15 fevereiro 2017 DEU NO JORNAL

MANCHETE DA QUARTA-FEIRA – VAI CONTINUAR OBRANDO DE COCA

* * *

Quer dizer, então, que ainda teve um, unzinho, que votou a favor de Cunhão???!!!

Pois é. Teve sim.

Foi Marco Aurélio Mello, aquele tabacudo que tem voz de pata choca.

Vamos ver como será o placar quando chegar a vez de Lula.

Nunca é demais relembrar que as propinas recebidas por Cunhão foram no tempo em que a Petrobras era administrada pelo PT.  

A aliança entre guabirus pmdebistas e guabirus petralhas era, e continua sendo, muito forte e “rentável”.

A parecença entre as duas organizações criminosas é fantástica.

E os componentes dos dois bandos, tem o mesmo nível ético, moral e político.

15 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)

15 fevereiro 2017 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

RUTH HECKMANN – MARINGÁ-PR

Berto,

li na tua “folha corrida” que o livro “A Prisão de São Benedito e Outras Histórias” já está na quinta edição.

Que bacana!

Se são histórias hilárias como as que tu contas aqui, eu gostaria muito de ler.

Como faço pra comprar? Onde encontro?

Bom dia.

R. Cara leitora, fico ancho que só a peste por saber que você andou xeretando o meu pobre currículo.

Na verdade, ao invés de currículo, trata-se de um verdadeiro prontuário.

Aliás, o leitor fubânico que quiser dar um passeio por lá, é só clicar na aba onde está escrito “Folha corrida do Editor“, aí em cima, no cabeçalho do blog.

Quanto à compra do São Benedito, informo que todos os meus livros podem ser adquiridos aqui mesmo pela internet, na página das Edições Bagaço, com toda tranquilidade e segurança.

Mas, como tenho ainda três volumes desta obrinha aqui comigo, vou mandar um pra você.

Basta que me envie o seu endereço postal, usando o imeio do JBF, este aqui: bertofilho@terra.com.br

Aproveito a oportunidade pra mandar um abraço pros 268 viciados fubânicos que moram nessa bela Maringá, segundo dados do Google Analytics.

15 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

NANI- CHARGE ONLINE

COM AVAL DO STF, TEMER BLINDA ANGORÁ

15 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

LUCENA – BLOG DO NOBLAT

15 fevereiro 2017 HORA DA POESIA

PRIMAVERA – Augusto dos Anjos

Primavera gentil dos meus amores,
Arca cerúlea de ilusões etéreas,
Chova-te o Céu cintilações sidéreas
E a terra chova no teu seio flores!

Esplende, Primavera, os teus fulgores,
Na auréola azul, dos dias teus risonhos,
Tu que sorveste o fel das minhas dores
E me trouxeste o néctar dos teus sonhos!

Cedo virá, porém, o triste outono,
Os dias voltarão a ser tristonhos
E tu hás de dormir o eterno sono,

Num sepulcro de rosas e de flores,
Arca sagrada de cerúleos sonhos,
Primavera gentil dos meus amores!

15 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

AMORIM – CHARGE ONLINE

CARA DE UM FOCINHO DE OUTRO

Mais uma trapalhada trumpiana e não dá para deixar de compara-lo ao nosso campeão de asneiras.

No escândalo do General Michael Flynn, ex-assessor para segurança nacional de Donald Trump da Silva, o presidente americano fez como Lulla Trump na época do mensalão que alegou não saber de nada. Os dois trumps, o de lá e o de cá sempre usam a mentira para defender e atacar.

Michael Flynn ainda em dezembro quando Barak Obama era o presidente do país, tratava com a diplomacia russa sobre as sanções decretadas pelos EUA contra a Rússia, em resposta às invasões dos computadores de Hillary Clinton e do Partido Democrata no período da disputa presidencial. Flagrante violação à lei de 1799 (Logan Act) que proíbe qualquer cidadão americano de tratar assuntos diplomáticos sem a devida nomeação para tal. “Questionado” pelo vice-presidente Mike Pence, negou ter falado desse assunto com o embaixador russo.

