12 agosto 2017 FULEIRAGEM

MICHELÂNGELO – CHARGE ONLINE

12 agosto 2017 A PALAVRA DO EDITOR

GOVERNO PROGRESSISTA FEZ O POVO COMER IOGURTE E CURSAR FACULDADES

A frase da semana:

“Eu não deturpo a realidade. Eu a observo e interpreto, ao invés de me deixar emprenhar pelas manchetes. Imaginar que o PT tentava quebrar as empresas brasileiras para implantar o comunismo só pode passar pelo coco de quem não acompanhou a vida nacional nos quatorze anos de governo progressista, época em que as empresa floresceram, os bancos tiveram lucros fabulosos, a indústria cresceu, a agricultura bombou e o povo comeu frango e iogurte, andou de avião e cursou faculdades.”

Colunista fubânico Goiano Braga Horta

“Eu chega rincho de tanto se rir cum esse meu xeleléu Goiano. Rinchhhhhhhhhhhhhhh!!!!!”

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

ELVIS – AMAZONAS EM TEMPO

CIRO GOMES É UM LULA MENOS CRUEL COM O PLURAL

Rejeitado por 55% do eleitorado, o candidato do PDT descobriu que o dono do PT será derrotado em 2018 por ser rejeitado por mais de 50% do eleitorado

Nesta quarta-feira, depois da entrevista ao Pânico, da Jovem Pan, Ciro Gomes merecia ser convidado a juntar-se imediatamente ao elenco de humoristas do programa. Ele se acha melhor que qualquer partido brasileiro, e diz isso com a autoridade de quem já passou por sete: PDS, PMDB, PSDB, PPS, PSB, PROS e PDT, onde continuava até o momento da gravação deste comentário.

Também se acha muito melhor que qualquer outro candidato à Presidência: depois de insultar todos os possíveis concorrentes, sucumbiu a um surto de lucidez e explicou por que Lula não tem chance alguma de triunfar na sucessão presidencial de 2018: mais de 50% dos brasileiros querem vê-lo pelas costas. Pelo mesmíssimo motivo, o ex-governador do Ceará deveria cair fora da disputa antes de consumado o terceiro naufrágio.

Segundo uma pesquisa recente do Instituto Ipsos, 55% dos eleitores não votariam nele de jeito nenhum. A altíssima taxa de rejeição confirma: Ciro Gomes é um Lula que trata o plural com menos crueldade.

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

ZOP – CHARGE ONLINE

SONIA REGINA – SANTOS – SP

Saudade não tem idade

Sabemos que tem coisa melhor do que dar risadas, mas, será que é possível de “0 aos 100 anos”?

Bom, vamos deixar essa parte de lado, quem sabe com o avanço da tecnologia a coisa mude.

Rir é possível em qualquer idade.

Escolha um lugar bem confortável, relaxa as pernas e os ombros e relembre um tempo em que o humor era feito com simplicidade e inteligência, ou seja, era:
– Pura Arte.

No primeiro momento, o vídeo com José Vasconcelos é um autentico 2 em 1.

Confira.

No segundo momento, dois grandes artistas que não precisam de apresentação.

Uma curiosidade; observe entre o Gordo e o Magro, qual dos dois inspirou Jerry Lewis a construção de seus personagens nas expressões faciais.

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)


www.cantinhodadalinha.blogspot.com
DUAS GLOSAS

Lampião morreu idoso
Num sítio em Minas Gerais.

Mote de Jorge Filó

Depois de chegar da Lua
E ter passado por Marte,
Ele foi viver de arte
Cantando músicas na rua.
Junto com uma irmã sua
Fez strip em bacanais
Foi Momo em dois carnavais
Pelo Guaiamum Treloso…
“Lampião morreu idoso
Num sítio em Minas Gerais.

Ismael Gaião.

Foi depois que Lampião
Com “Padim Ciço” brigou
Que novo rumo tomou
Trocou de religião
No culto espantava o cão
Gritando nos rituais
Vi escrito nos anais
Não é conto de trancoso:
Lampião morreu idoso
Num sítio em Minas Gerais.

Dalinha Catunda

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

12 agosto 2017 RUY FABIANO

A REFORMA QUE NÃO REFORMA

A divisão ideológica que o PT semeou junto à parcela mais politizada da sociedade brasileira tem ressonância apenas epidérmica no Congresso. O instinto de sobrevivência da classe política, independentemente de ideologia, a mantém unida no essencial. A divergência é apenas tópica, coreográfica.

Isso ficou claro em todas as tentativas (ainda não esgotadas) de mudar a legislação para deter a Lava Jato e blindar os políticos.

