3 abril 2017 FULEIRAGEM

ALPINO – YAHOO NOTÍCIAS

O ESTADISTA E O PENSAMENTO

Um Estadista, como nos faz falta um Estadista!

Estadistas são forjados de matéria rara: capacidade, desprendimento, coragem, honradez, patriotismo, vocação cívica. Um tipo raro em qualquer época da história humana e praticamente inexistente nestes tempos pós-modernos.

Em geral Estadistas galgam os mais altos cargos públicos e acabam por tornarem-se os Chefes de Estado e de Governo de suas pátrias. Matéria escassa, quando surgem, acabam deixando um legado de superações, vitórias e desenvolvimento social no país.

Mas ser um Estadista não transforma o ‘homem’ automaticamente em um Chefe do Executivo de uma nação. No Brasil tivemos Rui Barbosa, por exemplo, um grande estadista, que por diversas razões peculiares e para o azar do país, não ocupou o posto de primus inter pares da nação brasileira.

Por outro lado ser governante, primeiro-ministro, presidente da república, prefeito ou governador não faz do cidadão um Estadista. Longe disto, em países de democracias frágeis e jovens como a brasileira é mais comum termos imbecis, oportunistas e corruptos ocupando a primazia entre os cidadãos, do que homens de elevada concepção cívica.

São oportunistas, líderes de grupelhos organizados e/ou de quadrilhas, caudilhos. Bandidos sem alma, vergonha, pudor ou senso cívico que acabam premiados e ungidos pelo voto dos incautos. E destarte passam a, respaldados pelo vontade popular (dizem eles), a desgovernar-nos, roubar-nos e enganar-nos.

Esquecendo-se daqueles que os elegeram, gerindo em causa própria ou em causa magis stipendium, locupletam-se e enriquecem a nossa custa. E de paga nos dão uma banana.

Estes homens e mulheres que se creem líderes ou até mais, estadistas, são bandidos da pior laia. Pois não há pior bandido do que aquele que rouba e traí seu próprio povo. Do que aquele que rouba a pensão do idoso, o remédio do doente e a comida da boca da criança. Crápulas que merecem dos seus patrícios apenas o desprezo e a mão forte da lei.

A fala agressiva, pungente faz parte das ferramentas de convencimento desta laia. Fala desorganizada, cheia de mantras, que nada diz e apenas vocifera impropérios que usam para convencer as massas incautas. Mas nunca esta fala reflete seus pensamentos, suas intenções.

Somente um Estadista reflete na fala o seu pensamento e intenções. Não é o pensamento, a escrita ou a fala que fez ou fará um Estadista. Ele, o pensamento, apenas lhe é ferramenta de utilidade pública, de mobilização nacional em prol do bem comum.

E, é no pensamento ou na falta dele, que podemos perceber a matéria de que é feito um governante. Na expressão de seu pensar e sentir, através da palavra, podemos observar a altivez de um líder, a cupidez de um oportunista ou a estupidez da mente vazia que não sabe o por quê de estar ali.

O que seria dos ingleses e do mundo sem a altivez do pensamento e da liderança ímpar de Wiston Churchill que nos brindou com máximas como: “o pessimista vê dificuldade em cada oportunidade; o otimista vê oportunidade em cada dificuldade”.

O Brasil também teve, em sua jovem história, Estadistas, oportunistas, caudilhos e Capos de quadrilhas, ladrões de casaca que vilipendiaram nosso povo.

Estes, todos, também deixaram para a história registros de seu pensar ou de sua falta de capacidade de pensar. Lembrem-se de Dilma Roussef e das…digamos, suas falas peculiares que destacavam uma inteligência ignota e um pensar ordinário.

Nos últimos tempos a sapiência e a altivez deram lugar, por treze anos, a vulgaridade, a ambição, a desfaçatez e a imoralidade. Mas o reflexo do pensamento de nossos ‘líderes nacionais’, positivos ou negativos, permite-nos separar os estadistas dos ladrões pés-de-chinelos e oportunistas.

Não raro nossos líderes são ambíguos e contraditórios no seu pensar, mas sempre deixaram neste, com clareza meridiana, registrado o seu caráter ou falta dele.

Dom Pedro I disse-nos, por exemplo, ‘Se é pelo bem de todos e felicidade geral da Nação, diga ao Povo que FICO’.

Seu filho, Dom Pedro II, grande Estadista, muitas vezes incompreendido, nos brindou com pensamentos dignos de um homem superior, como por exemplo: ‘Se não fosse imperador, desejaria ser professor. Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro’; ou, ‘É preciso trabalhar e vejo que não se fala quase senão em política que é as mais das vezes guerra entre interesses individuais’; e, ‘A política não é para mim senão o duro cumprimento do dever’. Grande homem público expulso da Pátria pela qual deu a vida, morreu no exílio.

Na República passamos pelas contradições de Deodoro da Fonseca nosso primeiro Presidente que afirmou: ‘República no Brasil é coisa impossível porque será uma verdadeira desgraça. O único sustentáculo do Brasil é a monarquia se mal com ela, pior sem ela’.

Pela Carta de Getúlio, que com seus defeitos e virtudes foi um grande Estadista de sua época: ‘Saio da vida para entrar na história’.

Lembremo-nos de Jânio Quadros, com seu ‘Fi-lo porque qui-lo’, falsamente atribuído ao conturbado Presidente, como se esta tivesse sido a justificativa de sua renúncia. Embora falsa e gramaticamente errada, a frase exemplifica perfeitamente o pensamento conturbado do ex-mandatário.

