7 março 2017 A PALAVRA DO EDITOR

A MAIOR RECESSÃO DA HISTÓRIA

7 março 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

7 março 2017 DEU NO JORNAL

SURUBA CONTINUA

Faveco Corrêa

Tem razão o desbocado Senador Romero Jucá: a suruba continua, e cada vez maior, mais agitada e perigosa, contagiando todos os poderes da república. Vejam o escore da recente votação na segunda turma: Toffoli 4 x Fachin 0, que tirou Sarney das garras do juiz Sergio Moro. Se processo no STF significa impunidade, como está pintando, não vai acontecer nada com o líder dos “Honoráveis Bandidos” (Palmério Dória, Geração Editorial). Há quem diga que ele é, na realidade, o decano da corrupção, e não o tal Jorge Luz que, em parceria com seu filho Bruno, movimentou a módica quantia de 40 milhões de dólares do antigo e tradicional propinoduto brasileiro. Sarney deve ter amealhado fortuna incalculável nas suas várias décadas de intensa atividade no submundo do crime contra o patrimônio público.

A Sonia Racy escreveu que consultou um importante jurista sobre esta infame decisão do Supremo, que lhe disse: “se essa jurisprudência se aplicar aos demais, é o início do fim da Lava Jato”.

Como querem os políticos.

A esta altura do campeonato, o Ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve estar profundamente arrependido de não ter contratado os serviços do advogado Kakay para livrá-lo da rápida e implacável justiça de primeira instância, que já o transformou em réu. Afinal, Sarney, como Lula, não tem foro privilegiado. Ou melhor: não tinha.

O odor de pizza que exala do Supremo aguça o apetite de um montão de criminosos, especialmente daqueles que se escondem sob o manto escuro do nojento, repulsivo e execrável foro especial por prerrogativa de função, uma aberração tupiniquim que não existe em nenhum outro país do mundo, à exceção da Espanha, como o famigerado Renan Calheiros. Dos crimes que ele praticou em 2004, um já prescreveu por conta da demora na tramitação do processo. E há grande probabilidade de haver prescrição dos outros, o que fará com que o “ilustre” parlamentar não seja punido pelos malfeitos que cometeu. Que tal? Processo no Supremo cheira ou não a impunidade?

A bocarra faminta por injustiça não é só desses cidadãos de primeira classe, mas de tantos outros que, como nós, são de segunda: ao menos 50 alvos da Lava Jato sem foro privilegiado estão cozinhando no forno lento e brando do STF. Ninguém sabe quando serão servidos à sociedade, que gostaria de comê-los crus, se desse.

A esbornia é mesmo geral e irrestrita. Nosso STF, ainda na quinta-feira, adiou a sessão sobre a necessidade ou não da assembleia estadual autorizar que um governador seja processado pelo Supremo, o que liberta, pelo menos por enquanto, o petista Fernando Pimentel, acusado de várias falcatruas.

Temos que concordar com Romero Jucá: a bacanal continua mesmo a todo vapor. Agora vem o ex-ministro Henrique Eduardo Alves dizer que não sabe como que quase um milhão de dólares foram parar na sua conta. Incrível. Enquanto o povo passa fome, governantes e políticos abrem contas bancárias onde brota dinheiro.

A festança não para. Vide o “trailer” da delação da Odebrecht, no qual Marcelo informa que mais de 150 milhões de reais do total de 300 “disponibilizados “ para o PT foram repassados à chapa Dilma/Temer na campanha de 2014.

O PSDB deve estar com remorso de ter proposto a ação de anulação desta chapa no TSE, já que agora faz parte do governo.

A esculhambação é geral e irrestrita.

Quando forem divulgadas as 77 delações dos executivos da maior empreiteira do país, a “imundície” vai atingir o ventilador e espalhar “dejetos” por todos os lados. Não vai sobrar quase ninguém, se sobrar alguém.

Diante de tudo isso, a sociedade precisa reagir.