Esta semana, o Conselho de Ética do Senado optou, “em nome da pacificação da Casa” (foi o que a maioria alegou), por arquivar o processo por quebra de decoro das cinco senadoras do PT e PCdoB que, há duas semanas, ocuparam a mesa diretora para impedir fisicamente a votação da reforma trabalhista.

A reforma política é mais um desses momentos corporativos. Dois tópicos a resumem: o chamado voto distritão e o financiamento público de campanha, que importará num desembolso de nada menos que R$ 3 bilhões e 600 milhões dos cofres públicos.

São medidas que mantêm o chamado status quo. O sistema eleitoral vigente, complicado até para ser explicado, contempla coligações partidárias para as eleições proporcionais de deputados.

Não se elegem os individualmente mais votados, mas as coligações. Feita a totalização dos votos, verificam-se quantas cadeiras cada coligação terá – e os mais votados ali dentro (ainda que escassamente votados) irão ocupá-las.

Isso permite que uma coligação encabeçada, por exemplo, por uma celebridade da TV ou do futebol, como Tiririca ou Romário, obtenha tal soma de votos excedentes que possibilite beneficiar candidatos que de outra forma jamais seriam eleitos – e, inversamente, exclua os que, ainda que bem votados, integrem uma coligação de menor glamour.

Isso fez com que, na atual Câmara dos Deputados, apenas 107 dos 513 titulares – um quinto do total – tenham sido efetivamente eleitos. Pegaram carona nos puxadores de votos. São deputados biônicos, beneficiários de votos terceirizados.

Claro que isso precisa mudar. E o diagnóstico da mudança ideal já estava posto há muito tempo: o voto distrital, que poderia ser puro (o ideal) ou misto, que reservaria parcela dos candidatos ao sistema proporcional. No distrital puro, pega-se, por exemplo, um estado como São Paulo, que tem direito a 70 cadeiras na Câmara, e divide-se em 70 distritos. Cada distrito elegerá um representante.

Não há espaço para biônicos ou arrivistas. Cada distrito conhece o seu representante, sabe onde encontrá-lo e pode rastrear sua atuação. No sistema atual, bem poucos se lembram em quem votaram. O resultado é o que vemos. Ninguém presta contas de coisa alguma; nem o eleito, nem o eleitor se conhecem.

O distritão beneficiará os candidatos mais conhecidos, os caciques, com domínio da máquina partidária e dos fundos do partido para financiar a campanha. Reduz, assim, o horizonte de renovação.

Em síntese, contraria o anseio da sociedade por mudança radical no perfil de sua representação, além de enfraquecer ainda mais a consistência doutrinária dos partidos, já de si uma ficção.

Quanto ao financiamento público, repete a velha mentalidade estatal brasileira: se falta dinheiro, tunga-se o contribuinte.

O sindicalismo brasileiro, por exemplo, beneficiou-se do imposto sindical e entrou em crise ao vê-lo suprimido pela reforma trabalhista. Nem cogita de vir a ser sustentado por seus filiados, que só o seriam na medida em que lhe fossem prestados bons serviços.

O governo Temer, diante do rombo orçamentário, não teve dúvidas: em vez de cortar despesas, aumentou os impostos da gasolina, ensaiou um aumento do imposto de renda e não exclui novas investidas. Reduzir o tamanho do Estado? Nem pensar.

O que justifica que o Rio de Janeiro, que deixou de ser capital da República há 57 anos, tenha mais funcionários públicos federais que Brasília? Pois tem: 250 mil contra 175 mil.

Ao proibir o financiamento empresarial às campanhas, o STF expôs a ficção do sistema partidário: sem raízes na sociedade, quem irá espontaneamente financiar 35 legendas, que se igualam em conteúdo e metas – e cuja conduta a Lava Jato vem mostrando?

Não havendo adesão espontânea, apela-se para a impositiva: o aumento do fundo partidário. Gostando ou não, crendo ou não nos partidos e na legitimidade das regras do jogo, o eleitor-contribuinte está sendo instado mais uma vez a financiá-los.

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

MÁRIO – TRIBUNA DE MINAS

THE AIR THAT I BREATH

O conjunto “The Hollies” em vídeo de 1974, interpreta a composição de Albert Hammond e Mike Hazlewood, ” The Air That I Breathe“.

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

CLÁUDIO DUARTE – CHARGE ONLINE

12 agosto 2017 DEU NO JORNAL

RAPOSAS REFORMAM GALINHEIRO

Nelson Motta

Em países civilizados e democráticos, os eleitores apoiam candidatos, partidos e programas de governo, com doações para as campanhas eleitorais. A campanha de Obama recebeu milhões de doações individuais de menos de cem dólares. No Brasil ninguém doa a partidos ou candidatos do próprio bolso porque ninguém confia no que farão com o seu dinheiro, ou no que farão quando chegarem ao poder.

