28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

DÁLCIO – CORREIO POPULAR (SP)

28 fevereiro 2017 AUGUSTO NUNES - COMENTÁRIO

CAJU AMIGO

Jucá explica que o PMDB não se tem nenhuma relação com os peemedebistas delinquentes

“Partidos têm pessoas citadas, investigadas e presas. Mas o CNPJ do partido não está na Lava Jato, diferentemente do PT, que teve tesoureiros presos. Fizeram empréstimos que, em tese, eram fictícios. O PMDB não teve nada disso”.

Romero Jucá, presidente do PMDB, explicando que o seu partido, sócio do PT e do PP na quadrilha do Petrolão, não tem nada a ver com os peemedebistas Eduardo Cunha, Sérgio Cabral, Renan Calheiros, José Sarney e o próprio Jucá.

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

PAIXÃO – GAZETA DO POVO (PR)

DESESPERO

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

J. BOSCO – O LIBERAL

28 fevereiro 2017 DEU NO JORNAL

BANDIDOS, POLITIZADOS E POLÍTICOS, RECORREM À OEA E À ONU

Chefes do tráfico no Rio vão à OEA para denunciar “tortura e pena cruel”

Quatro chefes do tráfico de drogas no Rio de Janeiro entraram com uma petição na Comissão Interamericana de Direitos Humanos órgão da OEA-Organização dos Estados Americanos, em que classificam como “tortura e pena cruel” o fato de estarem detidos em presídios federais de segurança máxima há dez anos.

Nessas unidades, os presos devem permanecer 22 horas por dia encarcerados em celas individuais e são monitorados por câmeras o tempo todo.

Um dos quatro traficantes é Elias Maluco (Elias Pereira da Silva), famoso por ter sido condenado pelo assassinato do jornalista Tim Lopes, em 2002.

Os outros são Marcinho VP (Márcio dos Santos Nepomuceno), My Thor (Marco Antônio Pereira Firmino da Silva) e Tchaca (Márcio José Guimarães).

Os quatro foram condenados por crimes como homicídio, tentativa de homicídio, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

VP, Elias Maluco e Tchaca estão presos na penitenciária federal de Mossoró (RN), enquanto My Thor está detido na de Catanduvas (PR).

* * *

Estar detido há uma década em célula individual e monitorado por câmeras é uma tortura inominável.

Um absurdo que só existe mesmo nos Zistados Zunidos, uma nação atrasada e subdesenvolvida.

Sobre este assunto – bandidos recorrendo à OEA e à ONU -, vale a pena ler uma postagem de agosto do ano passado, no vibrante blog Conversa Afiada, assinado pelo isento e ponderado jornalista Paulo Henrique Amorim.

Um cabra que baixa o cacete em todo mundo, da esquerda, da direita, do PT, do PMDB e do PSDB. Ele não respeita qualquer tipo de marginal.

A postagem assinada por Paulo Henrique Amorim é ilustrada com as fotos de três lindas figuras. Vale a pena olhar os fucinhos destas figuras encantadoras.

É só clicar na manchete abaixo para ler:

* * *

O bravo companheiro Elias Maluco, militante dos Direitos Zumanos, quando foi preso injustamente pela “ditadura constitucional” banânica com o apoio dos coxinhas golpistas e que hoje apela corajosamente à OEA

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

DUQUE – O TEMPO (MG)

MATEMÁTICA DA ESQUERDA

O Washington Post, melhor seria se fosse poste, noticiou que o seu alvo predileto, o Trump, gastou 10 milhões de dólares com segurança em apenas um mês de governo e, claro, aquele sujeito íntegro e bacana com uma família mais bacana ainda, o Barac Hussein, gastou “apenas” 1 milhão por mês durante a sua gestão.

O motivo principal desse gasto seria os descansos do Trump em seu clube de golfe que geram uma despesa de 60 mil dólares diários só com horas extras de policiais – sim, nos EUA policiais têm hora extra -, e o fato da esposa Melania morar fora da Casa Branca, o que gera mais 500 mil dólares diários (isso mesmo, diários) de gasto. Puta que pariu, mais de 1,5 milhões de Reais por dia de segurança só da esposa e do filho mais novo? Lembro que o Presidente tem mais quatro filhos que moram fora da Casa Branca e também têm direito.

A maioria dos fubânicos, retirando-se apenas aqueles que sabemos quem, é de pessoas inteligentes e que conhecem o beabá da matemática e certamente irão concordar que o Washito Poste não resiste ao próprio argumento e escandaliza a burrice esquerdista. Claro que será citado como fonte fidedigna nas BoboNews e Falhas de São Paulo da vida que também são formadas por delinquentes de esquerda que não sabem as quatro operações.

