16 novembro 2017 FULEIRAGEM

AMARILDO – A GAZETA (ES)

VOCABULÁRIO DE BORDEL

16 novembro 2017 FULEIRAGEM

SINFRÔNIO – DIÁRIO DO NORDESTE (CE)

VERSOS DO LÁ FORA

Foto do colunista – Em Riachão do Bacamarte-PB

A casa era tão pequena
Que nem sequer tinha lá dentro
Tudo vinha do lá fora.

As portas eram caducas,
Paus cansados e rachados.
Na janela, um galo esperto
Um emoldurado cantante
Avisando ao viajante:
“– Nessa casa aqui tem gente!”

Vinha gente dos lá fora
Cantarolando, bradando
Sem nenhum palavrear
Uns versos longos sentidos
Sonorizando vogais:
Ôhhh! Ôhhh! Ôhhh!
Êhhh! Êhhh! Êhh! Êaaah!

Depois um solene “boi!”
Êh, boi! Êhhhhh, boi!
No fim assinando:
Ahhhhhhhhh!!!

Poema do livro Berro Novo

16 novembro 2017 FULEIRAGEM

LANE – CHARGE ONLINE


http://www.musicariabrasil.blogspot.com
HISTÓRIA E ESTÓRIAS DA MPB

Hoje quero relembrar um dos grandes nomes da música popular brasileira que começou a carreira nos anos de 1940, mas que se destacou a partir dos anos de 1950. Carioca, Jorge Goulart, tem por nome de batismo Jorge Neves Bastos e foi o primogênito dos quatro filhos do casal Iberê Bastos e Arlete Neves Bastos. O seu interesse pela música surgiu desde cedo, ainda criança, quando começou a participar de serestas no bairro carioca do Méier. Nessa época gostava muito de cantar os grandes sucessos dos cantores em maior evidência nas rádios: Vicente Celestino, Francisco Alves, Orlando Silva, o seu preferido, e Carlos Galhardo. Aos 17 anos, ficou conhecendo os compositores Benedito Lacerda, Custódio Mesquita e Orestes Barbosa, apresentados por seu pai, no antigo Café Nice.

No entanto esse encontro não facilitou a sua vida enquanto pretenso artista, pois a sua carreira começou não nas rádios onde tais compositores e artistas tinham livre acesso, mas como crooner em 1943 apresentando-se em casas noturnas da então capital federal. O nome artístico de Jorge Goulart surgiu por orientação da radialista Heloísa Helena, que tirou o sobrenome de um produto muito popular na época, o “elixir de inhame Goulart”. Por ser ainda menor de idade, era comum os músicos o esconderem quando surgiam os fiscais em busca de irregulares nos dancings por onde se apresentavam. Na época, costumava cantar principalmente composições de Custódio Mesquita, pois para divulgar suas músicas, Custódio o pagava Cr$ 10,00 por dia. Essa estratégia não era novidade, muitos autores da época usavam desses e outros recursos para ter suas composições no gosto popular.

Vem dessa época dois marcos em sua carreira. O primeiro acontecimento é que é desse período as suas primeiras participações nos programas radiofônicos. Sua primeira incursão pelas ondas sonoras do rádio aconteceu na programação noturna da Rádio Tupi por intermédio do cantor João Petra de Barros. Neste mesma emissora chegou a ter um programa semanal de aproximadamente 15 minutos, antes do encerramento das transmissões da rádio. Além disso o seu primeiro sucesso vem deste mesmo período: “Xangô”, de Ary Barroso e Fernando Lobo. A canção com orquestração de Guerra-Peixe, que interpretou no programa de Ary e que lhe valeu um contrato exclusivo com a Rádio Tupi. Segundo o próprio cantor costumava dizer: “esta música lançou-me definitivamente no rádio brasileiro”.

