19 junho 2017 FULEIRAGEM

AROEIRA – O DIA (RJ)

REPARTINDO O BUTIM

Comentário sobre a postagem TACHO – JORNAL NH (RS)

Maurício Assuero:

“Caro editodos,

essa charge deveria ser acompanhada da música Repartindo um Boi, da autoria de Alvarenga e Ranchinho.”

* * *

19 junho 2017 FULEIRAGEM

SID – CHARGE ONLINE

SÃO JOÃO NA PASSAGEM

Chegou o São João ! ! !

Um forró da dupla Toninha e Adão Ferreira na interpretação d’Os 3 do Nordeste. 

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19 junho 2017 FULEIRAGEM

JARBAS – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

TRAMBICAGEM SUPERIOR ELEITORAL OU TSE

Estou escrevendo este texto para a coluna um pouco atrasado, sei disso. É que as mudanças de cenários e rumos no Brasil são tão vertiginosas que tiram qualquer um dos eixos.

Além do mais a decisão do TSE da semana passada me deixou extremamente estupefato que não consegui ter qualquer reação, não mesmo.

Se tentasse canalizar minha sensação de desprezo e indignação em palavras, naquele momento, seria uma profusão de palavrões e xingamentos do mais baixo calão.

Não conseguiria fazer uma análise lógica dos fatos, não sei se conseguirei agora. Mas o que houve no nosso tribunal?

Um pouco de tudo: safadeza, proselitismo judicial, alargamento das interpretações jurídicas, guerra de vaidades, interesses ocultos, talvez até preocupação com a estabilidade do país. Talvez, apenas, talvez, sentimento cívico.

Já havia vaticinado em minhas colunas que Michel Temer, passado o turbilhão dos primeiros dias, se não renunciasse, dificilmente cairia do posto. Só que o preço disto é alto pois praticamente inviabiliza as reformas tão necessárias ao país. Há um preço político para tudo inclusive a permanência no poder, a dita estabilidade.

As reformas serão este preço, claro e a impunidade junto e, nós, o povo, obviamente, pagaremos o pato.

Quando colocaram todos os partidos no mesmo barco: PT, PSDB, PMDB, PP et caterva fizeram com que eles se aliassem a qualquer preço. É uma questão de sobrevivência, só isso.

Pior ainda é que ainda não houve punibilidade aos gestores /criadores da ORCRIM, Lula e o PT. Então a impunidade ante as evidências levou a todos os novos envolvidos a fazerem uma grande aliança e partirem para cima da lava-jato.

Queremos os corruptos, todos, independente de cor partidária na cadeia, mas para isso é preciso estratégia ou acabaremos sem punir ninguém. Observem como o PT está quieto, Lula também. Eles sabem que estão enrolados e agora silenciam ante a agonia dos demais. O ideal seria ter abatido um a um todos os corruptos.

Mas são tantos que não deu. O TSE teve a chance de fazer uma limpa, não o fez alegando entre outras coisas a manutenção da estabilidade política do país. Mentira absurda, mas eles a usaram como justificativa.

O Brasil está caótico e instalou-se uma resiliência interessante, blindando os setores mais importantes do país, das cada vez mais cotidianas crises. Esta resiliência acaba acalmando o mercado e a economia por isso e, porque já tinha atingido o fundo do poço, pelo menos não piora. A população também mescla um que de desilusão com sentimento de que nada adianta e um desprezo pela política como um todo.

Estes fatores somados levam a uma inércia da população e o silêncio das ruas dá aos corruptos e simpatizantes a chance de articularem uma tentativa de salvação de seus rabos nos podres porões de nossa república.

O TSE a título de manter a estabilidade política preferiu ser cego ante a colossal e meridiana coletânea de provas. Não quis cassar a chapa Dilma-Temer.

A única estabilidade que mantiveram foi a deles mesmos. Poderá o futuro provar que meu pensamento está equivocado e que o Ministro Gilmar Mendes e, os outros 3 inomináveis que o acompanharam, tinham razão. Por hora só me resta o desprezo e a indignação ante suas atitudes.

