6 junho 2017 FULEIRAGEM

IOTTI – ZERO HORA (RS)

FUNDO DO POÇO

O PT conseguiu ficar pior no retrato depois de instalar na presidência a versão paranaense de Dilma Rousseff

“Não vejo como tentar desconstruir mais a imagem do partido como já foi feito”.

Gleisi Hoffmann, senadora do PT do Paraná, confirmando que não há como piorar a imagem de um partido que não vê nada de mais em instalar no cargo de presidente uma Gleisi Hoffmann.

6 junho 2017 FULEIRAGEM

FERNANDO – JORNAL DA CIDADE DE BAURU (SP)


www.cantinhodadalinha.blogspot.com
HORA DO QUEIMA

É junho, é fogo é fogueira,
Incendiando a nação
E na dança das quadrilhas
É hora de animação
Dilma e Temer formam par
A Chapa vai esquentar
Na dança da Cassação.

Quem entrou de braços dados
Assim tem é que sair
Sempre foram aliados
E não há como omitir
Nessa dança das cadeiras
Já chega de brincadeiras
Quem se queimou tem que ir.

6 junho 2017 FULEIRAGEM

LUCIO – CHARGE ONLINE

PEDRO MALTA – RIO DE JANEIRO-RJ

Berto

Veja a quantidade de mal-assombrados verdadeiramente nordestinos, nessa excelente propaganda do São João pernambucano.

R. Meu caro colunista, uma das unidades do supermercado ExtraBom fica aqui perto de onde moro, na Estrada do Arraial e, de vez em quando, Aline vai lá comprar as frutas do meu café da manhã.

Esta peça publicitária, de fato, está arretada. Grandes artistas nordestinos aparecem no vídeo, como Petrúcio Amorim, minha querida amiga Irah Caldeira, Genival Lacerda, a talentosa Nádia Maia e Geraldinho Lins.

Um comercial muito bem bolado, pegando de surpresa os fregueses que estavam no estabelecimento na hora da gravação. E que caíram no rela-bucho com toda disposição!

Atenção, senhor proprietário do ExtraBom: as página dos JBF estão abertas pra vocês.

Arranjem pelo menos uma feirinha pra matar a fome de Chupicleide, nossa secretária de redação que a gente publica estes reclames sempre que vocês quiserem!

6 junho 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

6 junho 2017 HORA DA POESIA

SONETO A QUATRO MÃOS – Vinícius de Moraes e Paulo Mendes Campos

Tudo de amor que existe em mim foi dado
Tudo que fala em mim de amor foi dito
Do nada em mim o amor fez o infinito
Que por muito tornou-me escravizado.

Tão pródigo de amor fiquei coitado
Tão fácil para amar fiquei proscrito
Cada voto que fiz ergueu-se em grito
Contra o meu próprio dar demasiado.

Tenho dado de amor mais que coubesse
Nesse meu pobre coração humano
Desse eterno amor meu antes não desse.

Pois se por tanto dar me fiz engano
Melhor fora que desse e recebesse
Para viver da vida o amor sem dano.

6 junho 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

O MAR

A inconfundível névoa fina da maresia que se espalha e paira cheirando a grude e umidade a invadir-nos as narinas e as casas. E o buliçoso vai e vem de pernas hipnotizadas a passear calçadas que convidam e beiram. E as folhas abalonadas e extensas dos sargaços verde-acastanhados que flutuam suas águas e depois frequentam suas praias atapetando-as com seu marrom. E as velas ao vento infladas tão longe quais gaivotas branco-pontilhadas. E as redes saltitantes arrastadas e trazidas cheinhas de peixes a aguçar sabores e arrodear curiosidades. E o reflexo lindo-prateado que dança para o deleite de nossos olhos extasiados. E o eterno ir e vir das ondas sempre acordadas a nos embalar sonhos e a alcovitar abraços nos banhos colados dos enamorados. E a fina areia a registrar o instante borbulhante-temporário de nossos rastros molhados. E o azul mutante-esverdeado a nos desvairar os sentidos e a embasbacar os semblantes de estandarte alucinado! O Mar, meu Deus, o mar! O mar, o sal, o mar! O mar essa retina difícil de acreditar! O mar essa marca pra toda vida: milagre! Milagre! Não há o que duvidar: milagre!