Em 1945, por influência de Custódio Mesquita que na ocasião era diretor da Victor, lançou seu primeiro disco cantando a valsa “A Volta” e o samba “Paciência, Coração”, as duas de Benedito Lacerda e Aldo Cabral, com acompanhamento de Benedito Lacerda e seu regional. Em 14 de março de 1945, estava escalado para gravar, por escolha do seu autor Custódio Mesquita, o samba-canção “Saia do caminho”. Na véspera da gravação o compositor faleceu subitamente e a música, para infelicidade do então jovem iniciante, acabou sendo lançada por Aracy de Almeida. Apesar de gravar excelentes compositores, seus 78RPM não aconteciam fato que acabou fazendo com que a gravadora Victor o dispensasse. Sua maré de azar nesta segunda metade da década de 1940 parecia não ter fim, pois após participar do show organizado por Chianca Garcia, ‘Um Milhão de Mulheres’, em turnê por Porto Alegre, o empresário Chianca Garcia acabou indo à falência e teve que demitir todo o elenco do espetáculo ainda na capital gaúcha. Para conseguir o dinheiro para pegar o vapor de volta ao Rio de Janeiro o cantor teve de permanecer um tempo cantando em casas noturnas.

Deixo aqui para os amigos a canção “Mundo de zinco”, composição de Antônio Nássara e Wilson Batista em registro de 1952. Mundo de zinco

16 novembro 2017 FULEIRAGEM

DUKE – O TEMPO (MG)

16 novembro 2017 DODDO FELIX - GORJEIOS


O PÁRIA

Como cisco invisível na paisagem,
vaga perdido desprezível ente
cuja estrela sem luz é simplesmente
a representação dos que não agem.

Sendo assim, negativa é sua imagem…
E acredita ser grande e competente,
iludindo a si próprio e a muita gente
com um montão de mentira e parolagem!

Muitos vivem, portanto, o tempo todo,
esperançosos, cheios de suspense,
alimentados por contínuo engodo.

Essa é, por fim, a inútil trajetória
do simples pária que a ninguém convence
e nem seu nome deixará na história.

16 novembro 2017 FULEIRAGEM

MIGUEL – JORNAL DO COMMERCIO (PE)

16 novembro 2017 DEU NO JORNAL

UMA LEGISLAÇÃO PENAL INJUSTA E DESUMANA

O homicida americano Charles Manson, líder do grupo que assassinou a atriz Sharon Tate em 1969, está internado em estado grave.

O assassino de 83 anos foi levado às pressas, escoltado por cinco policiais, para um hospital de Bakersfield, na Califórnia, há três dias e submetido a uma série de tratamentos.

Manson, um dos criminosos mais conhecidos nos Estados Unidos, está na prisão há mais de 40 anos.

Ele foi condenado à morte em 1971 ao lado de quatro de seus discípulos pelo assassinato de sete pessoas, incluindo Sharon Tate, esposa do cineasta Roman Polanski que estava grávida de oito meses e meio, em agosto de 1969.

As condenações foram comutadas para prisão perpétua.

* * *

Horrível e desumana esta lei penal dos zamericanos. Uma lei que ofende e martiriza os coitadinhos dos condenados.

Não tem progressão de pena, nem tem qualquer benefício ou vantagem para o infeliz presidiário.

Charles Manson está preso há mais de 40 anos sem direito de dar uma bimbadinha numa visita íntima, sem sair nos feriados pra visitar sua vovozinha, sem tomar banho de sol e sem poder fumar um baseado no páteo do presídio.

Isto é uma violação dos direitos do manos!

Ao invés de pagar pelo crime que cometeu – assassinar uma grávida de oito meses e meio e mais seis pessoas -, ele deveria ser “ressocializado”, como acontece aqui em Banânia, onde os condenados se “ressocializam” na prisão, saem pras ruas e nunca mais cometem crime algum.

Estão ressocializados!!!

Prontinhos pra estar metidos na “inserção social”.

As zisquerdas banânicas, os militantes pelos direitos dos manos e os ativistas do politicamente correto precisam fazer um movimento contra este absurdo e enviar um veemente protesto ao governo dos Zistados Zunidos.