Mas como já comentei eu havia vaticinado isto em outras colunas.

O que está decisão do TSE nos deixou de lições?

1 – Escancarou a corrupção e a falência do sistema político e eleitoral brasileiro;

2 – Demonstrou que de honesta Dilma não tinha nem o penteado;

3 – Mostrou que as jararacas ainda rastejam nos porões de nossas instituições;

4 – Mostrou ao Brasil um grande jurista, o Ministro Herman Benjamin. Ele teve a coragem de desafiar o status quo reinante e colocar o dedo na ferida, infelizmente sua tese não prosperou;

5 – Infelizmente também o Ministro Hermam Benjamin jogou para as calendas qualquer chance de ascender ao STF;

6 – STF que, creio eu, dificilmente reverterá a decisão do TSE;

7 – O que nos demonstra a inutilidade e o desperdício de dinheiro nos Tribunais Eleitorais Brasil afora. Eles são uma criação da ditadura Vargas na década de 1930. Não tem utilidade nenhuma nos dias de hoje. Tribunais comuns deveria julgar problemas eleitorais, assim o é na maioria dos países desenvolvidos. O TSE e seus congêneres são jabuticabas típicas do sub desenvolvimento do Brasil. Têm de acabar.

8 – Ganharam nesta história toda o PT, Dilma, Lula, Temer e os corruptos. Perdeu o Brasil.

Mas o que fazer?

Não desistir da luta. É isto e apenas isto. E atenção, muita atenção!

Atenção com os Salvadores da Pátria que surgirão aos borbotões. Atenção com o ressurgimento de Lula e do PT travestidos de sei lá o que.

E principalmente atenção com os golpes. Golpe das eleições diretas. Golpe do voto em lista. Golpe da negociação pelas reformas (como a volta negociada do maldito imposto sindical). Golpe do contra as reformas. O que eles querem é que fique tudo como está!

E como as coisas estão? Estão uma M…. Estagnação só interessa aqueles que nos colocaram neste buraco.
O Golpe da Constituinte. Este golpe é fatal e virá. Aguardem! Nossa constituição é ruim, muito ruim. Por exemplo fala em mais de 40 momentos em direitos (especialmente direcionados a alguns grupos) mas só fala 5 vezes de deveres. É garantista demais e dessintonizada do nosso tempo e do nosso país. Mas delegar a este bando de corruptos o poder originário de uma nova constituinte é suicídio. O melhor é varrê-los do poder e depois consertar a Constituição (na minha opinião,aliás, não tem conserto é jogar fora e fazer de novo), mas tudo a seu tempo.

Ah, e observem que também chegará a hora de discutir privilégios e modus operandi da justiça e principalmente do MPF. Eles não são essa maravilha toda e corremos o risco de acabar numa ditadura legal. Devemos ter cuidado.

E cobrar. Sempre cobrar nas ruas, nas redes sociais. A todo o momento. Mas sempre pensando antes, a passionalidade é burra, sempre foi.

Quanto ao TSE, serei passional, mesmo depois da reflexão devida.

Fica aos senhores Ministros (aqueles 4 é óbvio) meu desprezo e indignação.

Os Senhores transformaram nossa política em uma verdadeira trambicagem eleitoral.

19 junho 2017 FULEIRAGEM

JORGE BRAGA – O POPULAR (GO)

OU VOCÊ É CAPITALISTA OU É SOCIALISTA, SEU EDITOR!

Comentário sobre a postagem UMA LINDA COMPOSIÇÃO PARA A MILITÂNCIA DESCEREBRADA DA DIREITA

Tito:

“Berto,

sou de direita, e apesar muito idiota achar que somos a favor de censura, sem saber o que é ser de direita, acho que todo imbecil tem o direito sagrado de falar a merda que quiser, mesmo fazendo papel de palhaço (aqui no JBF têm alguns que já conhecemos). Confundem extrema-direita com direita, dizem que esquerda é direita e fingem que não existe extrema-esquerda.