… e o milagre

Ela morava em frente à praia cheirando a sol e muro baixo e a vida ali era um eterno amanhecer de portas e janelas abertas. Areia branca, vegetação e ondas. Murmúrio a pé e inesquecível… Tudo era bom, tudo era sal, água e alegria. Tudo era mar. E era a vida que havia, energia sem nome onde eu me chamava paz. Mas um anjo me puxou pelos braços e um demônio agarrou-me as pernas e eu gritei: parem! Deixem-me ainda não ser terra! Diante do mar, saibam, diante do mar não há santo ou pecador. Diante do mar somente há êxtase e aprendizado, pés descalços e grande sabor de culpa nenhuma…

O menino…

O menino corre carregando consigo a pipa que voa, o vento lambe a terra e levanta com sua língua tão larga o torvelinho de pó, poeira em redemoinho a girar. Já a tarde é avançada no sol e a rua pára pra ser diversão e algazarra . E o menino nunca está sozinho. Uma trave a improvisar, outra trave, par, ímpar, zera no dez a pelada. Na casa mais próxima o socorro da água, de torneira, que o minuto nem espera e a bola muito menos e saracoteia e rola. Agora a lua já ensaia seu lugar, ainda junto ao suor que cai dos rostos e corpos exaustos a arengar suas resenhas. E a boca da noite vem pra mandar a rua voltar com roupas simples no além muros a magnetizar olhares e a brincar e conversar nas calçadas radiantes. Encontros. Eternos. Tão grandes. E tudo vai tornar a ser rua, e o menino vai continuar.

E a pipa, e a bola, e o suor já e o torvelinho que faz o mundo.

E vai. E o menino vai. E a rua sai. E de novo. E rola. E o menino. E a bola. E o vento. E o vento. A ventania. E o menino. O menino. Os dias. Até um dia. Até um dia.

…e a lembrança

Na cidade de minha infância havia ainda o pote de ouro lá no fim do arco-íris e as ruas eram de barro, onde floresciam singelas florzinhas lilases e amarelas. Meio acanhadinhas, talvez por serem tão simples e belas. Nasciam nos cantos dos muros, junto aos melõezinhos, às carrapateiras, aos carrapichos e às urtigas! Assim a vida ardia, e sujava e… quanta alegria! Nas tardes de minha rua havia festa todo dia, tão cheias de vida que eram. De crianças a brincar, tão repletas eram as noitinhas de minha rua. Nas casas de minha infância havia quintais! Acho que é lá que ainda hoje eu moro.

O sonho…

Meu Deus! Hoje sonhei com velhos amigos tão queridos! Revi minha infância e juventude, passeei nos quintais daquelas horas e por tanta aventura de nós. Quanta história! Meu Deus! Passeei de novo nos jardins daqueles dias sem extravagâncias, daqueles dias nada excêntricos: a não ser que éramos leves e podíamos VOAR…

… e os amigos

Os dias vão passando e nós os vamos cumprindo, perdendo-os. Meus amigos, quem fomos nós para o mundo? Nada, nada. Os dias vão avançando e vamos juntos rumo ao: agora é que não somos nada mesmo. Nada, nada. Sobre o tempo, o que tenho a dizer é: quem te viu, quem te vê! É isso, é isso aí. Quanto mais se vive, quanto mais invisível se fica (que importa?). O melhor dos amigos é poder rever o “nada” que um dia, essa cumplicidade… Triste de quem não celebrou amizades para então… (não tem passado!). É bom rir de nossas insignificâncias, esse brinde: tim-tim. Até que éramos bem danados! E como vivemos! Um gosto de saudade, uma música ainda. Amizade, tradução: sentido. Fomos tanto para o mundo de nossos sonhos, essa vida que nos fizemos! Tanto significado… Uma música ainda!

