11 junho 2017 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA (ES)

ITARARÉ LIMEIRA – NATAL-RN

Prezado Berto,

Segue foto que recebi e que ilustra, penso eu, um sentimento difuso e coletivo, com a recente decisão do TSE.

Basta ter bons advogados, fora e dentro dos tribunais….

Abraços,

11 junho 2017 FULEIRAGEM

MICHELÂNGELO – CHARGE ONLINE

11 junho 2017 JOSIAS DE SOUZA

SILÊNCIO DE TEMER É ELOQUENTE

11 junho 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

JOSÉ NÊUMANNE PINTO – SÃO PAULO-SP

Peço licença aos prugilos
Dos Quelés da juvenia
Dos tofus dos audiacos
Da Baixa da silencia
Do Genuino da Bribria
Do grau da grodofobia

Com estes versos de Zé Limeira, o poeta do absurdo, abro esta concessão que faço a minha imagem de crítico, impiedoso, austero, duro e seco sertanejo para comemorar uma efeméride familiar.

Isabel e eu comemoramos nesta sexta de festa 9 de junho de 2017 bodas de trigo, ou seja, três anos de casados.

E não sinto vergonha nem pudor de me derreter todo e compartilhar com você dessa alegria incontida.

Para a ocasião preparei um poema, o li e cheguei até a gravar um vídeo fazendo essa leitura num post publicado em meu site Estação Nêumanne

R. Parabéns, meu caro colunista fubânico!

Pra você e pra Isabel.  

Vocês constituem um belo casal e merecem desfrutar desta felicidade que embala a vida dos dois.

Saiba que é um privilégio editar um página que conta com um colaborador do seu quilate.

Um malassombrado que faz a república tremer a cada novo comentário que coloca no ar!

Pra celebrar estas Bodas de Trigo, a Editoria do JBF oferece uma música pro casal.

11 junho 2017 FULEIRAGEM

LUSCAR – CHARGE ONLINE


GRAVE RISCO

Lastimável, é tudo que se pode dizer do comportamento de quatro dos sete membros do TSE- Tribunal Superior Eleitoral, que estão julgando o arrependido pedido do PSDB para a cassação da chapa Dillma e Temer, uma tragédia nacional. A fortíssima fundamentação e argumentação do relator, que pede pela cassação da chapa, sofre constantes contestações dos “ministros partidários” que estão não julgando, mas realizando de forma desavergonhada a defesa dos meliantes que se usufruíram de caminhos tortuosos e criminosos para chegar ao Poder. O despreparo do ministro Ademar Gonzaga é gritante, mostrou-se desconhecedor até de documentos probatórios apresentados pelo ministro relator Herman Benjamin. É na mão de julgadores como ele que está o destino do Brasil e seu povo. Ele como outro membro, o ministro Tarcísio Vieira de Carvalho, foram nomeados por Temer há pouco mais de 90 dias e, ao que parece, pelos argumentos e posturas contra o relatório, estão fazendo as pagas. Mesmo conhecedor das falcatruas da chapa, o ministro Tarcísio vota contra a cassação pelo simples motivo de que não aceita juntada das provas neste processo por terem sido pós demanda.

O que se observou durante o julgamento, comandado pelo presidente do Tribunal, ministro Gilmar Mandes, é que a conveniência política nos tribunais está se sobrepondo aos ditames da lei, e isso é grave. Juiz está lá para julgar de acordo com a lei. Essa saída que professa Gilmar Mendes, de que mais que a aplicação da lei, está o momento de estabilidade política e de governo, é uma desfaçatez jurídica, é um ponto fora da curva, com alto risco de se tangenciar e sabe-se lá o que poderá de mal causar ao Brasil. Uma coisa é certa, com esse tangenciamento, reergue das cinzas todo o bando quadrilheiro com forte argumento, de alta influência na população pouco esclarecida, de que houve sim um golpe e que tudo que está acontecendo é uma tramoia das elites. Vai respingar até na Lava Jato.

Este fato comportamental de Gilmar Mendes e companheiros na absolvição, está pautado pelas influências dos partidos e chefes partidários como FHC, todos envolvidos com a Justiça. Entram nesse saco de malfeitores, Lulla, Aécio Neves, Renan Calheiros, Rodrigo Maia, Jucá e outros tantos saqueadores dos cofres da República. A impunidade vai retornar com força e o campo das negociatas e apoio do dinheiro sujo perderá o receio de penalidade. A chancela legal dada a chapa Dillma-Temer é temerária. Com toda certeza, o TSE saíra chamuscado.