A situação do octogenário Charles Manson é de fazer chorar.

Xiuf, xiuf, snif, snif…

A esquerda banânica chora de pena vendo a imagem do maltratado ser humano Charles Mason na época em que foi preso; a lei penal americana é cruel e injusta

16 novembro 2017 FULEIRAGEM

DUM – CHARGE ONLINE

“COISA DE PRETO”

Arun Gandhi, neto do Mahatma (Mohandas Karamchand) Gandhi, conta em seu livro “O Dom da Ira” (ainda não publicado no Brasil) que na África do Sul, durante uma tempestade, ficaram encharcados todos que estavam no último vagão de um trem – destinado aos de sua cor. Decidiram ir ao dos brancos, para se proteger da chuva. E de lá foram expulsos pelo maquinista. Um homem preto. Cumpria seu trabalho, é certo. Mas o preconceito, naquele tempo, estava entranhando em todas as almas.

Hoje, por sobre uma consciência mais difusa dos males desse preconceito, há também o peso das novas mídias. Sem qualquer controle. Avassaladoras. Brutais. E, com elas, tudo muda. Em todo lugar. Nos Estados Unidos, por exemplo, se alguém se referir a outro como nigro (em vez de black), está perdido. Em palavras de Fernando Pessoa (“Lusitâna, Europa e Orpheu”), A hora da raça chegou, enfim.

Meu velho pai dizia sempre que Para construir um muro, são necessários 30 anos. Tijolo por tijolo, um por ano. Para derrubar, só um segundo. Não se referia, claro, a muros reais. Feitos com tijolos e cimento. Mas às reputações. Todo esforço de construir vidas retas se perde em um silêncio, um gesto, uma frase. Tinha toda razão. Como sentiu agora na própria pele, e da pior forma, o jornalista William Waack. Ao dizer baixinho, no intervalo de uma entrevista, Não vou nem falar porque eu sei quem é. É preto. É coisa de preto.

De um ponto de vista conceitual, esse linchamento moral que sofre não faz nenhum sentido. Porque principal liberdade, pilar de todas as outras, é a da consciência. Só homens conscientes podem se considerar verdadeiramente livres. O que tem duas consequências. Uma retrospectiva, que é não se poder aceitar censura. Outra prospectiva, que é o direito de podermos dizer o que quisermos. Até barbaridades. Como aquelas palavras do jornalista. Fora disso, não há sentido em ser livre. De que nos adiantaria?, se ficarmos presos a convenções. Entre elas, a praga do Politicamente Correto.

Problema, senhores, é que somos todos imperfeitos. Quantos de nós podem se gabar de não haver cometido algum deslize?, nesta vasta e insensata vida. Quantos não atravessaram nunca um sinal vermelho. Ou não deram bola a guardas de trânsito. Ou não omitiram algum dinheiro, ao declarar o Imposto de Renda. Ou falaram palavras erradas. Sem contar pecados piores. Sobretudo, não há proporção nessas condenações. Fico só num caso. Para lembrar o número grandioso de políticos que se apropriam de recursos públicos, para fins partidários ou pessoais. Muitos deles são réus. Outros já estão condenados. Por corrupção. E têm a petulância de se considerar perseguidos políticos. Pior mesmo é haver os que acreditam nisto, só mesmo rindo. Em uma espécie de sagração do lema deletério de Ademar de Barros, Rouba mas faz. Isso perdoam. Roubar, tudo bem. Mas frase dita brincando, por pessoa que não rouba, é algo imperdoável. Difícil entender.

