETIDA nada mais foi do que a GUERRA PROMETIDA e a divisão das terras dos cananeus (jebuzeus, amorreus, filisteus etc.) pelas chamadas tribos de Israel, foi uma compensação aos Habirus, de diversas etnias, por “protegerem” o Egito, uma vez que a rota normal para tais ataques seria, com certeza, a Palestina, de onde, através de um espaço de terra entre o Mar Vermelho e o Mediterrâneo se chegaria ao Egito.

Ou seja, os invasores desde sempre foram os israelitas e não podem, agora, impedir, ou tentar impedir, a criação do Estado Palestino.

Outra mancada do Sr. Obama foi a expulsão de diplomatas e outros funcionários russos do território americano, sob a alegação de espionagem.

Isso se torna mais tragicômico, pois mandaram fechar, inclusive um departamento considerado como o centro da espionagem.

Ora, com a tão competente CIA a seu dispor, certamente deveria saber, há muito tempo, qual a finalidade de tal centro operacional russo.

Um país que espiona o mundo inteiro (inclusive Dilma Roussef) se deixar apanhar tão desprevenido, me parece imperdoável!

E para completar, Obama deixou nas entrelinhas que se ele pudesse ter sido candidato, o resultado teria sido outro, uma vez que as suas conquistas como presidente teriam sido melhor avaliadas.

Desculpas de perdedor.

Não parece ser esta a opinião dos eleitores americanos!

* * *

FALA SÉRIO!

Não querendo pregar o ódio na virada do ano, declaro solenemente que não gostaria de ver o Sr. Lula da Silva e sua família presa coercitivamente pela Lava Jato.

Desejo, sim, de todo o coração, que ele se entregue espontaneamente e peça perdão ao povo brasileiro por ter pensado mais em si, nos seus “cumpanheiros”, nos seus aliados e no seu partido do que na maioria dos que o elegeram.

* * *

FALANDO SÉRIO DE FATO:

Desejo a todos os leitores do JBF um ano de 2017 cheio de SAÚDE e ESPERANÇA e que o nosso editor LUIZ BERTO FILHO não dê mais sustos em ninguém, especialmente na sua família!

FELIZ 2017!

31 dezembro 2016 FULEIRAGEM

ANTONIO LUCENA – BLOG DO NOBLAT

31 dezembro 2016 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

RONALD TITO VIEIRA DO CANTO – CAPIVARI-SP

Berto,

Sinceramente, eu não lembro quando ou por que eu cheguei neste treco que você chama de site, jornal, gazeta ou o caralho que é…ou foi. Eu devia estar pesquisando merda no Google, bêbado, e apareceu Besta Fubana. Esse Google é foda! E eu fui ver o que era…fofoqueiro e curioso que sou.

A Internet é muito interessante. Besta Fubana? PQP, que porra é esta?

Mas gostei, né. Fazer o quê? Deve ser o tal do sadomasoquismo.

Aí, comecei a ler, comentar e até gostar. Essa merda vicia.

Ainda mais quando o editor dá destaque a uma baixaria protagonizada por nós. Aí, a vaidade vai a mil.

Muito obrigado e um Feliz 2017 pra você e sua família. Que Deus os ilumine e guarde.

Tito e família.

R. Meu caro sadomasoquista, disponha sempre deste espaço.

Viciados do Brasil inteiro são muito bem vindos por aqui.

Um feliz amanhã pra você e pra toda sua família.

“Esta gazeta escrota vicia mesmo…”

31 dezembro 2016 FULEIRAGEM

DUQUE – O TEMPO (MG)


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