11 novembro 2017 FULEIRAGEM

YKENGA – CHARGE ONLINE

11 novembro 2017 PERCIVAL PUGGINA

É MAIS FÁCIL ENTENDER O LADRÃO DO QUE O JUIZ

No último dia 2 de novembro, durante um show em Brasília, prenderam um homem com 29 celulares roubados. Carregava os objetos até dentro da cueca. Lavrado o flagrante, foi levado à presença de um juiz para audiência de custódia. O meritíssimo impôs fiança no valor de um salário mínimo e o devolveu às ruas para aguardar julgamento. Não duvido que à noite, ao repassar mentalmente sua atividade, o juiz se tenha considerado bom, justo e magnânimo. “Afinal, eram apenas bens materiais…”, talvez tenha pensado. No entanto, desconsiderou:

1º) a segurança da sociedade que lhe paga os subsídios;

2º) as futuras vítimas das ações criminosas daquele meliante;

3º) a sensação de impunidade que, no mundo do crime, se inclui entre as mais eficazes causas da perpetuação desses mesmos atos;

4º) o crescente desrespeito, entre nós, ao direito de propriedade.

Em vista do grande número e da frequência com que se verificam, são os crimes contra o patrimônio os que mais contribuem para o que deveríamos designar como real percepção da população sobre sua insegurança. Afinal, estamos falando de milhões de eventos anuais.

Os latrocínios são os crimes que mais apavoram a população. Embora, na prática, os 2514 casos ocorridos em 2016 representem apenas 4% dos homicídios, eles são uma ameaça presente em centenas de milhares de ações. Todo crime contra o patrimônio em saída de banco, estacionamento, porta de garagem, estabelecimento comercial aberto ao público é praticado sob a ameaça do gatilho ou da lâmina da faca, exibidos ou insinuados. Eis o grande terror. E a sociedade pressente que eventos dessa natureza podem acontecer a qualquer momento porque o número de ladrões em operação no país assumiu proporções demográficas.

Como chegamos a essa situação? Por um imprudente e ostensivo desrespeito legislativo, político e judicial ao direito de propriedade. Se quisermos restabelecer o respeito à lei, a ordem pública e a segurança da população, é importante recolocá-lo no devido lugar. O direito de propriedade não é uma coisa qualquer. Somente insidiosos motivos ideológicos podem explicar o crescente descaso para com ele dentro das nossas instituições. Ao privar alguém de algo, o ladrão está tomando produto do trabalho, meio de vida, material de estudo, conhecimento adquirido e rompendo gravemente a ordem! Quando a Justiça trata como irrelevantes os crimes contra o patrimônio está, simultaneamente, servindo injustiça aos cidadãos de bem e alimentando com liberdade de ação a cadeia produtiva do crime.

Por maligna que seja a ação do meliante, ele me é mais compreensível do que o juiz. Mais difícil ainda é entender aqueles tantos que, apenas por motivos ideológicos, não sendo uma coisa nem outra, defendem a ambos: o ladrão que vive dos bens alheios e o juiz que o devolve às ruas.

11 novembro 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

11 novembro 2017 COMENTÁRIOS SELECIONADOS

A CHAPA ESTÁ COMPLETA!

Comentário sobre a postagem UMA TERCEIRA OPÇÃO

Roberto Fontes:

“Papa Berto, a sua bênção!

Habemus candidato, aliás candidatos.

O presidenciável Bibica Di Barreira, do Partido do Bar de Ferreirinha, pediu pra fazer uma sondagem sobre a possibilidade de uma composição com o Partido da Besta Fubana.

Como as siglas são exatamente as mesmas, já fica superado o primeiro imbróglio de quem indicará a cabeça de chapa.

Uma chapa do PBF ao quadrado será imbatível!

Bibica aceita ser o seu vice, e também assume o sacrifício de ser candidato a presidente: só precism haver esta conversa entre vocês dois pra definir.

Outro ponto importantíssimo: os recursos da campanha já estão previamente assegurados.

Como o maior acionista da RYFSS Corporation, a maior empresa de rifas do mundo, dinheiro pra Bibica é solução.

O que ele almeja é, só e somente só, dar uma modesta contribuição para tirar o Brasil deste mar de merda.

O Brasil agradece ser for possível esta composição.”

* * *

Nota do Editor-candidato:

Aí do lado direto, na lista de “Comparsas”, a página Bar do Ferreirinha consta na relação dos audaciosos descarados que se irmanaram com esta gazeta escrota.

