3 abril 2017 FULEIRAGEM

ALPINO – YAHOO NOTÍCIAS

O ESTADISTA E O PENSAMENTO

Um Estadista, como nos faz falta um Estadista!

Estadistas são forjados de matéria rara: capacidade, desprendimento, coragem, honradez, patriotismo, vocação cívica. Um tipo raro em qualquer época da história humana e praticamente inexistente nestes tempos pós-modernos.

Em geral Estadistas galgam os mais altos cargos públicos e acabam por tornarem-se os Chefes de Estado e de Governo de suas pátrias. Matéria escassa, quando surgem, acabam deixando um legado de superações, vitórias e desenvolvimento social no país.

Mas ser um Estadista não transforma o ‘homem’ automaticamente em um Chefe do Executivo de uma nação. No Brasil tivemos Rui Barbosa, por exemplo, um grande estadista, que por diversas razões peculiares e para o azar do país, não ocupou o posto de primus inter pares da nação brasileira.

Por outro lado ser governante, primeiro-ministro, presidente da república, prefeito ou governador não faz do cidadão um Estadista. Longe disto, em países de democracias frágeis e jovens como a brasileira é mais comum termos imbecis, oportunistas e corruptos ocupando a primazia entre os cidadãos, do que homens de elevada concepção cívica.

São oportunistas, líderes de grupelhos organizados e/ou de quadrilhas, caudilhos. Bandidos sem alma, vergonha, pudor ou senso cívico que acabam premiados e ungidos pelo voto dos incautos. E destarte passam a, respaldados pelo vontade popular (dizem eles), a desgovernar-nos, roubar-nos e enganar-nos.

Esquecendo-se daqueles que os elegeram, gerindo em causa própria ou em causa magis stipendium, locupletam-se e enriquecem a nossa custa. E de paga nos dão uma banana.

Estes homens e mulheres que se creem líderes ou até mais, estadistas, são bandidos da pior laia. Pois não há pior bandido do que aquele que rouba e traí seu próprio povo. Do que aquele que rouba a pensão do idoso, o remédio do doente e a comida da boca da criança. Crápulas que merecem dos seus patrícios apenas o desprezo e a mão forte da lei.

A fala agressiva, pungente faz parte das ferramentas de convencimento desta laia. Fala desorganizada, cheia de mantras, que nada diz e apenas vocifera impropérios que usam para convencer as massas incautas. Mas nunca esta fala reflete seus pensamentos, suas intenções.

Somente um Estadista reflete na fala o seu pensamento e intenções. Não é o pensamento, a escrita ou a fala que fez ou fará um Estadista. Ele, o pensamento, apenas lhe é ferramenta de utilidade pública, de mobilização nacional em prol do bem comum.

E, é no pensamento ou na falta dele, que podemos perceber a matéria de que é feito um governante. Na expressão de seu pensar e sentir, através da palavra, podemos observar a altivez de um líder, a cupidez de um oportunista ou a estupidez da mente vazia que não sabe o por quê de estar ali.

O que seria dos ingleses e do mundo sem a altivez do pensamento e da liderança ímpar de Wiston Churchill que nos brindou com máximas como: “o pessimista vê dificuldade em cada oportunidade; o otimista vê oportunidade em cada dificuldade”.

O Brasil também teve, em sua jovem história, Estadistas, oportunistas, caudilhos e Capos de quadrilhas, ladrões de casaca que vilipendiaram nosso povo.

Estes, todos, também deixaram para a história registros de seu pensar ou de sua falta de capacidade de pensar. Lembrem-se de Dilma Roussef e das…digamos, suas falas peculiares que destacavam uma inteligência ignota e um pensar ordinário.

Nos últimos tempos a sapiência e a altivez deram lugar, por treze anos, a vulgaridade, a ambição, a desfaçatez e a imoralidade. Mas o reflexo do pensamento de nossos ‘líderes nacionais’, positivos ou negativos, permite-nos separar os estadistas dos ladrões pés-de-chinelos e oportunistas.

Não raro nossos líderes são ambíguos e contraditórios no seu pensar, mas sempre deixaram neste, com clareza meridiana, registrado o seu caráter ou falta dele.

