17 julho 2017 FULEIRAGEM

MYRRIA – A CRÍTICA (AM)

NO AQUECIMENTO

Gleisi aproveita a condenação de Lula para treinar o que vai dizer no tribunal

“Sergio Moro prestou contas aos meios de comunicação e a (sic) opinião pública que formou contra Lula. Condenou sem provas! Vergonhoso”.

Gleisi Hoffmann, pelo Twitter, treinando o que vai dizer quando forem julgadas as bandidagens da senadora paranaense conhecida no Departamento de Propinas da Odebrecht pelos pseudônimos Amante e Coxa.

17 julho 2017 FULEIRAGEM

GENILDO – CHARGE ONLINE

FEITIÇO DA VILA

Letra de Noel Rosa e música de Vadico. Elizete Cardoso canta com acompanhamento de Jacob do Bandolim. 

17 julho 2017 FULEIRAGEM

S. SALVADOR – ESTADO DE MINAS

17 julho 2017 DEU NO JORNAL

UM ROMBO PLANETÁRIO

Os escândalos de corrupção na Petrobras e sua política de preços levaram a estatal brasileira a ser a empresa de petróleo mais endividada do mundo.

A constatação faz parte do informe produzido pela OMC, que avalia a situação da política comercial do Brasil.

* * *

A OMC, vocês já sabem, é a Organização Mundial do Comércio.

Que de mundial não tem nada, pois deve ser dirigida por coxinhas reacionários aqui de Banânia.

Perguntem pra Ceguinho Teimoso que ele dará detalhes sobre este covil golpista.

Agora, aqui entre nós: é bilhão pra caralho.

E de dólares!!!

A notícia fala que a empresa está “no vermelho“.

O mais correto seria dizer que a Petrobras está “no preto“.

Preto da tonalidade nove dedos.

17 julho 2017 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA (ES)

VINGANÇA – Anderson Braga Horta

Ontem à noite o luar era uma coisa estranha
pisando a escuridão. Monstruosa lanterna,
sua voz fogo-fátua, iridescente e terna,
ecoava em luz do bosque ao sopé da montanha.

E tal era o negror, e a tristeza tamanha,
e tão fundo o silêncio – a acusar a luzerna
de altura e solidão – que, numa dor superna,
explode o luar, chovendo astros em pura sanha.

A treva insulta a luz indecorosa e nua…
e a vingança do luar é um punhado de estrelas,
e uma chuva de sóis é a vingança da lua.

Assim tua alma em dor tudo ao mundo suporta,
e, vingando-se, chora o perdão dessas velas
que brilham-te na face enregelada e morta.

17 julho 2017 FULEIRAGEM

SAMUCA – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

17 julho 2017 A PALAVRA DO EDITOR

NÃO ESPERE 2018: VOTE AGORA!

Desperdice o seu precioso tempo e participe da nova Enquete Fubânica.

Vá aí do lado direito do JBF e dê o seu pitaco.

Uma excelente semana para toda aquele que tem a coragem de ler esta gazeta escrota!!!

17 julho 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

17 julho 2017 JOSIAS DE SOUZA

ESTE COLUNISTA TIRA FÉRIAS E PLANEJA UMA VIAGEM AO INFERNO

Você sabe que está ficando velho quando começa a ter saudades do tempo em que as cartas chegavam pelas mãos do carteiro. Hoje, considerando-se todas as caixas de entrada – e-mail, WhatsApp, Facebook, Twitter… – recebo mais de mil mensagens diariamente. Impossível ler tudo. Responder, nem pensar. Entretanto, duas mensagens me chamaram a atenção nos últimos dias.

Um apologista de Temer enviou-me algo muito parecido com um desafio: “Sabichão, você critica tudo. Candidate-se à Presidência! Terá o meu voto. Quero ver do que você é capaz. O Brasil decerto vai virar um paraíso sob a Presidência do Josias”

Uma admiradora de Lula e Dilma me mandou para o inferno. Pedi o endereço, já que a localização da morada do Tinhoso é uma questão teológica antiga e não resolvida. E ela me enviou para outro lugar: “Vai à…”

Embora convocado, não disputarei a Presidência. Se disputar, não pedirei dinheiro ao Joesley Batista. Se vencer, não tomarei posse. Se receber a faixa, não darei foro privilegiado a quem não merece. Temer já me negou três entrevistas. Soube que deixou de me ler. Não ganhará um ministério.