Você se diz de centro, até acredito, mas ninguém sabe que bicho é esse. Não existe “em cima do muro”, ou você é socialista ou é capitalista. Ou você é democrata ou totalitário. Não existe nem nem, a não ser que você seja um anarquista, “se hay gobieno, soy contra”

Ser contra o stabilichment atual, seja ele de direita ou de esquerda, não é ser de centro, é apenas ser contra um governo bandido e corrupto, seja de que lado estiver. No nosso caso, de esquerda, por sinal o lado que tem mais bandido.

Como você disse, os milicos ficam putos sim quando você fala mal do Bolsonaro. Sabe por quê?, porque nós o conhecemos e muitos, como eu, pessoalmente. E você não, apesar de também ter sido milico. E ele não é nada daquilo que a mídia tomada pela esquerda o rotula. Ele não é de direita como eu, não de extrema-direita, pois é um democrata. Não é racista, homofóbico etc.

Acima de tudo, ele é honesto, não bandido, como você escreveu, e os seus filhos também são honestos, porque foram bem criados. Se todos estão na política é graças a isso e não foi o pai que os colocou, foi o voto e o exemplo do pai. Eles não são Maia, Sarney, dentre outros que entraram na política para roubar, seguindo o mal exemplo dos pais corruptos, comprando votos de um povo ignorante.

Tudo que o Bolsonaro fala, que você classifica de merda, é exatamente o que o povo pensa e quer, basta ver o resultado das pesquisas e a acolhida que ele tem tido aonde vai.

Ele, ao contrário da maioria dos políticos, pensa e faz pelo Brasil, não por ele próprio. Ele não sabe tudo, não conhece economia, como disse o comunistinha enrustido do Villa, seu ídolo, que se acha dono da verdade, e é o único a confessar e diga-se de passagem, nenhum Presidente é obrigado a saber – O Lula e a Dilma sabiam? -, basta ter assessoramento de pessoas técnicas e, acima de tudo, honestas, o que faltou e falta nos governos dos últimos tempos.

Não se deixe levar pelo que diz a mídia mainstream, procure conhecê-lo melhor. Não seja mais um ceguinho teimoso.

Ao invés de você repetir bobagem e fazer juízo de valor pelo que os outros dizem, procure entrevistá-lo. Com toda a certeza ele irá atendê-lo e garanto que você vira eleitor.

Grande abraço.

* * *

19 junho 2017 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)

ANTEPRIMAVERA – Anderson Braga Horta

Manhãs claras, manhãs de etérea natureza.
Bailam sonhos no céu como espumas num lago.
Soluça na amplidão, sobre a quieta beleza
da terra, um beijo fluido, indefinido, vago.

Tardes de cinza e chuva. A alma, de angústias presa,
aquieta-se a chorar, os silêncios que trago.
Cala-se a passarada ante a calma frieza.
A própria solidão é um bálsamo, um afago.

Há por tudo o fremir de um silêncio emotivo…
Também sob a mudez nebulosa em que vivo
há um presságio de flor e o arder de uma cratera

– que hão de um dia explodir e, como sóis dispersos,
deflagrar em minha alma (estranha primavera!)
a erupção do desejo e a floração dos versos!

19 junho 2017 FULEIRAGEM

MÁRIO – TRIBUNA DE MINAS

ARISTIDE, UM RAPARIGUEIRO NATO

Aristide era um raparigueiro nato. Não tinha vocação para namoros porque segundo afirmava os ritos solenes do ditos cujos eram incompatíveis com seu temperamento de querer partir logo para os finalmentes. Queria pegar logo as tetas da mina, apalpá-las, beijar-lhe a boca, passar-lhe as mãos por todo o corpo, sentir o cheiro do perfume natural da amada emanado dos poros.

