NO TEMPO DO TOCA DISCOS

01 – Poema do Adeus – (Luiz Antonio) – Miltinho – 1962

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02 – Hava Nagila – (Folclore de Israel) – Chubby Checker – 1963

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03 – Suave é a noite – (versão: Nazareno de Brito) – Moacyr Franco – 1962

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04 – Papa-Oom-Mow-Mow – (Frazier/White/Wilson/Harris) – The Rivingtons – 1963

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05 – Amor – (Antenógenes Silva/Ernani Campos) – Rinaldo Calheiros e Silvana – 1962

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06 – Multiplication – (B.Darin) – Bobby Darin – 1962

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07 – Fica comigo esta noite – (A.Moreira/N.Gonçalves) – Nelson Gonçalves – 1962

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08 – The Wanderer – (E.Maresca) – Dion & The Belmonts – 1962

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09 – Palavras de amor – (Paulo Borges) – Alcides Gerardi – 1962

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10 – Sherry – (Bob Gaudio) – Frankie Valli & The Four Seasons – 1962

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11 – Meu ex-amor – (Adelino Moreira) – Ângela Maria – 1962

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12 – Roberta – (Bacalov/Faiella/Naddeo) – Pepino Di Capri – 1963

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13 – E a vida continua – (E.Gouveia/J.Amorim) – Agnaldo Rayol – 1962

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14 – Shame and Scandal In The Family – (Donaldson/Brown) – Shawn Elliot – 1965

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15 – Olhando para o céu – (versão: Romeo Nunes) – Trio Esperança – 1964

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16 – Datemi un Martello – (Hays/Seeger/Bardotti) – Rita Pavone – 1964

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19 setembro 2017 FULEIRAGEM

FERNANDO – JORNAL DA CIDADE DE BAURU (SP)


Mundo Cordel
A HOMOSSEXUALIDADE, A DECISÃO E A NOTÍCIA

Chegou ao meu conhecimento uma manchete que, de imediato, me chamou a atenção: “Juiz Federal do DF libera tratamento de homossexualidade como doença”.

A notícia não me pareceu verossímil, diante do senso comum, hoje predominante, de que cada um deve exercer sua sexualidade com liberdade, sem sofrer discriminação ou preconceito.

Não obstante, as manifestações de protesto contra a decisão logo proliferaram nas redes sociais.

Fui ao texto da notícia. Ali, vi que a questão é sobre uma Resolução do Conselho Federal de Psicologia que regula a conduta dos psicólogos no tratamento de questões envolvendo orientação sexual. Um trecho da decisão, transcrito na notícia, permitiu-me concluir que o juiz responsável pelo caso concedeu liminar, determinando que o Conselho Federal de Psicologia não interprete a Resolução 001/1990 “de modo a impedir os psicólogos de promoverem estudos ou atendimento profissional, de forma reservada, pertinente à (re)orientação sexual, garantindo-lhes, assim, a plena liberdade científica da matéria, sem qualquer censura ou licença prévia por parte do C.F.P.”.

Noutras palavras, conforme o trecho transcrito na notícia, a decisão judicial não anula, revoga ou suspende os efeitos da Resolução do Conselho Federal de Psicologia. Apenas determina que sua interpretação não deve impedir os psicólogos de prestarem atendimento, dentro da sua área de atuação, com plena liberdade científica da matéria.

Para que os não versados no Direito melhor compreendam o ocorrido, é preciso observar que toda decisão judicial tem três partes: relatório, fundamentação e dispositivo. Na primeira, o juiz expõe os fatos sobre os quais irá decidir; na segunda, explica as razões pelas quais decide; na terceira, diz o que foi decidido.

Curiosamente, no dispositivo da decisão à qual me refiro agora, transcrito naquela notícia, não estava escrita uma vez sequer a palavra “homossexualidade”. Nem a palavra “doença”.