Afinal, quem não se lembra do refrão da famosa música “Vira, vira”, grande sucesso dos Mamonas Assassinas, que inspirou Romero Jucá, e que era cantada de norte a sul, por crianças e adultos?

Chega de nos passarem impunemente a mão no traseiro.

Vamos às ruas dia 26 de março exigir que os meliantes que vem roubando o Brasil sejam condenados.

Até lá.

7 março 2017 FULEIRAGEM

NEWTON SILVA – CHARGE ONLINE

7 março 2017 A PALAVRA DO EDITOR

DOIS AMIGOS ARRETADOS

Neste último final de semana fomos almoçar no Restaurante Parraxaxá, no bairro da Casa Forte, perto daqui donde eu moro.

Certa vez estive lá com o colunista fubânico José de Oliveira Ramos (Enxugando Gelo), quando ele veio de São Luiz para nos visitar aqui no Recife.

Pode-se dizer que o Parraxaxá é um templo da cultura e da culinária nordestina.

O cardápio é um verdadeiro desmantelo que vai desde rabada de boi e cabidela feita com galinha-de-capoeira, passando por sarapatel e buchada de bode, até chegar em costela de porco assada e uma variedade enorme de pratos com peixes e frutos-do-mar.

O próprio freguês é que monta seu prato ou, como dizem os que gostam dos istranjeirismo, o sistema é na base do selfi seuvisse.

É um visual de deixar o cabra abestalhado e com a boca cheia d’água.

(É uma pena que este comercial não renda nem uma sobremesa de graça pra este faminto Editor...)

Estas fotos aí de cima foram feitas por Aline, que fica o tempo todo ouvindo meus suspiros, meus queixumes e meus lamentos de saudade, relembrando os tempos em que eu comia estas delícias tomando uma lapada de aguardente e bebendo um cerveja geladíssima.

Isto naqueles velhos tempos, antes do piripaque cardiológico que me tornou abstêmio compulsório.

Atenção, Dr. Sérgio, pode perguntar pra Aline: estou seguindo vossas ordens ao pé da letra. Nada de cachaça nem de loura suada.

Um detalhe interessante do Parraxaxá: os rapazes e moças que servem a freguesia trabalham vestidos de cangaceiros.

Na entrada do Parraxaxá (esq.) e este Editor com Fábio, seu garçom predileto

A decoração do ambiente é feita com objetos, fotos, material e obras de arte que representam o viver e o dia-a-dia da Nação Nordestina.

Além de todas estas coisas boas e que dão um prazer enorme de curtir, o ambiente é alegrado por uma música de fundo discreta e em volume civilizado, repertório composta pelo autêntico forró, obras de grandes compositores e intérpretes talentosos.

Pois neste último final de semana, enquanto almoçávamos, ficamos escutando embevecidos a composição “Se Tu Quiser“, de autoria do colunista fubânico Xico Bizerra, e interpretada por um grande artista aqui da terrinha, Santanna, o Cantador. Os dois são amigos muito queridos e que moram na minha estima.

Aliás, vou aproveitar a oportunidade pra me amostrar e pra me inxirir: o cearense Xico Bizerra me deixou ancho que só a porra ao convidar-me pra saudá-lo quando recebeu o título de Cidadão Recifense, em agosto de 2010, na Câmara de Vereadores desta acolhedora capital pernambucana.

Resumindo: foi um almoço da bixiga lixa!

E vou fechar a postagem com a música que foi composta por um amigo e gravada por outro (uma das mais de cem gravações que esta composição já teve):

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

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Este inxirido Editor com Santanna, aqui em casa (esq.), e também com Xico Bizerra e Jessier Quirino, na casa do nosso grande poeta em Itabaiana, Paraíba

7 março 2017 FULEIRAGEM

MYRRIA – A CRÍTICA (AM)

7 março 2017 JOSIAS DE SOUZA

JUIZ NEGA A LULA PEDIDO PARA DEPOR À DISTÂNCIA

O juiz Ricardo Leite, que atua como substituto na 10ª Vara Federal de Brasília, negou a Lula um pedido para prestar depoimento por videoconferência no processo em que é acusado de tentar comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.