Vamos lá. Raciocinemos, aqueles que conseguem, que a Melania passe apenas 20 dias dos 30 em New York, ou seja, apenas os dias de escola do filho. 500 mil dólares vezes 20 dias daria um gasto de?… Ih! 10 milhões de dólares… Aí ferrou…, o dinheiro que o jornal afirmou que seria o gasto mensal da segurança presidencial só pagou 20 dias de segurança da esposa e do filho mais novo. E o resto?

Viram como é fácil desmascarar as notícias plantadas pela esquerda? São burros demais.

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

S. SALVADOR – ESTADO DE MINAS

28 fevereiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

A LA URSA TÁ NA RUA!

O carnaval pernambucano é tão rico e surpreendente que é bem possível que você encontre até samba neste período…

De fato, existem algumas escolas de samba por aqui.

E não se espante se você avistar um urso enorme arrastando um cortejo de foliões.

Um urso amarrado pela cintura, segurado pelo Domador e vigiado pelo Caçador, armado com uma espingarda.

É a La Ursa, uma animadíssima faceta do carnaval daqui da terrinha.

Da agremiação Urso Língua de Ouro, uma música pros leitores do JBF:

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Um flagrante do Carnaval de 2011: este Editor iniciando João, aos 3 anos, nos encantamentos do carnaval recifense, através das presepadas do Urso do Cunhão Grande

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA (ES)

28 fevereiro 2017 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

CARLOS IVAN – OLINDA-PE

Tem alguma errada nos bastidores políticos. Os registros, devassos, pedem maior fiscalização do povo porque, se ficar no escuro, sem olho vivo, o político é capaz de jogar o país ladeira abaixo. Acabando com a laminha, o que ainda resta nos vazios cofres da Nação.

Janeiro foi mês de recesso parlamentar. A Câmara dos deputados não funcionou um dia sequer. Então, devia estar fechada. Sem trabalho. Sem político algum perambulando no recinto.

No entanto, os deputados acharam meios de gastar o dinheiro das verbas de custeio. Mesmo sem trabalho. Estando em férias regulamentares. No total, a Câmara sentiu o cofre esvaziar em R$ 10 milhões, de repente. Somente de cota parlamentar.

Torraram R$ 2,7 milhões em propagandas, apenas para divulgar o trabalho de cada parlamentar nos ouvidos do povo. Insatisfeitos, foram além. Os 513 deputados também despenderam outro R$ 1,3 milhão na compra de passagens de avião e mais C$ 1,1 milhão para colocar combustível nos carros particulares para passear em pleno período de descanso parlamentar à custa do povo. Visitando as bases.

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

FREVO SANFONADO

Um frevo da bixiga lixa, de autoria do casal Sivuca/Glorinha Gadelha, pra uma terça-feira de carnaval. Interpretação do saudoso mago da sanfona.

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

LUCIO – CHARGE ONLINE

28 fevereiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

UMA JUSTA HOMENAGEM

Uma escola de samba da cidade de São Paulo, a Unidos da Vila Maria, desfilou com um enredo em homenagem a Nossa Senhora Aparecida.

Com a aprovação e as bênçãos da arquidiocese local.

O título do enredo foi este:

Aparecida – A Rainha do Brasil, 300 anos de amor e fé no coração do povo brasileiro

O JBF, seguindo o sacro exemplo da escola paulistana, homenageia outro santo nesta terça-feira de carnaval.

Um santo que também tem o amor e a fé no coração dos idiotas banânicos.

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

GILMAR – CHARGE ONLINE

O LOROTÁRIO PÓS-JANETE

Antes de adotar o codinome de Janete na nova clandestinidade a que foi relegada pela condição de “carta fora do baralho”, Dilma Vana Rousseff Linhares produziu uma porção de lorotas, recolhidas pelo dilmólogo Celso Arnaldo Araújo em livro. Algumas foram incorporadas ao folclore político nacional, tais como a tecnologia do vento encanado e a conquista da inflação nos desgovernos lulodilmopetistas, expressa na forma canhestra que se lerá: “A inflação foi uma conquista desses dez últimos anos do governo do presidente Lula e do meu governo”. Outras não passaram de truques mambembes para enganar incautos e endividar multidões, caso da redução da tarifa elétrica transformada em rombo de R$ 62,2 bilhões e transformadora da “mãe da luz” do padrinho em mãe da treva da Nação.

Agora autoproclamada Janete ao atender ao telefone do lar onde exercita seu merecido ostracismo público, madama vê o supremo sumo de sua parca capacidade de entender fatos e transformá-los em palavras reproduzido por antigos aliados e subordinados. O vice, sem cuja ajuda ela não teria sido eleita e reeleita, dignou-se a repetir o mais surrealista de seus legados oratórios quando, entre mesóclises e apodos que ela jamais usaria, por ignorância, transformou um massacre cruento num presídio infernal em “pavoroso acidente”. Romero Jucá, pernambucano eleitor e eleito em Roraima e seu colega na primeira equipe do desgoverno Lula no Ministério da Previdência, exigiu isonomia na metáfora perfeita para o exercício da política profissional no Brasil: execrou a “suruba selecionada”, uma espécie de versão pornô da “delação seletiva” com a qual a loroteira-mor demonstrou seu desprezo pessoal por qualquer “colaborador da Justiça”.

