28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

DÁLCIO – CORREIO POPULAR (SP)

28 fevereiro 2017 AUGUSTO NUNES - COMENTÁRIO

CAJU AMIGO

Jucá explica que o PMDB não se tem nenhuma relação com os peemedebistas delinquentes

“Partidos têm pessoas citadas, investigadas e presas. Mas o CNPJ do partido não está na Lava Jato, diferentemente do PT, que teve tesoureiros presos. Fizeram empréstimos que, em tese, eram fictícios. O PMDB não teve nada disso”.

Romero Jucá, presidente do PMDB, explicando que o seu partido, sócio do PT e do PP na quadrilha do Petrolão, não tem nada a ver com os peemedebistas Eduardo Cunha, Sérgio Cabral, Renan Calheiros, José Sarney e o próprio Jucá.

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

PAIXÃO – GAZETA DO POVO (PR)

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

J. BOSCO – O LIBERAL

28 fevereiro 2017 DEU NO JORNAL

BANDIDOS, POLITIZADOS E POLÍTICOS, RECORREM À OEA E À ONU

Chefes do tráfico no Rio vão à OEA para denunciar “tortura e pena cruel”

Quatro chefes do tráfico de drogas no Rio de Janeiro entraram com uma petição na Comissão Interamericana de Direitos Humanos órgão da OEA-Organização dos Estados Americanos, em que classificam como “tortura e pena cruel” o fato de estarem detidos em presídios federais de segurança máxima há dez anos.

Nessas unidades, os presos devem permanecer 22 horas por dia encarcerados em celas individuais e são monitorados por câmeras o tempo todo.

Um dos quatro traficantes é Elias Maluco (Elias Pereira da Silva), famoso por ter sido condenado pelo assassinato do jornalista Tim Lopes, em 2002.

Os outros são Marcinho VP (Márcio dos Santos Nepomuceno), My Thor (Marco Antônio Pereira Firmino da Silva) e Tchaca (Márcio José Guimarães).

Os quatro foram condenados por crimes como homicídio, tentativa de homicídio, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

VP, Elias Maluco e Tchaca estão presos na penitenciária federal de Mossoró (RN), enquanto My Thor está detido na de Catanduvas (PR).

* * *

Estar detido há uma década em célula individual e monitorado por câmeras é uma tortura inominável.

Um absurdo que só existe mesmo nos Zistados Zunidos, uma nação atrasada e subdesenvolvida.

Sobre este assunto – bandidos recorrendo à OEA e à ONU -, vale a pena ler uma postagem de agosto do ano passado, no vibrante blog Conversa Afiada, assinado pelo isento e ponderado jornalista Paulo Henrique Amorim.

Um cabra que baixa o cacete em todo mundo, da esquerda, da direita, do PT, do PMDB e do PSDB. Ele não respeita qualquer tipo de marginal.

A postagem assinada por Paulo Henrique Amorim é ilustrada com as fotos de três lindas figuras. Vale a pena olhar os fucinhos destas figuras encantadoras.

É só clicar na manchete abaixo para ler:

* * *

O bravo companheiro Elias Maluco, militante dos Direitos Zumanos, quando foi preso injustamente pela “ditadura constitucional” banânica com o apoio dos coxinhas golpistas e que hoje apela corajosamente à OEA

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

DUQUE – O TEMPO (MG)

MATEMÁTICA DA ESQUERDA

O Washington Post, melhor seria se fosse poste, noticiou que o seu alvo predileto, o Trump, gastou 10 milhões de dólares com segurança em apenas um mês de governo e, claro, aquele sujeito íntegro e bacana com uma família mais bacana ainda, o Barac Hussein, gastou “apenas” 1 milhão por mês durante a sua gestão.

O motivo principal desse gasto seria os descansos do Trump em seu clube de golfe que geram uma despesa de 60 mil dólares diários só com horas extras de policiais – sim, nos EUA policiais têm hora extra -, e o fato da esposa Melania morar fora da Casa Branca, o que gera mais 500 mil dólares diários (isso mesmo, diários) de gasto. Puta que pariu, mais de 1,5 milhões de Reais por dia de segurança só da esposa e do filho mais novo? Lembro que o Presidente tem mais quatro filhos que moram fora da Casa Branca e também têm direito.

