14 maio 2017 FULEIRAGEM

AMARILDO – A GAZETA (ES)

14 maio 2017 DEU NO JORNAL

REGISTRADO EM CARTÓRIO

Mônica Moura registrou em cartório um screenshot do crime cometido por Dilma Rousseff, que escreveu um e-mail para João Santana, marido de Mônica, avisando que ele seria preso.

O foi documento lavrado em 13 de julho de 2016 no 1º Tabelionato Giovannetti em Curitiba.

* * *

Minha querida amiga Cabeça-de-Fossa, Tesoureira do Comitê Municipal do PT em Palmares, já desmentiu tudo.

Ela disse que documento nunca provou nada, em lugar algum deste mundo.

Documento e merda são uma coisa só.

Sobretudo quando são documentos contra o PT.

Segundo Cabeça-de-Fossa, isto é mais uma canalhice da SGG – Sala de Guerra da Globo, uma invenção demoníaca que foi revelado ao mundo pelo bravo e patriótico blog Tijolaço, tudo confirmado pela página Brasil 247, um espaço idôneo e que só publica a mais pura verdade.

A Sala de Guerra da Globo, onde são forjados os documentos contra Lula e contra o PT

14 maio 2017 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA (ES)

14 maio 2017 JOSIAS DE SOUZA

COMITÊS SE UNIAM PARA ENGANAR TSE, DIZ MARQUETEIRO DO PT

João Santana, o marqueteiro das campanhas eleitorais do PT, disse em depoimento à Lava Jato que as tesourarias de candidatos rivais promovem acordos subterrâneos para enganar o Tribunal Superior Eleitoral. Combinam os valores que irão declarar na prestação de contas oficial. Com isso, dão aparência de normalidade à contabilidade. E se esbaldam no caixa dois, “uma prática generalizada.”

Santana insinuou que esse tipo de acerto foi feito na campanha de 2014 entre os comitês da petista Dilma Rousseff e do tucano Aécio Neves (veja no vídeo acima, a partir de 12min57s). “O oponente direto também é obrigado. Quando se declara um preço, ele não pode se afastar tanto desse preço, para não ter disparidade, desconfiança. E o que acontece? Existe um acordo informal entre as campanhas. Mesmo campanhas que vão se digladiar, arrancar sangue. Os coordenadores financeiros conversam entre si. ‘Olha, o meu preço vai ser esse’. E o outro chega perto ou passa.”

O marqueteiro acrescentou: “Existia esse tipo de acordo. Não só entre essas campanhas [presidenciais], como campanhas de governadores, de prefeitos. Os tesoureiros de campanha conversavam entre si. Isso eu sei porque conversavam. Todos vão me desmentir, mas é verdade.”

Durante o depoimento, Santana vangloriou-se de ter conseguido puxar para o alto a escrituração do valor que cobrou do comitê de Dilma: coisa de R$ 70 milhões, noves fora a verba que transitou por baixo da mesa, no caixa dois – uma parte depositada pela Odebrecht em conta secreta na Suíça.

O procurador da República que interrogava João Santana enxergou nas declarações do delator uma tentativa de tratar como normal algo que é criminoso. Lembrou ao depoente que, se os marqueteiros não admitissem receber dinheiro sujo no exterior, as campanhas seriam “mais limpas, honestas e democráticas.” Disse mais: “Financiamento em caixa dois torna a campanha desigual, principalmente quando é reeleição e o candidato já está no poder.”

O marqueteiro não deu o braço a torcer: “…Torna desigual, mas essa que se chama de violar a democracia, todos violam. Pequenos e grandes. Cada um à sua maneira. E se associam para violar. É uma prática generalizada o caixa dois.” O procurador insistiu: “[…] O senhor tem que ter essa consciência de que praticou uma ilicitude e faz parte de uma engrenagem muito nociva.”

E João Santana se enquadrou: “Sem dúvida alguma. E me arrependo profundamente. Inclusive pelo sofrimento pessoal, o sofrimento político, moral, familiar e empresarial que eu estou sofrendo. Isso sem dúvida. Eu não me isento disso. O senhor tem toda razão nesse aspecto.”