Eliseu Padilha, que foi ministro de Transportes na coalizão de seu PMDB velho de guerra com o PSDB sob a égide do sociólogo Efeagacê e chefe da Secretaria de Aviação Civil no segundo governo da presidenta vulgo Janete, acaba de se meter numa embrulhada de monta. Cláudio de Melo Filho, lobista da Odebrecht, que tem US$ 16 bilhões em contratos sob risco no exterior por traquinagem contábilratação de obras, contou, numa das delações premiadas dos 77 da empreiteira, que repassou R$ 10 milhões em propinas ao então vice por intermédio do atual chefe da Casa Civil (licenciado) da Presidência pós-impeachment. Temer e Padilha (que atende pelo codinome de Primo na planilha da delação) disseram que foi pedida uma doação legal para a candidatura de Paulo Skaf ao governo paulista. Cláudio reafirmou que foi propina. O advogado José Yunes, considerado primeiro-amigo do vice que ora nos preside, reforçou a versão do ex-relações institucionais da empreiteira mais encalacrada na Lava Jato.

O amigão, que não figurou em cargo de relevo no desgoverno Janete, confirmou a informação e a reafirmação do delator contando uma história de cabo de esquadra. Conforme sua versão, Padilha telefonou-lhe para pedir que recebesse em seu escritório em São Paulo um documento do qual seria destinatário para que lho remetesse. A informação merece reparos, pois é possível, mas não é provável. Segundo o próprio Yunes revelaria, o portador seria Lúcio Bolonha Funaro, doleiro estabelecido na praça paulistana. Por que diacho Yunes seria intermediário, ou estafeta, ou, como o próprio se identificaria no relato, “mula”? Afinal, o termo é usado para identificar menores de idade que, para escapar da polícia, entregam pacotes com droga para a clientela dos traficantes. Aos 80 anos de idade, o doutor completou 18 há 62 e, mesmo sendo considerado idoso há 20, não pode recorrer à presunção da ingenuidade atribuída à petizada.

Na versão de Yunes, Funaro é um falastrão de marca e terminou por lhe contar: “Estamos financiando 140 deputados”. Motivo: fazer de Eduardo Cunha presidente da Câmara dos Deputados, cargo no qual o ex-deputado fluminense, atualmente presidiário na república de Curitiba, daria início ao impeachment que transformaria a presidenta em Janete (ou seria Janeta?). No relato do amigão de Temer, o que era documento “com um pouco mais de espessura” virou pacote entregue por sua secretária a alguém a quem Padilha pediu (ou mandou) que o recolhesse.

A versão é intrigante, para dizer o mínimo. Um menor com imunidade seria bem capaz de identificar a diferença entre um documento (a menos que fossem, por exemplo, as delações integrais dos 77 da Odebrecht) e um pacote com R$ 4 milhões. Um empresário habituado a lidar com dinheiro vivo calcula que tal quantia exigiria um embrulho com a espessura de três exemplares da edição brasileira do Ulysses de James Joyce na tradução de Antonio Houaiss. Ou seja, uns 60 centímetros.

Reproduzi aqui apenas o que Yunes contou à Veja, que está nas bancas, a Lauro Jardim, do Globo, e ao Estado. Por mais longos que sejam esses depoimentos, inclusive o que fez questão de dar ao Ministério Público Federal, em Brasília, depois de se ter encontrado com o amigo-em-chefe, o doutor não esclareceu algumas dúvidas que dificilmente encontram razão lógica, assim como eram os brocardos de tia Janete. Por que teria de ser ele “mula” do chefe da Casa Civil de Temer? Quais “razões partidárias”, por ele alegadas, transformariam o ilustre causídico em estafeta ou correio de entrega de entorpecentes a domicílio?

Se fosse uma doação eleitoral, como Temer e Padilha alegaram antes, por que ela não foi feita normalmente, como manda a lei, mas, sim, em dinheiro vivo? Afinal, neste mundo dominado por fibras óticas, cartões magnéticos e depósitos bancários em tempo real, moeda palpável circula mais entre quadrilhas do que entre pessoas de bem e empresas zelosas de sua boa reputação na praça.

