12 agosto 2017 FULEIRAGEM

MICHELÂNGELO – CHARGE ONLINE

12 agosto 2017 A PALAVRA DO EDITOR

GOVERNO PROGRESSISTA FEZ O POVO COMER IOGURTE E CURSAR FACULDADES

A frase da semana:

“Eu não deturpo a realidade. Eu a observo e interpreto, ao invés de me deixar emprenhar pelas manchetes. Imaginar que o PT tentava quebrar as empresas brasileiras para implantar o comunismo só pode passar pelo coco de quem não acompanhou a vida nacional nos quatorze anos de governo progressista, época em que as empresa floresceram, os bancos tiveram lucros fabulosos, a indústria cresceu, a agricultura bombou e o povo comeu frango e iogurte, andou de avião e cursou faculdades.”

Colunista fubânico Goiano Braga Horta

“Eu chega rincho de tanto se rir cum esse meu xeleléu Goiano. Rinchhhhhhhhhhhhhhh!!!!!”

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

ELVIS – AMAZONAS EM TEMPO

CIRO GOMES É UM LULA MENOS CRUEL COM O PLURAL

Rejeitado por 55% do eleitorado, o candidato do PDT descobriu que o dono do PT será derrotado em 2018 por ser rejeitado por mais de 50% do eleitorado

Nesta quarta-feira, depois da entrevista ao Pânico, da Jovem Pan, Ciro Gomes merecia ser convidado a juntar-se imediatamente ao elenco de humoristas do programa. Ele se acha melhor que qualquer partido brasileiro, e diz isso com a autoridade de quem já passou por sete: PDS, PMDB, PSDB, PPS, PSB, PROS e PDT, onde continuava até o momento da gravação deste comentário.

Também se acha muito melhor que qualquer outro candidato à Presidência: depois de insultar todos os possíveis concorrentes, sucumbiu a um surto de lucidez e explicou por que Lula não tem chance alguma de triunfar na sucessão presidencial de 2018: mais de 50% dos brasileiros querem vê-lo pelas costas. Pelo mesmíssimo motivo, o ex-governador do Ceará deveria cair fora da disputa antes de consumado o terceiro naufrágio.

Segundo uma pesquisa recente do Instituto Ipsos, 55% dos eleitores não votariam nele de jeito nenhum. A altíssima taxa de rejeição confirma: Ciro Gomes é um Lula que trata o plural com menos crueldade.

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

ZOP – CHARGE ONLINE

SONIA REGINA – SANTOS – SP

Saudade não tem idade

Sabemos que tem coisa melhor do que dar risadas, mas, será que é possível de “0 aos 100 anos”?

Bom, vamos deixar essa parte de lado, quem sabe com o avanço da tecnologia a coisa mude.

Rir é possível em qualquer idade.

Escolha um lugar bem confortável, relaxa as pernas e os ombros e relembre um tempo em que o humor era feito com simplicidade e inteligência, ou seja, era:
– Pura Arte.

No primeiro momento, o vídeo com José Vasconcelos é um autentico 2 em 1.

Confira.

No segundo momento, dois grandes artistas que não precisam de apresentação.

Uma curiosidade; observe entre o Gordo e o Magro, qual dos dois inspirou Jerry Lewis a construção de seus personagens nas expressões faciais.

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)


www.cantinhodadalinha.blogspot.com
DUAS GLOSAS

Lampião morreu idoso
Num sítio em Minas Gerais.

Mote de Jorge Filó

Depois de chegar da Lua
E ter passado por Marte,
Ele foi viver de arte
Cantando músicas na rua.
Junto com uma irmã sua
Fez strip em bacanais
Foi Momo em dois carnavais
Pelo Guaiamum Treloso…
“Lampião morreu idoso
Num sítio em Minas Gerais.

Ismael Gaião.

Foi depois que Lampião
Com “Padim Ciço” brigou
Que novo rumo tomou
Trocou de religião
No culto espantava o cão
Gritando nos rituais
Vi escrito nos anais
Não é conto de trancoso:
Lampião morreu idoso
Num sítio em Minas Gerais.

Dalinha Catunda

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

12 agosto 2017 RUY FABIANO

A REFORMA QUE NÃO REFORMA

A divisão ideológica que o PT semeou junto à parcela mais politizada da sociedade brasileira tem ressonância apenas epidérmica no Congresso. O instinto de sobrevivência da classe política, independentemente de ideologia, a mantém unida no essencial. A divergência é apenas tópica, coreográfica.

Isso ficou claro em todas as tentativas (ainda não esgotadas) de mudar a legislação para deter a Lava Jato e blindar os políticos.