Quem entrar no Bar do Ferreirinha vai dar de cara com esta inscrição: 

Ou seja, é a escrotidão absoluta irmanada à escrotidão total.

Aconselho os leitores fubânicos a fazerem um passeio por lá.

E aviso logo: vocês vão gostar da esculhambação.

Como diz o nosso caro leitor Roberto Fontes, o Partido Bar do Ferreirinha e o Partido da Besta Fubana tem a mesma sigla: PBF.

E isto é um bom começo, sinal de bons ventos eleitorais.

Bibica, o oferecido que quer seu meu vice, já foi considerado pela revista Forbes o homem mais rico da América Latrina.

Clique aqui e veja a matéria completa.

Bibica em plena atividade cachacista no seu gabinete em Caicó-RN

Do programa de governo de Bibica constam vários itens. Como estes abaixo relacionados:

Vale-Viagra, o Bolsa-Banho, o Corno Manso/Família Feliz, Bola para Todos, Restaurante Popular para Banguelos e o Cachaça Cidadã.

Quem quiser saber mais sobre o programa, além da própria biografia de Bibica, entre lá na página do Bar de Ferreirinha que a assessoria do candidato providenciará todas as informações necessárias.

E bola pra frente!

Bibica e Berto, dois candidatos que formarão uma chapa do caralho!

11 novembro 2017 FULEIRAGEM

JORGE BRAGA – O POPULAR (GO)

11 novembro 2017 DEU NO JORNAL

TRABALHADORES DO BRASIL!

Após 74 anos, uma nova legislação entra em vigor neste sábado (11), modernizando as relações de trabalho, além de acabar com absurdos como a contribuição sindical obrigatória, que dá à pelegada mais de R$ 3,5 bilhões por ano.

Acordos coletivos com força de lei, a possível divisão de férias, trabalho em casa e outras novidades põem no século 21 a velha CLT, produto de decreto-lei de um ditador.

A reforma trabalhista preservou direitos como FGTS, férias de 30 dias, seguro desemprego, descanso semanal remunerado, 13º salário etc.

A CLT foi decretada pelo ditador Getúlio Vargas.

* * *

E por falar em Getúlio Vargas e em direitos trabalhistas, vamos ouvi-lo discursando no 1º de Maio de 1951 para um curral de antas igualzinho aos currais de hoje em dia.

Já lá se vão quase sete décadas, mas o lenga-lenga de um presidente num palanque não mudou nada.

Lula já se comparou a Getúlio, mas pra ficar igual a ele, tá faltando dar um tiro nos peitos.

11 novembro 2017 FULEIRAGEM

JARBAS – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

11 novembro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

TEM DE TUDO MESMO

Quando eu digo que neste JBF tem de tudo e mais alguma coisa, tem neguinho que não acredita.

Vejam só esta troca de mensagens abaixo transcrita.

Primeiro eu recebi uma mensagem onde na espaço “Assunto” estava escrito assim: Anunciar em www.luizberto.com

A mensagem está abaixo transcrita do jeitinho que recebi:

Ei ,

Eu vejo site www.luizberto.com e seu impressive. I pergunto se o conteúdo ou banners publicidade opções disponíveis no seu site?

Qual será o preço se quisermos colocar um artigo no seu site?

Felicidades

Emma Carey

Fiquei confuso e abestalhado.

Então respondi assim pra dona Emma:

Você está falando de onde?

Que tipo de artigo ou banner você quer publicar?

Por favor, explique o que é “impressive”?

Aguardo retorno.

Luiz Berto
Editor do Jornal da Besta Fubana

Quando foi ontem ela me deu retorno.

Desse jeito:

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Will supply unique content as well.

Let me know.

Peço encarecidamente aos analistas e intelectuais fubânicos que me ajudem por favor.

Que danado é isto que moça quer desta gazeta escrota? (Se é que é moça mesmo…).

Vôte!

Japonês lendo o JBF na cidade Osaka

11 novembro 2017 FULEIRAGEM

VERONEZI – GAZETA DE PIRACICABA (SP)

11 novembro 2017 HORA DA POESIA

DESENCANTO – Pe. Antônio Tomás

Muitas vezes cantei nos tempos idos,
Acalentando sonhos de venturas;
Então da lira a voz suave e pura
Era-me um gozo d’alma e dos sentidos.

Hoje vejo esses sonhos convertidos
Num acervo de penas e amargura,
E percorro da vida a estrada escura
Recalcando no peito os meus gemidos.