Legislando em causa própria, deputados e senadores fingem que vão fazer uma reforma política, mas querem mesmo é facilitar as suas vidas e fazer suas campanhas eleitorais de graça – às custas de R$ 3,5 bilhões do contribuinte. Mas o achaque que eles chamam cinicamente de “fundo para a democracia” é atrelado à Receita Liquida da União, e se ela crescer, eles podem receber mais de dez bilhões para suas futuras campanhas. Fora o horário de rádio e televisão e os fundos partidários.

Abrir um partido virou um negócio tão bom como abrir uma igreja ou um sindicato (já são mais de 11 mil aqui, na Alemanha são 220). Não é preciso nem ser eleito, “candidato” já vai ser um excelente emprego no Brasil. Nenhum país do mundo oferece tanto dinheiro público aos políticos, o financiamento eleitoral na França e na Itália, além de limites rígidos de gastos, é muito menor do que o que os nossos deputados-candidatos estão prestes a aprovar, em nosso nome.

Mas nada garante que não surgirão novas formas de burlar as leis e fiscalizações, como foi a revolucionária invenção petista da “propina por dentro”, pagamento de suborno como se fosse doação oficial, que ao mesmo tempo lavava o dinheiro sujo. Como se viu nas últimas eleições, foram mais de 280 mil infrações nas doações de pessoas físicas, e não há noticias de consequências para fraudadores e beneficiários.

Com o “distritão”, uma boa parte, a pior parte, da Câmara, apesar de execrada pela opinião pública, vai se reeleger e manter o foro privilegiado, comprando votos e aliados, fazendo o diabo, como dizia Dilma. Não sei se é para rir ou para chorar, mas são esses aí que vão fazer a reforma política? Ou são só raposas reformando o galinheiro?

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

S. SALVADOR – ESTADO DE MINAS

12 agosto 2017 DEU NO JORNAL

LAPA DE CANDIDATO A DITADOR CAGA PELA BOCA MAIS UMA VEZ

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (11) que ele e a ex-presidente Dilma Rousseff erraram por não terem levado em frente o projeto de regulação dos meios de comunicação.

Em discurso durante evento na Faculdade Nacional de Direito, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o líder petista fez críticas ao trabalho da imprensa.

A Dilma errou e eu errei quando não fizemos a regulação dos meios de comunicação. Eles têm que saber que eles vão ter que trabalhar muito para não deixar que eu volte a ser candidato. Se eu for candidato, eu vou ganhar e vou fazer a regulação dos meios de comunicação“, afirmou.

* * *

Como já sabem as pessoas que são sadias das vistas e sadias do juízo, “regulação” é um eufemismo pra censura.

A “regulação” não passa de um covarde ataque dos candidatos a ditadores contra a liberdade de expressão.

Regulação” é corte, é mordaça, é tesoura, é rolha, é tapa-boca.

A “regulação-censura” dos meios de comunicação é a algema do pensamento, o cárcere da livre manifestação da vontade do cidadão. 

Assim como já acontece em Cuba, na Venezuela e na Coréia do Norte, onde os órgãos de imprensa não passam de Diários Oficiais a serviço dos tiranos que massacram estes países.

Lula pregar a censura à imprensa num ambiente público, fazendo um discurso diante de uma plateia, traduz magnificamente bem o tipo de bosta que enche a caixa craniana daqueles que ainda acreditam nele e que dizem que vão votar nele em 2018. (Se ele ainda estiver solto, claro…)

Vocês, eleitores de Lula, merecem mesmo o candidato que vocês canonizaram, seus idiotas.

Quando eu penso que este porra deste palanque-ambulante já foi presidente do nosso país por duas vezes, eleito e reeleito pela maioria das antas que constituem o eleitorado de Banânia, chega me dá um aperto no coração. Um desengano e um desesperança com o futuro.

Puta que pariu!

Atenção, Lula: se tu inventar de “regular” esta gazeta escrota, seu cabra safado, tu vai se lascar do primeiro ao quinto.

O time de catimbozeiros do JBF vai fazer uma mandinga tão da porra que tu vai ficar chamando Jesus de “Genésio”, urubu de “meu louro” e pitomba de “bolacha”.

Vai te fuder Lula.

Regulação” um caralho!!!!!!!!

Êita paiszinho fela-da-puta é este nosso!

Putz.

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

MICHELÂNGELO – CHARGE ONLINE


BRASIL

Pesquisas realizadas, alguns dias atrás, deram como resultado que o brasileiro está ávido por uma mudança na política. Detecta também, a citada pesquisa, que a população escolherá no próximo pleito um candidato de perfil novo, que esteja desvinculado da politicagem que vigora neste momento na vida do País. Não deixa de ser uma boa perspectiva para a renovação tão sonhada há décadas, mas sempre protelada já que os candidatos “impostos” são os mesmos de eleições passadas ou indicados atrelados aos caciques partidários que existem em razão da própria desfaçatez e falta de postura dos filiados que, em sua maioria, lá estão em busca de favores. Tal situação tem também vertente na falta de consciência política dos eleitores que permitem esse jogo de controle, por determinado grupo, de toda a estrutura de governo. Não é o sistema político brasileiro que está quebrado, é o caráter da maioria dos que o controlam.