Fato é que transportar milhões em envelopes ou pacotes, mesmo em automóveis blindados e com seguranças armados a bordo, não é atividade das mais salubres nesta contemporânea São Paulo de Piratininga. Fato também é que a notícia dada no fim de semana pelo Estado de que, como o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pretende investigar Padilha – e, por suposto, ouvir novamente Yunes (e por que não?) -, este terá a oportunosa ensancha de esclarecer tais questões. E algumas mais, como a assessoria jurídica do amigão do presidente ao investidor Naji Nahas e ao empresário egípcio Naguib Sawiris, interessado favorito na compra da Oi.

Quanto a Padilha, enquanto estiver licenciado da Casa Civil, gozará o lado bom daquele artigo consensual, mas nunca escrito, de nossa ordem jurídica: “ou é foro ou é Moro”. E enquanto durar a licenciosidade ele não terá de engolir desaforo, ora! Seja lorota ou não a delação sem prêmio do dr. Yunes.
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28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

SANTO – CHARGE ONLINE

28 fevereiro 2017 DEU NO JORNAL

TOLÔTES ORAIS

O presidente do PT, Rui Falcão, em documento publicado no site do partido, comparou António Palocci, José Dirceu e João Vaccari Neto ao goleiro Bruno.

Ele argumentou que, se um foi solto, os outros também têm de ser, porque seus casos são iguais.

De certa maneira, ele está certo: a Petrobras é a Eliza Salmudio do PT.

Em vez de ocultar um cadáver, os petistas ocultaram o dinheiro roubado.

* * *

Francamente, eu chega se mijo-me todinho de tanto se rir-se-me com o cagatório oral e escrito da petralhada.

Tanto o cagatório da cúpula quanto o cagatório dos ceguetas da militância.

Um time de tabacudos que não tem o menor senso do ridículo.

É cada disparate de provocar frouxos de risos em quem raciocina.

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

FRANK – A NOTÍCIA (SC)

CHUVA, SUOR E CERVEJA

Um embalo carnavalesco de Caetano Veloso, interpretado por ele mesmo.

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

J. BOSCO – AMAZÔNIA JORNAL (PA)

28 fevereiro 2017 AUGUSTO NUNES - COMENTÁRIO

FAMIGLIA UNIDA

Jucá não enxerga nada de errado com Sérgio Cabral e Eduardo Cunha

“Há um processo de defesa em andamento. Não houve motivação do partido quanto a punições. Não é hora. A não ser que sejamos provocados, vamos aguardar”.

Romero Jucá, presidente do PMDB, ao tentar explicar por que Eduardo Cunha e Sérgio Cabral, ambos na cadeia, não foram punidos pelo partido, confirmando que uma entidade política dirigida por Romero Jucá jamais verá algo de errado no que fizeram um Eduardo Cunha e um Sérgio Cabral.

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

28 fevereiro 2017 COMENTÁRIOS SELECIONADOS

CRUCIFICAÇÃO INJUSTA DE UM PREGADOR SEM MÁCULA

Comentário sobre a postagem ATÉ TU, PALADINO DA ÉTICA?

Cristianno Silva Santos:

“Confirmado: o maior crime de Silas Malafaia é ser conservador e cristão.

TODOS o “acusam” por ser um pastor e, por conseguinte, de forma automática, um ladrão indigno da presunção de inocência.

O fato de ter depositado o cheque da doação em sua conta pessoal e de ter declarado à Receita Federal não conta absolutamente nada, pois, como dito, ele já está previamente condenado, pois, afinal de contas, é um pastor, né?

Não acho que ele soubesse da origem ilícita do dinheiro.

Ele não parece ser um idiota que iria depositar dinheiro sujo na conta pessoal, ainda mais incluindo o valor na declaração do Imposto de Renda.

Mas, como se trata de um líder conservador (crime em nossos dias) e cristão (crime supremo em nossos dias), tudo vale para esculhambá-lo.”

* * *

Cachorrada entre seitas pulítico-evangélicas

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

AMARILDO – A GAZETA (ES)

ETERNOS CARNAVAIS

Alceu Valença

* * *

01 – Eu quero é botar meu bloco na rua – (S.Sampaio) – Sérgio Sampaio – 1972

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02 – Frevo do Galo – (Paulo Fernando Gama) – Amelinha – 1991

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03 – Máscara negra – (Zé Keti/Pereira Matos) – Zé Keti – 1967

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04 – Orgulho de um sambista – (Gilson de Souza) – Jair Rodrigues – 1973

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05 – Amor à natureza – (P. da Viola) – Paulinho da Viola – 1975

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06 – Atrás do trio elétrico – (C.Veloso) – Caetano Veloso – 1969

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07 – Balancê – (João de Barro/Alberto Ribeiro) – Gal Costa – 1979

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08 – Banho de cheiro – (Carlos Fernando) – Elba Ramalho – 1983

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09 – Eterno carnaval – (R.Seixas) – Raul Seixas – 1972