* * *

Clicando aqui, você chega a todos os vídeos que compõem a delação de João Santana e de Mônica Moura, sua mulher e sócia.

14 maio 2017 FULEIRAGEM

FRANK – A NOTÍCIA (SC)


STAND-UP COM POESIA

SE O TEMPO VOLTASSE

Se de repente
Subitamente
O ontem voltasse
Criança eu virasse
Se você quer saber
Eu não queria crescer
Se o tempo voltasse
Eu faria uma casinha
Ia brincar de médico
Só nós dois, eu e você.

* * *

LEILÃO

Quem me dá
Um tostão furado
Num coração quebrado
Sem chance a vista
De ser recuperado

Quem arremata
Esse exemplar da raça
Boêmio, notívago…
Dormindo na praça

Quantos reais
Valem a prenda
Façam oferendas
Quem dá mais?

Façam seus lances
Que não seja o mínimo
Deem uma chance
Que de lábia ele é o fino

Ninguém se habilita
Estou mal na fita
Essa minha desdita
A mim inquieta
Ninguém quer comprar
O coração de um poeta?

* * *

MEU LIMITE

Meu limite
Está no infinito
E no desvão
Entre o principio
E o fim, estou eu
Pintando o sete…
E está você
Sem o que fazer
Julgando a mim.

* * *

ÓCULOS ESCURO

Usei óculos escuro
No meio da noite
A injustiça me cega
E se você não sabia
Ela também acontece
À luz do dia.

E sem óculos
Eu não a enxergo.

14 maio 2017 FULEIRAGEM

LUSCAR – CHARGE ONLINE

14 maio 2017 RUY FABIANO

O FIM DA NOVA REPÚBLICA

Entre os múltiplos espantos da Era PT, nenhum supera a circunstância anômala de, ao longo de treze anos, não ter havido uma oposição, nem de fato, nem de fachada. O PT reinou, absoluto.

Mesmo no período do regime militar, com todas as limitações ao livre exercício da política (não havia pluripartidarismo e os mandatos podiam ser cassados pelo Executivo), vicejou uma oposição aguerrida, centrada no extinto MDB.

E foi essa oposição que acabou por conquistar a sociedade civil, minar a credibilidade do regime militar e, por fim, derrubá-lo, sem enfrentamento. Surgiu então o que se convencionou chamar de Nova República, que, como se veria, não era nem nova, nem muito menos republicana – e sai de cena agora, com a remoção do PT.

Os militares voltaram para a caserna e os políticos, numa expressiva amostragem, para a cadeia. Mas esse não é o ponto. O essencial é entender por que se estabeleceu o vazio oposicionista.

A Lava Jato vem esclarecendo, gradualmente. A roubalheira promovida pelo PT não excluiu a dos adversários. De certa forma, a ocultou, pela desproporção entre ambas. A escala petista extrapolou a convencional, dos milhões. Ultrapassou até a dos bilhões. O TCU examina, presentemente, contratos irregulares do BNDES que somam a singela quantia de R$ 1, 3 trilhão. Nada menos.

Ontem, a Polícia Federal, em operação denominada Bullish, revelou que uma fração dessa dinheirama – R$ 8 bilhões – atendeu a um único frigorífico, o Grupo J & F, dono da marca Friboi.

Mas o que são R$ 8 bilhões diante de R$ 1,3 trilhão, que, além de atender empresários amigos, como os da Friboi, providenciaram obras de infraestrutura em países bolivarianos e ditaduras africanas? Entre outras, porto e malha aeroportuária em Cuba, metrô em Caracas, porto no Uruguai, estradas na Bolívia etc.

O Brasil, não tendo problemas de infraestrutura, empenhou-se generosamente em resolver os dos vizinhos. Não todos, claro: só os com assento no Foro de São Paulo. A auxiliá-lo, o braço laborioso das empreiteiras patriotas: Odebrecht, OAS, Andrade Gutierrez etc.