Conturbado, ausente, caótico são adjetivos aplicáveis ao pensamento ou a falta dele, na lavra da ex-presidente (ou ex-presidanta, quero dizer, ex-presidenta) Dilma. São pérolas como a do: ‘Sempre que você olha uma criança, há sempre uma figura oculta, que é um cachorro atrás, o que é algo muito importante’. Era Dilmês, a proto-língua, na veia.

E chegamos a Michel Temer, o homem que usa mesóclises. Algo como ‘…sê-lo-ia pela minha formação’. Um homem pronominal sem dúvida. No futuro seus detratores certamente dirão que houvera dito: ‘foder-vos-ei brasileiros’.

Mas não nos esqueçamos do pensamento bruto do Nove-dedos. A voz rouca vociferando impropérios ininteligíveis. Os perdigotos que banham a audiência próxima. O pensamento disforme, imoral, mal intencionado e sujo. Alegria do boquirroto apedeuta que encanta e faz delirar as plateias amestradas.

A pelegada sindical, os ladrões e oportunista da ORCRIM, as ‘muié do grelo duro’, os ‘viados do polo de exportação’, as zelites zintelectuais vibram com o discurso chulo, ausente de moral, oportunista e nulo de qualquer senso cívico e/ou crítico.

A melhor expressão do pensamento do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva pode ser vista em uma frase épica:

ENFIEM O PROCESSO NO CÚ! É a cara dele e de seus asseclas.

Vamos enfiar sim! Tudo e muito mais! No rabo deles.

Resumindo pelo pensar e falar fica claro quem foram nossos Estadistas e quem é o ladrão pé-de-chinelo. O chinelão. E pior o FDP quer voltar.

Pobre Brasil!

3 abril 2017 FULEIRAGEM

SID – CHARGE ONLINE

CANGACEIRO MISTERIOSO

Renan confirma que prefere agir em bando

“Quem não ouve erra sozinho”.

Renan Calheiros, líder do PMDB no Senado, ao criticar no Facebook o projeto de terceirização sancionado por Michel Temer, sem esclarecer se consultou alguém antes de fazer o que fez ou se tirou da própria cabeça as ideias que viraram anotações no prontuário.

3 abril 2017 FULEIRAGEM

MYRRIA – A CRÍTICA (AM)

3 abril 2017 DEU NO JORNAL

UMA PARELHA PERFEITA

A queda vertiginosa nas intenções de voto para o Senado, em 2018, a perda de prestígio e a disputa pelo poder no Senado estão por trás do “oposicionismo” de Renan Calheiros, que vem hostilizando o governo do presidente Michel Temer, filiado ao seu próprio partido, o PMDB.

A difícil situação eleitoral em Alagoas é o motivo para a “rebeldia” de Renan. Em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto para senador, hoje ele perderia feio para Ronaldo Lessa (PDT) e Teotônio Vilela (PSDB) e empataria com Benedito de Lira (PP), que foi mais votado que ele na eleição passada, segundo levantamento do instituto Paraná Pesquisa

Renan sabe que agrada os petistas e principalmente o ex-presidente Lula quando ataca Michel Temer ou cria dificuldades políticas para o governo, criticando a reforma da Previdência ou o projeto de Terceirização.

Hostilizando Temer, Renan se aproxima do PT e já sinalizou a Lula que vai garantir o palanque do petista à sua eventual candidatura a presidente, em 2018.

* * *

Vamos torcer pra que se concretize esta aliança Lula-Renan.

Estes dois formam uma dupla perfeita. Um penta réu com um mais que deca denunciado.

Isto é o que o fubânico petista Teimoso Renitente chama da “aliança pela governabilidade“.

Conhecendo de perto meus conterrâneos e eleitores daqui do Nordeste, eu tenho certeza que esta parelha vai fazer um sucesso da porra nas eleições do ano que vem.

Esta gazeta escrota, que só trata de safadezas, roubos, conchavos, putaria, corruptibilidade, falcatruas e sacanagens, vai ter muito assunto pra se ocupar com a vitória destes dois comparsas.

Pinico e Urinol: uma dupla perfeita para Alagoas e para Banânia

3 abril 2017 FULEIRAGEM

ZOP – CHARGE ONLINE

NOS BOSQUES SOLITÁRIOS

Lá no fundo dos bosques solitários,
onde sombras negrejam sonolentas,
a água corre nas rochas pardacentas
com um clamor de longínquos campanários.

Semeada de lágrimas sangrentas,
contas soltas de lúcidos rosários,
cai a noite nos bosques solitários
como garras neuróticas, violentas.

O sigilo da vida está sepulto
no coração dos bosques solitários…
Nem ouve da miséria o triste insulto.

E, como a luz do céu nos relicários,
o sonho eterno inda palpita, oculto,
lá no fundo dos bosques solitários…

3 abril 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

3 abril 2017 A PALAVRA DO EDITOR

CONVOCAÇÃO

Tem nova pesquisa no ar.

Os leitores desta gazeta escrota estão convocados para dar seu voto.

É só ir aí do lado direito, em Enquete Fubânica, e meter o cacete.

O Instituto Data Besta antecipadamente agradece a participação de todos.

3 abril 2017 FULEIRAGEM

GILMAR – CHARGE ONLINE

3 abril 2017 FERNANDO GABEIRA

POLÍTICAS DA VIDA

No momento em que a agonia da engrenagem político-empresarial ainda depende de uma Justiça lenta e burocrática, minha inspiração vem do trabalho cotidiano. Cobri o surto de zika em Pernambuco, de chikungunha em Aracaju, a febre amarela em Minas, Espírito Santo e Rio. Há dois meses uma superbactéria matou um homem no Rio Grande do Norte. Ouço falar de casos de malária em Petrópolis e estou cada mais inquieto com as condições das cidades brasileiras.

