5 junho 2017 FULEIRAGEM

MYRRIA – A CRÍTICA (AM)

5 junho 2017 A PALAVRA DO EDITOR

UMA TERRORISTA BANÂNICA VERMÊIO-ISTRELADA

O ator Antonio Pitanga, pai da atriz Camila Pitanga, é conhecido nos meios artísticos e no submundo da fuxicagem como sendo o que se costuma chamar de “bem dotado“.

Quer dizer, o nosso talentoso ator é um cabra que tem uma pajaraca descomunal.

Em matéria publicada na revista IstoÉ, no ano de 2001, Antonio Pitanga assumiu publicamente esta condição e declarou orgulhoso que ele e o saudoso jogador Garrincha (curiosamente nascido em Pau Grande-RJ), eram as duas celebridades que tinham os cacetes de maior centimetragem na história de Banânia!

No caso de Pitanga, desconfia-se que tenha uma bimba do mesmo tamanho da bimba de Garrincha, que seria de exatos 25 cm. Clique aqui para ler a matéria da revista.

Antonio Pitanga é casado com a diputada petêlha Benedita da Silva, conhecida na Câmara dos Deputados por suas constantes exigências à cata de mais regalias, mais mordomias e mais vantagens dentro do mandato que exerce.

O casal Antonio Pitanga e Benedita da Silva

Segundo meu querido amigo Zé Malamanhado, conterrâneo de Palmares, especialista em Ciências Cacetíferas, um sujeito que tem o pau exagerado é um verdadeiro terrorista em relação à sua companheira.

Ele é capaz de fazer a parceira também virar terrorista. E incitá-la a falar em derramamento de sangue com a maior naturalidade.

A estrovenga descomunal do marido leva às raias da loucura qualquer fêmea, mesmo quando elefantosa e de grande volume.

Eu me lembrei disto quando ouvi o trecho de um discurso que a deputada Benedita proferiu num evento acontecido há poucos dias no Senado, em Brasília.

Ela declara – na condição de evangélica que é, e citando a Bíblia -, que “sem derramamento de sangue, não haverá redenção“, referindo-se ao momento político do país. Só isto, apenas isto, nada mais que isto.

Com o fucinho lambuzado de Óleo de Peroba.

O fato de que Benedita estava participando de uma mesa (mesa com a bandeira petralha) na qual estavam sentados o dinossauro Requião, a botadeira de chifres Gleisi Ventinha e o lobotomizado Rui Tabacudo Falcão, já resume toda a situação.

Enfim, temos aqui uma parlamentar que pertence ao bando de propriedade do Lula, em pleno regime democrático, com os três poderes da república funcionando abertamente e com a Constituição Federal em pleno vigor, pregando terrorismo, soluções de força e golpismo dentro do Parlamento Federal.

Segundo apurou o Departamento de Inteligência do JBF (que é de “inteligência” mas também trata de personalidades burras…), ela já foi convidada para chefiar uma facção do Estado Islâmico.

Merece.

Seria uma terrorista de muita competência.

5 junho 2017 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)

BARROS DE ALENCAR E ZÉ DA ESTRADA – NOSSA HOMENAGEM

Barros de Alencar e Zé da Estrada

Encantaram-se hoje, 5, em São Paulo e São José do Rio Preto, dois astros do rádio e da música brasileira.

Barros de Alencar – Nascido em Uiraúna na Paraíba em 05/08/1932, começou sua carreira de radialista, compositor, cantor e apresentador de TV em Campina Grande-PB, na Rádio Borborema, no final da década de 1950. Nos anos 1960 veio para São Paulo, e na capital paulista passou a fazer parte do time de locutores das rádios Tupi, Record e América. Estava com 84 anos.