A oposição não foi esquecida, como revelou a delação da Odebrecht; ficou com as migalhas do banquete. Mas roubo é roubo. Se alguém rouba um Mercedes-Benz e outro um Fiat Uno, ambos são ladrões e estão inclusos no mesmo artigo do Código Penal.

Pois bem: a oposição optou pelo Fiat Uno, e agora começa a aparecer sua frota de calhambeques, que mostra que pelo menos não ficou a pé. Isso explica a pouca ênfase dos tucanos no curso do impeachment (efetuado por imposição das megamanifestações de rua) e a insistência em sustentar a honestidade da ex-presidente Dilma Roussef, desmentida nas delações da Odebrecht – e confirmada pelos marqueteiros João Santana e Mônica Moura.

A delação dos marqueteiros, tornada pública na quinta-feira, um dia após o depoimento de Lula ao juiz Sérgio Moro, confirma o termo “organização criminosa”, cunhado pelo ministro Celso de Mello, do STF, ao tempo do Mensalão, para definir o PT e seus aliados.

A questão é: quem não era aliado? É claro que há exceções, mas no plano individual. Há, sim, gente honesta no Congresso, mas impotente para se sobrepor aos tentáculos da sofisticada organização criminosa, carinhosamente apelidada de Orcrim.

O que, pois, hoje, está em jogo é a busca desesperada de uma “saída política” que reduza ao mínimo o universo de sentenciados. Anistia-se o pessoal do Fiat Uno (caixa dois e delitos menores), pune-se uma parcela dos ladrões de Mercedes-Benz (admite-se a esta altura o próprio Lula, o Chefe) e poupa-se a organização. A Orcrim.

Há empenho quanto a isso nos três Poderes, o que explica os recentes atritos entre ministros do STF – e destes com procuradores do Ministério Público. O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na segunda turma do STF, foi voto vencido na soltura de José Dirceu. E, para evitar novo revés, decidiu remeter o pedido de habeas corpus de Antonio Palocci ao plenário da Corte.

Palocci, diante do panorama com que a semana se encerrou – fechamento do Instituto Lula, depoimento desastroso do ex-presidente a Sérgio Moro, delação de Mônica Moura e João Santana e Operação Bullish -, decidiu reativar sua delação premiada.

A Lava Jato sai fortalecida de uma semana que se iniciou na sequência do revés representado pela soltura de José Dirceu. Vem aí o strip-tease do sistema financeiro, diante do qual tudo o que se viu até aqui é apenas aperitivo para o banquete que se descortina.

14 maio 2017 FULEIRAGEM

BENETT – GAZETA DO POVO (PR)

LULA-2010 CONFESSOU O QUE LULA-2017 ESCONDE

Em 7 de outubro de 2010, empenhado no segundo turno da sucessão presidencial, Lula desembarcou em Angra dos Reis para batizar a plataforma P-56 da Petrobras. Caminhando de um lado para outro, o palanque ambulante revelou o que acabaria por transformá-lo, neste maio de 2017, num forte candidato à cadeia:

“Teve um tempo que a diretoria da Petrobras – não é no seu tempo não, Zé Sérgio – achava… achava que era o Brasil que pertencia à Petrobras, não era a Petrobras que pertencia ao Brasil. A ponto de ter presidente que falava: ‘A Petrobras é uma caixa preta, ninguém sabe o que acontece lá dentro’”.

Enquanto José Sérgio Gabrielli, então presidente da empresa, e Luiz Fernando Pezão, vice-governador do Rio, se juntaravam no sorriso abobalhado, o estadista de picadeiro derrapou na confissão:

“No nosso governo ela é uma caixa branca. E transparente. Nem tão assim…. Mas é transparente. A gente sabe o que acontece lá dentro e a gente decide muitas das coisas que ela vai fazer”.

Sete anos depois,, a caixa transparente ficou preta durante o depoimento a Sérgio Moro: “Um presidente da República, nos oito anos que eu fiquei na Presidência da República, a gente não tem reunião com a diretoria da Petrobras”, desconversou Lula.

