9 Janeiro 2018 FULEIRAGEM

PATER – A TRIBUNA (ES)

DEMOCRACIA É…

PT ensina que um regime só é democrático se permitir que condenados à cadeia virem presidentes da República

“Dia 24/01 vamos para Porto Alegre defender a democracia e o direito de Lula ser candidato à presidência. Perseguem o ex-presidente pra impedir o povo de elegê-lo mais uma vez. DEFENDER o direito de LULA ser candidato É DEFENDER A DEMOCRACIA!”.

Convocação do PT no Twitter, avisando que a democracia dos sonhos do partido é a que permite que um corrupto condenado pela Justiça seja candidato não a chefe de ala de cadeia, mas a chefe do governo federal.

9 Janeiro 2018 FULEIRAGEM

ZOP – CHARGE ONLINE

GOLDEN MEMORY

01 – Little Darlin’ – (Maurice Williams) – The Diamonds – 1957 Little Darlin’
02 – Crazy Love – (Paul Anka) – Paul Anka – 1958 Crazy Love
03 – See You Later, Alligator – (Robert Guidry) – Bill Haley & His Comets – 1955 See You Later, Alligator
04 – Personality – (Harold Logan/L.Price) – Lloyd Price – 1959 Personality
05 – Poetry In Motion – (Mike Anthony/Paul Kaufman) – Johnny Tillotson – 1960 Poetry In Motion
06 – Please Love Me Forever – (J.Malone/O.Blanchard) – Tommy Edwards – 1958 Please Love Me Forever 
07 – If I Had A Hammer – (Pete Seeger/Lee Hays) – Trini Lopez – 1963 If I Had A Hammer
08 – I’m Gonna Knock On Your Door – (Schroeder/Sid Wayne) – Eddie Hodges – 1961 I’m Gonna Knock On Your Door
09 – Everybody Loves A Lover – (R.Allen/R.Adler) – Doris Day – 1958 Everybody Loves A Lover
10 – Chapel Of Love – (J.Barry/E.Greenwich/P.Spector) – The Dixie Cups – 1964 Chapel Of Love
11 – Cry – (Churchill Kohlman) – Johnnie Ray – 1951 Cry
12 – Sixteen Candles – (Luther Dixon/Allyson Khent) – The Crests – 1958 Sixteen Candles
13 – It’s My Party – (Wiener/Gold/Gluck) – Lesley Gore – 1963 It’s My Party
14 – Little Devil – (N.Sedaka/H.Greenfield) – Neil Sedaka – 1961 Little Devil
15 – Sea Cruise – (Huey Smith) – Frankie Ford – 1959 Sea Cruise
16 – Come Go With Me – (Clarence Quick) – The Del Vikings – 1956 Come Go With Me

9 Janeiro 2018 FULEIRAGEM

MIGUEL – JORNAL DO COMMERCIO (PE)

9 Janeiro 2018 DEU NO JORNAL

É O QUE TEMOS

J.R. Guzzo

A que novos desastres determinas
De levar estes reinos e esta gente? (…)
Que famas lhe prometerás? Que histórias?
Que triunfos? Que palmas? Que vitórias?

(Luís de Camões, “Os Lusíadas”)

O Velho do Restelo, esse homem difícil, pessimista e dado a falar o contrário do que se espera, disparou as perguntas acima a Vasco da Gama e outros peixes graúdos da corte de Portugal no momento em que largavam do cais de Belém, sob as palmas da multidão, para a viagem que os levaria a descobrir o novo Caminho das Índias. Denunciava, nas palavras que Camões tornou imortais em seu poema, a “glória de mandar” e a “vã cobiça” do Gama e de seus parceiros – juravam estar indo “além da força humana” pelo bem da pátria, mas só estavam interessados mesmo em sua fama, fortuna e ambições pessoais. Se ainda estivesse circulando hoje por aí, o áspero velho bem que poderia perguntar ao ex-presidente Lula: “Que promessas farás em tua campanha eleitoral de 2018?” Promessa nunca foi problema para Lula, é verdade. Mas se for candidato à presidente mais uma vez vai ter de arrumar alguma promessa, qualquer promessa – e no seu repertório de hoje não há nada que possa realmente entusiasmar as multidões.