Seja lá o que for decidido pelo TSE, uma verdade é inequívoca, não há mais condições de se manter o processo político vigente. Urge uma reforma política e aquele que sair na frente sem o laço jurídico no pescoço, receberá a aprovação popular. Acredito que a salvação dos atuais partidos seria o afastamento imediato de toda sua cúpula diretiva e política envolvida com a justiça, não há outro caminho a ser trilhado. Terminada a votação do pedido de cassação da chapa PT-PMDB e vencida por esta, há uma enorme probabilidade de acontecer uma revolta na população que poderá ser manifestada nas ruas ou na rejeição de forma acintosa à classe política e seus líderes que se verão impedidos de frequentar lugares públicos.

João Dória, Marchesan e outros líderes da nova geração política, deverão, o mais rápido possível, marcar claramente suas posições ante a estrutura arcaica e contaminada dos seus atuais partidos. O PSDB-Dória, como exemplo, tem que se impor aos carcomidos chefes políticos e pedir imediato afastamento de todos eles. Ou o Dória faz isso ou será tragado pela lama dos chefes contaminados. O que se vê no TSE é a extensão dessa política indecente, que se proliferou desde a ascensão do PT ao governo, com o beneplácito de FHC que busca também pela salvação de Lulla na Lava Jato. Está passando da hora da população reagir de forma dura com todas essas atuações fétidas da atual classe política brasileira, raras exceções. Vem por aí muito mais podridão do governo e seu bando de aliados, muitas caixas de corrupção estão para serem abertas, agora somadas às caixas Loures e Palocci. É alguma coisa de surreal ver um Deputado Federal, braço direito do Presidente da República, sair correndo pelas ruas com uma mala cheia de dinheiro da corrupção. A que ponto chegamos. O momento é de grave risco.

11 junho 2017 FULEIRAGEM

CHICO CARUSO – O GLOBO

A GARGALHADA DO COVEIRO DE PROVAS VIVAS

“Recuso o papel de coveiro de prova viva”, resumiu o ministro Herman Benjamin no fecho da monumento à verdade que ergueu em meio às ruínas da Justiça. “Posso até participar do velório, mas não carrego o caixão”, completou o relator do julgamento da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral.

Com o apoio de dois ministros do Supremo Tribunal Federal, indiferente a provocações, apartes impertinentes, risos debochados e sussurros cafajestes, Benjamin acabara de devassar com comovente altivez a catacumba repleta de canalhices protagonizadas pela dupla que fez o diabo para ganhar a eleição de 2014.

Ele soube desde a primeira linha da surdez obscena do trio de súditos afinado com o solista no comando. Mas entendeu que precisava mostrar a milhões de brasileiros o que seria enterrado nesta sexta-feira. E deixar claro que ainda há juízes mesmo em tribunais infestados de espertalhões e sabujos trajando togas puídas nos fundilhos.

O que falta é mais gente decidida a avisar nas ruas, aos berros, que o Brasil decente não se deixará intimidar pelos poderosos patifes que teimam em obstruir os caminhos da Lava Jato. Refiro-me à verdadeira Lava Jato, representada por Sérgio Moro, não à caricatura parida em Brasília por Rodrigo Janot.

A gargalhada de Gilmar Mendes na primeira página da Folha deste sábado comunica que o nada santo padroeiro de amigos em apuros continuará tentando marcar encontros com o que chama de “prisões alongadas ocorridas em Curitiba”. Faria um favor a si mesmo e, sobretudo, ao país se marcasse encontros com princípios e valores abandonados em algum lugar do passado. Quase todos podem ser localizados no histórico voto de Herman Benjamin.

Não será difícil ao atarefado Gilmar Mendes achar tempo para a tentativa de reencontrar a Lei, a Verdade e a Justiça. Basta suspender por algumas semanas encontros com bandidos de estimação e com agentes funerários especializados no sepultamento de provas do crime.

11 junho 2017 FULEIRAGEM

MÁRIO – TRIBUNA DE MINAS

NÉLIO SANTANA – SANTA MARIA-RS

O ladrão é preso com um porco nas costas ao sair do sítio da vítima.

Ele perguntou ao policial:

– Como foi que o senhor me prendeu tão depressa?

O policial respondeu:

– O  vizinho denunciou, ele viu quando você entrou no sítio da vítima.

O ladrão respondeu:

– Então eu tenho de ser solto imediatamente, porque o porco que eu roubei ainda não estava nas minhas costas quando entrei no sítio, portanto não era parte da denúncia quando ela foi apresentada. Então se desconsiderarmos o porco, não temos roubo nenhum.

O policial deu uma porrada no meliante, enfiou ele no camburão e disse:

– Tá pensando que isto aqui é o TSE, seu merda?!!!

