4 Janeiro 2018 FULEIRAGEM

MYRRIA – A CRÍTICA (AM)

4 Janeiro 2018 DEU NO JORNAL

BANÂNIA EM ESTADO PURO. PURÍSSIMO

A nova ministra do Trabalho, Cristiane Brasil (PTB), foi condenada em 2016 a pagar uma dívida trabalhista de R$ 60,4 mil a um motorista que prestava serviços para ela e para sua família, conforme decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT1) confirmada em segunda instância.

De acordo com informações do TRT, o mérito do caso já foi julgado e a parlamentar só pode recorrer ao TST sobre o valor da indenização. O valor, portanto, ainda pode ser alterado.

De acordo com o juízo, o funcionário não teve a carteira de trabalho assinada e, por isso, deveria ter ganho de causa para receber gratificações como férias, aviso prévio e gratificações natalinas.

A carga horária do funcionário era de cerca de 15 hs por dia, de acordo com o juiz Pedro Figueiredo Waib, que condenou em primeira instância.

* * *

Ministra do Trabalho condenada na Justiça Trabalhista.

Ministra que é filiada ao Partido Trabalhista.

Nada tenho a declarar.

Sem comentários.

Só um lembrete: o presidente da república que assinou o decreto de nomeação desta ministra era vice no governo trabalhista do PT.

4 Janeiro 2018 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)


http://www.musicariabrasil.blogspot.com
VAMOS FALAR DE DISCOS?

4 Janeiro 2018 FULEIRAGEM

NANI – CHARGE ONLINE

4 Janeiro 2018 DODDO FELIX - GORJEIOS


DESAFIOS

Nas vastidão sem fim do firmamento
ziguezagueia cintilante bolha
num vendaval levada pelo vento,
exposta a tudo, sem nenhuma escolha.

Vencer os desafios sempre eu tento,
porém me sinto às vezes como folha
a deslizar em rio caudalento
com receio de que um abismo a colha.

Não conquistar um bem que muito quis,
de modo algum fará alguém feliz.
Em consequência, os dissabores vêm.

Mas com certeza o que começa finda,
até as cores de uma tarde linda…
E os desafios terão fim também!

4 Janeiro 2018 FULEIRAGEM

SINOVALDO – JORNAL NH (RS)

MAURÍCIO ASSUERO – RECIFE-PE

Berto,

a título de curiosidade, veja se vale a pena uma enquete com a pergunta:

Você votaria em Lula caso ele fosse absolvido em segunda instância?

Como alternativa Sim, Não e não sei.

Abraços

R. A enquete que você sugeriu já estar no ar, meu caro.

Quem quiser já pode votar aí do lado direito.

Aqui é igual às Casas José Araújo: quem manda é o freguês.

E quem tiver mais sugestões pra enquete, pode mandar.

4 Janeiro 2018 FULEIRAGEM

TACHO – JORNAL NH (RS)

MOVIMENTO DOS SEM-PÉ-NEM-CABEÇA

Eu sou do time dos sem mala e sem malemolência
Sem aparência aprisionada filha do botox
Sem prato inox, sem finesse e sem BMW
Sem um alfarrábio num caderno pra tirar xerox.

Sou Movimento dos Sem-Pé do pé 47
Sou canivete sem a lâmina que perdeu o cabo
Quase me acabo pra matar o mosquetão dum cano
E entrei no cano justamente pra fugir de um cabo.

De cabo a rabo estou no muro dessa honoris causa
Com a menopausa menstruada da rapaziada
Cravei zoada na memória de um pensamento
E o Movimento Sem Cabeça deu com o Pé na estrada.

Puxei a trança avermelhada de um sansão careca
Com a terereca da firmeza dessa nossa luta
Filhos da puta! Supliquei de voz aveludada
Pois sem veludo na cabeça um pé não se disputa.

E a caravana dos Sem-Pés seguiu de espora avante
Causa gigante dos anões dos fundos everestes
Marrom-celeste é o dolorido de nossa bandeira
A verdadeira bananeira que esse Adão me veste.

Se eu for eleito inelegível, serei coroado
Com os pés rachados pelas plumas dessa nossa sina
E a purpurina gente fina feito um baobá
Tibungará na vermelhura desse azul-piscina.

4 Janeiro 2018 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)

4 Janeiro 2018 OS PINGOS NOS IS

O CUSTO DA CORRUPÇÃO NA PETROBRAS

4 Janeiro 2018 FULEIRAGEM

MARIANO – CHARGE ONLINE

BAHIA, O NOVO DESTINO DOS ESQUERDISTAS

2018 veio chegando, veio chegando, chegou! E eu cheguei com ele.