A solicitação de Lula havia sido protocolada em 8 de fevereiro. Seu depoimento estava convocado para 17 de fevereiro. O magistrado alegou que não haveria tempo para preparar a oitiva à distância. Adiou o interrogatório para 14 de março.

Lula terá de voar até Brasília. Uma eventual ausência será entendida como “falta de interesse em realizar sua autodefesa”, anotou o juiz em seu despacho.

7 março 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

7 março 2017 DEU NO JORNAL

LINDO PRONTUÁRIO

O engenheiro civil Fernando Sampaio Barbosa, executivo ligado à Construtora Norberto Odebrecht, declarou nesta segunda-feira, 6, ao juiz federal Sérgio Moro, que “a gente sabia” que o codinome ‘Italiano’, que aparece em uma planilha de propinas da empreiteira, era uma referência ao ex-ministro Antônio Palocci.

O ex-ministro é réu da Lava Jato por corrupção e lavagem de dinheiro.

Palocci foi preso em 26 de setembro na Operação Omertà, 35.ª fase da Lava Jato.

A Procuradoria da República suspeita que Palocci recebeu R$ 128 milhões da empreiteira e que parte desse dinheiro teria sido destinada ao PT.

A gente sabia que o ‘Italiano’ era o Palocci”, declarou Fernando Barbosa, que prestou depoimento como testemunha de defesa do empreiteiro Marcelo Odebrecht (também réu no processo), por meio de videoconferência em São Paulo.

* * *

No prontuário do Italiano, além da especialidade em finanças guabirutíferas ladroísticas, constam também outros importantes itens.

Ele ocupou dois cargos de altíssima relevância na estrutura do poder federal:

1 – Ministro da Fazenda de Lula

2 – Ministro da Casa Civil Dilma

A Fazenda é quem determina, planeja e executa toda a política econômica do gunverno federal. É coisa para cacete!

E a Casa Civil é um ministério intimamente ligado à prisidência, certamente o mais influente de todos os ministérios, localizado na ante-sala do Capo. Faz parte do chamado “núcleo duro” do poder.

Estando engaiolado e obrando de coca no boi da prisão – respondendo a processo por grossa corrupção e caudalosa lavagem de dinheiro -, é evidente que Palocci era o homem certo nos lugares certos, quando o PT dava as ordens e fudia Banânia.

Tudo lógico e coerente.

Um trio da pesada que ocupou os principais postos da administração de Banânia. Vôte!!!!!

7 março 2017 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA (ES)

7 março 2017 MEGAPHONE DO QUINCAS


SÉRIE “AS MINAS GERAIS” – INHOTIM-II


Inhotim, de John Ahearn, 2006

Na última coluna, deixei uma pergunta para nossos leitores: “que palavras formavam o termo ‘Inhotim’.

A maioria sabe que “nhô” substitui a palavra senhor, na linguagem do caipira e e até do sertanejo. Completando, a área onde hoje está o Instituto pertenceu a um certo senhor Timóteo. Daí, “Inhotim”.

Continuando o passeio pela vastidão do parque biológico e museu de arte contemporânea e mais algumas obras.

Luiz Zerbini, Sem Título (Bangu), 2006

Música do Uakti para acompanhar o passeio pela vastidão do parque biológico e museu de arte contemporânea.

Quando vi a obra abaixo, achei esquisita, entre o non sense e o rudimentar. Depois de ler a origem e a tradição, tive melhor compreensão.

Obra de Gui Tuo Bei, de Zhang Huan (2001)

Na cultura chinesa, monumentos monolíticos carregados por uma tartaruga são comuns em lugares sagrados e espaços públicos, servindo como fonte de contextualização histórica do local e simbolizando poder político ou religioso.

