12 maio 2017 A PALAVRA DO EDITOR

MEIA HORA DE PROSA GOLPISTA

Todas as mentiras e calúnias contidas neste vídeo – covardemente gravado na Sala de Guerra da Globo -, serão cabalmente desmentidas pelo blog Brasil 247, o preferido por 10 entre 10 internautas esclarecidos e lúcidos.

O fubânico petista Citador de Números também externará sua indignada repulsa a este amontoado de mentiras contra nossa querida Iolanda.

12 maio 2017 FULEIRAGEM

CLÁUDIO – AGORA SÃO PAULO

12 maio 2017 DEU NO JORNAL

ARROMBARAM A TABACA DE XOLINHA DE NOVO!

O ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antonio Palocci decidiu negociar um acordo de delação premiada com a força-tarefa da Operação Lava Jato e comunicou a decisão a seu advogado, o criminalista José Roberto Batochio, que defendeu o petista desde que ele foi preso e é contrário aos acordos de delação firmados na Lava Jato.

Palocci está detido na carceragem da Polícia Federal em Curitiba desde setembro de 2016, quando foi deflagrada a Operação Omertà, 35ª fase da operação.

* * *

O final de semana vai ser excelente.

De ontem pra hoje só teve notícia boa.

Cadê tu, Vaccari???

Segue o exemplo dos teus colegas de bando!

Enquanto aguardamos a resposta de Vaccari, vamos comemorar esta excelente notícia com música.

Uma composição do lulo-petista Chico Burque, um profeta que há muitos anos previu que a coisa aqui iria ficar preta.

12 maio 2017 FULEIRAGEM

MICHELÂNGELO – CHARGE ONLINE

12 maio 2017 DEU NO JORNAL

POBRE MARISA LETÍCIA

Ricardo Noblat

Para livrar-se do escândalo do mensalão em 2005, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entregou a cabeça do ex-ministro José Dirceu, o coordenador de sua campanha vitoriosa à Presidência da República.

Para livrar-se do escândalo dos aloprados, quando assessores seus forjaram, em 2006, documentos contra o PSDB, ele entregou as cabeças que pôde, inclusive a do coordenador de sua campanha à reeleição, Ricardo Berzoini.

Pouco antes, havia entregado a cabeça do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci quando restou provado que a máquina do seu governo fora usada para quebrar o sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa.

Nada demais, pois, que Lula tenha se valido de sua mulher, Marisa Letícia, para livrar-se da acusação de que ganhara o triplex do Guarujá como uma espécie de propina paga pela construtora OAS. Maria Letícia está morta.

Foi tudo obra dela, segundo Lula. Foi ela que quis comprar o triplex – ele, não. Quando visitou o apartamento, enxergou nele mais de 500 defeitos. Mesmo assim, ela insistiu em comprar para fazer investimento, ele não.

Marisa visitou o apartamento pelo menos duas vezes, lembrou o juiz Sérgio Moro. Lula retrucou que nunca soube da segunda visita. Admitiu tê-la acompanhado na primeira, da qual há registro fotográfico.

Moro perguntou sobre a reforma do apartamento, que ganhou cozinha moderna, um elevador e outras melhorias feitas pela OAS. Lula afirmou que não encomendou nenhuma reforma. Foi coisa de Marisa, portanto.

Diante da insistência do juiz em arrancar-lhe respostas mais precisas e detalhadas, Lula novamente invocou Marisa: “Perguntar coisa para mim de uma pessoa que já morreu é muito difícil, sabe? É muito difícil”.

O Lula eloquente, imbatível quando desafiado, dono de um estoque inesgotável de frases prontas, deu lugar a um Lula reticente, quase monossilábico em certos momentos, que tentava disfarçar o nervosismo.

Cobrou provas da acusação que pesa contra ele no processo. Mas, quando uma delas foi apresentada, desconversou. Moro perguntou sobre um documento rasurado de compra do triplex encontrado no seu apartamento.

Lula respondeu: “Não sei, quem rasurou? Eu também gostaria de saber”. E sobre o documento em si? Lula respondeu: “Não sei, nunca soube”. Consultou rapidamente o documento e o devolveu ao juiz.

A OAS pagou o armazenamento dos pertences de Lula depois que ele deixou o poder. Foi coisa de Paulo Okamoto, presidente do Instituto Lula, garantiu o ex-presidente. Ele só soube disso muito mais tarde.

