ACAUÃ

No dia de hoje, 11 de março de 2017, se completam exatos 55 anos que encantou-se Zé Dantas, um dos grandes parceiros de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião e autor desta dolente canção. 

11 março 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

11 março 2017 REPORTAGEM

A HORA DO JUÍZO FINAL

Detentor dos mais recônditos segredos capazes de abalar a República, o procurador-geral Rodrigo Janot carrega um semblante que, de tão sereno e tranquilo, contrasta com o da esmagadora maioria dos políticos. Na última quinta-feira 9, enquanto o meio político aguardava em estado de tensão e pânico a bombástica lista de pedidos de inquéritos com base nas 77 delações da Odebrecht, Janot almoçava sushi em um restaurante de Brasília, com o terno pendurado na cadeira. Tratava-se de uma pausa em meio ao ritmo frenético de trabalho. Desde o carnaval, Janot e sua equipe se debruçam incansavelmente sobre as petições que serão apresentadas ao STF possivelmente nesta segunda-feira 13 – uma data sugestiva – e revelarão indícios veementes de pagamentos de propina para mais de uma centena de políticos, incluindo a cúpula do governo, petistas de altíssimo calibre, como os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, e lideranças de PMDB e PSDB.

O documento está em fase final de ajustes. Na expectativa de um volume colossal de depoimentos, o STF recomendou aos veículos de comunicação que entregassem, cada um, na última semana, dois HDs de 1 terabyte cada, para que sejam armazenados os pedidos de inquéritos e as delações. O gesto importante e de transparência é a prova inequívoca de que a corte está de prontidão à espera do que se convencionou chamar de começo do fim do mundo. Qual seja, o momento em que a Lava Jato alcança definitiva e incontestavelmente à classe política, sem distinção partidária. Por isso, Brasília sai do seu eixo habitual e estremece.

NITROGLICERINA PURA

As revelações feitas nas duas últimas semanas, durante os depoimentos de executivos da Odebrecht ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), deram uma pequena amostra do tamanho do estrago que vem pela frente. Primeiro, foram os R$ 150 milhões – R$ 50 milhões só de propina – destinados por Marcelo Odebrecht à campanha de Dilma Rousseff em 2014, sendo 4/5 via caixa dois, incluindo repasses para a conta do seu marqueteiro na Suíça. Em seguida, as cifras chegaram a patamar astronômico depois que outro ex-funcionário da empresa, Hilberto Mascarenhas, estimou que o departamento de propina da Odebrecht gastou cerca de US$ 3,4 bilhões entre 2006 e 2014 só em pagamentos de propina. Fontes ouvidas por ISTOÉ também cravam que o depoimento de Marcelo Odebrecht será arrasador para o ex-presidente Lula, réu já em cinco processos. É nitroglicerina pura. Conforme antecipou a revista, o empresário detalhará pagamentos em dinheiro vivo ao petista.

Outro ingrediente desse caldeirão azedou de vez o clima político na capital. A Segunda Turma do STF, na terça-feira 7, recebeu denúncia movida por Janot contra o senador Valdir Raupp (PMDB-RO) sob acusação de corrupção passiva e lavagem de dinheiro com base na doação oficial de R$ 500 mil feita pela empreiteira Queiroz Galvão. Houve divergência entre os ministros em relação à imputação de lavagem de dinheiro: Dias Toffoli e Gilmar Mendes opinaram no sentido de não rejeitar a imputação, mantendo só a corrupção. “Aqui, no caso concreto, não há a clandestinidade, porque houve depósito em conta do partido, contas que são sindicadas pela Justiça Eleitoral”, afirmou Toffoli. Acabaram vencidos pelo relator Fachin e pelos ministros Ricardo Lewandowski e Celso de Mello. O Congresso Nacional entrou em parafuso, porque o Supremo sinalizou para a possibilidade de criminalizar pagamentos feitos oficialmente com registro na Justiça Eleitoral. Ou seja, por dentro. Ato contínuo, políticos da maioria dos partidos desfiaram um rosário de críticas à decisão do Supremo. Claro, receosos da jurisprudência criada para acusações generalizadas contra todos. Para o advogado de Raupp, Daniel Gerber, o recebimento da denúncia abre a possibilidade de criminalizar as doações, mas uma condenação só poderia ocorrer caso se comprovasse uma contrapartida feita pelo político para beneficiar a empresa, o chamado ato de ofício. “A demonstração de legitimidade da doação passará pela prova de inexistência de promessa indevida como contrapartida ao recebimento de valores”, afirmou Gerber.

Mesmo quando a famigerada lista chegar ao STF o suspense não vai terminar de imediato. Janot já adiantou que pedirá a retirada do sigilo do material que acompanha as petições, mas o ministro do STF Edson Fachin, atual relator da Lava Jato, ainda pretende se debruçar sobre a documentação para avaliar se autoriza ou não a abertura dos inquéritos e a divulgação do teor explosivo das acusações. Não há prazo para Fachin despachar os pedidos de Janot, embora sua equipe já esteja de prontidão para resolver o assunto o mais rápido possível. A expectativa é que sejam abertos dezenas de inquéritos no Supremo e que outra parcela significativa das investigações seja enviada à primeira instância nos Estados, por não envolverem políticos com foro privilegiado. Lula e Dilma, por exemplo, não têm foro especial. Apenas os casos referentes à Petrobras ficarão em Curitiba, sob condução do juiz federal Sérgio Moro, enquanto as outras suspeitas de ilícitos devem ser distribuídas para procuradores e promotores de todo o País, de acordo com o local dos fatos criminosos.

O terror se alastra no Congresso Nacional à medida que os parlamentares acompanham atônitos o infortúnio de antigos colegas, hoje às voltas com rotinas espartanas no cárcere. Para estes, o juízo final já chegou. Um dos casos mais emblemáticos, o do ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) já acumula tantas acusações que desponta como o símbolo nacional da corrupção. Ele já é réu em seis ações. A última revelação foi que recebeu propina até em euros, no próprio Palácio Guanabara, segundo depoimento prestado na terça-feira 7 por Alberto Quintaes, ex-executivo da Andrade Gutierrez. Como a moeda vale três vezes mais do que o real, era mais fácil para receber propina em euro, segundo o relato. “Eram poucas notas e um volume grande de reais”, afirmou o executivo. Já o ex-ministro petista José Dirceu, também ex-deputado, parece que mofará na cadeia: amargou sua segunda condenação na Lava Jato, desta vez a 11 anos de prisão por recebimento de propina de um contrato da empresa Apolo Tubulars com a Petrobras. Em maio do ano passado, ele já havia sido condenado pelo juiz Sérgio Moro a 23 anos de prisão, maior pena aplicada na Lava Jato. O ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) também está longe de voltar a ver a luz do dia fora do Complexo Médico Penal em Curitiba. Teve mais um habeas corpus negado. Em situação igualmente complicada encontra-se o ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci. Na última semana, ficou comprovado: ele é mesmo o “italiano” das planilhas da Odebrecht, acusado de movimentar R$ 128 milhões em propinas. Assim como João Santana foi identificado como “Feira” e Lula como o “Amigo”, devido sua relação com Emílio Odebrecht.