Dizem os especialistas que temos de conviver com o Aedes aegypti. O mosquito é um terrorista biológico, pois, além das doenças que transmite, pode ser também uma espécie de difusor da febre amarela, se ela chegar ao meio urbano.

Os autores americanos Michael T. Osterholm e Mark Olshaker lembram, em texto no “New York Times”, que as doenças e as epidemias são um caso de segurança nacional. E enfatizam algo que seria meu tema sobre a superbactéria encontrada no Brasil e pesquisada em São Paulo: alguns micróbios estão cada vez mais resistentes aos antibióticos.

Os americanos previram numa pesquisa que, se deixados sem tratamento adequado, micróbios resistentes aos antibióticos podem matar em 2050 mais do que o câncer e a diabete somados.

Num planeta com 7,4 bilhões de habitantes, 20 bilhões de galinhas, 400 milhões de porcos e uma rápida conexão entre os países, uma epidemia é de fato a grande ameaça. Lembram que a gripe espanhola, em 1918-19, matou mais gente do que todas as guerras do século XX. Citam o zika no Brasil e, sobretudo, a recente volta da febre amarela, que tende a matar a metade das pessoas infectadas. Não estamos sozinhos nisso. Os chineses têm o problema da gripe aviária H7N9, e os árabes, a chamada síndrome respiratória do Oriente Médio.

Falar dessas coisas, num passado recente, parecia um pouco coisa de louco. No filme “Dr. Fantástico”, de Stanley Kubrick, há um general obcecado por micróbios, aliás muito bem protagonizado por Sterling Hayden.

Mas agora se fala abertamente em jornais de medicina. O próprio Bill Gates, que doou uma parte de sua fortuna para pesquisas, afirmou: “De todas as coisas que podem matar mais de 10 milhões de pessoas no mundo, a mais provável é uma epidemia emergindo de uma causa natural ou do bioterrorismo”.

Os autores criticam Trump, que não compreende isso e decidiu cortar verbas de US$ 1 bilhão para o setor de prevenção às doenças. Mas os Estados Unidos, por meio de seus milionários e cientistas, estão cada vez mais conscientes de que precisam de um esforço planetário para atenuar essa ameaça. Não conseguiram impedir que o vírus zika chegasse ao seu território. Foi uma prova de limitação e, ao mesmo tempo, um susto.

Nessas longas viagens, penso no papel do Brasil, onde as coisas realmente acontecem: zika, chikungunha e, agora, a volta da febre amarela. Seria interessante de alguma forma considerar o tema como uma questão de segurança nacional? Nos tempos em que se discutia segurança nacional, lembro-me que a maior novidade em foco era a guerra cibernética, o desenvolvimento da criptografia, essas coisas. Hoje, os russos são acusados de intervir na eleição americana, os americanos, por sua vez, revelam que tentam neutralizar a produção nuclear norte-coreana enlouquecendo seus computadores.

Quando digo segurança nacional no caso de epidemias não penso, necessariamente, nas Forças Armadas. Sozinhas, fariam muito pouco. Imagino uma articulação nacional que não só analisasse a nossa situação e vulnerabilidades, mas que visse o mundo como aliado.

Acredito que, no momento, o Brasil teria muito a ganhar ao abrir para pesquisas e doações internacionais voltadas para nossos problemas. Um caso que precisa ser estudado, por exemplo, é a morte de mais de mil macacos no Espírito Santo. Além do mais, por ali, os pesquisadores já trabalham numa tentativa de estabelecer a progressão da febre na mata e, certamente, levantar hipóteses sobre o rumo de seu possível avanço.

Tenho um trabalho específico de documentar, e ele precisa, a cada vez, encontrar o tom exato: informar sem alarmar. O front da comunicação é vital no esforço de entender os cientistas e traduzir seus dados de forma a buscar levar a uma resposta racional das pessoas. No caso da febre amarela, nem sempre é possível alcançar essa racionalidade. É preciso definir prioridades e acalmar as pessoas, mostrar que a vacina fará parte do nosso cotidiano. Segundo um especialista, houve até pessoas que tomaram uma vacina e voltaram ao fim da fila, na expectativa de tomar outra.

Esse novo ciclo da febre amarela é muito forte. Mas não há nenhuma razão para se alarmar. Certamente sairemos dessa. Mas com tantas crises, talvez fosse a hora de nos perguntar o que aprendemos, esboçar uma ideia do que fazer diante desse novo momento. É novo porque doenças sempre existiram, mas o mundo não era tão interligado como antes, e os antibióticos só agora dão sinais de fadiga.

3 abril 2017 FULEIRAGEM

DUKE – O TEMPO (MG)

3 abril 2017 A PALAVRA DO EDITOR

UMA CONSULTA ESPERANÇOSA

Há poucos dias recebi uma mensagem interessante, vinda de uma grande agência de publicidade brasileira, sediada lá no sudeste.

A mensagem, clara e direta, continha coisas que eu tenho uma ligeira desconfiança de que sei o que significam, como midia kit, pageview, visitantes únicos e o valor de um publieditorial.

E advertia que se tratava de uma pesquisa “para um de nossos clientes“.

Ou seja, um cliente da agência estava interessado em fazer reclame aqui nesta gazeta escrota. Foi o que deduzi na hora.

Entrei na página da agência e verifiquei que lá só tem clientes de grande porte.

Cada nome da porra. Tudo pica grossa, daquelas que só botam pra arrombar a tabaca de Xolinha!

Minino, eu chegue perdi a suspiração!

Já que nunca consegui um anunciozinho sequer da Coca Cola, da Chevrolet ou do Bradesco, fiquei feliz de saber que existem outras empresas que dão valor a este antro de escrotidão.

