31 julho 2017 FULEIRAGEM

ZOP – CHARGE ONLINE

MILIONÁRIO PERSEGUIDO

Lula ensina que, na novilíngua companheira, a palavra ‘propina’ foi substituída por ‘doação’

“Os empresários sempre deram dinheiro pra caramba. Eu não conheço um político em Manaus ou em São Paulo que vendeu casa para ser candidato. Todos eles pedem dinheiro para empresário, a vida inteira, desde que foi proclamada a República. A palavra propina foi inventada pelos empresários para tentarem culpar os políticos. Ou pelo Ministério Público. A diferença é que agora transformaram as doações em propina, então ficou tudo criminoso”.

Lula, fundador e presidente de honra do Movimento pela Descriminalização da Corrupção (MDC), em entrevista à Rádio Tiradentes do Amazonas, ensinando que o triplex no Guarujá, o sítio em Atibaia, as palestras de meio milhão de reais ou as boladas que embolsou como camelô de empreiteira, fora o resto, são doações perfeitamente legais que têm cara de propina por culpa de empresários cruéis, de procuradores a serviço da CIA, da imprensa golpista, do Departamento de Propinas da Odebrecht e, claro, de FHC.

31 julho 2017 FULEIRAGEM

FRED – CHARGE ONLINE

31 julho 2017 FERNANDO GABEIRA

AFUNDAR OU NADAR

Esta era a filosofia da mãe da atriz Charlize Theron, que matou o marido bêbado e agressivo. Foi o que disse à filha quando a tragédia aconteceu.

É uma frase dita num contexto familiar e definindo uma reação individual. Mas pode ser aplicada ao momento em que o país anda tão decadente.

O que fazer diante de tantas notícias ruins no campo da política e dos vários níveis de governo? Nadar talvez signifique o que fazemos cotidianamente: trabalhar, tentar os melhores resultados possíveis, avançar.

Ao deixar a esfera individual e aplicar a frase à trágica situação do Rio de Janeiro, o que significa afogar-se ou nadar? Creio que uma braçada inicial seria encarar de frente o problema da segurança pública. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, descreveu a situação de segurança pública no Rio como o “coração das trevas”.

A cidade tem mais de 800 comunidades, a maioria sob domínio territorial do tráfico. Este domínio acaba se refletindo na própria política: traficantes elegem aliados em vários níveis.

O ministro advertiu que não são todos, mas muitos políticos do Rio eleitos, de uma certa forma, em sintonia com o mundo do crime, pois dependem dos traficantes para fazer campanha nas áreas dominadas.

A proposta de criar uma força-tarefa federal para o Rio parece muito sensata nesse contexto. Jungmann propõe a articulação de vários órgãos, PF, Ministério Público, Polícia Rodoviária, entre outros. E um prazo de alguns anos para corrigir essa situação tenebrosa, na qual o crime não só domina territórios, mas, no mínimo, aniquila a vontade política de combatê-lo. Minha suposição é de que uma força-tarefa desse tipo encontraria um amplo apoio social. Não me refiro apenas a um apoio do tipo que a sociedade brasileira dá à Lava-Jato. As pessoas comuns rejeitam, mas desconhecem os mecanismos de corrupção nas altas esferas de governo.

No caso do Rio, trata-se de algo palpável, um drama que atinge a todos no seu cotidiano. As pessoas têm boas ideias, informações. Alguns países vivem o mesmo problema. No México, discute-se uma lei que cassa o mandato de um partido caso um de seus candidatos tenha relações com o crime. Em Medellín, que tive a oportunidade de visitar, também houve uma experiência vitoriosa de pacificação. O período inicial foi o enfrentamento ao cartel de Pablo Escobar, no qual a Colômbia contou com o apoio dos EUA.

Trabalhei com Jungmann por muitos anos no Congresso. Ele era um dos melhores formuladores em política de segurança pública, uma referência na área. Deve saber muito bem que o enfrentamento é só a primeira fase. Medellín compreendeu que a saída a longo prazo era política, envolvia outras dimensões além da policial. Tanto que, quando se fala em milagre de Medellín, as pessoas contestam. Foi preciso muito trabalho, liderado por um grupo de sonhadores em torno do prefeito Sergio Fajardo, um professor de matemática. Adotaram uma tríplice prioridade: educação, cultura e urbanização. E definiram como lema empregar o dinheiro público onde fosse mais necessário.