Voltando ao neto de Gandhi, ele também diz que seu avô Não nasceu santo. Nasceu uma pessoa comum. Era um ladrão, roubava dinheiro, mentia aos pais. Tinha todas as fraquezas que nós temos. Só depois compreendeu a grandeza das virtudes. E se transformou. Em resumo, assim penso, não é justo julgar (e condenar) Gandhi, ou Waack, ou qualquer indeterminado cidadão por suas fraquezas. O homem deve ser entendido no seu conjunto. E na sua trajetória. Somos seres feitos de equívocos e virtudes. Sanchos e Quixotes. Barros e estrelas. E merecemos ser julgados, por quem está do nosso lado, considerando tudo isso. Nas democracias é assim. Deveria ser.

16 novembro 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

16 novembro 2017 DEU NO JORNAL

SÓ VAI NO CACETE E NA CACETADA

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, denunciou ao Supremo Tribunal Federal o ministro do Tribunal Superior Eleitoral Admar Gonzaga por lesão corporal resultante de violência doméstica contra a mulher, Élida Souza Matos.

Os detalhes da denúncia ainda não foram tornados públicos, embora não haja sigilo.

A peça em que a Procuradoria-Geral da República faz a denúncia, protocolada na noite da terça-feira, ainda não se encontra disponível para consulta no STF.

A notícia do crime foi feita pela própria Élida, em boletim de ocorrência registrado contra o ministro do TSE, em 23 de junho, em Brasília, com realização de exame de corpo de delito.

Ministro Admar Gonzaga

* * *

Estou totalmente a favor do ministro.

Dou meu apoio e presto minha solidariedade ao ilustre magistrado.

Mulher só vai no cacete, tanto no sentido literal, como no sentido figurado.

Tomando e levando cacete

Bicho fêmeo tem que ser convenientemente domesticado: esquentando a barriga no fogão e, logo em seguida, esfriando no tanque de lavar roupa.

E tem que fazer terapia. Tem que TER-A-PIA sempre pela frente.

O fato é que a mulher do ministro se arrependeu da queixa e, horas depois, pediu pinico e voltou atrás. Arrependeu-se do aperreio que proporcionou ao marido.

Merecia outro castigo.

16 novembro 2017 FULEIRAGEM

CLAYTON – O POVO (CE)

A HIPOCRISIA E O POLITICAMENTE CORRETO

Sabem, ando meio atrasado em minhas colunas. Excesso de trabalho e de afazeres domésticos, faz parte! Mas mesmo atrasado me vejo obrigado a tecer comentários sobre algumas coisas.

O caso de Willian Waack por exemplo. Já se passou quase uma semana do ‘escândalo’, mas nestes tempos líquidos parecem-nos séculos. A velocidade das redes sociais derrubou um dos melhores jornalistas e um dos poucos livre pensadores dentro da intelectualidade brasileira.

Waack como homem público e como crítico costumaz dos poderosos deveria ter mais cuidado com seus comentários, mesmo que ‘fora do ar’. Errou, deveria pagar por seu erro? Talvez. Mas qual foi seu erro mesmo?

Talvez não perceber que, um filho da mãe trabalhando a seus lado que esperou o momento certo e usou de uma artimanha para jogar merda no ventilador e silenciar Waack.

Olhei o vídeo diversas vezes. Não é possível escutar as palavras após o buzinaço. Em um exercício complexo de leitura labial talvez possamos imaginar o que foi dito, algo como: “coisa de preto”. Nestes tempos bicudos teria o mesmo efeito de ter dito ‘coisa de viado’, ‘coisa de mulher’ ou ‘eu votei em Trump’. Não, não! Eu votei em Trump teria sido pior.

Mas isto bastou para destruirem uma carreira isenta e exitosa em segundos pelas redes sociais. São os líquidos tempos pós-modernos, diria Baumann. A patrulha do politicamente correto teve um orgasmo e fez o que melhor sabe fazer. Condenou, apontou o dedo, gritou.

HIPÓCRITAS! Pura e simples hipocrisia!

Quem? Repito, quem nunca antes fez uma piada infeliz? Quem não teve um deslize? Quem não fez ou riu de alguma piada que no fundo poderia ter um algo de, sei lá eu…, racista, homofóbico, sexista ou qualquer um destes ‘istas’ que inventam todo o dia? Mas os hipócritas atrás de um teclado voaram para condenar Willian Waack.

