8 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

JARBAS – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

8 fevereiro 2017 DEU NO JORNAL

MANCHETE DA QUARTA-FEIRA – DUAS EXCELENTES NOTÍCIAS

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Duas notícias boas que só a porra.

Duas novidades do caralho.

Neste clima carnavalesco, vamos comemorar com música

8 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

VITÓRIA CONFLAGRADA, E MINISTRO DA JUSTIÇA SOME

8 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

S. SALVADOR – ESTADO DE MINAS

ANSIEDAD

Uma canção de 1958, composta pelo venezuelano José Enrique “Chelique” Sarabia Rodriguez, na voz marcante do saudoso Nat King Cole.

8 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

JARBAS – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

8 fevereiro 2017 DEU NO JORNAL

MANCHETE DA QUARTA-FEIRA – UMA NOTÍCIA AUTENTICAMENTE BANÂNICA

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A bancada do PMDB decidiu nesta quarta-feira (8) indicar o senador Edison Lobão (MA) para a presidência da Comissão de Constituição e Justiça da Casa.

Lobão já foi citado em delações premiadas e é investigado em dois inquéritos no âmbito da Operação Lava Jato.

É também investigado em um terceiro inquérito relacionado a irregularidades na Eletrobras.

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A Comissão de Constituição e Justiça é a mais importante comissão do Senado Federal.

Acima dela, só mesmo o Plenário.

É a mesma comissão que irá sabatinar Alexandre Cabeça-de-Pica Moraes, o carecão indicado pelo prisidente Michel Cara-de-Tabaca para o Supremo Tribunal Federal.

Enfim, um arrumadinho autenticamente banânico.

O partido de Lobão, o PMDB, é aquele mesmo que ocupou a vice na chapa liderada por Dilma e etc, etc, etc, etc, etc…

Edison Cara-de-Buceta Lobão é velho conhecido dos leitores fubânicos.

Das muitas postagens que já foram feitas com ele aqui nesta gazeta escrota, sugiro que leiam uma publicada em agosto de 2013, intitulada “Filho de Lobão, Lobinho é…“.

Trata-se de uma matéria sobre o filhote de Lobão, o Lobinho, um guabiru riquíssimo, tão rico quanto o papai, dono de uma fortuna incalculável, e que também foi eleito senador pelo Maranhão. Por favor, não critiquem o eleitorado do Maranhão: outros estados de Banânia deram esmagadoras votações pra Lula e pra Dilma…

Na postagem, há um link que remete a outra postagem, esta sim, sobre Lobão Pai. (clique aqui para ler)

Boa leitura!!!

8 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

DUQUE – O TEMPO (MG)

8 fevereiro 2017 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

NÉLIA DONDOSSOLA – SÃO PAULO-SP

Mando um vídeo dedicado a todos os ceguetas do Brasil.

Bote aí no ar meu guru!

Saudações

8 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

ELVIS – AMAZONAS EM TEMPO

8 fevereiro 2017 DEU NO JORNAL

POR QUE A ESQUERDA DEFENDE A “DESMILITARIZAÇÃO” DA POLÍCIA?

Rodrigo Constantino

A campanha da esquerda contra a Polícia Militar é conhecida. Vemos diariamente uma intensa propaganda negativa, que chega a retratar os policiais como a maior ameaça à paz. Alguns chegam ao extremo de pedir o fim da Polícia Militar, como fez Gregorio Duviver. Outros posam de mais “moderados”, e alegam desejar “apenas” a “desmilitarização da PM”. O que estaria por trás disso?

O maestro Tom Martins fez um comentário cirúrgico que sintetiza com perfeição o verdadeiro objetivo oculto nessa campanha:

É claro que a esquerda não quer “acabar com a polícia”. O que desejam é a “desmilitarização”, ou seja, tornar a polícia uma força civil com direito de greve, etc. Alguns falam em centralização das polícias, algo que apenas colocaria o centro de decisões muito mais longe da população, exatamente o oposto do modelo americano. Mas o principal ponto é que as polícias trocariam a ordem militar por um sistema de funcionários públicos civis.