Não me peça um beijo – (Mário e Antonio Marcos) – Barros de Alencar – 1968 

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Zé da Estrada – Da dupla com Pedro Bento por mais de 60 anos cantando as músicas sertanejas e caipira para todo o Brasil. Waldomiro de Oliveira, o Zé da Estrada, nasceu em Botucatu-SP, em 22/09/1929. Estava com 88 anos.

Chitãozinho e xororó – (Serrinha/Athos Campos) – Pedro Bento e Zé da Estrada – 1971

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5 junho 2017 FULEIRAGEM

MÁRIO – A TRIBUNA DE MINAS

CAMILO – TAUBATE-SP

Caro Berto,

ví o vídeo postado em um site.

O rapaz que faz as acusações é o Hicaro Jacaré (no Facebook) que diz que foi estagiário dela, aí fica a pergunta:

Será que a Maria do Rosário vai notificá-lo também?

Abraço de um fã do JBF

5 junho 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

UM EDITOR MENTIROSO SENDO CHAMADO DE SINCERO

Comentário sobre a postagem UM NÚMERO IRRISÓRIO

Roberto:

“Deixa de ser modesto, homem!

Você deve estar – e com toda a razão – feliz que só a porra por esses números maravilhosos.

Pode crer que muito blog alimentado a leite de pata de estatal não consegue tal sucesso.

Parabéns.

Quem diria que a sinceridade pode ser recompensada, não é mesmo?”

* * *

O Editor do JBF, de microfone em punho, mentindo para um auditório repleto de pessoas crédulas

5 junho 2017 FULEIRAGEM

ANTONIO LUCENA – BLOG DO NOBLAT

5 junho 2017 PERCIVAL PUGGINA

UMA DÚZIA DE LIÇÕES SOBRE EDUARDO CUNHA, QUE OS PETISTAS ESQUECERAM

A cartilha petista manda atribuir a Eduardo Cunha o impeachment de Dilma Rousseff. Na sequência, como esse evento é considerado o episódio mais sinistro da história do partido, o ex-presidente da Câmara dos Deputados passa a ser descolado do PT e apresentado como encarnação de um belzebu fascista.

Torna-se necessário, então, acender a lanterna sobre certas lições a respeito de Eduardo Cunha que o lulismo jogou para o lado escuro da mente.

1. Cunha elegeu-se deputado federal pelo PMDB em 2003, tendo integrado a base do governo durante os dois mandatos de Lula e o primeiro mandato de Dilma Rousseff. Aliás, já em 2007 ajudou a preservar Dilma, ministra de Minas e Energia, na CPI do Apagão Aéreo. Seria, pois, na condição de aliado e sócio de atividades escusas que apareceria, anos mais tarde, molhado nas mangueiradas da Lava Jato.

2. Os negócios de Eduardo Cunha, portanto, são pixulecos das grandes operações comandadas, entre outros, por Lula, José Dirceu, Antonio Palocci e Guido Mantega. Ele não criou o “mecanismo” (para ficarmos com a expressão de José Padilha (O Globo, 21/02/2017). Foi a operação do “mecanismo” durante o governo petista que o trouxe à ribalta.

3. Em 2014, Cunha considerou chegada a hora de emergir do baixo clero para a cúpula do poder, disputando a presidência da Câmara. Sua candidatura dividiu a base do governo e fez fracassar o projeto do governo, que patrocinava a campanha de Arlindo Chinaglia. Em fevereiro de 2015, ele se tornou presidente da Câmara.

4. A partir desse momento, após longa e frutuosa camaradagem, Cunha passou a ser visto pelo PT como inimigo. Inimigo? “Pero no mucho”, como se verá a seguir.

5. Quando a Lava Jato o exibiu encharcado à opinião pública, Cunha foi à CPI da Petrobras, em março de 2015, mês e pouco após sua posse na presidência da Casa, e negou ter contas no exterior. Essa declaração formal motivou o processo que correu junto à Comissão de Ética e conduziu à cassação de seu mandato. Durante mais de um ano, porém, Cunha manobrou contra a tramitação desse processo usando medidas regimentais e jurídicas.