– De onde?

– Da Bahia, meu rei.

Fui pegar uma prainha numa pequenina cidade do litoral, ainda não estragada pelo turismo.

Sim, é que os turistas ainda são em número que a cidade comporta, de modo que não falta água, as filas do pão são toleráveis e os preços das coisas honestos.

Ao contrário do que se imagina, nem só de Paris, ou de Europa, vivem os goianos. Essa raça, de goianos, baixou lá nas águas mornas, na minha pessoa e na de vários outros malucos que se aventuram centenas e centenas de quilômetros pelas estradas, ou de avião os mais impacientes, para pegar um bronze em um local não tanto contaminado pelas modernidades: tente conectar Internet naqueles cantos para entender o que estou dizendo.

Lá, em Nova Viçosa, a vida segue outro ritmo, o andar, a malemolência, a calma e a tranqüilidade baianas.

Podem pensar que é exagero, mas não é. Baianice é mesmo a falta de pressa, junto à delicadeza e à beleza de um povo que guarda a cor e muito do jeito dos escravos africanos que por lá desembarcaram. E muito da cultura. E muito da música. E muito do gingado. E muito de tudo.

Baianidade pode ser bem representada pelo balanço das redes com baianos dentro.

Pois foi assim que, tendo ido pelas estradas, verifiquei logo um fenômeno impressionante: Liguei o GPS para me garantir de estar sempre no caminho certo e assim que saímos de Minas Gerais, atravessamos a fronteira e entramos na Bahia o GPS deixou de dar informações. Preocupado, examinei-lhe o visor e… pasmem! Estava escrito na tela: “Procurando rede”!

Até o GPS! Mal pôs os pés na Bahia e já queria sombra e água fresca.

Atendi seu desejo, levei-o para a rede comigo.

E toma-lhe cachaça. Branca. Nova. Da boa.

4 Janeiro 2018 FULEIRAGEM

ZOP – CHARGE ONLINE

4 Janeiro 2018 DEU NO JORNAL

UM ABAIXO-ASSINADO LULO-BANANAICO

O abaixo-assinado que os petistas estão divulgando pela internet em defesa de Lula tem tradução em inglês, espanhol, francês e árabe.

* * *

Sibiu, um grande amigo meu lá de Palmares – especializado em conversar miolo-de-fossa -, costuma trocar a palavra “poliglota” pela palavra “troglodita”.

– Fulano é um troglodita: fala 3 línguas – costumava dizer Sibiu sobre alguém que conseguisse pronunciar “The book is on the table” da primeira até a última palavra.

Me lembrei de Sibiu quando li esta notícia sobre o abaixo-assinado que os idiotas petêlhos (desculpem a redundância) estão divulgando no oco do mundo.

Pois os trogloditas do PT bateram o recorde estabelecido por Sibiu: eles conseguiram escrever em inglês, espanhol, francês e árabe!!!

E escrever só merda, o que é mais significativo ainda.

Segundo um informante fubânico, as versões em quatro línguas deste abaixo-assinado merdoso foram todas revisadas por Lula. Desde a sintaxe até a ortografia.

E, por conta disto, o texto original e suas traduções se constituem verdadeiras bostas-primas!

Na versão em árabe eu só consegui ler o ano de 2018.

O ano em que Lula, finalmente vai ver o sol nascer quadrado!

4 Janeiro 2018 FULEIRAGEM

PAIXÃO – GAZETA DO POVO (PR)

4 Janeiro 2018 PERCIVAL PUGGINA

A CONVERSA FIADA DA LIBERAÇÃO DAS DROGAS

A relação direta de causa e efeito entre o consumo de drogas e a criminalidade gera, quase necessariamente, a ideia da legalização. Seus defensores sustentam que se o consumo e o comércio forem liberados, a maconha, a cocaína, a heroína e produtos afins serão formalmente disponibilizados, inviabilizando a atividade do traficante. Extinto o comércio clandestino, dizem, cessariam os lucros que alimentam o crime organizado e se reduziria o nível de insegurança em que vive a população. Muitos alegam, ainda, que a atual repressão agride o livre arbítrio. Entendem que os indivíduos deveriam consumir o que bem entendessem, pagando por isso, e que os valores correspondentes a tal consumo, a exemplo de quaisquer outros, deveriam ser tributados para gerar recursos ao setor público e não ao mundo do crime. A aparente lógica dos argumentos tem um poder muito forte de sedução.

