9 maio 2017 DEU NO JORNAL

A GRANDE MANCHETE DA NOITE DESTA TERÇA: TARDOU MAS NÃO FALHOU

O juiz Ricardo Soares Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília, determinou nesta terça-feira a suspensão das atividades do Instituto Lula na ação em que o ex-presidente Lula é acusado de obstruir as investigações da Lava Jato junto com o ex-senador Delcídio do Amaral.

O juiz tomou a medida cautelar porque entendeu que a entidade estava sendo usada para a “perpetração de vários ilícitos criminais”.

Assim, em relação ao acusado Luís Inácio Lula da Silva, verifico pelo teor de seu depoimento que o Instituto Lula, mesmo que desenvolva projetos de intuito social, possa ter sido instrumento ou pelo menos local de encontro para a perpetração de vários ilícitos criminais”, escreveu o magistrado em decisão proferida na última sexta-feira, mas só publicada hoje.

“A Justiça botou bem no meio do olho do meu furico….”

9 maio 2017 FULEIRAGEM

ALPINO – YAHOO NOTÍCIAS

CARLOS EDUARDO – PATY DO ALFERES–RJ

Prezado Editor Berto,

foi compreensível e louvável sua atitude de não publicar textos contra a imagem de Da. Mariza Galega Leticia, na ocasião da morte da ex-primeira dama.

Mas os corruPTos safados não tem a mesma consideração com a biografia da “coitada”.

Viu o que Bumlai falou? Eles debocham da justiça.

O pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Lula, afirmou nesta terça-feira em depoimento ao juiz Sergio Moro que a ideia de fazer uma nova sede para o Instituto Lula foi da ex-primeira dama Marisa Letícia e que ela não queria que ele soubesse.

Bumlai prestou depoimento por videoconferência na manhã desta terça-feira no processo em que Lula é acusado de receber benefícios da Odebrecht.

Clique na manchete abaixo para ler a matéria e ver os vídeos:

Um abraço do seu leitor fiel,

9 maio 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

9 maio 2017 PERCIVAL PUGGINA

ROBERTO CAMPOS, MINHAS HOMENAGENS

Quando me pus a redigir estas páginas sobre Roberto Campos, vieram-me à lembrança os artigos de sua autoria publicados pelo Correio do Povo, principal jornal gaúcho durante boa parte do século passado. Ali, por muitos anos, ainda jovem, pude provar de seu conhecimento e das lúcidas observações que fazia sobre a realidade nacional.

Acompanhei a evolução de seu pensamento e, dado meu gosto pela forma do texto, percebi o quanto ele foi se tornando mais agudo, mais crítico, mais irônico em relação aos que o contestavam. Imagino o quanto seus escritos deviam irritar adversários. Em Roberto Campos, a ironia era um punhal que cortava com o gume do argumento e cortava, também, com a exposição de seus antagonistas ao riso dos leitores. Muitas vezes, lendo-o, pensei comigo: “O velho Bob está ficando confiado”. E seu maior atrevimento consistiu em subir o aclive liberal num tempo em que o Brasil começou a resvalar na rampa socialista. Era uma época em que, com as palavras dele mesmo, o liberalismo ainda não havia nascido entre nós. E o parto continua.

Os constituintes de 1988 decidiram criar no Brasil um Estado de bem-estar social. O povo brasileiro lhes concedera o poder máximo para estabelecerem o que quisessem sobre nosso país. Nós nos submeteríamos. Então, nada aparentemente mais natural nem mais bem-intencionado do que redigir uma versão nacional do paraíso terrestre. Quase um trabalho divino de criação, na linha do – “Faça-se o bem-estar e a felicidade geral!”. Para alcançar os dois efeitos, nossos refundadores usaram uma varinha de condão pela qual cada condição necessária foi declarada “direito de todos e dever do Estado”.