E por que os esquerdistas odeiam a Polícia Militar? Porque a polícia, sendo militar, não está sob o jugo dos sindicatos. Num país onde grupos comunistas dominam os sindicatos, desmilitarizar as polícias seria o mesmo que controlá-las. A esquerda já domina as universidades, as redações, a Igreja, o lumpesinato, o meio cultural e o ambiente político-partidário. Falta apenas controlar os detentores do monopólio do uso da força bruta do estado. Por isso o ponto urgente em sua agenda: a “desmilitarização da PM”.

Na República Sindical que é nosso país, sob domínio da esquerda, é simplesmente insuportável que a PM esteja fora disso. O sonho desses esquerdistas é que cada policial fosse exatamente como os “professores” do ensino público, em sua maioria capachos dos sindicatos ou militantes disfarçados que fazem proselitismo ideológico e lavagem cerebral nos estudantes. É uma questão de controle. Como Bene Barbosa resumiu: “Tática de dominação e controle. Só isso!”

Claro, falo dos líderes da esquerda, ou seja, dos oportunistas safados que sabem muito bem o que estão fazendo e possuem uma agenda por trás de cada ato pensado. Não entram nessa lista os idiotas úteis, os românticos bobocas e infantis, que pintam unhas de branco pela paz ou usam camisetas com a pomba que o comunista Picasso eternizou como símbolo do pacifismo, desenhada em uma litografia de presente para o assassino Stalin.

Esses “pensam” mesmo que policiais com flores em vez de armas fariam muito mais pela paz, e nem o caos anárquico no Espírito Santo é capaz de fazer tal crença balançar. É uma questão de necessidade, pois essa turma vive no mundo da estética, e imaginar seres humanos como figuras santificadas, cantando de mãos dadas “Imagine”, faz parte da personalidade fraca e covarde dessa gente, massa de manobra dos canalhas.

Mas a liderança não é nada boba. Sabe o que está em jogo. Defende bandidos como “vítimas da sociedade” e policiais como os “algozes da sociedade” porque querem fomentar o crime e enfraquecer a lei, tomando o controle do monopólio da força pelo estado. É tudo parte de um esquema totalitário de poder.

8 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

GABRIEL RENNER – DIÁRIO GAÚCHO

8 fevereiro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

APELO

Como todos vocês já sabem, e eu vivo a repetir, esta gazeta escrota é um espaço democrático e aberto a todas as tendências e opiniões.

Quando o PT estava no poder, tentei, sem sucesso, conseguir colaboradores que defendessem o gunverno vermêio-istrelado e que apoiassem a dupla Lula/Dilma. Meu sonho era ter aqui colunistas petistas, cumunistas ou zisquerdistas de um modo geral

Convidei a deputada federal Jandira Feghali, a mulé da foice e do martelo, para escrever nesta gazeta escrota e ela aceitou de imediato. Chegou a nos enviar três matérias.

Mas o último texto que Sua Insolência nos mandou pra publicação foi no dia 12 de dezembro do ano passado. Certamente deve estar muito ocupada no seu furioso exercício legislativo diário e não sobra um minuto sequer pra deitar falação no JBF.

Os dois ou três petistas/zisquerdistas/bolivarianistas/cumunistas/lulistas que tem coluna no JBF preferem usar seus espaços com abobrinhas, futricas, puemas e amenidades. Passam 99% do seu tempo nesta gazeta escrota arengando e trocando tapas no espaço dos comentários, e gastam apenas 1% dos seus talentos em suas colunas.

Cheguei até a entrar no item Contato, na página oficial do PT, solicitando que enviassem textos e matérias pro JBF, mas não tive qualquer sucesso no meu apelo.

De modo que estou fazendo esta postagem pra insistir no pedido: precisa-se de colunista zisquerdista.

O salário é uma miséria e sempre sai atrasado, mas a quantidade de leitores compensa digitar uns textículos pra este antro de escrotidão.

“É foda… num aparece uma porra dum colunista zisquerdal pra fazer a gente se rir-se”

8 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

CLAYTON – O POVO (CE)

8 fevereiro 2017 HORA DA POESIA

ECOS DA ALMA – Augusto dos Anjos

Oh! madrugada de ilusões, santíssima,
Sombra perdida lá do meu Passado,
Vinde entornar a clâmide puríssima
Da luz que fulge no ideal sagrado!

Longe das tristes noites tumulares
Quem me dera viver entre quimeras,
Por entre o resplendor das Primaveras
Oh! madrugada azul dos meus sonhares.