CAIXA UM E DOIS

As formas de pagamento aos políticos e a criminalização de doações serão debatidos à exaustão tão logo a caixa de Pandora (artefato da mitologia grega de onde saíam todos os males do mundo) da Odebrecht seja aberta, já que as delações vão abordar pagamentos registrados na Justiça Eleitoral e também os realizados via caixa dois. As implicações nos partidos políticos deverão ser generalizadas, lançando mais suspeitas sobre as principais figuras de partidos como PT, PSDB e PMDB. Além do primeiro escalão de Temer e dos ex-presidentes Lula e Dilma, a Odebrecht também deve envolver dirigentes tucanos. Nesse cenário, inclusive, começa a ser ventilado o nome do prefeito de São Paulo João Dória (PSDB) como possível presidenciável, por ser considerado um outsider da política, anti-estabilishment e não estar implicado nas pesadas acusações surgidas na Operação Lava Jato.

Um dos alvos principais da Odebrecht, o governo Temer tenta se blindar. Direciona seu foco para as medidas econômicas, como o anúncio de um programa de concessões na infraestrutura. Ao participar de um jantar na última terça-feira 7, Temer disse que não estava se preocupando com a lista de Janot. “Se eu for me preocupar com isso, não faço mais nada. Não estou preocupado. Cada Poder cuida de uma coisa”, disse o presidente. Apesar de suas declarações, é grande a pressão sobre o ministro da Casa Civil Eliseu Padilha, depois que o advogado José Yunes, amigo próximo de Temer, veio a público confirmar que recebeu um pacote da Odebrecht em seu escritório a pedido de Padilha, que teria sido entregue pelo doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do esquema na Caixa. Logo depois da entrevista de Yunes, Padilha pediu licença para se submeter a uma cirurgia, mas ainda não retornou ao governo.

Em meio a esse cenário de terra arrasada, cabe ao Ministério Público e ao Judiciário dar celeridade às investigações para permitir que o País finalmente vire a página. Todos os crimes são crimes e os corruptos devem ser julgados e punidos à luz da lei e do estado democrático de direito, mas é necessário separar o joio do trigo, distinguindo os que foram agraciados com doações eleitorais daqueles que receberam propina e montaram um projeto estruturado de poder destinado a sangrar estatais durante os 13 anos de governo petista. Definitivamente, caixa dois, propina em benefício pessoal e um esquema na Petrobras arquitetado por um governo para se perpetuar no poder não constituem faces da mesma moeda. Quem quer igualar a todos deseja, na verdade, um salvo conduto para voltar ao poder em 2018 e repetir as práticas criminosas que colocaram em marcha. O criminalista Eugênio Pacelli, autor de livros sobre Direito Penal e Direito Processual Penal, adverte que não se pode fazer a “desmoralização antecipada de pessoas e instituições”. “O Ministério Público tem instrumentos legais para evitar isso. A punição de pessoas físicas não pode paralisar a pessoa jurídica”, afirmou.

A LISTA DO BARULHO – Apreensão em Brasília, O procurador Rodrigo Janot deve enviar ao STF a nova lista com os nomes de políticos que serão investigados nesta segunda-feira 13. Caberá ao ministro Edson Fachin suspender o sigilo dos inquéritos e das delações da Odebrecht

A lista do barulho Apreensão em Brasília, O procurador Rodrigo Janot deve enviar ao STF a nova lista com os nomes de políticos que serão investigados nesta segunda-feira 13. Caberá ao ministro Edson Fachin suspender o sigilo dos inquéritos e das delações da Odebrecht

Para isso, tem sido costurados acordos de leniência que salvarão as empresas de sofrerem punições pesadas a ponto de serem obrigadas a fechar as portas. As pessoas jurídicas também terão que pagar multas e colaborar com as investigações, mas ficam poupadas da proibição de contratar com o poder público e outras mais danosas. Esses acordos têm sido negociados com o Ministério Público Federal e com o governo federal, sob condução do Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União. No caso dos acertos com o governo, cabe ainda à atual gestão destravar as negociações com as empresas, que esbarram em fragilidades da legislação, e finalmente dar prosseguimento às assinaturas. Essas negociações se arrastam há mais de um ano, sem conclusão. Somente o MPF tem conseguido assinar os acordos com as empresas, mas a medida não é suficiente para livrá-las de punições administrativas do governo federal.

A agenda do País não pode se resumir às páginas policiais e precisa se dedicar também às reformas e discussões relevantes para colocar a economia de volta aos trilhos. Somado a isso, cabe ao meio político permitir o surgimento de lideranças que não estejam contaminadas pelas suspeitas de corrupção, para que o País seja passado a limpo e possa ter alternativas viáveis de poder para 2018. O juízo final representa a falência de um sistema político baseado no pires na mão e que precisa ser profundamente rediscutido e reformado, para afastar de uma vez por todas marca da corrupção da sociedade brasileira. Que venham as delações.

Transcrita da Revista Isto É

11 março 2017 FULEIRAGEM

ALPINO – BLOG DO ALPINO

11 março 2017 JOSIAS DE SOUZA

TEMER NÃO COGITA AFASTAR MINISTROS INVESTIGADOS

A perspectiva de divulgação dos pedidos de inquérito decorrentes das delações da Odebrecht reacendeu nos porões do governo um debate sobre a situação dos ministros que devem constar da lista da Procuradoria-Geral da República. Dá-se de barato no Planalto, por exemplo, que irão à grelha do Supremo Tribunal Federal os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência).

Avalia-se que a novidade tornará ainda mais frágil o já debilitado estado-maior do governo. Ainda assim, Michel Temer não cogita afastar seus auxiliares. Nas palavras de um aliado que conversou com o presidente sobre o tema, “Padilha e Moreira só deixarão o governo nesta fase se quiserem. E eles não deram sinais de que desejam sair.”

Temer se mantém aferrado aos critérios que definiu para lidar com os ministros que ardem no caldeirão da Lava Jato: 1) os que forem formalmente denunciados pelo Ministério Público Federal, terão de se licenciar dos cargos. Nessa condição, não perderão o foro privilegiado; 2) aqueles que virarem réus em ações penais abertas pelo Supremo Tribunal Federal deixarão definitivamente o governo.

Na prática, além de fornecer uma desculpa automática para Temer e seus ministros, estes parâmetros como que desobrigam o presidente de pensar sobre o paradoxo que marca o seu mandato-tampão: o governo mantém a cabeça nas reformas econômicas e os pés no pântano da política.

Em privado, Temer revela-se obcecado pela preservação da maioria parlamentar. Seu maior receio é o de que a nova lista de encrencados elaborada pela Procuradoria perturbe o Legislativo a ponto de interferir no ritmo de tramitação de reformas como a da Previdência. O presidente di que fará o que for necessário para evitar o comprometimento das reformas.