Como sinalizou com precisão o constituinte Roberto Campos, sobrevieram tempos difíceis ao Brasil. Ele advertia sobre isso seus colegas demagogos e espertos que trocavam benesses constitucionais por votos. E fazia o mesmo com os ingênuos que interpretavam as generosas prescrições da “Constituição Cidadã” como sinalização de um horizonte, espécie de projeto nacional a ser alcançado. Era, de fato, previsível: todo aquele conteúdo entrou pelo protocolo dos tribunais como ações reivindicatórias e saiu pelos acórdãos como preceito de aplicação imediata, gerando direito líquido e certo, contas a pagar, impostos a aumentar e dívidas a assumir.

Com a sociedade e os constituintes convencidos de que as nações mais prósperas e com mais elevado índice de desenvolvimento humano da Europa alcançaram essa condição por terem criado boas condições ao bem-estar social, o Brasil entrou para o crédulo clube dos povos que pretenderam gerar prosperidade e felicidade geral mediante determinações constitucionais impostas a essa suposta terceira pessoa do singular – ele, o Estado. É uma crença que se mantém, apesar de não se conhecer país pobre que se haja tornado rico por implantar um “Estado de bem-estar social”. Isso só pode acontecer (se é que pode) naqueles que se tornaram ricos com o capitalismo, conforme constatou, por primeiro, o ex-marxista alemão Eduard Bernstein. Mas não há como recolher, desse modelo de Estado, condições para enriquecer um país pobre. Ao optar pelo Estado benevolente, ao qual todos recorrem em suas necessidades, garantidor de direitos reais e imaginários, provedor inesgotável, inclusive das mais insaciáveis demandas, o Brasil fez e faz, ao contrário, uma opção fundamental pela pobreza. Roberto Campos foi incisivo: “Ao contrário da mãe das Cartas Magnas democráticas – a Constituição de Filadélfia – que é, como diz o professor James Buchanan, a ‘política sem romance’, as constituições recentes fizeram o ‘romance da política’. Baseiam-se em dois erros. Primeiro, a ‘arrogância fatal’, de que nos fala Hayek, de pensar que o processo político é mais eficaz que o mercado na promoção do desenvolvimento. Segundo, a ideia romântica de que o Estado (…) é uma entidade benevolente e capaz. Essa idiotice foi mundialmente demolida com o colapso do socialismo na inesperada Revolução de 1989/91, no Leste Europeu.”

O Brasil é a própria evidência do quanto foi prudente o ensino de Roberto Campos. Depois que tudo se comprovou errado, nosso país optou por tentar de novo. O PT criou o Foro de São Paulo e, em seguida, providenciou o caos. Teve, contudo, o cuidado de servir-se do bem-estar em primeiro lugar, com garçons de punhos alvos, jatinhos fretados e comprados e amantes distribuídas pelas folhas de pagamento do setor público e empreiteiras corruptas. Foi fácil proporcionar ao país a crise em curso. Bastou optar por Celso Furtado e Maria da Conceição Tavares na economia, por Paulo Freire na educação, por Lula na política. E, num país católico, claro, entregar a CNBB aos cuidados teológicos de Leonardo Boff. Foi isso que nosso país fez. E tem, agora, a tarefa de desfazer.

Roberto Campos afirmou que a pobreza não pode ser vista como “uma imposição da fatalidade”. Pelo viés oposto, os influentes cidadãos acima mencionados não apenas levaram a sério o livro Veias abertas da América Latina, rejeitado pelo próprio autor, como o transformaram em catecismo didático – para que todos saibam que não somos pobres por conta própria, mas por culpa de ações do hemisfério Norte contra o hemisfério Sul. Com isso, em vez de nos preocuparmos com o mau gerenciamento do capital humano, dele negligenciamos, como apontava Campos. E confiamos a educação da juventude brasileira a uma pedagogia que, em vez de formar construtores do próprio destino, forma militantes para a utopia revolucionária, cujo melhor resultado acontece quando fracassa também nisso.

Por óbvio, quem escapa de tal trampa, provavelmente numa escola privada de padrão bem superior à média geral, vai em frente e sobe aos andares mais elevados da vida social, onde a vista é mais larga e a vida mais promissora. Os vitimados pelo sistema público de ensino se tornam incapacitados (os de língua espanhola usavam, antes do “politicamente correto”, a expressão minusválido que, em sua forma tosca, identifica com boa precisão o que realmente acontece no Brasil). É assim que se explica, ainda que não se justifique, a cristalização da miséria nos porões do país.