Em janeiro numa entrevista à rede CBS o vice-presidente Pence garantiu que Flynn nunca havia falado com os russos sobre as sanções impostas pelo presidente Barak Obama. Depois do caso exposto na mídia golpista e sem poder sustentar a mentira, Flynn admitiu a conversa, disse que havia esquecido e demitiu-se. Mentiu Flynn? Mentiu Pence? Mentiram os dois? Estão escondendo o comentado namorinho entre Donald e Vladimir?

Os dois lullas, o do topete e o da cachaça, preferem passar por idiotas iludidos do que assumir seus erros. Trump indicou um imbecil que esquece com facilidade de assuntos dessa importância, ou o idiota é mesmo Donald da Silva que mente junto com sua equipe para defender-se. Assim como Lulla Trump a Casa Branca vive acusando a mídia de notícias falsas exatamente como faziam os corruPTos aqui no Brasil.

A mídia oficial do trumpismo a revista eletrônica Breitbart (Carta Capital ianque) dá uma versão bem mais suave sobre a falha cometida pelo General Flynn: “Ele deu informações incompletas para o vice-presidente Pence”, por esquecimento. Você acredita? Trump acusa as agências de inteligência de fazerem política e agirem como não americanos ao vazarem informações seletivas das conversas ilegais e como manda o manual do bom radical, diz que toda imprensa mente preparando um golpe contra ele.

É curioso ver tanta similaridade nos métodos usados pela extrema direita americana quanto pela esquerda esquizofrênica brasileira. Onde estão os estadistas que dizem a verdade necessária para a nação? Esses dois se especializaram em dizer mentiras para governar.

Vai acabar mal!

15 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

VERONEZI – CORREIO POPULAR (SP)

15 fevereiro 2017 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

ARMANDO DE ALMEIDA FILHO – SÃO PAULO-SP

Caro Berto,

assim como você sou um apreciador de uma boa talagada numa cachacinha.

Aqui em São Paulo, onde vivo e te acompanho diariamente é vendida a Havana.

Veja o preço da marvada! !!!

Do alto da sua riqueza e eu da minha falida aposentadoria – já estou nos 70 -, fica difícil comprar não é? ?

Abração de um leitor fanático.

R. Caro leitor, eu fiquei aqui sonhando quando você falou que eu estou no alto da minha “riqueza“.

Ah… Quem me dera que eu sesse mesmo um cabra rico…

Ao mesmo, tempo fiquei ancho que só a porra quando você se declarou “leitor fanático” desta gazeta escrota.

São Paulo é a cidade brasileira com a maior quantidade de viciados fubânicos. Segundo dados do Google Analytics, são 8.375 no total. Mais do que a quantidade de leitores do Recife, onde o JBF é editado, que possui 5.451 fubânicos.

Brigadão mesmo pela força e pela audiência.

Quanto ao preço da excelente cachaça Havana, de 600 reais a garrafa, como consta nesta foto que você mandou, eu me lembrei que tempos atrás, bem antes do meu piripaque cardiológico e quando ainda não estava proibido de tomar umas e outras, ganhei quatro garrafas de uma só vez desta excelente aguardente.

Foi um presente do colunista fubânico José Paulo Cavalcanti Filho, renomado jurista brasileiro, biógrafo do poeta português Fernando Pessoa, homem de grande sabença e de vasta cultura, que veio aqui em casa pra jogarmos conversa fora e me trouxe esta preciosidade da bixiga lixa.

Pelo que me lembro, quando ganhei este magnífico presente, o preço da garrafa de Havana ainda era um pouco mais caro. E Zé Paulinho comprou o mimo em Minas Gerais, berço da famosa aguardente. Sempre que volta da Europa, nosso ilustre colunista costuma me trazer garrafas de licores finíssimos, vodkas e vinhos de alta qualidade.