6. Assim como seu destino estava nas mãos da Comissão, os requerimentos de impeachment de Dilma Rousseff passavam pelas suas. Cabia a ele despachá-los ou não. E eram muitos.

7. Trinta dias após a grande manifestação de 15 de março de 2015, mais de três dezenas desses requerimentos empilhavam-se sobre a mesa de Eduardo Cunha.

8. Foi ele, então, um dos menos dispostos e mais lerdos protagonistas dessa história. Para alegria do PT, freou e retardou tudo o quanto pode, esvaziando as manifestações populares ao longo de 2015. Muito mais eficientes foram os pareceres técnicos da CGU, do TCU e os sucessivos achados da Lava Jato e delações a ela levadas.

9. Cunha preservou sobre sua mesa o cacife com o qual passou a negociar o apoio de que precisava para se safar da Comissão de Ética. Um dos meios usados foi o de impedir o quorum necessário para abertura de suas sessões. Houve um momento, inclusive, em que coube aos deputados do PT tomar essa providência. Inimigos, “pero no mucho”. O PT precisava de Eduardo Cunha.

10. Ao contrário do que o partido pretende fazer crer, Cunha beneficiou em muito o governo Dilma, concedendo-lhe, contra a opinião pública, de fins de março a dezembro de 2015, tempo precioso para fazer a coisa certa e se livrar da pressão política e técnica pelo seu impeachment. No entanto, o PT e a presidente continuaram apresentando sempre mais do mesmo.

11. Cunha, porém, continuou beneficiando Dilma Rousseff. Ao sentir-se perdido na Comissão de Ética, e ainda mais abandonado no plenário, dentre dezenas de requerimentos com igual fim, escolheu o que mais convinha à presidente. O único que nada dizia sobre a Lava Jato. O único que não mencionava a refinaria de Pasadena. Essas omissões, que trouxeram para a ribalta o requerimento de Hélio Bicudo, Miguel Reale Junior e Janaína Paschoal, fizeram com que os debates sobre o impeachment se restringissem àquele fastidioso plano técnico das contas públicas.

12. Em 5 de maio de 2016, uma decisão liminar do ministro Teori Zavascki afastou Eduardo Cunha da presidência da Câmara dos Deputados por considerar comprovado que ele, no exercício de sua função, conspirava contra a Lava Jato. Horas mais tarde, por unanimidade, o pleno referendou a decisão.

Ora, conspirar contra a Lava Jato, declará-la insulto à boa justiça e instrumento maligno da direita raivosa, é, se não tudo, ao menos boa parte das tarefas petistas para esta quadra de sua existência. Pois tal era, na opinião do STF, uma especialidade de Eduardo Cunha, silencioso na prisão, companheiro de tantos, longos e proveitosos anos daqueles que hoje o inculpam por estarem enfrentando as conseqüências do mal que fizeram ao país.

5 junho 2017 FULEIRAGEM

BRUM – TRIBUNA DO NORTE (RN)

5 junho 2017 FERNANDO GABEIRA

DO SUPOSITÓRIO DE MAGNÉSIA AO OLHO MÁGICO PARA CAIXÃO

Quando o “Casseta & Planeta” lançou a ideia do conglomerado de empresas Organizações Tabajara, não tinha como objetivo lançar o desenho do futuro do Brasil. Muito menos, o patriarca da OT, Gilvan Saturnino Tabajara, ao aportar no Brasil trazendo na bagagem apenas um produto, o Supositório de Magnésia Bisurada, não tinha a mínima ideia de como seu império iria crescer, faturando bilhões e abarcando 27 empresas.

O “Casseta & Planeta” se desfez, e das Organizações Tabajara não resta mais nada de pé, nem o Salsichão Brasil, uma das joias do império de Gilvan. Sobrou apenas um nome próximo de Gilvan, Gilmar, Gilmar Mendes, para lembrar a epopeia do criador do Supositório de Magnésia Bisurada, ao afirmar que o Brasil se parece com as Organizações Tabajara.

