Mundo Cordel
O NOME

Ela devia se chamar Soraia.
Mas, no cartório, bem naquele dia,
Um funcionário digitou errado.
Um erro bobo, mal se percebia.
E o nome até ficou satisfatório.
Por causa do tal erro do cartório,
Hoje é feliz, por se chamar SORRIA!

14 dezembro 2017 FULEIRAGEM

BAGGI – CHARGE ONLINE

14 dezembro 2017 OS PINGOS NOS IS

PSICOPATA DA CORRUPÇÃO

14 dezembro 2017 FULEIRAGEM

SINFRÔNIO – DIÁRIO DO NORDESTE (CE)

ESPERANDO OS IMBUS

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14 dezembro 2017 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

14 dezembro 2017 A PALAVRA DO EDITOR

NOTÍCIA DE UM ANIVERSÁRIO

Foi no dia 14 de dezembro de 1982.

Tá fazendo hoje exatamente 35 anos que lancei meu primeiro livro, intitulado “A Prisão de São Benedito e Outras Histórias“.

Foi um evento que reuniu mais de uma centena de amigos numa livraria de Brasília, a Casa do Livro, e que me deu uma alegria enorme.

A primeira edição teve uma tiragem pequena, impressa numa gráfica às custas deste autor.

Dois grandes amigos tiveram participação: Raimundo Floriano, que fez a revisão do texto, e Natanael, que fez a capa.

Esta capa que está a seguir, ao lado do convite para o lançamento:

Cuida-se aqui de um opúsculo despretensioso, crônicas e histórias das figuras e dos fatos de Palmares, na minha infância e juventude, que me surpreendeu pela boa aceitação entre os leitores.

O livro já está na quinta edição e continua vendendo bem, conforme informações dos meus editores. Devagar e sempre, que este é o segredo da boa aceitação de um livro.

A partir da segunda, as demais edições (1987, 1991, 1997 e 2014) foram todas bancadas pela Bagaço. Ampliadas e com o acréscimo de algumas crônicas.

E contando com um texto de apresentação que me deixou ancho que só a porra, escrito pelo meu querido amigo Orlando Tejo e intitulado Ascenso, Palmares, Luiz Berto.

Capas da terceira e da quinta edição

Muito em breve, este livreto que me é tão caro poderá ser adquirido pelos leitores fubânicos através aqui do JBF.

Baratinho, baratinho, que chega vai valer a pena comprar um monte de exemplares para presentar os amigos.

Aguardem.

14 dezembro 2017 FULEIRAGEM

PAIXÃO – GAZETA DO POVO (PR)

14 dezembro 2017 FULEIRAGEM

RONALDO – JORNAL DO COMMERCIO (PE)

14 dezembro 2017 DODDO FELIX - GORJEIOS


RECONHECIMENTO

Cirurgiado quando um dia for,
muito importante é que primeiro pense
num bom cirurgião, cujo valor
não cause ao paciente algum suspense.

Aquele que tem foco sempre vence
e sai de cada embate com louvor.
Dr. Adalberto Interaminense
tem sido em seu ofício um vencedor.

Quem aos cuidados de um médico assim
opera a próstata, o canal ou rim,
assegura a certeza de vitória.

Trilhei sem dúvida o caminho certo,
ao escolher o doutor Adalberto
pela sua notável trajetória.

14 dezembro 2017 FULEIRAGEM

SPONHOLZ – JORNAL DA BESTA FUBANA

14 dezembro 2017 JOSIAS DE SOUZA

E O QUE É NORMAL?

14 dezembro 2017 FULEIRAGEM

FERNANDO – JORNAL DA CIDADE DE BAURU (SP)

UM VARAL EMPESTADO DE CALCINHA

Um varal empestado de calcinha
Aviventa o respiro da paixão

Quando ela me faz uma cosquinha
Dou risada que afrouxo a suspensão
Amolengo o espinhaço e o coração
E navego num beijo apaixonado
Faço um verso jeitoso e afinado
Mais bonito que letra de baião
Vendo a roupa estendida num cordão
Silhueta de minha malandrinha
Um varal empestado de calcinha
Aviventa o respiro da paixão.