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10 – Exaltação à Mangueira – (Enéas B.Silva/Aloísio A. Costa) – Jamelão – 1956

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11 – Menina pernambucana – (Carlos Fernando) – Alceu Valença – 1989

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12 – Quatro séculos de modas e costumes – (M. da Vila) – Martinho da Vila – 1969

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13 – Bum-bum paticumbum prugurundum – (Beto Sem Braço/A.Machado) – Quinzinho – 1982

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14 – O preto que satisfaz – (Gonzaguinha) – As Frenéticas – 1979

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15 – Peguei um ita no norte – (Dema Chagas/Guracy/Bofá/Arizão/C.Trindade) – Emílio Santiago – 1992

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28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

FERNANDO – JORNAL DA CIDADE DE BAURU (SP)

28 fevereiro 2017 DEU NO JORNAL

IDIOTICE EM NÚMEROS

Abaixo-assinado endereçado às Forças Armadas do Brasil pede a “intervenção militar constitucional” no site Change.org desde outubro de 2014.

Apenas 7.947 nomes apareceram na lista em dois anos e meio.

* * *

Quase 8.000 tabacudos é um número muito alto.

Altíssimo.

Uma estatística estratosférica de idiotice.

O percentual de tabacudos banânicos – 7.947 numa população de 200 milhões -, é inacreditável!

“Quero os milico de vorta!!!”

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

NEWTON SILVA – CHARGE ONLINE

PERNAMBUCANOS HONORÁRIOS (II)

Ariano Suassuna passou a maior parte de sua vida no Recife. Por motivos óbvios, mantinha um certo afastamento de sua terra natal, a Paraíba. Este título de cidadão honorário pouco lhe acrescenta na sua longa lista de homenagens, é apenas mais um reconhecimento e gratidão aos seus serviços prestados à cultura brasileira.

Ariano Suassuna (1927-2014)

Ariano Vilar Suassuna nasceu em 16/06/1927, em João Pessoa, PB. Filho de Rita de Cássia Vilar e João Suassuna, presidente da província (atual governador do estado). Logo, nasceu nas dependências do Palácio da Redenção, sede do Executivo paraibano. Em 1928 a família passou a viver no Sertão, na cidade de Souza. Dois anos após, com Revolução de 1930, seu pai é assassinado por motivos políticos, e a família mudou-se para Taperoá, onde viveu até 1937 e concluiu o curso primário. Aí assistiu, pela primeira vez, o teatro de mamulengos e desafios de viola, na feira da cidade, cujo caráter de “improvisação” marcou definitivamente toda sua produção artística posterior. Após breve estadia em Campina Grande, passou a viver no Recife a partir de 1942.

Estreou na literatura precocemente, em 1945, com o poema Noturno, publicado no Jornal do Commercio, do Recife. Neste ano concluiu o curso secundário no Ginásio Pernambucano, no Colégio Americano Batista e no Colégio Osvaldo Cruz. Em 1946 ingressa na Faculdade de Direito do Recife, conhece Hermilo Borba Filho e fundam o TEP-Teatro de Estudante de Pernambuco. Sua primeira peça Uma mulher vestida de sol, com a qual ganhou o prêmio “Nicolau Carlos Magno”, é representada até hoje. Em seguida escreveu Cantam as Harpas de Sião (ou O Desertor de Princesa) e Os Homens de Barro, montada pelo TEP em 1948.

Ao concluir o curso de Direito, em 1950, recebeu o Prêmio Martins Pena, com a peça Auto de João da Cruz. Em seguida foi diagnosticado uma doença pulmonar, fazendo-o retornar a Taperoá para se curar. Enquanto se tratava, escreveu e montou a peça Torturas de um coração. Em 1952 voltou a morar no Recife e passa a trabalhar como advogado, fazendo teatro nas horas vagas: O castigo da soberba (1953), O rico avarento (1954) e o Auto da Compadecida (1955), que o projetou em todo o país, considerada o texto mais popular do moderno teatro brasileiro. A peça foi adaptada para o cinema e para a televisão, e é considerada uma das peças brasileiras mais encenadas até hoje. Nos anos seguintes foram encenadas algumas peças fora do circuito do Recife: O casamento suspeito (1958), O santo e a porca (1958), O homem da vaca e o poder da fortuna (1959) e A pena e a lei (1959), premiada dez anos depois no Festival Latino-Americano de Teatro.

