10 abril 2017 FULEIRAGEM

AMARILDO – A GAZETA (ES)

GLOSA

Mote:

Quem ordena um ataque sem razão
Mancha com sangue a terra inteira

Se parece com Nero e Rasputin
Quem tem instinto perverso
Mexe com o equilíbrio do universo
Quem faz uso de antraz e gás sarin
Bashar al-Assad, Trump e Putin
Induzidos por uma letal cegueira
Não respeitam território nem fronteira
Pois carregam um míssil em cada mão
Quem ordena um ataque sem razão
Mancha com sangue a terra inteira

10 abril 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

PREGAÇÃO

A pregação dos bispos católicos contra as reformas deixa muito claro que o combate contra as mudanças, que, aliás, tem encontrado eco num Congresso corrompido, suspeito e, sobretudo, pouco representativo, que grupos de parasitas e sanguessugas não aceitam de maneira nenhuma perder privilégios, inalcançáveis pelo cidadão comum, porque insistem em ficar mamando nas tetas do governo e chupando o sangue do povo.

Quem combate as reformas são os sindicalistas, os militantes dos partidos que foram despejados do poder, porque estavam comandando um grande assalto aos cofres da República, e os hierarcas católicos.

Todos eles são dependentes de imposto sindical, fundo partidário, óbulos e dízimos.

10 abril 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

10 abril 2017 FULEIRAGEM

VERONEZI – CORREIO POPULAR (SP)

10 abril 2017 JOSIAS DE SOUZA

REPÚBLICA DE CURITIBA JÁ TEM UM SEGUNDO MORO

Há um segundo Sergio Moro na República de Curitiba. Chama-se Friedmann Anderson Wendpap. É juiz titular da 1ª Vara Federal da capital paranaense. Nesta sexta-feira, decretou a indisponibilidade dos bens do Partido Progressista e de 11 políticos filiados à legenda. Seis deles são deputados federais. O bloqueio será de R$ 476,8 milhões. Alcançará contas bancárias, imóveis e até automóveis. Deve-se a providência a uma ação de improbidade administrativa movida pela força-tarefa da Lava Jato. Pela primeira vez, os investigadores invadem o salão de um partido político que apadrinhou diretores na Petrobras para assaltar os cofres da estatal. Vêm aí novas ações, contra o PT e o PMDB.

No vídeo abaixo, o juiz Friedmann Wendpap informa, em depoimento à Escola da Magistratura do Paraná, como encara a missão de um julgador. Afirma que, para além de ser um Poder, o Judiciário é essencialmente um prestador de serviços à sociedade. Nessa linha, o colega de Sérgio Moro vem se revelando um servidor público implacável no combate à corrupção.

No final do ano passado, Friedmann Wendpap já havia acatado pedido da Advocacia-Geral da União em outra ação de improbidade administrativa. Bloqueara parte da receita da Odebrecht e da OAS para cobrir prejuízos impostos ao Tesouro Nacional no escândalo da Petrobras. Anotara na sentença que, se a propina de 3% que as empreiteiras pagavam em troca de contratos não lhes inibia “a libido empresarial”, o bloqueio do mesmo percentual de suas receitas “há de ser motivo de júbilo na purgação das condutas deletérias que privatizaram ilegitimamente os bens públicos.”

Implacável, o magistrado adere agora ao esforço da força tarefa de Curitiba para processar civilmente os partidos e seus protagonistas, que já mastigam o pão que o Tinhoso amassou nas ações penais tocadas na 3ª Vara Federal de Curitiba, sob os cuidados de Sergio Moro. Conforme já comentado aqui (veja video abaixo), essa ação contra o PP abre uma nova e promissora clareira. Os investigadores avançam sobre as logomarcas partidárias por meio de ações de improbidade. Um tipo de ação em que não há foro provilegiado. Mesmo os encrencados que excercem mandatos parlamentares terão de prestar contas não aos minsitros do Supremo Tribunal Federal, mas ao servidor público Friedmann Wendpap, lotado na primeira instância, base do sistema jurídico.

A responsabilidade de Friedmann Wendpap é dupla. Além de colocar em prática a sua teoria segundo a qual os juízes devem defender os interesses do seu patrão – o contribuinte – o doutor tem diante de si uma fabulosa oportunidade para desmentir os incrédutos que dizem que o fim do foro privilegiado não resolverá o problema da impunidade do pedaço engravatado da quadrilha do petrolão.

* * *

10 abril 2017 FULEIRAGEM

BRUNO AZIZ – A TARDE (BA)

AI QUE SAUDADES DE AMÉLIA

Na data de hoje, 10 de abril, ano de 1928, nascia Mário de Souza Marques Filho, que passou para a história da MPB com o nome de Noite Ilustrada. Ele encantou-se em julho de 2003.