Sim, todos nós queremos a renovação dos eleitos nas próximas eleições. Acontece que para tal há uma necessidade de atitudes dos filiados aos partidos na convenção partidária que indicará aqueles que concorrerão aos cargos eletivos. Sem essa atitude, não haverá possibilidade de qualquer indicação de candidatos que tragam a perspectiva de renovação, serão os mesmo de sempre, ressalvados uns poucos que realmente prestam bons serviços à população, temos que reconhecer, mas são raros. Raridade de renovação aconteceu em São Paulo ao permitirem ao Dória sua candidatura, uma exigência do controlador Alckmin que ao lança-lo tinha outros objetivos que não cabem neste artigo, são extensos. A mudança de mentalidade no comando político poderá gerar um avanço na administração do Estado brasileiro. O que se vê, diuturnamente, são os nossos governantes se preocuparem exclusivamente em atuar na politicagem. Dia após dia só se fala em acertos, composições, aspirações de comando e cargos e no famoso mantra do toma lá dá cá. O que menos se percebe é qualquer ação eficaz na solução dos problemas estruturais, é sempre um discurso para mídia.

Os planos são sempre adiados ou alterados e nunca saem do papel. Metas e objetivos que possam trazer bons resultados ao Brasil, raras exceções, não conseguem avançar. Temos exemplos escandalosos de que isso é uma pura verdade, basta ver a situação de falta de planejamento e visão do governo em relação ao agronegócio. A produção nacional está em alta escala de produtividade e o governo Temer ainda não se deu conta disso porque sua preocupação já está voltada a politicagem que tem por meta as eleições de 2018. O agronegócio vai gerar um superávit de 90 bilhões de dólares e com previsão de aumento de produtividade em progressão quase geométrica. A salvação do agronegócio é que a sua dependência às ações governamentais não é crucial ao seu desenvolvimento. Este setor, produtor de alimentos, tem o mercado pouco exigido de ações que demandam intensidade na mobilização do governo. O Mundo tem fome. A cadeia agrícola e da pecuária se move praticamente sozinha e consegue pressionar a demanda. Isso já não acontece com o setor industrial que necessita, e é vital para sua expansão produtiva, de ações administrativas e diplomáticas. Daí vermos o estado lastimável em que se encontra o nosso parque industrial pela falta de competividade e de evolução tecnológica que tem suas raízes na educação, esta, uma farsa.

A bem da verdade, estamos vivendo um momento de muita flacidez de comando político. Do presidente da República ao Congresso Nacional e até o judiciário, têm grande parte de sua composição envolvida em malfeitos e absurdos comportamentais. Estão todos sem qualquer proposta decente e viável a melhoria de vida para o Brasil. As chamadas “reformas” em tramitação são escândalos fora de propósitos. São remendos em tecidos moralmente esgarçados. Nada é feito com seriedade e estudos que provem a sua eficácia na vida brasileira. Também é esperar muito diante da qualidade dos membros, em sua maioria, do parlamento brasileiro, baixíssimo nível. Considerável número dos que lá estão mal compreendem a sua função como parlamentar, mas sabem com perfeição, como vender seu voto nas votações das matérias. Um exemplo da incapacidade de visão está na proposta, que irá a plenário, em fixar em 10 anos, para membros dos tribunais superiores, o período do seu mandato. Vigorando esta proposta, com certeza teremos balcões de negociações para indicações de membros futuros. Temos que mudar, temos que renovar o governo brasileiro, não dá para continuar, o que aí está não pode ser o Brasil.

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

JARBAS – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

DEMÔNIOS DA GAROA

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

MIGUEL – JORNAL DO COMMERCIO (PE)

12 agosto 2017 EVENTOS

É HOJE! – PARA OS FUBÂNICOS DO RECIFE – NOSSO LAR – CAMINHOS PARA A EVOLUÇÃO

O espetáculo emocionante “Nosso Lar – Caminhos Para a Evolução“, de André Luiz, psicografado por Chico Xavier, é uma adaptação para o teatro de Izaltino Caetano que também assina a iluminação e direção da montagem.

A obra, lançada em 1944, narra a chegada do médico André Luiz à colônia espiritual, onde os espíritos aprendem sobre a imortalidade da alma e têm a oportunidade de aperfeiçoar suas existências, baseando-se na Lei Universal de Causa e Efeito a qual todos os seres vivos, encarnados e desencarnados, estão submetidos, segundo o Kardecismo.

