12 abril 2017 A PALAVRA DO EDITOR

LINDA VOZ

Eu num falei???!!!

Pois é.

Eu disse pra vocês que Marcelo Odebrecht tem uma belíssima voz.

Uma voz mais bonita que a de Lula.

Confira clicando aqui

12 abril 2017 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)

12 abril 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

12 abril 2017 JOSIAS DE SOUZA

SITUAÇÃO PENAL DE LULA MUDA DE PATAMAR

12 abril 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

CAMBURÃO À VISTA

Lula está se preparando para dizer a Sérgio Moro que não sabe quem é Lula

“Já investigaram minha vida na China e na Sibéria e podem continuar investigando, o que quero é ter a oportunidade de prestar depoimento, e as pessoas não ficarem com convicção, quero que as pessoas mostrem as provas contra mim (…). Não tendo prova, que peçam desculpas a mim. O que não dá é para você viver todo santo dia com vazamentos mentirosos, alguns canalhas vazando as coisas propositalmente e alguns canalhas divulgando da forma mais irresponsável possível”.

Lula, em entrevista à Rádio Meio Norte, jurando que não é o “Amigo” que recebeu R$ 13 milhões em dinheiro vivo da Odebrecht, como afirmou Marcelo Odebrecht em depoimento a Sérgio Moro, com a mesma convicção com que diz que não é dono do triplex no Guarujá construído pela OAS especialmente para receber a família Lula nem do sítio em Atibaia, reformado a toque de caixa pela empreiteira a mando do ex-presidente.

12 abril 2017 FULEIRAGEM

ELVIS – AMAZONAS EM TEMPO

UM LEITOR DE ALMA LAVADA E ESPERANÇA RENOVADA

Comentário sobre a postagem DORIA VAI REINAR NO DESERTO EXPANDIDO PELA LAVA JATO

Arthur Tavares:

“Quem perdeu, deveria tentar ver a entrevista do Doria na TV Cultura (Roda Viva), na 2ª feira.

A sensação que tive, no final do programa, foi que até os petistas entrevistadores estavam loucos pra votar nele…

Estado com menor tamanho, privatizações, PPP, e uma vontade de acertar TRABALHANDO e não apenas ser “poderoso” para roubar.

Foi muito legal, colocando tudo na medida correta, inclusive colocando o Lulla como bandido e o PT como incompetente e corrupto.

Alguém que tem a coragem de dar nomes corretos a situações corretas.

Quem assistiu o programa dormiu com a alma lavada e a esperança renovada.

Vale a pena ver no YouTube. Clique aqui para assistir.”

 

12 abril 2017 FULEIRAGEM

IOTTI – ZERO HORA (RS)

12 abril 2017 DEU NO JORNAL

UMA VOZ BILIONARIAMENTE ENCANTADORA

O empresário Marcelo Odebrecht disse em depoimento ao juiz Sérgio Moro que destinou milhões para o “Amigo”, codinome referente ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Primeiro, ele cita o depósito de R$ 35 milhões; depois, fala em R$ 40 milhões.

A conta, diz Odebrecht, era gerida pelo ex-ministro petista Antônio Palocci.

O que eu combinei com o Palocci foi o seguinte: essa é uma relação minha com a presidência do PT no Brasil. Então, eu disse: vai mudar o governo, vai entrar a Dilma. Esse saldo passa a ser gerido por ela, a pedido dela. A gente sabia que ia ter demandas de Lula, a questão do Instituto, para outras coisas. Então vamos pegar e provisionar uma parte desse saldo, aí botamos R$ 35 milhões no saldo Amigo, que é Lula, para uso que fosse orientação de Lula“, afirmou o delator.

Pouco tempo depois, Odebrecht fala do pagamento de R$ 40 milhões ao ex-presidente e reforça que “A gente botou R$ 40 milhões que viriam para atender demandas que viessem de Lula. Veja bem: o Lula nunca me pediu diretamente. Eu combinei via Palocci. Óbvio, ao longo dos usos, ficou claro que era realmente para o Lula, porque ficou evidente para mim. O Palocci me pediu para descontar do saldo Amigo”.

O depoimento foi prestado na segunda-feira (10), em ação penal da Lava Jato que envolve o ex-ministro Antônio Palocci, o ex-presidente do Grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e outros 13 réus.

Odebrecht também relatou que contribuiu com a campanha presidencial do PT em 2010 e que destinou, num primeiro momento, R$ 50 milhões na planilha de “Italiano” (Palocci, segundo o empresário).

Ele disse que esse valor acabou, posteriormente, sendo movimentado pelo ex-ministro Guido Mantega, o “Pós-Itália”.