Quem sabe, tá chegando perto o momento de botar em dias os salários atrasados de Chupicleide e de retirar as teias de aranha que enfeiam o cofre do JBF. 

Encaminhei o assunto para o Departamento de Estudos de Temas Assombratícios deste jornal.

Enquanto aguardo o parecer dos nossos técnicos, fecho a postagem com um reclame gracioso de uma multinacional dos Zistados Zunidos.

Ajuda nóis, McDonalds!!!!

Fique certa, Dona Mc, que a comunidade fubânica é solidária e sonha em tirar esta gazeta escrota da miséria: vocês vão dobrar a venda de sanduíches de hoje pra amanhã!

3 abril 2017 FULEIRAGEM

FERNANDO – JORNAL DA CIDADE DE BAURU (SP)

DEVOLVI

Núbia Lafayette, uma voz da bixiga lixa, interpreta uma composição de Adelino Moreira.

Aliás, tenho um carinho especial por esta música, um brega de elite, porque foi através dela que tomei conhecimento da existência da palavra “cruciante“.

Quem quiser saber o que ela significa, faça feito eu: recorra ao Pai dos Burros.

3 abril 2017 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA (ES)

O PODER TERAPÊUTICO DA MÚSICA

Escutar uma música faz esquecer a dor. Isso acontece porque a região do cérebro que trabalha na interpretação dos sons, que serão reconhecidos como agradáveis, é a mesma que atua quando sentimos dor. Como os circuitos responsáveis não podem processar estímulos diversos a um só tempo, basta ouvir uma bela melodia para que a percepção da dor logo dê lugar à sensação de relaxamento.

Munido de preciosas informações sobre reação que cada tipo de som desperta no organismo, o musicoterapeuta é capaz de conseguir benefícios mais adequados do que conseguiríamos ouvindo nossa canção favorita em casa. Existem melodias que propiciam uma agradável sensação de relaxamento, enquanto ritmos muito marcados ou dissonantes causam excitação; solos de violino, por exemplo, podem eliminar dores de cabeça e enxaqueca.

Os sons podem acalmar ou gerar desespero. Podem causar sonolência ou despertar paixões. Ou ainda nos deixar tensos ou extasiados. Enfim, são capazes de detonar uma cascata de reações que alteram o estado geral do organismo. É o caso do som incômodo de uma sirene, que nos põe em alerta e faz com que o corpo libere adrenalina para se proteger de um provável ameaça. As canções são eficazes para colocar à tona sentimentos e impressões que evitamos trazer à consciência, que ficam bloqueados, porém interferem sem dúvida em nosso estado de espírito – são os sentimentos contidos.

A terapia através da música se baseia justamente nesse princípio: os sons produzem efeitos biológicos que podem tratar doenças, sejam elas físicas ou mentais. Instrumentos, cantos e ruídos são recursos que têm sido usados com deficientes físicos, estudantes com dificuldades de aprendizado, fala ou audição e usuários de drogas. Há alguns momentos em que as palavras não podem ser pronunciadas ou nem se consegue mais pronunciá-las, então as canções falam a respeito dos sentimentos e experiências para os pacientes. Isso ajuda a processar perdas e aflições reprimidas.

Fonte: Este texto foi encontrado na internet com autoria desconhecida. As pessoas começaram a enviar para os e-mails dos amigos, então, pela importância do assunto resolvi publicar no JBF.

3 abril 2017 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)

3 abril 2017 A PALAVRA DO EDITOR

DÚVIDA CRUEL

Sem sacanagem.

É uma dúvida que tenho mesmo.

Já aconteceu antes este caso que está acontecendo agora, que é o fato de um político de alto calibre, ex-prisidente da República, ser penta réu? (que expressão arretada!!!)

Ser réu cinco vezes, brilhando em cinco diferentes processos?

Hein?

Por favor, me matem esta curiosidade.

Ceguinho Teimoso, ferreamente apegado aos fatos e às verdades históricas, bem que poderia me ajudar a sanar esta dúvida.

Já teve algum outro caso antes na história de Banânia?

3 abril 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA


http://www.forroboxote.com.br/
VIXE, COMO TEM SCHOPENHAUER LÁ NA DEUTSCHLANDSBER

Nunca me acostumei com o pessoal da Alemanha, Polônia, Áustria e adjacências, que não têm qualquer simpatia por vogais e enchem os nomes das pessoas de consoantes que os deixam sem poesia e impronunciáveis. O poeta Nietshe bem que poderia se chamar ZÉ, como o nosso DA LUZ. O Papa Ratzinger seria muito mais simpático se tivesse o nome do atual CHICO. CICERO ou DAMIÃO também lhe cairiam bem. Pra quê se chamar Brecht se TOIM soa bem mais agradável aos ouvidos? Já pensou se Jackson tivesse nascido praquelas bandas, numa cidadezinha que não Alagoa Grande, Quixeramobim ou Crato? Imagina ele cantando:

VIXE, COMO TEM SCHOPENHAUER
COMO TEM SCHOPENHAUER LÁ NA DEUTSCHLANDDBER

Não teria encantado Almira Castilho. Nem a mim.

Arthur Schopenhauer (1788-1860)

3 abril 2017 FULEIRAGEM

MÁRIO – TRIBUNA DE MINAS

3 abril 2017 DEU NO JORNAL

AO INVÉS DAS ASAS, TUCANO USA JATINHOS PRA AVUAR

Os políticos recebem cerca de R$ 1 bilhão por ano do Fundo Partidário, retirado do bolso dos contribuintes para a “manutenção” dos partidos, mas gastam esse dinheiro como querem.

Principalmente para bancar seus luxos, como alugar e até comprar jatinhos.