Uma força-tarefa atuando com eficácia no Rio não terá vida fácil. Mas certamente vai polarizar a esperança da sociedade e estimular o desejo por soluções mais duráveis. Isso certamente passa por melhores escolhas políticas. E pode ser também o começo de uma revolução cultural no Rio. Uma reavaliação das tênues fronteiras entre o crime e a cultura.

É de um dos mais talentosos artistas que viveram por aqui, Hélio Oiticica, a célebre frase: “Seja marginal, seja herói”. Isso comporta uma discussão em alto nível. No entanto, para simplificar, no estado a que chegamos, basta virar a frase de cabeça para baixo: os policiais que atuam dentro da lei são os heróis de uma sociedade aterrorizada.

Uma força-tarefa eficaz seria um marco nessa transformação simbólica. A única dificuldade que vejo é a financeira. O governo é rejeitado, vai mal das pernas. O pouco dinheiro que lhe restou, pensa em aplicar nas escolas de samba. Mas um grupo de instituições que funcionem pode conquistar uma legitimidade própria. E até pensar, se isso não for ilegal, em receber contribuições espontâneas.

O projeto das UPPs foi parcialmente financiado por empresários. Ele também deveria ter o seu lado social. Mas ali, em termos de segurança, visavam-se os grandes eventos. E em termos de política social apenas, alguns votos a mais para a gangue no poder. É possível refazer o caminho se o longo trabalho de uma força-tarefa se complementar com mudanças políticas e culturais. Pelo menos é uma ideia de braçada. Há outras, certamente. Há quem nade crawl, peito, costas, borboleta.

Do jeito que está, afundamos. Outro dia, o vice-governador errou ao abotoar o paletó e apareceu meio estranho em público. Isso acontece com qualquer um. Mas no momento pareceu um inconsciente pedido de socorro.

31 julho 2017 FULEIRAGEM

GUABIRAS – CHARGE ONLINE

31 julho 2017 DEU NO JORNAL

IMPOSSIBILIDADE DEDÁLICA

O Ministério Público Federal apresentou nesta segunda-feira (31) recurso contra a sentença que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em processo da Operação Lava Jato.

O juiz Sérgio Moro condenou o ex-presidente a 9 anos e 6 meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em razão do triplex no Guarujá. Mas absolveu Lula das acusações envolvendo o armazenamento do acervo presidencial.

A força-tarefa pede aumento da pena aos réus do processo e também a condenação de Lula, do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e de Paulo Okamoto, presidente do Instituto Lula, em relação ao armazenamento do acervo presidencial.

Segundo o MPF, o serviço foi pago pela OAS. 

“A assunção das despesas do ex-presidente Lula pelo Grupo OAS, representado pelo executivo Léo Pinheiro, estava maculada, desde o início, por interesses espúrios e foi praticada com clara intenção criminosa, notadamente a corrupção passiva do ex-presidente Lula e a sua atuação, em diversas frentes, em favor do grupo empresarial”, diz o recurso do MPF.

* * *

Pela brilhante e  bem fundamentada argumentação do deputado Jean Aero Wylys, este aumento de pena só seria possível se Lula fizesse implante de dedos.

Ou se o Dr. Moro, aquele juiz que veste ternos pretos cafonas, levasse em conta os dedos dos pés do ex-presidente para aumentar a pena de Lula.

Segundo o fubânico lulista Ceguinho Teimoso, Jean Aero Wylys é um zisquerdista inteligente e lúcido, um perfeito representante do pensamento petêlho-lulaico da atualidade banânica.

E, em assim sendo, o pedido de aumento da pena não tem qualquer base na Ciência Jurídica Vermêio-Bananal.

31 julho 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

AJUSTE

O gestor que movimentar finanças públicas tem a obrigação de prestar contas ao Parlamento. É dever anual do mandatário, dar satisfação sobre a utilização do numerário administrado. Informar o destino que as receitas tomaram.

A atribuição não é recente. A Revolução Francesa, de 1789, formulou na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão que a sociedade tem todo o direito de saber a verdade, sobre a aplicação dos recursos públicos. Tomar ciência da administração do erário, desde a coleta até o consumo da dinheirama.

No Brasil, a Constituição de 1891 também explicitou o dever do agente público, determinando a obediência à lei orçamentária. Forçando a declaração sobre o emprego dos fundos pecuniários. Tornar público o controle da da arrecadação, guarda e gerenciamento de dinheiro, bens e valores públicos.