Antessala da prosperidade econômica ou nova escala rumo ao abismo político, escolha sua metáfora para o que o governo Temer enfrenta na sua tentativa de chegar a 2018. Uma cena típica de desenho animado talvez seja a maneira mais adequada e sintética para descrever o que se passa.

Nos desenhos, às vezes acaba o chão. Mas os personagens continuam caminhando no vazio. Só despencam quando percebem que estão pisando em nada. Se não notassem, atravessariam o abismo. Temer assiste à deterioração moral do seu governo sem estranhar coisa nenhuma. Sua única preocupação é não olhar para baixo.

11 março 2017 FULEIRAGEM

JARBAS – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

RIO LOCO – Raul de Souza

11 março 2017 FULEIRAGEM

ZÉ DASSILVA – DIÁRIO CATARINENSE

REFLEXÕES SOBRE AS SURUBAS E UM SENADOR

Suruba é o termo mais atual do vocabulário político brasileiro. É chulo, verdade seja dita, pelo que não destoa do âmbito em que se sugere fique circunscrito. É termo profundamente familiar a dez entre dez frequentadores das chamadas casas de tolerância.

Não suponha, porém que, apesar do nome, ali se tolera tudo. O “xexo”, por exemplo, indicativo de quem usa os serviços da prostituta e não os remunera na forma previamente combinada, é imperdoável. No meio legislativo seria falta de decoro, aquiesça-se. Quase sempre culmina em pancadaria, da qual o “xexeiro” sai com, no mínimo, hematomas. E se for suruba, que ocupa quase toda a mão de obra (mão?) da casa alegre, pior.

A palavra suruba foi recentemente incorporada ao vocabulário político brasileiro por iniciativa do senador Romero Jucá, atônito ante a possibilidade de perder o foro privilegiado. A compostura já foi perdida quando ele usou sexo grupal como metáfora do foro privilegiado, instituto que justo ou não, integra a legislação do país.

De qualquer forma, a frase senatorial é antológica: “Se acabar o foro, é para todo mundo. Suruba é suruba. Aí é todo mundo na suruba, não uma suruba selecionada”.

Suruba para todos? Não existe, senador. A esmagadora maioria brasileira não tem foro privilegiado. Aliás, não tem nenhum privilégio. Essas prerrogativas são regalias de um grupo que se apoderou do Brasil, fazendo dele um motel em que organiza as surubas de acordo com os seus caprichos. À maioria, só resta cantar com os Mamonas Assassinas; “…mas o que raio de suruba, já me passaram e mão na bun…, e ainda não co… ninguém”.

Enquanto não dermos importância ao voto, cantaremos, melhor dizendo, choraremos sempre assim. Na mesma toada.

11 março 2017 FULEIRAGEM

AMORIM – CHARGE ONLINE

11 março 2017 A PALAVRA DO EDITOR

VOU M’EMBORA PRO PASSADO…

Eu tinha exatamente 10 anos de idade, em 1956, quando uma música intitulada “Nunca Jamais” – versão da autoria de Nelson Ferreira da composição de Lalo Guerrero -, fez um sucesso danado.

A intérprete, Onilda Figueiredo, virou celebridade de imediato.

Lembro-me que uma irmã dela morava em Palmares. E que também virou celebridade municipal por conta da fama de Onilda.

Onilda, pelo que me consta, mora atualmente em Olinda.

Pois a letra desta canção tem uma passagem que é exatamente assim:

“Olha-me, mente-me, beija-me, mata-me se queres, porém não me deixes, não, não me deixes, nunca jamais…”.

Tão vendo???

“Mente-me… mata-me se queres…”

Num precisava nem pedir “mente-memata-me se quiseres“. Bastava dizer: meta-me a porrada, me dê uma surra, enfie a mão…

Eu chega se assuspirei-me todinho de saudades daqueles velhos tempos.

Já não se fazem músicas assim hoje em dia. Nem mulheres também.

(Tomara que Aline leve esta postagem na esculhambação. Senão, meu sábado vai ser debaixo de porrada…)

11 março 2017 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)


REFORMAS DUVIDOSAS

O governo Temer coloca na mídia todos os dias que sem a reforma da previdência o sistema previdenciário quebra. É uma balela, conversa fiada. A quebra da previdência está no desvio de dinheiro do sistema para outras finalidades, para outros desperdícios e objetivos políticos que visam a eleição de 2018. Caso o governo tivesse com intenções voltadas a resolver os problemas de arrecadação da previdência, bastaria simplesmente extinguir com a DRU – Desvinculação de Receitas da União, patrocinada pelo governo do senhor Fernando Henrique Cardoso, que recebeu apoio do finado Senador Antônio Carlos Magalhães, presidente do Senado Federal, à época, e do atual presidente da República Federativa do Brasil, (que de federativa nada tem), então presidente da Câmara Federal, o senhor Michel Temer. Sim, ele mesmo, um dos patrocinadores da metida de mão no dinheiro assegurado na Constituição, exclusivamente, para a Seguridade Social e que passou a ser desviado. O que se arrecada com a previdência sobra, não há rombo. O rombo há porque metem a mão no dinheiro do contribuinte trabalhador.

Esta é a razão maior do medo que o governo propaga na população como forma de pressionar pelas alterações no sistema previdenciário. Não tem como arrecadar dinheiro sem aumento de impostos. Daí a via com o dinheiro da previdência, a qual resultará em sobras para ficar bem com a população e o empresariado. Não se esqueça o leitor que o Brasil é um País com perspectiva gigantesca de crescimento. Isto significa que a projeção futura é de aumento de arrecadação da previdência em razão de que a expansão empresarial importa em maior âmbito de empregos e por consequência, a contribuição. Acontece que o governo não tem como impor uma política imediata de recuperação pela falta de recursos e o tempo do mandato é curto. Entrada de dinheiro é especulativa e não há crédito internacional, muito menos novas ou consideráveis fontes de recursos, fruto da política do Partido dos Trabalhadores e seus meliantes, comandados pelo seu chefe que já deveria estar preso pelos crimes que cometeu com a Nação brasileira.

O sistema de Seguridade Social é superavitário. Caso não houvesse a montagem patrocinada pelos citados acima, FHC, Antônio Carlos Magalhães e Michel Temer, a arrecadação para o sistema teria dinheiro de sobra. Estes senhores, orientados pelo Supremo Tribunal Federal – STF, criaram e aprovaram a PEC da DRU, a mágica para fugir do impedimento constitucional, já que não podiam lançar mão dos recursos da Seguridade Social que era assegurado exclusivamente, pela Constituição Federal, para essa finalidade. Foi a forma para legalizar o uso do dinheiro do contribuinte previdenciário, do contrário seria inconstitucional, art. 195 e inciso XI do art. 167 da Constituição. A DRU que foi colocada para a população como uma medida temporária, permanece até hoje e foi estendida até 2019 e aumentada para 30% de livre utilização pelo governo do dinheiro arrecadado pela Seguridade Social. Em tempo: a dívida do governo federal chega a 1 trilhão e 900 bilhões de reais. Não vou esmiuçar aqui o quanto o governo deixa de arrecadar com incentivos fiscais e outras benesses para grandes empresas e corporações e outras tantas. A própria reserva monetária do Brasil é formada com dinheiro oriundo da Seguridade.

