5 outubro 2017 FULEIRAGEM

EDER – CHARGE ONLINE

CERCAS & FRONTAIS

Há cerca nas redondezas
Há cerca pelos currais
Há cerca nos condomínios
Há cerca nos milharais
E, há cerca de infindos anos
Não há cerca nos frontais
Planetas, sóis e relâmpagos
Vagueiam de pirilampos
Nas curvas celestiais.

Do livro Papel de Bodega

5 outubro 2017 FULEIRAGEM

PAIXÃO – GAZETA DO POVO (PR)


www.cantinhodadalinha.blogspot.com
ATIÇANDO AS MULHERES

Mulher, tenha amor a vida
Faça sua prevenção.
Isso é obrigação,
E não seja “malovida”,
Pois a mulher precavida
Sete vidas vai viver!
Vai amar, vai conceber,
Vai parir felicidade,
Acredite isso é verdade!
Você tem esse poder.

5 outubro 2017 FULEIRAGEM

LUSCAR – CHARGE ONLINE

PROCURANDO EMMANUEL

O Governo Temer, parece uma cobra de duas cabeças, enquanto uma pensa apenas em salvar a própria pele, custe o que custar, a outra trabalha com competência para equilibrar as contas e fazer o país funcionar. A equipe do Ministro Henrique Meirelles, a parte do governo que trabalha pela nação, mas veladamente faz campanha para um cargo (presidência?) em 2018, declarou em 01/10/2017, na Futurecom: “A retomada da atividade, a geração de postos de trabalho, a queda da inflação e a taxa de juros vieram para ficar. Vamos ver que esse ciclo de crescimento será talvez o mais longo dos últimos tempos, talvez da última década ou mais”

Atenção para o “talvez” de Meirelles. Tudo depende das eleições e das reformas. O eleitor não pode achar que está tudo bem e não fazermos a troca desses políticos corruptos, incompetentes e adiarmos as reformas essenciais. Sou favorável a entregar uma comenda para Henrique Meirelles por suas escolhas na montagem da equipe e pela liderança desse trabalho eficiente. Mas não considero que seja um bom candidato para 2018. Não tem meu voto consciente, talvez um voto útil. Presidente do BC de Lulla, ministro de Temer, presidente do conselho de administração da J&S… não pode dar certo. Não pode ser coincidência estar sempre ligado a essa turma do barulho e ser tão inocente. Votar em Meirelles, só por necessidade.

Aqui no Brasil estamos acostumados a cumprir as obrigações na última hora, e, se não houver escapatória. Sempre foi assim com a entrega do IR, por exemplo, a maioria das declarações são entregues faltando poucos dias ou horas. O brasileiro está acostumado com extensão de prazos e adiamentos de tarefas amargas.

Sendo assim, o ambiente mais leve criado pela recuperação econômica em andamento, depois de mais de dois anos de recessão, pode causar a sensação enganosa de que as coisas estão bem e podemos empurrar com a barriga a reforma da previdência que já está na Câmara para ser votada, além de outras medidas necessárias para reduzir as despesas impostas pela Constituição Cidadã.

É inegável que Temer escolheu pessoas competentes e responsáveis para conduzir a economia, mas os números favoráveis que estamos vendo: queda da inflação de 10,67% (2015), 6,28% (2016), 3% (2017 FOCUS); crescimento PIB -3,8% (2015), -3,6% (2016), 0,7 (2017 FOCUS); taxa referencial SELIC 14,25% (2015), 13,75% (2016), 7% (2017 FOCUS); saldo comércio exterior US$ 19,7bi (2015), US$ 48bi (2016), US$ 62bi (2017 FOCUS); preço do Dólar 3,90 (2015), 3,35 (2016), 3,17(2017 FOCUS), são em parte frutos do bom trabalho da equipe econômica e em parte consequência da recessão provocada pelos equívocos da Nova Matriz Econômica. A mola foi comprimida exageradamente e está voltando um pouco.

Seguimos procurando nosso Emmanuel Macron para liderar um programa de reforma estrutural de longo prazo. Parecido com o que foi montado em 1994 “Plano Real” que fez Lulla se comprometer em seguir a cartilha para convencer o eleitor de que daria continuidade à política econômica: “Vamos preservar o superávit primário o quanto for necessário para impedir que a dívida interna aumente e destrua a confiança na capacidade do governo de honrar os seus compromissos” (Carta ao Povo Brasileiro 2002). O programa era bom, mas os operadores FHC e Lulla não acreditavam o suficiente para conduzir e aperfeiçoar o processo. FHC fez pela metade e Lulla abandonou, mentiu. Como sempre. Recebeu a herança maldita do Real e deixou a herança gloriosa Dilma com a Nova Matriz Econômica.

