NOTÍCIA BOA PRA CACETE!

A maioria dos ministros da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) já votou contra conceder liberdade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde o mês passado.

O julgamento do pedido de Lula, em plenário virtual, começou no último dia 4, e os ministros da Turma têm até as 23h59 desta quinta (10) para apresentar os votos – o resultado deve ser conhecido na sexta (11).

Até a última atualização desta reportagem, já haviam votado contra conceder liberdade a Lula os ministros Luiz Edson Fachin (relator), Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.

* * *

Tem um sujeito com cara de paisagem que ocupa uma cadeira no STF e atende pelo nome de Marco Aurelio Mello.

Em janeiro passado ele declarou numa entrevista que “a prisão de Lula incendiaria o país“.

Já tem mais de um mês que Lapa de Corrupto está preso por grossa ladroagem e eu não vi uma única labareda nas ruas deste país que ele citou.

Uma ínfima chama sequer. Nem uma cabeça de palito de fósforo acesa!

Pra falar a mais pura verdade, eu só vi mesmo foi duas dezenas de vagabundos e desocupados mijando e cagando nas ruas de Curitiba no plantão mais imbecil dos últimos tempos.

E ouvi também o intenso latido de uma cachorra, a ré Gleisi Hoffmann, mais conhecida como Amante na lista de propina da Odebrecht. Uma idiopata que atualmente gerencia, a mando do patrão, o estabelecimento de propriedade de Lula

O ministro (arh!!!) Marco Aurelio cagou este tolôte oral com a usual cara de priquita lambida que costuma ostentar quando excreta as bostas que carrega no lugar do cérebro.

A tal segunda turma, de maioria petralha, teve que se render às evidências (ao contrário do que acontece com o fubânico Ceguinho Teimoso) e negou a liberdade do meliante.

Este fato merece ser comemorado. Comemorado com música.

E, pra embelezar mais este momento, uma música cantada por uma militante petralha descerebrada (desculpem a redundância…).

Canta, Beth!!!

3 comentários

    • alberto santo andre em 10 de Maio de 2018 às 08:41
    • Responder

    mais um numero , da economiae saude para ajudar o ceguinho teimoso , a fazer seus malabarismo para afirmar que lula e o pt , foram os melhores governantes do brasil e , quiça do mundo ,,,, NOS ULTIMOS OITO ANOS NO BRASIL SE FACHARAM MAIS DE QUATROCENTOS HOSPITAIS QUE PRESTAVAM ATENDIMENTO DO SUS E PARTICULARES , realmente numeros dignos do maioremelhor presidente segundo o goiano , que o brasil ja teve , pena que quem precisa , trabalha , paga impostos escrochantes , que aumentaram , exorbitantemente , nos ultimos dezesseis anos , para a classe trabalhadora,;;;;; nao tenham se traduzido em mais saude , educaçao , e segurança . itens que torna um pais.;; uma naçao , quesitos os quais o brasil nunca esteve tao carente e mediocre , como comprovam dados do banco mundial e da ocde …..se os numeros do eguinho temoso fossem reais o brasil estaria pelo menos entre as vinte naçoes mais desenvolvidas , , estamos hoje na quinquagesima nona .,,,estorias nao fazem um pais , o que o torna naçao e sua educaçao e competividade …

      • Goiano em 10 de Maio de 2018 às 19:46
      • Responder

      Sei não, Alberto, eu também, deparando-me com essa notícia, que vem desde muitos anos, da perda de leitos hospitalares e de fechamento de hospitais, fico preocupado.
      Aí vem o Ministro da Saúde e diz que temos hospitais demais:
      https://exame.abril.com.br/revista-exame/para-o-ministro-da-saude-ha-excesso-de-hospitais-no-brasil/
      Ao que tudo indica, há períodos de maior e de menor crescimento:
      O estudo Estatísticas do Século XX, divulgado pelo IBGE, revelou que o número de estabelecimentos de saúde no Brasil passou de 296 em 1908 para 48.815 em 1999.
      A partir da década de 1950, as pesquisas começaram a discriminar os estabelecimentos públicos e privados. Desta forma, é possível saber que em 1951 havia 5.172 estabelecimentos de saúde no Brasil, sendo 2.617 públicos (chamados de oficiais) e 2.555 particulares. Em 1958, já eram 7.563 os estabelecimentos, 4.146 pertencentes à rede pública e 3.417 à rede particular.
      De 1976 a 2002, os dados da pesquisa de Assistência Médico-Sanitária do IBGE mostram que o setor público cresceu, nesse período, mais que o privado. Em 1976, havia 13.133 estabelecimentos, sendo 6.765 públicos e 6.368 privados. Em 1999, dos 48.815 estabelecimentos, 32.606 eram públicos e 16.209 privados.
      Já a evolução do número de leitos hospitalares para internamento pode ser acompanhada desde 1926. Naquele ano, os estabelecimentos dispunham de 47.639 leitos. Em 1930, o número caiu para 42.729 e em 1935, voltou a subir para 73.973.
      Em 1951, O número de leitos já havia mais que dobrado para 170.774. No fim da década, em 1958, eram 228.967. Na série de 1976 a 2002, é possível observar que, apesar de o número de estabelecimentos públicos ser maior que o de particulares, são estes que dispõem de um maior número de leitos para internação. Em 1976, havia 443.888 leitos para internação, sendo 119.062 da rede pública e 324.826 da rede privada. No fim do século, em 1999, eram 484.945 leitos, sendo 143.074 da rede pública e 341.871 da rede privada.