O amor…

Amar é como ver o mar: sabe-se o sal que tempera, os altos e baixos, o quão profundo se pode ir no mergulho… E sabe-se ser cambiante: ora turbulento, ora fascinante. Ora sôfrego e voraz! O ir e vir, as ressacas que quebram, a tamanha força, a eternidade derramada, espraiada com graça. Revolto oceano, misterioso e hipnótico oceano, fatalmente absorto, perigosamente devorador. Assim é o mar… Amar é assim como ser o mar, como ter um intenso mar dentro de si… Impossível querer braçar – desafiar – e não cambalear ao sair. Se sair… Impossível singrar sem emarear, impossível restar sem certo enjoo… Uma ânsia, uma aflição… Uma incontrolável vontade de retorno! A melhor parte, a melhor noite, o melhor motivo de haver motivo. Sonhar! A tontura n’alma, o vinho, a pele a se propagar… Uma efervescência, um encontro acústico a tilintar. Uma taça, outra taça, um olhar n’outro olhar brilhante, borbulhante, enebriado com o amor e o champanhe que faz-se brinde. E faz convidar aos amantes ao entregar-se alucinante, ao movimento estonteante que é do mar. Desse mar…

… e o tempo

O tempo e a vida agora mesmo estão fluindo entre a gana do porvir e a ânsia da conquista. O impulso do mundo é na direção do progresso, e a necessidade de sentir-se motivado exige-nos movimento. O rio flui rumo ao mar, os edifícios fluem rumo aos céus, as ruas fluem rumo ao dinheiro, o futuro flui rumo a mais futuro. Vive-se como se a existência fosse uma seta correndo à nossa frente, e nós precisássemos alcançá-la a qualquer custo. E os sentimentos fluem rumo ao esvaziamento. Ninguém consegue amar se não compreende o tempo do amor. Se não percebe que esse tempo é diferente do tempo das correntezas que rumam para os oceanos das grandes ambições. O amor só ambiciona amar. Se frente a frente com o espelho não se vê a alma, apenas mira-se o olho, então que se aprenda a amar com esses olhos do tempo, e eles ensinarão a amar com os olhos da alma. E ensinarão finalmente que só se perde do amor quem antes já se perdeu da própria capacidade de amar, não o contrário. O amor é permanente. O amor não sai do lugar!

A simplicidade….

O céu é uma rua do passado, sem asfalto-sangue, nem carros apressados. É quando a saudade liga o rádio e ainda escuta o amor. Que era tão proibido… E o cinema era o mundo todo! O céu existe nalgum lugar que vi num filme que eu mesmo me destinei e dirigi. Agora o que não existe é a máquina do tempo (das inocências perdidas). Não que queira dourar o ontem, não é isso. É apenas por lembrar, na alma, que a simplicidade salva.

… e as palavras!

Um universo tão vasto faz estontear o rumo dos homens e suas bússolas. Um pássaro tão lá no alto inspira as asas dos homens que caminham. Um oceano tão sal faz pasmar uma humanidade sedenta. Assim é nossa liberdade: um labirinto, um sonho e um engolir em seco. Tão desejada e buscada, e sempre escoando como a água em nossas mãos. Entanto, jamais aceitarei isso: que decepem meus dedos… de voar!

Escrever é ser livre! Ainda que as palavras sejam éter…

6 junho 2017 FULEIRAGEM

J. BOSCO – AMAZÔNIA JORNAL (PA)

SE ARRASTANDO

Chegou o São João ! ! !

Um balançado bem gostoso, à base de pífano, pra alegrar a terça-feira fubânica.

Música de Tulio Ricardo, interpretada por João do Pife.