A amizade mantida com Hermilo Borba Filho prosperou com a criação do Teatro Popular do Nordeste, em 1959. A criação de peças prossegue com a Farsa da Boa Preguiça (1960) e A caseira e a Catarina (1962). Por esta época decidiu aprofundar seus conhecimentos sobre Estética, interrompe temporariamente a carreira de dramaturgo e passa a estudar na UFPE. Tais estudos resultaram na defesa da tese de livre-docência A onça castanha e a ilha Brasil: uma reflexão sobre a cultura brasileira, em 1976. Passa a exercer o cargo de professor da UFPE ao mesmo tempo em que se afirma como expressivo “agitador cultural”. Foi membro fundador do Conselho Federal de Cultura, em 1967, do qual fez parte até 1973 e do Conselho Estadual de Cultura de Pernambuco, no período 1968-1972; dirigiu o Departamento de Extensão Cultural da UFPE, em 1969 e iniciou o “Movimento Armorial”, em 1970, com o concerto “Três séculos de música nordestina – do Barroco ao Armorial” e com uma exposição de gravura, pintura e escultura.

Na definição dele mesmo, “A Arte Armorial Brasileira é aquela que tem como traço comum principal a ligação com o espírito mágico dos folhetos do romanceiro popular do Nordeste com a música de viola, rabeca ou pífano que acompanha seus cantares, e com a xilogravura que ilustra suas capas, assim como com o espírito e a forma das artes e espetáculos que ilustra suas capas com esse mesmo romanceiro relacionados”. Seu objetivo foi o de valorizar a cultura popular do Nordeste brasileiro, pretendendo realizar uma arte erudita a partir das raízes populares da cultura do País. Seu emprego na música resultou na criação da “Orquestra Armorial”, que deu origem ao “Quinteto Armorial”. Um dos remanescentes desse grupo é o músico Antônio Nóbrega, que comanda o Instituto Brincante, em São Paulo. Mais tarde o quinteto se desfez, dando origem ao “Quarteto Romançal”. Na gravura, a arte armorial é representada pelo pintor Gilvan Samico. Na Literatura, é o próprio Ariano quem se destaca com O romance d’a pedra do reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta (1971). Um “romance-memorial-poema-folhetim”, como definiu o poeta Carlos Drummond de Andrade, e emendou “Não é qualquer vida que produz uma obra desse calibre”.

Sobre o Romance d’A pedra do reino, lembremos que Ariano construiu, em São José do Belmonte (PE), um santuário ao ar livre, composto de 16 esculturas de pedra, com 3,50 m de altura, dispostas em círculo, representando o sagrado e o profano. Nos últimos anos de vida ele fazia anualmente uma cavalgada/procissão nas redondezas, vestido a caráter, junto com outros participantes. Tais atividades se davam simultaneamente ao cargo de Secretário de Educação e Cultura do Recife (1975-1978), ao doutoramento em História (1976), aulas de Estética, Teoria do Teatro e História da Cultura Brasileira, na UFPE, onde lecionou por 32 anos e aposentou-se em 1994.

Ao se aposentar, o Governador Miguel Arraes convida-o para comandar a Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco. Exerceu o cargo por quatro anos (1994-1998), e deu um impulso extraordinário à cultura nordestina com o patrocínio de diversos artistas, tanto na divulgação como na promoção e sustentação de suas atividades. Por essa época, inicia uma nova atividade exercida além de seu mandato como Secretário de Cultura e além dos limites do Estado: são as “aulas-espetáculo” apresentadas em todo o País. Foram dezenas de apresentações para plateias enormes, onde contava “causos” e exaltava a cultura brasileira de um modo divertido. Suas apresentações foram consolidadas num projeto intitulado “Arte como missão”. Ele mesmo dizia que fazia isso por uma necessidade de retribuição pelo que tinha recebido do povo brasileiro.

Em 2011 foi convidado pelo governador Eduardo Campos para ingressar no PSB-Partido Socialista Brasileiro, na condição de Presidente de Honra, e declarou que encerraria sua vida política neste cargo. Juntamente com o cargo, que não lhe exigia atividade alguma, aceitou também ser assessor especial para assuntos culturais, do Governador até abril de 2014.

Durante sua vida, recebeu diversas homenagens e condecorações: título de Doutor Honoris Causa pelas universidades: UFRN-Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFPB-Universidade Federal da Paraíba, UFRP-Universidade Federal Rural de Pernambuco, UFPF-Universidade de Passo Fundo e UFCE-Universidade Federal do Ceará. Foi também integrante de três academias de letras: Academia Brasileira de Letras (1989), Academia Pernambucana de Letras (1993) e Academia Paraibana de Letras (2000). Em 2002, foi tema de enredo no carnaval carioca na escola de samba “Império Serrano”, intulado: “Aclamação e Coroação do Imperador da Pedra do Reino’. Em 2008 foi novamente tema de enredo da escola de samba “Mancha Verde” no carnaval paulista. Em 2013 sua mais famosa obra, o Auto da Compadecida foi o tema da escola de samba “Pérola Negra”, em São Paulo.

