19 outubro 2017 FULEIRAGEM

TACHO – JORNAL NH (RS)

19 outubro 2017 HORA DA POESIA

DESTINO – Maria Braga Horta

O destino… Quem sabe o que é o destino?
Será um deus, um carrasco? ou, indiferente,
deixa em nós qualquer cousa de divino
ou nos crucia dolorosamente?

Quem sabe o que é o destino? É independente
ou escravo fiel, bom ou ferino?
Imutável, temível, inclemente…
ou apenas um nome? O que é destino?

Será destino a gente fazer versos?
Será destino o impulso ardente-e-doce
de cantarmos, embora em dor imersos?

Será destino amar? Seja o que for!
Para mim é destino a mão que o trouxe
do fim do mundo para o nosso amor!

19 outubro 2017 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)

ANASTASIA – 1956

Por sugestão da colunista Violante Pimentel apresentamos aqui três versões da música do filme de 1956 “Anastasia, a princesa esquecida” com Ingrid Bergman, Yul Brynner e Helen Hayes e direção de Anatole Litvak.

01 – Anastasia – (Paul F. Webster / Alfred Newman) – Tema Orquestrado – 1956

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02 – Anastasia – Pat Boone – 1956

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03 – Anastasia – (versão de Alberto Ribeiro) – Hélio Paiva – 1957

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19 outubro 2017 FULEIRAGEM

MYRRIA – A CRÍTICA (AM)

19 outubro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

BONS MOMENTOS NA LIVRARIA

Hoje, quinta-feira, é dia de irmos à Livraria da Praça de Casa Forte, um dos recantos mais aconchegantes da Zona Norte do Recife, aqui perto de onde moro. (Clique aqui e acesse a página).

Como o nome já diz, o estabelecimento está localizado na praça mais bela e querida desta cidade.

Toda quinta-feira, a partir das 6 da tarde, tem música ao vivo com o conjunto Divina Música, encantando as pessoas com um reportório que inclui muitas canções românticas, nacionais e internacionais, tudo coisa de muito bom gosto.

Nas sextas-feiras é a vez do gostoso chorinho brasileiro, com meu querido amigo Beto do Bandolim e seu conjunto de craques.

A livraria funciona num antigo casarão e o seu ambiente aconchegante é o lugar certo para os apreciadores de boa música, bons livros, bons papos, bons vinhos e bons uísques.

Eu fico só de olho grande nas outras mesas, sorvendo o meu alpino, um café com chocolate que é uma delícia.

Grupo Divina Música

João apaixonou-se pelo repertório e pela voz da vocalista do grupo, Nívea Barreto.

Apaixonou-se, sobretudo, pela música Blue Moon, que Nívea interpreta com maestria e João escuta e aprecia com muito carinho.

Dedico ao meu filho querido esta interpretação de Blue Moon, uma composição da dupla Richard Rodgers e Lorenz Hart, na voz de Billie Holiday, uma cantora americana que brilhou nos anos 50.

Uma interpretação que Nívea recria com muita maestria na Livraria da Praça.

Um beijão, filho amado!

19 outubro 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

RODAI POR NÓS, LAVRADORES

Vagem Tambor

Senhores caminhoneiros,
Rodai por nós
Kombeiros, taxistas, carroceiros,
Rodai por nós
Ônibus e trens estradeiros,
Rodai por nós.

Cocão do carro-de-boi,
Cantai e rodai por nós lavradores
Sem bora e vambora
Amém.

Poema publicado no livro Berro Novo

19 outubro 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

AJUNTAMENTO DE MALUFS

Maluf informa que todos os parlamentares brasileiros merecem uma vaga na lista de procurados da Interpol

“Quem aqui pode levantar a mão e dizer: ‘Eu estou aqui sentado sem ter pedido recurso para ninguém, minha campanha custou zero’? Todos pediram recursos. Eu pedi e Michel Temer pediu. Mas de acordo com a lei”.

Paulo Maluf, deputado federal pelo PP de São Paulo e titular absoluto da lista de procurados da Interpol, garantindo que o Congresso é um ajuntamento de paulos malufs.

19 outubro 2017 FULEIRAGEM

MARIANO – CHARGE ONLINE


www.cantinhodadalinha.blogspot.com
É TUDO MERDA DO MESMO PENICO

P’ra entender essa nação
Eu fiquei no prejuízo
Pois quase perco o juízo
Sem chegar a conclusão
Dizem que Lula é ladrão
Que Temer é ladrão também
Que Aécio só se deu bem
Que Dilma também roubou
Sei que o Brasil se lascou
E dos ladrões é refém.

19 outubro 2017 FULEIRAGEM

MIGUEL – JORNAL DO COMMERCIO (PE)

19 outubro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

REFLEXÃO

Um comentário do Professor Luis Felipe Pondé sobre a xibungagem modernosa que entope os esgotos de Banânia.