Aliás, aproveitando este assunto de preços e presentes, eu quero dizer que no meu círculo de amigos tem desde cabras generosos e altruístas assim feito José Paulo Cavalcanti – que não mede distância pra presentear as pessoas de quem gosta -, até uma meia dúzia de cabras miscos, pirangueiros e unhas-de-fome.

Me lembro de um que veio ao Recife ser homenageado por uma entidade cultural. Fiz-lhe uma recepção aqui na minha casa e convidei alguns amigos pra participar do encontro. No meio da conversa, para minha surpresa, ele disse os valores que gastou com passagem de avião e hospedagem num hotel, citando até os centavos. Reclamando da alta despesa e da carestia dos tempos.

E estou falando de um cabra bem de vida e  que ganha um excelente salário. Um cabra que só o dinheiro que tem aplicado daria pra alugar um avião inteiro e ocupar todos os andares de um hotel.

Foi um constrangimento arretado no ambiente e eu, e os amigos presentes, engolimos calado a mesquinharia.

Pra encerrar a postagem, quero dizer que de vez em quando vou dar uma olhada nesta foto que você nos mandou, meu caro leitor. Só pra matar as saudades, pois estou rigorosamente proibido pelo meu cardiologista de dar sequer uma beiçada.

A ordem é cumprida à risca e fiscalizada de perto por Aline. Enfim, tô conformado e tranquilo. Prefiro viver sóbrio por muitos anos do que bater as botas ligeiro tomando cana.

Um grande abraço e minhas calorosas saudações pra todos os fubânicos dessa acolhedora Terra da Garoa.

Este Editor, nordestino de nascença e de coração, dedica aos leitores dessa terra paulista a música Meu Pajeú, uma composição da dupla Luiz Gonzaga e Raymundo Granjeito, interpretada pelo Rei do Baião.

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15 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

15 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

IOTTI – ZERO HORA (RS)

TEATRO DO ABSURDO

O Brasil é um teatro ou um circo, conforme o gosto do freguês. E ao mesmo tempo é um absurdo!

Bingo! Descobri! Fantástico! Não vivemos em um país. Não, o Brasil não é uma nação, não é uma pátria, não é um lugar. É uma utopia imaginária (a redundância é proposital) à qual estamos atrelados.

Ou melhor, o Brasil é um roteiro, um script. Uma peça teatral, sem pé nem cabeça, estrela por 200 milhões de atores ou de palhaços, dependendo do observador.

Somos um Roteiro de uma peça do Teatro do Absurdo. Um roteiro digno de ser comparado com as obras-primas de Eugène Ionesco. Olhem por aí vocês logo enxergarão a beirada do palco, a plateia lotada de espectadores incrédulos. Dá para ver os camarins, há até a parte luxuosa reservada aos canastrões de Brasília.

Olha! Ali! Ali estão os cartazes. Qual é o nome da peça? Brasil a utopia do absurdo.

Brasil a utopia do absurdo, que nome significativo, relevante, ao mesmo tempo não diz nada e diz coisa nenhuma. Mas retrata muito bem o que é o nosso país.

E lá vamos nós ‘barbarizando’ na interpretação do roteiro, a concentração dos atores é fenomenal, parece time de futebol momentos antes da grande final.

Os políticos regem e orquestram ‘os absurdos’, alguém diz que a peça foi superfaturada, outro vocifera que desviaram o dinheiro da bilheteria. Tudo absurdamente normal. Afinal, estamos na terra, ou será teatro, do absurdo.

Mas nada, nada tira a atenção da claque. Vamos entrar na Sapucaí, quero dizer no palco, vamos ser estrelas (opa!!!!! Estrelas? vermelhas?), vem aquele aperto, um deja vu. É melhor parar por aqui.

Que nada, bola prá frente vamos encenar o nosso futuro. O futuro do/no país do futuro!