E a estes somaram-se os poderosos e toda a escumalha da esquerda brasileira. Os corruptos e seus asseclas que nunca tiveram trégua ou foram aliviados pelos comentários ácidos e inteligentes do jornalista. Crucificaram-no por vingança e aproveitaram para tirar do ar um de seus grandes críticos. Calaram um formador de opiniões isento, por isso mesmo, perigoso.

E a Rede Globo rezou na cartilha do politicamente correto. E, é claro aproveitou o ensejo para afastar um jornalista que aparentava não se curvar ante a sanha politicamente correta e de abraço as causas da ‘nova esquerda’ que tomou conta da emissora.

Não é a primeira vez que a Globo apronta destas. Teve o pedido de desculpas, ‘voluntário’, sobre a ditadura. Teve a submissão quase canina ao Regime Lulopetista, apesar de ser a culpada preferencial destes. Na ‘grande mídia’, um dos melhores inimigos da petezada.

A Globo aproveitou e nem deu chance ao contraditório, chutou Waack pela porta dos fundos. Vergonha! Roberto Marinho deve estar se revirando no túmulo, ante a covardia de seus herdeiros.

Se fosse hoje a Globo teria pedido a prisão dos Trapalhões. Didi, Dedé, Mussum e Zacarias fizeram gerações de brasileiros rirem de suas mazelas, fazendo piadas de negros, viados, mulheres e de tudo aquilo que o politicamente correto ojeriza. Ninguém morreu, ninguém matou, ninguém se magoou. E arrisco dizer que éramos mais alegres, mais brasileiros.

Mas, penso eu, e se Waack tivesse dito que era coisa de branco azedo, de burguês, de capitalista, de nazista, de fascista teria a mesma repercussão? Meus caros parece-me que a resposta é óbvia, não? Ai pode! Ai os patrulhadores de consciências, de falas e de pensamentos deixariam passar. Talvez até elogiassem.

São os mesmo hipócritas de sempre, usando o espaço virtual para seus intentos e só para eles. Fazer uma campanha virtual contra a filha de Trump? Pode, é legal! Vamos fazer, vamos nos mobilizar, dizem. Fazer uma campanha contra uma exposição de arte que mais parece putaria de cabaré? Não pode, é coisa de preconceituosos. É retrocesso.

O que me apavora é que nós, também usuários das redes sociais, nos calamos ante estas atitudes e ações. Deveríamos, ou melhor, precisamos reagir. O grande perigo para o mundo hoje não são os radicais islâmicos, não é o Anão Tarado de Pyongyang, não é o Trump ou o Putin.

Perigos como o bolivarianismo e o Lulopetisnmo também já foram desmascarados. A nova máscara das esquerdas é o bom mocismo, é o ativismo social, é o radicalismo verde e o politicamente correto. Disfarçados de cordeiros, estes lobos tentam, diuturnamente, controlar-nos, ditar nossas escolhas e reger nossas vidas. E o pior estão conseguindo sem que esbocemos a menor resistência.

Este é o perigo ao qual as esquerdas querem nos impor nestes tempos líquidos: a Ditadura do Politicamente Correto. Reajamos enquanto há tempo.

Quanto a Willian Waack, da mesma forma que Reinaldo Azevedo, Joice Hasselmann e outros tantos, sobreviverá. Com seu talento dará a volta por cima e vai se recolocar no mercado fazendo o jornalismo sério, correto e inteligente que sempre fez.

Sugiro ao Berto (Jornal da Besta Fubana) que revise suas projeções orçamentárias e ‘contrate’ o Waack para o JBF. Ele poderia usar este espaço escroto de sua Gazeta e baixar a ripa nesta escumalha.

Uma outra ideia para o JBF é descobrir o e-mail do Ombudsman da Globo e fazer uma campanha entre os ‘fubânicos’ para inundar a caixa de e-mails pedindo a volta do Waack.