Em 2014, o presidente do Pros, Eurípedes Júnior, usou R$ 400 mil do Fundo para comprar um avião. Em 2015, ele comprou um helicóptero por R$ 2,4 milhões.

O Fundo Partidário mais que dobrou após a reeleição de Dilma: de R$313,5 milhões em 2014 passou para R$ 811,2 milhões em 2015.

Em fevereiro, um pouso de emergência em São Paulo flagrou a rotina no aluguel de jatinhos para uso do presidente do PSDB, Aécio Neves.

O PSOL, espécie de PT de antigamente, usou em “transporte” R$1,48 milhão dos R$ 14,8 milhões que recebeu do Fundo Partidário.

Em valores absolutos, o PDT do aloprado Carlos Lupi foi o que mais teve gastos com viagens e hospedagens em um ano: R$ 1,73 milhão.

* * *

Enquanto o Fundo Partidário está abarrotado de dinheiro, o pobre contribuinte banânico, que é quem paga a conta, vive tomando no fundo.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!

Pra gente não começar a semana emputiferado, vamos se rir-se:

3 abril 2017 FULEIRAGEM

AMARILDO – A GAZETA (ES)


http://pinheirochumbogrosso.blogspot.com.br
RINGO É GIULIANO GEMMA

Era uma terça-feira, dia primeiro de outubro de 2013, quando o cantor e compositor brasileiro, Roberto Carlos, recebeu uma triste noticia: o ator italiano Giuliano Gemma sofreu um acidente de carro nas proximidades de Roma e morreu após dar entrada em um hospital na cidade de Civitavecchia. Giuliano Gemma era o ator preferido do REI, inclusive eram amigos… Pois bem!!! Indo de cabeça ao túnel do tempo, em 1969, no quarto do Hotel Glória-Praia de Copacabana, no Rio, Roberto descansava das filmagens que estava fazendo do seu filme O Diamante Cor-de-Rosa, quando de repente, não mais que de repente, foi armado um serviço de segurança especial, pois Giuliano Gemma tinha saído do seu hotel em que estava hospedado para conhecer pessoalmente, Roberto Carlos. Já que, embora nunca tivesse conversado tête-à-tête com o cantor, Gemma se lembrava de Roberto como vencedor do Festival de San Remo, na Itália.

Eis o diálogo apurado pelas revistas da época, como Grande Hotel, Veja, Manequim, Capricho, Noturno e tantas outras a respeito deste encontro: “Piacere, Caro Amico!!!” (“Muito prazer, amigo”, foram as primeiras palavras de Giuliano). “Ringo, non avrei mai imaginato um incontro come questo!!!” (Ringo, jamais imaginei um encontro desses!!!, respondeu Roberto). A seguir, escrevia a imprensa da época, eles brindaram com champanha. Nice estava encantada. Na Itália e no mundo inteiro, milhões de mulheres suspiram por Giuliano Gemma, o Ringo dos filmes de bangue-bangue. Êle tem 31 anos, olhos castanhos, 1,84 de altura e 72 quilos. Adorou as praias do Rio e prometeu voltar logo que fôr possível.

“A única coisa que estranhei foi o calor. Durante esta curta permanência no Rio de Janeiro tomei mais de 5 mil copos de mate gelado. Foi o único problema. As amizades que fiz, as pessoas e os lugares maravilhosos que conheci contribuíram para que esta viagem fôsse uma das mais agradáveis que já fiz. Espero voltar breve e vou aguardar, na Itália, a visita de Roberto Carlos e Nice. Êles querem conhecer minha filha de apenas três meses de idade”. A partir desse momento eles se conheceram e ficaram amigos. O famoso ator dos faroestes italianos ficou encantado com a cordialidade dos brasileiros e com as músicas de Roberto e pretendia utilizá-las na trilha sonora de seu próximo filme.

No imaginário do público, ele é eterno Ringo ou o pistoleiro de O Dólar Furado. Dono de uma carreira iniciada aos 18 anos e com mais de 100 longas no currículo, Gemma ficou conhecido por encarnar o personagem Ringo em clássicos do chamado “western spaghetti”, um tipo de filme de faroeste muito popular na Itália, nos idos de 1960. Um ator carismático, cujo talento o tornou inesquecível entre os brasileiros que puderam vê-lo no Brasil em 1969 quando foi convidado para ser jurado no festival Internacional da Canção no Maracanãzinho onde teve um encontro histórico com o rei da música brasileira Roberto Carlos que na época filmava “O Diamante Cor-de-Rosa” e em 1986 quando Gemma veio em férias e chegou até marcar presença no Programa “Discoteca do Chacrinha” da TV Globo.

Segundo consta nos escritos ou acervo do cinéfilo paulista Edelzio Sanches, Uma Pistola para Ringo (1965) foi o filme que lançou Giuliano Gemma como cowboy do faroeste. Nesse ano, durante as filmagens, o ator conheceu Natália Roberti , com quem se casou e teve duas filhas: Giuliana e Vera. O casamento durou até 1995, quando sua esposa veio a falecer. Os filmes de Ringo conquistaram a todos e o ponto máximo do sucesso foi “O Dólar Furado“. Excelente western com uma bonita trilha sonora composta por Gianni Ferrio.

Nos cinemas do interior brasileiro o público aguardava ansioso pelas sessões de finais de semana, para ver o Ringo se defrontar contra o vilão mexicano, interpretado pelo espanhol Fernando Sancho. Pois se o filme tinha Giuliano Gemma, o sucesso era garantido.