O que precisa ficar bem claro é que não há rombo no sistema previdenciário, existe desfalques do que é arrecadado. O governo está quebrado e precisa de muito dinheiro para estabelecer uma certa tranquilidade para pleitear 2018, com Temer ou com Meirelles, interessado direto. O risco está rondando até o programa Bolsa Família e isto, politicamente, seria um desastre. Com a aprovação das novas regras para a previdência, um setor da economia vai sorrir muito, o setor dos bancos privados. A busca pela previdência privada vai mais que triplicar. Ameaçar com impostos não é uma boa ação de governo para criar troca de favores políticos.

A reforma trabalhista tem o viés voltado para a previdenciária. É ela que poderá flexibilizar a relação do trabalho e promover o desenvolvimento do Brasil. O governo mira nela como consequência direta para o aumento da arrecadação do sistema previdenciário. Em função disso, os empresários podem até respirar o ar de que alguma coisa nova está para surgir e, quem sabe, não ter que viajar muito ao Paraguai, a nova terra do nosso empresário para poder concorrer com os produtos externos dentro do território brasileiro. O governo não produz nada, só dívida e leis para sugar o trabalho de quem produz. O que vem aí, são reformas duvidosas.

11 março 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

11 março 2017 JOSIAS DE SOUZA

ADVOGADOS DE LULA COMPLICAM A VIDA DO CLIENTE

11 março 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

11 março 2017 DEU NO JORNAL

AMIGO DE FÉ, IRMÃO, CAMARADA, PIXULEQUEIRO

Um dos segredos mais bem guardados da delação premiada dos executivos da Odebrecht, cujos depoimentos deverão ser tornados públicos nos próximos dias, está prestes a ser revelado em detalhes: o ex-presidente Lula era o “dono” de uma parte da milionária conta corrente que o PT mantinha junto à empreiteira.

Nos depoimentos prestados à Procuradoria-Geral da República como parte do acordo que resultou na chamada “delação do fim do mundo”, não só Marcelo Odebrecht como outros dirigentes da empreiteira confirmaram que Lula é o misterioso personagem por trás do codinome “Amigo”, que em julho de 2012 tinha um crédito de 23 milhões de reais registrado no Departamento de Operações Estruturadas, como era chamada o setor de propinas da companhia.

* * *

Atenção senhora Corruptora Ativa empreiteira Odebrecht:

Por apenas 1% destes 23 milhões que vocês creditaram pro Corrupto Passivo – o ágil e lépido Lapa de Demagogo -, eu coloco todo o Complexo Midiático Besta Fubana à disposição dessa nobre empresa.

Vocês poderão mandar e desmandar totalmente, da primeira à última página, neste espaço escroto e que é lido em toda Banânia, de norte a sul, de leste a oestes.

Fazendo as contas na ponta do lápis, 1% de 23 milhões, o total recebido por Lapa de Canalha, dá apenas míseros 230 mil reais.

Uma ninharia, uma minxaria, uma ínfima merreca, uma bostinha irrisória, um quase nada que não vai fazer a menor falta ao Departamento de Propinas da empresa.

Eu adoraria também ser chamado de “Amigo” nas planilhas corruptíferas da Odebrecht, só pra fazar inveja a Lapa de Mintiroso.

11 março 2017 FULEIRAGEM

BRUM – TRIBUNA DO NORTE (RN)

LULA NÃO TEM UM ÚNICO ÁLIBI QUE PARE EM PÉ

Os juízes que vão interrogar o ex-presidente sabem tudo sobre o réu. O interrogado não faz ideia do que sabem os magistrados

O fracasso da tentativa de trocar o depoimento em Curitiba por uma teleconferência que o manteria distante 500 quilômetros de Sérgio Moro tirou de vez o sono de Lula. As revelações de Marcelo Odebrecht sobre o Amigo, ou Amigo de E.O. (Emilio Odebrecht), pulverizaram o equilíbrio emocional do único líder popular que não dá as caras nas ruas. Só essa soma de reveses pode explicar os dois argumentos que Lula apresentou para escapar do pântano onde permanece submerso há meses.

Há dois dias, o sitiante sem sítio decidiu encomendar uma nota segundo a qual a Petrobras não pode ser considerada vítima do Petrolão: é também culpada pela destruição financeira e moral da empresa. “Para a ocorrência desses crimes”, alega o Amigo de E.O., “teriam concorrido diretores, gerentes e outros funcionários – isso sem falar que os próprios sistemas de controle de companhia não teriam funcionado na hipótese cogitada. Dessa forma, a empresa também possui responsabilidade no esquema criminoso”.

Haja cinismo. Essa conversa de 171 informa que não foi Lula (com a ajuda de Dilma Rousseff) quem nomeou todos os executivos da estatal algemados pela Operação Lava Jato. “A Petrobras é tão importante, mas tão importante que a diretoria deveria ser eleita pelo povo”, vivia declamando o palanque ambulante embriagado com as fabulosas jazidas do pré-sal que nunca saíram do fundo do Atlântico. Em vez de instituir a eleição direta dos cartolas da Petrobras, nomeou comparsas da base alugada que montaram o maior esquema de corrupção desde 1500.

Horas depois, Lula ordenou aos sabujos encastelados no Instituto Lula que divulgassem uma segunda nota, agora para reduzir os estragos causados pela descoberta dos codinomes que o identificavam no departamento de propinas e subornos da Odebrecht. “O presidente Lula jamais solicitou qualquer recurso indevido para a Odebrecht ou qualquer outra empresa”, fantasiou o falatório. “Jamais teve o apelido de Amigo. Se alguém eventualmente a ele se referiu dessa forma isso ocorreu sem o seu conhecimento e consentimento”.

Como se apelidos concebidos para ocultar comparsas só pudessem ser utilizados depois de obtida a autorização do apelidado, com firma reconhecida em cartório. Como se outros fregueses da Odebrecht imaginassem que, nos porões da empreiteira, haviam sido rebatizados como Feio, Muito Feio, Angorá, Nervosinho, Italiano ou Boca Mole. Os argumentos de Lula são mais que bisonhos: são coisa de culpado desprovido de qualquer álibi que pare em pé. Os juízes federais que vão interrogá-lo sabem tudo sobre o réu. Lula não faz ideia do que sabem os magistrados.

Mentir para plateias amestradas é vigarice e rende voto. Mentir num tribunal tribunal é perjúrio e dá cadeia.

11 março 2017 FULEIRAGEM

AMORIM – CHARGE ONLINE


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A FOME DO CHICO DON-DON

Chico de seu Don-Don era um desses minino réi do buchão, amarelo impambado, mais magro do que piolho de peruca. O pai dele, seu Don-Don, tinha uma barraquinha de frutas e verduras no mercado e todo dia, o Chico tava lá ajudando o pai a descarregar os caçuás do lombo dos jumentos que vinham dos sítios e fazendas.