Este espaço generosamente cedido na respeitável gazeta, completou um ano agora no final de setembro. Deixo meus agradecimentos ao Editor boa praça e a cortesia dos leitores que têm paciência e consideração em ler e comentar.

5 outubro 2017 FULEIRAGEM

SID – CHARGE ONLINE

SUBIU A AUTOESTIMA DE LULA

5 outubro 2017 FULEIRAGEM

JORGE BRAGA – O POPULAR (GO)

5 outubro 2017 JOSIAS DE SOUZA

AÉCIO SUSTENTA QUE NÃO É UM “SERVIDOR QUALQUER”

Em recurso ao Supremo Tribunal Federal, Aécio Neves pediu a suspensão das medidas cautelares impostas contra ele. Quer recuperar o mandato, o passaporte e o direito de sair de casa à noite. Alega que um congressista ”não pode para fins processuais penais ser tratado como um funcionário público qualquer.” Sustenta que “a Constituição Federal o desequipara, dotando-o de prerrogativas especiais.”

O grão-duque do tucanato tem razão. O detentor de mandato eletivo merece tratamento diferenciado. Não pode ser punido como servidores convencionais. Espera-se do Judiciário que seja mais draconiano com quem tem votos, pois a traição aos eleitores é crime sem perdão. No Brasil, há em toda parte uma Rua Voluntários da Pátria. A Lava Jato mostrou que deveria haver também a Rua Traidores da Pátria.

Aécio anota em seu recurso: ”Os mandatários eleitos pelo povo, devido à legitimidade do voto popular, não estão sujeitos ao mesmo regime dos servidores públicos em geral. Ora, não se pode ignorar que aqueles foram instituídos pela vontade popular, por voto direto, estão sujeitos a um regime diferenciado dos demais servidores, conforme amplamente disposto em nossa Constituição.”

Por 3 votos a 2, a Primeira Turma do Supremo aplicou contra Aécio punições cautelares “diversas da prisão”. Estão previstas no artigo 319 do Código de Processo Penal. Aécio realça que a Constituição não permite a prisão de congressista senão em flagrante delito de crime inafiançável. E indaga: ”Se ele não pode ser preso, é de se perguntar se a medida, que é alternativa à prisão, pode lhe ser imposta?” Ai, ai, ai…

Com outras palavras, o que Aécio diz, por meio dos seus advogados, é mais ou menos o seguinte: os congressistas são seres inimputáveis. Estão acima da lei. Nenhuma revelação pode abalar-lhes o prestígio. Estão liberados para pedir R$ 2 milhões a corruptores. Podem receber grana em mochilas. Desmascarados, talvez amarguem 15 segundos de má fama, mas não precisam abaixar a cabeça. Não devem nada a ninguém. Muito menos explicações.

Paladino da moralidade na campanha presidencial de 2014, Aécio não é mais aquele. Mas pede que não o tratem como outro qualquer. Para o senador, nenhuma imoralidade justifica a incivilidade de uma reprimenda do Supremo. Como disse o ministro Luís Roberto Barroso ao votar a favor da punição de Aécio, “o que aconteceu no Brasil foi uma certa naturalização das coisas erradas”.

“As pessoas perderam a percepção de que suas práticas eram coisas erradas. Deixaram de ter consciência crítica a respeito delas. passou a ser um modo natural de se fazerem negócios e de se fazer politica. […] Essas pessoas acabam se sentindo vítimas da história. Mas a verdade é que a história mudou de mão.”

Eis o ponto: Aécio e todos os outros inocentes culpados reivindicam um salvo-conduto para trafegar na contramão da história. O grão-tucano sustenta que as sanções do Supremo impõem ”prejuízo irreparável” também para os seus eleitores. Quer dizer: além de maltratar o bom senso, Aécio ofende a inteligência daqueles que um dia lhe deram o voto.

* * *

CARMEM LÚCIA FAZ DO STF PUXADINHO DO SENADO

5 outubro 2017 FULEIRAGEM

ZOP – CHARGE ONLINE

5 outubro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

O MUNDO É UM BODEGA SORTIDA

Recebi ontem um telefonema de Jessier Quirino, nosso estimado colunista, para dar notícias do seu recital em São Paulo, na Livraria da Vila, ao lado do músico Túlio Borges,  no último dia 28 de setembro.

Túlio Borges é o mais novo parceiro de Jessier e já musicou alguns poemas deste fubânico que brilha em todo canto adonde se apresenta.