Dom Pedro I disse-nos, por exemplo, ‘Se é pelo bem de todos e felicidade geral da Nação, diga ao Povo que FICO’.

Seu filho, Dom Pedro II, grande Estadista, muitas vezes incompreendido, nos brindou com pensamentos dignos de um homem superior, como por exemplo: ‘Se não fosse imperador, desejaria ser professor. Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro’; ou, ‘É preciso trabalhar e vejo que não se fala quase senão em política que é as mais das vezes guerra entre interesses individuais’; e, ‘A política não é para mim senão o duro cumprimento do dever’. Grande homem público expulso da Pátria pela qual deu a vida, morreu no exílio.

Na República passamos pelas contradições de Deodoro da Fonseca nosso primeiro Presidente que afirmou: ‘República no Brasil é coisa impossível porque será uma verdadeira desgraça. O único sustentáculo do Brasil é a monarquia se mal com ela, pior sem ela’.

Pela Carta de Getúlio, que com seus defeitos e virtudes foi um grande Estadista de sua época: ‘Saio da vida para entrar na história’.

Lembremo-nos de Jânio Quadros, com seu ‘Fi-lo porque qui-lo’, falsamente atribuído ao conturbado Presidente, como se esta tivesse sido a justificativa de sua renúncia. Embora falsa e gramaticamente errada, a frase exemplifica perfeitamente o pensamento conturbado do ex-mandatário.

Conturbado, ausente, caótico são adjetivos aplicáveis ao pensamento ou a falta dele, na lavra da ex-presidente (ou ex-presidanta, quero dizer, ex-presidenta) Dilma. São pérolas como a do: ‘Sempre que você olha uma criança, há sempre uma figura oculta, que é um cachorro atrás, o que é algo muito importante’. Era Dilmês, a proto-língua, na veia.

E chegamos a Michel Temer, o homem que usa mesóclises. Algo como ‘…sê-lo-ia pela minha formação’. Um homem pronominal sem dúvida. No futuro seus detratores certamente dirão que houvera dito: ‘foder-vos-ei brasileiros’.

Mas não nos esqueçamos do pensamento bruto do Nove-dedos. A voz rouca vociferando impropérios ininteligíveis. Os perdigotos que banham a audiência próxima. O pensamento disforme, imoral, mal intencionado e sujo. Alegria do boquirroto apedeuta que encanta e faz delirar as plateias amestradas.

A pelegada sindical, os ladrões e oportunista da ORCRIM, as ‘muié do grelo duro’, os ‘viados do polo de exportação’, as zelites zintelectuais vibram com o discurso chulo, ausente de moral, oportunista e nulo de qualquer senso cívico e/ou crítico.

A melhor expressão do pensamento do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva pode ser vista em uma frase épica:

ENFIEM O PROCESSO NO CÚ! É a cara dele e de seus asseclas.

Vamos enfiar sim! Tudo e muito mais! No rabo deles.

Resumindo pelo pensar e falar fica claro quem foram nossos Estadistas e quem é o ladrão pé-de-chinelo. O chinelão. E pior o FDP quer voltar.

Pobre Brasil!

3 abril 2017 FULEIRAGEM

SID – CHARGE ONLINE

CANGACEIRO MISTERIOSO

Renan confirma que prefere agir em bando

“Quem não ouve erra sozinho”.

Renan Calheiros, líder do PMDB no Senado, ao criticar no Facebook o projeto de terceirização sancionado por Michel Temer, sem esclarecer se consultou alguém antes de fazer o que fez ou se tirou da própria cabeça as ideias que viraram anotações no prontuário.

3 abril 2017 FULEIRAGEM

MYRRIA – A CRÍTICA (AM)

3 abril 2017 DEU NO JORNAL

UMA PARELHA PERFEITA

A queda vertiginosa nas intenções de voto para o Senado, em 2018, a perda de prestígio e a disputa pelo poder no Senado estão por trás do “oposicionismo” de Renan Calheiros, que vem hostilizando o governo do presidente Michel Temer, filiado ao seu próprio partido, o PMDB.