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João-do-Pife

João do Pife, grande artista pernambucano natural de Riacho das Almas

6 junho 2017 FULEIRAGEM

CHICO CARUSO – O GLOBO


STAND-UP COM POESIA

TENTAÇÃO

Você se despia
À beira do lago
Não me vê fingia
Virava às costas
Eu ficava de lado
Só pra te olhar
Mais uma vez
Depois perguntar:
Tem gente aí?
Embora soubesse
Que só tinha você.

* * *

NOSSOS ÓRGÃOS

Meu coração
É uma bomba
Que explode
Quando te vê

Teu corpo
É uma brasa
Que incendeia
Quando me toca

Nossos encontros
Só resta cinza
Incendiado
Pela paixão

Moral da história
Somos uma brasa
Mora!

* * *

NORDESTINO

Nordestino não nasce
Estréia
Quando o nordestino
Estréia
Nordestino não chora
Declama
Quando as cortinas da vida
Se fecham
Nordestino se recolhe
Pra escrever poesia.

* * *

AMEAÇAS

Tô sofrendo ameaças
De vida longa
Durante o dia
Mesa e banho
Durante à noite
Quarto e cama
Corpo em chamas
Com teu beijo quente
E com o sol nascente
Do outro dia
Se você quer saber
Tudo de novo
O mesmo sacrifício
Fazer o que
Só se submeter
São ossos do ofício…

Oh Deus!
Tende piedade da gente.

6 junho 2017 FULEIRAGEM

SAMUCA – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

O SOM DO PARÁ – GUITARRADA

Sugestão do leitor fubânico Marcos André M. Cavalcanti.

Marcos, sou pouco conhecedor da música paraense, mas espero que a seleção seja do seu agrado e dos demais fubânicos.

Breve atenderei seu outro pedido, ok?

* * *

Mestre Vieira, o Rei da Guitarrada

* * *

01 – Guitarrada do Caboclo – Mestre Vieira

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02 – Botando no toco – Magalhães da Guitarra

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03 – Pra você balançar – André Amazonas

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04 – Lambada do Jacaré – Mestre Curica

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05 – Passeando em Fortaleza – Aldo Sena

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06 – Cidade linda – Vieira e Banda

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07 – Quero ver você suar – Oséas

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08 – Lambada da Jamaicana – Mestre Vieira

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09 – Dança das guitarras – Manuel Cordeiro

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10 – Ternura – Magalhães da Guitarra

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11 – Caribenha – Mestre Curica

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12 – Olinda – Manuel Vieira

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13 – Ribeirinho – Aldo Sena

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14 – Carimbó do meu Ceará – André Amazonas

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15 – Toada guitarrada – Manuel Cordeiro

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16 – Lambada – Mestre Vieira

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6 junho 2017 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA (ES)

VAMPIRO DE VIRILHA

Não gosto de descer com frequência à zona da alta sacanagem. Mas inspiro-me em tema relevante comentado ontem pelo nosso sacanocrático Editor Luiz Berto.

Seu tema versou sobre tamanhos de pênis, crônica em que louva Antônio Pitanga, que dizem ter 25 cm de envergadura. É tão grande que não fica completamente duro e sim meio bambo, tema, aliás, referido na revista Isto é.

Volto à cambada do Banco do Brasil nos anos 50, quando as brincadeiras predominavam nos bastidores após os expedientes públicos. A começar pelos apelidos. Havia até uma Comissão instituída para tal fim, sendo Capiba o Presidente Perpétuo.

Três Pernas – Havia um certo grupo que se gabava pelo tamanho do seu “Prativai”. Dentre eles, Sílvio Duarte, apelidado por: “Três Pernas”, tal o agigantado membro, que segundo as mariposas da Zona do Bairro do Recife, mais parecia u’a mangueira de jardim.

