3 janeiro 2017 FULEIRAGEM

SINOVALDO – JORNAL NH (RS)

3 janeiro 2017 FULEIRAGEM

DUM – CHARGE ONLINE

SATÃDER, O BANCO DO MINISTRO

Comentário sobre a postagem TODA PAJARACADA TEM SEU PREÇO

Carlos Zitelli:

“Prezado Berto,

Feliz Ano de 2017, com muita saúde e paz junto com seus queridos.

Já conversamos sobre o Ministro Fux. (Clique aqui para ler)

Agora, vendo sua notícia, fico pensando: ele realmente não tem tempo para julgar o processo de 8.060 idosos, com média de 70 anos, contra o Banco Satãder, que está rodando há 18 (dezoito) anos e ganho em TODAS as instâncias da justiça do trabalho.

Ele solicitou vistas 3 (três) vezes. A última foi em Dez/2015. É 2015 mesmo.

Realmente ele deve estar preocupado com o rebento que vai ter que reconhecer.

Enquanto isso, nós vamos morrendo e o Banco agradece.”

* * *

3 janeiro 2017 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU

3 janeiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

LETRA I

Ontem, segunda-feira, encantou-se Iolanda Dantas uma figura meiga e muito querida.

Dona Iolanda era viúva do compositor Zé Dantas.

Ela encantou-se aos 86 anos no Rio de Janeiro. Suas cinzas serão trazidas pro Recife e irão repousar ao lado do marido, no cemitério de Santo Amaro.

Zé Dantas era médico de profissão e tinha paixão pela música.

Foi em homenagem a sua amada Iolanda que ele compôs o baião “Letra I“, uma comovente declaração de amor. 

Iolanda Dantas (1931 – 2017)

3 janeiro 2017 FULEIRAGEM

EDER – CHARGE ONLINE

É FERRO COMO O DIABO!…

Em fins de 1948 Capiba havia comprado um automóvel Studbaker o arraso da época. Por isso estava todo prosa embora sem conhecer as inovações eletromecânicas do carro. Por isso, já saíra de casa para uma noitada, escoltado por seu colega Leovile Cavalcante.

Dias antes, na loja de Ibrahim Nejaim, quando foi receber o “possante”, o recepcionista gentilmente lhe entregou o manual e desejou dar uma orientação mais detalhada sobre certos recursos revolucionários que o carro apresentava.

Conhecido como cidadão muito engraçado havia se tornado renomado piadista. De tudo inventava uma graça. Ainda mais, por ser tato – certa disfunção na pronúncia de algumas palavras, – foi logo disparando contra o lojista e causando gargalhadas dos que estavam por perto.

– Eu “ero” “arro” pra andar e não pra “onsertar”!

Estávamos no auge dos espetáculos de auditório do Palácio do Rádio Oscar Moreira Pinto, onde funcionava a PRA-8. Foi-lhe sugerido dar um giro noturno para mostrar às artistas que nos visitavam, as belezas de Olinda. E lá se foram Emilinha Borba e Linda Batista para aproveitar a noite.

Na Ladeira da Misericórdia, logo no começo, u’a manobra de mal jeito fez o possante estancar. Aperreado, Capiba meteu o pé várias vezes no acelerador e encharcou o carburador. Deu ré na base da gravidade e estacionou junto ao meio fio.

Nada entendendo de mecânica tomou iniciativa para a solução, querendo evitar o vexame. Com ares de cão do “II Livro” de Felisberto de Carvalho, desceu, abriu o capô, deu uma olhadela e retornou com jeito de vencido pois não vira nada de anormal no motor:

– É ferro como o diabo!…

Leovile compreendera que era caso de encharcamento por excesso de combustível. Questão de dar um tempo e a “pane” se resolveria por si só.

Levaram tudo na brincadeira e ficaram passeando por onde as pernas suportaram. As duas cantoras, ruins de ladeira, voltaram descalças e exaustas pela subida em algumas ruas menos inclinadas.

Depois de uns bebericos retornaram ao carro, que foi ligado por Leovile e funcionou plenamente. Ao lhe ser perguntado o que ele vira ao abrir o capô do Studebaker, momentos antes, ele disse:

– As “velas” estavam todas “apa-adas!…Era ferro como o diabo!…

3 janeiro 2017 FULEIRAGEM

CELLUS – CHARGE ONLINE

A POEIRA E A ESTRADA

Um amigo muito querido, Maciel Melo, interpreta música de sua autoria. Participação de Elba Ramalho.

3 janeiro 2017 FULEIRAGEM

MYRRIA – A CRÍTICA (AM)


www.cantinhodadalinha.blogspot.com
O CANTO DE GONZAGA

Foto da colunista

A história do sertão
Este vasto universo,
Foi bem cantada em verso,
Por nosso Rei do Baião.
O famoso Gonzagão,
Que com sua concertina
Esmiuçou nossa sina,
Para poder ir além,
E cantou como ninguém
Nossa saga nordestina.

3 janeiro 2017 FULEIRAGEM

J. BOSCO – AMAZÔNIA JORNAL (PA)

3 janeiro 2017 DEU NO JORNAL

O MELHOR GUABIRU DO MUNDO

Em 20 de maio de 2011, a Odebrecht levou Lula ao Panamá.

Ele visitou obras da empreiteira e prometeu investimentos da Petrobras no país.

Na ocasião, o presidente panamenho Ricardo Martinelli disse:

Lula é o melhor presidente do mundo”.