Quanto à tarefa dada pela leitora petista, embora pareça irrealizável, me esforçarei para realizá-la. Nas próximas duas semanas, estarei em férias. Planejo viajar para o inferno. Ainda não encontrei o endereço. Mas já soube que o caminho não está mais calçado apenas de boas intenções. Nos governos do PT, Asmodeu mandou a Odebrecht refazer o calçamento com dinheiro roubado.

Volto dentro de duas semanas.

17 julho 2017 FULEIRAGEM

THIAGO LUCAS – CHARGE ONLINE

PAULO FRANCIS, PROVOCADOR E POLEMISTA

Nascido no Estado do Rio de Janeiro no dia 02 de setembro de 1930, Franz Paul Trannin da Motta Heilborn, adotou o pseudônimo de Paulo Francis, por sugestão, à época, 1957, do ator, poeta, teatrólogo e diplomata Pascoal Carlos Magno, e com ele criou fama de polemista e provocador, na carreira de jornalista, crítico de teatro, diretor e escritor. Também escreveu para jornais, como Ultima Hora, O Pasquim, O Estado de São Paulo, A Folha de São Paulo, onde, durante muito tempo manteve a coluna O Diário da Corte, onde expunha suas opiniões com clareza, ironia, deboche e sarcasmo.

Com sua experiência de diretor, Paulo Francis notabilizou-se, em primeiro lugar, como crítico de teatro do Diário Carioca, entre 1957 e 1963, quando intentou realizar uma crítica de teatro que, longe de simplesmente fazer a promoção pessoal das estrelas do momento, buscava entender os textos teatrais do repertório clássico para realizar montagens que fossem não apenas espetáculos, mas atos culturais – nas suas próprias palavras, “buscar em cena um equivalente da unidade e totalidade de expressão que um texto, idealmente, nos dá em leitura […] a unidade e totalidade de expressões literárias”. Seu papel como crítico, à época, foi extremamente importante.

Paulo Francis foi o centro de diversas polêmicas e disenssão. Dizia que a ferocidade que seria a marca registrada de seus textos nasceu na infância. Aos 7 anos foi arrancado dos braços da mãe e atirado às feras de um internato na ilha de Paquetá. Atribuía todo o sarcasmo e agressividade a essa brutal separação, contou ao jornalista José Castello, colunista da Folha de São Paulo à época.

Ficou famoso o ataque – que ele mesmo classificaria mais tarde de “mesquinho, deliberadamente cruel” – à atriz Tônia Carrero que, por havê-lo acusado de “sofrer do fígado” e ser “sexy” – na gíria da época, homossexual – foi por ele acusada de haver-se prostituído e de mercadejar fotos de si mesma despida. Foi por isso agredido fisicamente duas vezes – pelo então marido da atriz, Adolfo Celi, e pelo colega de Tônia no Teatro Brasileiro de Comédia, Paulo Autran.

Em 1983, a sexualidade de Paulo Francis foi, mais uma vez, alvo de ataques e de insinuações. Ele criticou a entrevista que Caetano Veloso fizera com Mick Jagger, alegando que o roqueiro inglês zombou do entrevistador. Caetano respondeu, dizendo que Francis era uma “bicha amarga” e uma “boneca travada”.

No final da década de 1970, Paulo Francis lançou-se como romancista, tentando fazer uma crítica geral da sociedade brasileira através dos seus romances Cabeça de Papel (1977) e Cabeça de Negro (1979). Para essa crítica por meio da literatura, Francis aproveitou suas experiências pessoais dentro da elite cultural e social do Brasil e principalmente do Rio de Janeiro.

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17 julho 2017 FULEIRAGEM

MARIANO – CHARGE ONLINE


http://www.forroboxote.com.br/
BORBOLETAS E FLORES

Ao ver entre o céu e minha cabeça borboletas azuis, amarelas e de todas as cores e matizes veio-me à lembrança a dúvida que sempre tive: borboletas são flores que aprenderam a voar ou são as flores borboletas preguiçosas que preferem ficar no chão? Não importa. O bailar preciso e bonito desses voares me encanta desde sempre. Um corpo de baile coeso e colorido, um arco-íris voante a enfeitar o céu e a vida da gente. Me encantam as flores esvoaçantes nos céus do meu olhar do mesmo jeito que me enfeitiça a aquarela viva das borboletas com preguiça mágica seduzindo os jardins. Onde Deus se inspirou para criar tamanha beleza? Nas borboletas ou nas flores?