O romance serviu de inspiração para Ivani Ribeiro escrever “A Viagem”, novela apresentada em duas versões, e em 2010, sob a direção de Wagner de Assis, chegou às telas do cinema.

No palco, cenas fortes como a chegada de André Luiz ao Umbral, local onde espíritos, ainda em profundo sofrimento e desorientação encontram-se em desespero e cenas de profunda beleza onde são repassados para o médico os ensinamentos necessários para o aperfeiçoamento de sua existência.

Os que conhecem a obra, verão no espetáculo Nosso Lar – Caminhos Para Evolução, as cenas mais impactantes descritas por André Luiz e para quem ainda não conhece a história, uma oportunidade de assistir a um dos maiores clássicos da literatura espírita em uma adaptação para o teatro.

A Montagem do espetáculo contou com a consultoria de Carlos Pereira reconhecido defensor e pesquisador da Doutrina Espírita com vários livros lançados ditados por Dom Hélder Câmara.

Nosso Lar – Caminhos Para Evolução
Teatro Barreto Júnior
R. Est. Jeremias Bastos – Pina, Recife – PE, 51011-040
Telefone: (81) 3355-6398
Sábados às 20h e domingos às 19h.
Ingressos: 30,00 + 1kg de alimento não perecível.

Contatos:
Assessoria de Comunicação
Emanuel David D’Lucard (81) 9 8214 7343 / (81) 9 8794 9524
Patrícia Breda (81) 9 9726 8210

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

VERONEZI – GAZETA DE PIRACICABA (SP)

LULA, QUEM DIRIA?, ACABOU NO INTERIOR DO PIAUÍ

O despovoamento da agenda de Lula figura entre os efeitos colaterais da Lava Jato. Por falta de patrocínio, encomendas e freguesia, foram aposentados simultaneamente o camelô de empreiteiras, o facilitador de negóciatas internacionais e o palestrante que cobrava meio milhão de reais para elogiar-se durante uma hora em mau português. Por falta de convites, faz três anos que o colecionador de títulos de doutor honoris causa não baixa em alguma universidade para reprisar a celebração da ignorância. Por falta do que fazer, o palanque ambulante tem-se limitado a ir e vir entre o apartamento em São Bernardo e o prédio do instituto com muita sala para pouca visita. Enquanto não vem a inevitável condenação em segunda instância do cinco vezes réu da Lava Jato, Millôr Fernandes diria que Lula está livre como um táxi.

Longe de qualquer tipo de trabalho regular desde a descoberta da vida mansa de sindicalista, inimigo de leituras e avesso a reflexões, o orador à caça de plateias amestradas que escasseiam progressivamente faz o que pode para suportar a saudade dos comícios, das caravanas, das ovações espontâneas que nunca mais ouvirá. Festinha de batizado, bailão em quadra de sindicato, reunião comemorativa de associação de bairro, até mesmo o lançamento do livro da nova namorada de Chico Buarque ─ qualquer acontecimento provido de microfone, caixa de som e mais que três ouvintes terá a presença do ex-presidente ainda que o convite chegue a dois minutos do início da coisa.

É compreensível que o inventor do Brasil Maravilha tenha aceitado com entusiasmo o convite formulado pelos dirigentes do PT de Miguel Leão, o menos populoso município do Piauí: gravar uma declaração de apoio que poderia tornar arrasadora a performance nas urnas do já favorito Jailson Sousa, candidato a prefeito do partido na eleição suplementar marcada para 6 de agosto. O vídeo abaixo mostra como foi a mensagem de 30 segundos enviada pelo mestre a seus devotos da cidade nordestina: tão convincente quanto o meio sorriso que sublinha a manifestação de solidariedade, confiança e fé.

“Meus amigos e minhas amigas de Miguel Leão, domingo vamos ter eleição em Miguel Leão”, começa o líder de massas que há 10 anos só vê massa de perto na macarronada de domingo. “Eu queria pedir a sua compreensão, o seu voto para o companheiro Jailson. O Jailson é do PT, e você sabe que o PT sabe governar o Brasil, sabe governar o Piauí e sabe governar Miguel Leão. Por isso, domingo não se esqueça: vote treze, vote Jailson. Um abraço e boa sorte.

Era o que faltava para o triunfo que ratificaria com a devida contundência o resultado da eleição municipal de outubro. Candidato a um segundo mandato pelo PSD, o prefeito Joel de Lima, o Professor Joel, teve como vice o companheiro indicado pelo PT: o mesmo Jailson Sousa mencionado no vídeo gravado por Lula. A dobradinha Joel-Jailson conseguiu 714 votos, quase 100 a mais que os 620 obtidos pela chapa da coligação PR-PP, liderada por Roberto César Fontenelle Nascimento. A dupla vitoriosa ficou menos de dois meses na prefeitura.