Além do recital na livraria, Jessier aproveitou sua estada na Terra da Garoa pra gravar um bocado de coisas no programa de Rolando Boldrin.

Aviso pra freguesia fubânica que vem muitos vídeos novos por aí. Aguardemos.

Em seguida, Jessier me mandou uma mensagem pelo zap-zap, junto com uma foto. Uma mensagem contando uma coisa que já é rotina em sua vida: encontrou em São Paulo um admirador que pediu pra tirar um retrato junto com ele.

Mas era um admirador que tinha uma particularidade.

Vejam:

“O mundo é uma bodega pequena e sortida.

Eu em São Paulo, num show de Badi Assad, ganho um abraço esticado.

É um fã de Palmares, de nome Nado Ribeiro, afilhado de Arnalfo Afonso!”

Segundo Jessier, Nado Ribeiro informou que já conhecia as besteira que escrevo e que, em sendo palmarense, havia lido O Romance da Besta Fubana. Não o conheço, mas mando um grande abraço pra este conterrâneo.

Lindo, como todo palmarense, conforme vocês podem confirmar na foto aí em cima.

O que me deixou triste é o fato de ser este rapaz afilhado de Arnaldo Afonso.

Arnaldo, diretor das Edições Bagaço, é nosso editor, meu e de Jessier, o homem que cuida dos nossos livros.

E aí eu pensei comigo: um cabra, feito o pai deste rapaz, que dá um filho pra Arnaldo batizar e ser padrinho, é um pai desnaturado.

Nado Ribeiro, tenha paciência com seu pai e perdoe esta grande besteira que ele fez.

Tenha um excelente final de semana e muito obrigado por ser leitor desta gazeta escrota!

5 outubro 2017 FULEIRAGEM

ZÉ DASSILVA – DIÁRIO CATARINENSE

SÓC CATALÀ. VISCA CATALUNYA!

“Eu sou catalão. Viva a Catalunha!”

Após as catástrofes das duas grandes guerras mundiais do século passado, uma das grandes evoluções verificadas na diplomacia mundial, e que passou a nortear o julgamento das ações dos governantes de todas as nações, foi o nunca suficientemente louvado Princípio da Auto Determinação dos Povos.

Estendia-se para todo o globo a Doutrina Monroe, que preconizava “A América para os americanos”. Este princípio foi adotado como básico quando da fundação da “Liga das Nações” que, mesmo tendo fracassado em seu objetivo maior, evitar a repetição das guerras, deixou este magnífico legado.

Foi exatamente este princípio que norteou à formação de uma pletora de novas nações, todas oriundas do desmantelamento do antigo império Austro-Húngaro dos Habsburgh. Países como a República Checa, Eslováquia, Hungria e a própria Áustria devem sua origem a este desmembramento.

Semelhantemente ocorreu a partir do desmonte dos imensos impérios coloniais das grandes potências europeias. Miríades de pequenas nações africanas passaram a constituir novos países. Alguns, ou a grande maioria, segundo os críticos deste processo, sendo constituídos sem que se observasse de forma responsável as diferentes etnias por eles espalhadas. Já no Oriente Médio, fronteiras foram traçadas de forma arbitrária e imperial. Mais uma vez levou a recorrentes conflitos entre as novas nações vizinhas. Na Índia, o desmonte do império veio acompanhado das guerras fratricidas entre os adeptos das religiões Indianas e Muçulmanos, o que levou à formação do Paquistão e de Bangladesh como países separados. A briga pela região do Kashemir continua até hoje sem solução.

Mais recentemente, o desmonte do império da União Soviética levou à criação de uma quantidade imensa de novas nações, todas formadas a partir da independência de povos que haviam sido anexados compulsoriamente pelos russos. País como Estônia, Letônia, Lituânia, Ucrânia, Moldávia, Geórgia, Armênia, Azerbaijão, Kazaquistão, Turcomenistão, Uzbequistão, e outros menos cotados, todos passaram por um longo processo de pressões e negociações que, em muitos casos, ainda estão em andamento. Sem dúvida que este é um processo ainda em curso. Ocorre que a Glasnost e a Prestroika parecem não ter chegado a regiões como a Escócia, Gales, o País Basco, os Curdos e, muito especialmente, à Catalunha.