Lula tem prometido, por exemplo, virar o país de cabeça para baixo, mas não parece que há muita gente interessada nisso — o que se quer, pelo que dá para entender, é que o país fique com a cabeça onde está e vá em frente. Ele promete, também, mudar tudo na Petrobras. Mudar para quê? É a primeira vez em quase quinze anos que a Petrobras tem uma diretoria que não rouba a empresa. O que Lula está propondo? Criar de novo a situação de ladroeira alucinada que arruinou a companhia durante seus governos e os de Dilma Rousseff? Outra promessa é recuperar “direitos que foram cortados” do povo brasileiro. Quais? O imposto sindical, por exemplo, abolido na reforma trabalhista? Não dá, ao mesmo tempo, para prometer um novo “Trem Bala”, um segundo “Pré-Sal” ou a transposição das águas do São Francisco no sentido contrário.

Até algum tempo atrás Lula punha muita fé em prometer na campanha uma reforma monumental na economia. Hoje a coisa já parece mais complicada. Fazer o contrário do que está sendo feito pelo governo de Michel Temer significa, por exemplo, aumentar os juros, que chegaram a menor taxa da história. Não dá para prometer um negócio desses. O ex-presidente também não pode prometer que vai aumentar a inflação, que hoje é a mais baixa dos últimos 20 anos. Nem jogar o Brasil de volta na maior recessão jamais vista por aqui – obra prima de sua criatura, que conseguiu fazer a economia recuar mais de 7% em 2015 e 2016.

Sempre existe à mão, naturalmente, a história da “ascensão social”, um dos maiores contos do vigário jamais aplicados neste país. Ao final de seu governo, Lula anunciou que a pobreza havia sido extinta por ele no Brasil. Acreditaram nisso, na época, de São José dos Ausentes até a Universidade de Harvard — e talvez dê para reembalar a mercadoria e passar adiante mais uma vez. Segundo o ex-presidente, só haviam sobrado aqui e ali uns poucos pobres para serem salvos; segundo ele, não tinha sido possível localizar fisicamente esses coitados, de tão poucos que eram em nosso vasto território. Dilma teria só de fazer o acabamento. Ela foi rápida. Em 2012 proclamou que a miséria tinha sido extinta de uma vez por todas; a partir de então, só havia no Brasil de classe média para cima. O truque aritmético que usaram para fabricar essa nova realidade é conhecido. Um desses órgãos públicos encarregados de fazer estatísticas, que o PT então utilizava como parte do seu departamento de propaganda, decretou que a classe média no Brasil começava em 1.280 reais por mês; com 1.281 o sujeito já não era mais pobre. Pronto: acabou a pobreza.

O problema com tudo isso é que o IBGE, com dados apurados durante os próprios governos de Lula e Dilma, acaba de divulgar números oficiais onde a verdade aparece. Em 2016, ano em que Dilma foi despachada, a 31 de agosto, 52 milhões de brasileiros viviam abaixo da linha da pobreza — o que, pensando um pouco, é gente que não acaba mais. Se Lula e o PT eliminaram a miséria, de onde, então, saiu todo esse povo que sobrevive com 18 reais e alguns centavos por dia? O ex-presidente e sua corte têm uma explicação: foi Michel Temer, de agosto do ano passado para cá, quem criou sozinho os 52 milhões de pobres que andam por aí. Só mesmo Lula, agora, para salvar as suas vidas. É meio duro de engolir. Mas em matéria de promessa, é o que temos no momento.

9 Janeiro 2018 FULEIRAGEM

SAMUCA – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

9 Janeiro 2018 MEGAPHONE DO QUINCAS


SÉRIE GRANDES TRILHAS DE FILMES NACIONAIS – QUANDO O CARNAVAL CHEGAR

Quando o Carnaval Chegar

Quando o Carnaval Chegar” é um filme brasileiro, de 1972, musical, dirigido por Cacá Diegues e com roteiro de Cacá, Hugo Carvana e Chico Buarque.

Lourival é o empresário de um grupo mambembe de cantores (Paulo, Mimi e Rosa), que viaja pelo país num antigo ônibus “Sheila”, dirigido por Cuíca.