Das mais de dez namoradas que teve até completar vinte anos nunca teve o prazer de alisar os peitos, apertar o corpo, prensar a cintura dela à sua, beijar o cangote, o pescoço, chupar a língua, dançar um tango argentino, uma lambada de Beto Barbosa, Pinduca. Dançar ao ritmo dos boleros de Waldick Soriano, Lindomar Castilho, Nelson Gonçalves, Paulo Sérgio, Mauricio Reis, José Ribeiro, suas prediletas paixões musicais.

– Não nasci para esse tempo: ficar admirando o retrato da namorada na parede – dizia ele aos amigos, revoltado com as azarações dos pais vigiando a filha. Comigo é assim: ou eu fico com ela ou eu não olho para a cara dos coroas nem falo com eles.

– Saí da minha casa todo perfumado, trocado de roupa, andar mais de um quilometro a pé até a casa da namorada para ficar sentado no tamborete espiando a morena sendo vigiada pelo pai ou a mãe e depois sair de lá com a cara de tabaco leso sem ter feito nada, nem sequer pegar nas mãos dela? Isso é negócio de corno! Tô fora!!

Depois de refletir muito sobre as coisas solenes do namoro que sentiu não dar para ele, Aristide resolveu seguir os conselhos dos seus dois amigos cachacistas e raparigueiros, Zé Amaro e João de Zefa, e foi conhecer o Cabaré de Maria Bago Mole, que ficava no Centro da cidade, perto da Praça Joaquim Nabuco, onde todo sábado as calçadas eram tomadas de bancos de feira para vender verduras, frutas, roupas e bugigangas…

Na primeira noite que visitou o Cabaré de Maria Bago Mole com os amigos, Aristide ficou encantado com as raparigas! Mulheres as pampas, radiola de fichas, cachaças as soltas. Tudo que ele sonhava em termo de cabaré ali estava à sua frente. E muita carne mijada de todo tipo, cor, idade, os cambaus.

– Eita mundo bom da porra! – dizia ele aos amigos sobre o cabaré, todo serelepe. Aqui está a vida que sempre pedi a Deus! – dizia – acendendo um cigarro hollywood.

Na primeira noite de visita ao Cabaré, Aristide foi logo se chegando para uma moreninha cor de canela que se encontrava sentada sozinha à espera de um “freguês”.

Pernas torneadas, coxas grossas, cintura mais ou menos, peitos grandes e moles, mas, segundo Aristide, “bons para o gasto”. Melhor do que ficar em casa de namorada vendo a lua ir embora e o sol aparecer clareando a estrada da solidão sem fim – pensava.

Chegou junto da morena, disse qualquer coisa no ouvido dela e sem nem lhe perguntar o nome combinou qualquer coisa e subiu para o quarto. Duas horas depois volta Aristide todo ancho descendo a escada de madeira. Esse ritual ele continuou repedindo por mais de dois meses até que descobriu que havia sido acometido de uma blenorragia, uma crista de galo, uma gonorreia que o deixaram acamado, tendo que tomar umas Benzetacil que o deixaram traumatizado para o resto da vida, tamanha era a dor e o sofrimento dos efeitos colaterais.

– Nunca mais quero saber de porra de cabaré – dizia ele aos amigos mais próximos. Só tem mulher podre, meu! Puta que o pariu! De cara uma lindeza, mas por dentro o tapuru já está comendo tudo! Arriégua!

Depois que contraiu as doenças venéreas e não ter se curado, mesmo tomando as Benzetacil, Aristide ficou traumatizado com o cabaré e nunca mais quis por os pés por lá. Mas como tinha o espírito aventureiro, de raparigueiro nato, partiu para uma empreitada inusitada: conquistar piniqueiras nas casas abastadas, principalmente aquelas que vinham dos sítios, filhas de lavradores que não possuíam dinheiro nem para comprar um vestido de chita para suas rebentas.