O Chico era conhecido por todos no mercado como bucho de esmeril. Não escapava nada que não pudesse comer. Comia banana e manga com casca e tudo. Raspava a quenga do coco até ficar bem lisinha, melancia então, o esfomeado traçava umas quatro por dia. Rapadura, cocada, quebra-queixo, Martim-da-vila, pé-de-moleque, alfenim, moreninha, paçoquita e tudo o que era doce, o esfomeado tinha os bolsos cheios e ficava ali só beliscado, sempre com a boca cheia.

– Pai, tô cum fome! Posso ir merendar lá na banca da dona Jacira?

O pai olhava pro Chiquim com o olhar atravessado.

– Vá, mas volte logo que eu preciso de você aqui pra me ajudar com a clientela! Tu num acabou de comer um monte de coisa aí, que eu vi? Ôxente! Pense num minino esgalamido! Só pode ter puxado pro lado da mãe!

Chico num contava até três e já tava lá na banca da dona Jacira.

– Valhamindeus! Chegou o Chico Don-Don! Vai acabar com as comidas da minha banca! – dizia dona Jacira numa gargalhada. – Que é que tu rái cumê hoje, bicho malassombrado?

– Dona Jacira, bote aí sem pena, duas cuias de cuscuz-com-leite, quatro batata doce, mêi pão cum ovo, duas tapiocas cum leite de coco, duas bruacas e pra beber, bote um litro de suco de murici. E avia que eu tô cuma baita fome!

– Diabéisso?! Tu rái mermo cumê tudo isso? Diabo de fome doida é essa, minino? Parece que vem lá das brenha dos flagelado da seca do Quinze!

– E o que é que a senhora rái fazê pro almoço? – ainda perguntava Chico Don-Don com a cabeça já enfiada no prato de cuscuz-com-leite.

– Valha! Num sei como eche minino num morre impanzinado! Isso aí num engorda é de ruim! – dizia dona Jacira, gargalhando.

Chico Don-Don virou chacota na cidade inteira e por onde passava o povo gritava uma infinidade de apelidos, como bucho de esmeril, come-come da Estrela, boca de caçapa, boca de surrão, entre muitos outros, mas era uma coisa que o Chico Don-Don não se importava nem um pouco. O que ele queria mesmo era encher o bucho.

Durante um período de seca muito grande, a comida se tornou escassa e isso abalou Chico Don-Don para todo o sempre. Quando cresceu perdeu o juízo completamente, e passou a vasculhar latas de lixos e sarjetas em busca de qualquer coisa que pudesse comer. Vivia como um bicho a procurar miudezas fora de açougues e lutava até com cães vadios por pedaços de carne. Ele ficou gravemente doente, e suspeitava-se que se sentia mal por ter comido um animal morto que supostamente ele teria engolido sem mastigar. Morreu um mês depois de diarreia exsudativa, após uma complicação causada por uma obstrução intestinal grave.

No leito de morte, ainda suplicava por comida.

11 março 2017 FULEIRAGEM

SAMUCA – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

11 março 2017 DEU NO JORNAL

COMENDO MENOS E OBRANDO MENOS

* * *

Os tucanos, quando passaram o governo para o PT, no dia 1º da janeiro de 2003, deixaram esta maldita herança.

Uma praga que faz efeito até os dias de hoje.

O povão compra pouco, obra pouco e quase não gasta papel higiênico.

Os expoentes do partido que fudeu Banânia em apenas 8 anos no governo; tudo de ruim que acontece até os dias de hoje é culpa dos dois mandatos de FHC

11 março 2017 FULEIRAGEM

TENÓRIO – CHARGE ONLINE

CARLOS ROCHA – GOIÂNIA-GO

O Caipora existe?

Eu tinha um tio-avô, por nome de Antônio Alves, que, conforme meus antepassados, nasceu na década de 1880, e viveu até l962 (portanto me lembro bem dele e da sua figura ímpar).

Sistemático e sisudo, alto e esguio, ele cultivava uma longa barba hirsuta e um bigodão (daqueles de dar inveja ao Rui Barbosa), o qual ele tinha mania de cofiar quando assentado na banqueta da cozinha lá de casa.

Possuía uma pequena fazenda no município de Hidrolândia – a seis léguas distante da cidade, e vinha sempre “ao comércio” fazer as compras dos “provimentos de casa” que não eram produzidos lá na roça, tais como querosene pras lamparinas, açúcar cristal, sal, creolina pra curar as bicheiras dos animais e outras mumunhas mais – como a zona do baixo meretrício – onde ele tinha um xodó com nome de guerra Lourinha (os detalhes não cabem aqui relatar, por indecentes que eram).

Certa feita ele chegou à nossa casa assim por volta das dez horas, um pouco esbaforido com a mula que montava bufando e muito agitada. Meu pai e minha mãe foram recebê-lo e notaram que ele estava alterado e um pouco nervoso. Tio Antônio Alves relatou a eles o seguinte:

Quando saiu da sua fazenda, lá pelas nove horas da noite, rumou, como sempre fez, para a cidade, seguindo a estrada carreira que até a sua mula conhecia de tantas vezes que a havia percorrido. No caminho é forçoso passar por uma pequena serra chamada de Serra da Laginha, onde o cerrado se transforma numa mata espessa o que torna a noite mais escura e assustadora. Muita gente já o havia alertado dos perigos naturais que existiam naquelas paragens, tais como a onça pintada, a canguçu, e o melêta, que um bicho da família dos tamanduás, muito agressivo e de abraço muito forte, com unhas poderosas que podem perfurar facilmente qualquer parte do corpo se conseguir abraçar o infeliz que cair nas suas garras. O pior, dizia o povo que morava por ali, era o Caipora. Que para eles não era lenda. Existia mesmo – e tinha deles naquela região. Além do mais, diziam, a aparição de assombrações naquela serra era recorrente.

Alertavam, mas meu tio retrucava sempre “não tenho medo de nada não. O que vier eu toro na bala”. Além do indefectível trinta e oito de cabo de madrepérola que trazia na cintura (naquele tempo era permitido o porte de armas, quaisquer delas, para a defesa pessoal e demais necessidades), ainda tinha a carabina Flaubert, de balas miúdas e de extrema precisão.

Seguindo pela estrada, naquela noite escura e sem luar, repentinamente a mula bufou e deu nos cascos traseiros, empinando feito louca, e numa agitação de derrubar cavaleiro se ele não fosse dos bons. Meu tio – contou ele – apeou, amarrou as rédeas da mula num pau ali perto e ficou assuntando. “Logo, disse ele, senti uma catinga estranha e nauseabunda, vinda de uma pequena elevação à frente”. Firmou as vistas para ver se enxergava alguma coisa, ligou a lanterna e… para seu grande espanto estava ali, a menos de vinte metros, em pé e balançando os braços ameaçadoramente, uma enorme e horrenda criatura peluda, meio homem, meio macaco, meio lobo… “assustadora” disse ele… era o Caipora!