Vamos ouvi-lo cantando uma composição de autoria da dupla Ataulfo Alves e Mario Lago. Uma letra de fazer militante feminista meter o dedo no furico e rasgar.

10 abril 2017 FULEIRAGEM

THIAGO LUCAS – CHARGE ONLINE


http://www.forroboxote.com.br/
FANTASMAS E FLORES

A Casa sem ninguém, dentro ou fora, é adormecida pelo vento das lembranças do que se foi. Fantasmas dormem por ali e, quase nunca, vagueiam pelas varandas escuras ao lado de pirilampos e vagalumes de luzes desacendidas. Na confusão da fumaça que embaça os vitrais da porta semi-aberta, ou semi-fechada, um vulto passeia, cabelos em desarrumo, roupas brancas e esfarrapadas. Qual a sua missão? O que faz ali? De mãos dadas com o tempo, aquela senhora vai ao quintal, colhe flores e deposita-as na jardineira sem areia, sem chuva e sem perspectiva de qualquer futuro. Mas o faz. É sua missão florir a vida até onde vida não há. Ou até quando for possível fazê-lo. A lua vai embora, os fantasmas despertam e esperam novos ventos para que a casa de novo lhes faça companhia e adormeça.

10 abril 2017 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)

CÍCERO TAVARES DE MELO – RECIFE-PE

Berto:

Não sei se o nobre editor ouviu esse vídeo do jornalista Ricardo Boechat malhando o cacete em sua insolência Romero Jucá.

O bonito do vídeo está nas considerações finais feitas pelo jornalista ao surubático senador, que possui uma ficha política mais suja do que a tabaca de Xolinha!

R. Não ofenda Xolinha, meu caro.

A tabaca da nossa querida cachorra, se comparada com a ficha de Jucá, é limpa que só a porra.

Ouvindo o trecho que contém o discurso de Jucá neste vídeo – se dizendo perseguido e baixando o cacete na imprensa -, num sei mesmo porque me lembrei de Lula…

Coisas do pensamento…

A pajaraca que Boechat enfia no guabiru Jucá é pra arrombar as pregas de qualquer tipo de guabiru.

Aliás, em falando de arrombar pregas, concordo com você, meu caro colunista fubânico: as considerações finais do afiado jornalista são pra fuder!!!

O fecho do vídeo é antológico.

Escutem e prestem atenção:

10 abril 2017 FULEIRAGEM

FRANK – A NOTÍCIA (SC)


http://pinheirochumbogrosso.blogspot.com.br
DJANGO É FRANCO NERO

Franco Nero ficou conhecido entre os cinéfilos graças a DJANGO, onde interpreta o personagem-título. Pois bem, diferentemente de Charles Bronson, Franco Nero conhece o Brasil, inclusive, em 2013, participou de um filme brasileiro, contracenando com a atriz IRENE RAVACHE. Trata-se de A MEMÓRIA QUE ME CONTAM. No filme ele dá vida a PAOLO, um italiano que vive no Brasil e precisa lidar com a inesperada prisão por ter participado de um atentado terrorista em seu país natal há décadas atrás. Destaque para a participação de Franco Nero como o marido de Irene Ravache e o lado político que o personagem também carrega, só que desta vez relacionado com sua Itália natal. Perguntado pelo cinéfilo e blogueiro do ADOROCINEMA, como foi aprender a língua em tão pouco tempo, o “ITALIANO DJANGO” respondeu: “Não foi nem um pouco fácil!!! Falo espanhol muito bem, mas português é uma língua completamente diferente para mim. Tinha uma amiga aqui em Roma, Natália, que é brasileira e me ajudou com as falas em português. Procurei decorar os diálogos das minhas cenas e correu tudo bem”.

O filme A MEMÓRIA QUE ME CONTAM retrata o tempo da ditadura militar e gira em torno da ex-guerrilheira ANA(Simone Spoladorre). O filme foi uma homenagem da cineasta Lúcia Murat a sua amiga Vera Sílvia Magalhães guerrilheira na juventude e marcante na vida de várias pessoas. Na verdade, VERA poderia ter desfilado a beleza de seus vinte anos pelas calçadas de Ipanema, no Rio de Janeiro onde nasceu. Poderia ter sido uma garota que amava os Beatles e os Rolling Stones ou então nos embalos de sábado à noite curtindo John Travolta, no liberou geral de costumes que varreu o mundo na década de 60. Ou poderia ter concluído o curso de Economia e levado uma vida burguesa, mas Vera Sílvia Magalhães amava a revolução e, como tantos jovens de sua época, não admitia viver sob a ditadura implantada pelo golpe de 64. MEMÓRIA QUE ME CONTAM com participação dos Super Star setentões Nero e Irene é um bom filme brasileiro , recomendo-o, mas poderia ser melhor, o tema é farto e exigia isso.