Reli o texto jornalístico ainda duas vezes, mas não consegui identificar como o autor da matéria chegara à conclusão de que teria havido liberação para se tratar a homossexualidade como doença.

Não obstante, consultei outros veículos informativos, e lá estavam as manchetes: (clique para ler)

Justiça permite tratar homossexualidade como doença

Justiça permite que psicólogos tratem homossexualidade como doença

Diante da curiosa situação, fiz o que costumo fazer nesses casos: fui em busca do texto original. Talvez na fundamentação estivessem expostas as razões que demonstrariam eventual postura contrária à adotada pela Organização Mundial de Saúde, desde 1990, como faziam questão de destacar os jornais.

Encontrei a íntegra da decisão no site jurídico JOTA. Na fundamentação da decisão, vi que o Juiz Federal que a proferiu, após realizar audiência com os interessados, fixou as seguintes premissas para desenvolver suas razões de decidir:

1ª) que, segundo a Organização Mundial de Saúde, a homossexualidade constitui uma variação natural da sexualidade humana, não podendo ser, portanto, considerada como condição patológica;

2ª) que, não sendo a homosexualidade uma doença, mas uma orientação sexual, o projeto de lei conhecido como “Cura Gay” merece críticas, e propaga ideia que não é a defendida pelos autores da ação;

3ª) que, sendo a Psicologia uma ciência da saúde, constitui dever do psicólogo aprimorar-se profissionalmente, envidando esforços na promoção da qualidade de vida das pessoas e das coletividades, baseando seu trabalho no respeito e na promoção da liberdade, da dignidade, da igualdade e da integridade do ser humano, buscando eliminar quaisquer formas de discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, nos termos de seu Código de Ética;

4ª) que a Constituição Brasileira elege, entre seus princípios, a promoção do bem estar de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação, bem como a liberdade de expressão da atividade intelectual científica, dentre outras liberdades.

Foi a partir dessas premissas que o juiz concluiu que, ao proibir aos psicólogos “qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas”, a Resolução do CFP poderia, caso fosse mal interpretada, levar à conclusão de que os profissionais da Psicologia estariam proibidos de “realizar qualquer estudo ou atendimento relacionados à orientação ou reorientação sexual”. E assim, acrescentou:

“Digo isso porque a Constituição, por meio dos já citados princípios constitucionais, garante a liberdade científica bem como a plena realização da dignidade da pessoa humana, inclusive sob o aspecto de sua sexualidade, valores esses que não podem ser desrespeitados por um ato normativo infraconstitucional, no caso, uma resolução editada pelo C.F.P.”

Por razões éticas, não faço juízo de valor sobre decisões judiciais, seja para concordar com elas, seja para delas discordar. Aqui também não o farei. Logo, não emitirei opinião sobre a decisão estar certa ou errada, ou sobre ser justa ou injusta.

Posso, no entanto, dizer, sem entrar nesse mérito, que continuo sem encontrar, em nenhuma parte da referida decisão, qualquer sinal de autorização para o tratamento da homossexualidade como se fora doença, ou aprovação para a chamada “cura gay”.

Ao contrário disso, a decisão parte da premissa de que a homossexualidade não é doença, mas uma orientação sexual, e que a Psicologia deve abordar o assunto sopesando a dignidade da pessoa humana com a liberdade científica. Conclui, assim, que a resolução do CFP não pode ser interpretada de forma a inviabilizar “a investigação de aspecto importantíssimo da psicologia, qual seja, a sexualidade humana”.

Noutras palavras – e segundo meu entendimento – a conclusão à qual chegou o juiz em tal decisão, é a de que, se a pessoa, independentemente de sua orientação sexual, busca atendimento psicológico, em razão de sua sexualidade, o profissional da psicologia deve estar livre para prestar o atendimento. E deve fazê-lo sem adotar condutas preconceituosas ou discriminatórias, respeitando a dignidade da pessoa interessada, e lançando mão do conhecimento científico do qual dispõe.