A difícil situação eleitoral em Alagoas é o motivo para a “rebeldia” de Renan. Em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto para senador, hoje ele perderia feio para Ronaldo Lessa (PDT) e Teotônio Vilela (PSDB) e empataria com Benedito de Lira (PP), que foi mais votado que ele na eleição passada, segundo levantamento do instituto Paraná Pesquisa

Renan sabe que agrada os petistas e principalmente o ex-presidente Lula quando ataca Michel Temer ou cria dificuldades políticas para o governo, criticando a reforma da Previdência ou o projeto de Terceirização.

Hostilizando Temer, Renan se aproxima do PT e já sinalizou a Lula que vai garantir o palanque do petista à sua eventual candidatura a presidente, em 2018.

* * *

Vamos torcer pra que se concretize esta aliança Lula-Renan.

Estes dois formam uma dupla perfeita. Um penta réu com um mais que deca denunciado.

Isto é o que o fubânico petista Teimoso Renitente chama da “aliança pela governabilidade“.

Conhecendo de perto meus conterrâneos e eleitores daqui do Nordeste, eu tenho certeza que esta parelha vai fazer um sucesso da porra nas eleições do ano que vem.

Esta gazeta escrota, que só trata de safadezas, roubos, conchavos, putaria, corruptibilidade, falcatruas e sacanagens, vai ter muito assunto pra se ocupar com a vitória destes dois comparsas.

Pinico e Urinol: uma dupla perfeita para Alagoas e para Banânia

3 abril 2017 FULEIRAGEM

ZOP – CHARGE ONLINE

NOS BOSQUES SOLITÁRIOS

Lá no fundo dos bosques solitários,
onde sombras negrejam sonolentas,
a água corre nas rochas pardacentas
com um clamor de longínquos campanários.

Semeada de lágrimas sangrentas,
contas soltas de lúcidos rosários,
cai a noite nos bosques solitários
como garras neuróticas, violentas.

O sigilo da vida está sepulto
no coração dos bosques solitários…
Nem ouve da miséria o triste insulto.

E, como a luz do céu nos relicários,
o sonho eterno inda palpita, oculto,
lá no fundo dos bosques solitários…

3 abril 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

3 abril 2017 A PALAVRA DO EDITOR

CONVOCAÇÃO

Tem nova pesquisa no ar.

Os leitores desta gazeta escrota estão convocados para dar seu voto.

É só ir aí do lado direito, em Enquete Fubânica, e meter o cacete.

O Instituto Data Besta antecipadamente agradece a participação de todos.

3 abril 2017 FULEIRAGEM

GILMAR – CHARGE ONLINE

3 abril 2017 FERNANDO GABEIRA

POLÍTICAS DA VIDA

No momento em que a agonia da engrenagem político-empresarial ainda depende de uma Justiça lenta e burocrática, minha inspiração vem do trabalho cotidiano. Cobri o surto de zika em Pernambuco, de chikungunha em Aracaju, a febre amarela em Minas, Espírito Santo e Rio. Há dois meses uma superbactéria matou um homem no Rio Grande do Norte. Ouço falar de casos de malária em Petrópolis e estou cada mais inquieto com as condições das cidades brasileiras.

Dizem os especialistas que temos de conviver com o Aedes aegypti. O mosquito é um terrorista biológico, pois, além das doenças que transmite, pode ser também uma espécie de difusor da febre amarela, se ela chegar ao meio urbano.

Os autores americanos Michael T. Osterholm e Mark Olshaker lembram, em texto no “New York Times”, que as doenças e as epidemias são um caso de segurança nacional. E enfatizam algo que seria meu tema sobre a superbactéria encontrada no Brasil e pesquisada em São Paulo: alguns micróbios estão cada vez mais resistentes aos antibióticos.

Os americanos previram numa pesquisa que, se deixados sem tratamento adequado, micróbios resistentes aos antibióticos podem matar em 2050 mais do que o câncer e a diabete somados.

Num planeta com 7,4 bilhões de habitantes, 20 bilhões de galinhas, 400 milhões de porcos e uma rápida conexão entre os países, uma epidemia é de fato a grande ameaça. Lembram que a gripe espanhola, em 1918-19, matou mais gente do que todas as guerras do século XX. Citam o zika no Brasil e, sobretudo, a recente volta da febre amarela, que tende a matar a metade das pessoas infectadas. Não estamos sozinhos nisso. Os chineses têm o problema da gripe aviária H7N9, e os árabes, a chamada síndrome respiratória do Oriente Médio.