Convenhamos no dia-a-dia, as manchetes de jornal do Brasil parecem ou não um roteiro do teatro do absurdo. Para quem não sabe Teatro do Absurdo refere-se a obras teatrais que tentam retratar de forma pouco convencional ou totalmente non sense aspectos inusitados e peculiares da existência humana e da sociedade. É uma forma de teatro que tenta ‘explicar’ de um jeito digamos absurdo, os absurdos do convívio em sociedade.

Teve no romeno Eugène Ionesco um de seus maiores representantes. Ionesco mais que ridicularizar as situações mais banais, retratava de uma forma tangível a solidão do ser humano e a insignificância da sua existência em contraponto as práticas caóticas e ridículas impostas pela sociedade.

Nasce do Surrealismo, sob forte influência do drama existencial, tecendo críticas à sociedade e difundindo uma ideia subjetiva a respeito do obscuro e daquilo que não se vê e não se sente. A principal fonte de inspiração dos dramas absurdos era a burguesia ocidental, que, segundo os teóricos do Absurdo, se distanciava cada vez mais do mundo real, por causa de suas fantasias e ceticismo em relação às consequências desastrosas que causava ao resto da sociedade.

É ou não é a cara do Brasil?

Se pensarmos bem nossos ‘desgovernos’ parecem com o Mestre da peça homônima de Ionesco. Todos saúdam o Mestre, todos esperam pela chegada do Mestre. O Mestre é aquele que sabe tudo, aquele que vai resolver tudo. Então entra o Mestre e o Mestre não tem cabeça.

Um interlocutor grita: “olhem o Mestre não tem cabeça e todos os demais lhe respondem ‘para que cabeça? Ele é o Mestre e isto basta”. Mais ou menos o que querem nos incutir, goela abaixo.

Olhem o Lula! O pai dos pobres! Mas e o mensalão? E o petrolão? E o Triplex? Não interessa é o Lula, o redentor do Brasil, o resto, inclusive sua opinião, não importa. É o Lula, basta! Pelo menos para os idiotas e para os canalhas.

Ou então, as vezes não lhes parece que somos governados por alguém aparentemente ‘sem cabeça’. É o Mestre, faz parte do roteiro.

O Brasil é um Tratado aberto de Patafísica. Patafísica é ciência das soluções imaginárias e das leis que regulam as exceções. Frequentemente se expressa por meio de uma linguagem aparentemente nonsense, resultando em um modo pessoal e anárquico de explicar o absurdo da existência. Se parece ou não com o Congresso ou STF?

Mas por um lado é até bom. Se tudo não passa de uma peça teatral chegará a hora derradeira em que a peça acabará. Sabe aquele momento em que as cortinas baixam, a plateia aplaude e voltamos para a realidade.

Escutem! Acho até que está acabando. Ouço palmas ou serão vaias? Melhor não arriscar, hein! Certamente são gritos. Gritos de protesto.

Putz! A plateia acordou. Os canastrões estão fugindo. O palco pegou fogo e o teatro está vindo abaixo. Deve ter sido uma obra da Odebrecht.

É vivemos um conto triste até agora. Um roteiro absurdamente digno dos Mestres do Teatro do Absurdo. Mas não esqueçam que a plateia um dia acordará. E aí o teatro virá abaixo. Pelas palmas ou pelas vaias? Saberemos, em breve!

Até lá como dizem os franceses… Mérde! Quebrem a perna!

15 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

PARAQUEDISTA

Um Frevo de Bloco interpretado pelo coral do Bloco da Saudade. Música de Roberto Bozan.

15 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

PAIXÃO – GAZETA DO POVO (PR)

O ESCORPIÃO E A TARTARUGA E A ELEIÇÃO

Conta uma fábula que em uma tarde chuvosa um escorpião estava apreensivo na margem de um rio prestes a transbordar, quando passou por ele uma tartaruga, indiferente à torrencialidade da água. Era ela a salvação! Pediu-lhe, então, que o levasse à outra margem, já que necessitava chegar a casa, mas se tentasse atravessar sozinho morreria afogado.