Intrigado com a informação, Moro perguntou: “Senhor presidente, o senhor tendo nomeado, indicado, pelo menos dado a palavra final para a indicação ao conselho de administração da Petrobras de Paulo Roberto Costa, Renato Souza Duque, Nestor Cuñat Cerveró, Jorge Luiz Zelada, o senhor não tinha conhecimento de nenhum dos crimes por eles praticados enquanto diretores da Petrobras?”. Um surpreendentemente lacônico Lula limitou-se a uma resposta monossilábico: “Não”

“Ou desse esquema criminoso que alguns deles começaram?”, insistiu Moro. “Não. Nem eu, nem o senhor, nem o Ministério Público, nem a Petrobras, nem a imprensa, nem a Polícia Federal”, viajou o ex-presidente. “Todos nós só ficamos sabendo quando foi pego no grampo a conversa do Yousseff com o Paulo Roberto Costa”.

Em outro trecho do depoimento, o representante do Ministério Público voltou ao tema. Vale a pena reproduzir o diálogo:

MP: “Senhor ex-presidente, o senhor foi o responsável por indicar o senhor José Eduardo de Barros Dutra para a presidência da Petrobras?”

Lula: “Fui. Fui.”

MP: “Foi uma indicação pessoal do senhor?”

Lula: “Indicação do presidente da República não é pessoal. A indicação de uma instituição chamada Presidência da República”.

MP: “Perfeito. O senhor”.

Lula: “Que é ele e o governo”.

Perdido, o depoente enveredou pela trilha do penhasco:

“Lamentavelmente, quando as pessoas assumem uma empresa importante como a Petrobras, as pessoas viram petroleiros. Ou seja, as pessoas passam a tomar decisões dentro do conselho da Petrobras e não precisam ouvir o presidente da República”.

Como todas as mentiras que desfiou no depoimento que consolidou sua liderança no ranking mundial dos especialistas em perjúrio continuado, também essa tropeçou em uma das inúmeras discurseiras que circulam na internet. Lula o tempo todo prova que Lula mente. Confrontados os vídeos, fica provado que, como Lula-2010 confessou, Lula-2017 é apenas um caso de polícia implorando pela condenação.

14 maio 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

ONDE ESTÁ A BÚSSULA MORAL?…OU DEUS É ATEU!

Quem lê minha coluna e interpreta os parcos pensamentos que dela se originam já percebeu que sou um crítico costumaz das atitudes do atual papado e consequentemente de suas ramificações, especialmente no concerne aos bispados e arqui-bispados brasileiros.

Mas o que tenho eu em relação ao Monarca do Estado Independente do Vaticano, Pontifex Maximus e Líder da Igreja Católica Apostólica Romana? Nada. Nem contra um, nem contra o outro (a pessoa de um de outro é a mesma, as funções não).

Como não sou católico em nada interferem na minha vida espiritual os desígnios, bulas e decisões do Papa, muito menos em minha consciência moral. Tampouco as decisões seculares do Monarca Francisco I em termos de política interna ou externa tem grande relevância em minha vida. Exceto quando estas políticas maximizam os preços de visita ao complexo do Vaticano e, isto na única vez que o visitei. Mas ai tenho a liberdade de escolha, preço insatisfatório, não vou.

Mas quando os braços da superestrutura da Igreja Católica têm influência nas políticas, conflitos e na sociedade brasileira, bom isto influencia minha vida. E partindo desta ótica posso sim opinar e criticar.

A Igreja católica é uma estrutura relevante no Brasil, o maior país católico do mundo e na américa latina, única zona do globo onde ainda cresce o número de católicos.

Claro que não sou imbecil de acreditar nos dados do Vaticano que indicam 150 milhões de católicos no Brasil. Nem a Cúria acredita nestes números, seria algo como dizer que a Seleção Argentina de Futebol tem 150 milhões de torcedores quando o país, Argentina, não têm nem 50 milhões de habitantes. Puro chute! Quem deve ter fornecido estes números ao Vaticano foi algum dos institutos de pesquisa brasileiros, os mesmo que colocam Lula na frente da corrida presidencial.