A tartaruga representa longevidade, resistência e solidez, daí sua presença em tais monumentos.

Na obra Gui Tuo Bei (2001), Zhang Huan parte dessa tradição, entretanto, ao libertá-la de um contexto histórico cultural pré-estabelecido, ele amplia seus significados. Situada num ponto de destaque em Inhotim, ao final da alameda que originalmente conduzia à sede da antiga fazenda, Gui Tuo Bei (2001) contrasta com as demais esculturas do parque. O estranhamento não se dá apenas pela escrita chinesa, mas também por algo de ancestral, de atemporal que a obra evoca. O texto gravado na pedra narra a história de um homem, que apesar da idade avançada, consegue com a ajuda de seus descendentes mover as montanhas que bloqueavam o caminho de sua casa.

Narcissus garden Inhotim (2009) é uma nova versão da escultura-chave de Yayoi Kusama originalmente apresentada em 1966 para uma participação extra-oficial da artista na 33a Bienal de Veneza.

Naquela ocasião, Kusama instalou, clandestinamente, sobre um gramado em meio aos pavilhões, 1.500 bolas espelhadas que eram vendidas aos passantes por US$ 2 cada. A placa alojada entre as esferas – “Seu narcisismo à venda” – revelava de forma irônica sua mensagem crítica ao sistema da arte e seus sistemas de repetição e mercantilização.
 intervenção levou à retirada de Kusama da Bienal, onde ela só retornou representando o Japão oficialmente em 1993.

Na versão de Inhotim, 500 esferas de aço inoxidável flutuam sobre o espelho d’água do Centro Educativo Burle Marx, criando formas que se diluem e se condensam de acordo com o vento e outros fatores externos e refletindo a paisagem de céu, água e vegetação, além do próprio espectador, criando, nas palavras da artista, “um tapete cinético”.

É uma das artistas mais importantes surgidas na Ásia no período pós-guerra e sua produção estabelece relação com movimentos como o minimalismo, a arte pop e o feminismo. Diferentes versões de Narcissus garden foram criadas para exposições em museus e espaços públicos nos últimos anos e, em Inhotim, a obra faz sua primeira aparição no Brasil. Evocando o mito de Narciso, que se encanta pela própria imagem projetada na superfície da água, a obra constrói um enorme espelho, composto por centenas de pequenos espelhos convexos, que distorcem, fragmentam e, sobretudo, multiplicam a imagem daquele que a contempla – contemplando, assim, necessariamente a si próprio.

Semana que vem Estrada Real e o Ciclo do Ouro….

7 março 2017 FULEIRAGEM

DUQUE – O TEMPO (MG)

7 março 2017 A PALAVRA DO EDITOR

PURA DIPLOMACIA

O senador do PSDB Aloysio Nunes toma posse hoje como novo titular do Ministério das Relações Exteriores, nomeado por Michel Cara-de-Tabaca.

Vai cuidar da diplomacia, das relações de Banânia com todos os outros países do mundo.

Diplomacia, segundo o Pai-dos-Burros, é sinônimo de finura, educação, gentileza, boas maneiras.

Agora, vejam só a figura do tucano Aloysio no vídeo abaixo, soltando penas pra todos os lados:

7 março 2017 FULEIRAGEM

MIGUEL – JORNAL DO COMMERCIO (PE)

7 março 2017 JOSIAS DE SOUZA

INVULNERÁVEL, TEMER EXAGERA NA FALTA DE RECATO

7 março 2017 FULEIRAGEM

AMARILDO – A GAZETA (ES)

JOÃO CARLOS DE SOUZA LIMA FIGUEIREDO – JUIZ DE FORA-MG

N.O.M (NEW ORDER)