Aviventa o respiro e o doidejo
Catuaba pra alma estimular
Mandacaru eclipsando o luar
Nas barrancas profundas do desejo
Estradando nas molas do molejo
Baticum ritimando o coração
E as bandeiras que voam em branquidão
São enxágües  que  brilham na festinha
Um varal empestado de calcinha
Aviventa o respiro da paixão.

É uma peça rendosa e refinada
Modelada pros traços da viola
Não é calça, calção e nem caçola
Camisola, anágua ou “baby-dó”
Este traje é dos trajes o menor
Provoqueiro, faceiro e brincalhão
Cobre o ímã-do-mundo com razão
Mas com ela é melhor do que nuinha
Um varal empestado de calcinha
Aviventa o respiro da paixão.

14 dezembro 2017 FULEIRAGEM

CLÁUDIO – AGORA SÃO PAULO


http://orlandosilveira1956.blogspot.com.br/
QUEM AVISA AMIGO É

– Não lhe falei? Quem mandou você fazer compras na José Paulino? Ali, não é lugar para você. Não adianta insistir. Nada do que está à venda lhe serve. Depois, fica assim: deprimida.

– Cretino. Está me chamando de gorda?

– Não, querida. É que coreanas, você sabe, não têm bunda. Por isso, fazem roupas minúsculas. Já você, com a graça de Deus, tem um pandeiro de encher os olhos.

14 dezembro 2017 FULEIRAGEM

CAZO – COMÉRCIO DO JAHU (SP)

14 dezembro 2017 DEU NO JORNAL

MILITÂNCIA EQUINA

A eventual confirmação da condenação Lula, com sua prisão imediata, vai acionar o esquema de monitoramento das forças de segurança, com o objetivo de frustrar qualquer tentativa de fuga do País.

As providências são adotadas sempre que há um réu nessas condições, respondendo em liberdade a recurso de sentença que determina sua prisão.

Mas a possibilidade de tumulto reforça os procedimentos.

Órgãos de inteligência mapearam rotas de fuga para países latino-americanos cujos governantes ofereceram refúgio a Lula.

O recurso de Lula será julgado por três desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, dia 24 de janeiro.

Lideranças petistas mobilizando filiados e sindicalistas para “invadir” e tocar o terror em Porto Alegre, para pressionar os magistrados.

Tanto Lula quanto seus advogados e adoradores insistem na estratégia pouco inteligente de desqualificar quem vai julgar o ex-presidente.

* * *

Invadir e tocar o terror em Porto Alegre“.

É o tipo de atitude coerente com terroristas ideológicos e assalariados mortadeleiros do bando vermêio-istrelado.

O último parágrafo desta notícia aí de cima fala em “estratégia pouco inteligente“.

Eu pergunto:

Existe algum resquício, algum rastro de vida inteligente entre a militância petêlha?

Hein?

Me arrespondam-me, por favor.

“Conto cum vocêis dia 24 de janêro nim Porto Alegre”

14 dezembro 2017 FULEIRAGEM

FERNANDO – JORNAL DA CIDADE DE BAURU (SP)

UM PAÍS “DESGOVERNADO” NA DIREÇÃO CERTA

 

Tenho brincado aqui com uma constatação muito conhecida de nós brasileiros, principalmente. Basta o Governo não atrapalhar e o País caminha sozinho. Tem sido quase assim sob a gestão Temer. Comparado com os governos petistas anteriores, as intervenções do Estado na economia e na vida do cidadão em geral, diminuíram sensivelmente. Não vemos tentativas de controle de preços, de induzir politicas industriais ou favorecimentos para regiões e setores escolhidos. O câmbio livre faz o mercado se ajustar sem grandes intervenções do Banco Central, que atua discretamente, apenas para suavizar oscilações bruscas indesejadas. Dessa forma estamos deixando a recessão para trás e temos a inflação controlada.