11 junho 2017 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA (ES)

LOTEAMENTO DE CARGOS

Dentre os inúmeros erros e desacertos estruturais que desequilibram o bom funcionamento do serviço público, um dos piores, é a tal da indicação política para cargos administrativos. O abominável loteamento de cargos. A desastrosa nomeação de afilhados, geralmente despreparados para o cargo, visa somente resguardar interesses próprios. Transformar o servidor em agente partidário, em moeda de troca. Garantir apoio e benefícios futuros para determinadas alas.

A prática é norma antiga. Defende a tradicional tática do “é dando que se recebe”. O que sobra são desmandos. Interferências. Acúmulo de problemas, improbidade administrativa, abusos, influências negativas que ferem os princípios constitucionais, a ética e a boa-fé, enquanto lesam a legalidade, a finalidade, a motivação, sobretudo, os direitos de cidadania.

Os políticos do alto escalão da esfera municipal, estadual e federal não useiros e vezeiros dessa vergonhosa estratégia pouco se lixando se ferem os princípios da moralidade, da finalidade, motivação e da eficiência.

Para os apadrinhados, costumeiramente são reservadas nomeações para cargos administrativos em creches, escolas, hospitais públicos, unidades de saúde, repartições, superintendência ou chefia de órgãos civis e militares, secretarias e ministérios, ultrapassando a vez de concursados, desobedecendo hierarquia. Desconsiderando a necessidade de conhecimentos técnicos para a função. A obrigatória capacidade para a gestão. A natural experiência de servidores de carreira.

Para os nomeados, ficam abertas vagas, enquanto durar o mandato, para parentes e amigos com o propósito de fechar a cerca para indesejáveis invasores que possam arranhar o prestígio político.

Daí a ineficiência no serviço público, o desinteresse no atendimento ao cidadão, as propinas, a roubalheira, os desvios de recursos, a lavagem de dinheiro, considerado sujo pela Justiça. Fertilizando a cultura da corrupção.

O poder corrompe. O poder tem o vício de desconsiderar o lema democrático de que, legalmente, o poder pertence ao povo. Ao gestor, compete a obrigação de garantir os direitos e deveres de cidadania. Administrando os sagrados limites entre a administração e administrados.

A razão do país enfrentar tremenda turbulência decorre em primeiro lugar de nomeações estritamente políticas. Feitas a granel. Sem se aprofundar no perfil técnico do indicado, com o intuito apenas de acomodar aliados. Por isso é que nas listas de nomeação em todas as esferas institucionais, raramente aparece alguém capacitado para alavancar a economia, tão rastejante. Sem fôlego no momento.

Por exclusiva culpa de gestores, que só agem negativamente, a Nação se encontra ineficiente. A população, desanimada e inquieta, bombardeada pelos efeitos da terrível recessão econômica e pelas inesgotáveis denúncias de corrupção, exige pressa nas mudanças. Quer agilização nas reformas, deseja um serviço público profissionalizado, com base unicamente na meritocracia, com base somente na aptidão individual. Sem a interferência da política burocrática. Puramente patrimonialista. A começar pela nomeação de cargos públicos estritamente por critérios técnicos. Considerando a competência individual.

O povo, submisso e sofrendo as agruras de 14 milhões de desempregados, quer ação enérgica do Congresso Nacional, atualmente composto por pessoas desacreditadas. Somando a inércia congressista, a impopularidade do governo, a crise política, reforçada pelas delações, o que resulta são tumultos, vandalismo e agressões.

Não sobra nadica de nada para se pensar em ordem, em país democrático, em desenvolvimento, onde ação alguma possa ser resolvida somente nos bastidores. Na surdina. Sem a participação do povo.

Para a economia escapar do enguiço, voltar a crescer, engradecer o PIB, gerar emprego, distribuir renda, combater a pobreza e reduzir gastos, é alinhavar as duas maiores forças de desenvolvimento. A força de trabalho com os meios de produção. Como foi feito até a metade do século XX.

Sem isso, nada feito. Tudo não passa de conversa mole. Balela. Conversa pra boi dormir.

Sem isso, nada feito. Tudo não passa de conversa mole. Conversa pra boi dormir.

11 junho 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

11 junho 2017 DEU NO JORNAL

ELE CAGOU UM NOVO TOLÔTE ORAL

Mais uma de Lula neste sábado, no evento de posse do diretório paulista do PT na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo:

“Nunca o Brasil precisou tanto do PT como está precisando agora. Nós sabemos como fazer a economia crescer.”

Que o digam os 14 milhões de desempregados deixados pelo governo petista.

