16 março 2017 DEU NO JORNAL

ESCLARECIMENTO NECESSÁRIO

A polícia e o Ministério Público prenderam seis pessoas de uma quadrilha que roubava combustíveis da Petrobras.

A investigação começou há dois anos.

Os agentes descobriram que a quadrilha agia no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais e desviava por ano, catorze milhões de litros de combustíveis da Petrobras.

Um prejuízo calculado em mais de R$ 33 milhões.

* * *

Para conhecimento dos leitores fubânicos:

Por incrível que pareça, entre os presos não havia um único sequer filiado ao PT, segundo apurou o Departamento de Investigações do JBF.

Até mesmo pela quantia irrisória que roubaram: apenas 33 milhões.

Uma minxaria, uma quantia irrisória, um quase nada se comparado ao que roubaram os guabirus vermêios-istrelados.

De qualquer maneira, a Petrobras tomou mais um prejuízo. E, novamente, causado por bandidos.

Um dos ladrões presos por roubar a Petrobras: embora de camisa vermelha, pertence a outra organização criminosa que não o PT

16 março 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

BICICLETAS CLANDESTINAS

Relembrar não é querer que o tempo volte, como disse o pai de Edu Lobo, meu saudoso amigo Fernando Lobo. É mais comparar os tempos de ontem e achar graça no contraste das comparações.

Esta crônica serve para abrir os olhos dos planejadores e administradores do Departamento de Trânsito de Pernambuco, quiçá do CONTRAN.

Não se vê razões, para nos dias atuais, as bicicletas transitarem sem emplacamento. Completamente clandestinas.

Livres de identificação servem para assaltos, cada dia mais frequentes e violentos, como um recente que matou com um tiro na cabeça meu amigo Jorge Tertuliano, em Pau Amarelo.

Uma ação simples, mas as autoridades do Planejamento não se detiveram a resolver o problema, que nos parece ser de âmbito nacional.

Até o início da década de 50 as bicicletas que circulavam pelo Recife eram devidamente emplacadas, como qualquer outro veículo circulante. Não serviam para “veículos de assalto” como se afiguram hoje, porque todas estavam identificadas.

Os proprietários eram obrigados a apresentar ao órgão especializado pelo emplacamento a Nota Fiscal da compra ou um recibo com firma reconhecida em cartório, no caso de revenda entre pessoas físicas, a fim de legitimar a propriedade.

A numeração do veículo vinha marcada pelo fabricante em baixo relevo no “quadro”, exatamente a parte que sustenta as rodas e a sela.

Nos períodos de renovação da matrícula todos os proprietários se preocupavam em levar suas bicicletas à “Delegacia de Trânsito”, situado num casarão em estilo manuelino, situado no Parque Treze de Maio, sob a chefia do lendário e “ volumoso” Tenente PM Abelardo Rijo, para pagar as matrículas e “selar” em chumbo as novas placas.

Uma coisa chamaria a atenção do amigo ciclista Serjão – Sérgio do Amaral Valença – eram dispensadas de emplacamento os modelos exclusivamente de corrida, as famosas “Flandria”, inglesas, com o “quadro” de alumínio e pneus sem câmara, além as suecas “Husqvarna” e as “Philips”, holandesas.

Mesmo assim todas eram registradas no CCR – Clube de Ciclistas do Recife, cujo Presidente era Leôncio Lopes de Albuquerque, uma lenda na época em corridas de bicicletas no Recife, promovidas com a colaboração do Atlético Clube de Amadoras, sediado em Afogados.

Naquele meu tempo, quando decorria dois meses de renovação da matrícula o Departamento de Trânsito montava várias blitz nos bairros e estacionava caminhões para serem utilizados, recolhendo as bicicletas com emplacamentos vencidos. Era o terror dos pequenos proprietários.

Está em tempo de rever o procedimento, emplacar as bicicletas e recolher aquelas que circulam clandestinas destinadas à bandidagem.

16 março 2017 FULEIRAGEM

GENILDO – CHARGE ONLINE

RELEMBRANDO ZÉ DA LUZ

Comentário sobre a postagem AI! SE SÊSSE… – Zé da Luz

Flavio Feronato:

“E já que é de Zé da Luz bem podia ser uma que fugisse fosse a virge dos dois cuz-cuz…

Luiz Berto podia publicar essa também!”