Para reflexão dos fubânicos nesta quinta-feira.

19 outubro 2017 FULEIRAGEM

ZOP – CHARGE ONLINE

19 outubro 2017 PERCIVAL PUGGINA

UM JORNALISMO QUE ACABOU

Há um jornalismo que acabou. Fala com as paredes. Irresignado ante a falta de eco, cospe no vento. Cisca no dicionário adjetivos que, de tão mascados, se tornaram rejeitos de lixo orgânico, direto ao saco preto. O vocabulário com que o “politicamente correto” se protegia entra num debate, hoje, murcho como maracujá. Quem leva a sério o adjetivo “reacionário!”, ou “conservador!”, ou “neoliberal!” (lembram dele?), ou ainda o “fascista!”, que os próprios comunistas gastaram mundo afora contra seus adversários antes do tiro na nuca?

Durante décadas, esses senhores foram os regentes das redações, onde desfilavam proféticos, iluminando o mundo com olhares que se derramavam sobre uma nova humanidade e um novo tempo. Eram os kaisers do quarto poder, ditando as normas técnicas para a engenharia do brilhante futuro. Perder tempo com eles, agora, é como contemplar a alvorada de um passado que se refuga. Xô! Quebraram o Brasil, acabaram com a Educação e atacaram, um a um, os valores que sustentariam moralmente a nação.

A sociedade compreendeu, por fim, que, tanto quanto ela precisa conservar valores que orientem as ações humanas para o bem (conservadorismo), a economia precisa de liberdade (liberalismo) para evoluir. Se observarmos atentamente, veremos que isso é tudo que o velho jornalismo militante, mãos dadas com os camaradas do mundo acadêmico, se dedicou a destruir; e que parcela importante do clero católico se descuidou de preservar.

Tem duas razões fundamentais para viver, esse jornalismo. A primeira é servir de memorial adulterado dos “anos de chumbo”. Vivem na nostalgia daquele período, misturando a saudade da própria juventude com o tempo em que conseguiram articular um discurso cuja consequência, em tese, rimava com a causa. A segunda é combater liberais e conservadores, qualificando-os como fascistas. Mas, sem direito a tiro na nuca, tudo fica menos produtivo. Fazer o quê? Mudar-se para Cuba ou para a Coreia do Norte?

Não recordo, ao menos em passado recente, de esforços retóricos tão velhacos, tão fraudulentos, quanto os empregados nas últimas semanas por esse jornalismo para tentar convencer a sociedade de que:

• os conservadores seriam hipócritas bradando contra nudez e erotismo na arte;

• gravuras grotescas dedicadas a sujos entreveros sexuais, se expostas em ambiente cultural, deveriam merecer a mesma reverência de conhecidas obras-primas da arte universal;

• sentimentos e atitudes tão diferentes entre si como repulsa, indignação e boicote seriam “sinônimos” de censura;

• sexo não existiria, o que existe é gênero e toda criança deveria começar a aprender isso no bercinho da maternidade;

• as redes sociais seriam uma terra de ninguém tomada pela direita raivosa.

Quem faz afirmações assim não está a mudar de assunto. Está a corromper a razão, conforme mencionei em recente vídeo. Há semanas repetem isso ao país e querem credibilidade? Pretendem seguir influenciando a opinião pública? Subestimam a inteligência daqueles com quem se comunicam! Foi ao servir nacionalmente esse cardápio de falsidades que o velho jornalismo militante deu extraordinário alento aos bons conservadores e aos bons liberais. Refiro-me aos conservadores que estimam a liberdade e aos liberais que reconhecem a necessidade de preservar valores morais.

A sociedade não se escandaliza com nudez desde 22 de abril de 1500 e pouco se interessa pelo que acontece atrás das portas, desde que seja vedado o acesso a crianças. Mas entendeu, perfeitamente bem, ser isso que jogou o velho jornalismo militante na pornomilitância.

O silêncio que cai sobre ele vem por overdose de si mesmo.

19 outubro 2017 FULEIRAGEM

VERONEZI – GAZETA DE PIRACICABA (SP)

19 outubro 2017 DODDO FELIX - GORJEIOS


SURPRESA NO RINGUE

O gongo soa, tem início a luta.
Ruge a assistência freneticamente.
A sequência de socos na disputa,
o desafiante, aos cambaleios, sente.

Golpes brutais, de forma ininterrupta…
O imprevisto acontece de repente:
um direto certeiro do recruta
e o campeão beija a lona, inconsciente.

Nesse instante a algazarra silencia,
encerrando de vez a gritaria
da plateia tomada de surpresa.

Um desfecho jamais imaginado…
O favorito é por fim derrotado
sem sequer esboçar uma defesa!

19 outubro 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

19 outubro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

O INSTITUTO DATABESTA INFORMA

Estes são os números da última Enquete Fubânica.

A Editoria do JBF agradece a todos que participaram e deram sua opinião.

Aguardem a próxima.


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