* * *

Já que falamos do canalha – o maior mentiroso que este país já viu com a bunda na cadeira da presidência -, não custa nada lembrar que ele é o tema da pesquisa que o Instituto Data Besta botou no ar.

Cumpra sua obrigação fubânica e o seu dever cívico dando a sua peruada.

É só ir ai do lado direito desta gazeta escrota.

Um excelente domingo pra todos vocês!!!

11 junho 2017 FULEIRAGEM

QUINHO – ESTADO DE MINAS

SEPTICEMIA SOCIAL

Este colunista e o finado candidato a presidente, Eduardo Campos

No dia imediatamente anterior ao “acidentamento” do Governador de Pernambuco, Eduardo Campos, então candidato à presidência da nossa República; em um gesto altamente premonitório, encerrou sua última fala à nação com uma frase que ecoa em nossas mentes até os dias de hoje: NÃO VAMOS DESISTIR DO BRASIL!

O mesmo Eduardo, por ser possuidor de uma sensibilidade extremamente aguçada para o estado de espírito da população, coisa que está tremendamente escassa atualmente em nossas camadas dominantes, percebeu o altíssimo grau de desencanto que perpassa todas as camadas sociais de nossa nação, fruto principalmente da extrema bandalheira que vem sendo praticada diuturnamente pela nossa briosa classe política. Diagnóstico mais preciso do que este seria impossível! De lá para cá, esta situação só se agravou! Tanto que estamos nos aproximando rapidamente de um paroxismo social.

O prezado Dr.Eduardo Campos, de saudosa memória, que me perdão, mas está tremendamente difícil não desistir do Brasil. Especialmente para qualquer pessoa possuidora de uma visão um pouquinho mais ampla e circunstanciada da situação de nossa combalida e tripudiada nação. De minha parte, não estou fazendo segredo nenhum de que o meu limite já foi ultrapassado há muito tempo e que meu saco estourou.

Antigamente, a impressão que eu tinha da estrutura social do Brasil era a de uma criançona retardada mental e com hidrocefalia. Via assim devido ao grande inchaço da sua suposta estrutura de comando, assim como das inúmeras distorções aberrantes da mesma, tal qual ocorre na síndrome utilizada como metáfora.

Hoje, a impressão que eu tenho é de que a imensa cabeçorra gangrenou toda! Está podre e fedendo!

Em casos de gangrena em algum órgão do corpo humano, a única solução eficaz encontrada até agora tem sido a total extirpação do órgão afetado, de modo a que este, por sua condição de podridão, não venha a infeccionar todo o restante do organismo e, por consequência, levá-lo à morte.

No presente caso do Brasil, a situação é deveras bem mais complicada!

Como a putrefação atingiu toda a hipertrofiada estrutura de comando da nação, encaramos uma situação inusitada em que teremos que tentar fazer um transplante de cabeça e, ao mesmo tempo, manter o combalido e debilitado organismo acéfalo vivo.

Ocorre que, ao nosso ver, dado o total estado de putrefação dos órgãos dominantes, a podridão já se espalhou em metástase por todos as demais partes do organismo, mesmo que algumas ainda insistam em esforços ingentes pela busca de sua perpetuação em vida. É uma situação que poderíamos adequadamente denominar como sendo de SEPTICEMIA SOCIAL. Ou seja: A infecção já se alastrou por todo o organismo.

Podemos concluir, a partir desta metáfora médico-escatológica, que será dificílimo para o Brasil se recuperar de todo o mal que vem sendo praticado e intensamente nutrido pelo tsunami de imbecilidades cultivado pela gangue petista e seus acólitos.

Tenho viajado a negócios durante os últimos tempos por diversas cidades do mundo e, por consequência, tenho mantido conversas com inúmeros homens de negócios e líderes empresariais nos inúmeros países por onde tenho me deslocado. A conversa tem sido sempre a mesma:

– Adoraria visitar e fazer negócios com o seu país mas, ao que me parece, a taxa de criminalidade por lá é extremamente alta. É realmente assim como dizem os jornais?

Eu, por uma motivação que vem do mais íntimo do meu ser, tenho uma profunda repugnância de pessoas que falam mau de seu país ao se encontrarem em países diferentes. Por outro lado, tenho também profundas reservas com relação a contar mentiras e a enganar quem quer que seja. Vejo-me então de uma verdadeira “Escolha de Sofia”: Falo que é mentira, negando a realidade de uma situação de criminalidade que se assemelha à guerra da Síria, induzindo o gringo a erro, ou digo a verdade e fico me sentindo terrivelmente mal por estar confirmando os piores temores dele com relação à nossa querida nação?