Se tal conclusão é a mais acertada, adequada ou justa, não compete a mim dizer. Mas, quanto mais leio a decisão, mais me convenço de que as notícias que têm sido publicadas sobre ela – a exemplo das aqui citadas – estão amplamente equivocadas.

19 setembro 2017 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)

19 setembro 2017 EVENTOS

PARA OS FUBÂNICOS DE OLINDA E RECIFE – CRISTIANA LOBO NO PATTEO OLINDA SHOPPING

19 setembro 2017 FULEIRAGEM

FRED – CHARGE ONLINE

19 setembro 2017 JOSIAS DE SOUZA

DODGE PRECISA DEMARCAR O TERRENO RAPIDAMENTE

Finalmente, o jogo começou para Raquel Dodge. Existe uma grande curiosidade nas arquibancadas para saber como ela se comportará em campo. A conjuntura provoca apreensão: corrupção endêmica, Legislativo apodrecido, Executivo carcomido e Judiciário politizado. Com a Lava Jato sob ataque, a nova procuradora-geral da República precisa adotar nos primeiros minutos de sua gestão um estilo que destoa de sua aparência de frágil senhora.

Raquel Dodge faria um enorme bem a si mesma se observasse uma lei não escrita do futebol. Prevê que a primeira entrada de um zagueiro no atacante adversário precisa ser dura, para que o sujeito saiba com quem está lidando. A nova chefe do Ministério Público terá de conquistar a confiança da torcida. E não há outra maneira de fazer isso senão impondo o respeito que a autoridade do cargo exige.

Respeitabilidade não se confunde com o lançamento cenográfico de flechas. Ao contrário, exige mais método e menos gogó. Um comportamento de zagueiro inspiraria Raquel Dodge a ser implacável, por exemplo. com Marcelo Miller, o ex-procurador que assessorou os delatores da JBS. A suspeita de que o personagem fez jogo duplo precisa ser passada a limpo – mesmo que, para isso, a biografia da banda arqueira da Procuradoria tenha que ser passada a sujo.

O Supremo Tribunal Federal decide na quarta-feira o que fazer com a segunda denúncia que corre contra Michel Temer. A defesa do presidente pede que a peça de Rodrigo Janot seja mantida no freezer até que se decida o que fazer com as provas fornecidas pelos delatores Joesley e Wesley Batista.

Um ânimo de zagueiro levaria Raquel Dodge a entrar de sola nos delatores seletivos da JBS e a defender com vigor: 1) o aproveitamento das provas obtidas enquanto vigorava o acordo de colaboração premiada; e 2) o envio imediato da nova denúncia contra Temer à Câmara, para apreciação dos deputados.

Nunca na história da Procuradoria-Geral uma troca de comando gerou tanta expectativa. Há uma grande torcida pelo saneamento dos métodos do órgão. Em condições normais, a substituta de Janot seria beneficiada com um período de tolerância, para ganhar ritmo de jogo e demarcar seu território.

Entretanto, a atmosfera deteriorada intima Raquel Dodge a entrar como um zagueiro no calcanhar do adversário, estabelecendo rapidamente seu domínio na grande área. Sob pena de converter a energia da arquibancada em combustível para a vaia.

19 setembro 2017 FULEIRAGEM

IOTTI – ZERO HORA (RS)

DE CABRA QUE FOI PRESO

– Pereira, ô, Pereira – gritava Claudinho de Tantico, visivelmente embriagado na frente da Delegacia de Polícia, chamando por um dos soldados e tombando de um lado para o outro.

E como o policial não saía logo da cadeia, os gritos se refaziam cada vez mais altos. Até que outro militar acordou e resolveu investigar de onde vinha a gritaria.

– Que merda é essa, rapaz? – perguntou o guarda pela janela frontal do prédio, pondo um boné na cabeça e ajeitando o cinto.

– Quero ser preso – respondeu Claudinho com decisão.