Moro não perguntou por que Lula aceitou que a construtora pagasse uma despesa que somente a ele, Lula, caberia pagar. Foi um favor? Foi propina? Foi uma maneira de agradecer pelos contratos que firmou com o governo?

Um interrogatório como o de ontem serve como peça de defesa do réu. Mas serve também ao juiz para ajudá-lo a formar sua própria convicção a respeito da inocência ou da culpa do réu. Como peça de defesa, foi pífio.

12 maio 2017 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)

12 maio 2017 JOSIAS DE SOUZA

LULA: “EU NÃO TENHO NENHUMA INFLUÊNCIA NO PT”

Em depoimento a Sergio Moro, Lula disse que ninguém mais do que ele está interessado em “esclarecer a verdade”. O réu soou vago e contraditório em vários momentos. Noutras passagens, a conselho dos advogados, silenciou. Mas em nenhum trecho do interrogatório o compromisso de Lula com a verdade revelou-se tão maleável quanto no instante em que ele disse ao juiz da Lava Jato: “Eu não tenho nenhuma influência no PT.” Ficou entendido que Lula depondo também é uma pose.

A frase escorregou dos lábios de Lula num instante em que Moro o espremia sobre a inusitada versão de que ele jamais soube da bandalheira que ocorria sob suas barbas presidenciais na Petrobras. Seguiu-se o seguinte diálogo:

– O senhor, tendo indicado ou, pelo menos, dado a palavra final para a indicação ao Conselho de Administração da Petrobras de Paulo Roberto Costa, Renato Duque, Nestor Cerveró e Jorge Zelada, não tinha conhecimento de nenhum dos crimes por ele praticados?

Lula respondeu atacando:

– Não. Nem eu, nem o senhor, nem o Ministério Público, nem a Petrobras, nem a imprensa, nem a Polícia Federal. Todos nós só ficamos sabendo quando foi pego no grampo a conversa do Yousseff com o Paulo Roberto.

Moro insistiu:

– Eu indago ao senhor porque foi o senhor que indicou o nome deles ao Conselho de Administração da Petrobras. É uma situação diferente da minha, eu não tenho nada a ver com isso. Nunca participei dessas negociações.

– O senhor soltou o Yousseff. E mandou grampear. O senhor podia saber mais do que eu.

– Não, eu decretei a prisão do Alberto Yousseff, é um pouco diferente. Mas, enfim, o senhor, tendo indicado essas pessoas, não teve conhecimento de nada disso?

Lula, como de hábito, esquivou-se:

– Nada. Eu indiquei tanta gente!

– O senhor, tendo nomeado toda essa gente, entende que não tem nenhuma responsabilidade pelos fatos que eles praticaram na Petrobras?

– Nenhuma responsabilidade.

Moro ampliou o quadro, tornando o interrogatório ainda mais constrangedor:

– Alguns dirigentes de algumas empreiteiras do Brasil – Ricardo Pessoa, da UTC; Marcelo Odebrecht, da Odebrecht; Léo Pinheiro, da OAS; Rogério de sá, Andrade Gutierrez— admitiram que havia um esquema criminoso na Petrobras de pagamento de percentual de propina nos grandes contratos. Parte dela sendo destinada a executivos da Petrobras, outra parte destinada a agentes políticos e partidos polítcos, inclusive ao PT. O senhor não tinha qualquer conhecimento disso?

– Não, porque quem monta cartel para roubar não conta para ninguém. O presidente da República não participa do processo de licitação da Petrobras, de tomada de preços da Petrobras. É um problema interno da Petrobras.

[…]

– Alguns desses dirigentes citaram como responsável no partido dos trabalhadores pela arrecadação desses valores o senhor João Vaccari Neto. O senhor não tinha conhecimento disso?

– Não. Veja que o Vaccari é tesoureiro do PT há pouco tempo. Nós tivemos vários tesoureiros na história do PT.

– Alguns afirmam que ele fazia isso desde 2007. O senhor não tem conhecimento?

– Ele não era tesoureiro do PT em 2007.

– Depois que vieram à tona as informações acerca desse esquema criminoso na Petrobras, inclusive de valores sendo direcionados a agentes políticos e a partidos políticos, inclusive ao Partido dos Trabalhadores, o senhor, ex-presidente, tomou alguma providência a esse respeito?