* * *

Este mundo é cheio de injustiça…

40 milhões pra Lula e zero pro JBF.

Com apenas 1% da propina que Lapa de Corruptor deu pra Lapa de Corrompido, esta gazeta escrota sairia da miséria em que se acha.

Bom, o fato é o seguinte: a cara e o nome de Marcelo Odebrecht – fora a sua bilionária distribuição de propinas pros gaubirus banânicos -, a gente já tá de saco cheio de saber.

Todavia, a voz de Marcelo é uma novidade pros leitores fubânicos.

Novidade inclusive pro fubânico petista Ceguinho Teimoso, que também tem uma linda voz. E que não acredita em nada do que Marcelo fala…

Vejam que voz encantadora, que voz de locutor Marcelo tem, quando interrogado pelo Dr. Moro:

12 abril 2017 FULEIRAGEM

MYRRIA – A CRÍTICA (AM)

O QUE VEM A SER UM FEDEGOSO???

Comentário sobre a postagem JOSÉ SILVA – CAMPO GRANDE–MS

Maurino Júnior:

“Berto!!!

Bom dia!!!

Me explica aí uma coisa que me deixou encafifado:

O que danado é Butico??”

* * *

Nota do Editor:

Segundo o estimado colunista fubânico Jessier Quirino, diplomado, bacharelado e doutorado em Ciências Buticológicas, esta palavra “butico” tem 135 sinônimos.

Fiz uma consulta ao nosso estimado Poeta e ele gentilmente me respondeu.

Clique aqui para saber o que Jessier escreveu.

Em seguida, se delicie furicalmente com o vídeo a seguir:

12 abril 2017 FULEIRAGEM

FERNANDO – JORNAL DA CIDADE DE BAURU (SP)

O REINO DAS INCONSTITUCIONALIDADES BAFOMÉTRICAS E DEENEALÍSTICAS!

Digamos que você mora em um País onde o Direito se rege pelo princípio de que as pessoas NÃO PODEM SER FORÇADAS A SE AUTOINCRIMINAREM, o que corresponde à orientação latina de que “nemo tenetur se detegere”, ou seja, “ninguém é obrigado a se mostrar”.

Imaginemos que nesse País exista uma Constituição, ou seja, uma lei fundamental e suprema da nação, contendo normas relativas à formação dos poderes públicos, à forma de governo, à distribuição das competências, aos direitos e deveres dos cidadãos, aos princípios fundamentais do direito.

Suponhamos que nessa Constituição exista uma disposição garantindo que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.

E mais, que nessa disposição, como decorrência de uma interpretação sistemática, que considere regras como a de que são inadmissíveis, no processo, as provas obtidas por meios ilícitos, o direito de permanecer calado e outros, esteja previsto o direito da pessoa a não produzir prova contra si mesmo.

Agora, por hipótese, digamos, mais, que um país – não o Brasil – adote todas essas regras e tenha, também, em seu direito, prevista a pena de morte.

Vamos pensar na possibilidade de um caso concreto: o indivíduo é preso, acusado de um crime cuja pena prevista pode ser a de morte.

Esse indivíduo é solicitado a fazer um exame que pode comprovar ser ele o autor do crime.

Como vimos, ele poderá recusar-se a fazer o exame, pois a lei lhe assegura o direito de não produzir provas contra si próprio.

E, pela lei desse país, se lhe for imposta qualquer coação, que vise a obrigá-lo a se confessar, ela será ilícita e configurará crime de tortura

Mas, por incrível que isso possa parecer, consideremos que nesse mesmo país a norma infraconsticucional, ou seja, a lei ordinária, disponha que se o suspeito não aceitar fazer o exame sua culpa estará determinada.

Assim, o indivíduo que se recusou a fazer o exame será condenado à pena de morte, porque a recusa em fazer prova contra si mesmo equivale a prova de que o suspeito confessou a sua culpa pelo crime.

Podemos afirmar que esse País, exceto pelo fato de que aqui não existe a pena de morte (salvo em caso de guerra) , é o Brasil.

A despeito do aparente exagero – uma vez que no Brasil a recusa a fazer o chamado “teste do bafômetro” não determina culpa por crime, somente impõe pena administrativa, o princípio é exatamente o mesmo daquele que conduziria à hipótese penal de determinação de culpa por crime.

Ou seja, a regra do Código de Trânsito – impondo que a recusa a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa – é claramente inconstitucional; e as autoridades competentes para sua anulação não a promovem!

Poderia ser pior do que isso? Sim, poderia! No caso de ação de paternidade, se o pretenso pai se recusar a fazer o exame de DNA a jurisprudência, com base no art. 359 do Código de Processo Civil, dispõe que se presume verdadeira nesse caso a alegação da outra parte de que o acusado é o pai. A não ser que o acusado prove que a mãe da criança cuja paternidade é investigada teve relações sexuais com outro homem!