No ranking do IDH relativo aos dados do ano 2000, publicado em 2002, o Brasil ocupava o 65º lugar. Passados 14 anos, o ranking relativo ao ano 2014, divulgado em fins de 2015, situava o Brasil em 77º lugar.

A sociedade contemporânea já demonstrou, com excesso de evidências, que a promoção eficiente do desenvolvimento social, sem prejuízo da solidariedade, exige: zelosa formação de recursos humanos, através da educação; inserção dos indivíduos na vida social, política e econômica; segurança jurídica e atividades produtivas desempenhadas em economia livre. Só são contra isso os que têm mais ódio ao materialmente rico do que amor ao materialmente pobre. Cegos pela ideologia, semeiam o que dizem combater: pobreza material e crescentes desníveis sociais. Em meio à saudade, é sempre bom matá-la revisando lições com Roberto Campos.

Texto que escrevi para o livro Lanterna na proa, 100 anos de Roberto Campos, obra coletiva de 62 autores em homenagem ao grande brasileiro. O título do texto é Baixa Mobilidade Vertical no País de Baixo IDH. O livro é uma edição da Livraria Resistência Cultural

9 maio 2017 FULEIRAGEM

DUKE – O TEMPO (MG)

SONIA REGINA – SANTOS-SP

Essa figura merece crédito no que fala?

De que forma os pais podem educar um filho de que a mentira é errada?

Já li e ouvi várias vezes, que políticos mentem. Ora, políticos podem mentir? Então devem ensinar aos pequenos que não devem mentir, mas, podem aceitar as mentiras de políticos? Admitindo que por uma aberração qualquer o conceito esteja correto, ainda fica a pergunta:

– Não somos todos iguais perante a Lei?

Já ouvi e li algumas declarações sobre a reforma da previdência. Não sei se as informações são corretas e ouço também aqui e ali, que o governo está cuidando dos votos necessários. Será que é só na base do convencimento? Espero que o governo não distribua benesses para conseguir aprovar uma Lei que é muito importante na vida dos cidadãos.

Bem, são várias perguntas e sei que não vou conseguir uma filigrana de resposta.

Depois de pensar um pouco, decidi pesquisar qual foi a atitude daqueles que hoje combatem a reforma com unhas e dentes e descobri um vídeo bem conhecido e que vale a pena assistir novamente.

Quase esqueço de salientar que a figura principal do vídeo é um político, presidiu o Brasil por 8 anos e elegeu também a sucessora por 2 vezes. O mesmo político deve apresentar-se a um Juiz nos próximos dias para fazer sua defesa.

Essa figura merece crédito no que fala?

9 maio 2017 FULEIRAGEM

MARCO AURÉLIO – ZERO HORA (RS)

O QUE HÁ NA UNANIMIDADE?

Há algo no ar além das aves e dos aviões. E é preocupante. Como é sabido, em recente votação do fim do discricionário foro privilegiado, os 75 senadores presentes o aprovaram por unanimidade. Por unanimidade, pasme, no Senado Federal, palco, em outros tempos, de tantas discussões acaloradas!

E por que essa aprovação tão pacífica é preocupante? A resposta é simples. Quando pessoas de anseios tão díspares (não há por que falar da abstração chamada filosofia do partido) aprovam com tão inusitada velocidade a supressão de algo que os faz ainda mais diferentes de um cidadão comum, há de estar embutida uma regalia maior, o que redunda em um mal ainda mais acentuado para o Brasil. Neste caso do foro privilegiado, por exemplo, o mal é claro. Diferentemente do foro comum, que dá lugar a procrastinações até a questão ser submetida ao STF ou prescrever, no foro privilegiado são reduzidas as possibilidades de apelações. Pense, então: se os poderosos conseguem algumas protelações até nas instâncias superiores, o que acontecerá na justiça comum?

Volte-se, porém à questão da unanimidade.