Lula pede ao juiz para repetir a pergunta. Moro, pacientemente, repete cada palavras. E o pajé do PT:

– Eu já estava fora da Presidência há quatro anos. E o senhor sabe que um ex-presidente vale tanto quanto um vaso chinês. Um vaso chinês é um vaso bonito que você ganha quando é presidente. Quando você deixa a Presidência, você não tem onde colocar ele. Você não sabe como cuidar de um ex-presidente. Você não sabe como cuidar do tal vaso chinês. Eu era ex-presidente em 2014, quando saíram as denúncias da Lava Jato.

Moro foi ao ponto

– Senhor ex-presidente, com sua influência no Partido dos Trabalhadores, solicitou eventualmente para que fosse realizada uma apuração interna para verificar se os fatos afirmados pelos executivos ou pelos agentes da Petrobras eram verdadeiros?

Lula saiu-se, então, com uma verdade vista com os olhos da pose:

– Sabe que essa influência dentro do Partido dos Trabalhadores é porque o Ministério Público não conhece o PT.

Moro espantou-se:

– O senhor não tem influência dentro do partido?

– Não. Se eles conhecessem o PT não falariam isso. Eu não participo de nenhuma reunião do PT desde que fui eleito Presidente da República, em 2002. Em 2014, quando eu deixei a Presidência (Lula deixou o Planalto em 2010) é que eu voltei a participar. Então, eu não tenho nenhuma influência no PT. Eu tenho influência na sociedade. Quando eu falo, as pessoas me ouvem. Alguns ouvem, nem todos.

Moro insistiu:

– O senhor não solicitou nenhuma providência para que o PT fizesse algum exame…

– Não, porque eu não era dirigente do PT.

O ex-tesoureiro Vaccari está preso. Já sondou a força-tarefa da Lava Jato sobre a hipótese de tornar-se um delator. Mas ainda não abriu o bico. Nos encontros partidários, ainda é aclamado como “herói do povo brasileiro.” Outro petista preso, Renato Duque, já moveu os lábios mesmo sem ter assinado um acordo de colaboração. Contou a Moro que Lula o chamou para conversar, em 2014. Foi levado à presença do “nine”, como o “chefe” era chamado, por Vaccari. Falaram sobre corrupção e contas secretas na Suíça. Lula orientou-o a apagar os rastros.

Indagado por Moro, Lula viu-se compelido a admitir o encontro. ”Tive uma vez no aeroporto de Congonhas, se não me falha a memória, porque tinha vários boatos no jornal de corrupção e de contas no exterior. Eu pedi para o Vaccari, que eu não tinha amizade com o Duque, trazer o Duque para conversar.”

O mesmo Lula que dissera ter lavado as mãos diante da Lava Jato por estar fora da Presidência revelou-se um zeloso ex-presidente: ”A pergunta que eu fiz para o Duque foi simples: tem matéria nos jornais, tem denúncias de que você tem dinheiro no exterior, está pegando da Petrobras. Eu falei: ‘você tem conta no exterior?’ Ele falou: ‘Não tenho’. Eu falei: ‘Acabou’. Se não tem, não mentiu para mim. Mentiu para ele mesmo.”

Moro emendou uma pergunta óbvia: por que não chamou para conversar os outros ex-diretores da Petrobras que frequentavam o noticiário como salteadores dos cofres da estatal? E Lula, agora um petista bastante preocupado com a imagem do PT: ”O Duque tinha sido indicado pela bancada do PT. O PT indicou o Duque com outros partidos… Eu fiquei muito puto. E ele disse que não [tinha contas no exterior].”

Considerando-se que os réus têm o direito de mentir para não se auto-incriminar, a versão de Lula para a lama que engolfa sua biografia não deveria despertar tanto interesse. Mas o líder máximo do PT soou tão surreal diante de Moro que seu depoimento bale quase como uma autodelação. Para dar crédito a tudo o que disse Lula, é preciso acreditar em tantas coisas improváveis que o desafio passa a ser ao bom senso.

* * *

12 maio 2017 FULEIRAGEM

MÁRIO – TRIBUNA DE MINAS

12 maio 2017 EVENTOS

PARA OS LEITORES DO RECIFE – APRESENTAÇÃO DO COLUNISTA FUBÂNICO JESSIER QUIRINO

12 maio 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

12 maio 2017 A PALAVRA DO EDITOR

UM TSUNAMI DE TOLÔTES

De um lado, a retidão, a ombridade, a honradez, a serenidade, o bom senso, a razão, a honestidade, o caráter firme, a integridade e um comportamento que enche de orgulho o peito de todo e qualquer brasileiro de bem.