Ajoelhado na estrada ele focou a lanterna na fera e mirou o umbigo (diz a lenda que bala não entre no corpo do Caipora, pois ele possui o couro impenetrável). A única forma de abatê-lo é pelo umbigo. Sua parte vulnerável.

Bang!… o tiro certeiro da Flaubert entrou no umbigo do bicho, que deu um urro medonho de gelar o sangue e embrenhou-se pela mata fazendo um barulho infernal e gritando guturalmente.

Bem… meu tio Antônio Alves contava esta estória, se ela é verídica eu não sei. Fama de mentiroso ele não tinha, mas de corajoso sim.

11 março 2017 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA (ES)

CUIDADO COM A ARMADILHA BISOL

Punição dura, direta e imediata é o que merecem todos os corruptos e corruptores que nos empurraram para o buraco. No popular, CANA DURA!

Regime fechado, marmitex, obrar de cócoras, familiares revistados após esperarem na fila. Enfim tratamento de cidadão comum, sem privilégios é o que esperamos que todos eles recebam. Até porque de privilégio em privilégio vejam onde nos levaram.

Dura lex é o que merecem aqueles que deviam por ofício e por convicção cívica conduzir o Brasil ao futuro e, ao contrário apenas locupletaram-se dando uma banana para o país e o povo.

Mas neste duro caminho da moralização do Brasil devemos ter cuidado com as generalizações e com as armadilhas que esta sucia coloca no nosso caminho.

Tomamos as ruas da corja esquerdista, mostramos que os espaços públicos pertencem, democraticamente, a gente decente do país. Não podemos deixar com que eles nos ‘enrolem’ e usem para fazer o trabalho sujo deles.

Por que digo isto? Analisando os descaminhos de nossa política e o desespero de todos (políticos, sindicalistas, ‘estudantes’ da UNE e aquele bando que cresceu e vicejou mamando nas tetas da ‘viúva’) percebo uma lógica nas suas pautas e discursos.

Eles tentam colocar todos e tudo na mesma vala. Algo do tipo: ‘roubei, mas todos roubaram’; ‘não corrompi, fui corrompido por capitalistas inescrupulosos”; ‘a culpa é do capital’, e por ai vai.

Não tenho corrupto ou bandido de estimação, não sou nem fui filiado a nenhuma destas quadrilhas que se autointitulam partidos políticos.

Para mim são ladrões aqueles que se venderam do PP, PDT, PRB, PC do B ou qualquer outro. Tanto quanto os que desviaram recursos como PT, PSDB, PMDB et caterva.

Da mesma vala são aqueles que usaram da máquina pública em proveito próprio como o demagogo PSOL. E principalmente aquele partido que fez tudo isto e muito mais tentando implantar um projeto ditatorial. Corrompeu, roubou, vendeu e enriqueceu seus próceres, o PT.

Todos sem exceção, comprovada suas faltas devem sofrer punições exemplares. Tanto as agremiações como os indivíduos por trás delas.

Que não sobre pedra sobre pedra!

Só que a punição deve ser dura sim. Atingir a todos sem ressalvas e exceções. Mas deve ser proporcional ao mal feito. Quanto mais grave maior deve ser a punição. Mais dura deve ser a pena, tanto para o partido quanto para os indivíduos envolvidos.

E ai mora o perigo da generalização. Colocar todo mundo no mesmo saco. Tratar igual quem se vendeu e quem roubou, comprou, vendeu e deixou roubar. Esta é a dita ‘armadilha Bisol’.

Para quem não lembra a armadilha Bisol consiste por todo mundo no mesmo saco, honestos e corruptos e ai forçar uma saída salvadora para todos.

Perde o povo ganham os safados!

Em 1993, a PF apreendeu 18 caixas de documentos na casa de um diretor da Odebrecht (sempre ela). Segundo os investigadores, os documentos indicavam “a existência de um cartel das grandes empreiteiras para fraudar as licitações de obras públicas”. Os documentos indicavam também que a Odebrecht havia distribuído propina a dezenas de parlamentares. José Paulo Bisol, relator da CPI das Empreiteiras e candidato a vice-presidente na chapa de Lula (sempre ele) em 1989, passou à Veja uma lista com mais de 200 políticos que, segundo os documentos da Odebrecht, teriam recebido presentes. Tratava-se de uma armadilha: a armadilha Bisol.

Na realidade, muitos dos parlamentares citados haviam recebido apenas brindes da empreiteira, como calendários e agendas. Quando José Paulo Bisol misturou os corruptos aos inocentes, os corruptos foram inocentados. A CPI das Empreiteiras, desmoralizada, foi arquivada. E a Odebrecht continuou com seu cartel e com seus pagamentos aos políticos.

É isto que os corruptos, à esquerda e à direita, estão tentando fazer. Por todos juntos. ‘É caixa 2, todo mundo faz caixa 2” dizem. ‘O PT roubou, mas o PSDB e o PMDB também’, dizem outros.

Aquela senhora que já nos presidiu chegou a insinuar que as afirmações dos delatores sobre ela eram delírios mas sobre os outros eram verdades. Atentam contra nossa inteligência!

Tudo é crime, ou quase tudo! Temos de graduar estes crimes e puni-los de acordo com a gravidade.

Nas últimas eleições presidenciais não era crime receber dinheiro de empresas (pessoa jurídica). E quase todos receberam, até porque estas ‘empresas’ fizeram questão de ter todos no bolso.

E ai como graduar isto? Simples. Recebeu dinheiro limpo via caixa 1, tudo legal. Recebeu dinheiro de propina ou dinheiro sujo via caixa 1 mas não sabia que era dinheiro sujo e não participou de ações de corrupção, puna-se o doador. Recebeu dinheiro sujo via caixa 1 e tem culpa no cartório, cana-dura, perda de direitos políticos e devolução do dinheiro com multa (o bolso ainda é a parte mais sensível).

Dinheiro, mesmo limpo, via caixa dois é crime, puna-se duramente. Dinheiro sujo via caixa dois, punição mais dura ainda. Ao corrupto, a empresa e ao partido.

Enriquecimento ilícito, pior ainda, cadeia dura. Prendam e joguem a chave fora, tirem direitos políticos, cassem o registro dos partidos envolvidos.

Se não sobra ninguém, azar. Começaremos do zero, talvez seja até melhor.

Só não podemos entrar na conversa de que são todos iguais porque senão o capo de tutti capi, o ninefingers, vai escapar.

Vamos as ruas protestar de olhos e ouvidos abertos. Punição para todos, sem distinção.

Mas lembremo-nos que se quase todos receberão caixa 2 e se muitos roubaram e locupletaram-se, apenas um partido e seus próceres roubaram, corromperam e deixaram roubaram.

Apenas o PT vendeu o sonho dos brasileiros em troca de poder e de riqueza para seus ‘chefes’.

Olhos abertos, grito na garganta e vamos tomar as ruas.

Prisão aos corruptos!

Prisão ao maior dos corruptos LULA!

O Brasil renascerá das cinzas destes crápulas.