A razão que está por trás da resistência dos governos centrais em permitir que as diferentes etnias sigam seu próprio caminho independente está sempre lastreado na economia. A questão que domina o debate é sempre o dinheiro. Analisemos caso a caso:

• Quando Pernambuco foi impedido de se separar do restante do Brasil, em 1817, o nosso estado, mesmo com toda a decadência verificada até então no comércio do açúcar a nível mundial, era ainda o principal motor da economia brasileira. Os envios de dinheiro para a manutenção da corte imperial, no Rio de Janeiro, atingiam somas escandalosas. Podemos facilmente confirmar este fato através de sucessivos editoriais publicados no Diário de Pernambuco ao longo de todo o século XIX. A razão de não nos terem deixado partir foi por não desejarem perder a “Galinha dos Ovos de Ouro”. Hoje, o “Leão do Norte” está que faz até pena: Velho, desdentado e brocha!

Bandeira da Revolução de 1817, com as 3 estrelas
(Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte)

• São Paulo – 1932. O estado mais rico da nação combate as determinações do governo do Estado Novo de Getúlio Vargas. O movimento foi esmagado pois todos os demais estados se uniram para preservar a “Unidade Nacional”. Será que foi só o idealismo, ou o fato de São Paulo até hoje contribuir todos os anos em impostos para o Governo Federal com cerca de R$200 Bilhões A MAIS DO QUE RECEBE em repasses e investimentos? Este, aliás, é o dinheiro que sustenta os falidos estados nordestinos. Comparei, em anos recentes, o balanço existente entre o ICMS que cada um dos estados nordestino recolheu sobre as vendas feitas para outros estados, com o total de ICMS que estes mesmos estados pagaram pelas compras efetuadas fora de seu território. Sabendo a alíquota praticada, podemos facilmente calcular o balanço destas transações. O resultado é sempre consistentemente deficitário: Os estados consomem o dobro do que vendem. O saldo da Balança Comercial é negativo em quase a metade do PIB destes estados. Por “coincidência”, totaliza quase que exatamente os R$200 bilhões extorquidos de São Paulo e repassados pelo Governo Federal. Isto significa dizer que São Paulo, até hoje, sustenta o nordeste.

A grande resistência dos governos “Centrais” para permitir que os povos se auto-governem vem da necessidade de mais poder, assim como a busca por arrecadação financeira sempre maior e nunca satisfatória. Esta é a situação atualmente enfrentada pela Catalunha com relação à Espanha! Possuidora de uma população de 7,5 milhões de habitantes (16,5% da população da Espanha), dos quais cerca de 1,5 milhão é emigrante de regiões mais pobres da Espanha que para lá acorreram em busca de uma melhora no padrão de vida, a Catalunha é responsável por mais de 21% do PIB Espanhol. Com um PIB per capita significativamente superior à média espanhola, a região atua como um “Eldorado” para os deserdados da sorte oriundos de regiões como a extremadura e a Andaluzia.

Caso a Catalunha venha realmente a se separar do restante da Espanha, deixará atrás de si uma situação verdadeiramente calamitosa para o governo de Madrid. Primeiramente, o que fazer com os milhares de migrantes desempregados que deveráo ser forçados a retornar para suas regiões de origem? Depois, como vão fazer para compensar a perda de arrecadação? Por mim, problema deles! Se virem!

Já a Comunidade Europeia, sob a ameaça de dezenas de pleitos semelhantes, em diferentes países do seu território, adota uma atitude de uma tibieza e pusilanimidade digna de políticos brasileiros: Condenam a violência da polícia de Madrid e não reconhecem o plebiscito. Esses caras devem ser do PSDB de lá.

Condenam a separação sob a alegação de que, as nações que se separaram, enveredaram por caminhos de instabilidade e pobreza. MENTIRA DESLAVADA! QUANDO A GENTE NÃO QUER, QUALQUER DESCULPA SERVE! Isso pode ser válido para comunidades que JÁ ERAM POBRES e miseráveis como o Sudão do Sul e a Ossétia. Não é o caso de nações como a Croácia, filha da fragmentação da Iugoslávia, e que vem apresentando invejáveis índices de desenvolvimento.

Quem não puder viver… MORRA!

LONGA VIDA À CATALUNHA LIVRE! Às barricadas, cidadãos!

5 outubro 2017 FULEIRAGEM

MÁRIO – A TRIBUNA DE MINAS

5 outubro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

O INSTITUTO DATABESTA ESTÁ NAS RUAS

Termina hoje a Enquete Fubânica que está no ar.

Se você ainda não cumpriu sua obrigação cidadã banânica, vá aí do lado e dê o seu pitaco.

Os números finais serão divulgados amanhã, sexta-feira.