Em 2013 Ariano foi internado duas vezes devida a um infarto de pequenas proporções e um aneurisma cerebral. A recomendação médica era de repouso e pouco esforço. Mas ele continuou com suas “aulas-espetáculo” por todo o País. Em 16 de julho fez uma apresentação para 1600 pessoas no Teatro Castro Alves, em Salvador. Dois dias após se apresentou no 24º FIG-Festival de Inverno de Garanhuns. Começou falando da morte com bom humor: “Eu até pedi para Caetana (expressão que representa a morte) que ela não viesse em 2014, só para ver essas homenagens todas que fazem. Estou tentando não ficar vaidoso”. Voltou ao Recife e em seguida sofreu um acidente vascular cerebral. Não resistiu e faleceu em 23/07/2014. Por pouco não morreu no palco, como gostaria.

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28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

SIMANCA – A TARDE (BA)

28 fevereiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

SATANÁS SEM RABO CHUPANDO MANGA

Trump comprou um briga feia e quer calar a imprensa americana. Aquela instituição que aqui em Banânia é chamada pelos tabacudos de “grande mídia“. Geralmente “grande mídia golpista“.

A extrema direita do mundo todo, inclusive aqui no JBF, está dando pulos de alegria.

Este comportamento do Galêgo Furioso é uma jumentada, uma elefantada, uma cafajestada, uma fascistada inédita e inominável em se tratando da nação ianque.

Nunca antes na história daquele país se viu um absurdo desta monta.

Um país onde as safadezas e armações de Nixon, que veio a renunciar, foram investigadas e reveladas ao mundo por repórteres do The Washington Post.

Quem quiser saber de tudo com detalhes, reveja o filme “Todos os Homens do Presidente“, estrelado por Dustin Hoffman e Robert Redford.

Nas ditaduras, da esquerda ou da direita, seja na Cuba dos Castros ou no Chile de Pinochet, calar a imprensa livre é a primeira medida que se toma.

Já nas detestadas (pelas zisquerdas) “democracias burguesas“, como nos Zistados Zunidos, o buraco é mais embaixo. A Constituição e o Poder Judiciário de lá não servem apenas de enfeite, como em outras terras latrino americanas.

O JBF, esta gazeta escrota – que é editada no Recife e não em Washington -, vai continuar metendo o pau em tudo quanto é cabra puderoso deste mundo.

Seja em Trump, em Lula ou no prefeito de Palmares.

Além de esculachar com Cunhão, Lobão e outros “grandão”.

E tenho dito.

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

MICHELÂNGELO – CHARGE ONLINE

28 fevereiro 2017 AUGUSTO NUNES - COMENTÁRIO

ALMA PURA

Líder do PT na Câmara descobre que o Petrolão foi invenção da imprensa e da elite golpista

“Não há nada que incrimine Lula. Os depoimentos de dezenas de testemunhas na Lava Jato o inocentam de todas as acusações”.

Carlos Zarattini, líder do PT na Câmara, sobre as denúncias contra Lula na Operação Lava Jato, preparando-se para informar que o sítio em Atibaia pertence a FHC.

“E aqui estão as provas para publicação no JBF”

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

LUTE – HOJE EM DIA (MG)

28 fevereiro 2017 MEGAPHONE DO QUINCAS


SÉRIE “AS MINAS GERAIS – INHOTIM

Inhotim, o maior museu a céu aberto do mundo: na entrada, obra “Abre a Porta”, de John Ahearn e Rigoberto Torres, 2006

Instado frequentemente por Marina, minha filha, rata de museus e galerias e atenta às artes em geral, que sempre me intimou a conhecer Inhotim, no município de Brumadinho-MG, sinto-me agora ”com o dever cumprido”. Faz alguns anos que cobra a viagem!

Deu-se o momento. Queria conhecer Minas, sua parte histórica e ver tudo o que a terra de Guimarães Rosa e Carlos Drummond tem para dar, lincando aí a ida a Brumadinho.

Então fomos, eu e minha navegadora, traçar os planos: deixamos BH como sede-principal e começamos os dois roteiros. Primeiro Sabará, parte importante das cidades histórias – que nenhum de nós sabia pertencer à grande Belo Horizonte e, – dia seguinte, viagem para o museu-floresta.

Chegamos muito cedo, antes mesmo de abrir. O clima já estava mais agradável que em BH, uns dois graus a menos.

No burburinho da entrada – por mais bem sinalizada que fosse a recepção e oferecidas instruções, sempre surgem as perguntas, como “quer dizer que aqui tem um pouco de tudo?’ – pergunta um brasileiro que nunca fora a Minas, como eu! – “Me disseram que junta Serra do Mar (Hum), Serra do Espinhaço, Mata Atlântica e Serra da Mantiqueira, respondeu um cidadão de óculos, aparentando meia idade, com cara de entomologista!” (Foi colega de Vanzolini).