E se tento cantar como remédio
Às minhas mágoas, ao sombrio tédio
Que lentamente as forças me quebranta,

Os sons que arranco à pobre lira, agora
Mais parecem soluços de quem chora
Do que a doce toada de quem canta.

11 novembro 2017 FULEIRAGEM

BAGGI – CHARGE ONLINE

O HOMEM DO PIXULECO É LULA AMANHÃ

Em 27 de junho deste ano, minutos depois de noticiada a absolvição de João Vaccari Neto pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, os devotos de Lula anteciparam o Carnaval para festejar o que o companheiro Rui Falcão qualificou de “uma vitória do PT e da verdade”. Condenado pelo juiz Sergio Moro a 15 anos e quatro meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, o ex-tesoureiro nacional do partido se livrara da punição no julgamento em segunda instância.

Para os desembargadores do tribunal baseado em Porto Alegre, faltaram provas que confirmassem as revelações feitas em delações premiadas. “A revisão da pena mostra o cuidado que deveria ser tomado pelas autoridades antes de aceitar delações premiadas que não são acompanhadas de provas”, ensinou Gleisi Hoffmann.

Em 26 de setembro deste ano, com o mesmo argumento, o TRF encarregado de revisar as sentenças da Lava Jato anulou outra condenação sofrida por Vaccari. O PT ignorou o aumento da pena aplicada a José Dirceu – de 20 para 30 anos de cadeia – e recomeçou imediatamente o Carnaval temporão.

“A segunda absolvição do companheiro Vaccari mostra que o Judiciário pode sim corrigir os erros cometidos pela Vara de Curitiba”, declarou Gleisi. Nesta semana, ao examinar um terceiro processo protagonizado pelo inventor do pixuleco, o tribunal resolveu corrigir o que lhe pareceu mais um equívoco de Moro.

Para os desembargadores, o juiz da Lava Jato errou ao condenar Vaccari a dez anos de cadeia. E aumentaram para 24 anos o tempo em que o delinquente irrecuperável terá de fazer parte da população carcerária. Pronto para a continuação da festa, o PT demorou sete horas para comentar a péssima notícia.

Numa nota oficial, o partido declarou que “está solidário com Vaccari e sua família e confia que a Justiça ainda será feita”. A forma e o conteúdo indigentes sugerem que o texto foi produzido por redatores reservas. Os titulares já devem estar preparando o palavrório sobre a confirmação em segunda instância da condenação de Lula por corrupção e lavagem de dinheiro.

Gleisi Hoffmann, que ao celebrar as duas absolvições de Vaccari se tornou avalista das decisões do TRF, está proibida de incluir os desembargadores na conspiração internacional forjada para engaiolar o chefão. É tarde para escapar do castigo.

A condenação de Lula será confirmada em segunda instância. O que pode mudar é o tamanho do castigo. Os desembargadores talvez entendam que Lula merece mais que nove anos e meio de cadeia.

11 novembro 2017 FULEIRAGEM

DUKE – O TEMPO (MG)

NA LENHA

11 novembro 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ- JORNAL DA BESTA FUBANA

11 novembro 2017 RUY FABIANO

O DECLÍNIO DA ESQUERDA

PT e PSDB, que por décadas simularam um antagonismo de fachada, chegam juntos ao ocaso político. Enquanto o PT padece as consequências do desastre que impôs ao país, o PSDB, que lhe oferecia falso contraponto, perde suas referências existenciais.

Sua identidade vincula-se à do PT, que protagoniza a esquerda carnívora, enquanto os tucanos posam de socialistas vegetarianos, no melhor estilo da estratégia das tesouras, concebida por Lênin.

Ambos, porém, são faces da mesma moeda, que ora sai de circulação, sob o desgaste da Lava Jato e da debacle institucional do país. Se o povo ainda não sabe o que quer, já sabe, no entanto, o que não quer. E o projeto esquerdista, lastreado no politicamente correto, que busca minimizar ou ultrajar os que se lhe opõem, se empenha em refundar-se sem dispor de lideranças que o renovem.

FHC chegou a dizer que Luciano Huck, o animador de auditório de TV, representa o novo na política brasileira. É um diagnóstico de desespero, que expõe o estado de indigência política do partido.