Isto porque, no mesmo período da visita de Lula ao Panamá, entre 16 de dezembro de 2009 e 27 de agosto de 2012, a Odebrecht fez oito repasses de propina a “um alto membro do governo” de Ricardo Martinelli.

No total, foram mais de 100 milhões de reais em propinas.

* * *

100 milhões de reais em propinas…

Puta merda!

Enquanto isto, não aparece um único Corruptor Ativo querendo subornar esta gazeta escrota e o seu Editor.

É phoda.

Senhores empreiteiros guabirutais, estou aberto a propostas.

E aceito qualquer merreca que esteja na base do 1% do que era pago na extinta Era Lulaica,

Dois corruptos de grosso calibre de republiquetas baníferas da América Latrina: o panamenho Ricardo Martinelli e o banânico Lapa de Propinador

3 janeiro 2017 FULEIRAGEM

BENETT – GAZETA DO POVO (PR)

A SAUDADE MATA A GENTE – Lívia Nestrovski

3 janeiro 2017 FULEIRAGEM

RONALDO – JORNAL DO COMMERCIO (PE)

REPETINDO O PASSADO?

Sempre gostei das histórias dos cangaceiros. Apesar de ser uma fase criminosa, violenta e destruidora em boa parte do sertão nordestino, a forma poética usada pelos cordelistas e cantadores para narrar essas barbaridades conseguia transformar o crime em novela e assim conquistar os corações dos compradores de suas poesias. Através desses poetas populares tínhamos o primeiro contato com as versões romanceadas das aventuras de Lampião, Antônio Silvino, Corisco, etc. A decepção do cidadão com os serviços prestados pelo Estado no início do século passado não era melhor do que é hoje, juntando ausência do Governo e da Justiça, com a narrativa sedutora dos poetas que muitas vezes transformava os cangaceiros de criminosos em revolucionários, muitos acreditavam que os cangaceiros poderiam ser solução ao invés de ser o problema.

Hoje continuamos assistindo uma versão moderna e também urbana dessa troca de funções. Em muitas favelas nas grandes cidades, a ordem é ditada pelos criminosos. O cidadão fica praticamente sem escolha e acaba respeitando mais o código imposto pelas facções criminosas que dominam o local do que qualquer lei federal, ou municipal. Confiar e respeitar quem: Polícia que aparece eventualmente, ou o bandido que está ali em base permanente?

A destruição de riquezas imposta por Lampião na primeira metade do Século XX causou um enorme atraso ao Sertão do Nordeste. O cangaceiro incendiava fazendas, matava criação, saqueava o comércio, destruía redes de comunicação, tinha especial repúdio pela construção de estradas e atrasou, ou impediu, a instalação de várias delas com o custo da vida de trabalhadores. Como Lampião foi o cangaceiro mais organizado, com mais tempo de permanência no crime (aproximadamente 20 anos) e maior área de atuação, as consequências do seu “reinado” foram trágicas. A economia local foi seriamente comprometida por essa combinação perversa.

Parece que algo semelhante está acontecendo novamente com o sertanejo. Recentemente tenho visto relato de assaltos bárbaros praticados nessa região à moda dos cangaceiros. O comerciante anda desestimulado e sofrendo com a ausência da segurança e constantes assaltos levando ao fechamento de vários estabelecimentos e consequente perda de serviços e empregos. Várias agências bancárias localizadas em pequenos municípios estão sendo transformadas em postos de atendimento para minimizar riscos, depois de sofrerem com a violência, obrigando o cidadão a grandes deslocamentos quando há necessidade de usar serviços que só agências podem prestar.

Roubos violentíssimos contra carros de transporte de valores parecem ter virado rotina nas estradas que Lampião não queria deixar construir. Juntando a crise econômica por que passa o Brasil, que por si só já seria suficiente para causar enorme dano a economia do interior nordestino, com essa conjuntura de falta de segurança para os empreendedores locais, o sertanejo pode estar vivendo aquele terror que seus antepassados pensavam que não se repetiria com o fim do cangaço na década de 40 do Século XX. Na época dos cangaceiros românticos não existiam os recursos de comunicação, perseguição e prevenção que existem hoje, apesar desses recursos atuais, a eficiência no combate ao crime e dar segurança ao cidadão, não está melhor.

Qual o real impacto desse caos na economia do sertão? Uma crise alimenta a outra. A recessão econômica faz perder empregos, que faz aumentar a violência, que por sua vez inibe o investimento e agrava o processo recessivo. O Presidente Temer disse que quer ser bem avaliado pelos nordestinos. Tem bastante trabalho por fazer. Vai precisar atuar bem de perto com os governadores e prefeitos da região. Tá na hora.

3 janeiro 2017 FULEIRAGEM

DUQUE – SUPER NOTÍCIA (MG)

VÍCIO FUBÂNICO

Comentário sobre a postagem QUANDO O PASQUIM ERA BOM

Jorge C. Silva:

“Berto,

acordo cedo e fico esperando o JBF abrir as portas e então eu entro e compro.

Passeio nos outros blogs, mas volto a cada hora por mais novidades até que você vá descansar.

Sou um viciado?

E aceite o abraço do JCS.”

* * *

Pai arrastando filho viciado no JBF para ser internado num sanatório

3 janeiro 2017 FULEIRAGEM

JARBAS – DIÁRIO DE PERNAMBUCO


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