Em fevereiro deste ano, o prefeito reeleito, o vice e o presidente da Câmara foram cassados pelo mesmo crime: a menos de três meses do dia da votação, os três participaram juntos da inauguração de uma obra pública. A eleição suplementar que chegou ao fim neste 6 de agosto foi uma reedição ligeiramente revista e atualizada do duelo travado dez meses antes.

Valendo-se de brechas na lei, Jailson driblou a cassação e retomou a disputa como candidato a prefeito aliado ao PSD do Professor Joel, que indicou o parceiro de chapa. O bloco adversário limitou-se a rejuvenescer a luta pelo poder municipal com um salto geracional na escolha do prefeito: saiu Roberto César pai, entrou o filho Roberto César Area Leão Nascimento, ou apenas Robertinho, também filiado ao PR. Conforme o combinado no parto da coligação vencida há dez meses, coube ao PP a indicação do vice.

Concluída a apuração, Robertinho foi eleito com 663 votos, 38 além dos 625 em que Jailson estacionou. O candidato do PT tropeçou no fiasco quando já corria para o abraço — a possibilidade do fracasso, que o apoio militante do companheiro governador Wellington Dias tornara improvável, parecia definitivamente exorcizada desde a divulgação da mensagem de Lula. O que teria impedido a reprise, em escala ampliada, da vitória ocorrida há apenas dez meses? Qual teria sido a causa da virada?

Quem vê as coisas como as coisas são não perdeu sequer um minuto com o claro enigma. Em outubro de 2016, absorvido por outros naufrágios em curso, Lula não teve tempo para Miguel Leão: não deu as caras por lá, não mandou mensagens, nem ficou sabendo da existência de um companheiro chamado Jailson. Desta vez foi diferente. Afundado até o pescoço na Lava Jato, acuado por taxas de rejeição estratosféricas, o chefão teve tempo para lembrar ao eleitorado local o que muitos moradores pareciam ter esquecido — ou preferiam esquecer.

Jailson é do PT, informou Lula, que em seguida ameaçou Miguel Leão com a repetição em âmbito municipal do que fizeram ao Brasil os governos petistas. Quando ouviram a mensagem pela primeira vez, partidários do candidato garantiram que Lula faria toda a diferença. Fez mesmo. Ao apoiar Jailson, elegeu Robertinho. O que houve num lugarejo a quase 100 quilômetros de Teresina antecipa o que acontecerá em 2018. Anotem outra vez: é mais fácil Frei Betto virar papa ainda neste ano do que Lula ser eleito presidente no ano que vem.

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

CLAYTON – O POVO (CE)

POLÍTICA DESENVOLVIMENTISTA E POLÍTICA RECESSIVA

Uma das bandeiras dos que atacam o PT – Partido dos Trabalhadores é a privatização. Privatização de tudo, a começar pela Petrobras. De quebra, querem que se privatizem o Banco do Brasil e o BNDES, talvez a Caixa Econômica e o que mais for de estatal ou misto.

Para alcançar tal meta, é preciso desmoralizar o PT, é imperioso atacar o Lula, e para tanto trata-se de incutir na mente dos brasileiros que o Partido dos Trabalhadores e Lula são ladrões.

A lógica não importa: quase todos os partidos políticos do Brasil, se não todos, praticaram caixa dois; outros partidos contam mais corruptos que o PT; entretanto os ataques se concentram neste e em seus políticos.

Quando se confronta essa realidade com os atacantes, eles se justificam, dizendo que era o PT que estava no governo quando a corrupção exagerada foi flagrada…

Ora, é claro que tinha de acontecer tudo isso com o PT no governo – e por várias razões. Uma delas é que o PT ficou no poder por quatorze anos! Ficaria por mais, não fosse o golpe do “impeachment”. E é certo que se outro partido estivesse no poder o mesmo, ou até mais, aconteceria. A julgar pelo “ranking” dos partidos mais corruptos (com mais fichas-sujas), em que o PT não lidera, a cachorrada dos políticos, funcionários e empresários corruptos deveria ser ainda maior.

Outra coisa que favoreceu a corrupção foi o crescimento econômico do Brasil a partir de 2003, quando Lula assumiu o governo: – Dinheiro é igual à carniça que atrai os urubus; onde há dinheiro há ladrão em volta pronto a atacar.

A mantra principal dos que aderem à tese das privatizações é que as entidades estatais são mal geridas e por isso dão prejuízo.

Será verdade?

Para o jornalista Antonio Biondi, “foi o Estado um pouco mais atuante, desde a eleição de Lula, em 2002, que tornou possível as melhorias sociais que o Brasil experimentou” nos últimos anos, ou seja, de 2003 até o início da crise que nos atingiu a partir de 2014.