Com a proximidade do Carnaval, Lourival consegue um contrato com um empresário para o grupo e também para Cuíca, para apresentações no evento “A Festa do Rei” (que depois se revela como Frank Sinatra numa suposta viagem ao Rio).

“Frevo”, de Tom e Vinícius, com Chico Buarque, Quando o Carnaval Chegar

Uma série de desavenças e discussões internações, porém, provocadas pelos romances inesperados de Paulo (com Virgínia) e Cuíca (com uma atriz francesa) põe em risco o cumprimento do contrato para o desespero de Lourival, que avisa que o contratante é o chefão do crime organizado (provavelmente bicheiro) “Anjo”, que os ameaçará de diversas formas.

Quando o Carnaval Chegar, com Nara Leão

A trilha sonora do filme é composta, em sua maior parte por Chico Buarque. Conta também com a participação de Maria Betânia, Nara Leão, entre outros.

“Baioque”, de Chico Buarque, com Chico e Betânia, 1972

Semana que vem, tem mais

9 Janeiro 2018 FULEIRAGEM

AMORIM – CHARGE ONLINE

FOLIA DE REIS

9 Janeiro 2018 FULEIRAGEM

NICOLIELO – JORNAL DE BAURU (SP)


LOUCURA SÃ

Seus olhos verdes completavam sua beleza inacreditável, quase que insanos. Não eram apenas verdes, continham um brilho indescritível que, combinado com sua alva pele e lábios rosados, sim, deixavam-na irresistível.

Fazia questão de manter os cabelos louros bem arrumados, ondulados, desciam pelos ombros num ar sensualmente natural. Ao mesmo tempo em que sua personalidade calma, branda, transparecia uma ingenuidade própria, beirando uma insensatez equilibrada.

Morria de amores por ele, aquele que a despertou de tantas noites mal dormidas por amores nada acolhedores. Sempre que o encontrava amava-o como se fosse a última vez. Intensa sem medidas. Ou era assim ou sem encontros; casualmente não vivia, sentia que era maneira morna de viver.

Foi assim num fim de tarde quente no pequeno vilarejo onde vivia. Aguardava a chegada dele, ansiosa, claro. As sedas brancas, frias escorriam pelas curvas do corpo, o batom ainda apresentava o vermelho que pretendia e a renda cobria sua perna numa meia delicadamente escolhida para aquela recepção. Não tinha muitas opções, sempre brancas, combinavam com sua sanidade; com intenções indefinidas, ambas – as sedas e a sanidade.

Ele morava longe, demorava algumas horas para chegar, nada que a fizesse cansar mas sempre a deixava inquieta. Naquela tarde ela pedira, gentilmente, que não se demorasse, queria particularmente uma conversa diferente, sem mais.

A medida que as horas passavam, as luzes da pequena cidade se distanciavam e o quarto ficava gélido, ela temia por sua solidão. Na verdade, era a falta dele que a deixava assim. O batom já não estava tão vivo como antes, os cabelos bagunçados por um breve deitar no sofá davam um ar de desalinho.

Ao levantar, encostou-se na janela; observava do mais alto ponto todo o movimento – seu quarto ficava no andar superior. Quarto longe dos sons monótonos, vis. Olhava o passar dos faróis, nenhum fez menção de parar. Já inquieta, pegou o leque na escrivaninha, apesar do frescor da noite que chegava, sentia um calor que surgia de dentro, inebriante. Ao pegá-lo viu cair no chão um pedaço de papel já amarelado, com as dobras feitas pelo tempo dobrado. Abriu lentamente, como se já soubesse o que encontraria ali.

Aberto, leu-o. Leu novamente. Deixou-se cair na cama, sentada, em prantos. O rímel dos olhos bem feitos escorria por seu rosto já irreconhecível. Sozinha, soluçando, em prantos, relia como se não acreditasse em tal palavras… O mais estranho é que não pareciam ser palavras inéditas… Percorreu as linhas primeiras e viu a data: 18/09/2010. Sete anos, sete longos anos… Cansada pela explosão de surpresas, sensações e sentimentos quebrados, deitou-se bruscamente na cama, como se punisse a si mesma. Adormeceu…

Mais um dia amanhecia e ela ficava ali, na janela a esperar a presença mais ansiada. Alinhou os cabelos como sabia que ele gostava. Desta vez complementou a vestimenta com um xale, branco, sempre branco. Sentiu cheiro de café vindo do corredor. Esperou a porta abrir-se, ela não tinha permissão para fazer isso à sua vontade.