A ideia dos criadores do “Casseta & Planeta” era apresentar sob o rótulo Tabajara empresas toscas, precárias, ridículas, uma crítica indireta ao que não funcionava bem no país. Surgiu até o Tabajara Futebol Clube, que, na sua trajetória de derrotas, jamais conseguiu superar a realidade do Íbis de Pernambuco, o pior time do mundo.

Ao comparar o Brasil com as Organizações Tabajara, Gilmar Mendes se esqueceu de um dado essencial do momento: o país está sendo passado a limpo e, pela primeira vez na sua história, vivemos algo parecido com uma sociedade na qual a lei vale para todos.

Inegável que vivemos numa crise. Mas supor que essa crise está nos jogando para trás é obra de um personal enganator, para usar linguagem comum aos memorandos das Organizações Tabajara.

Gilmar recentemente foi grampeado combinando com Aécio Neves como iria cabalar votos de senadores para a lei contra o abuso de autoridade, destinada a inibir a Lava-Jato e proteger os políticos. Um ministro do STF que articula nos bastidores do Congresso votos para uma lei escapa completamente de suas funções. É um ministro Tabajara.

Em outro momento, numa situação anterior à Lava-Jato, Gilmar foi grampeado consolando o ex-governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, famoso por conceder milionárias isenções fiscais, inclusive à JBS. Gilmar, no áudio, considerava absurda a incursão da PF para apreender documentos na casa de Silval.

Mais recentemente, depois do célebre grampo de Joesley Batista, Gilmar admitiu que se encontrou com o empresário da Friboi, mas apenas para discutir questões ligadas ao comércio de gado, pois sua família vendia carne para os irmãos Batista.

Não seria um pouco Tabajara um ministro do Supremo tratar de negócios de gado com um empresário investigado. Pode-se dizer que Joesley ainda não era investigado. Mas todas as pessoas bem informadas sabiam muito bem que se ele não era ainda investigado, fatalmente o seria, pois seus negócios cresciam milagrosamente.

Na conglomerado de Gilvan Saturnino Tabajara, se me lembro bem, não houve assaltos ao dinheiro público, embora, certamente, tenha havido uma série de atos politicamente incorretos, sem os quais o humor não prospera.

Falar mal do Brasil é comum. É uma prática antiga que usamos sempre que algo nos incomoda. O momento é difícil, uma razão a mais para a multiplicação das críticas. Mas é preciso acentuar que, pela primeira vez na história, surgiu uma oportunidade consequente de desmontar o gigantesco esquema de corrupção formado por partidos políticos e empresas ambiciosas. É um momento de valor inestimável, que abre inúmeras possibilidades para que o Brasil entre no rol dos países avançados, nos quais a corrupção existe em escala menor; em outras palavras, ela não é banida totalmente mas é administrável.

Isso significa desde já, com os riscos maiores para os corruptos, que grande parte dos recursos nacionais podem ser canalizados para os serviços públicos. Em seguida, vai abrir também a possibilidade de um planejamento baseado nas necessidades do povo e nas limitações dos recursos naturais.

Isso já é algo bastante diferente de obras construídas para atender a empreiteiras ou isenções fiscais que, simultaneamente, nos empobrecem e tornam inviáveis alguns aspectos vitais, como, por exemplo, a mobilidade urbana.

Se Bussunda estivesse vivo, creio que interpelaria o ministro: fala sério, Gilmar. Livrar o país da promiscuidade entre empresas e governo, colocar corruptos na cadeia, conquistar um alto nível de liberdade de imprensa, viver numa sociedade em que as pessoas são mais informadas e compartilham, incessantemente, suas ideias, tudo isso é indicação de um novo país surgindo.

O que parece Tabajara para alguns é, para outros, a desordem natural de um grande movimento renovador.