Mas quando vibrar a última balada
Da tarde e se calar a passarada
Na bruma sepulcral que o céu embaça

Quem me dera morrer então risonho
Fitando a nebulosa do meu sonho
E a Via-Látea da Ilusão que passa!

8 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

CHICO CARUSO – O GLOBO


http://www.musicariabrasil.blogspot.com
HISTÓRIAS E ESTÓRIAS DA MPB

Falecido em 2012, Pery acabou por figurar como um dos mais expressivos intérpretes da Bossa Nova

Continuando a abordagem ao saudoso Pery Ribeiro gostaria de abordar o que veio a ocorrer a partir de sua participação no programa do Jacy Campos como foi relatado ao longo da última abordagem. Dentre os telespectadores que assistiriam a primeira apresentação do pretenso artista na Tv Tupi estava Paulo Gracindo, que o convidou para cantar em seu programa de domingo na Radio Nacional. Logo depois veio mais um convite, desta vez para participar do programa do apresentador César de Alencar, que viria a ser responsável pelo seu “batismo” artístico.

No início Peri começou a apresentar-se como Pery Martins (sobrenome do pai, Herivelto), contexto este que acabou gerando uma raiva desmedida em sua mãe, a cantora Dalva de Oliveira. “É um absurdo! Seu pai nem quer que você cante e mesmo assim você prefere o sobrenome dele!“, argumentou a intérprete de clássicos de nossa MPB. Peri procurou argumentar que Pery Oliveira não soaria legal, argumento pra lá de vazio na concepção de sua genitora. Para evitar conflito (uma vez que Pery Oliveira não soava legal) permaneceu um bom tempo sob o dilema: Qual nome artístico adotar? Decidiu que não usaria o sobrenome de nenhum dos dois uma vez que não queria construir a carreira usando o sobrenome de nenhum deles, dentre outros aspectos que achou relevante.

A resposta viria após várias participações no Programa César de Alencar, quando Peri teve a oportunidade de conversar com o apresentador e com um contato de publicidade chamado Boni (o mesmo que anos depois viria a se tornar o todo poderoso da Rede Globo). César, famoso por criar apelidos e bordões, “batizou” muita gente do meio artístico. Com peri não foi diferente, ele lembrou que naquela semana em que estavam reunidos fazia um ano da morte do cantor Almir Ribeiro (o qual Pery também foi cameraman) e começou a pronunciar: “Pery Ribeiro… Pery Ribeiro… Pery Ribeiro…“. Todos três chegaram a conclusão que o nome soava muito bem. E assim o cantor foi “batizado” no programa do comunicador, sem nenhuma alusão ao artista que havia falecido a um ano e que agora emprestava o seu nome.

Com pouco mais de cinquenta anos de carreira, Pery Ribeiro traz em sua trajetória artística dados interessantes. Sua primeira gravação musical ocorreu em 1960 (no mesmo ano em que também estreou como compositor). A sua primeira intérprete foi a cantora Dora Lopes. Soma-se a sua experiência de cantor também a sua incursão, a convite de Sérgio Mende, pelo Bossa Rio em 1968 ao lado de nomes como Manfredo Fest, Osmar Milito, Ronnie Mesquita, Gracinha Leporace e Otávio Bailly. Nesse período chegou a excursionar México e Europa, dividindo o palco com nomes do cenário internacional como Burt Bacharach, Johnny Mathis, Sérgio Mendes, Herb Alpert e Henri Mancini.

Por um bom tempo chegou a morar no México, onde esporadicamente apresentava-se ao lado do pianista e compositor Luís Carlos Vinhas; assim como também chegou a fixar morada nos EUA, onde teve a oportunidade também chegou a participar de uma produção da Universal Studios ao lado de Richard Widmark e estudar no Screen Actors Guild, em Hollywood (vale lembrar que aqui no Brasil ele também chegou a atuar em algumas produções cinematográficas). Sua carreira começava a tomar forma no Exterior quando se viu necessitado de estar ao lado de sua mãe, que começava a dar os primeiros sinais de descontrole em relação à bebida.