Esta semana, o Conselho de Ética do Senado optou, “em nome da pacificação da Casa” (foi o que a maioria alegou), por arquivar o processo por quebra de decoro das cinco senadoras do PT e PCdoB que, há duas semanas, ocuparam a mesa diretora para impedir fisicamente a votação da reforma trabalhista.

A reforma política é mais um desses momentos corporativos. Dois tópicos a resumem: o chamado voto distritão e o financiamento público de campanha, que importará num desembolso de nada menos que R$ 3 bilhões e 600 milhões dos cofres públicos.

São medidas que mantêm o chamado status quo. O sistema eleitoral vigente, complicado até para ser explicado, contempla coligações partidárias para as eleições proporcionais de deputados.

Não se elegem os individualmente mais votados, mas as coligações. Feita a totalização dos votos, verificam-se quantas cadeiras cada coligação terá – e os mais votados ali dentro (ainda que escassamente votados) irão ocupá-las.

Isso permite que uma coligação encabeçada, por exemplo, por uma celebridade da TV ou do futebol, como Tiririca ou Romário, obtenha tal soma de votos excedentes que possibilite beneficiar candidatos que de outra forma jamais seriam eleitos – e, inversamente, exclua os que, ainda que bem votados, integrem uma coligação de menor glamour.

Isso fez com que, na atual Câmara dos Deputados, apenas 107 dos 513 titulares – um quinto do total – tenham sido efetivamente eleitos. Pegaram carona nos puxadores de votos. São deputados biônicos, beneficiários de votos terceirizados.

Claro que isso precisa mudar. E o diagnóstico da mudança ideal já estava posto há muito tempo: o voto distrital, que poderia ser puro (o ideal) ou misto, que reservaria parcela dos candidatos ao sistema proporcional. No distrital puro, pega-se, por exemplo, um estado como São Paulo, que tem direito a 70 cadeiras na Câmara, e divide-se em 70 distritos. Cada distrito elegerá um representante.

Não há espaço para biônicos ou arrivistas. Cada distrito conhece o seu representante, sabe onde encontrá-lo e pode rastrear sua atuação. No sistema atual, bem poucos se lembram em quem votaram. O resultado é o que vemos. Ninguém presta contas de coisa alguma; nem o eleito, nem o eleitor se conhecem.

O distritão beneficiará os candidatos mais conhecidos, os caciques, com domínio da máquina partidária e dos fundos do partido para financiar a campanha. Reduz, assim, o horizonte de renovação.

Em síntese, contraria o anseio da sociedade por mudança radical no perfil de sua representação, além de enfraquecer ainda mais a consistência doutrinária dos partidos, já de si uma ficção.

Quanto ao financiamento público, repete a velha mentalidade estatal brasileira: se falta dinheiro, tunga-se o contribuinte.

O sindicalismo brasileiro, por exemplo, beneficiou-se do imposto sindical e entrou em crise ao vê-lo suprimido pela reforma trabalhista. Nem cogita de vir a ser sustentado por seus filiados, que só o seriam na medida em que lhe fossem prestados bons serviços.

O governo Temer, diante do rombo orçamentário, não teve dúvidas: em vez de cortar despesas, aumentou os impostos da gasolina, ensaiou um aumento do imposto de renda e não exclui novas investidas. Reduzir o tamanho do Estado? Nem pensar.

O que justifica que o Rio de Janeiro, que deixou de ser capital da República há 57 anos, tenha mais funcionários públicos federais que Brasília? Pois tem: 250 mil contra 175 mil.

Ao proibir o financiamento empresarial às campanhas, o STF expôs a ficção do sistema partidário: sem raízes na sociedade, quem irá espontaneamente financiar 35 legendas, que se igualam em conteúdo e metas – e cuja conduta a Lava Jato vem mostrando?

Não havendo adesão espontânea, apela-se para a impositiva: o aumento do fundo partidário. Gostando ou não, crendo ou não nos partidos e na legitimidade das regras do jogo, o eleitor-contribuinte está sendo instado mais uma vez a financiá-los.

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

MÁRIO – TRIBUNA DE MINAS

THE AIR THAT I BREATH

O conjunto “The Hollies” em vídeo de 1974, interpreta a composição de Albert Hammond e Mike Hazlewood, ” The Air That I Breathe“.