E quem acredita que os prejuízos da Petrobras, a partir de 2014, foram fruto da corrupção e da má gestão, e também por isso gritam por sua privatização, esquecem-se de raciocinar que a Vale, que foi privatizada em 1997 por três bilhões de reais e teve receita de cento e quatro bilhões de reais em 2013, teve com a crise de 2014 seu lucro reduzido a novecentos e cinqüenta milhões de reais e no ano seguinte, 2015, amargou prejuízo de quarenta e quatro bilhões de reais!

No mesmo ano de 2015 o Banco do Brasil, que querem privatizar, teve lucro de quatorze bilhões de reais; e já tivera lucro no início da crise, 2014, de onze bilhões de reais: Deve ser por isso que precisa ser privatizado…

Como todos sabem, a Vale precisou adotar uma série de medidas de contenção de despesas para reverter os prejuízos, dentre eles uma maciça demissão de empregados.

Assim como os prejuízos da Petrobras decorreram principalmente do mercado externo, também os prejuízos da Vale decorreram de perda de mercado internacional.

Pois bem, o que se quer acentuar, com essa explanação, nem é a questão da privatização, em si, mas a da interferência do Estado na economia.

Hoje, o governo Temer pretende diminuir os gastos públicos, com demissão voluntária e involuntária, esta quando for possível, com redução de despesas com consumo, com corte de verbas para programas sociais, com menos investimentos, como, por exemplo, eliminando boa parte dos recursos dirigidos ao PAC – Programa de Aceleração do crescimento. Também espera obter melhores resultados cortando direitos previdenciários, ao mesmo tempo em que pensa ser útil para a economia fazer algumas modificações na legislação trabalhista e na da terceirização. E tenta aumentar impostos. Ou seja, tudo mediante a realização de uma economia recessiva (o que é uma forma de o Estado interferir na economia).

Nos governos do PT a economia cresceu justamente com medidas contrária a essas. A interferência do Estado na economia durante os governos petistas foi de incrementar os gastos com obras públicas, de aumentar despesas com educação e saúde, de crescimento das políticas sociais como o Bolsa-Família, de estímulo à indústria e à construçao civil, e tantas outras providências que, longe de diminuir a circulação da moeda e da riqueza, incrementavam o fluxo e a dinamização da economia.

Uma das formas de arrecadar mais impostos, sem aumentá.los, é estimulando a produção, o consumo, as exportaçoes, o que não se obtém encolhendo o Estado. E outra forma de obter aumento da bolsa previdenciária é aumentando a quantidade de empregos, com mais gente pagando a contribuição para os institutos de previdência.

Por tudo isso, fiquemos atentos a uma das escolhas que deveremos fazer em 2018: estagnação ou progresso?

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

AMORIM – CHARGE ONLINE

12 agosto 2017 DEU NO JORNAL

GENTE IDIOTA E MATO É O QUE MAIS TEM NESTE MUNDO

Herdeira da família fundadora do banco Credit Suisse, Roberta Luchsinger vai doar cerca de R$ 500 mil em dinheiro e objetos pessoais de valor ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após o bloqueio de bens decretado pelo juiz Sergio Moro.

Ela relatou nesta sexta-feira que a doação, apelidada de “Bolsa Lula“, tem “valor simbólico” e disse não existir nenhuma prova contra o petista, condenado a nove anos e meio de prisão no caso do tríplex do Guarujá.

Em apoio ao ex-presidente, que teve mais de R$ 9 milhões em planos de previdência e contas bancárias bloqueados, Roberta vai reunir artigos próprios, como cheques, objetos e joias, em uma mala de grife que será entregue pessoalmente a Lula.

Ela alega que, por já colaborar regularmente com a caridade, não vê problemas em destinar a doação ao ex-presidente.

* * *

De fato, um cabra que teve bloqueada, injusta e cruelmente, uma aplicação de 9 milhões de reais na BrasilPrev – dinheiro ganho suadamente em educativas “palestras” -, é mesmo merecedor de uma “caridade”.

Pelo fato de ter a coragem de declarar em público que “não existe nenhuma prova” contra Lula, dona Roberta escancara o seu nível mental e o tamanho do tolôte que carrega na caixa craniana.

A idiotia desta banqueira é atestada por mais um fato: ela pretende se candidatar a deputada pelo PCdoB, aquela agremiação “democrática” cujo modelo de regime é a Coréia do Norte.

O PCdoB é o mesmo covil de Jandirão Grêlo-Duro.

E isto dito, está dito tudo.

Pelo ar idiotal e pela pose da foto que está sendo divulgada na “grande mídia”, dona Luchsinger (Vôte!) tem tudo, tudo mesmo, pra ser eleitora, militante e doadora da campanha de Lula. Um fato perfeitamente coerente.