Eu gostaria de ajudar, escorpião, mas tenho medo que você me pique e eu morra, ponderou a tartaruga.

A resposta do escorpião foi imediata: Por que eu faria isso? Eu morreria também!

Para encurtar a história, o escorpião convenceu a tartaruga a lhe dar uma carona, e assim foi feito. O escorpião subiu no casco da tartaruga e teve início a travessia. Tudo estava indo muito bem, mas a certa altura a tartaruga sentiu uma picada.

Escorpião, por que você me picou? Agora nós dois vamos morrer.

Quase se afogando, retrucou o escorpião:

Desculpe, tartaruga, você foi solidária comigo, mas eu não pude evitar. É da minha natureza.

Semana passada, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, depondo como testemunha de defesa em processo em que o senhor Luiz Inácio da Silva é réu, afirmou que nenhum presidente tem como saber de tudo que acontece na administração pública. Na referida ação, o senhor Luiz Inácio é acusado de corrupção passiva por supostamente ter recebido de uma empreiteira propina no valor de R$ 3,8 milhões.

Tal valor teria sido pago em forma de benesses, como, por exemplo, a reforma e ampliação do tríplex do Edifício Solaris, no Guarujá, e outra parte no custeio do armazenamento do acervo daquele ex-presidente, segundo o Ministério Público Federal. A outra parte do valor? Ora, teria sido ocultada.

Fernando Henrique Cardoso afirmou ainda que também buscou recursos privados para manutenção de seu acervo, e que os recursos, pequenos, se destinaram a fazer frente a diversas despesas, porque o presidente da República sai de lá, se for correto, sem dinheiro.

Ninguém foi mais fustigado por Luiz Inácio da Silva do que Fernando Henrique Cardoso. Foram 13 anos de uma censura implacável, de acrimônia e de incansáveis tentativas de desconstrução da imagem do sociólogo.

Agora, neste momento em que Luiz Inácio da Silva se vê na margem de um caudaloso Rubicão a ser atravessado, quiseram as artimanhas do destino que as palavras de Fernando Henrique Cardoso possam ajudar Luiz Inácio da Silva a atingir a outra margem. Ou no meio do caminho a tartaruga será picada?

15 fevereiro 2017 FULEIRAGEM

JARBAS – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

15 fevereiro 2017 DEU NO JORNAL

É TUDO DROGA DA MESMA SERINGA

Os Estados Unidos anunciaram a adoção de uma série de sanções financeiras contra o vice-presidente da Venezuela, Tareck El Aissami, acusado pelo país de ser traficante de drogas internacional. 

Segundo um comunicado divulgado pelo Tesouro Nacional americano, “as sanções são o resultado de vários anos de investigação que visam importantes traficantes de drogas nos EUA”. 

De acordo com o Tesouro americano, El Aissami “facilitou a distribuição de drogas na Venezuela, controlando os portos e a decolagem de aviões de uma base aérea do país.

O vice-presidente também recebeu propina para facilitar a entrega de carregamento de drogas do cartel liderado pelo venezuelano Walid Makled Garcia, afirmam os membros do órgão americano.

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Maconha, cocaÍna e outras drogas: tem tudo a ver com a turminha das zisquerdas bolivarianas.

Se lembram da luta de FCH pra legalizar o fumacê?

Pois é.

Os zintelequituais canhotos adoram puxar um fumo.

No presente caso, mais que encher a caveira de fumaça e o juízo de merda, temos um vice-presidente de republiqueta zisquerdóide metido no tráfego internacional de drogas e recebendo milionário pixuleco de chefões do tráfego!

Cuida-se aqui do vice de Maduro, que é o sucessor do pajarito Chávez.

Tudo certo, tudo coerente, tudo vermeinho.

É mole ou quer mais?

Tareck e Maduro: os dois tolôtes zisquerdóides da Venezuela falida e fudida


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