Assumo então uma posição de mussu ensaboado:

– É! Realmente temos uma alta taxa de criminalidade mas esta é confinada, primordialmente, em bolsões onde a miséria é predominante e há problemas com drogas.
Só para dar um pequeno exemplo das imensas perdas econômicas que vem sendo provocadas pelo nosso caos social, analisemos o caso da cidade de Trogir, na costa da Dalmácia (Croácia), que acabei de visitar.

Informaram para mim que há cerca de 4.000 pequenos veleiros sendo arrendados para turista na região. A capacidade de cada um destes veleiros é, em média, de 10 pessoas. Podemos estimar, de forma bastante conservadora, que cada uma dessas pessoas gastará cerca de US$ 1.000 durante sua permanência média de uma semana na região. Considerando que a temporada turística, que vai de meados de maio até meados de outubro, tenha uma duração de 25 semanas de atividades, podemos concluir que há uma injeção de aproximadamente US$ 1 BILHÃO (UM BILHÃO DE DÓLARES) a cada estação, diretamente na economia deste pequeno país, recém saído de uma guerra fratricida e cruel. (4.000 barcos X 10 Ocupantes/barco X US$ 1.000 por ocupante X 25 semanas = US$ 1 BILHÃO)

Os sinais da felicidade econômica estão em toda parte. Desde as obras de expansão do pequeno aeroporto, de onde saem e chegam voos internacionais a cada 5 ou 10 minutos, principalmente para a Alemanha e a Escandinávia, até o sorriso cansado e feliz das atendentes nos hotéis, restaurantes e marinas. Cansados mas felizes, por estarem assegurando honestamente seu sustento ao longo de todo o restante do ano.

Esta pequenina região acolhe mais de 20% de todos os turistas internacionais que visitam o Brasil a cada ano. Por que será? Será porque podemos sair todos do barco a passear, e ficarmos TOTALMENTE despreocupados com relação a entrarem em nosso barco e roubarem alguma coisa? Será porque todos os serviços públicos funcionam incrível e monotonamente bem sempre que deles precisamos? Será porque os comerciantes praticam sempre preços razoáveis, sem se aproveitar do fato de estarem localizados em ilhas distantes e serem a única fonte possível de suprimento? Será porque as meninas que nos atendem são deslumbrantemente lindas, elegantes, risonhas, simpáticas, e falam sempre uma meia dúzia de idiomas à nossa escolha? É tudo isso e muito mais!

Ah, Brasil! Quantos séculos mais de evolução serão necessários para nos livrarmos desta urucubaca?

ACIDENTAMENTO – neologismo criado pelo autor para caracterizar o desfecho da condição de extrema tendência a acidentes fatais de que passam a ser possuidores aquelas pessoas que venham a ameaçar as ambições de hegemonia política dos partidos de esquerda em nosso país. Vide os casos do Ministro Teori Zavask, Celso Daniel, do próprio Eduardo Campos, e outros. É o desdobramento e uma continuidade adaptativa do conceito de “justiçamento”, princípio inúmeras vezes utilizado por esta facção criminosa.

11 junho 2017 FULEIRAGEM

GENILDO – CHARGE ONLINE

11 junho 2017 A PALAVRA DO EDITOR

UM FUBÂNICO ENXERIDO DENTRO DO CONTEXTO

Quinta-feira passada ligou-me o colunista fubânico Jessier Quirino.

Como sempre, foi conversa comprida igualmente um dia de fome.

Falamos de tudo e de todos. De cabo a rabo.

Jessier me contou a história verdadeira de uma velha rica, uma matrona paraibana, cheia de propriedades, que, no leito de morte, chamou a cambada de filhos pra falar sobre a divisão da herança.

E os filhos começaram a discutir, questionando os critérios da mãe na repartição dos bens entre eles.

A cachorrada foi feia. A discussão alcançou tal intensidade que a velha se arretou e gritou com aquela cambada de filhos gananciosos:

– Que arenga do caralho! Pois fiquem sabendo que não vou mais morrer porra nenhuma!

Ameaça feita, ameaça cumprida: a velha tá vivinha até hoje!!!

Mas a principal notícia da conversa foi que nosso querido colunista está com um novo programa na Rádio CBN, de João Pessoa.

Uma coluna intitulada Enxerida no Contexto.

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

Parabéns, meu caro Poeta!

Em nome de toda a comunidade fubânica, desejo muito sucesso neste seu novo empreendimento.

Aliás, sucesso é a marca registrada de toda as suas atividades. E vai continuar sendo.

Um brinde dominical para os nossos leitores:

Clique aqui para ouvir o programa de estreia.


© 2007 Besta Fubana | Uma gazeta da bixiga lixa