Como os gestores tem a mania de desobedecer cartilhas, especialmente a respeito do manejo de gastos, a federação, os estados e municípios estão mergulhados em profunda crise financeira. Estão torando aço. Metidos em gigantesca bronca.

A farra dos gastos atravessa governos. As despesas com pessoal, o excesso de comissionados, os altos salários, o custeio da máquina administrativa e os programas diversos, mal administrados, rasgam limites. Em 2011, houve recorde de gastos públicos. Em 2014, a brincadeira se repetiu para acobertar as pedaladas. Em 2017, o governo prometeu austeridade nos gastos, mas desembolsou demais em publicidade e no cartão corporativo. Descumprindo a promessa, o presidente Temer extrapolou. biolionariamente, até na distribuição de recursos para o cumprimento de emendas parlamentares. Com fins meramente políticos.

O início das crises de caixa nos governos apareceu depois das políticas neoliberais implantadas a partir da década de 90. O pagamento dos juros das dívidas estaduais e municipais e a respectiva renegociação desordenaram os cofres públicos. Então, para frear um pouco o desconforto geral, instituíram a lei de responsabilidade fiscal, também ignorada, cujo teor é limitar os gastos com pessoal e mais alguma coisa. Expediente também conhecido como pacote de austeridade.

A ideia é evitar a redução de verbas nos serviços essenciais, como a educação, saúde e segurança pública. A única coisa que o gestor não pode esquecer, é deixar de pagar os juros das dívidas, senão o pau come e o responsável se lasca. Mas, infelizmente isto é o que tem acontecido.

Justamente, por desrespeitar normas, deu-se o vexame geral. Vinte e três governadores já acionaram o alarme. Pediram socorro ao governo central. Foram suplicar a aprovação de um pacote anticrise. O Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul, sob calamidades financeiras, devido à dilaceração dos orçamentos são os piores exemplos.

Está claro que nos momentos de crise econômica, governos incompetentes recorrem logo aos superávits primários. Fazer forçadas economias para pagar dívidas. Geralmente o atalho mais procurado é fazer jogar sujo. Mexer erroneamente nas contas, cortar previdência, salários de servidores, demitir pessoal e, se possível, comprimir programas sociais, investimentos e até verbas do SUS.

Quando isto acontece a fiscalização, através das agências de risco e da pressão política, imediatamente abrem o jogo. Denunciam. O Brasil, perante a opinião internacional, vai mal das pernas. Cambaleia. Tudo bem que a recessão e a desaceleração econômica dos últimos três anos diminuíram as receitas. Mas os erros de executivos públicos, investindo acima da capacidade financeira, também contribuíram para o desastre financeiro do país. No geral.

Outro ponto crucial foi a descabida decisão tomada pela União, em 1990, na concentração da arrecadação. A medida, simplesmente austera, atolou estados e municípios. Reduziu o fluxo de caixa.

A partir de 2003, a situação fiscal dos estados se agravou em função da rolagem de dívidas, e de novos pedidos de empréstimos. A pretexto do descumprimento das dívidas, os estados tiveram os repasses e as contas bloqueadas. Comprometendo severamente as receitas.

Embora atado nas finanças em função de queda na arrecadação e do aumento de gastos, o governo federal também ver grilo na administração do apertado orçamento. Mas, parece desconhecer o embaraço das contas públicas que apresentaram o pior resultado desde 2001. Arremessando o país para uma fria situação.

Tanto a presidência da República, quanto o Ministério da Justiça tem gasto excessivamente com o cartão corporativo.

O Executivo federal escancarou o cofre nacional, distribuindo bilionárias ajudas meramente políticas, esbanjando simpatia a parlamentares no sentido de obter favores contra a denúncia a rolar na Câmara, nesta semana. Por isso, nem se importou em tomar medidas drásticas como o aumento de impostos para sufocar o povo, já enforcado com o excesso de tributos em vigor.

Esquecidos da farra que é feita nos poderes constituídos, Executivo, Legislativo e Judiciário, exageram na manutenção de gordíssimas mordomias, privilégios e salários. Tem cabimento cada parlamentar, seja federal, estadual ou municipal, contar com extensa lista de assessores? Bem remunerados? Ao contrario do povo que é penalizado.