No Brasil a sua maior parceria musical foi sem dúvida Leny Andrade, com quem desenvolveu, ao longo de muitos anos, distintos e exitosos trabalhos a exemplo do álbum Gemini V gravado ao vivo na boate Porão 73 ao lado do grupo Bossa Três e lançado em 1965. Em 2012, nas famosa e polêmicas listas dos cem mais, a revista Rolling Stone Brasil declarou-o numero 64 dos 100 cantores melhores do Brasil. Nesta mesma edição, a Rolling Stone defendeu que ele foi “possivelmente o cantor mais subestimado do Brasil … ele se tornou uma das principais vozes da bossa nova…. Técnica, afinação, gosto apurado, inteligência musical – Pery tinha tudo isso de sobra e cantava todos os estilos.”

Deixo aqui uma das inúmeras canções registradas por este saudoso cantor. A faixa em questão é de autoria do seu pai, Herivelto, e tornou-se um clássico sob o título “Caminhemos”:

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8 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

J. BOSCO – O LIBERAL

OLINDA, É TODA CARNAVAL

O Carnaval de Olinda tem o seu início oficial nos primeiros minutos do domingo quando, no Bonsucesso, o Homem da Meia Noite “bota a cabeça de fora / Aquece a folia / A rua toda estremece / No céu a lua aparece / Explode a alegria” ….

No rastro deste tradicional boneco surgem, como que saídos de um conto de fadas, a Mulher do Dia, o Menino da Tarde, o Tarado da Sé, o Capibão, dentre outras dezenas de bonecos gigantes que vão, pouco a pouco, tomando conta da paisagem.

Caboclinhos, maracatus-nação de baque virado, troças e clubes de frevo, maracatus rurais com seus caboclos de lança, blocos carnavalescos com suas orquestras de pau e cordas, tribos de índios, bois, reisados, a presença cigana nas La Ursas, turmas de palhaços colorido, multidões de alegres mascarados, estão a encher de cores ladeiras, becos, ruas e avenidas, nos dias dedicados ao Carnaval, transformando Olinda no Reino Azul da fantasia.

Batidas sincopadas de bombos dos maracatus-nação, estalidos das preacas dos caboclinhos, notas agudas e dissonantes das fanfarras de frevo, sons rurais de acordeões de La Ursas, batuques de escolas de samba, cômicas toadas de um Mateus do bumba-meu-boi, o lirismo do bloco Flor da Lira cantando, se juntam aos caboclos de lança do maracatu Piaba de Ouro de modo a se misturar com a onda de passistas seguidores dos cortejos da Pitombeiras, do Elefante, da Ceroula, do Vassourinhas, de Marim dos Caetés, ou mesmo do Eu acho é pouco, que mais parecem, na imagem de Alceu Valença, com uma enorme “cobra que desce a ladeira com gosto de gás”.

O carnaval de Olinda em nada se assemelha ao do resto do Brasil. Para o escritor Luís da Câmara Cascudo, “o carnaval dos grupos e dos ranchos, das escolas de samba do Rio de Janeiro” em nada se parece ao carnaval de Olinda, “o carnaval da participação coletiva na onda humana que se desloca, contorce e vibra na coreografia, a um tempo pessoal e geral do frevo, com a sugestão de suas marchas-frevos pernambucanas, insubstituíveis e únicas”.

Nesta paisagem carnavalesca, um ritmo é o grande responsável pela aglutinação das multidões que tomam conta das ruas, becos e avenidas da Cidade Patrimônio Natural e Cultural da Humanidade durante o carnaval ou em seus momentos de alegria.

Surgido do repertório das bandas militares, o frevo pernambucano como música é o resultado da fusão da marcha, do tango brasileiro, do maxixe, da quadrilha, do galope e, mais particularmente da polca e do dobrado, que num mesmo cadinho deram origem a esta música singular de andamento alegro, ainda hoje em franca evolução rítmica e coreográfica. A partir dos anos trinta, do século passado, convencionou-se dividir o frevo em frevo-de-rua, frevo-canção e frevo-de-bloco.

Como no frevo de Severino Luiz Araújo e Nelson Luiz Gusmão, “… é lindo o carnaval de Olinda / E quem não viu ainda / Não sabe o que é paixão / A vida esquece a saudade / Tudo é felicidade / E amor no coração.”

• Do livro “O’ linda, o teu nome bem diz!”, 480 p. ilustrado, a espera de patrocínio para sua edição.

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