Mesmo sem estar curado das doenças venéreas que contraiu com uma cabocla no Cabaré de Maria Mago Mole, Aristide toda noite trocava de roupa, se perfumava todo, enfiava no bolso uma carteira de cigarro hollywood e partia para conquistar as piniqueiras na Praça Joaquim Nabuco, maior reduto de empregadas domésticas à procura de um pretendente que lhe desse um lar.

Certo dia fitou os olhos numa morena que estava a sós no banco da praça. Aproximou-se, conversou qualquer coisa e, de repente, os dois estavam se beijando ali mesmo sendo só assistidos pela lua que alumiava a escuridão da praça.

Na segunda noite, dia de folga da empregada, já marcaram um encontro na casa dele. Quando chegou a sua casa com a morena, Aristide não perdeu tempo, foi logo a arrastando-a para dentro do quarto e pôs a funcionar seu instinto selvagem onde a emoção e o prazer falou mais alto que a razão.

Antes de qualquer investida, Ritinha, que estava alucinada de desejos também, quis lhe dizer alguma coisa, mas Aristide não deixou porque naquelas alturas do esfrega-frega, ambos nus, ele só pensava com a parte de baixo.

Quando terminou o calamengal e se virou de lado satisfeito, Ritinha não perdeu tempo e, e num gesto de sinceridade e honestidade consigo mesma, foi dizendo para ele que tinha vindo do Cabaré de Maria Bago Mole e que estava cheia de doenças venéreas. Queria contar para Aristide antes, mas ele não deu a mínima, agora era tarde.

Foi nesse momento que Aristide deu um pulo da cama, nu, e com os olhos arregalados, perguntou a Ritinha:

– Puta que o pariu! Você foi também do Cabaré de Maria Bago Mole, aquele aquadouro de tapuru? Eu também fui infectado lá! Me tornei um cadáver ambulante com os dias contado! E, baixando o tom da voz – concluiu: Já que você está na mesma situação que eu, vamos aproveitar o resto da vida e vivermos juntos, como diz o meu ídolo Waldick Soriano, sem se preocupar com o amanhã? A gente já está fudido mesmo! E sem perder mais tempo, embrulhou-se com Ritinha na colcha de algodão e foram dormir relaxado sem se importar para a sífilis, a gonorreia, a blenorragia, a chanha e a crista de galo.

Dois anos depois desse encontro alucinante, ainda permaneceram juntos se amando e se dando todos os dias e vivendo um para o outro como se não houvesse amanhã, até se encantarem sem deixar herdeiros nem sucessores.

* * *

PLS DOS FERIADOS

Há um PLS 389/2016 de autoria do senador Dário Berger tramitando no Senado Federal que estabelece que serão comemorados por antecipação, nas segundas-feiras, os feriados que caírem nos demais dias da semana, com exceção dos que ocorrerem nos sábados e domingos, e outros que especifica.

Segundo o PLS, serão comemorados por antecipação, nas segundas feiras, os feriados que caírem nos demais dias da semana, com exceção dos que ocorrerem nos sábados e domingos, e dos dias 1º de janeiro (Confraternização Universal), Carnaval, Sexta-Feira Santa, 1º de maio (Dia do Trabalho), Corpus Christi, 7 de setembro (Dia da Independência), 12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil) e 25 de dezembro (Natal).

Esse PLS, que é de suma importância para disciplinar a gangorra de feriados estaduais e municipais díspares comemorados por todo o Brasil, permanece parado na Comissão Coça Ovo do Senado. Aprovado do jeito que está, com certeza daria um basta a essa enxurrada de feriados estaduais e municipais desnecessários que hoje se comemoram em todas as regiões do Brasil, ora na terça, ora na quarta, ora na quinta, ora na sexta, prejudicando toda a dinâmica da economia, a mola mestra do capitalismo de resultado.