Mas, em suma, a Igreja católica é, sim, relevante na sociedade brasileira, independente de números. E, ela (Igreja) se imiscui, indevidamente e as vezes até criminosamente, no cotidiano de nossa sociedade. As pastorais da terra e carcerária protegem e apoiam ações criminosas, defendem bandidos. Bispos protegem padres pedófilos que destroem a vida e os sonhos de crianças Brasil afora.

E principalmente nos últimos tempos a Cúria brasileira, através da CNBB, vem defendendo o indefensável. Vem defendendo os corruptos de esquerda, ladrões, põe sua máquina a trabalho daqueles bandidos que vilipendiaram o Brasil. Vimos por ai missais que pregam orações contra as reformas necessárias no país e contra o Governo legítimo que eles alcunham de golpista.

São padres e padrecos vermelhos que perderam todo o senso crítico e principalmente a bússola moral.

O alto clero sempre gostou das benesses do poder e do dinheiro e, privou de condições de desfrutar dos prazeres mundanos inclusive da gula e da carne. E agora nossos bispos vem dar uma de socialistas. Socialistas do pau oco! Quero ver a Igreja pagando impostos e eles doando terras improdutivas da Cúria para reforma agrária.

Francisco, o Papa, é socialista e populista, substituiu um Papa conservador pouco carismático. Elegeu-se no esteio do populismo de esquerda (no discurso pelo menos) que tomou conta do mundo e é claro mais fortemente da américa latina, quintal do Vaticano.

Suas prelações, atitudes e conduções devem envergonhar qualquer católico. Abraça facínoras e tiranos (Fidel, Chávez e Maduro), submete-se a espetáculos grotesco ao lado de figuras grotescas (o caso de Cristo com a foice de Evo Morales) e ignora solenemente os dogmas de sua Fé (se é que ele tem alguma).

No plano espiritual pouco me importa. Mas deve confundir bastante seu rebanho. Já quando torna suas convicções em atos políticos, como o fez ao negar-se ao vir ao Brasil atendendo convite dos legítimos governantes do país, isto afeta a todos nós brasileiros.

Os últimos meses tem mostrado a CNBB, padres e bispos brasileiros enlouquecidamente agindo em defesa de corruptos e ladrões, defendendo o indefensável.

Vejam só a Igreja iria usar a Catedral de Curitiba em um ato pró-Lula, no último dia 10. Só desistiu em cima da hora, com uma desculpa esfarrapada porque percebeu o tamanho do tiro no pé. As notas da CNBB contra as reformas propostas pelo Governo, quem este Bispos acham que são? Agentes políticos? Pois que se candidatem então!

Se a Igreja quer ajudar os pobres brasileiros que dê o exemplo e abra ou socialize seus cofres com estes pobres. Mas não se imiscua em política partidária.

Causa-me espanto que padres, pessoas que têm um mínimo de estudo teológico, abracem a fé marxista. A mesma fé marxista que prega o fim das religiões, que prega o ateísmo.

Compreendo, até, que a doutrina marxista combata a religião que alcunha de ‘ópio do povo’, pois esta ao focar assuntos espirituais desviaria o foco do proletariado das questões sociais essenciais, segundo eles (os marxistas), ao fenômeno utópico da revolução.

Mas que os religiosos releguem a Bíblia em prol do ‘Capital’ de Marx não é estranho, é burrice! Aliam-se aos que querem destruí-los.

Neste ínterim tem, a CNBB, todo apoio do Vaticano. O Papa Francisco, como já disse elegeu-se dentro do contexto do crescimento do populismo de esquerda em seu quintal.

Mas os tempos mudaram. Os caudilhos populistas estão sendo desmascarados, cassados e caçados um a um. Seja pelo voto popular como na Argentina, EUA e Perú, pela ação da justiça sob a pressão das ruas como no Brasil ou na porrada mesmo como na Venezuela.

Este provavelmente será o destino do caudilho da esquerdas Francisco I, o ostracismo. Espero que não se transforme, antes de seu ocaso, no tão temido anti-papa, aquele que submeteria a Igreja Católica a derrocada final. Irônico que o anti-papa possa ser alguém que ocupou o Trono da São Pedro.