A maioria dos fubânicos, retirando-se apenas aqueles que sabemos quem, é de pessoas inteligentes e que conhecem o beabá da matemática e certamente irão concordar que o Washito Poste não resiste ao próprio argumento e escandaliza a burrice esquerdista. Claro que será citado como fonte fidedigna nas BoboNews e Falhas de São Paulo da vida que também são formadas por delinquentes de esquerda que não sabem as quatro operações.

Vamos lá. Raciocinemos, aqueles que conseguem, que a Melania passe apenas 20 dias dos 30 em New York, ou seja, apenas os dias de escola do filho. 500 mil dólares vezes 20 dias daria um gasto de?… Ih! 10 milhões de dólares… Aí ferrou…, o dinheiro que o jornal afirmou que seria o gasto mensal da segurança presidencial só pagou 20 dias de segurança da esposa e do filho mais novo. E o resto?

Viram como é fácil desmascarar as notícias plantadas pela esquerda? São burros demais.

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

S. SALVADOR – ESTADO DE MINAS

28 fevereiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

A LA URSA TÁ NA RUA!

O carnaval pernambucano é tão rico e surpreendente que é bem possível que você encontre até samba neste período…

De fato, existem algumas escolas de samba por aqui.

E não se espante se você avistar um urso enorme arrastando um cortejo de foliões.

Um urso amarrado pela cintura, segurado pelo Domador e vigiado pelo Caçador, armado com uma espingarda.

É a La Ursa, uma animadíssima faceta do carnaval daqui da terrinha.

Da agremiação Urso Língua de Ouro, uma música pros leitores do JBF:

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Um flagrante do Carnaval de 2011: este Editor iniciando João, aos 3 anos, nos encantamentos do carnaval recifense, através das presepadas do Urso do Cunhão Grande

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA (ES)

28 fevereiro 2017 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

CARLOS IVAN – OLINDA-PE

Tem alguma errada nos bastidores políticos. Os registros, devassos, pedem maior fiscalização do povo porque, se ficar no escuro, sem olho vivo, o político é capaz de jogar o país ladeira abaixo. Acabando com a laminha, o que ainda resta nos vazios cofres da Nação.

Janeiro foi mês de recesso parlamentar. A Câmara dos deputados não funcionou um dia sequer. Então, devia estar fechada. Sem trabalho. Sem político algum perambulando no recinto.

No entanto, os deputados acharam meios de gastar o dinheiro das verbas de custeio. Mesmo sem trabalho. Estando em férias regulamentares. No total, a Câmara sentiu o cofre esvaziar em R$ 10 milhões, de repente. Somente de cota parlamentar.

Torraram R$ 2,7 milhões em propagandas, apenas para divulgar o trabalho de cada parlamentar nos ouvidos do povo. Insatisfeitos, foram além. Os 513 deputados também despenderam outro R$ 1,3 milhão na compra de passagens de avião e mais C$ 1,1 milhão para colocar combustível nos carros particulares para passear em pleno período de descanso parlamentar à custa do povo. Visitando as bases.

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

FREVO SANFONADO

Um frevo da bixiga lixa, de autoria do casal Sivuca/Glorinha Gadelha, pra uma terça-feira de carnaval. Interpretação do saudoso mago da sanfona.

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

LUCIO – CHARGE ONLINE

28 fevereiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

UMA JUSTA HOMENAGEM

Uma escola de samba da cidade de São Paulo, a Unidos da Vila Maria, desfilou com um enredo em homenagem a Nossa Senhora Aparecida.

Com a aprovação e as bênçãos da arquidiocese local.

O título do enredo foi este:

Aparecida – A Rainha do Brasil, 300 anos de amor e fé no coração do povo brasileiro

O JBF, seguindo o sacro exemplo da escola paulistana, homenageia outro santo nesta terça-feira de carnaval.