19 junho 2017 FULEIRAGEM

J. BOSCO – AMAZÔNIA JORNAL (PA)

A JBS E SEU COMPETENTE PROPRIETÁRIO NOS TEMPOS EM QUE O BNDES ERA PROPRIEDADE DO PT

Comentário sobre a postagem FIQUEI ABESTALHADO E CONFUSO

Goiano:

“O financiamento do BNDES foi tão bem aplicado e com critérios tão adequados que foi com a ajuda do BNDES que a JBS se tornou a maior empresa de carnes do mundo.”

* * *

“Aprique tudo cum critero, cumpanhero Joerli Safadão”

19 junho 2017 FULEIRAGEM

SINOVALDO – JORNAL NH (RS)

FILOSOFIA DE PARA-CHOQUE

“Meu coração por você não bate, capota.”

“Seja paciente na estrada para não ser paciente no hospital.”

“Se já fui pobre não me lembro. E se já fui rico me roubaram.”

“Água mole em pedra dura, tanto bate até que… molha tudo.”

“Quem não deve, não precisa pagar.”

“No baralho da vida perdi uma dama.”

“Minha mulher uma vez me mandou escolher entre ela e o caminhão, até hoje sinto saudades dela.”

“Depois da tempestade vem a… enchente.”

“Não é a cerca que segura o boi no pasto, mas sim o capim que ele come.”

“Caminhoneiro não é mágico, mas vive de truck.”

“Não é pressa, é saudade!”

“Mais perigoso que um cavalo na estrada é um burro no volante.”

“Pobre é igual a disco de embreagem: quanto mais trabalha, mais liso fica .”

“Sorria. Você acabou de ser ultrapassado por um caminhão.”

“Não sou o Sílvio Santos, mas vivo do baú.”

“Na subida paciência, na descida dá licença.”

“Se não existisse avião e político andasse de caminhão, as estradas teriam melhor conservação.”

“Antes de rir do meu carro, termine de pagar o seu!”

“Ás vezes, é melhor ficar quieto e deixar que pensem que você é um idiota do que abrir a boca e não deixar nenhuma dúvida.”

“Dinheiro não traz felicidade, então, me dê o seu e seja feliz. “

19 junho 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

SÔNIA REGINA – SANTOS-SP

Sr. Editor,

deparei com uma montagem da capa da revista Época que circula neste final de semana.

Acho que as alterações feitas estão corretas, afinal, tal-qual um jogo da Lotofácil, minha preferida, quem leva o premio maior deve ficar no “Topo”.

Falando democraticamente, certas regras devem valer também para a “bandidagem”.

19 junho 2017 FULEIRAGEM

J. BOSCO – O LIBERAL (PA)


www.cantinhodadalinha.blogspot.com
QUE SÃO JOÃO NÓS TEMOS?

Hoje o nordestino pede
De volta o seu São João
Porém vejo que esqueceu
De cultivar tradição
Em busca de novas trilhas
Trocam as velhas quadrilhas
Por luxo e ostentação.

As quadrilhas são temáticas
Perderam a singeleza
Se apresentam com requinte
No cortejo tem princesa
Na verdade já descamba
Para uma escola de samba
Competindo com riqueza.

Numa vestimenta cara
O farto brilho conduz.
No cabelo penteado
Custoso adorno reluz.
Aquela festa brejeira
Onde brilhava a fogueira
Só a cinza se reduz.

Cadê o velho São João
Festejos de antigamente
O casamento matuto
Com jeito de nossa gente
A dança e a simpatia
Que no passado havia
Agora é tão diferente.

Não tem mais chapéu de palha
E nem camisa estampada
O homem não usa mais
Sua calça remendada
A canção de Gonzagão
Já não anima o São João
Vejo a coisa bem mudada.

Nas quadrilhas não tem mais
Nossa cabocla bonita
Com as pintinhas na cara
Com seu vestido de chita
Com seu cabelo trançado
Na trança de cada lado
O seu lacinho de fita.

Quem quer o São João de volta
Exercita a tradição
Preserva sua história
Antes da reclamação
Sua cultura propaga
Da memória não apaga
Costumes e tradição.


© 2007 Besta Fubana | Uma gazeta da bixiga lixa