Falar dessas coisas, num passado recente, parecia um pouco coisa de louco. No filme “Dr. Fantástico”, de Stanley Kubrick, há um general obcecado por micróbios, aliás muito bem protagonizado por Sterling Hayden.

Mas agora se fala abertamente em jornais de medicina. O próprio Bill Gates, que doou uma parte de sua fortuna para pesquisas, afirmou: “De todas as coisas que podem matar mais de 10 milhões de pessoas no mundo, a mais provável é uma epidemia emergindo de uma causa natural ou do bioterrorismo”.

Os autores criticam Trump, que não compreende isso e decidiu cortar verbas de US$ 1 bilhão para o setor de prevenção às doenças. Mas os Estados Unidos, por meio de seus milionários e cientistas, estão cada vez mais conscientes de que precisam de um esforço planetário para atenuar essa ameaça. Não conseguiram impedir que o vírus zika chegasse ao seu território. Foi uma prova de limitação e, ao mesmo tempo, um susto.

Nessas longas viagens, penso no papel do Brasil, onde as coisas realmente acontecem: zika, chikungunha e, agora, a volta da febre amarela. Seria interessante de alguma forma considerar o tema como uma questão de segurança nacional? Nos tempos em que se discutia segurança nacional, lembro-me que a maior novidade em foco era a guerra cibernética, o desenvolvimento da criptografia, essas coisas. Hoje, os russos são acusados de intervir na eleição americana, os americanos, por sua vez, revelam que tentam neutralizar a produção nuclear norte-coreana enlouquecendo seus computadores.

Quando digo segurança nacional no caso de epidemias não penso, necessariamente, nas Forças Armadas. Sozinhas, fariam muito pouco. Imagino uma articulação nacional que não só analisasse a nossa situação e vulnerabilidades, mas que visse o mundo como aliado.

Acredito que, no momento, o Brasil teria muito a ganhar ao abrir para pesquisas e doações internacionais voltadas para nossos problemas. Um caso que precisa ser estudado, por exemplo, é a morte de mais de mil macacos no Espírito Santo. Além do mais, por ali, os pesquisadores já trabalham numa tentativa de estabelecer a progressão da febre na mata e, certamente, levantar hipóteses sobre o rumo de seu possível avanço.

Tenho um trabalho específico de documentar, e ele precisa, a cada vez, encontrar o tom exato: informar sem alarmar. O front da comunicação é vital no esforço de entender os cientistas e traduzir seus dados de forma a buscar levar a uma resposta racional das pessoas. No caso da febre amarela, nem sempre é possível alcançar essa racionalidade. É preciso definir prioridades e acalmar as pessoas, mostrar que a vacina fará parte do nosso cotidiano. Segundo um especialista, houve até pessoas que tomaram uma vacina e voltaram ao fim da fila, na expectativa de tomar outra.

Esse novo ciclo da febre amarela é muito forte. Mas não há nenhuma razão para se alarmar. Certamente sairemos dessa. Mas com tantas crises, talvez fosse a hora de nos perguntar o que aprendemos, esboçar uma ideia do que fazer diante desse novo momento. É novo porque doenças sempre existiram, mas o mundo não era tão interligado como antes, e os antibióticos só agora dão sinais de fadiga.

3 abril 2017 FULEIRAGEM

DUKE – O TEMPO (MG)

3 abril 2017 A PALAVRA DO EDITOR

UMA CONSULTA ESPERANÇOSA

Há poucos dias recebi uma mensagem interessante, vinda de uma grande agência de publicidade brasileira, sediada lá no sudeste.

A mensagem, clara e direta, continha coisas que eu tenho uma ligeira desconfiança de que sei o que significam, como midia kit, pageview, visitantes únicos e o valor de um publieditorial.

E advertia que se tratava de uma pesquisa “para um de nossos clientes“.

Ou seja, um cliente da agência estava interessado em fazer reclame aqui nesta gazeta escrota. Foi o que deduzi na hora.

Entrei na página da agência e verifiquei que lá só tem clientes de grande porte.

Cada nome da porra. Tudo pica grossa, daquelas que só botam pra arrombar a tabaca de Xolinha!

Minino, eu chegue perdi a suspiração!