O Dolar Furado foi o ápice com seu tema marcante. Com uma trilha sonora instrumental com o famoso título (O Dólar Furado) foi tão marcante que chegou a entrar nas paradas de sucesso do Rádio Brasileiro, disputando os primeiros lugares com Elton John, The Beatles, Rolling Stones e outros artistas de sucesso na época. O tema de O Dólar Furado está para o bang-bang como Ave Maria está para a igreja católica. Segundo uma pesquisa curiosa, as gravações mais vendidas durante a semana de julho de 1966, em todo o Brasil, era as seguintes: Tristeza, de Jair Rodrigues; O Coruja, Deny e Dino; Tema do Dólar Furado (“Se tu non fosse bella como sei”. – Se Você Não Fosse Tão Bonita Como Você É). Mamãe Passou Açúcar em Mim, Wilson Simonal; Quero Que Vá Tudo Pro Inferno, Roberto Carlos e Dio Come Te Amo com Gigliola Cinquetti.

Passados quase 50 anos do fim do ciclo do westerns-spaghettis, O Dólar Furado (Um Dollaro Bucato) conquistou um incalculável público novo para o faroeste, inclusive no Brasil, público que passou a ter Giuliano Gemma como um de seus maiores ídolos. Assim como havia sido Burt Lancaster na década anterior. Antes de ficar conhecido como Ringo, Giuliano Gemma teve papéis em filmes como Ben Hur, com Charlton Heston, e O Leopardo, com o francês Alain Delon. Quem acompanha DIRETORES de filmes faroestes há de perceber que, o italiano Sérgio Leone está para o western-spaghetti assim como John Ford está para o faroeste norte-americano. Para tristeza dos fãs, sua última aparição no cinema aconteceu em “Para Roma Com Amor”, um dos filmes dirigidos pelo ator, cineasta e roteirista Woody Allen na Europa e que chegou às telonas em 2013, logo após a sua morte.

Nenhuma outra canção emoldura melhor a imagem inesquecível de Giuliano Gemma que a composição de Gianni Ferrio para o western “O Dólar Furado” (Un Dollaro Bucato). O que o leitor vai fazer a seguir é viajar na garupa de um alazão chamado passado. Até porque o passado nos completa… Nos dá alegria de verdade… Um passado que teima em está presente… No vídeo abaixo ao som desse marcante tema musical relembramos o saudoso mocinho que era o rei do gatilho em seu filme de maior sucesso.

3 abril 2017 FULEIRAGEM

DUKE – SUPER NOTÍCIA (MG)

3 abril 2017 DEU NO JORNAL

ELA MERECE

Praticamente desconhecida na antiga cúpula da Odebrecht, a assistente administrativa Angela Palmeira Ferreira é a única mulher do grupo de 77 funcionários e ex-funcionários da empresa que firmou acordo de delação com os procuradores da Lava Jato.

Angela dividia com a colega Maria Lúcia Tavares a logística das movimentações ilícitas realizadas pelo setor de operações estruturadas, a área de pagamentos de propina da empreiteira.

O setor movimentou, de 2006 a 2014, US$ 3,39 bilhões.

* * *

Um número arretado: mais de 3 bilhões de propina.

3 bilhões de dólares!!!!!

É dinheiro pra cacete.

Isto entre 2006 e 2014.

Em 2006 o prisidente era Lula. Em 2014 já era Dilma.

Esta senhora, Dona Angela, cuidava do setor mais importante da empresa. Aquele setor que mantinha contato direto com a alta cúpula petista para fins de gatunagem.

Uma mulher à frente do Departamento de Propinas da Odebrecht deve ser motivo de orgulho e celebração pro movimento feminista.

Os chamados “movimentos sociais“, à frente CUT, UNE e MST, como medida de justiça, devem prestar uma homenagem a esta senhora.

Ela é merecedora.

3 abril 2017 FULEIRAGEM

CLAYTON – O POVO (CE)

MARIA BERENICE DIAS, UMA MULHER À FRENTE DO SEU TEMPO

O afeto merece ser visto como uma realidade digna de tutela. (Maria Berenice Dias)

Autora dos livros Manual de Direito das Famílias, Manual das Sucessões, A Lei Maria da Penha na Justiça, União Homoafetiva: O Preconceito e a Justiça, Incesto e Alienação Parental, dentre outras obras jurídicas de relevo Nacional e Internacional, das mais revolucionárias publicadas no Brasil sobre o direito das famílias, que vislumbram um novo conceito e olhar humanista à Entidade Familiar, Maria Berenice Dias, 69 anos, primeira juíza e primeira desembargadora do Rio Grande do Sul, atual advogada, à frente do escritório Maria Berenice Dias Advogados – Uma nova proposta de atuação, com sensibilidade, ousadia, coragem, determinação e transparência, na busca de uma Justiça mais atenta à realidade da vida, sempre teve sua atuação jurídica pautada no questionamento e no desafio da efetividade da Lei, e nunca se limitou à sua aplicação vista sob a ótica do legislador – taxando-o sempre de covarde em suas entrevistas, palestras e artigos publicados em grandes sites e revistas jurídicas, por se curvar à pressão do conservadorismo patrimonialista, religioso, sexista e misógino.

Sempre procurou ser a voz daqueles a quem a sociedade ignora e a Justiça insiste em não querer ver. Durante o período que foi magistrada e desembargadora do seu Estado, fez de sua toga um manto protetor dos injustiçados, sendo reconhecida com o carinhoso título de Juíza dos Afetos!

Mulher inquieta, determinada, desafiadora, sempre apostou no que plantou e espera deixar muitas sementes. Argumenta que falta aos julgadores se colocarem mais no lugar das partes ao apreciar uma causa, coisa que ela sempre fez questão de fazê-lo quando ocupava o cargo de juíza e desembargadora.