Do outro lado, uma figura horrenda, uma assombração, uma monstruosidade, uma cagada satânica, um meliante, um sem caráter, um mentiroso, um demagogo, uma figura que é a vergonha de quem tem vergonha na cara.

Foram cinco horas de tolôtes orais cagados por Lapa de Mentiroso durante o interrogatório a que foi submetido pelo juiz Dr. Sérgio Moro.

A repugnante história do demagogo Luiz Inácio Lula da Silva vai ficar marcada por duas siglas: AI e DI.

– Antes do Interrogatório 

– Depois do Interrogatório.

O canastrão foi completamente desnudado.

Os vídeos amplamente difundidos na internet despiram por inteiro esta praga banânica. Esta aberração que só mesmo num  país que tem um eleitorado como este nosso poderia chegar ao mais alto cargo da nação.

E por duas vezes!!!

Puta que pariu!!!

Além da indignação, as imagens do interrogatório também serviram de deboche e de motivo pra darmos boas risadas.

Este jumento é impagável como grande comediante canastrão. (Atenção: não estou ofendendo os jumentos, que isto fique bem claro!)

Depois da destruição que este canalha fez ao Brasil, vamos pelo menos nos divertir com as imbecilidades com que ele nos brindou perante a justiça.

Como penta réu, não custa nada lembrar e repetir.

12 maio 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

ZÉ MANÉ – SALVADOR-BA

Berto

Primeiro, Bumlai jogou toda a culpa em d. Mairisa.

Ontem, LuLLa confirmou que a culpada era d. Marisa.

Começo a achar que a morte de d. Marisa foi queima de arquivo.

Abraço,

R. Este canalha, o Lapa de Safado, se revelou por inteiro com o que falou sobre Dona Marisa.

Ele mostrou quem realmente é por dentro: tripas, bostas e malignidades.

E ainda tem neguinho que o considera um homem reto, digno e honesto…

Como bem costumava dizer a Velha Menininha, minha saudosa avó, “gente besta e mato é o que mais tem neste mundo

É pra lascar a tabaca de Xolinha!

12 maio 2017 FULEIRAGEM

RONALDO – JORNAL DO COMMERCIO (PE)

BANDIDO QUE SE PREZA MORRE JURANDO INOCÊNCIA

Ao tentar esconder a ossada de um crime, Lula tirou do armário o cadáver de outro

Um trecho particularmente relevante do depoimento de Lula parece ter escapado aos redatores de manchete da imprensa brasileira: AO MENTIR SOBRE O PEQUENO APARTAMENTO DE TRÊS ANDARES NO GUARUJÁ, LULA CONFESSOU QUE É O DONO DO SÍTIO EM ATIBAIA.

Vamos à prova oral.

A derrapagem começa aos 13 minutos do vídeo sete do depoimento. Lula admite que Léo Pinheiro e Paulo Gordilho, dois bucaneiros da OAS, estiveram no seu apartamento em São Bernardo do Campo, mas nega que tenham conversado sobre o tríplex. “E o que eles discutiram com o senhor nessa oportunidade?”, quis saber o representante do Ministério Público. Resposta de Lula: “Eu acho que eles tinham ido discutir a questão da cozinha, que também não é assunto para discutir agora, lá de Atibaia”. Tarde demais. Ao tentar esconder a ossada de um crime, Lula tirou do armário o cadáver de outro.

Para resumir o que foi a maior sequência de mentiras desfiadas por um réu desde a criação do primeiro tribunal, recorro a três frases ditas pelo chefão do bando de corruptos do petrolão a Sérgio Moro: “Você acha que quando seu filho tira nota baixa na escola ele chega pulando de alegria para contar? Se puder, ele vai esconder até o senhor saber. Você acha que alguém que começou a roubar vai contar para alguém que ele está roubando?”

Alguém aí achava que Lula chegaria à sala de Sérgio Moro feliz e ansioso por revelar tudo que fez? Um criminoso que se preze morre jurando que é a alma viva mais pura do mundo. Mesmo que morra na cadeia.