11 março 2017 FULEIRAGEM

J. BOSCO – AMAZÔNIA JORNAL (PA)

ÁGUAS DE MARÇO

Uma marcante interpretação da composição de Tom Jobim, nestes meados do mês de março:

11 março 2017 FULEIRAGEM

MOISÉS – BLOG DO NOBLAT

11 março 2017 JOSIAS DE SOUZA

CHICO ALENCAR SE PENITENCIA POR TER CONFRATERNIZADO COM OS ADVERSÁRIOS

O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) fez uma penitência diante de correligionários e eleitores no altar das Redes Sociais. Açoitado por ter confraternizado com adversários num jantar que reuniu o establishment político-jurídico-administrativo de Brasília, Chico ajoelhou no milho: “Errei, mas tropeço é para a gente levantar a poeira e dar volta por cima, prosseguir na caminhada.”

O jantar do qual o deputado se arrependeu de ter participado ocorreu num restaurante chique de Brasília. Serviu para celebrar os 50 anos de jornalismo do bloqueiro Ricardo Noblat. Compareceram desde o presidente Michel Temer até Chico Alencar, que terminou a noite, já na madrugada de quarta-feira (8), numa mesa em que também recostava os cotovelos o senador Aécio Neves, presidente do PSDB.

Foi o diálogo com Aécio que mais rendeu críticas a Chico Alencar nas redes sociais. A reação dos seus correligionários oscilou entre a decepção e a indignação. “Houve, sim, uma conversa com Aécio, e jamais serei do partido de bem dele”, disse o deputado do PSOL no seu vídeo-expiação. “Até porque a concepção de bem dele está mais voltada para bens e não para o bem comum. Tanto que defende a volta do financiamento empresarial, e isso pontuou a nossa conversa educada, mas profundamente discordante naquela noite.”

Durante o jantar, Chico e Aécio haviam trocado um amistoso dedo de prosa sobre a Lava Jato e suas consequências. Abespinhado por ter sido levado às manchetes como protagonista de pedido de socorro monetário à Odebrecht que resultou em repasses no caixa dois para campanhas tucanas, Aécio dissera a Chico coisas assim: ”Um cara que ganhou dinheiro na Petrobras não pode ser considerado a mesma coisa que aquele que ganhou cem pratas para se eleger.”

A certa altura, Aécio pespegou uma indagação: “Haverá espaço para uma saída política ou vamos considerar que todo mundo é bandido e abrir espaço para um aventureiro salvador da pátria?” O grão-tucano insinuou que os políticos precisam costurar uma saída: “A solução é na política”, declarou, antes de lançar na atmosfera mais uma interrogação: “Tudo que foi construído para salvar a política vamos deixar que se perca numa briga insana, botando todo mundo junto no mesmo barco?”

Entre risos, Aécio sugeriu: ”Vamos fazer um partido, eu e você? O partido do bem. (…) Nós não podemos nos matar mutuamente, a saída não vai ser por aí.” E Chico: “Nem nos proteger. Sem sentar e conversar não tem solução. Enquanto isso, a população está achando que somos o cocô do cavalo do bandido. Temos que fazer um novo pacto nacional.” Ao final da conversa, Chico e Aécio se abraçaram. Por mal dos pecados, o deputado do PSOL beijou a mão do interlocutor. E soltou um despretensioso “você é do bem.” Com isso, ateou fogo à sua lista de seguidores na internet.

No vídeo da penitência, Chico afirmou que não deveria ter comparecido ao jantar. Mas conhece Noblat e não conhecia a lista de convidados. “Em segundo lugar, tendo ido, poderia ter me limitado a dar um abraço nele, pelo seu meio século de jornalismo e ir embora. Terceiro, percebendo que (…) acabou sendo uma espécie de reunião da corte de Brasília, eu deveria não ter me dado a certas ironias, a certas descontrações, que são muito da minha personalidade, a certas amenidades, que ali não caberiam, porque, com muita probabilidade, seriam mal interpretadas e levadas para a ideia que estou convivendo com os meus adversários. Portanto, errei…”

Chico agradeceu as críticas e afirmou que o jantar não vai apagar sua história de vida e a do PSOL. Uma “história de luta e combate justamente contra os podres poderes, contra o conluio, aí a portas fechadas, na calada da noite, dos partidos. E todos os grandes partidos estão nessa, querem se salvar do tsunami das denúncias das empreiteiras. Não houve, evidentemente, nenhum pacto…”

* * *

11 março 2017 FULEIRAGEM

SINOVALDO – JORNAL NH (RS)

11 março 2017 A PALAVRA DO EDITOR

ENQUETE FUBÂNICA – RESULTADO

O Instituto Data Besta informa os números finais da última pesquisa!

A Editoria desta gazeta escrota agradece a todos que participaram, informando a cada um que a catimbozeira palmarense Lindalva Gina, fubânica fanática, prenunciou que todos os participantes terão sorte, saúde, paz, prosperidade, um futuro promissor e muito tesão.

Os que não participaram, aguardem até a próxima.

Abraços e um excelente final de semana!

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11 março 2017 FULEIRAGEM

MIGUEL – JORNAL DO COMMERCIO (PE)

MUITO PRAZER

Eu escrevo nesta coluna umas linhas às vezes sérias, às vezes debochadas, falando o que penso e aproveitando a liberdade que o JBF permite, até estimula e os confrades fubânicos toleram. Aqueles que têm paciência e alguma curiosidade em ler, fazem comentários, todos eles bem-vindos, sejam contra ou a favor. Sou daqueles que gostam da crítica, principalmente porque não estou aqui para ensinar, não tenho a ilusão de ter a resposta para tudo. Gosto do debate de ideias, acho essa página divertida, diversificada, receptiva a quem defende as mais diferentes posições ideológicas, religiosas, culturais, comportamentais, etc.

Vou copiar agora nosso grande Editor Berto quando fala que o pessoal da esquerda diz que o JBF é de direita e os direitistas dizem que é de esquerda. Estou padecendo do mesmo mal. Frequento esta respeitável gazeta fazem alguns anos e quem teve a paciência de ler meus comentários, ou textos da Coluna Pensamento Livre, deveria ter percebido que defendo o pensamento liberal. Quem não captou essa minha posição, pode ser por minha incapacidade de transmitir meus pensamentos, ou por serem dogmáticos e quem não pensa como eles é adversário. Ou inimigo.

Eu só gostaria de pedir aos que me chamam de petista, que incluam no adjetivo “petista liberal” e aqueles que me reprovam por ter sempre votado em Bolsonaro, que saibam que votei no deputado para equilibrar as forças, pois o Capitão é o único político que se reconhece como representante do pensamento apelidado de direita nesse Brasil esquerdista. Não sou nacionalista como Lula, Bolsonaro, Trump; nem populista como Lula, Trump, Maduro, Kirchner; nem mentiroso como todos os citados anteriormente.

Torço para que Trump entregue o prometido “drain the swamp”. De todas suas promessas, considero que isso é a parte mais importante. Tenho medo que o trumponomics com seu buy american and hire american, produza apenas inflação. Isso aconteceu em todas economias que adotaram o protecionismo. Estou começando a achar que a equipe de Trump que trocar empregos por um pouco de inflação. Já vimos esse filme dar errado várias vezes.