Disfarçou uma decepção já absorvida há dias, e recebeu o café que vinha com pequenas surpresas coloridas… Engoliu cada uma delas por comandos alheios. Voltou à janela rapidamente, tão logo ter ficado sozinha no quarto… Esperou o entardecer e perfumou-se. Ainda na janela, pegou o leque da escrivaninha e viu um pedaço de papel, dobrado, com rasgos feitos pelo tempo… A impressão é que já eram palavras descobertas há algum tempo, um pedaço de papel ingrato, abriu-o e chorou, novamente chorou.

9 Janeiro 2018 FULEIRAGEM

SINOVALDO – JORNAL NH (RS)

SONIA REGINA – SANTOS-SP

Sr. Editor,

resolvi assistir novamente um vídeo antigo, protagonizado pelo ex-deputado Roberto Jefferson.

Lá, no meio da conversa onde é descrita a vida sacrificada dos políticos brasileiros, também é contada aquela história das “Lagrimas do homem” que à época era Presidente do Brasil.

Pensei, pensei e não consigo atinar, porque um cidadão que teve poucos anos de carteira de trabalho assinada, utiliza imóveis de amigos, viaja em aviões de amigos, não compra e não paga coisa alguma e principalmente, nunca sabe de nada, tem eleitores cativos.

Será que, num País com mais de 200 milhões de habitantes não temos ao menos um candidato que tenha capacidade para desmascarar uma figura que só existe quando tem a disposição palanques e um microfone nas mãos?

9 Janeiro 2018 FULEIRAGEM

FRAGA – CHARGE ONLINE


STAND-UP COM POESIA

VOCÊ

Mesmo quando há silêncio
Eu sinto a tua presença
Pois você não está no som
Está nos momentos bons
Que nós dois tivemos juntos.

CUIDADO!!!

O teu corpo de mulher
Está cheio de curvas
Tá começando a chuva
É melhor seguir a pé
E acredite se quiser:
Estás com medo, eu sei
Pegue a pista do meio
E a velocidade reduza
Se estás com a vista turva
Minha libido está sem freio
Cuidado! É melhor parar

VERDE

Você gosta de verde
Plante que o Céu garante
Se não chove como antes
E o problema é secura
Regue a semeadura
Para a planta não morrer
Só depende de você
Levante-se dessa rede
E faça assim como eu:
Até meu cheiro é verde.

TRIBUTO DE AMOR AO RIO TOCANTINS

Pobre do rio Tocantins
Tá seco esturricado
Pois chove pra todo lado
Mas aqui nestes confins
Nem água de botequim
Tem pra molhar papelão
Não escorre pelo chão
Eis a triste realidade
Quem plantou tempestade
Só colheu degradação

DECLARAÇÃO DE AMOR

Gosto docê e tu de mim
Tô um tantão apaixonado
Quatro pneus arriado
Vivo em função desse amor
Não sorria de mim, por favor
Vamos juntar nossos trem
Juntos, iremos mais além
Lembre-se tu disse assim
Nunca vai faltar amor
Porque sou teu e tu de mim.

9 Janeiro 2018 FULEIRAGEM

YKENGA – CHARGE ONLINE

9 Janeiro 2018 PERCIVAL PUGGINA

ROBOTIZADOS PELO PETISMO

Na tela do PC, em fonte tamanho 40, o e-mail exibia uma dessas frases nos quais o autor berra em caixa alta: “Quem é o imbecil que escreveu tanta bobagem? O sujeito consegue falar esse monte de asneiras sem sequer usar a palavra capitalismo”.