5 outubro 2017 FULEIRAGEM

J. BOSCO – O LIBERAL (PA)

5 outubro 2017 JOSIAS DE SOUZA

PRESIDENTE DO PT: “STF TEM QUE SER CONFRONTADO”

Ao adiar para o dia 17 de outubro a votação sobre a revisão das sanções impostas a Aécio Neves, o Senado manteve o Supremo Tribunal Federal sob chantagem. Isso ficou bastante claro na maioria dos pronunciamentos feitos da tribuna. Mas nenhum orador soou mais explícito do que a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR). Ré em ação penal da Lava Jato, ela pregou o confronto com a Suprema Corte.

Num pronunciamento permeado de críticas a Aécio, Gleisi ecoou a posição oficial do PT, que considera que a punição cautelar do rival tucano “não tem base legal”. A senadora vociferou: “Não estou entre aqueles que acham que não tem que confrontar o Supremo. Se está errado tem que ser confrontado, para voltar à razão, para voltar o curso normal.” Gleisi se absteve de definir o que considera “normal”.

A senadora prosseguiu: “O Supremo Tribunal Federal não é sacrossanto. Ele tem a última palavra em termos de Justiça. Mas tem que ser dentro da Constituição, dentro do devido processo legal.” Quer dizer: para a senadora, processada por corrupção, o tribunal incumbido de julgá-la trafega à margem da Constituição.

Gleisi recordou que, na semana passada, o PT defendeu em nota oficial a votação do requerimento de urgência para que o Senado sustasse as sanções impostas a Aécio —entre elas a suspensão do mandato e o recolhimento domiciliar noturno. Embora estivesse viajando, a senadora esclareceu: “Se eu estivesse aqui, votaria a urgência. Sabe por quê? Para chamar o Supremo Tribunal Federal à sua responsabilidade.”

Na sequência, Gleisi tornou a ameaça dos senadores ainda mais explícita: “Ao votar aqui a urgência, o Senado passou um recado ao Supremo: ou vocês vão entrar dentro da conduta de se portar como a Constituição manda ou vai acabar a harmonia entre os poderes. E isso vai afetar a democracia.”

Para Gleisi, o Supremo entendeu o “recado”, pois a presidente da Corte, Cármen Lúcia, marcou para o dia 11 de outubro o julgamento de uma ação direta de inconstitucionalidade sobre os poderes do Congresso para avalizar toda e qualquer sanção cautelar imposta a parlamentares. Pela Constituição, apenas a prisão em flagrante por crime inafiançável deve ser submetida à Câmara e ao Senado.

A senadora petista achou positivo que a ação a ser julgada pelo Supremo trate do assunto “em tese, não no caso específico de Aécio”. A certa altura, Gleisi parecia dirigir-se aos demais integrantes da banda processada do Senado: “A decisão que o Supremo terá a partir do dia 11 é a decisão que será a régua geral para o julgamento de todos. Portanto, o que nós temos que cobrar aqui é a responsabilidade do Supremo como guardião da Constituição e que ele também resguarde a autonomia e a independência dos Poderes.”

Ficou entendido que, para a bancada dos encrencados com a lei, ”a responsabilidade do Supremo” no momento é elevar o nível da régua, para que todos os inocentes culpados (ou culpados inocentes) consigam passar por baixo. Sob pena de o Senado se autoconceder no próximo dia 17 a atribuição de instância revisora do Supremo, que será convertido em penúltima instância do Judiciário. (Assista abaixo a trechos de manifestações de outros senadores)

5 outubro 2017 FULEIRAGEM

CLÁUDIO – AGORA S.PAULO

5 outubro 2017 DEU NO JORNAL

UM LIXÃO FEDORENTO DO CACETE

O italiano Cesare Battisti é uma unanimidade na Itália: direita e esquerda o consideram um psicopata assassino. Pertencia a um bando intitulado Proletários Armados pelo Comunismo, um dos subprodutos mais nojentos do terrorismo esquerdista.

Condenado à prisão perpétua pela morte de quatro pessoas, Battisti deixou paraplégico o filho de 13 anos de uma das suas vítimas.

Depois de ser abandonado pela esquerda caviar francesa, que primeiramente o acolheu, Battisti fugiu para o Brasil do PT, onde foi acolhido por Lula.

Agora, aparentemente, tentava ir para a Bolívia de Evo Morales, a fim de escapar de uma eventual extradição.

Battisti é a prova de que a esquerda latino-americana é o lixão da história.

* * *

E um lixão fedorento.

Até urubu foge do mau cheiro.

Mesmo comprando perfumes franceses, em estabelecimentos chics de Paris, a esquerda latrina continua numa catinga da porra.

O terrorista assassino Batisti, no centro, sendo bem acolhido pelas zisquerdas banânicas, que é parte indissociável das zisquerdas latrinas


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