MARILYN MONROE, A SEX SYMBOLS QUE PERSONIFICOU O GLAMOUR HOLLYWOODYANO

Em uma época emblemática em relação às atitudes envolvendo sexualidade, a atriz e modelo coroada de fama, Marilyn Monroe, tornou-se um dos SEX SYMBOLS mais populares da década de 1950. A “loira burra”, como era taxada, teria hoje 92 anos se não tivesse ido para o além com apenas 36 anos de idade, quando naquele dia fúnebre em 5 de agosto de 1962, quem governava os Estados Unidos era nada mais nada menos que John Fitzgerald Kennedy, que veio a morrer assassinado um ano depois. Aliás, diga-se de passagem, duas mortes que se tornaram em enigmas para a CIA, FBI e todo o Serviço Secreto de Inteligência Militar Norte-americano.

Seu nome verdadeiro era Norma Jeane Mortensen. Devido às internações de sua mãe por problemas psicológicos, Norma Jeane passou grande parte de sua infância em casas de família e orfanatos até que, em 1942, casou-se aos 15 anos com James Dougherty de 21, casamento que durou apenas 4 anos. A estrela, que deixou o mundo aos 36 anos, simbolizou e encantou através do seu charme o cinema mundial dos anos 50. Sua aparente vulnerabilidade e inocência, junto com sua inata sensualidade, a tornaram uma das mulheres mais desejadas do século XX.

Pois bem!!! Logo após o final do casamento, na pindaíba, a loira endiabrada adotou então o nome de Marilyn Monroe e tingiu o cabelo de loiro para mudar o visual. Em 1949, sem dinheiro, concordou em posar nua para um calendário. O sucesso foi tão grande que ela acabou ilustrando a primeira capa da revista PLAYBOY em 1953. Em 14 de janeiro de1954, Marilyn se casou com o ex-jogador de beisebol Joe Di Maggio, uma lenda do esporte nos Estados Unidos. Durante sua lua de mel, em Tóquio, Marilyn fez uma performance para os militares que estavam servindo na Coreia. Joe, ciumento, não aguentou a exposição da esposa. Nove meses depois, em outubro de 1954, veio o divórcio. Em 1956, a atriz se casou com o dramaturgo Arthur Miller.

Fez seu primeiro papel de destaque em 1951, no filme “O Segredo das Viúvas”. No ano seguinte, participou de “O Inventor da Mocidade”. Seu nome começou a atrair multidões aos cinemas. Foi assim em “Como Agarrar um Milionário” (1953), “Os Homens Preferem as Loiras” (1953), “O Pecado Mora ao Lado” (1955) e “Quanto Mais Quente Melhor” (1959) – este, com direção de Billy Wilder, foi considerado “a melhor comédia de todos os tempos”. Nele, a atriz atuou ao lado de Tony Curtis e Jack Lemmon. Este filme é muito divertido, passa uma energia contagiante, uma comédia leve, sagaz e acima de tudo, engraçada. Só por ter a icônica Marilyn Monroe já ganha vários pontos. É incrível como ela consegue iluminar cada cena em que aparece. Recomendo o filme, Quanto Mais Quente Melhor, realmente uma grande fita!!!

No tocante às películas de faroestes, Marilyn Monroe protagonizou com Bob Mitchum um dos mais belos títulos de filmes. Ou seja, “O RIO DAS ALMAS PERDIDAS”. Foi um dos grandes sucessos de bilheteria de 1954 e certamente o público lotava os cinemas era para ver Marilyn Monroe e não Bob Mitchum. É um faroeste lindíssimo, fotografado num cenário mágico, com paisagens de uma beleza extasiante, onde o rio é o cenário dominante. O elenco é ótimo e a paisagem é de sonho.