Ou seja, nos deparamos com jurisprudência que fere as disposições constitucionais relativas à auto-incriminação e, até, à tortura, e ninguém faz nada!?

Concluindo, alguém poderá perguntar-me: Então, se não é possível compelir alguém a fazer os exames que comprovarão sua culpa, nem aplicar-lhe penalidades por não fazer os exames, como poderá ser feita a comprovação – seja da embriaguês, seja da paternidade?…

– E eu é que sei?!

12 abril 2017 FULEIRAGEM

ANTONIO LUCENA – BLOG DO NOBLAT

12 abril 2017 DEU NO JORNAL

QUINTETO BANÂNICO

A delação da Odebrecht atingiu os cinco ex-presidentes da República vivos: Dilma Rousseff, Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Collor e José Sarney.

Apenas Collor tem direito ao foro especial no Supremo Tribunal Federal, onde foi aberto mais um inquérito contra ele.

Como os outros não ocupam cargo público, o relator da Lava-Jato no STF, ministro Edson Fachin, determinou o envio de indícios contra os quatro a outras instâncias do Judiciário.

* * *

Um lindo quinteto.

Um quinteto pra lá de simpático.

Os leitores fubânicos fiquem à vontade pra dizer qual é o mais lindo e qual é o mais simpático.

Ou qual o que roubou menos e o que roubou mais.

Ou, ainda, quem peidou menos e quem bufou mais.

12 abril 2017 FULEIRAGEM

CHICO CARUSO – O GLOBO

DORIA VAI REINAR NO DESERTO EXPANDIDO PELA LAVA JATO

Na terça-feira em que virtualmente todas as estrelas da política começaram a perder a luminosidade, apagaram-se de vez ou se tornaram cadentes, a única a seguir brilhando com especial intensidade foi a caçula da constelação. A bordo do avião que o levava para a Coreia do Sul, o prefeito João Doria Jr. não tinha motivos para perder o sono com o avanço da Lava Jato ou com a delação da Odebrecht, nem com as explosões decorrentes da lista do ministro Edson Fachin, muito menos com os estragos causados pela epidemia do caixa 2. Doria só não dormiu direito caso tenha cedido à excitação provocada pela suspeita de que o caminho que leva ao coração do poder ficou bem mais curto.

A delação do fim do mundo efetivamente condenou à morte uma era da história política destes trêfegos trópicos, sobretudo por ter interditado as estradas, sinuosas e repletas de desvios, percorridas nas últimas décadas por figurões de todos os partidos. O Brasil redesenhado pela Lava Jato vai-se mostrando incapaz de engolir o que antes descia sem engasgos pela garganta complacente. Os que agora estão marcados pelo estigma da corrupção deveriam desde já procurar outro ofício. Alguns talvez até consigam continuar pendurados no Congresso. Mas nenhum dos alcançados pelo anátema chegará à Presidência da República. Lula, Aécio Neves, Geraldo Alckmin, José Serra ─ todos acabarão tragados pelo tsunami que apenas começou.

Quem sobrará na vastidão despovoada de gente confiável, de cidadãos honrados, de políticos minimamente interessados nos milhões de brasileiros fartos de cinismo e exaustos do exercício da esperança como profissão? A contemplação da terra devastada informa que pouquíssimos morubixabas escaparão de perdas e danos de bom tamanho. Um deles é certamente o prefeito de São Paulo, e ninguém parece em situação tão confortável. Ele acabou de chegar ao mundo em decomposição. Não tem culpas a expiar, pecados a purgar, explicações a oferecer. Doria conhecerá uma esplêndida solidão no deserto de homens e ideias.

Neste outono de 2017, o destino ofereceu a João Doria o melhor dos mundos: para tornar-se candidato a qualquer coisa, nem precisa declarar-se candidato. Basta seguir administrando São Paulo com a competência demonstrada nos 100 primeiros dias de mandato – recompensada com o recorde de aprovação que tão cedo não será batido. Doria está liminarmente dispensado de enfrentar eleições prévias, contornar antagonismos partidários, sujeitar-se a ciumeiras internas; nada disso. Com o sumiço dos concorrentes, é o protagonista que restou. Pode escolher o papel que lhe conviver. Tem tudo para fazer bonito no papel de mocinho.

12 abril 2017 FULEIRAGEM

J. BOSCO – AMAZÔNIA JORNAL (PA)

A NAÇÃO POBRE AFUNDA NA LAMA DO ESTADO PODRE


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