– Que pôrra é, hômi? Por que você quer ser preso?

– Porque eu sei que serei mesmo, então já ‘tou me adiantando – argumentou Claudinho subindo os batentes da cadeia.

– Ei, pode ir parando por aí. Não vou lhe prender, não.

– Ora não! Vai que eu quero. Já ‘tou bebo, quero ser preso e abra logo essa porta.

– Hômi, vai curtir tua cachaça noutro canto, rapaz! – irritou-se o guarda fechando a janela.

Claudinho continuou insistindo, gritando, esmurrando a porta, promovendo uma arrelia enorme, reafirmando que queria ser preso.

O soldado abriu a porta, pegou-lhe pelo braço e foi deixá-lo no outro lado da rua, com puxões, empurrões e impaciência indisfarçada.

– Mas o cabra vê cada coisa mesmo. Vá pra casa e deixe de perturbação, ‘tá ouvindo? – ordenou soltando-lhe.

Claudinho aprumou-se, cambaleou mais um pouco e quando percebeu que o policial já entrava de volta na cadeia gritou com força:

– Meganha frouxo! Nem pra me prender serve. Mas eu vou ser preso de todo jeito!

Aí, foi demais! O soldado freou no salto do coturno chega riscou o chão de preto. Calado estava, calado ficou quando pegou Claudinho pela parte de trás da gola da camisa e calado continuou quando fechou o cadeado da cela, com “o elemento” jogado dentro.

Cerca de meia hora depois o delegado chegou e soube do episódio.

Cerca de uma hora depois uma mulher bateu palmas na frente da delegacia. Queria falar com o delegado. Foi introduzida na sala da autoridade e questionada sobre o que queria.

– Doutor Delegado, sabe Claudinho, aquele que o povo chama de Beto Barbosa? – perguntou ao delegado. Mas, sem dá tempo de resposta continuou: – Pois aquele bicho ruim bebeu e comeu desde ontem no meu bar e saiu sem pagar. Então, eu vim aqui pro senhor mandar pelo menos prender ele.

Neste instante se ouviu de dentro da cela:

– Ih, carecou sua “otára”. Eu cheguei primeiro.

“Coisas do Acary do meu Amor”, deste colunista

19 setembro 2017 FULEIRAGEM

BAGGI – CHARGE ONLINE

19 setembro 2017 CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MIGUEL FANINI – TEÓFILO OTONI-MG

Amigo Berto,

Veja esta vídeo.

Está uma gracinha. Publique para os amigos leitores do JBF.

Quem vai gostar é Goiano.

Abraços mineiros.

19 setembro 2017 FULEIRAGEM

AMORIM – CHARGE ONLINE

CHICAGO, BOSTON OU MÉRIDA?

Recordaçoes hilárias do Prof. Dr. Phd Goyambú Bigeyes

Eu era menino pequeno lá no interior deste Brasil imenso, ainda me chamavam de Goyambuzinho, e freqüentava o ginásio, que então se chamava Ruy Barbosa com ipicylone.

Tínhamos um professor muito engraçado, e competente, e o que mais nos fazia rir era um defeito dele no modo de falar. Ele tinha morado no Rio de Janeiro e por isso, além do exagero no “s” puxado, pronunciado como se fosse um “x”, ainda tinha um problema de dicção que tornava sua fala muito diferente.

Um dia ele decidiu resolver um problema da turma toda, que era o de os alunos não memorizarem nomes e datas, dentre outras coisas que faziam parte dos ensinamentos escolares.

Disse-nos ele: – Vou fager com vochêch algunch egerchíchioch de mnemônica, que é uma técnica utilizada para memorizar ach coisach.

Bem, para não ficar muito difícil de entender a representação escrita da fala dele, vou reduzir as falas diretas, diminuir as representações e falar algumas vezes por ele.

Ele disse que iríamos começar com algumas coisas meio chulas, para despertar bastante o interesse da turma e treinar a mnemônica. Pediu atenção.