Já que nunca consegui um anunciozinho sequer da Coca Cola, da Chevrolet ou do Bradesco, fiquei feliz de saber que existem outras empresas que dão valor a este antro de escrotidão.

Quem sabe, tá chegando perto o momento de botar em dias os salários atrasados de Chupicleide e de retirar as teias de aranha que enfeiam o cofre do JBF. 

Encaminhei o assunto para o Departamento de Estudos de Temas Assombratícios deste jornal.

Enquanto aguardo o parecer dos nossos técnicos, fecho a postagem com um reclame gracioso de uma multinacional dos Zistados Zunidos.

Ajuda nóis, McDonalds!!!!

Fique certa, Dona Mc, que a comunidade fubânica é solidária e sonha em tirar esta gazeta escrota da miséria: vocês vão dobrar a venda de sanduíches de hoje pra amanhã!

3 abril 2017 FULEIRAGEM

FERNANDO – JORNAL DA CIDADE DE BAURU (SP)

DEVOLVI

Núbia Lafayette, uma voz da bixiga lixa, interpreta uma composição de Adelino Moreira.

Aliás, tenho um carinho especial por esta música, um brega de elite, porque foi através dela que tomei conhecimento da existência da palavra “cruciante“.

Quem quiser saber o que ela significa, faça feito eu: recorra ao Pai dos Burros.

3 abril 2017 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA (ES)

O PODER TERAPÊUTICO DA MÚSICA

Escutar uma música faz esquecer a dor. Isso acontece porque a região do cérebro que trabalha na interpretação dos sons, que serão reconhecidos como agradáveis, é a mesma que atua quando sentimos dor. Como os circuitos responsáveis não podem processar estímulos diversos a um só tempo, basta ouvir uma bela melodia para que a percepção da dor logo dê lugar à sensação de relaxamento.

Munido de preciosas informações sobre reação que cada tipo de som desperta no organismo, o musicoterapeuta é capaz de conseguir benefícios mais adequados do que conseguiríamos ouvindo nossa canção favorita em casa. Existem melodias que propiciam uma agradável sensação de relaxamento, enquanto ritmos muito marcados ou dissonantes causam excitação; solos de violino, por exemplo, podem eliminar dores de cabeça e enxaqueca.

Os sons podem acalmar ou gerar desespero. Podem causar sonolência ou despertar paixões. Ou ainda nos deixar tensos ou extasiados. Enfim, são capazes de detonar uma cascata de reações que alteram o estado geral do organismo. É o caso do som incômodo de uma sirene, que nos põe em alerta e faz com que o corpo libere adrenalina para se proteger de um provável ameaça. As canções são eficazes para colocar à tona sentimentos e impressões que evitamos trazer à consciência, que ficam bloqueados, porém interferem sem dúvida em nosso estado de espírito – são os sentimentos contidos.

A terapia através da música se baseia justamente nesse princípio: os sons produzem efeitos biológicos que podem tratar doenças, sejam elas físicas ou mentais. Instrumentos, cantos e ruídos são recursos que têm sido usados com deficientes físicos, estudantes com dificuldades de aprendizado, fala ou audição e usuários de drogas. Há alguns momentos em que as palavras não podem ser pronunciadas ou nem se consegue mais pronunciá-las, então as canções falam a respeito dos sentimentos e experiências para os pacientes. Isso ajuda a processar perdas e aflições reprimidas.

Fonte: Este texto foi encontrado na internet com autoria desconhecida. As pessoas começaram a enviar para os e-mails dos amigos, então, pela importância do assunto resolvi publicar no JBF.

3 abril 2017 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)

3 abril 2017 A PALAVRA DO EDITOR

DÚVIDA CRUEL

Sem sacanagem.

É uma dúvida que tenho mesmo.

Já aconteceu antes este caso que está acontecendo agora, que é o fato de um político de alto calibre, ex-prisidente da República, ser penta réu? (que expressão arretada!!!)

Ser réu cinco vezes, brilhando em cinco diferentes processos?

Hein?

Por favor, me matem esta curiosidade.

Ceguinho Teimoso, ferreamente apegado aos fatos e às verdades históricas, bem que poderia me ajudar a sanar esta dúvida.

Já teve algum outro caso antes na história de Banânia?


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