Espero que a União Europeia consiga se desintegrar sem traumas, uma tarefa bastante complicada. Não dá para esperar que os europeus façam nada muito diferente no ritmo lento que é tradição no bloco.

Faço votos que a China se convença que a “mão do estado” não consegue ser eficiente como a mão invisível de Adam Smith e que Xi Jinping passe a praticar a liberdade que pronuncia em seus discursos para o exterior, mas não adota internamente.

Aqui no nosso quintal minha torcida é para que o enfraquecido governo do PMDB consiga aprovar as reformas propostas, isso nos dará oxigênio enquanto o mundo vive o ”interregno benigno” que favorece as economias emergentes. Sem reformas, sem financiamento, sem crescimento, sem empregos. Que a tendência de renovação política observada nas eleições municipais se aprofunde em 2018 excluindo da vida publica muitos representantes da corrupção e do atraso. E que a Operação Lava-Jato e suas derivadas tenham êxito total no seu trabalho sem poupar nem esquerda nem direita.

Quem quiser me chamar de esquerda que chame de liberal de esquerda e quem achar que sou de direita que chame liberal de direita. Muito prazer.

11 março 2017 FULEIRAGEM

ANTONIO LUCENA – BLOG DO NOBLAT

11 março 2017 FULEIRAGEM

DUQUE – SUPER NOTÍCIA (MG)

A CONSTITUIÇÃO DA ILHA DA FANTASIA

Que me desculpem os jurisprudentes e demais personalidades ligadas a ciências jurídicas e sociais, mas se tem livrinho que eu não gosto nem de chegar perto, é esse da tal Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.

O livrinho da eterna felicidade

Enquanto os yankees têm uma única Constituição com sete artigos e vinte e sete alterações – vigorando desde 1789 até hoje –, nós aqui na banânia já vamos engolindo a sétima que regulamenta até pendenga de bebum com cachorro louco.

Promulgação da Constituição de 1988, por Ulisses Guimarães:

Decididamente, essa Constituição de 1988 bem que poderia ser batizada de “A Constituição da Ilha da Fantasia,” tal as montanhas de devaneios nela contidas por nossos paranoicos constituintes.

Ao redigi-la, nossos aloprados legisladores tomaram um verdadeiro porre de irrealidade, se embriagaram na taça da demagogia e perambularam freneticamente por cerca de 250 cavernosos artigos atrelados a um imenso calhamaço de penduricalhos, absolutamente inexequíveis. Tomaram um verdadeiro porre de direitos, mas no que tange a deveres, deixaram a pobre “Redentora” praticamente em estado de inanição

Ao final da nobel empreitada, nossos heróis gritaram aos quatro ventos que haviam descoberto o antídoto da eterna felicidade.

Observem, por exemplo, o que reza o texto constitucional referente a salário-mínimo: “O artigo 7º, inciso VI, da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, garantiu aos trabalhadores urbanos e rurais um “salário-mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender as suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim”.

Não é fantástico?

Se alguém souber de algum banânico que perceba o salário-mínimo e com ele consegue manter um padrão de vida digno para ele e sua família, sendo suficiente para custear MORADIA, ALIMENTAÇÃO, garantir uma boa EDUCAÇÃO à sua prole, bem como suprir gastos com SAÚDE, LAZER, VESTUÁRIO, TRANSPORTE, HIGIENE e PREVIDÊNCIA SOCIAL, como manda a Constituição, que por favor me informe, porque se trata de milagre.

Outra coisa que nossos constituintes esqueceram, é que num país como o nosso onde vigora a suprema suruba política(segundo Jucá), a Constituição Federal tem o mesmo valor de um dólar furado. Querem um exemplo clássico de violação à Constituição Federal que permanece até hoje impune e ninguém mais fala?
Refiro-me àquele estupro à Constituição cometido naquele fatídico circo montado no julgamento do impeachment de Dilma Rousseff, presidido pelo então presidente do STF, Ricardo Lewandowski. Inacreditavelmente, contrariando o que preconiza a Carta Régia que não separa a inabilitação da perda do cargo, a ex-presidente teve seus direitos políticos mantidos. O Parágrafo Único do Artigo 52 é claríssimo: não há fatiamento! Quem perde o cargo, perde também os direitos políticos e ponto.

E aí eu pergunto aos “especialistas em golpismo:” esse foi ou não foi um clássico e escancarado golpe constitucional?
Poderia ficar aqui citando inúmeros exemplos de violações à Constituição Federal, tão ultrajada nesses últimos tempos. Porém, seria alongar-me demais. Por isso encerro com uma modesta reflexão:

Um país para atingir sua plenitude em todos os campos e ser reconhecido internacionalmente como sério, precisa de “leis que governem homens e não homens que governem leis.” (Honório Lemes)

11 março 2017 FULEIRAGEM

FRANK – A NOTÍCIA (SC)

INSTITUTO CULTURAL DE ESCRITORES DO BRASIL — BRASÍLIA-DF

Caro senhor Luiz Berto, Boa tarde,

O Instituto Cultural de Escritores do Brasil – ICEIB , que é um instituto sem fins lucrativos, sediado no Distrito Federal, cuja finalidade é apoiar escritores, nesta caminhada que é uma parceria literária, está finalizando um novo livro do escritor mineiro Rogério Corrêa.

Rogério é Filósofo de formação, porém, um pesquisador multifacetado, e, embora tenha publicações na área da Filosofia, o livro Histórias do Além é mais um de seus registros históricos da crença brasileira em assombrações e cultura popular do imaginário nacional.

Como pesquisador, Rogério vem realizando diversos trabalhos de pesquisas de campo nestas áreas, algumas com duração de mais de três anos, o que demonstra quão dedicado ele é aos temas abordados em livros como Festas de Carros de boi e Histórias de carreiros.

Após apresentar-lhe brevemente esse autor, vimos solicitar ao senhor – que é alguém que Rogério Corrêa admira e acompanha, sobretudo por intermédio de seu maravilhoso trabalho com o site BESTA FUBANA -, a honra de prefaciar o livro supra citado, Histórias do Além.

Caso o senhor aceite nosso pedido/convite, enviaremos o arquivo. Segue a capa do livro em anexo.

No ensejo, congratulamos o senhor pelo trabalho literário que realiza em seu site, agregando escritores de todos os vieses, divertindo e entretendo.

Atenciosamente,

À Diretoria

R. Minino, fiquei ancho que só a peste com este convite.

Esta gazeta escrota, sem sombra de dúvidas, entra em tudo quanto é canto e recanto deste nosso país.

Desde os ambientes mais sórdidos até ilustres associações literárias.

Podem mandar os originais do livro.

Farei o prefácio com gosto e prazer.

Antecipadamente já desejo muito sucesso ao autor!

E quem quiser conhecer a página do Instituto Cultural de Escritores do Brasil, basta clicar aqui.


© 2007 Besta Fubana | Uma gazeta da bixiga lixa