O Brasil que está acabando nesses anos tumultuados até que poderia vender, maciçamente, no mercado de Brasília, inclusive para o residente Temer, um produto de alta necessidade nesses tempos convulsionados: o olho mágico de caixão, o que daria uma boa ideia do que acontece do lado de fora.

5 junho 2017 FULEIRAGEM

ZOP – CHARGE ONLINE

5 junho 2017 A PALAVRA DO EDITOR

COXINHAS E CUZINHOS AGEM DE MODOS DIFERENTES

Há poucos dias o coxinha Aécio Neves pediu afastamento da prisidência da quadrilha tucana.

Enrolado até o gogó em ladroagens corrupcionais, o Cheirador voluntariamente caiu fora da gerência do PSDB.

Já a cuzinho Gleisi Hoffmann, tão enrolada em guabirutagens quanto o figurão tucano, foi escalada pra ser prisidenta do PT, o partido que é de propriedade do Lula.

A propósito deste assunto, uma leitora fubânica me mandou neste último final de semana a montagem abaixo:

Francamente, num intendi nada.

Como estamos em Banânia, o certo seria Aécio agir do mesmo modo que o PT.

Ele deveria declarar que está sendo perseguido pelo Ministério Público, pela Operação Lava-Jato e que é vítima de calúnias da grande mídia golpista.

E, sobretudo, não largar a prisidência do seu bando de modo algum.

Ou eu tô inganado, gente???

Este nosso gigante varonil me deixa cada dia mais confuso.

Vôte!

5 junho 2017 FULEIRAGEM

IOTTI – ZERO HORA (RS)

SERTÃO – Anderson Braga Horta

Lá dos ermos sertões nas soturnas paragens,
na placidez hostil dessas terras selvagens,
vive uma árvore triste, estranha e retorcida,
em mudo e eterno espanto ante a aflição da vida.

Do verde-plúmbeo véu das escassas ramagens,
o olhar vê, tão-somente, as plácidas paisagens
monótonas, do céu e da gleba suicida,
exposta à ânsia do sol, seca, estéril, dorida.

Minha vida é o sertão; e minha alma, essa planta,
que se afastou de tudo, e em seu refúgio canta
o tédio que alimenta a seiva de meu crânio,

num desespero lento e surdo, subterrâneo
como o interno labor dos vermes infelizes
e a transubstanciação oculta das raízes.

5 junho 2017 FULEIRAGEM

FRANK – A NOTÍCIA (SC)

NÉLIO SANTANA – SANTA MARIA-RS

Berto,

Foto de um trem em Cascais, Portugal:

R. Meu caro leitor, nesta foto que você mandou, composta por pessoas que, segundo os portugueses, estão “a mudar o mundo“, eu não identifiquei qualquer pessoa.

Não conheço nenhuma das caras.

Tem algum brasileiro neste meio?

Hein?

Algum brasileiro que esteja mudando o mundo com a sua atuação?

Estou confuso e conto com a ajuda de todos vocês, leitores fubânicos.

5 junho 2017 FULEIRAGEM

GILSON – CHARGE ONLINE

WASHINGTON LUCENA – VISTA SERRANA-PB

Mote: Silvano Lyra
Glosa: Washington Lucena

Escrevendo poesia
Eu faço muita façanha
Subo Everest a montanha
Repleto de fantasia.
Numa nave todo dia
Eu decolo para o além
Nessa viagem convém
Eu malhar em pleno espaço
Só faz do jeito que eu faço
Se for poeta também.

Karl Marx o socialista
Renovei seu ideal.
Troquei a lei marcial
Pelo regime anarquista.
A Coréia comunista
Eu mudei porque convém
Para não deixar ninguém
Tomar conta do pedaço
Só faz do jeito que eu faço
Se for poeta também.


© 2007 Besta Fubana | Uma gazeta da bixiga lixa