O nome que despontava entre os tucanos, João Doria, prefeito de São Paulo, é alvo do fogo amigo, que cresce na razão direta de sua compulsão marqueteira. Seus maiores detratores estão dentro de casa – e seu maior concorrente é quem o apadrinhou: o governador Geraldo Alckmin. Parecem destinados ao abraço dos afogados, já que imersos num ambiente sem sinais de consenso.

Lula continua sendo o único nome no horizonte do PT, mas sua popularidade perde cada vez mais para os crescentes índices de rejeição. Seu projeto político hoje é escapar da cadeia. Não é pouco.

Dificilmente conseguirá registrar sua candidatura, como, aliás, já sinalizou o futuro presidente do TSE, ministro Luís Fux. Os petistas, por isso mesmo, passaram a conspirar contra as próprias eleições, como se depreende de reiteradas declarações da presidente do partido, senadora Gleisi Hoffmann. Sem Lula, disse ela, as eleições não terão legitimidade. Órfão de candidato, o partido joga no caos.

Daí o retorno de ações predatórias, de teor criminoso, cada vez mais violentas, sob o patrocínio do MST e do MTST, os “exércitos” de Stédile e Boulos, braços armados do partido, a invadir propriedades e detonar redes elétricas e patrimônio público.

Ambos parecem desejar uma intervenção militar, dada a estratégia de desafio à lei e à ordem que protagonizam.

Lula, como se sabe, prometeu “tocar fogo no país”, sob os auspícios daquelas milícias, caso não possa se candidatar. Ao que parece, é a única promessa que está disposto a cumprir.

Os tucanos, antevendo o drama que ora vivem, tudo fizeram para evitar o impeachment de Dilma Rousseff. Aderiram aos 44 minutos do segundo tempo, e embarcaram no governo Temer na expectativa de dominá-lo. Perderam para as raposas do PMDB.

Coadjuvantes de um governo que já nasceu fadado à impopularidade, discutem agora se dele devem desembarcar. Aécio Neves, presidente afastado, às voltas com a Justiça, quer ficar.

Precisa do guarda-chuva do Planalto. Tasso Jereissati, que o substituía interinamente, quer sair. E tem FHC a seu lado – o que, até há pouco, era um trunfo; hoje talvez já não seja. Aécio, ainda com os poderes formais do cargo, o afastou, abrindo nova crise, que não tem prazo para acabar – e talvez não acabe nunca.

Alberto Goldmann, ex-governador paulista e crítico feroz de João Doria, substitui provisoriamente Tasso e fala em união, vocábulo que, no PSDB, tornou-se uma abstração metafísica. Marcone Perillo, governador de Goiás, disputará com Tasso a presidência efetiva, convicto de que nenhum dos dois dará jeito na encrenca.

As eleições do ano que vem (se o ano realmente vier) já não serão bipolares, como as anteriores. Prometem um vasto elenco de candidatos, o que está longe de significar grandes alternativas ao eleitor. Quantidade, desta vez, será antônimo de qualidade.

O descrédito – que vai dos partidos às urnas eletrônicas – permeia todo o processo, que se antevia precedido de profunda reforma eleitoral. A reforma não veio – e a esperança de renovação do país muito menos. O candidato que mais cresce nas pesquisas, Jair Bolsonaro, evoca no imaginário popular uma ruptura com a conjuntura presente, seja lá em nome do que for.

O eleitor, desencantado, parece dizer que aceita qualquer coisa, desde que não seja o que aí está. O cenário não é dos mais promissores, para dizer o mínimo.

11 novembro 2017 FULEIRAGEM

SID – CHARGE ONLINE


FORA TUDO

“Desse jeito vamos entregar a presidência para o Lulla”, palavras de um ministro de Estado do governo Temer. Parece nada, não é? Mas é muita coisa. Essa é a crença entre todos os políticos de que a justiça no Brasil não tem valor e muito menos respeito. Ao proferir tal frase, o ministro reforça, não só as intenções do patife petista, mas estimula a ideia de que podem tudo perante a lei e a justiça. Não acreditam que, apesar da legislação da “Ficha Limpa” impedir condenado a ser candidato, tem maior fé de que podem contornar a decisão condenatória e seguir alegremente seu caminho. Assim é o pensamento dos que participam da ilha dourada de Brasília, aqueles que dominam a política brasileira por décadas e fazem desta Nação o seu circo para as muitas palhaçadas que promovem às custas do dinheiro e do trabalho de milhões de brasileiros. Quando Lulla assumiu a presidência falou em reforma política e tributária. Quando Dillma assumiu também falou a mesma coisa e o Michel Temer acompanhou tal fala com a pompa que lhe faz parte nesse “latifúndio” de mentiras e ilusões transmitidas por gigantesco marketing.