12 maio 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

EM HOMENAGEM ÀS MÃES

MÃE – Hermes Fontes

Para dizer-te quem foi a minha mãe, não acho
uma palavra própria, um pensamento bom.
Diógenes – busco-o em vão: falta-me a luz de um facho,
– se acho som, falta a luz; se acho a luz, falta o som!

Teu nome – ó minha mãe – tem  o sabor de um cacho
de uvas diáfanas, cor de ouro e pérola, com
polpa de beijos de anjo… Ouvi-lo é ouvir um riacho
merencório, a rezar, no seu eterno tom…

Minha mãe! minha mãe! eu não fui qual devera!
Morreste e não bebi em teus lábios de cera
a doçura que as mães, inda mortas, contem…

Ao pé de nossas mães – todos nós somos crentes…
Um filho que tem mãe – tem todos os parentes…
– E eu não tenho por mim, ó minha mãe, ninguém!

* * *

PARTIDA DE MINHA MÃE – Zé de Cazuza  

Quem da terra partiu levando um riso,
Estampado nos lábios por lembrança,
Com certeza levava a esperança
De alcançar o perdão no paraíso.

Diz o filho sentindo o prejuízo,
A chorar pela mãe que fez mudança,
Aspirando de Deus a confiança,
De abraçá-la no dia de juízo.

Sobre o seu leito quando morta estava,
Sua bela feição me retratava,
A feição duma santa de capela.

Senti nos olhos arrojado pranto,
A minha mãe que me estimava tanto
Só teve um filho pra chorar por ela.

* * *

SER MÃE – Pedro Fernandes

Mãe que me deu luz e vida
Me abrigou nove meses
Se acordou muitas vezes
Pra fazer minha comida
Quando sentia a mordida
Que eu lhe dava nos seios
De água seus olhos cheios
A mamada não parava
Aí é que me abraçava
Saciando meus anseios.

Se eu dormisse de dia
Ficava a noite acordado
E ela ali do meu lado
Cochilava e não dormia
Se a noite estivesse fria
Me agasalhava na manta
A fé de mãe era tanta
Enquanto embalava o berço
Ia dedilhando um terço
Rezando pra outra santa.

Mãe, é fonte de candura
Roseira que exala amor
Seu sopro alivia a dor
O seio jorra doçura
Seu colo tem a fofura
Do capucho de algodão
Uma usina de perdão
Sinfonia que me embala
A voz da razão que fala
No palco do coração.

* * *

Domingos Fonseca

Toda mãe por qualquer filho
Se iguala num só amor
As mães: de Cristo e de Judas
Sofreram a mesma dor
Uma pelo filho justo
A outra pelo traidor.

* * *

João Paraibano

Branca, preta, pobre e rica,
Toda mãe pra Deus é bela;
Acho que a mãe merecia
Dois corações dentro dela:
Um pra sofrer pelos filhos;
Outro pra bater por ela.

* * *

Francisco das Chagas

Não encontro adjetivo
Para minha mãe querida
Ela é o ar que eu respiro
Meu mundo, minha guarida
A minha mãe não é Deus
Mas foi quem me deu a vida.

12 maio 2017 FULEIRAGEM

DUKE – SUPER NOTÍCIA (MG)

ALAMIR LONGO – QUARAÍ-RS

Prezadíssimo Editor Luiz Berto,

A criatividade humana não tem mesmo limite.

Pois agora inventaram na Venezuela, uma bomba para fazer frente ao conhecidíssimo “coquetel Molotov.

Foi batizada de “puputov”.

Veja a composição química do referido artefato que está botando as tropas de Maduro pra correr:

R. Pra combater um ditador bosta dirigindo um regime de merda, só vai mesmo com Coquetel Excrementov.

O que eu acho mais interessante nesta crise que assola o país vizinho, é o silêncio tumular das zisquerdas banânicas.

Não dão um pio sequer sobre a Venezuela que eles tanto adoram, ao lado de Lula e de Dilma.

Um silêncio ensurdecedor, mesmo depois depois da morte de mais de 40 cidadãos massacrados nas ruas de Caracas.

A repressão sangrenta contra o povo que se manifesta não mereceu uma única palavra até agora dos vermêios.

Até o fubânico zisquerdista Citador de Números – que faz pra mais de 313 comentários em apenas uma hora -, tá caladinho, caladinho.

Parece até que mudou de ceguinho pra mudinho.

12 maio 2017 FULEIRAGEM

SINOVALDO – JORNAL NH (RS)


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