Conta-se que o deputado baiano Luís Eduardo Magalhães, então presidente da Câmara, havia marcado uma reunião com alguns companheiros de ideário e, ao chegar ao local com um pequeno atraso, já encontrara todos os convocados em animada conversa. Em tom de blague, então, perguntou: ─ Vocês já conspiraram muito contra o Brasil?, a que um dos presentes retorquiu: ─ Não, ainda não. Estávamos à sua espera.

Claro que a história acima é mera brincadeira, mas é verdadeiro que a unanimidade assusta, principalmente se se pensar que setenta senadores de partidos tão putativamente antagônicos quanto PSDB e PT, optaram pela extinção do foro privilegiado. E como não se trata de uma boutade do deputado Luís Eduardo Magalhães, é imperativo orar e vigiar, como sugeriu o senador Randolfe Rodrigues, relator da matéria. Afinal, até Renan Calheiros votou assim.

9 maio 2017 FULEIRAGEM

LUCIO – CHARGE ONLINE

9 maio 2017 JOSELITO MÜLLER

SERRA DESCOLA UMA NAMORADA

SÃO PAULO – Em meio cenário de caos em que se transformou a política brasileira, onde todos parecem estar na iminência de serem presos ou delatas, nem tudo o que se vê são notícias ruins, o que evidencia que o amor, o romantismo e a falta de noção do brasileiro podem sobressair sobre a pilantragem generalizada que toma conta da capital do país.

Após a revelação de que a ex-presidenta Dilma Rousseff revelar que está namorando um ativista LGBT, o ex-ministro José Serra anunciou em sua conta no Tinder que está namorando.

“SEMPRE FUI UM CARA ROMÂNTICO, E FIQUEI ANIMADO QUANDO SOUBE QUE A DILMA ESTAVA NAMORANDO, POIS PENSEI: ‘SE ELA CONSEGUE, EU TAMBÉM CONSIGO”, DECLAROU SERRA.

O tucano revelou que fez sua conta no Tinder há pouco tempo, mas que antes usava um perfil fake, pois tinha medo do julgamento dos eleitores.

“EU USAVA UM PERFIL EM QUE NÃO MOSTRAVA O ROSTO, COM O NICK ‘SARADÃO DO RODOANEL’, MAS FICAVA MUITO NA CARA QUE ERA FAKE”, REVELA.

O casal optou por não revelar a identidade da consorte do tucano, que é aparentemente bem mais jovem que ele.

“DIZEM QUE PANELA VELHA É QUE FAZ COMIDA BOA, MAS AS COROAS QUE ME PERDOEM, MAS EU GOSTO DAS NOVINHA”, BRINCOU SERRA.

9 maio 2017 FULEIRAGEM

SINOVALDO – JORNAL NH (RS)

ZÉ MANÉ – SALVADOR-BA

Berto

Li a manchete abaixo em um Post do site O Antagonista.

Guiomar, em defesa de Gilmar Mendes: “Cumprirá a missão debaixo de saraivadas, mas não recuará”

Imediatamente visualizei a cena…

O ministro Gilmar, sentado na cadeira do seu luxuoso gabinete, tendo d. Guiomar ao seu lado, faz o seguinte comentário:

– Guiomar, não posso me envolver em um processo do seu interesse.

D. Guiomar, com bobs no cabelo e segurando aquele rolo de pastel imenso, responde:

– Gilmar, você cumprirá a missão debaixo de saraivadas, mas não recuará.

Será que algum fubânico já pensou numa charge dessa!?

Abraço,

R. Tá dada sua sugestão, caro leitor. Os chargistas fubânicos podem deitar e rolar.

Guiomar, pra quem ainda não sabe, é a esposa do Ministro Gilmar Boca-de-Buceta.

Alliás, Dona Guiomar é citada na postagem imediatamente abaixo desta, no texto do afiado jornalista Josias de Souza.

Boca-de-Buceta, como já sabemos tem uma verdadeira idolatria idiotal por brilhar no noticiário e aparecer em tudo quando é jornal, rádio, revista e televisão. 

Hoje mesmo, por exemplo, ele foi manchete num jornal petista de grande audiência. Aquele que é conhecido pelo nome de Folha de S.Paulo.