17 julho 2017 FULEIRAGEM

DUKE – O TEMPO (MG)

17 julho 2017 DEU NO JORNAL

FESTIVO ENCONTRO ILEGAL DE MELIANTES DE GROSSO CALIBRE

Ao menos sete parlamentares do PT abandonaram o serviço em Brasília para ir a São Paulo participar do “lançamento da candidatura” a presidente de Lula, após o petista ser condenado a 9 anos e meio de cadeia por corrupção.

Passagens custam em média R$ 1 mil. Cada parlamentar ganha R$ 34 mil de salário, mas ainda assim repassam o custo das passagens aéreas para visitar Lula ao contribuinte.

A cota parlamentar já foi usada para bajular Lula após denúncia do Ministério Público.

As deputadas Benedita da Silva (PT) e Jandira Feghali (PCdoB) se deram folga na quinta-feira (13) e foram visitar Lula, o condenado.

Além de deputados, os senadores Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias, Paulo Rocha e José Pimentel também foram aparecer na foto.

* * *

Esta foto tá arretada.

O grupo que cerca Lapa de Mentiroso constitui um time de altíssimo calibre corrupcional-mentirístico-bostoso.

Coisa de 13ª qualidade!!!

Vou emoldurar o flagrante e colocá-lo na minha parede de recordações surrealísticas banânicas.

Saber que fomos governados por esta cambada por mais de uma década enche meu peito de orgulho cívico-lacrimal.

E vamos celebrar o encontro ilegal da rataria petêlha, para “lançamento de candidatura” antes da data prevista em lei – de um réu já condenado à prisão pela justiça -, com uma linda música:

17 julho 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

FRASES POÉTICAS DE ADÉLIA PRADO

“Deus de vez em quando me tira a poesia e eu olho pedras e vejo pedras mesmo…”

“Eu quero depois, quando viver de novo, a ressurreição e a vida escamoteando o tempo dividido, eu quero o tempo inteiro.”

“Pior que medo de alma do outro mundo é o medo da alma do outro.”

“É verdade, experimento o ruim e acho que o mundo desabou.”

“Tudo aquilo que a memória amou já ficou eterno.”

“Eu ponho o amor no pilão com cinza e grão de roxo e soco. Macero ele, faço dele cataplasma e ponho sobre a ferida.”

“A gente tem sede de infinito e de permanência, então, esse ser que assegura a permanência das coisas, é que eu chamo de Deus. É o absoluto.”

“O amor me fere é debaixo do braço, de um vão entre as costelas, atinge o meu coração é por esta via inclinada.”

“Era raiva não. Era marca de dor.”

“Um corpo quer outro corpo, uma alma quer outra alma e seu corpo. Este excesso de realidade me confunde.”

“Beleza não é luxo. É uma necessidade!”

“Se pudesse, hoje, varria, isso mesmo, varria as pessoas todas com vassoura, como se fossem ciscos.”

“Há sempre uma razão, embora não haja nenhuma explicação.”

“Quanto a mim, dou graças pelo que agora sei e, mais que perdôo, eu amo.”

“Dor não tem nada haver com amargura. Acho que tudo que acontece é feito para a gente aprender cada vez mais, é pra ensinar a gente a viver. Desdobrável. Cada dia mais rica de humanidade.”

“Não quero faca, nem queijo. Quero a fome.”

“Estremecerei de susto até dormir, e no entanto é tudo tão pequeno. Para o desejo do meu coração, o mar é uma gota.”

“Minha mãe achava estudo a coisa mais fina do mundo. Não é. A coisa mais fina do mundo é o sentimento.”

“O transe poético é o experimento de uma realidade anterior a você. Ela te observa e te ama. Isto é sagrado. É de Deus. É seu próprio olhar pondo nas coisas uma claridade inefável. Tentar dizê-la é o labor do poeta.”

“Fui dormir umas vezes tão feliz, que, se soubesse minha força, levitava. Em outras, tanta foi a tristeza que fiz versos.”

* * *

Adélia Luzia Prado de Freitas nasceu em 1936 em Divinópolis – MG, onde cresceu e se educou. Formou-se em Filosofia e trabalhou como professora. Em 1971, publicou o livro de poemas “A Lapinha de Jesus”, junto com Lázaro Barreto. Cinco anos depois foi que publicou sozinha seu primeiro livro, “Bagagem” (1976), revelando uma artista de extrema originalidade e lirismo. Publicou depois “Coração Disparado” (1978), coletânea que trouxe a consagração merecida, trazendo-lhe o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro de São Paulo. Seus textos literários retratam o cotidiano com perplexidade e encanto, norteados pela fé cristã e permeados pelo aspecto lúdico, uma das características de seu estilo único.