Em que pesem as críticas o Vaticano e a Igreja ainda são pontos de equilíbrio importantes em um mundo de radicais e velozes transformações como o nosso.

Que Francisco repense sua posições, reaproxime-se dos dogmas da religião que lidera e ciente da sua importância (dele e da religião) converta-se ao catolicismo romano, permitindo que a Igreja surja ressurreta.

Já nossos padres e bispos no atual contexto me enojam. Pois aqueles que deveriam servir de líderes, de guias ao rebanho sofrido e vilipendiado lhe viram as costas. Quem deveria proteger o rebanho se alia aos lobos que tentam destruí-lo. Aqueles que deveriam exalar o doce perfume da moralidade ostentam, com indisfarçado orgulho, o cheiro podre da imoralidade socialista.

Chafurdam na lama do pensamento de Marx e aliam-se aqueles que em nome do partido, da utopia e, principalmente, do próprio bolso roubaram o Brasil. Moral? Moral para que? A moral da Igreja brasileira aponta para o Inferno de Marx.

Estes homens, os líderes da Igreja católica brasileira, perderam ignoraram sua fé e perderam qualquer bússola moral. Já não podem mais liderar um rebanho.

Mas e se forem apenas uma minoria? Então porque os demais se calam? Medo. Por que têm respaldo do Vaticano? Aqueles que são contra esta heresia que se manifestem. Burke já dizia ‘para o triunfo do mal só é preciso que os bons homens não façam nada’.

Por isso eu não me calo. Por isso eu cobro atitudes e critico, ante toda esta ignomínia não há como ficar calado.

Encerro com uma reflexão: Ante todos estes desmandos no seio da Cúria Romana e nas suas ramificações latinas, especialmente no Brasil, só posso concluir que na atual conjuntura da Igreja Católica Apostólica Romana, DEUS É ATEU!

* * *

NOS TEMPOS E TEMPLOS DE CRISTO

Só para complementar o que penso das atuais posições da CNBB (agora também conhecida como Confederação Nacional dos Bandidos de Batina) apresento uma alegoria histórica.

Se a CNBB existisse e atuasse na Jerusalém do ano 33 da era vulgar, ou seja no ano da crucificação de Jesus o Cristo, sua conduta amoral, quero dizer, moral a levaria a apoiar ou levar a cabo as seguintes atitudes:

– A CNBB tomaria conta do Templo, onde solicitaria ao Governo isenção de impostos por tratar-se de Igreja;

– Apoiaria a estatização (transformação em empresa pública) dos vendilhões do Templo com a posterior nomeação de indicados políticos de Roma para administrar o novo negócio;

– Cobraria pelo apoio 5% de propina, quero dizer, dízimo dos vendilhões. Dividindo em partes iguais com Herodes;

-Usaria parte dos ‘recursos’ para pagar o cabeleireiro de Salomé;

– Financiaria, com 30 dinheiros, o exército de sicários, liderado por Judas;

– No julgamento popular pediria a absolvição de Barrabás;

– Lançaria e apoiaria Pôncio Pilatos como candidato a reeleição para o cargo de Governador da Judeia.

E o tal de Yeshua ben Yosef, mais conhecido como Jesus, O Cristo?

Quem este esseniozinho pensa que é? Diriam nossos Bispos vermelhos.

Jesus que se fo…ferre! Completariam.

14 maio 2017 FULEIRAGEM

RONALDO – JORNAL DO COMMERCIO (PE)

14 maio 2017 DEU NO JORNAL

PROVA IRREFUTÁVEL

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da operação Lava Jato na primeira instância, disse neste sábado (13), em um evento em Londres organizado por brasileiros que estudam em universidades britânicas, que juízes não podem julgar pensando na consequência política que a decisão irá gerar.

Em apresentação no Brazil Forum UK, o magistrado foi questionado sobre a exposição de juízes na mídia e respondeu: “não creio que isso gera um grande problema, desde que não invadam política partidária”.