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

CLÁUDIO DUARTE – CHARGE ONLINE

12 agosto 2017 DEU NO JORNAL

RAPOSAS REFORMAM GALINHEIRO

Nelson Motta

Em países civilizados e democráticos, os eleitores apoiam candidatos, partidos e programas de governo, com doações para as campanhas eleitorais. A campanha de Obama recebeu milhões de doações individuais de menos de cem dólares. No Brasil ninguém doa a partidos ou candidatos do próprio bolso porque ninguém confia no que farão com o seu dinheiro, ou no que farão quando chegarem ao poder.

Legislando em causa própria, deputados e senadores fingem que vão fazer uma reforma política, mas querem mesmo é facilitar as suas vidas e fazer suas campanhas eleitorais de graça – às custas de R$ 3,5 bilhões do contribuinte. Mas o achaque que eles chamam cinicamente de “fundo para a democracia” é atrelado à Receita Liquida da União, e se ela crescer, eles podem receber mais de dez bilhões para suas futuras campanhas. Fora o horário de rádio e televisão e os fundos partidários.

Abrir um partido virou um negócio tão bom como abrir uma igreja ou um sindicato (já são mais de 11 mil aqui, na Alemanha são 220). Não é preciso nem ser eleito, “candidato” já vai ser um excelente emprego no Brasil. Nenhum país do mundo oferece tanto dinheiro público aos políticos, o financiamento eleitoral na França e na Itália, além de limites rígidos de gastos, é muito menor do que o que os nossos deputados-candidatos estão prestes a aprovar, em nosso nome.

Mas nada garante que não surgirão novas formas de burlar as leis e fiscalizações, como foi a revolucionária invenção petista da “propina por dentro”, pagamento de suborno como se fosse doação oficial, que ao mesmo tempo lavava o dinheiro sujo. Como se viu nas últimas eleições, foram mais de 280 mil infrações nas doações de pessoas físicas, e não há noticias de consequências para fraudadores e beneficiários.

Com o “distritão”, uma boa parte, a pior parte, da Câmara, apesar de execrada pela opinião pública, vai se reeleger e manter o foro privilegiado, comprando votos e aliados, fazendo o diabo, como dizia Dilma. Não sei se é para rir ou para chorar, mas são esses aí que vão fazer a reforma política? Ou são só raposas reformando o galinheiro?

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

S. SALVADOR – ESTADO DE MINAS

12 agosto 2017 DEU NO JORNAL

LAPA DE CANDIDATO A DITADOR CAGA PELA BOCA MAIS UMA VEZ

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (11) que ele e a ex-presidente Dilma Rousseff erraram por não terem levado em frente o projeto de regulação dos meios de comunicação.

Em discurso durante evento na Faculdade Nacional de Direito, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o líder petista fez críticas ao trabalho da imprensa.

A Dilma errou e eu errei quando não fizemos a regulação dos meios de comunicação. Eles têm que saber que eles vão ter que trabalhar muito para não deixar que eu volte a ser candidato. Se eu for candidato, eu vou ganhar e vou fazer a regulação dos meios de comunicação“, afirmou.

* * *

Como já sabem as pessoas que são sadias das vistas e sadias do juízo, “regulação” é um eufemismo pra censura.

A “regulação” não passa de um covarde ataque dos candidatos a ditadores contra a liberdade de expressão.

Regulação” é corte, é mordaça, é tesoura, é rolha, é tapa-boca.

A “regulação-censura” dos meios de comunicação é a algema do pensamento, o cárcere da livre manifestação da vontade do cidadão. 

Assim como já acontece em Cuba, na Venezuela e na Coréia do Norte, onde os órgãos de imprensa não passam de Diários Oficiais a serviço dos tiranos que massacram estes países.

Lula pregar a censura à imprensa num ambiente público, fazendo um discurso diante de uma plateia, traduz magnificamente bem o tipo de bosta que enche a caixa craniana daqueles que ainda acreditam nele e que dizem que vão votar nele em 2018. (Se ele ainda estiver solto, claro…)

Vocês, eleitores de Lula, merecem mesmo o candidato que vocês canonizaram, seus idiotas.

Quando eu penso que este porra deste palanque-ambulante já foi presidente do nosso país por duas vezes, eleito e reeleito pela maioria das antas que constituem o eleitorado de Banânia, chega me dá um aperto no coração. Um desengano e um desesperança com o futuro.

Puta que pariu!

Atenção, Lula: se tu inventar de “regular” esta gazeta escrota, seu cabra safado, tu vai se lascar do primeiro ao quinto.

O time de catimbozeiros do JBF vai fazer uma mandinga tão da porra que tu vai ficar chamando Jesus de “Genésio”, urubu de “meu louro” e pitomba de “bolacha”.

Vai te fuder Lula.

Regulação” um caralho!!!!!!!!