17 julho 2017 FULEIRAGEM

SINOVALDO – JORNAL NH (RS)


http://pinheirochumbogrosso.blogspot.com.br
JAMES STEWART, O DEDO DURO DO FBI

Por ser possuidor de um caráter íntegro, James Stewart transformou-se num baita de um ator inesquecível ou memorável que foi reconduzido na personificação do herói nacional norte-americano em filmes como A Felicidade Não se Compra (1946) ou A Águia Solitária (1957). Suas interpretações foram sempre marcadas pelo personagem desajeitado e pelo modo de falar inseguro. As colaborações com o diretor Alfred Hitchcock reforçaram a sua identificação com o modelo de norte-americano médio, de perfil simples e de enorme caráter, especialmente em Janela Indiscreta (1954) e Um Corpo que Cai (1958). STEWART NUNCA INTERPRETOU PAPÉIS DE VILÃO, nem sequer nos muitos westerns que protagonizou como o espetacular filme, O Homem que Matou o Facínora (1961), ao lado do Papa dos filmes de faroestes, John Wayne.

Pois bem!!! O presidente americano Harry Truman costumava dizer que, se um dia tivesse um filho, queria que ele fosse como o ator James Stewart (1908-1997). O presidente democrata sabia do alcance de sua afirmação: não havia em Hollywood, e não houve até o aparecimento de Tom Hanks, nenhum ator com melhor imagem de pureza e honestidade como James Stewart. Patriota ao extremo, como também mulherengo que era, se tornou um convicto MONOGÂMICO após se casar com a socialite Gloria Stewart e nunca mais foi visto na companhia de nenhuma outra mulher. Assim, diante desse anjo de candura e exemplo de bom-mocismo, James Stewart era RACISTA e DELATOR, tendo colaborado por livre e espontânea vontade com a caça às bruxas (entenda-se caça aos comunistas). Stewart foi informante direto do FBI em sua época, que via em Hollywood comunistas escondidos até em recheios de pasteis.

Pesquisando sobre a vida do ator percebe-se claramente que, o seu envolvimento com a DEDURAGEM afirmando que teria delatado apenas os comunistas mais notórios, tudo aquilo se valia do ator e futuro presidente americano Ronald Reagan como garoto de recados para a entrega de seus dossiês. A queda de Stewart para a delação “NASCEU COM BONS PROPÓSITOS” (se é que há propósito saudável num delator): o seu ideal era o de barrar a ascensão do crime organizado em Hollywood, como também o comunismo desembestado. As atividades do ator como informante do FBI, lhe custaram, inclusive, a perda da amizade de Henry Fonda – eles eram inseparáveis desde a juventude e chegaram a morar juntos numa fazenda em Hollywood. O FBI, de fato, investigava tudo e todos, e não poupou sequer o seu próprio informante: também a vida de James Stewart foi vasculhada devido à boataria de seu suposto envolvimento homossexual com Henry Fonda(pai de Jane Fonda).

Voltando-se a sua atividade cinematográfica, James Stewart foi um dos atores mais queridos do cinema norte-americano e um dos favoritos dos fãs de faroestes. Mas, conforme nos confidencia o crítico de cinema Darci Fonseca, Stewart poderia ter sido qualquer coisa na vida, menos ator. Magro demais, desengonçado, parecendo tropeçar nas próprias pernas, porém pior do que a presença física de James Stewart era sua voz meio fanhosa parecendo ter um ovo quente na boca e gaguejando nervosamente. Pois foi com todos esses “DEFEITOS” que James Stewart venceu em Hollywood e pode-se afirmar que poucos atores participaram de um número tão grande de obras-primas e clássicos do cinema quanto ele.