Seria eu o imbecil? Não, ufa! O texto que indignara o missivista era um artigo do excelente Rodrigo da Silva, editor do Spotniks. Citando fontes oficiais, exibia dados sobre a pobreza no Brasil após 14 anos de petismo. Por exemplo:

a) 25 milhões de brasileiros vivem com renda domiciliar per capita inferior à linha de pobreza, e mais de 8 milhões vivem abaixo da linha de extrema pobreza;

b) 39,5% das pessoas aptas a trabalhar não possuem sequer o ensino fundamental e mais de 13 milhões de brasileiros são analfabetos;

c) apenas 8% têm condições de compreender e se expressar plenamente (isto é, são capazes de entender e elaborar textos seguindo normas gramaticais);

d) apenas 4,9% dos estudantes da rede pública saem do ensino médio com conhecimentos básicos em matemática;

e) mais de 35 milhões de brasileiros não possuem acesso sequer ao abastecimento de água tratada, e quase 100 milhões não dispõem de coleta de esgoto; do esgoto coletado, apenas 40% é tratado.

Por aí seguia o trabalho, convertendo em números o que a realidade grita aos nossos olhos: as péssimas condições do país após uma década e meia de petismo. No entanto, diante desses dados oficiais, o indignado leitor cujo e-mail chegou ao meu correio eletrônico usa caixa alta para “gritar” que a culpa dessa realidade é do … capitalismo.

Entende-se. Há 40 anos, apenas uma força política atua em tempo integral no país. Faz política nas vitórias e nas derrotas. Considera as primeiras como equivalentes a tomadas revolucionárias do poder e as segundas como golpes que precisam ser desconstituídos. Nenhuma outra corrente exerce sequer fração da influência que o petismo desempenha no conjunto dos meios formadores de opinião – mídia, rede de ensino, mundo acadêmico, sindicatos e suas centrais, carreiras jurídicas e poderes de Estado, Igreja, instituições culturais. E por aí afora. É um aparelho articulado, imenso e, principalmente, robotizado para uma tarefa universal de massificação na qual a história, os fatos, as ciências, tudo tem uma e apenas uma expressão: a que serve à práxis e deve ser repetida sem cessar.

Por isso, Lula é um santo injustiçado. Por isso, Moro é um agente da CIA. Por isso, velhacos viram heróis e guerreiros. Por isso, o PT “acabou com a pobreza”. Por isso, todo miserável que vemos nas ruas é uma exceção, uma impossibilidade material. Por isso, Cuba é um paraíso e a Venezuela quase. Por isso, as incitações do PT para o dia 24 de janeiro. Por isso, sempre que necessário, palpiteiros são convidados e aparecem para julgar os julgadores e absolver petistas em idiomas como Punjabi, Malaio, Khmer e até em francês. Por isso o governo petista arrombou os fundos de pensão das estatais e os funcionários da Petrobras, Correios, BB e CEF fazem festa para Lula e seus companheiros.

Por isso, a pobreza brasileira é denunciada como produto de algo que simplesmente não temos: o capitalismo. Logo o capitalismo, um sistema econômico em cujo ranking, entre 186 países, ocupamos o lugar nº 118! Isso é robotização, daquela primitiva, dos brinquedos infantis em que se dava corda para andarem e apitarem.

9 Janeiro 2018 FULEIRAGEM

DUKE – O TEMPO (MG)

9 Janeiro 2018 A PALAVRA DO EDITOR

O EDITOR PEDE DESCULPAS

No último domingo, dia 7, dei uma nota na minha coluna, A Palavra do Editor, que está abaixo transcrita:

CHEGUE VARA NA BUNDA

A décima contida na ilustração abaixo eu recebi pelo zap-zap.

Che Guevara posicionado no rego da bunda, que é o canal perfeito e bem apropriado pro assassino cubano.

Só faltou dizer quem é o autor desta obra prima.

Quem souber, por favor, informe aqui pra gente.

Acontece que esta glosa é de autoria do colunista fubânico Jesus de Ritinha de Miúdo.

E foi feita a partir deste mote:

A moça mal se vestindo
Chegue vara, chegue vara

E já havia sido publicada aqui no JBF, este antro de malassombrados, no dia 17 de dezembro de 2013.

Peço desculpas ao nosso inspirado colaborador.

É a idade, meu caro, trazendo suas caduquices pra este véio.

Me adesculpe-me, por favor.

Abraços e muito sucesso!


© 2007 Besta Fubana | Uma gazeta da bixiga lixa