No plano federal, as gafes administrativas e os inegáveis estouros da boiada são a razão da altíssima taxa de impopularidade do presidente Temer.

O abuso na requisição dos jatinhos da FAB está incomum. Intolerável. Pelo menos, até março ministros, autoridades e os presidentes da Câmara e do Senado fizeram 519 voos nos jatos da Força Aérea Brasileira. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, diz a mídia, tem passado do limite. Abusado das facilidades do cargo. Esbanjando gastos.

Claro que existem saídas para os problemas cruciais do país. Recolocar o Brasil nos trilhos. Consertar os desacertos, conter a evolução dos gastos públicos, reencontrar o caminho para o crescimento, recuperar empregos. Uma das receitas é a reforma fiscal. Não tem remédio melhor.

Afinal, dói saber que a dívida pública beira 70% do PIB. Caso não haja jeito para baixar os juros altos, conforme a programação, a situação tende a piorar. O problema é vencer a grave crise política e encontrar corajosa liderança capaz de tomar as rédeas da redenção econômica para recolocar o Brasil no seu devido lugar. Deitado em calmaria, sob a égide da ordem, da produção e da prosperidade. Desconectado da corrupção, da roubalheira e da incompetência política.

31 julho 2017 FULEIRAGEM

BIRATAN – CHARGE ONLINE

MULTICREPUSCULAR – Anderson Braga Horta

Tarde. Um manto espectral acinzenta a cidade.
Mas, ao passo que a noite o surdo império implanta,
de minha alma uma orquestra em luzes se levanta…
para breve morrer nas sombras da verdade.

E é tão mais funda a treva, e a minha angústia é tanta,
na queda, que de um sol o coração me invade
lenitiva invenção – e, imerso em claridade,
alado semideus, ruflando as asas, canta!

É a canção do sol-pôr, o desmaiar da tarde
novamente a tombar sobre a minha aflição…
E, à estranha vibração das derradeiras notas,

um crepúsculo vem de paragens ignotas,
doce, belo e imortal como uma extrema-unção
cair-me na pupila, onde um sol já não arde.

31 julho 2017 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA (ES)

VANDERLEI ZANETTI – SÃO PAULO–SP

Caro editor do JBF,.

Veja que o Kim Jong-un, além de estar preparando um míssil pra alcançar os EUA ensina como destruir o Brasil.

Um abraço,

31 julho 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE


http://pinheirochumbogrosso.blogspot.com.br
TRIBUTO AO DEMOCRATA GREGORY PECK

Na Sétima Arte, Gregory Peck ficou conhecido como o galã das causas sociais. Embora tivesse um talento LIMITADO e não muito VIBRANTE (sem aptidão de um James Stewart, a efígie da virtude de um Henry Fonda ou a energia de Kirk Douglas), porém, Gregory Peck irradiava integridade, consideração, honestidade, e solicitude, conseguindo atrair plateias, especialmente o público feminino. O galã das épocas douradas do cinema dos meados do Século XX, entre suas principais LADYS, Peck contracenou com Ingrid Bergman, Jennifer Jones, Carroll Baker, Susan Hayward, Ava Gardner, Lauren Baccal e Sophia Loren. Na década de 1950, época bem recheada de westerns, caiu em seu colo a interpretação de um papel do filme DA TERRA NASCEM OS HOMENS(1958) – Um dos Melhores Westerns de Todos os Tempos, Obra Prima do afamado diretor William Wyler.

Pois bem!!! Na década de 1950, época bem recheada de westerns, sem sombra de dúvidas o filme Da Terra Nascem os Homens Foi o primeiro Western a ser, de fato, uma SUPERPRODUÇÃO, já que, em 1958, a televisão invadia os lares estadunidenses, lançando muitas séries de faroestes, como As Aventuras de Rin Tin Tin, Zorro & Tonto, entre outros – e no entanto, seria imperioso um investimento alto para não perder a concorrência com a telinha de TV. Para isto, nada como reunir um cineasta premiado e de renome internacional, como o diretor boca de caieira William Wyler e atores consagrados como Gregory Peck e Charlton Heston num mesmo rolo de fita ou película de bang bang. Na época, estas duas feras possuíam idades de 42 e 35 anos e ambos morreram já no Século XXI, em 2003 e 2008, com 87 e 85 anos, respectivamente.