– Digamos que vochês precisam lembrar o nome de uma cidade muito conhechida dos Estados Unidos em uma prova, e a questão diz que é a mais populosa do Estado de Illinois. Pois bem, bastaria vocês, ao estudarem, relacionarem o nome da cidade, Chicago, a uma necessidade fisiológica. Podem relacionar assim: “não chei chi mijo ou chi cago”. Pronto! Na hora da prova essa aí vocês nunca errariam

Ficamos todos entusiasmados com a novidade quando ele propôs mais um exemplo.

– Voltando aos Echtados Unidos: diga aí você, Robertinho (e dirigiu-se a um dos mais bagunceiros da classe): A mnemônica para o nome de uma outra importante cidade norte-americana são “dejetos intestinais”. Qual seria essa cidade?

E o Robertinho, de pronto:

– Pêidon!

O professor riu e corrigiu:

– Não, Robertinho! Passou perto, muito perto! Mas, o nome da cidade é Boston!

Foi quando Joãozinho, o mais safadinho da classe, levantou a mão e perguntou ao mestre, sob gargalhadas gerais:

– Professor, o senhor já foi à Mérida?

19 setembro 2017 FULEIRAGEM

PAIXÃO – GAZETA DO POVO (PR)

19 setembro 2017 PERCIVAL PUGGINA

LULA, TAL QUAL AS AVES DO CÉU

Não tive a pachorra de ouvir todo o interrogatório de Lula ante o juiz Sérgio Moro. O pouco que vi, convenceu-me que de três uma: ou o ex-presidente é absolutamente responsável por tudo de que é acusado e deve ser mantido longe do convívio social, ou é absolutamente irresponsável e deve ser mantido longe do convívio social, ou é como as aves do céu.

Nunca em meus 72 anos vi um indivíduo adulto, cercado de advogados, ser e se dizer tão alheio a tudo que pessoal e financeiramente lhe diga respeito. À sua volta se acumulam mecenas, vida afora, desdobrando-se em prodigalidades. Todos se preocupam com sua sobrevivência material, seu conforto, sua adega, proporcionando-lhe sítio, apartamentos, torre de telefonia celular, viagens em jatinhos luxuosos e custoso armazenamento para bens que não passavam de “tralhas, doutor”. E ele, materialmente desapegado, que há décadas não gera um real de valor, incapaz de responder quanto ganha por mês, a nada renuncia, de tudo aproveita, e de benefício algum conhece preço ou fonte de pagamento.

Na terceira possibilidade, Lula é uma ave do céu, como aquelas mencionadas por Jesus: “Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?”.

Agora só falta o Sérgio Moro e o TRF-4 acreditarem.

19 setembro 2017 FULEIRAGEM

MIGUEL – JORNAL DO COMMERCIO (PE)

19 setembro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

FRASES QUE MERECEM SER GUARDADAS COM MUITO RISO E ESPANTO

“Há muito mais políticos corretos do que corruptos, e mais interessados no bem social do que em seus objetivos pessoais.”

* * *

“Lula é um homem honesto e um político honesto. (…) E não só Lula, como outros políticos, notadamente os que pertencem ao PT.”

Goiano Braga Horta, colunista do JBF

. . .

“Fala que eu te escuto, Goiano. Petista com petista se entendemos-se bem.”

* * *

E vamos continuar se rindo-se.

Fechemos a postagem com duas pegadinhas do Mução

* * *

19 setembro 2017 FULEIRAGEM

ANTONIO LUCENA – BLOG DO NOBLAT

19 setembro 2017 JOSIAS DE SOUZA

ERA DODGE COMEÇA SOB OLHARES DA “ABAFA A JATO”

19 setembro 2017 FULEIRAGEM

JARBAS – DIÁRIO DE PERNAMBUCO


© 2007 Besta Fubana | Uma gazeta da bixiga lixa