Um santo que também tem o amor e a fé no coração dos idiotas banânicos.

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

GILMAR – CHARGE ONLINE

O LOROTÁRIO PÓS-JANETE

Antes de adotar o codinome de Janete na nova clandestinidade a que foi relegada pela condição de “carta fora do baralho”, Dilma Vana Rousseff Linhares produziu uma porção de lorotas, recolhidas pelo dilmólogo Celso Arnaldo Araújo em livro. Algumas foram incorporadas ao folclore político nacional, tais como a tecnologia do vento encanado e a conquista da inflação nos desgovernos lulodilmopetistas, expressa na forma canhestra que se lerá: “A inflação foi uma conquista desses dez últimos anos do governo do presidente Lula e do meu governo”. Outras não passaram de truques mambembes para enganar incautos e endividar multidões, caso da redução da tarifa elétrica transformada em rombo de R$ 62,2 bilhões e transformadora da “mãe da luz” do padrinho em mãe da treva da Nação.

Agora autoproclamada Janete ao atender ao telefone do lar onde exercita seu merecido ostracismo público, madama vê o supremo sumo de sua parca capacidade de entender fatos e transformá-los em palavras reproduzido por antigos aliados e subordinados. O vice, sem cuja ajuda ela não teria sido eleita e reeleita, dignou-se a repetir o mais surrealista de seus legados oratórios quando, entre mesóclises e apodos que ela jamais usaria, por ignorância, transformou um massacre cruento num presídio infernal em “pavoroso acidente”. Romero Jucá, pernambucano eleitor e eleito em Roraima e seu colega na primeira equipe do desgoverno Lula no Ministério da Previdência, exigiu isonomia na metáfora perfeita para o exercício da política profissional no Brasil: execrou a “suruba selecionada”, uma espécie de versão pornô da “delação seletiva” com a qual a loroteira-mor demonstrou seu desprezo pessoal por qualquer “colaborador da Justiça”.

Eliseu Padilha, que foi ministro de Transportes na coalizão de seu PMDB velho de guerra com o PSDB sob a égide do sociólogo Efeagacê e chefe da Secretaria de Aviação Civil no segundo governo da presidenta vulgo Janete, acaba de se meter numa embrulhada de monta. Cláudio de Melo Filho, lobista da Odebrecht, que tem US$ 16 bilhões em contratos sob risco no exterior por traquinagem contábilratação de obras, contou, numa das delações premiadas dos 77 da empreiteira, que repassou R$ 10 milhões em propinas ao então vice por intermédio do atual chefe da Casa Civil (licenciado) da Presidência pós-impeachment. Temer e Padilha (que atende pelo codinome de Primo na planilha da delação) disseram que foi pedida uma doação legal para a candidatura de Paulo Skaf ao governo paulista. Cláudio reafirmou que foi propina. O advogado José Yunes, considerado primeiro-amigo do vice que ora nos preside, reforçou a versão do ex-relações institucionais da empreiteira mais encalacrada na Lava Jato.

O amigão, que não figurou em cargo de relevo no desgoverno Janete, confirmou a informação e a reafirmação do delator contando uma história de cabo de esquadra. Conforme sua versão, Padilha telefonou-lhe para pedir que recebesse em seu escritório em São Paulo um documento do qual seria destinatário para que lho remetesse. A informação merece reparos, pois é possível, mas não é provável. Segundo o próprio Yunes revelaria, o portador seria Lúcio Bolonha Funaro, doleiro estabelecido na praça paulistana. Por que diacho Yunes seria intermediário, ou estafeta, ou, como o próprio se identificaria no relato, “mula”? Afinal, o termo é usado para identificar menores de idade que, para escapar da polícia, entregam pacotes com droga para a clientela dos traficantes. Aos 80 anos de idade, o doutor completou 18 há 62 e, mesmo sendo considerado idoso há 20, não pode recorrer à presunção da ingenuidade atribuída à petizada.