Custa-nos crer, que haja no gênero cinematográfico que relata as aventuras dos desbravadores do Oeste, uma palavra mais sagrada, Importante, influente e pessoalíssima que “DJANGO”. O personagem atingiu proporções inimagináveis não apenas em termos de sucesso junto ao público, mas também pela influência que gerou. Pelo menos 50 filmes se apropriaram do título “Django” criado por Sergio Corbucci, quase todos com personagens centrais que pouco lembravam a imagem notável concebida por FRANCO NERO. Segundo um dos maiores cinéfilos do país, na modalidade de filmes faroestes, DARCI FONSECA, “nenhum outro western spaghetti, à exceção da Trilogia dos Dólares de Sergio Leone, se equipara a “DJANGO” (filmado no ano de 1966 tendo como diretor, Sérgio Corbucci), na empatia com o público e na importância no relativamente curto percurso em que o gênero dominou as telas do mundo”. Merecidamente, claro!!!

Neste filme que leva o mesmo nome do personagem, o andarilho solitário Django difere em muito de outros filmes. Introspectivo, compenetrado e altamente econômico nas palavras o homem do PONCHO e da CIGARRILHA nos apresenta uma grata surpresa em não cavalgar em nenhum momento e nem poderia fazê-lo pois o caixão que arrasta parece um complemento de seu corpo. O filme Django é Inovativo em diversos aspectos, haja vista que tem o eixo da história pouco original pois o personagem central é o divisor de águas em meio a dois grupos que se defrontam para obter o poder jurisdicional do Condado local. Segundo o crítico de cinema Darci Fonseca nos faz uma alerta que, quando perguntado sobre para quem é aquele CAIXÃO, ele responde que é para ele próprio, em razão de ser um homem atormentado por seu próprio passado. Entre os dois grupos contendores, Django tem simpatia pelos renegados mexicanos, acreditando no idealismo destes.

E continua Fonseca: Assemelham-se, no entanto, os dois personagens na inverossímil indestrutibilidade, na frieza com que enfrentam inimigos mais poderosos e em maior número. Django tem uma vingança como escopo e não sente repulsa ou aversão às mulheres, pois ao final declara a vontade de recomeçar a vida ao lado de Maria. O respeito da crítica pelo diretor deste filme(Sergio Corbucci), tem início com “Django” porque neste filme o diretor demonstra ter estilo próprio. A LAMACENTA RUA PRINCIPAL DO LUGAREJO SEMIDESERTO com casario cinzento é perturbadora, assim como a decoração opressiva do SALOON onde transcorre boa parte do filme. É nessa ambientação que rebenta uma sucessão de violência que faz de “Django” um western como sendo um palco de incontido sadismo.

Na sinopse e detalhes, Django (Franco Nero) é um homem que arrasta consigo um caixão, onde dentro está escondida uma poderosa metralhadora. Na fronteira do México, ele está disposto a vingar a morte da sua esposa, e parte para uma luta sangrenta contra duas gangues rivais que agem na região, isso depois de fazer um acordo com o bandido local. Só que desconfiado das intenções do bandido, ele resolve se juntar a María, uma mulher que havia salvo, e os dois serão perseguidos pelo mexicano e seu bando. Se deleite com uma síntese de apenas 3 minutos do vídeo logo abaixo. Advertindo sempre que, depois de completar 50 anos que chegou as telas do mundo inteiro, Django é um filme para quem nunca assistiu vale a pena vê-lo e, para quem já assistiu vale a pena ver de novo!!! Leitores!!! Não abram o caixão que vocês podem ter um susto. Abram o link abaixo e terão uma grata surpresa.

10 abril 2017 FULEIRAGEM

MICHELÂNGELO – CHARGE ONLINE

10 abril 2017 JOSIAS DE SOUZA

PARA DILMA, SÓ SANTIFICAÇÃO DE LULA SALVA O PAÍS

Ainda não surgiu melhor definição para democracia do que a fornecida por Churchill: é o pior regime imaginável com exceção de todos os outros. Neste sábado, Dilma Rousseff decidiu associar-se ao pelotão dos que cultuam as alternativas muito piores. Ao participar de seminário organizado por alunos brasileiros da universidade americana de Harvard, em Boston, a presidente deposta insinuou que a democracia brasileira só terá futuro se Lula for canonizado.

Dilma declarou estar muito preocupada com o risco de que “mudem as regras do jogo democrático” no Brasil. “Vou dar nome aos bois”, ela prosseguiu. “Me preocupa muito que prendam o Lula. Me preocupa que tirem o Lula da parada.” Ouviram-se risos na plateia. Mas Dilma não se deu por achada: “Todo mundo aqui pode rir. Infelizmente, para as oposições, ele tem nas pesquisas 38%. Com tudo o que fizeram com ele! Não acho que o Lula tem de ganhar ou perder. Eu acho que ele tem de concorrer.”