Assim que se afastou de sua Jurisdição, não deixou sequer um processo de sua relatoria para ser julgado por outrem que viesse substituí-la, porque acreditava que seus sonhos, seus sentimentos, seus ideários, seus desejos e sua vontade de ver uma sociedade mais justa, igualitária, efetiva e que poderia exprimi-la nas suas decisões, não poderia delegá-los a terceiros reversos. Pois sua verve de questionadora em tudo que estava posto, não permitia em aceitar como válido, como certo, o que outro viesse a fazê-lo aquilo que estava à sua responsabilidade jurisdicional.

Filha de um grande professor de Direito, César Dias, Juiz do Tribunal do Rio Grande Sul e posteriormente desembargador. Primeiro magistrado a pensar o problema do menor abandonado com seriedade no Brasil que serviu de modelos até para os Estados Unidos. Foi ele quem pensou e implantou a ideia da inclusão social e a interdisciplinariedade para tratar de crianças carentes, junto a médicos, psicólogos e assistentes sociais, transformando o Juizado onde trabalhava em abrigo de menores. Mas, mesmo ante toda essa aparente serventia, não foi fácil à jovem Maria Berenice Dias, nessa época, romper tabus, enfrentar e desafiar preconceitos contra a mulher, e bolar uma estratégia de guerra para tornar-se reconhecida pelo Tribunal, no tempo em que as inscrições de concursos para as mulheres se tornarem magistradas sequer eram homologadas.

O preconceito, a rejeição, a indiferença, o machismo patrimonialista sempre foram seus aliados no Tribunal. Para vencê-los era preciso coragem, sonho, acreditar que viver é lutar, é combater; onde os fracos se abatem; os fortes, os bravos, os determinados, os guerreiros só exaltam. E a ex juíza e ex desembargadora Maria Berenice Dias continua com os mesmos sonhos e ideários da época em que quebrou a barreira do preconceito contra o ingresso de mulher no Tribunal do Rio Grande do Sul, só que dessa vez de forma diferente: À frente da vice-presidência do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM) e dos seus sítios Direito Homoafetivo, Maria Berenice Dias, Maria Berenice Dias-Advogados, onde os transforma num Cavalo de Troia em favor das igualdades constitucionais para todos, sua luta agora é contra o preconceito velado à igualdade homoafetiva, à liberdade de amar a qualquer idade sem a interferência estatal, seja para homem, seja para a mulher, não importa a idade, e o direito que tem de ter uma companheira, mesmo que seu companheiro seja casado, o amparo dele, impondo-o prerrogativa idêntica ao da esposa. Pois qual é o preço de uma estabilidade emocional? É necessário sabedoria para agir hoje para que amanhã a sociedade não venha se envergonhar de nós!

O maior exemplo dessa incongruência, desse silêncio patrimonialista criminoso dos legisladores pátrios foram os mais de trinta anos passados após a promulgação da Constituição de 1988, sem reconhecerem o Direito das Empregadas Domésticas, essa profissão nobre, honrada, digna, obsequiosa, responsável por zelar pela organização, limpeza e funcionabilidade da casa onde trabalha, passando tranquilidade, asseio e higiene ao empregador ou à empregadora.

3 abril 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

3 abril 2017 DEU NO JORNAL

A BICHINHA CHOROU QUE CHEGA FEZ PENA…

Em vídeo em que chora e diz que gostaria de olhar nos olhos de todos para provar a inocência, a jornalista Andrea Neves repete gesto do irmão, o senador Aécio Neves, e rebate a acusação de que o tucano teria recebido propina da Odebrecht em uma conta bancária em Nova York operada por ela.

Andrea diz que provará a inocência dos Neves. “Pra mim, como disse meu irmão ontem à noite, pouco interessa agora quem mentiu, quem é o mentiroso, se o delator ou a fonte da revista. O que interessa é a mentira. Eu não sei o que está acontecendo para tanto ódio e tanta irresponsabilidade, atacar de forma tão covarde a vida das pessoas.”

Em reportagem publicada na sexta-feira (31), a revista Veja afirmou ter tido acesso ao conteúdo da delação de Benedicto Junior, ex-­pre­sidente da Odebrecht Infraestrutura.

Segundo a revista, BJ, como é conhecido o executivo, afirmou na delação – já homologada no Supremo Tribunal Federal – que os repasses a Aécio foram “contrapartida” ao atendimento de interesses da empreiteira em obras como a da Cidade Administrativa, em Minas, e da usina de Santo Antônio, em Rondônia, onde a Cemig (estatal mineira) integrou um consórcio.

* * *

Esta revista Veja é realmente uma coxinha direitista perseguidora dos pulíticos honestos, como bem diz Lula, O Impoluto.

Lula tá coberto de razão. A grande mídia golpista é uma merda.

Bom, mas o que eu queria mesmo dizer é que fiquei comovido com esta choradeira da irmã tucanária.

Ela chora tão lindamente quanto as lágrimas que Lula costuma derramar pras suas plateias amestradas.

À parte os erros grosseiros de português, os dois, Lula e Andrea, tem um discurso até parecido.

Eu se emocionei-me todinho e também fui às lágrimas.

Chorei pra cacete e fiquei mais comovido ainda ouvindo Luiz Ayrão cantar sobre o lencinho que não deu pra ele enxugar um rio de lágrimas.