Quando jovem James Stewart aprendeu a tocar acordeão, instrumento que fazia muito sucesso aqui no Brasil nos anos 50, época em que a RCA Victor praticamente só prensava discos de Luiz Gonzaga, “O REI DO BAIÃO”. Instrumento da moda, as moçoilas iam aos conservatórios musicais sonhando em serem novas Adelaide Chiozzo, atriz e acordeonista brasileira, estrela da Atlântida Cinematográfica e renomada cantora da Rádio Nacional. E que ninguém chamasse o acordeão de “SANFONA”, pois saía até briga… James Stewart nas horas vagas gostava de dedilhar seu acordeão e sonhava poder aparecer num filme tocando esse instrumento. A oportunidade surgiu com “A Passagem da Noite”, em que além de tocar, James Stewart se meteu a cantar também…

Em se tratando de filme faroeste, ninguém ganhou mais dinheiro que James Stewart nos anos 50, nem mesmo John Wayne, Gary Cooper ou Marlon Brando. A galinha dos ovos de ouro que apareceu na vida de Stewart foi o filme WINCHESTER 73, o western que mudou Hollywood. Em 1950 James Stewart estava com 42 anos de idade e há 15 anos no cinema. Stewart deu um cheque-mate nos donos dos estúdios, justamente com o western “Winchester 73”, mudando radicalmente o sistema de se fazer cinema. Analisando a película cinematográfica, o Winchester 73 é um filme norte-americano passado em tempos áureos do velho-oeste, dirigido pelo consagrado diretor Anthony Mann que eu recomendo aos cinéfilos de bang bang. O RIFLE Winchester 1873, o qual dá título ao filme, é mostrado como a melhor e mais desejada arma do faroeste. Um dos grandes westerns da história. A arma acaba se tornando um dos personagens. Vale a pena assisti-lo!!!

Por fim, James Stewart foi um aclamado ator americano de cinema, teatro e televisão. Atuou em inúmeros filmes considerados clássicos, e foi indicado a cinco prêmios de Oscar de Melhor Ator, ganhando em 1941 por seu papel em Núpcias de Escândalo. Além disso, recebeu um Oscar Honorário, em 1985, pela sua carreira. James Stewart foi casado com Gloria Stewart por 45 anos, ou seja, até 16/02/1994, quando ela veio a falecer. O casal teve duas filhas gêmeas, Kelly e Judy. A morte da esposa fez com que sua vida deixasse de fazer sentido. Ele começou, então, a sofrer uma série de problemas de saúde que culminaram com sua morte em julho de 1997 de embolia pulmonar, aos 89 anos de idade. Logo abaixo, assista ao vídeo de 2 minutos do filme original Winchester 73.

17 julho 2017 FULEIRAGEM

AMARILDO – A GAZETA (ES)

17 julho 2017 DEU NO JORNAL

NÃO FOI 100% PORQUE TEM IDIOTA EM TODO CANTO NESTE MUNDO

* * *

Puta merda!

É impressionante!

Quer dizer que na Venezuela ainda existe 2% de “petistas” que apoiam Maduro???!!!

É pra lascar: 2% da população venezuelana ainda apoia este nazistinha de merda.

Num tem jeito mesmo: gente idiota existe em todo canto deste mundo.

Maduro, como vocês sabem é aquele tiranete amigo de Lula, adorado pelas zisquerdas banânicas e candidato ao Prêmio Nobel de “Deseconomia”.

Ontem, durante a votação, ele matou mais duas pessoas nas ruas de Caracas, ultrapassando uma centena de assassinados.

“Alô cumpanhera Dirma: enchi aí um avião cum os besta qui votaro nim nóis e manda aqui pra Venezuela: o cumpanhero Maduro tá fudido”

17 julho 2017 FULEIRAGEM

DUKE – O TEMPO (MG)


http://www.fernandogoncalves.pro.br
A MENSAGEM REVIVIDA

Durante a Semana Santa última, aproveitei os feriados para principiar a ler uma das mais cativantes histórias de Jesus, tudo fundamentado em pesquisas e estudos teológicos, onde se analisa a mensagem do Homão da Galileia que muito amo e as distorções nela introduzidas ao longo dos tempos, edificadas por interesses vários, para atender interesses de grupos que objetivavam apenas dominar regiões e povos. Um texto que me proporcionou uma maior aproximação com as diretrizes emanadas por aquele que foi enviado para semear Justiça e Paz entre todos os seres humanos, sem distensão de espécie alguma, acima, muito acima mesmo, das denominações que foram estabelecidas.

O livro intitula-se Cristianismo: a mensagem esquecida, 4ª. edição da Casa Editora O Clarim, 2016, 416 p., de autoria de Hermínio C. Miranda (1920-2013), um dos principais pesquisadores e escritores espíritas brasileiros, autor de mais de 40 livros, entre os quais A Memória e o Tempo, editado pelo Instituto Lachastre, 2013 (8ª. edição), 328 p., um estudo minucioso da memória integral do indivíduo, utilizando-se a técnica da regressão de memória pelo magnetismo como instrumento de exploração dos arquivos da mente.