* * *

Nota do Editor:

Atendendo ao estimado leitor, aqui vai o poema que foi pedido:

As flor de Puxinanã – Ze da Luz

Três muié ou três irmã,
três cachôrra da mulesta,
eu vi num dia de festa,
no lugar Puxinanã.

A mais véia, a mais ribusta
era mermo uma tentação!
mimosa flô do sertão
que o povo chamava Ogusta.

A segunda, a Guléimina,
tinha uns ói qui ô! mardição!
Matava quarqué critão
os oiá déssa minina.

Os ói dela paricia
duas istrêla tremendo,
se apagando e se acendendo
em noite de ventania.

A tercêra, era Maroca.
Cum um cóipo muito má feito.
Mas porém, tinha nos peito
dois cuscús de mandioca.

Dois cuscús, qui, prú capricho,
quando ela passou pru eu,
minhas venta se acendeu
cum o chêro vindo dos bicho.

Eu inté, me atrapaiava,
sem sabê das três irmã
qui ei vi im Puxinanã,
qual era a qui mi agradava.

Inscuiendo a minha cruz
prá sair desse imbaraço,
desejei, morrê nos braços,
da dona dos dois cuscús!

Poeta Severino de Andrade Silva, mais conhecido como Zé da Luz, nascido na cidade de Itabaiana-PB, terra onde reside o colunista fubânico Poeta Jessier Quirino e terra de nascença do saudoso sanfoneiro Sivuca. Zé da Luz era alfaiate de profissão. Nasceu em 1904 e encantou-se em 1965.

16 março 2017 FULEIRAGEM

AMARILDO – A GAZETA (ES)

AS DUAS LISTAS

Um trecho da Lista de Schindler

São duas listas famosas. A de Oskar Schindler – que salvou judeus, na Segunda Guerra, evitando que morressem nos campos de concentração. E a do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot – que terça-feira entregou, ao Supremo, relação dos nomes citados por 78 delatores da Odebrecht. Impossível resistir à tentação de comparar as duas.

• A Lista de Schindler é de 1944. A Lista de Janot é de 2017.

• A de Schindler tinha 13 páginas. A de Janot está em 10 caixas de papelão.

• A de Schindler tinha 1.200 nomes. A de Janot 294.

• Os judeus de Schindler estavam em suas fábricas das atuais Polônia e República Checa. Os nomes de Janot estão, quase todos, em Brasília.

• A de Schindler queria salvar vidas. A de Janot quer por ladrões na cadeia.

• Os judeus de Schindler iriam para os Campos de Concentração de Auschwitz-Birkenau, Belzec, Gross, Plaszow. Os nomes de Janot correm o risco de ir para prisões comuns de Curitiba e Brasilia.

• Schindler chamava seus judeus pelo nome. Enquanto aqueles da lista de Janot têm, quase todos, codinomes – como bandidos rasteiros de subúrbio, desses fichados todos os dias pela polícia.

• A lista de Schindler funcionou porque ele vivia corrompendo oficiais da Schutzstaffel (SS) e da Wehrmacht – Bankier, Göth, Höb. Já na de Janot, o nome disso era Caixa 2.

• Os salários dos judeus de Schindler lhe custavam pouco. Os subornados, na lista de Janot, cobravam os olhos da cara.

• Salvaram-se, na lista de Schindler, apenas judeus. Na de Janot, estão tentando se salvar tantos que são, ou que foram, deputados e senadores (muitos), ministros (5), ex-governadores (10), ex-presidentes (2), intermediários e grandes empresários (também muitos). Sem contar que, até fins de 2016, havia já 357 inquéritos autorizados, e 103 ações penais, contra políticos com mandato.

• Os nomes de Schindler sabiam que podiam morrer a qualquer momento. Os de Janot se consideram super-homens, acima do bem e do mal.

• Schindler e sua mulher, Emile Pelzl, em 1949 foram morar na Argentina. Alguém sabe onde vão se esconder os nomes de Janot, depois que deixarem as prisões?.

• Voltando à Alemanha, em 1963, Schindler foi a falência. Irão à falência algumas das empreiteiras nomeadas na lista de Janot?

• Schindler viveu seu fim de vida sustentado pelos Schindlerjuden (judeus de Schindler). Quem sustenta, hoje, alguns dos nomes da lista de Janot?. E quem vai sustenta-los?, depois.