De acordo com o cinéfilo Paulo Telles, Gregory Peck sempre teve AFINIDADE COM A POLÍTICA, não era à toa que carregava a marca de galã das causas sociais. Durante sua plena mocidade, o seu país viveu sua grande crise econômica, com a miséria rondando milhares de famílias. Era a época da Depressão dos anos de 1929. O Fascismo e o Nazismo invadindo a Europa; uma tremenda guerra civil na Espanha. E o jovem Peck não poderia ficar alheio a todos estes acontecimentos. Ele mesmo confidenciou que, como estudante, sofria influências de ideias políticas. Peck lia muito jornais de tendência comunista. Foi também um adepto fervoroso do governo Roosevelt, tão combatido pela Imprensa e pelos banqueiros de sua terra. Entretanto, isso não o tornou um “MILITANTE DA PUTADA VERMELHA”. Com o passar dos anos, com a América recobrando o ânimo da gestão de Roosevelt, ele não se contaminou com a praga do COMUNISMO e correu dele como o cão foge da cruz. O comunismo perdeu Gregory Peck, mas a Broadway iria, em breve, conhecer sua arte.

O ator principal do monumental filme OS CANHÕES DE NAVARONE – um clássico dos filmes de aventura que bateu recorde de bilheteria no mundo inteiro lhe rendeu muito sucesso na década de 1960, mas o seu filão de ouro, veio em 1962 com O Sol É Para Todos que concorreu ao Oscar de melhor filme (perdendo para Lawrence da Arábia, o grande favorito do ano de 1962), mas ganhou para melhor ator (GREGORY PECK). No filme O SOL É PARA TODOS quando foi consagrado com o Oscar, ele faz um papel voltado para o humanismo, Peck aceitou fazer um advogado sulista, porém, íntegro e respeitado na cidade, que atende gratuitamente aos mais pobres. Um clássico supremo, com roteiro, direção de arte, trilha sonora e direção impecáveis; atuação memorável, talvez a melhor, de Gregory Peck. Em que pese não ser faroeste(filme de drama), ele representa um papel arrebatador que eu recomendo com todo louvor para que seja assistido a quem interessar possa. A propósito, o seu primeiro filme de bang bang, Gregory Peck estrelou quando tinha a idade de 3O anos e já disse pra que veio com um papel irretocável no bom filme DUELO AO SOL, realizado em 1946.

Da sua vasta obra, eis os principais filmes de cawboys estrelado pelo galã das CAUSAS SOCIAIS: Duelo de Sol(1946); – Céu Amarelo(1948); – O Matador(1950); – Resistência Heroica(1951); Em 1958 ele foi estrela do filme DA TERRA NASCEM OS HOMENS(O melhor de todos); – A conquista do Oeste(1962); – A noite da Emboscada(1968); – O Ouro de Mackena(1969); – O Parceiro do Diabo(1971); Matando sem Compaixão(1974).

Em que pese nunca ter havido um trabalho em conjunto dos monstros sagrados da Sétima Arte, apesar da diferença de idade era de razoáveis 14 anos, o REPUBLICANO Clint Eastwood e o DEMOCRATA Gregory Peck, na verdade, Clint, hoje com 87 anos tinha como ídolo o ator Gregory Peck (1916-2003), do qual considera sua melhor atuação em O Matador. As performances vindas de Clint para compor seus durões, segundo ele, se inspiravam em Gregory Peck nesta película O MATADOR datado de 1950. Finalmente, como curiosidade, o Partido DEMOCRATA chegou a cogitar o nome de Gregory Peck para Governador da Califórnia na década de 1970, para enfrentar o também ator mixuruca Ronald Reagan, então do Partido REPUBLICANO. Entretanto, Peck não deu bola e recusou “tão amado convite”. Daí, Por todo este humanitarismo que lhe era peculiar, HOLLYWOOD o convidou a presidir a Presidência da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, onde foi o gestor entre 1967 a 1970.