O que me deixa intrigado é ver a população, e com ela grandes “inteligências”, acompanhar a ideia de que a permanência de Temer no governo é um antídoto às pretensões do chefe do bando petista, o Sr. Silva, um gatuno de extrema qualificação. Não conseguem abrir os olhos para ver que este senhor, o presidente de plantão, terá mais um ano e dois meses de governo e ainda acreditam que a economia irá se recuperar e o Brasil voltará aos tempos de pleno emprego. É muito tempo perdido, jogado fora. O marasmo que voltou a dominar a população em relação ao que estamos vivendo é, por deveras, gravíssimo. É uma demonstração do pensamento individualista de que “farinha pouca, meu pirão primeiro”. Não existe um pensar coletivo de que se o Brasil afundar, estaremos abraçados a ele. Repetindo meu bisavô, em seu discurso em 1865, quando disse “esse povo que não se julga desgraçado na desgraça é porque ainda não experimentou melhor sorte”. O nosso povo desconhece qualidade de vida e, por consequência, de políticos de qualidade, daí sua despreocupação em eleger candidatos desqualificados que hoje envergonham este país.

É muito triste esse espetáculo de horror político que hoje está em cartaz no Brasil. Um presidente que não se sustenta por sua personalidade e proposta de governo está à frente de uma das maiores nações do mundo em extensão e potencial de crescimento, mas tem suas riquezas exploradas e exportadas sem agregar valor por sua incapacidade tecnológica para tal. Estão aí como exemplo as commodities minerais e da agropecuária. Verdade seja dita, o Brasil mesmo sem governo, consegue se arrastar pela tenacidade do homem do campo e de alguns perdidos nas fumaças das indústrias. Malas de dinheiro dormindo em apartamentos e outras correndo pelas ruas, quilos de ouro e outros tantos de joias repousando no exterior, bancos internacionais abarrotados de dinheiro da corrupção e tudo isso não é motivo para decretar prisão de grupos de bandidos. O interessante é que, por essa razão, os bandoleiros estão se encorajando para provocar destruição de fazendas e outras balbúrdias pelo País todo. A justiça está temerosa de descumprir os acordos políticos das indicações dos seus membros. Permeia uma total insegurança jurídica porque está ficando claro que a justiça também faz parte do circo em que os políticos determinam o espetáculo a ser apresentado.

O grave é que o mundo evolui a passos largos, industrial e tecnologicamente. Na área da educação o fosso é gigantesco e é este setor que determina a evolução de um País, de um povo. Não se vê ninguém se levantar para contestar e buscar por uma séria reforma na educação brasileira, mas, aos milhões, vão às ruas por causa de 20 centavos no aumento dos transportes. Vão aos milhões às ruas pelo futebol e suas festanças, o leitor verá isso na Avenida Paulista e pelas ruas das cidades tão logo termine o campeonato nacional. Vão aos milhões às ruas pela liberdade e contra o preconceito sexual. Assim é o nosso Brasil, sem metas sérias de crescimento e evolução, com povo amorfo, destituído de caráter político, de união, de pensamento coletivo, medroso e, posso até imaginar, sem pátria. Essa é a razão de buscar por uma mudança, via uma ruptura com o que aí está posto na vida brasileira. Para mim, FORA TUDO.

11 novembro 2017 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)

11 novembro 2017 DEU NO JORNAL

EU TE AMO, MINHA BANÂNIA, EU TE AMO!

Um dossiê que circula em Brasília mostra as relações íntimas que o novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, ex-superintendente no Maranhão, tem com a família Sarney e com Edison Lobão.

De acordo com o documento, no período em que esteve no cargo, Segovia morou na casa de um empreiteiro ligado a Lobão.

Há relatos também da proximidade de Segovia com o clã Sarney. O delegado e sua esposa iam a festas com os Sarney, tendo passado inclusive um carnaval com Roseana.

O temor na PF é que Segovia venha com a missão de acabar com a Lava-Jato, dada a sua estreita ligação com políticos.

Para reforçar esse temor, é provável que ele coloque em cargos-chave os delegados Reinaldo Cézar, ex-assessor de Sarney, e Sandro Avelar, ex-secretário de Agnelo Queiroz.

* * *

Sem comentários.

Aliás, um pequeno comentário:

Isto é um país de felas-da-puta!

Caralho!!!


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