Guia de INPS – Outro famoso, Manoel de Azevedo, conhecido por “Guia do INPS”, que infernizava as moças logo que arriava as calças. Reclamavam de que todas as vezes que cediam aos seus desejos amorosos no dia seguinte estavam com o útero virado. Era Posto de Saúde do INPS na certa.

Pé de Mesa – Maurílio Mendes, pela desenvoltura que alardeava e o provou certo dia uma empregada doméstica, tinha uma pajaraca tão agigantada que mais parecia um pé de mesa, segundo a infeliz amante.

Amostra Grátis – Já Eunício de Medeiros procurava ocultar seu membro, evitando comentários, porque dizia que o gigantismo de alguns espantava a moçada da Rua da Guia, “Centro Cultural do Meretrício”. Seu “negócio” era tão pequeno que recebeu o codinome de: “Amostra Grátis”.

Nitroglicerina – Paulinho de Helena, lá da agência e Limoeiro, tinha uma jabiraba tão desenvolvida que explodia o interior de qualquer dama que o recebesse, mesmo que com todo amor.

Vampiro de Virilha – Colega solteirão, já de meia idade, sempre assinalando suas peripécias junto ao mulheril, confidenciou que seu maior prazer, verdadeira tara, era cheirar tabacas e depois passar a língua. E dizia que praticava muito tais procedimentos. Como tinha a cara parecida com Zé do Caixão”, Capiba aplicou-lhe o apelido de “Vampiro de Virilha”.

6 junho 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

MAGNO BEZERRA DOS SANTOS – CHICAGO-ILLINOIS-EUA

J.U.I.Z. Luiz Berto

(Justo, Univoquo e Integro Zéfiro) Luiz Berto

Pois bem, antes de tudo deixe-me registrar minha admiração por essa magnífica e escrotal gazeta, e pela maneira justa com que você, meu candidato a Presidente da República, trata todos os seus fubânicos leitores, entre os quais com muita alegria me incluo.

Morando no estrangeiro mas sempre ligado nas vergonhosas marmeladas bostíferas tupiniquins, sempre tenho uma oportunidade de comparar o que se passa em meu país natal e em um país onde impera a lei e a ordem.

Ontem foi presa aqui nos Estados Unidos uma Juiza – sim, isso mesmo, uma Juiza. Trata-se da Dra. Leticia Astacio, Juiza na cidade de Rochester City, estado de Nova Iorque. Seu crime? Foi pega, pela segunda vez, dirigindo embriagada. Como não compareceu à audiência original, levou uma cana de 45 dias, dois anos sem poder dirigir e uma tornozeleira eletrônica para ser monitorada.

Fiquei pensando em uma história similar acontecida no Brasil (não me lembro dos detalhes) onde um Juiz desacatou um (ou uma) agente do trânsito em condição similar – saiu nos jornais, mas meu bestunto não está mais tão sólido em lembrar-me das coisas. O resultado é que o (ou a) agente do trânsito foi quem se lascou.

Ou, também público, Juízes que recebem como “punição” serem afastados da função mas sem perderem o precioso salário e suas regalias – em outras palavras, ficam coçando as partes pudendas sem trabalharem, salário esse saído dos bolsos desse bando de idiotas e imbecis que votam na cachorrada de sempre (perdão pela expressão, já que os cães são honestos, desde que descontados um ou outro bife roubado na cozinha).

A foto da meretíssima, devidamente algemada, é esta aqui:

Tenha um ótimo dia e transmita um grande abraço à gloriosa comunidade fubânica do mundo todo.

R. Me mate uma curiosidade, meu caro.

É que a metríssima aparece na foto se rindo-se, arreganhando os dentes ao sair do tribunal.

Me diga: tem diretório do Partido dos Trabalhadores aí em Chicago???

Êita neguinha inxirida que só a bobônica!

Só faltou levantar o punho fechado e se declarar Heroína dos Zamericanos!


© 2007 Besta Fubana | Uma gazeta da bixiga lixa