O contrário de um anti-Lula raivoso é um pró-Lula ingênuo, que aceita todas as presunções de Lula a seu próprio respeito. Em matéria de direito penal, isso inclui concordar com a tese segundo a qual Lula, a “alma viva mais honesta” que a República já viu, tem uma missão de inspiração divina a cumprir. Uma missão tão sublime que é indiscutível. Réu em cinco ações penais, Lula continua sendo, para Dilma, uma superpotência moral que não deve explicações senão à sua própria noção de superioridade.

Dilma já fareja o triunfo eleitoral de Lula. “Isso é uma possibilidade concreta”, declarou ela em Harvard. “Desculpem-me as pessoas que riram, mas é uma possibilidade concreta, meus caros. Deixa ele concorrer, para ver se ele não ganha!” O que Dilma considera “gravíssimo” é que, diante da perspectiva de retorno do ser supremo ao poder, queiram agora “inventar todos os possíveis cenários alternativos para tirá-lo da parada.” É o que madame costuma chamar de “golpe dentro do golpe.”

O mais assustador na pregação de Dilma não é o timbre ingênuo. O que espanta de verdade é a sensação de que a oradora não percebe que está soando cínica. É como se ela acreditasse mesmo no que diz. Embora conheça a perversão por dentro, Dilma é movida pela mesma fé que leva o petismo a tratar sua divindade como santo de procissão, gritando efusivamente sob o andor: “Lula, guerreiro do povo brasileiro…”

Investigado pela Polícia Federal, Lula foi indiciado. Submetido ao crivo da Procuradoria, foi denunciado à Justiça Federal. Ao folhear os processos, magistrados de Brasília e de Curitiba enviaram-no ao banco dos réus em cinco ações penais. No momento, a divindade petista exerce o sacrossanto direito de defesa. Dispõe dos melhores advogados que a fortuna amealhada em palestras às empreiteiras pode pagar.

Se Lula for condenado, recorrerá aos tribunais de segunda instância. Mantida a sentença, vai em cana. E torna-se um ficha-suja, impróprio para o consumo eleitoral. Absolvido, vai à sorte das urnas em 2018. Qualquer coisa fora desse script seria, aí sim, uma mudança inaceitável nas regras do jogo democrático, uma afronta ao preceito constitucional segundo o qual todos são iguais perante a lei, um atentado à Constituição.

Alguém poderia argumentar que todos os defeitos de Lula estão perdoados e seus eventuais crimes prescritos, no entendimento tático de que ser responsável pela eleição Dilma Rousseff e ter a tragédia como defensora já é castigo suficiente para qualquer um. Mas Lula não é qualquer um. Ainda não foi formalmente canonizado, mas já virou símbolo. E precisa responder judicialmente por tudo o que passou a simbolizar. Ninguém transforma um partido numa máquina coletora de propinas ou chefia um governo tisnado por dois escândalos do porte do mensalão e do petrolão impunemente.

10 abril 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

10 abril 2017 DEU NO JORNAL

A REPÚBLICA BANÂNICA NOS ARES

Os órgãos que compõem o governo federal, como ministérios, o Palácio do Planalto, autarquias e empresas públicas gastaram mais de R$ 1,6 milhão com… mortadelas.

O gasto é com a comida e não deve ser confundido com os famosos “mortadelas”, manifestantes pagos com lanche e trocados para fazer apoio ao falecido governo do PT.

Gastos com coxinhas não são discriminados pelo portal Transparência.

Só entram na conta produtos alimentícios comprados regularmente por órgãos do governo. Vinhos, por exemplo, são comprados à parte.

No total, foram 2,9 mil toneladas de mortadela, calabresa, banana, pepino, presunto, pimentão e repolho. Tudo por nossa conta.

Em 2006 Lula torrou R$ 3,7 milhões na mordomia do avião presidencial. Tinha costela de cordeiro, pato, picanha e peixe. E bebidas, claro.

* * *

Se estes gastos já são no gunverno Temer, não tem qualquer explicação.

É desperdício de dinheiro público, do suado dinheirinho dos nossos impostos.

Quanto aos quase 4 milhões de reais que Lula gastou em 2006 no avião prisidencial, este é plenamente justificado.

É que voavam junto com o ex-prisidente pessoas importantes e que mereciam uma alimentação de primeira.

Comprovem na foto abaixo:

Marcelo Odebrecht e Lapa de Avuador desembarcando do avião oficial da Presidência da República de barriga cheia, ambos de camisa branca pra enfrentar o calor dos trópicos,

10 abril 2017 FULEIRAGEM

S. SALVADOR – ESTADO DE MINAS


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