Os estudos e análises descritos no livro se iniciaram logo depois da Primeira Guerra Mundial, quando um grupo de teólogos e pensadores cristãos resolver esmiuçar a crise vivenciada pela sociedade de então, publicando o livro Christianity and the crisis, lançado na Inglaterra em 1933, por ocasião dos primeiros passos cometidos por um assassino chamado Adolf Hitler, alçado ao poder democraticamente na Alemanha.

No livro, lançado em 1933, duas questões básicas estavam potencialmente explicitadas nos diversos ensaios apresentados. A primeira: “Teria falhado o cristianismo na tarefa de ordenar uma sociedade, senão ideal, pelo menos razoavelmente equilibrada e feliz?” A segunda: “Teria ainda o cristianismo condições de realizar essa tarefa?” E quais seriam as razões basilares para tamanha falha? E como se poderia oferecer uma contribuição que favorecesse uma melhora significativa da situação mundial?

E uma questão sobrepairava sobre todo o estudo grupal: Será que as denominações cristãs então existentes não teriam trabalhado com um modelo de cristianismo muito distanciado dos ensinamentos difundidos pelo Nazareno, com uma doutrina adulterada que afastava milhões de seguidores dos seus compromissos para com os seus derredores, todos irmãos, independentemente de credos, raças, ideologias, modelos econômicos, etnias e gênero? Dentre as hipóteses possíveis, uma certeza se agigantava: o cristianismo de então não possuía respostas convincentes para as mazelas que se agigantavam na civilização da época, às vésperas do assassinato de milhões de judeus em nome de uma estúpida teoria da raça pura.

Passados mais de meio século, depois do final da Segunda Guerra Mundial, a crise humanitária mundial se ampliou, muita tragédia se agigantou num mundo que se angustiava cada vez mais “em cima de um depósito descomunal de armas nucleares capazes de desintegrá-lo numa imperceptível fração do tempo que levou a sua formação.

Daí a cativação proporcionada pela leitura do livro Cristianismo: a mensagem esquecida, do professor Hermínio C. Miranda, onde ele esmiúça a mensagem do Senhor Jesus, comprovando a desconcertante simplicidade e nitidez dos seus ensinamentos, sem as pedanterias teológicas e hierárquicas patrocinadas por presunçosos distanciados dos mansos e humildes, estes sempre aptos na apreensão da visão transcendental da Luz, através de portentosas manifestações intuitivas, enaltecendo o amor no interior de cada um, seguidores que são da observação do Mestre Jesus, a de que “os homens desejam a paz, mas não buscam as coisas que trazem a paz”.

Como um incipiente estudioso da Doutrina Espírita, em contínuo processo evolucionário, de formação inicial católico-romana, helderista de carteirinha e hoje transecumênico por derradeiro, crente nos procedimentos reencarnatórios e colaborador num Centro Espírita da capital pernambucana, tenho me dedicado nos últimos anos a um continuado programa de estudos sistemáticos kardecistas, tornando-se um admirador inicial dos livro da Codificação Espírita – O Livro dos Espíritas (1857), O Livro dos Médiuns (1861), O Evangelho segundo o Espiritismo (1864), O Céu e o Inferno (1865) e A Gênese (1868) -, considerando o primeiro deles de imenso valor para todos os crentes, independentemente de religião, porque trata de Deus, da imortalidade da alma, da natureza dos Espíritos, de suas relações com os homens, das leis morais, da vida presente, da vida futura e do porvir da humanidade, assuntos de interesse geral e de portentosa atualidade.

Recentemente, um outro livro adquirido recentemente pela internet, me proporcionou momentos de complementar emoção. Trata-se de Mediunidade dos Santos, Clovis Tavares (1915-1984), Brasília, FEB, 2015, 223 p. Onde o autor explicita logo na sua página primeira: “Desde o princípio, o Cristianismo é uma religião de visões e de revelações – e isso o homem moderno, o moderno cristão deve reconhecer. O Novo Testamento não deixa dúvidas a esse respeito.” Onde uma postura de fé sem padres, pastores, altares e imagens se baseava nos sentimentos do coração, no seguimento dos ensinamentos do Nazareno, no confronto da consciência com o Pai Celeste.


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