Com sua quietude e estilo sóbrio, Gregory Peck foi o perfeito galã da Hollywood dos anos dourados, mas também uma referência moral para o cinema americano. Embora Gregory Peck tenha entrado para a História como esse homem bom e aprazível, o certo é que na tela encarou também papéis mais obscuros, como o psicopata amnésico em “QUANDO FALA O CORAÇÃO” (1945), de Alfred Hitchcock. Talvez o personagem que o público mais carregue na memória seja o jornalista e perfeito cavalheiro que se apaixona pela princesa em “A PRINCESA E O PLEBEU” (1953), que foi também sua primeira comédia romântica. Curiosamente, durante a filmagem de “A Princesa e o Plebeu” foi Peck quem, recém separado de sua primeira esposa, se apaixonou por uma jornalista, a francesa Veronique Passani, que havia lhe pedido uma entrevista. Dois anos depois se casaram e não se separaram até a morte de Peck em Los Angeles, no dia 12 de junho de 2003, quando tinha 87 anos.

Assista ao trailer da película cinematográfica A CONQUISA DO OESTE, filme épico que narra os 50 anos da expansão americana rumo ao Oeste, entre 1830 e 1880, vistos através das experiências das famílias Prescott e Rawlings, passando pela isolação dos sítios construídos pelos pioneiros, pela corrida do ouro, pela guerra civil americana e, finalmente, pela construção das estradas de ferro. A estória de três gerações de pioneiros americanos no século XIX com um elenco cheio de estrelas, como Gregory Peck, James Stewart e Henry Fonda.

31 julho 2017 FULEIRAGEM

RICO – VALEPARAIBANO (SP)

31 julho 2017 DEU NO JORNAL

ELA GOSTAVA DELE

Tratado por “Dida” pelos amigos mais íntimos, como Dilma Rousseff, Aldemir Bendine assumiu a presidência da Petrobras cheio de moral: a própria ex-presidente o anunciou para o cargo como alguém capaz de “resolver o problema” da estatal dilapidada nos governos do PT.

Na ocasião, a operação Lava Jato estava em curso havia 11 meses, e já havia revelado grande parte da extensão do roubo bilionário na estatal.

Ao escolher Bendine, no Alvorada, em reunião que varou a madrugada, Dilma fixou-se em seu nome “palatável ao PT” e ao mercado.

Quando alguém queria saber por que foi o escolhido, ministros tinham única resposta: “Dilma gosta dele”.

No BB, o sedutor Bendine financiou um Porsche para a amiga íntima Val Marchiori. E levou Daniela Mercury para festa no banco.

Ele foi anunciado por Dilma como “salvador” da Petrobras.

* * *

Segundo apurou o Departamento de Fuxicos do JBF, Dilma mandou um pacote de papel higiênico de presente pra Bendine.

A mercadoria era do antigo estoque da loja de artigos 1,99 que a Vaca Peidona conseguiu falir em Porto Alegre.

Agora o Corrupto Passivo dos governos petralhas vai limpar o furico com um papel de segunda, depois que obrar de coca no boi da prisão.

Uma parelha que esteve à altura da administração de um partido que é de propriedade do Lula

31 julho 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

31 julho 2017 FULEIRAGEM

ZOP – CHARGE ONLINE

JOSÉ SILVA – CAMPO GRANDE-MS

Sr. Editor,

O submundo do crime político-ideológico-eleitoral foi inflamado por uma arenga entre o senhor da casa-grande petista e seus asseclas hospedados no puxadinho denominado PSOL.

Tudo motivado pelo fato do criminoso-mor não ter sido convidado para uma reunião da súcia com o argumento de discutir um programa de governo para o país.

Pela situação que a quadrilha deixou o Brasil, deve-se prever o caldeirão de maldades gestados como receita para um povo dócil, recatado e do lar. Uma das bruxas presentes ao contubérnio largou sua cuia de mate e esconjurou imediatamente o molusco ao saber de sua insidiosa intromissão.

O barulho foi tanto que acordou a múmia Erundina de seu sono secular, que com suas invectivas acusou a “direita” de perturbar os propósitos da esquerda de fazer do Brasil uma grande Cuba ou uma progressista Venezuela.

Já Dilma Roscoff, a despejada, afirmou ao juiz instrutor do ministro Edson Fachin, Paulo Marcos de Farias, que acha que direita é a Gleisi Hoffmann, a amante.

Veja as matérias da Falha de S. Paulo, clicando nos títulos abaixo:

1) Articulação de petistas e PSOL irrita ex-presidente Lula

2) Lula e PT fingem querer a queda de Temer, afirma Luciana Genro

3) Lula devia dirigir ataques a ‘parceiros de direita que o traíram’, diz Erundina

31 julho 2017 FULEIRAGEM

PAIXÃO – GAZETA DO POVO (PR)


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