• A lista de Schindler acabou indo, em 2009, para a Biblioteca Estatal de Nova Gales do Sul (Austrália). A de Janot fez viagem bem menor – da Procuradoria Geral da República até o Supremo. Menos de um quilômetro.

O poeta português Ary dos Santos começa poema (“O objeto”), dizendo: Há que dizer-se das coisas/ O somenos (de menor importância) que elas são/ Se for um copo é um copo/ Se for um cão é um cão. Nessa linha, há que dizer-se que os nomes da Lista de Schindler são pessoas que merecem, de todos nós, homenagem e respeito. Os da Lista de Janot, não.

16 março 2017 FULEIRAGEM

FRANK – A NOTÍCIA (SC)

16 março 2017 A PALAVRA DO EDITOR

ENQUETE FUBÂNICA (VI) – RESULTADO

O Instituto Data Besta informa os números finais da última pesquisa!

Aguardem a próxima.

A manchete abaixo, publicada ontem, mostra que esta gazeta escrota e os seus leitores estão antenados com a putaria guabirutífera que anda acontecendo em Banânia:

16 março 2017 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)

STEPHEN KANITZ – SÃO PAULO-SP

Lula precisa convidar Dilma para ser seu Vice.

Dessa vez o PT não pode fazer a besteira de ter um político de um outro partido.

Tipo Temer como Vice, só para ter mais 5 minutos de televisão.

Lula precisa ter a Dilma, inclusive para corrigir a injustiça do impeachment.

Afinal, Dilma não foi afastada injustamente?

Por isso Lula tem obrigação moral de corrigir esse erro e apoiar a sua companheira de lutas elegendo-a como seu Vice.

E tem a vantagem da Dilma não ter triplex, muito menos sítio.

Se você é do PT, lute para que a Dilma faça parte da chapa Lula 2018.

Como Viça, termo proposto por ela.

Posso já ver a propaganda. “Dilma, a No-Viça Rebelde.”

Lula não pode sempre pensar em si.

E abandonar tantos amigos que lutaram por ele como, José Dirceu, Antonio Palocci, Guido Mantega, Delubio Soares, Celso Daniel, e agora Dilma Rousseff.

Vamos lutar pela chapa que irá empolgar o povo brasileiro, Lula/Dilma 2018.

Apoie essa iniciativa para o bem do Brasil e para a alegria do PT!

16 março 2017 FULEIRAGEM

J. BOSCO – AMAZÔNIA JORNAL (PA)

A VONTADE

– Estou com uma vontade de dar, de trair o Zeferino. Me dá uma dor no peito, depressão, raiva, pelo desprezo que tenho a meu marido. Vontade de sair com um cara, transar muito, sou a mulher mais carente e idiota do mundo. Conversava Eugênia, chorosa, com a amiga Gabriela

– Até que entendo sua vontade, mas esse negócio de trair, na maioria das vezes torna em arrependimento, piora a depressão. Faça as coisas que o coração mandar, porém, tenha calma, reflita para depois não se arrepender. Aconselhou Gabriela.

– Você condena essa vontade de eu trair, minha amiga ?

– Quem sou eu para julgar? Para condenar alguém. Como amiga posso dar uma opinião, apenas isso. Sei que é uma situação passageira, por isso aconselho pensar, o travesseiro noturno ou uma volta na orla contemplando o mar, refletindo, acalma o coração, faz bem a depressão.

– Gabriela, o problema maior é o meu desprezo pelo Zeferino, nunca pensei, ele é um cara fraco, perdedor, desde que foi despedido do emprego há mais de sete meses, vive dentro de casa, esperando as coisas caírem do céu. Todo dia é uma desculpa ou uma mentira de promessa de emprego, culpando o governo. Eu sustento a casa, comida, água, luz, telefone, o colégio do Carlinhos, tudo com o trabalho de cabeleireira no meu salão de beleza. Não tenho descanso nem aos domingo para sustentar a casa. O Zeferino nem aí, só sai para o botequim, chega na hora do jantar, o português da bodega já não vende fiado. É uma tristeza. Minha única reação é não transar quando ele se achega querendo coisas. Uma noite me pegou a pulso, não sei mais o que fazer. Que ele merece um chifre, merece. Tenho um cliente, coroa alinhado, elegante, faz cabelo e unhas toda semana, olha demais para mim, conversamos muito, eu deixo meu decote bem aberto ele fica contemplando, mas é um homem sério. Da última vez que ele foi ao salão, estava lendo numa revista uma reportagem sobre o filme 50 Tons de Cinza, disse que viu o filme, gostou das cenas de sexo. Eu sorri para ele perguntando se gostava da fruta. O coroa deu uma gargalhada, me respondeu, gosto e é bom. Apesar de ele ter chegado aos sessenta anos, tenho certeza, se eu quiser, sai comigo.