No entanto, quando se pensa em levar a teoria à prática, surgem questões que já levantei em artigo anterior e não podem deixar de ser consideradas. Quem vai vender a droga? As farmácias? As mesmas que exigem receita para uma pomadinha antibiótica passarão a vender heroína sem receita? Haverá receita? Haverá postos de saúde para esse fim? Os usuários terão atendimento médico público e serão cadastrados para recebimento de suas autorizações de compra? O Brasil passará a produzir drogas? Haverá uma cadeia produtiva da cocaína? Uma Câmara Setorial do Pó e da Pedra? Ou haverá importação? De quem? De algum cartel colombiano? O consumidor cadastrado e autorizado será obrigado a buscar atendimento especializado para vencer sua dependência? E os que não o desejarem, ou que ocultam essa dependência, vão buscar suprimento onde? Tais clientes não restabelecerão fora do mercado oficial uma demanda que vai gerar tráfico? A liberação não aumentará o consumo? Onde o dependente de poucos recursos vai arrumar dinheiro para sustentar seu vício? No crime organizado ou no desorganizado?

A Holanda, desde os anos 70 vem tentando acertar uma conduta que tolerância restritiva. É proibido produzir, vender, comprar, e consumir drogas. A liberação da maconha recuou 30 gramas para apenas 5 gramas nos coffeeshops, que acabaram sendo municipalizados para maior controle e diversos municípios se recusam a assumir a estranha tarefa. Bélgica se tornou a capital europeia da droga. Um plebiscito realizado na Suíça em 2008 rejeitou a liberação, mas autorizou trabalhos de pesquisa que envolvam a realização de estudos e testes com usuários de maconha. O país, hoje, fornece, com supervisão de enfermagem, em locais próprios para isso, quotas diárias de heroína para dependentes…

O uso da droga, todos sabem, não afeta apenas o usuário. O dependente químico danifica sua família inteira e atinge todo seu círculo de relações. Ao seu redor muitos adoecem dos mais variados males físicos e psicológicos. A droga é socialmente destrutiva, e o poder público não pode assumir atitude passiva em relação a algo com tais características.

“Qual a solução, então?”, perguntou-me um amigo com quem falava sobre o tema. E eu: “Quem pensa, meu caro, que todos os problemas sociais têm solução não conhece a humanidade”. O máximo que se pode fazer em relação às drogas é ampliar o que já se faz. Ou seja, mais rigor legal e penal contra o tráfico, mais campanhas de dissuasão ao consumo, menos discurso em favor da maconha, menos propaganda de bebidas alcoólicas, e mais atenção aos dependentes e às suas famílias. E, principalmente, estratégias educativas e culturais para recompor, na sociedade, valores, tradições, espiritualidade, disciplina, dedicação ao trabalho, sentido da vida e vida de família, ou seja, tudo que fortalece o caráter dos indivíduos e os afasta dos vícios.

Alguém aí acredita que, legalizado o tráfico e vendidas as drogas em farmácia ou coffeeshops, todos os aparelhos criminosos estruturados no circuito das drogas se transmudarão para o mundo dos negócios honestos? Que os chefões das drogas se tornarão CEOs de empresas com código de ética corporativa e política de compliance? Que os traficantes passarão a bater ponto e terão carteira assinada? Pois é.

4 Janeiro 2018 FULEIRAGEM

CLÁUDIO – AGORA SÃO PAULO

4 Janeiro 2018 DEU NO JORNAL

SEMELHANÇAS E DISSEMELHANÇAS ENTRE CORRUPTOS

Joesley batista e Eduardo Cunha têm muito em comum.

A semelhança vai além do apreço por práticas heterodoxas de fazer negócios.

Assim como o empresário, o ex-presidente da Câmara evita se aprofundar sobre determinados assuntos nas conversas com advogados que vão visitá-lo na cadeia.

O ex-todo poderoso morre de medo de que o interfone que usa para falar com seus interlocutores esteja grampeado pela Polícia Federal.

* * *

É assim mesmo.

É a Lei da Precaução do submundo corrupcional. O terror dos grampos e gravações.

Todavia, além dos marginais de boca trancada, existem também os marginais de boca arreganhada.

Existem os bandidos que escondem a boca pra falar no telefone e os bandidos que arreganham a boca pra cagar tolotes orais no microfone.

Dois exemplos perfeitos de corruptos banânicos da pesada: um discreto e um espalhafatoso; um que sabe escrever e outro analfabeto; um preso e o outro ainda solto


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