Veja só que destaque e que força o jornal paulista deu pra Boca-de-Buceta e pra sua ânsia de acabar com a Lava Jato, a operação que mandou corruptos que só a porra pra cadeia: (ainda tá faltando Lula…)

Segundo apurou o Departamento de Fuxicos desta gazeta escrota, ao falar em “jogo midiático“, o Ministro Boca-de-Buceta estava se referindo ao Jornal da Besta Fubana.

Fiquei ancho que só a porra quando soube disto.

Ser vítima de calúnia de um cabra safado do porte deste canalha, é um galardão inexcedível!

Aliás, caro leitor, os chargistas que quiserem usar Boca-de-Buceta em seus trabalhos, podem se inspirar na figura do Deputado João Plenário, o impagável personagem criado pelo humorista Saulo Laranjeiras, que vai fechar esta postagem com um vídeo do programa A Praça é Nossa.

Veja só a parecença entre os dois:

9 maio 2017 FULEIRAGEM

GENILDO – CHARGE ONLINE

9 maio 2017 JOSIAS DE SOUZA

JANOT PEDE IMPEDIMENTO DE GILMAR NO CASO EIKE

Rodrigo Janot, procurador-geral da República, protocolou no Supermo Tribunal Federal um pedido para que o ministro Gilmar Mendes seja proibido de atuar em processo envolvendo Eike Batista. O chefe do Ministério Público Federal pede também a anulação de decisões já tomadas por Gilmar, como a concessão do habeas corpus que livrou da cadeia o empresário, hoje em prisão domiciliar.

Chama-se arguição de impedimento a ferramenta manuseada pelo procurador-geral. A petição foi à mesa da presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia. Cabe a ela marcar a data do julgamento do pedido no plenário da Corte. Janot sustenta que Gilmar é suspeito para tratar de Eike porque a mulher dele, Guiomar Mendes, integra os quadros do escritório de advocacia de Sérgio Bermudes, que defende o empresário.

Segundo Janot, Gilmar cometeu uma ilegalidade ao atuar como relator do pedido de liberdade de Eike Batista. O procurador-geral anotou: “Incide no caso a hipótese de impedimento prevista no art. 144, inciso VIII, do Código de Processo Civil, cumulado com o art. 3º, do Código de Processo Penal, a qual estabelece que o juiz não poderá exercer jurisdição no processo ‘em que figure como parte cliente do escritório de advocacia de seu cônjuge, companheiro ou parente, consanguíneo ou afim, em linha reta ou colateral, até o terceiro grau, inclusive, mesmo que patrocinado por advogado de outro escritório’.”

Janot realça em sua petição que, na prática, Eike deve honorários a Guiomar, já que a mulher do ministro do Supremo participa dos lucros obtidos pela banca advocatícia de Sergio Bermudes. “Em situações como essa há inequivocamente razões concretas, fundadas e legítimas para duvidar da imparcialidade do juiz, resultando da atuação indevida do julgador no caso”, anotou Janot.

9 maio 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE


www.cantinhodadalinha.blogspot.com
MÃE SER ESPECIAL

Imaginem como sofre
Aquela mãe passarinho
Que incentiva seu filho
A largar o próprio ninho
Ajudando a criar asas
Para seguir seu caminho.

Na hora que o filho voa,
Pra alívio do coração,
Apossa-se de um rosário,
Vai debulhando oração
Pedindo em cada conta
Que Deus lhe dê proteção.

A mãe é igual a fera
Que acode o filho querido.
É bem capaz de matar
Pro filho não ser ferido.
E vive lambendo a cria
Que se sente protegido

Dá limite é obrigação,
De toda mãe consciente.
Porém nem sempre é assim,
Que o filho podado sente.
Mas pecar pelo excesso,
É coisa de mãe presente

Não é sempre que se acerta
A receita ou a mão
Para aplicar com destreza
A eficaz correção,
E se temos que pecar,
Não seja por omissão.

Existem mães que não têm,
Dos filhos a compreensão.
Ao vê-los bem sucedidos.
Sossegam o coração,
Pois sabem que com certeza
Cumpriram sua missão.