– Eugênia veja o que vai fazer. A melhor solução para briga ou desentendimento é o diálogo. Faça uma força, fale francamente, com o Zeferino, diga tudo que pensa, que ele arranje um emprego, nem que seja de varredor, não é desonra alguma.

Eugênia foi para casa, tirou o fim-de-semana para refletir. Sábado ao entardecer foi contemplar o mar azul-esverdeado da praia de Jatiúca. Pensou bastante nas palavras da amiga Gabriela, psicóloga. Consultou seu coração e à mente, pensou no Zeferino, no Carlinhos e no sessentão cheiroso. Era noite quando retornou à casa, primeiro, uma conversa franca com o marido.

– Que ares de felicidades são esses? Perguntou, dias depois, Gabriela à Eugênia. Vejo que resolveu seus problemas, gostei dessa transformação jovial, acabou-se a tristeza, a depressão, voltou sua alegria.

– Minha amiga, tudo começou com o contemplar do belo verde mar, me senti bem, pensei no que meu coração queria. A primeira decisão foi ter uma conversa aberta com o Zeferino, disse que estava a fim de me separar, fui franca, critiquei as grossuras dele comigo, a preguiça de arranjar trabalho. Finalmente acertamos, outra chance no casamento, eu ajudaria a procurar-lhe emprego. As coisas se arrumaram, estamos vivendo melhor, ele agora tem um emprego arranjado por mim, ajuda no sustento da casa, sua auto-estima melhorou.

– Ainda bem que você apagou a ideia, a vontade de trair com o coroa elegante. Disse Gabriela sorrindo.

– É o que você pensa, o coroa elegante chama-se Francisco, com ele arranjei um trabalho de almoxarife para o Zeferino. O Doutor é engenheiro, tem uma construtora. Homem generoso e discreto. Aqui para nós, satisfiz minha vontade. Apesar da idade, o coroa é ótimo, suas invencionices na cama me deixam louca.

16 março 2017 FULEIRAGEM

VERONEZI – CORREIO POPULAR (SP)

JOSÉ SILVA – CAMPO GRANDE–MS

Sr. Editor

A divulgação a conta-gotas dos nomes contemplados no vestibular do Janot tem excitado uma cambada de defensores-otários.

Na defesa de seu bandido de estimação, atacam veementemente os bandidos dos outros.

Essa atitude é um grosseiro analfabetismo (não digo falta de escolaridade, temos muitos analfabetos funcionais que são “doutores” e “intelequituais”).

São essas mesmas pessoas que divulgam e repassam por todos os meios as informações indignadas sobre os ganhos dos políticos. Então, se eles já enchem as burras, precisam que os eleitores os defendam? Só um idiotizado vive defendendo pessoas indefensáveis que têm todos os recursos para suas defesas. Se não o fazem, ou são culpados ou idiotas, e, portanto não deveriam estar onde estão.

Simples assim.

Se tem alguém apontando alguma canalhice daquele cidadão em quem você votou, cabe a ele defender-se.

Se o ataque lhe atinge, é porque você deve ser cúmplice da safadeza. Isso é ponto pacífico.

Para organizar melhor o processo de ataque aos bandidos de estimação dos outros, a Lista de Janot deveria ser organizada pela participação dos envolvidos em cada governo.

Assim teríamos uma lista do governo Sarney, uma do governo Collor, governo FHC, governo Lulla, governo Dilma e governo Temer.

Um bandido poderia pontuar em mais de uma lista. A Caixa Econômica Federal poderia criar uma nova loteria só para os envolvidos.

Com esse quadro, quem sabe a militância amestrada não enxergaria o óbvio: todos são prejudiciais a todos. Só a elite do crime organizado se beneficia.

Quem sabe, também, voltaríamos à proporção mais modesta do ditado: “trouxa rareia, mas nunca farta”.