Falando-se de sua vida conturbada, uma das mais célebres performances de Marilyn foi cantar “parabéns a você”, de maneira sensualíssima com o vestido altamente decotado e sem sutiã, para o presidente americano John Fitzgerald Kennedy, no luxuoso ambiente do Madison Square Garden de Nova York no dia 29 de maio de 1962. Há quem diga que, depois que Deus fez esta mulher, jogou a fôrma fora. O evento reforçou os rumores de que ambos teriam sido amantes. O fato é que, quatro meses depois do episódio, Marilyn foi encontrada morta, segurando o telefone, ao lado de um vidro de barbitúricos. A hipótese de seu envolvimento amoroso com o presidente Kennedy e seu irmão Robert ganhou força, quando encontraram sua casa vasculhada – supostamente por agentes do FBI -, antes da chegada da polícia, no dia de sua morte

É interessante como às vezes a gente quer que nossos astros e estrelas sejam pessoas perfeitas, que os vemos como deuses ou deusas, como especiais, que os enxergamos com olhos outros, mas apesar da fama e da riqueza, na verdade, não passam de pessoas normais e com todos os defeitos e virtudes que nós, do lado de cá da tela. Como é o caso específico da pobre loura Monroe, lutou muito e buscou a vida inteira respeito como atriz e a todo custo ter um filho. Alguém ligada a ela já descreveu sobre sua morte dizendo mais ou menos assim: “Morreu solitária, nua, na cama, tentando alcançar o telefone. O mundo não chegou a ouvir o seu pedido de socorro”…

Clique aqui leitor deste blog, para acompanhar durante 46 minutos, passo a passo a misteriosa e emblemática morte de Marilyn Monroe. Um documento inédito da DISCOVERY conseguiu reescrever a história. Vale a pena!!! Muito bom!!! 

4 comentários

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    • d.matt em 8 de maio de 2018 às 12:55
    • Responder

    Altamir, parabéns pelo artigo acima, você hoje está mais contido , didático e muito instrutivo. Falar de .M .M, nunca é demais. Quanto aos seus filmes, os vi todos , desde o início de carreira e o melhor sem dúvida é QUANTO MAIS QUENTE MELHOR, um clássico considerado mundialmente como a melhor comédia de todos os tempos, conforme afirmado pelo amigo no seu ótimo artigo.
    Também considero que o Western O RIO DAS ALMAS PERDIDAS é uma obra de peso, um filme perfeito, com elenco, fotografia, história e uma trilha sonora espetacular.
    Parabéns pelo seu artigo, bem completo e acima de tudo mostrando grande conhecimento sobre a mulher mais sensual do cinema, rivalizando somente com a querida Brigite Bardot
    Escrever e falar sobre MM , sua beleza sensual no cinema , grande presença cênica e talento, muito talento,m, pois ela o possuia em grau elevado e não creio que fosse uma loura burra,
    se o fosse, merecia um Oscar por representar tão bem.
    Na verdade acho que a academia de cinema ficou devendo um OSCAR a M.M. pelo seu trabalho em duas comédias : O PECADO MORA AO LADO e QUANTO MAIS QUENTE MELHOR.
    Obrigado por se lembrar da maravilhosa M. Monroe.

    • CÍCERO TAVARES em 8 de maio de 2018 às 20:50
    • Responder

    Caro Altamir Pinheiro:

    O nobre colunista retratou com conhecimento de fatos a imagem de uma das atrizes mais bela do cinema americano! Sensual ao extremo porque era talentosa.

    Talvez não fosse boa de cama como era nas suas superexposições faciais, labiais, bocais!… Maria Bago Mole lhe dava de dez a zero! (0 resto da história vem por aí! Dá um roteiro sensacional!)

    Qualquer homem sensível ficava de pau duro quando ouvisse essa deusa cantando, doidona, parabéns pra você para o presidente assassinado, John Fitzgerald Kennedy, com quem, certamente, deu muitas bimbadas!

    O artigo está muito bom! Nota dez!

  1. Prezado TAVARES,

    ……….BIMBADAS, BIMBADAS, BIMBADAS!!! Enquanto isso, eu, oh!!! Punheta, punheta, punheta,,,,

  2. Comentário fuderoso este do d.matt. Desta vez, como diz Berto Filho, ele botou pra arrombar a tabaca de xolinha!!!

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