Doutro lado, num barranco que dava acesso à entrada, ainda impedida pelo guarda da instituição, pois a hora certa para abrir era às 9h30 e nós chegamos às 9h10, portanto com tempo para jogar conversa fora. Mas do outro, como dizia, as senhoras, moças e juvenis procuravam logo se assegurar dos banheiros mais próximos, mapas de toaletes e indicações para lavabos, no caso de refazer a cútis ou lavar as mãos. Tão prudentes, quanto corretas, as nossas companheiras de aventura.

Nosso guarda, vai com sua maneirice mineira que Deus lhe deu, e avisa: pronto, tá aberto! Como quem diz: “ôh gente apressada essa que vem por aqui, ainda nem perceberam que tão no mato”. Certamente, penso eu, ainda nem se deram conta dos 140 hectares de terra e das obras de arte de 700 artistas de 200 países que estão ali para ver.

– Sempre que tenho a felicidade de conhecer um novo lugar, mágico, sinto a necessidade de alcançar, descobrir o som perfeito, correspondente, que aproximaria meu companheiro de leitura ao lugar, pela música, com sons da natureza, reproduzindo cheiro, cor, ventos, sensações. Achei Villa-Lobos apropriado, inda mais tocada por este fantástico grupo mineiro “Uakti”, que me ensinou o gosto brasileiro da flauta de pan. Reproduzo aqui, se quiser usar o fone de ouvido:

Ária 5, de Bachianas Brasileiras, de Villa-Lobos, interpretada pelo grupo mineiro Uakti (1978-2015)

A primeira intervenção que vimos foi a que mais deu o que falar desde que Inhotim foi inaugurado, há alguns anos. É o cartão-postal.

Troca Troca, Jarbas Lopes, 2002

De fato, ao ver apenas por foto, a gente sai com aquele tradicional “oxente, que diabo é isso – todo mundo não conhece o fusquinha?” – É meu camarada, mas fuscas assim, envelhecidos pelo tempo e todinho colorido, antes mesmo de Romero Britto se tornar um nome mundial, isso eu nunca tinha visto não. E não é que gostei!

Helio Oiticica, 1977, “A Invenção da Cor – Square Magic 5”

Helio Oiticica era da minha geração, tinha o maior respeito pelo trabalho dele, um dos pioneiros da Arte Contemporânea no Brasil. Pena que a foto esteja distante, mas esse trabalho é muito bonito.

Beam Drop Inhotim, de Chris Burden, 2008

Na medida em que a gente vai invadindo e se deixando tomar pela brisa e o ar incolor de Brumadinho, com um céu quase imaculado, percebe-se que dali em diante nunca mais Inhotim vai deixar você.

Nos 140 hectares, subimos de 725m a 970m. O Museu abre de terça a domingo das 9h30 às 16h30 ou 17h30. Às quartas, é totalmente gratuito. Os mapas e orientações para visitação indicam a necessidade de que as pessoas devem levar de 2 a 4 dias para visitar o museu o jardim botânico.

Importante informar que o Instituto oferece um serviço de transporte, bem ao gosto dos gramados e trilhas de lá, que pode levar os visitantes por todas as atrações. Claro que é indispensável para idosos, pessoas com dificuldades de locomoção e pacientes de DPOC, como esse amigo que vos fala. É uma mão na roda…

Carrinhos de golfe estão sempre à disposição para a locomoção dos visitantes (4 e 6 lugares)

Em Brumadinho, existem inúmeras pousadas e hotéis. Em breve, o Instituto terá dois hotéis dentro de suas instalações.

História

O Instituto Inhotim começou a ser idealizado pelo empresário mineiro Bernardo de Mello Paz a partir de meados da década de 1980. A propriedade tornou-se um lugar singular, com um dos mais relevantes acervos de arte contemporânea do mundo e uma coleção botânica que reúne espécies raras e de todos os continentes.

Os acervos são mobilizados para o desenvolvimento de atividade educativas e sociais para públicos de faixas etárias distintas.

Brumadinho

Localizada no Vale do Paraobepa, Brumadinho possui belezas naturais, riquezas históricas e culturais. Com uma população de 35 mil habitantes, a cidade tem uma área de 634,4 km² e está situado no maciço do Espinhaço e início do Tabuleiro do Oeste. Começou a ser colonizado quando os “insubmissos” da Guerra dos Emboabas se dirigiram para lá, fugindo da repressão, a fim de garimpar ouro, livre dos elevados tributos da Coroa.

– Ah, deixo aqui um QUIZ (sem trema, né!) para a próxima coluna: Como se formou a palavra “Inhotim”. Até lá…

27 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

ALPINO – BLOG DO ALPINO

PIERROT APAIXONADO

Joel e Gaúcho interpretam uma marchinha da autoria de Noel Rosa.


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