O Editor do JBF chorando um rio de lágrimas

3 abril 2017 FULEIRAGEM

J. BOSCO – AMAZÔNIA JORNAL (PA)


http://www.fernandogoncalves.pro.br
UM DICIONÁRIO FACILITADOR

No campo da espiritualidade, inúmeros ainda se encontram distanciados das últimas análises e interpretações, não percebendo as mudanças que se estão processando muito velozmente nos quatro cantos do mundo, achando sempre que tudo está bom, que a amizade com os “homens de cima” vai suprir suas deficiências ou relevar suas práticas de antigamente, suas principais muletas. Inúmeros militantes religiosos, alguns até com relevante folha de serviços prestados, lamentavelmente estão com um comportamento muito similar ao do Sapo Fervido, terminando por fazer um estrago dos diabos em suas próprias atuações, teimando em esconder o lixo debaixo do tapete ou não percebendo que “um pequeno buraco pode afundar um grande navio”. Ou buscando tapar ingenuamente o sol com a peneira, quando o mais oportuno seria “levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima”, assimilando pra valer o pensar da Cora Coralina, uma mulher arretada de ótima e também poeta, que um dia escreveu que “a verdade não envelhece, o caminho não tem fim, a vida sempre se renova”.

Como se repete a experiência do Sapo Fervido? Muito simples: um sapo é colocado num recipiente, com água da sua própria lagoa, ficando estático durante todo o tempo em que a água é aquecida até ferver. O sapo não reage ao aquecimento gradual da temperatura da água, morrendo quando a água principia a ferver. O sapo morre inchadinho e feliz. Inúmeros portadores de uma mentalidade cristã infantilizada não percebem que a civilização mundial desenvolve-se aceleradamente, com novas e emergentes reflexões sobre os relacionamentos dos seres humanos com o mundo espiritual, o outro lado da rua, sob aspectos filosóficos, científicos, morais e religiosos.

Um dos setores mais desenvolvidos nos últimos tempos, no Brasil, é o da divulgação da Doutrina Espírita, onde exposições orais e escritas estão a exigir um glossário amplamente elucidativo sobre os vocábulos utilizados nos livros desenvolvidos por Allan Kardec, pseudônimo adotado pelo professor Hippolyte Léon Denizard Rivail, nascido em Lyon, França, em 3 de outubro de 1804, que teve como tarefa missionária codificar, metódica, didática e logicamente, os postulados e ensinamentos contidos em suas obras O Livro dos Espíritas (1851), O Que é Espiritismo (1859), O Livro dos Médiuns (1861), O Espiritismo na sua expressão mais simples (1862), O Evangelho segundo o Espiritismo (1864), O Céu e o Inferno (1865), A Gênese (1868) e Obras Póstumas (1890).

No Brasil, a FEB – Federação Espírita Brasileira, sediada em Brasília, em muito boa hora resolveu, em 1985, executar o Projeto Série Bibliográfica, favorecendo informações práticas dos livros publicados.

Sobre conceitos e definições compiladas de obras sobre a Doutrina Espírita, a FEB editou O Espiritismo de A a Z, já em quarta edição, 2013, 964 p., favorecendo os estudos e pesquisas aprofundados, também ensejando inspiração para novas iniciativas. Dentre os 2.100 vocábulos e cerca de 10.000 conceitos e definições, escolhemos uma amostra que bem poderá traduzir o esforço gigantesco do Professor Geraldo Campetti Sobrinho, coordenador geral dos trabalhos:

Anticristo – O conjunto das forças que operam contra o Evangelho, na Terra e nas esferas vizinhas do homem.

Atividade espiritual – Aquela que enriquece e eleva a mente, conduzindo-a a um conhecimento superior, à mais ampla compreensão da verdade divina.

Conhecer – Patrocinar a libertação de nós mesmos, colocando-nos a caminho de novos horizontes.

Corajoso – Aquele que nada teme de si mesmo.

Doutrina Espírita – Com a DE tudo está definido, tudo está claro, tudo fala à razão; numa palavra, tudo se explica, e os que se aprofundaram em sua essência encontram nela uma satisfação interior, à qual não mais desejam renunciar.

Educação – A vida tem uma finalidade clara e positiva, que é a evolução. Esta se processa nos seres conscientes e responsáveis mediante renovações íntimas, constantes e progressivas. Semelhante fenômeno denomina-se Educação.

Espiritismo – Ciência de observação, nunca uma arte de adivinhar e especular. Apoia-se sobre fatos, que embasados em raciocínio e rigorosa lógica dão à Doutrina Espírita o caráter de positivismo que convém à nossa época. Ele revive as lições de Jesus, tornando-se a melhor herança a ser deixada aos filhos.

Fanatismo – Na área religiosa é sectarismo que encarcera a liberdade de consciência, pretendendo uma liberdade dirigida na esfera do pensamento, que torna o homem escravo de postulados que lhe proíbem a expansão da alma pela ideia e pela razão.

Inimigos – Os maiores são o orgulho, a vaidade, o egoísmo, a inveja e a ignorância.

Magnetismo – É a utilização, sob nome de fluido, da força psíquica por aqueles que abundantemente a possuem.

Médiuns – Somos todos nós que registramos, conscientes ou inconscientemente, ideias e sugestões dos Espíritos, externando-as, muitas vezes, como se nossas fossem.

Oração – É o elixir de longa vida que nos proporciona os recursos para preservar os valores de edificação, perseverando no trabalho iluminativo.

Reencarnação – Lei que determina venha um Espírito habitar sucessivamente vários corpos, somente ela explicando as diferenças materiais, intelectuais e morais entre os homens, engrandecendo Deus e tornando perfeita a sua justiça.

Religião – É a ligação com Deus que cada Espírito procura manter, na medida do próprio estágio evolutivo.

Vocação – Soma dos reflexos das experiências que trazemos de outras vidas.

Inúmeros outros vocábulos estão disponíveis, favorecendo as mais diversas tonalidades de esclarecimentos, sempre a favorecer a evolução do ser humano na direção do Ômega, reverenciado pelo memorável Pierre Teilhard de Chardin, um jesuíta que soube fazer história evolutiva.


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