Êita paiszinho fela-da-puta é este nosso!

Putz.

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

MICHELÂNGELO – CHARGE ONLINE


BRASIL

Pesquisas realizadas, alguns dias atrás, deram como resultado que o brasileiro está ávido por uma mudança na política. Detecta também, a citada pesquisa, que a população escolherá no próximo pleito um candidato de perfil novo, que esteja desvinculado da politicagem que vigora neste momento na vida do País. Não deixa de ser uma boa perspectiva para a renovação tão sonhada há décadas, mas sempre protelada já que os candidatos “impostos” são os mesmos de eleições passadas ou indicados atrelados aos caciques partidários que existem em razão da própria desfaçatez e falta de postura dos filiados que, em sua maioria, lá estão em busca de favores. Tal situação tem também vertente na falta de consciência política dos eleitores que permitem esse jogo de controle, por determinado grupo, de toda a estrutura de governo. Não é o sistema político brasileiro que está quebrado, é o caráter da maioria dos que o controlam.

Sim, todos nós queremos a renovação dos eleitos nas próximas eleições. Acontece que para tal há uma necessidade de atitudes dos filiados aos partidos na convenção partidária que indicará aqueles que concorrerão aos cargos eletivos. Sem essa atitude, não haverá possibilidade de qualquer indicação de candidatos que tragam a perspectiva de renovação, serão os mesmo de sempre, ressalvados uns poucos que realmente prestam bons serviços à população, temos que reconhecer, mas são raros. Raridade de renovação aconteceu em São Paulo ao permitirem ao Dória sua candidatura, uma exigência do controlador Alckmin que ao lança-lo tinha outros objetivos que não cabem neste artigo, são extensos. A mudança de mentalidade no comando político poderá gerar um avanço na administração do Estado brasileiro. O que se vê, diuturnamente, são os nossos governantes se preocuparem exclusivamente em atuar na politicagem. Dia após dia só se fala em acertos, composições, aspirações de comando e cargos e no famoso mantra do toma lá dá cá. O que menos se percebe é qualquer ação eficaz na solução dos problemas estruturais, é sempre um discurso para mídia.

Os planos são sempre adiados ou alterados e nunca saem do papel. Metas e objetivos que possam trazer bons resultados ao Brasil, raras exceções, não conseguem avançar. Temos exemplos escandalosos de que isso é uma pura verdade, basta ver a situação de falta de planejamento e visão do governo em relação ao agronegócio. A produção nacional está em alta escala de produtividade e o governo Temer ainda não se deu conta disso porque sua preocupação já está voltada a politicagem que tem por meta as eleições de 2018. O agronegócio vai gerar um superávit de 90 bilhões de dólares e com previsão de aumento de produtividade em progressão quase geométrica. A salvação do agronegócio é que a sua dependência às ações governamentais não é crucial ao seu desenvolvimento. Este setor, produtor de alimentos, tem o mercado pouco exigido de ações que demandam intensidade na mobilização do governo. O Mundo tem fome. A cadeia agrícola e da pecuária se move praticamente sozinha e consegue pressionar a demanda. Isso já não acontece com o setor industrial que necessita, e é vital para sua expansão produtiva, de ações administrativas e diplomáticas. Daí vermos o estado lastimável em que se encontra o nosso parque industrial pela falta de competividade e de evolução tecnológica que tem suas raízes na educação, esta, uma farsa.

A bem da verdade, estamos vivendo um momento de muita flacidez de comando político. Do presidente da República ao Congresso Nacional e até o judiciário, têm grande parte de sua composição envolvida em malfeitos e absurdos comportamentais. Estão todos sem qualquer proposta decente e viável a melhoria de vida para o Brasil. As chamadas “reformas” em tramitação são escândalos fora de propósitos. São remendos em tecidos moralmente esgarçados. Nada é feito com seriedade e estudos que provem a sua eficácia na vida brasileira. Também é esperar muito diante da qualidade dos membros, em sua maioria, do parlamento brasileiro, baixíssimo nível. Considerável número dos que lá estão mal compreendem a sua função como parlamentar, mas sabem com perfeição, como vender seu voto nas votações das matérias. Um exemplo da incapacidade de visão está na proposta, que irá a plenário, em fixar em 10 anos, para membros dos tribunais superiores, o período do seu mandato. Vigorando esta proposta, com certeza teremos balcões de negociações para indicações de membros futuros. Temos que mudar, temos que renovar o governo brasileiro, não dá para continuar, o que aí está não pode ser o Brasil.

12 agosto 2017 FULEIRAGEM

JARBAS – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

DEMÔNIOS DA GAROA


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