Muito difícil para o Homem comum brasileiro, geralmente cristão, solidário , conservador e sem conhecimento acadêmico, na sua maioria, entender que está sutilmente sendo comandado e tutelado por libertários e libertinos ateístas, infiltrados em ONGs, organizações ditas artísticas e intelectuais, em ramos extensos da imprensa, esta quase plenamente esquerdista, em religiões antigas, mas recém denominadas de pastorais da Teologia da Libertação, com o apoio de segmentos da CNBB, em prol de uma causa única, voltada para um socialismo bolivariano e que estava em curso aparelhado até o IMPEACHMENT de DILMA ROUSSEF; outrossim por um “mundo unido”, veiculado pelos únicos comandos, seja pela UNIÃO EUROPÉIA e/ou pela organização de GEORGE SOROS.

O que dará tudo na mesma: um presidente para o mundo, neste Admirável Mundo Novo, em plena Aldeia Global do GRANDE IRMÃO.

Sendo proibidas apenas, para tais comuns zumbis repetidores de jornalistas, algumas palavras: extrema esquerda, comunismo, socialismo, direita, todas substituídas por apartidários isentões contra a extrema direita, dentro do que for politicamente correto da Nova Ordem Mundial (N.O.M).

Tal ordem é promovida por Metacapitalistas hegemônicos que são contra o liberalismo econômico e contra a livre concorrência e inimigos mortais de qualquer iniciativa privada que não esteja alinhada a eles. Donos do mundo aliados ao Presidente Mundial.

Quem não compreender o supra transcrito , já está sendo engolido, a não ser que faça uma pesquisa com cada uma das palavras-chaves, provindas do texto supra exposto, no Youtube ou no Google e espero que não fiquem muito assustados com o quê começarão a perceber e que já está rolando há umas duas décadas , pelo menos…

7 março 2017 FULEIRAGEM

J. BOSCO – O LIBERAL

7 março 2017 DEU NO JORNAL

UM DOTÔ QUE TEM CCCC

O juiz federal Sergio Moro e o advogado do ex-ministro Antonio Palocci, José Roberto Batochio, trocaram ironias durante a audiência do executivo Fernando Barbosa Sampaio, presidente do estaleiro Enseada Indústria Naval, arrolado como testemunha de defesa do empreiteiro Marcelo Odebrecht.

Depois de ouvir de Sampaio a confirmação de que seu cliente é o “Italiano” das planilhas da Odebrecht, Batochio interrompeu uma resposta da testemunha a Moro, alegando que o executivo falava a respeito do que achava, e não dos fatos.

“Excelência, pela ordem, testemunha depõe sobre fatos não sobre o que ela acha ou entende. De modo que fica impugnada essa pergunta de Vossa Excelência e acrescento: a testemunha disse que por ouvir dizer soube que italiano era Palocci”, interveio o advogado.

O magistrado ponderou que sua pergunta era pertinente, reiterou a questão e indeferiu o protesto do defensor de Palocci. Batochio não se deu por vencido e deu-se, então, o seguinte diálogo:

* * *

É por isso que a fubânica petista Ideia Fixa odeia o Dr. Moro.

Ela diz que o magistrado paranaense tem mania de perseguir Lula e todos os petistas criminosos (coisa que ela diz não existir…), e que, ao mesmo tempo, o juiz não tem a saudável mania de seguir a lei e se basear unicamente nas provas dos autos.

O ódio de Ideia Fixa pelo Dr. Moro é plenamente justificado, pois este dotô só bota pra fuder em corruptos de todas as tendências. Inclusive nos corruptos prediletos de Ideia Fixa. Desde, evidentemente, que os processos estejam correndo na sua vara (êpa!)

E o Dr. Moro, o verdadeiro Herói do Povo Brasileiro, cumpre a sua nobre e honrada missão de saneamento com a maior CCCC (Calma, Coragem, Civismo e Classe).

7 março 2017 FULEIRAGEM

DUQUE – SUPER NOTÍCIA (MG)


© 2007 Besta Fubana | Uma gazeta da bixiga lixa