O ex-ministro da Justiça e Advogado-Geral da União no governo Dilma Rousseff, José Eduardo Cardozo, também participou do debate em Londres.

* * *

Há pouco tempo o Juiz Moro foi fotografado ao lado de Aécio Neves

Na foto apareciam também Geraldo Alckim e Michel Temer.

E o detalhe mais incriminador: Moro e Aécio estavam se rindo-se!!!!!

Um servindo água mineral pro outro, como dois bons amiguinhos.

Quando esta foto veio a público, minha querida amiga Cabeça-de-Fossa, tesoureira do Diretório Municipal do PT em Palmares, me mandou imediatamente uma mensagem dizendo “Tá vendo? Moro é mesmo tucano!

Segundo ela, “uma imagem vale por mil palavras” (embora ela tenha usado palavras pra dizer isto…)

Neste evento em Londres, realizado ontem, o juiz foi fotografado ao lado de José Eduardo Cardozo, fundador do PT, petista militante e ex-ministro da justiça de gunverno do PT.

E Cardozo fazendo um ar de riso.

Com a implacável capacidade de raciocínio lógico de todo petista – coisa que a gente vê todo dia aqui no JBF e que é uma característica extensiva aos militantes das zisquerdas banânicas de um modo geral -, tenho certeza que Cabeça-de-Fossa vai provar que, agora, moro virou petista.

Esse Dr. Moro me enganou por um bom tempo, mas a partir de hoje ele vai ver o cacete que vou dar nele…

14 maio 2017 FULEIRAGEM

CLAYTON – O POVO (CE)


http://www.apoesc.blogspot.com.br
O AMOR DA MÃE DA GENTE

Só uma mãe se dedica,
Dando a vida pelos filhos.
Sem temer os empecilhos,
Por ele se sacrifica.
Seu amor se multiplica,
Se um filho está doente.
Jamais fica indiferente,
É grande a bondade sua;
Não há quem substitua
O amor da mãe da gente.

Se um filho sai pra brincar,
Na companhia de um amigo,
Pensa logo no perigo,
E o aconselha a ficar.
Jamais pensa em confiar,
Mesmo que seja parente.
Desconfiada e temente,
Vai procurá-lo na rua;
Não há quem substitua
O amor da mãe da gente.

Seu abraço verdadeiro,
Tem o carinho mais puro,
Deixando a gente seguro,
Nos tomando por inteiro.
Não há valor em dinheiro,
Que supere este presente,
Nem calor mais envolvente
Que a nossa alma usufrua;
Não há quem substitua
O amor da mãe da gente.

Carrega sempre a doçura,
O coração sempre amável,
Numa fonte inesgotável
De amor e de ternura.
Se mostra sempre madura,
Se um filho é confidente.
Se aconselha é prudente,
Não se zanga e nem se amua;
Não há quem substitua
O amor da mãe da gente.

14 maio 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

14 maio 2017 A PALAVRA DO EDITOR

ACERTOU NO FURICO DO BAITOLA

Um edificante diálogo aconteceu ontem entre um xibungo e um não xibungo.

Foi uma troca de mensagens entre o jornalista baitólico Reinaldo Azevedo, petista e doador do orifício pecaminoso, e o jornalista diabólico Diogo Mainardi, eterno oposicionista.

Vejam só que conversa da porra:

14 maio 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

ESTÁ CHEGANDO A HORA

Lula finalmente prestou depoimento a Sérgio Moro. Encontraram-se em pessoa, falaram olhos nos olhos. Nada aconteceu de espetacular. Não houve briga de torcidas em Curitiba, nem troca de ofensas entre depoente, juiz e promotores. Quem achava que Lula é culpado continua achando, quem achava que Lula é inocente não mudou de ideia. Assunto encerrado.

Encerrado, pois a disputa hoje é menos no campo jurídico do que no eleitoral. É difícil acreditar que tantos delatores diferentes façam descrições tão parecidas do método petista de redistribuir a renda dos outros se algo não for verdade – e sabendo que, se mentirem, perderão as vantagens que já obtiveram e ficarão na cadeia. Lula, no depoimento, vacilou algumas vezes: garantiu que não tem influência no PT, nem no Instituto Lula, e que sua esposa decidia negócios de centenas de milhares de reais sem consultá-lo. Moro, um juiz duro, certamente esteve atento a esse tipo de detalhe.