Mãe, mulher especial.
Essa é minha tradução.
Muitas vezes é severa,
Noutras é só coração,
Muitas vezes aclamadas
Noutras renegadas são.

9 maio 2017 FULEIRAGEM

PAIXÃO – GAZETA DO POVO (PR)

MAURICIO ASSUERO – RECIFE-PE

Meu caro Editodos,

estou vendo o crescimento dos membros da redação dessa gazeta escrota tem crescido mais do que o produto interno brasileiro.

Além de Chupicleide, tem agora o Citador de Números e acho que precisaria de uma Porta Voz de Lero-lero.

Vejamos, se não é o caso:

1 – Rui Falcão, tudo de descarga do PT, disse que se alguém prender Lula em qualquer tempo, vai haver revolta porque os movimentos sociais irão botar pra quebrar. Então o Porta Voz de Lero-lero, precisa esclarecer que ele não quis dizer porcaria nenhuma com isso. Lula não está acima da lei e pode ser preso como qualquer outra pessoa.

2 – Lula disse que o juiz Sérgio Moro adiou o depoimento dele porque não tinha provas contra ele. O Porta Voz deve esclarecer que Lula vai prestar um depoimento e que para isso o juiz não precisa de provas. Vai ouvir as lorotas que ele tem para dizer; vai perguntar porque todos os amigos dele o acusam de vantagens indevidas e vai ouvir ele dizer que não sabia de nada. Depois disso, baseado no que ele vai alegar, o juiz vai proferir uma sentença.

3 – Lula disse que o juiz adiou porque queria ouvir Duque antes dele. O Porta Voz precisa esclarecer que se Duque fosse ouvido antes ou depois, não mudaria a situação dele. Agora, ouvindo antes ficou melhor porque ampliou a visão sobre a atuação dele.

4 – A liberdade de Dirceu foi um aviso a Palocci, mas Fachin deu um nó nas tripas do cara mandando o julgamento dele para o plenário e não para a segunda turma. Palocci recorreu pedindo para o julgamento ser feito na segunda turma, na qual três crápulas atuam em favor da Mela Jato. O Porta Voz precisa esclarecer que a ação de Fachin está prevista no regulamento do STF e que os advogados dele deveriam saber disso, pela montanha de dinheiro que recebem.

5 – A soltura de Dirceu foi uma canalhice desmedida. O Porta Voz precisa esclarecer o seguinte: manter Dirceu na cadeia não se trata de antecipação de pena, mesmo porque ele não começou a cumprir a pena a qual foi condenado. Ele estava preso porque há outros crimes dos quais ele está sendo acusado e a soltura dele pode intervir no desaparecimento de provas desses crimes. Assim que saiu da prisão ele já mostrou as asas sendo aclamado no congresso que o PT fez. Se ele tivesse participado, seria ovacionado como herói. Porra, se Gabeira fosse adivinho tinha pedido pra libertar outro cara em troca do cônsul americano. Na verdade é porcaria de lei que nos rege é uma droga porque considera o tempo que o cara tá preso como pena cumprida.

Agradeço mais uma vez pela atenção (fiquei contente ao ver o Cícero Tavares lhe chamar também de Editodos e acho que daqui a pouco os fubânicos vão adotar essa designação) e gostaria de sugerir que faça uma coletânea dos poemas e glosas que o JBF recebe, ponha num livro, mesmo que a renda seja convertida para pagar o salário de Chupicleide…

Abraços

R. Num desapareça não, seu cabra!

Precisamos de você com mais frequência por aqui.

Um dotô professô de universidade federal que raciocina e enxerga a realidade é coisa raríssima neste nossa Banânia contemporânea.

Sua sugestão é excelente: além do incansável e competente Citador de Números, estamos mesmo precisando de um Porta Voz de Lero-lero.

Vou transmitir a sugestão ao Instituto Lula e espero que eles façam uma boa indicação.

Chupicleide manda lembranças.

Abraços e boa semana.

9 maio 2017 FULEIRAGEM

OLIVEIRA – CHARGE ONLINE


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