Sendo herdeira de um banco, integrante das zelites e componente daquele time que Lula chama de “eles“, eu acho que esta abilolada deve estar incluída entre os pobres coitados que foram resgatados da miséria e tirados do mapa da fome pelo governo petêlho.

A cachoeira de números e estatísticas do fubânico Ceguinho Teimoso comprovam esta minha afirmação.

O fato é que Dona Luchsinger (Vôte!)  bem que poderia doar um tiquinho deste rico donativo capitalista aqui pro JBF, pra tirar esta gazeta escrota da negra situação em que se encontra.

Chupicleide, nossa secretária de redação, choraria de emoção se isto acontecesse.

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA (ES)

AMIGOS DE ONTEM E SEMPRE

Minha adorada mãe repetia à exaustão esta ladainha: “Seus verdadeiros amigos são seus país e irmãos, pessoas com quem vocês contam a qualquer hora. Amigo é aquele que fica para ajudar quando todo mundo se afasta”.

Exagero à parte, a sabedoria materna aduz a decepções constatadas no cotidiano da vida como ela é. Existem sim, amizades duradouras e confiáveis fora do âmbito familiar. Existem aqueles amigos de comunicação esporádica, contudo de presença perene na lembrança da gente.

Amigos, cuja amizade aparenta amornar com afastamentos prolongados, mas que o calor do abraço do reencontro aflora a afeição de antes. Os amigos da infância e dos bancos escolares raramente decepcionam, e não é à toa que os meus ocupam espaços de destaque em quaisquer das listas de pessoas queridas.

Deles guardo, no álbum de recordações das amizades, os retratos sentimentais que a memória protege do esquecimento. Recorro amiúde ao repositório dessas reminiscências a fim de atenuar o excesso de saudade.

No meu caso, a maioria dos amigos de infância habitava uma mesma área contida num círculo de raio não superior a 300 metros. As famílias se respeitavam e se visitavam. Os pais identificavam a todos pelos nomes próprios, não pelos apelidos, e conheciam as virtudes e as falhas (falhas?) de cada um deles.

Eles, por sua vez, se faziam merecedores dessa deferência, jamais esquecendo de acrescentar “seu” ou “dona” ao nome de cada pai ou mãe do amigo. As recordações do convívio com essas criaturas queridas fazem-me sorrir sozinho em momentos de contemplação.

Alguns já encetaram a derradeira viagem; outros, ainda pelejam nas campinas da existência pela manutenção ou concretização dos sonhos. Seus nomes, por egoísmo, não os declino.

Dois desses amigos viviam às turras. O falecido, leitor contumaz de almanaques da época, desfrutava o prazer de testar nosso conhecimento com perguntas de bolso para ridicularizar qualquer incorreção nas respostas.

O outro, tipo grosso-ternura, nunca foi afeito aos estudos. Leu ou ouviu, em algum lugar, algo sobre “Pompéia ser riscada do mapa pelo Vesúvio”, e quis saber: ”O que é Vesúvio?”. O falecido, sabedor dos limitados conhecimentos gerais do colega, esclareceu a dúvida: “Vesúvio são os pássaros que voam mais alto!”.

Gozação geral. O tempo passou e uma armadilha foi montada para dar humildade ao sabichão. Na época, era sucesso uma regravação de “Jura”, música de Sinhô, de 1929, com a maliciosa alusão sexual contida num dos versos da letra da canção: “…daí então, dar-te eu irei/ o beijo puro NA CATEDRAL DO AMOR”.

O falecido caiu na tolice de perguntar onde ficava a CATEDRAL DO AMOR na anatomia feminina. O grosso-ternura, instruído pela turma, respondeu: “Na testa, local onde se situa o cérebro que abriga toda a beleza da sabedoria humana!”.

O desfecho desse caso ocorreu num dos vesperais domingueiros do Aero Clube de Natal. O almanaquista-falecido, após longo flerte, usufruía os louros de uma difícil conquista dançando sob o olhar severo da família da moça.

Soubemos depois os detalhes do infeliz diálogo que ele protagonizou com a beldade: “Já que estamos nos entendendo tão bem, posso te fazer um pedido?”. “Depende do pedido!” – respondeu a jovem entre manhosa e provocativa. “Desejo dar-te um beijo NA CATEDRAL DO AMOR!” – foi o apelo.

Perplexo, o conquistador viu-se empurrado e largado sozinho no meio do salão, não sem antes ouvir o destempero da ex-futura namorada: “Dê-se a respeito, seu nojento!”.

Música de Sinhô interpretada por Walter Alfaiate & Negra Li:

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

SINFRÔNIO – DIÁRIO DO NORDESTE (CE)


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