A sentença de Moro, com possível condenação, deve sair em junho. Lula terá uns 13 meses até que o PT o lance candidato à Presidência da República. Mas, nesse período, se o Tribunal Regional Federal confirmar uma eventual condenação, Lula vira ficha suja e fica inelegível. Os magistrados poderão até permitir que se defenda em liberdade até o processo transitar em julgado, mas ele não poderá ser candidato. E, com o número de processos que sofre, eleger-se presidente é sua única boa saída.

Nus, em segurança

Detalhe saboroso da delação do marqueteiro João Santana e de sua esposa, Mônica Moura: o líder do PT no Senado, Delcídio do Amaral, exigiu que parte das contribuições de empreiteiras à sua campanha fosse depositada em conta clandestina no Exterior. A negociação foi feita na sauna da casa de Delcídio, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Justo: na sauna, nenhum negociador teria como ocultar gravadores ou câmeras.

Vantagem extra

E ninguém teria como botar a mão no bolso dos outros.

Odebrecht? Café pequeno

Marcelo Odebrecht e seus 77 diretores fizeram uma radiografia notável da circulação de dinheiro não só em campanhas eleitorais, mas também como retribuição a atitudes amigáveis dos poderosos da época. Mas nada foi tão espetacular como a delação premiada de João Santana e Mônica Moura: enquanto a Odebrecht se aproximava dos cofres públicos de maneira protocolar – heterodoxa, sim, mas protocolar – João Santana e Mônica Moura é como se fossem da família, conheciam tudo por dentro. Surgiram então as bombas: a narrativa de Mônica segundo a qual o ministro da Justiça de Dilma, José Eduardo Cardozo, contava à presidente tudo que conseguia saber – e não deveria saber, quanto mais espalhar – sobre as ações da Polícia Federal na Lava Jato; e como Dilma, operando um e-mail falso, passava as informações sigilosas aos marqueteiros. Nas duas delações, ambos garantiram que Lula e Dilma sabiam tudo sobre as doações premiadas, e que Lula era o comandante-chefe do esquema – “a instância final”, como o chamavam. E que Dilma, quando tinha uma informação sigilosa a passar-lhes, sem risco de ser interceptada, levava Mônica para passear numa varanda ou nos jardins do palácio.

Detalhes saborosos

Algumas despesas que, conforme Mônica Moura, Dilma Rousseff lhe pediu para pagar: ao cabeleireiro, R$ 40 mil; a uma dama de companhia, R$ 4 mil mensais durante quase um ano; a um operador de teleprompter, (aquele vídeo em que corre o texto para quem fala na TV) R$ 95 mil. A Secretaria de Comunicações tem operadores de teleprompter, a EBC tem operadores de teleprompter, mas Dilma só aceitava um, e pagava por fora.

Carne queimando

A Operação Bullish (referência ao nome em inglês de manobras para elevar o preço de ações em bolsa) atinge a J&F, dona do JBS, maior produtor mundial de carne bovina. Mas a Polícia Federal investiga principalmente como é que o BNDES Participações entrou com mais de R$ 8 bilhões para financiar o crescimento do grupo. É operação para ir longe.

Sem fantasia

O programa de TV do PSDB foi muito interessante: insistiu na ética. Um dos políticos que mais destaque obtiveram foi o presidente nacional do partido, senador Aécio Neves, atingido por delações premiadas. E, segundo depoimento de Renato Duque, ex-diretor da Petrobras, foi apontado por José Dirceu como responsável pela nomeação de uma pessoa de sua confiança numa diretoria da empresa. Aécio não falou sobre isso. O partido, ao que se saiba, ainda não buscou apurar como um dos principais dirigentes da oposição conseguiu nomear gente sua num Governo petista. A troco de que? A propósito, quem é que Aécio teria indicado?


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