Sabemos que por imposição da Constituição do Dr. Ulisses o Estado ainda tem participação no PIB além do desejado. A arrecadação de impostos ronda 36% da renda nacional, mais algo como 9% que é extraído na forma de empréstimos para cobrir os gastos considerando os juros da divida. Resumo, aproximadamente 45% da produção passa pelas mãos do Estado que gasta mal e deixa escorrer nosso sangue entre os dedos.

Imaginem se nossa carga tributária estivesse no nível de outros países como:

Peru – 22%
Chile – 23%
México – 24%
USA – 26%
Colômbia – 28%
Uruguai – 30%
Japão – 31%

(Fonte FMI)

Cada 1% a menos na arrecadação dos impostos significa que poderiam ficar no setor privado mais R$ 62,7 bilhões. Caso nossa carga tributária fosse igual a dos Estados Unidos, por exemplo, o setor privado que usa muito melhor seus recursos, teria R$ 564 bilhões para investir e fazer a economia crescer, criando mais empregos. Esses números dão dimensão de quanto é caro para nós brasileiros sustentarmos esse Estado corruPTo e ineficiente. A sociedade carrega esse elefante nas costas.

Fui ao Recife recentemente depois de uns bons cinco anos de ausência. Fiquei com a impressão de que o setor privado vai bem (mesmo considerando a crise deixada pela Nova Matriz Econômica). Novos restaurantes, novos prédios comerciais e residenciais, shopping centers de alto nível. Enquanto toda infraestrutura continua parecendo a mesma de cinco, ou dez anos atrás.

A sensação é de que da economia local está querendo avançar, porém sendo limitada pelo setor público que não acompanha o ritmo, não atendendo a demanda por infraestrutura e serviços. As ruas da capital continuam em mal estado de conservação, a falta de segurança impede que os negócios se desenvolvam. No Cabo de Santo Agostinho os pequenos comércios são protegidos por grades denunciando a insegurança como fator desestimulante para empreender. Menos lojas, menos negócios, menos empregos. A limpeza pública também não está à altura de muitos empreendimentos que parecem ser obrigados a prover serviços que deveriam ser cobertos pelos impostos pagos. Água e esgoto também são serviços precários.

A bela estrutura do Shopping RioMar contrasta com o abandono do belíssimo prédio do Mercado São José. Um tem dono o outro é público. Mais um exemplo de que menos governo significa mais resultado. Fico imaginando como seria bom ver o prédio do mercado municipal com sua estrutura de ferro do Século XIX limpo, revitalizado e livre do comércio desorganizado que encobre aquela joia da arquitetura. Nem quero imaginar a Csurb assumindo a gestão do Shopping RioMar. Já pensou como seria?

O que vi em Pernambuco se repete por todo o Brasil. Aplausos para o setor privado e vaias para os governos federal, estadual e municipal pelo país a fora.

O economista Raul Velloso em seu blog comenta sobre esse gargalo criado pela falta de investimentos públicos, no crescimento econômico: “Segundo estudos de técnicos do Tesouro, de meados de 2014 até 2017, o investimento da União deverá cair R$ 39 bilhões em termos anuais, passando de R$ 73 bilhões para R$ 34 bilhões. A previsão para 2018 é cair para R$ 26 bilhões. Uma hora vai zerar” Segue Velloso: “Sem desatar o nó fiscal, a única saída é pelo investimento privado, especialmente em infraestrutura” Porém o economista ressalta que para isso faltam condições: “O setor privado tem real interesse em investir e disponibilidade de financiamento é o menor dos problemas. Alguma melhoria institucional há, mas é só. Falta planejamento, os contratos de concessão são inadequados, as agências reguladoras são igualmente fracas e os órgãos de fiscalização atuam mal nessa área”

A situação da infraestrutura brasileira é caótica investimos apenas 2,2% do PIB quando no mínimo deveríamos gastar 5,5%. Segundo Raul Veloso isso condena O Brasil a crescer apenas 2% ao ano pelas próximas décadas.

Fome Zero, PAC, Bolsa Família, Pátria Educadora, tudo isso deu em nada. Esperar pelo Estado dá nisso. Frustração. Precisamos de menos governo e mais iniciativa privada. “Desgovernados” avançamos mais rápido.


© 2007 Besta Fubana | Uma gazeta da bixiga lixa