Na versão de Yunes, Funaro é um falastrão de marca e terminou por lhe contar: “Estamos financiando 140 deputados”. Motivo: fazer de Eduardo Cunha presidente da Câmara dos Deputados, cargo no qual o ex-deputado fluminense, atualmente presidiário na república de Curitiba, daria início ao impeachment que transformaria a presidenta em Janete (ou seria Janeta?). No relato do amigão de Temer, o que era documento “com um pouco mais de espessura” virou pacote entregue por sua secretária a alguém a quem Padilha pediu (ou mandou) que o recolhesse.

A versão é intrigante, para dizer o mínimo. Um menor com imunidade seria bem capaz de identificar a diferença entre um documento (a menos que fossem, por exemplo, as delações integrais dos 77 da Odebrecht) e um pacote com R$ 4 milhões. Um empresário habituado a lidar com dinheiro vivo calcula que tal quantia exigiria um embrulho com a espessura de três exemplares da edição brasileira do Ulysses de James Joyce na tradução de Antonio Houaiss. Ou seja, uns 60 centímetros.

Reproduzi aqui apenas o que Yunes contou à Veja, que está nas bancas, a Lauro Jardim, do Globo, e ao Estado. Por mais longos que sejam esses depoimentos, inclusive o que fez questão de dar ao Ministério Público Federal, em Brasília, depois de se ter encontrado com o amigo-em-chefe, o doutor não esclareceu algumas dúvidas que dificilmente encontram razão lógica, assim como eram os brocardos de tia Janete. Por que teria de ser ele “mula” do chefe da Casa Civil de Temer? Quais “razões partidárias”, por ele alegadas, transformariam o ilustre causídico em estafeta ou correio de entrega de entorpecentes a domicílio?

Se fosse uma doação eleitoral, como Temer e Padilha alegaram antes, por que ela não foi feita normalmente, como manda a lei, mas, sim, em dinheiro vivo? Afinal, neste mundo dominado por fibras óticas, cartões magnéticos e depósitos bancários em tempo real, moeda palpável circula mais entre quadrilhas do que entre pessoas de bem e empresas zelosas de sua boa reputação na praça.

Fato é que transportar milhões em envelopes ou pacotes, mesmo em automóveis blindados e com seguranças armados a bordo, não é atividade das mais salubres nesta contemporânea São Paulo de Piratininga. Fato também é que a notícia dada no fim de semana pelo Estado de que, como o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pretende investigar Padilha – e, por suposto, ouvir novamente Yunes (e por que não?) -, este terá a oportunosa ensancha de esclarecer tais questões. E algumas mais, como a assessoria jurídica do amigão do presidente ao investidor Naji Nahas e ao empresário egípcio Naguib Sawiris, interessado favorito na compra da Oi.

Quanto a Padilha, enquanto estiver licenciado da Casa Civil, gozará o lado bom daquele artigo consensual, mas nunca escrito, de nossa ordem jurídica: “ou é foro ou é Moro”. E enquanto durar a licenciosidade ele não terá de engolir desaforo, ora! Seja lorota ou não a delação sem prêmio do dr. Yunes.
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28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

SANTO – CHARGE ONLINE

28 fevereiro 2017 DEU NO JORNAL

TOLÔTES ORAIS

O presidente do PT, Rui Falcão, em documento publicado no site do partido, comparou António Palocci, José Dirceu e João Vaccari Neto ao goleiro Bruno.

Ele argumentou que, se um foi solto, os outros também têm de ser, porque seus casos são iguais.

De certa maneira, ele está certo: a Petrobras é a Eliza Salmudio do PT.

Em vez de ocultar um cadáver, os petistas ocultaram o dinheiro roubado.

* * *

Francamente, eu chega se mijo-me todinho de tanto se rir-se-me com o cagatório oral e escrito da petralhada.

Tanto o cagatório da cúpula quanto o cagatório dos ceguetas da militância.

Um time de tabacudos que não tem o menor senso do ridículo.

É cada disparate de provocar frouxos de risos em quem raciocina.

28 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

FRANK – A NOTÍCIA (SC)


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