16 março 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

NINGUÉM CONSEGUE MAIS SER HONESTO, NEM MESMO NO MICROFONE

Era o filho mais correto de Chico Porra-Nenhuma dos Porra-Nenhuma da capital, que até já assistiu o cavalo selado da mamata cruzar bem ali nas suas fuças, mas só arrumou na vida o maldito sobrenome.

Mesmo assim conseguiu uma boquinha vitalícia: ser nomeado presidente da Secretaria do Fenômeno Solitário. Não quis pra não sujar o nome. E ali mesmo, no Salão Banal da secretaria, fazia um discurso fecundo e honestizado dizendo o porquê da não aceitação:

– … E como diria o grande Camilo Cartola amigo meu: E pra quem já não tem nada, tanto se lhe dá como se lhe deu…

De repente, o discurso de ganso virou silêncio de fundo de mar, e, sem mais um tique nem taque de fala, ouve um conselho doméstico de grande profundidade – Sua Senhora Dona Virtuosa Porra Nenhuma, sem dependência de honestidade régia, prescreve a toda garganta de mão direita arribada:

– Porra, meu amor! Vai-te embora, Porra! Larga de tanta asneira e corre pro Ministério do Pau Dento pra salvar teu casamento! Lá, vai ser tua posse, teu destino e teu mandato! Lá, tão ensinando o povo a comer o povo, a mamar e traquejar sem grei nem lei todo tipo de fraude e mamação.

Ele tartarugou a velocidade do discurso e disse sob a capa da probidade:

– Isso é uma coisa malufa. Ninguém consegue mais ser honesto nem mesmo no microfone.

(Do livro Papel de Bodega – 2015)

16 março 2017 FULEIRAGEM

DUQUE – O TEMPO (MG)

16 março 2017 A PALAVRA DO EDITOR

A INACREDITÁVEL CEGUEIRA DAS PAIXÕES POLÍTICO-IDEOLÓGICAS

Nesta quinta-feira, diz 16, o Jornal da Tarde, de Salvador-BA, publicou a charge abaixo, da autoria de Bruno Aziz, cujos trabalhos são regularmente reproduzidos aqui no JBF.

Vejam:

Vocês intenderam direitinho, num é?

Pois é.

Na visão do chargista, as manifestações de ontem, quarta-feira (15), foram solenemente ignoradas pela “mídia”. (Ô palavrinha escrota é esta que consta do zecabulário do curral de antas. zisquerdóides. Putz!)

Vejam aí na charge: a “mídia” está filmando uma mimosa flor na relva enquanto fica de costas pra pelegada que, nesta quarta-feira, atrapalhou a vida das pessoas que trabalham e ganham honestamente o pão de cada dia.

Pois fique sabendo, prezado Bruno Aziz, que este assunto foi tema de tudo quanto é jornal, revista, televisão e páginas internéticas importantes e de grande audiência.

Todos os grandes órgãos de informação desta república bananífera se ocuparam do assunto.

Vamos começar pelo órgão onde trabalha o chargista, o Jornal da Tarde, de Salvador.

Quem quiser saber o que A Tarde publicou clique aqui, ou ainda aqui .

Quem quiser ver a extensa cobertura do Jornal Nacional, da “reacionária e golpista” Rede GloboVEJA AQUI

O Jornal da Band também se ocupou do assunto: Veja aqui

Deu ainda no Jornal da Record, cuja chamada era, nada mais, nada menos, esta frase: Protestos contra a reforma da Previdência e a trabalhista invadem as ruas do Brasil. Veja aqui

E, finalmente, Veja aqui as 22 matérias (vamos repetir: 22 matérias) que saíram na GloboNews, de propriedade da reacionária e golpista Rede Globo, entre reportagens, debates e comentários.

E se eu fosse linkar aqui o que saiu nos grandes jornais brasileiros, de norte a sul, e de leste a oeste do país, em todas as capitais de todos os estados, além das grandes cidades, iria passar o dia todo e ainda não daria conta do serviço.

O fubânico petista Ceguinho Teimoso não está sozinho.

Gente que se recusa a enxergar a realidade objetiva ao seu redor e cegada pela ideologia ou pelas paixões políticas existe em todo canto.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha.

Haja bolsa escrotal!!!

16 março 2017 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA (ES)


© 2007 Besta Fubana | Uma gazeta da bixiga lixa