De resto este colunista gostaria de registrar o respeito e a admiração ao trabalho deste e de outros grandes jornalistas no Brasil e no mundo que não tiveram, nem tem medo da patrulha do politicamente correto.

Aos HIPÓCRITAS desta turba politicamente correta meu desprezo e meu sincero desejo que vocês se FO…FERREM!

Querem saber, abaixo o Politicamente Correto! Quero mesmo é que vocês se FODAM!

16 novembro 2017 FULEIRAGEM

SINOVALDO – JORNAL NH (RS)


http://orlandosilveira1956.blogspot.com.br/
QUASE HISTÓRIAS: E O AMOR SAIU PELA JANELA (9)

– Inês, eu sou obrigado a admitir: você ganhou a batalha da comunicação. Tanto fez, tanto faz que os filhos – todos eles, sem exceção – não estão nem aí comigo. .

– Pelo amor de Deus, Jorginho, vai começar? É segunda, a casa está de pernas para o ar. Em vez de ficar reclamando, inventando coisas, você devia é me-ajudar. Ontem, não foi tudo bem? O que mais você quer? Todo mundo comeu, bebeu, conversou, deu risada, não teve sequer uma discussão. Até você se comportou:-bebeu, mas não encheu a cara nem o saco de ninguém. Coisa rara, convenhamos.

A guimba ainda fumegava no cinzeiro, mas Jorginho tratou de acender outro cigarro. Sinal de que não havia dado os trâmites por findos. Retomou a velha cantilena:

– Não acredito que você não perceba. Tento puxar conversa, mas é impossível. As respostas são todas monossilábicas. Agem como se eles estivessem me fazendo um favor. E o que é pior: as duas noras e os dois genros seguem a mesma trilha. Verdadeiro complô. Daqui a pouco, serão os netinhos. Fico sabendo por terceiros que o Júnior trocou de carro, que a Maria foi promovida no serviço, que Isaura conseguiu o título de doutora… Mandam as fotos das crianças só para você.

– Jorginho, o que você quer que eu faça? Fale com eles?

– Nem pensar. Nem pensar.

– Por que não?

– Inês, eu não sou homem de passar recibo.

– É verdade. Orgulhoso, você nunca passou recibo. Em compensação, deixou rastros por toda parte. Ora, eles não gostam que você beba e faça piadas tolas na frente de todos. Eles não esquecem o caso que você teve com aquela mulher. Por eles, eu não vivia com você há muito tempo.

– Aquilo é coisa do passado. Faz tanto tempo, francamente. E, de lá para cá, nunca mais aprontei, Inês. Você sabe disso.

– Quem apanha não esquece. Eles eram pequenos. Sofremos um bocado.

– Por que você está comigo, se por eles… Você ainda me ama, Inês?

– Jorginho, vai tomar seu aperitivo, vai. Não vou fazer almoço. Sobrou muita coisa de ontem.

16 novembro 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

16 novembro 2017 DEU NO JORNAL

VALE A PENA SER GUABIRU EM BANÂNIA…

Ex-governador de MS e filho deixam presídio em Campo Grande após 1 dia.

André Puccinelli (PMDB) é apontado como chefe de um esquema de propina que causou prejuízo de R$ 235 milhões.

* * *

Esta justiça de Banânia é igual couro de pica: pra frente, pra trás, pra frente, pra trás…

A parelha familiar ficou presa apenas 1 dia por conta de um roubo de 235 milhões.

Se o roubo tivesse sido o dobro, 470 milhões, teriam ficado presos dois dias.

E assim por diante.

De fato, sem dúvida, realmente, o crime compensa nesta republiqueta banânica.

A charge do colaborador fubânico Sponholz aí em cima resume tudo.

É phoda!!!

“O senhor está solto. Peço desculpas do fundo do coração por este erro clamoroso, Dr. Puccinelli”


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