      Em 2014, o Ministério da Saúde se manifestava sobre a situação a partir de 2003:
      “A redução de leitos hospitalares e sua substituição pela atenção ambulatorial ou domiciliar é uma tendência mundial, particularmente em algumas áreas nas quais o avanço da medicina propiciou ou uma redução significativa do tempo de permanência hospitalar, como nas cirurgias realizadas por vídeo, ou que o tratamento seja realizado fora do ambiente hospitalar, em Hospitais-dia, ambulatórios ou em domicílio.”

      Ainda de 2014 as seguintes informações:
      “Os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) comprovam essa tendência. Pelo organismo internacional, será possível verificar o caso do Reino Unido, que serve de exemplo para o Sistema Único de Saúde (SUS). Entre 2003 e 2012, o número de leitos hospitalares do país caiu 26%, passando de 3,95 por 1.000 habitantes para 2,91 por 1.000 habitantes. No caso do Canadá, outra possível referência, o indicador passou de 3,4 para 2,7, entre 2008 e 2010. Outros exemplos são diversos. Diante desse processo, a entidade deixou recentemente de trabalhar com uma referência fixa e sugerida de quantidade de leitos pelo número de habitantes.
      No caso brasileiro, uma parcela significativa da diminuição de leitos hospitalares se deu pela saída dos pacientes atendidos pela saúde mental dos chamados manicômios, muitos vivendo ali como moradores por décadas e, enfim, podendo ser cuidados em liberdade. Soma-se a isso, a tecnologia que diminuiu o tempo de internação dos pacientes. Procedimentos que necessitavam de internação hoje são feitos em ambiente ambulatorial, como é o caso da vasectomia. Alia-se a esse processo, um grande número de hospitais de pequeno porte espalhados pelo Brasil, que deixaram de realizar internações e passaram a adotar procedimentos ambulatoriais, com objetivo de adequar a escala de produção e financiamento dessas estruturas, atendendo melhor as necessidades regionais.
      Em paralelo, corre um processo que tira os hospitais do centro do atendimento. O objetivo é levar estruturas de saúde mais resolutivas e próximas da população. São poucos os pacientes, por exemplo, que precisam ser removidos de uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) para um hospital. A ação desafoga o pronto-socorro e deixa para os hospitais os casos realmente mais complexos. As UPAs conseguem resolver até 97% dos problemas dos usuários que as procuram sem necessidade de encaminhamento a um hospital. As unidades possuem até 20 leitos e também são equipadas com salas de estabilização, de até 30 leitos, para tratar o paciente. Atualmente, temos 2.550 leitos nas UPAs 24h, com capacidade para atender 77,2 milhões de habitantes.
      Ainda, reforçam-se as atividades de prevenção e promoção. Nesse aspecto, estudos mostram que localidades com melhor cobertura do Programa Saúde da Família diminuem a quantidade de internações cardiovasculares e de acidentes vasculares cerebrais. Hoje, são 38.151 equipes em atuação em todo o país. Pesquisa recente realizada em mais de dois mil municípios com pelo menos um médico do Programa Mais Médicos mostrou que com o acompanhamento dos profissionais na Atenção Básica já foi possível reduzir em 20% os encaminhamentos para os hospitais.
      Atualmente, 349.209 leitos estão disponíveis nas redes pública e conveniada ao SUS. Em 2013, eram 348.386 leitos e, em 2010, 359.128. No Brasil, esse processo está presente, principalmente, na atenção à saúde mental. Desde a criação da Política de Saúde Mental no Sistema Único de Saúde, de 2001, foram muitos os avanços na assistência aos brasileiros com transtornos mentais atendidos no SUS. Com a reorganização dos serviços diante do fim das internações em manicômios, houve uma redução de 17% do total de hospitais especializados em psiquiatria com habilitação pelo SUS para esse tipo de internação – em 2010 eram 215 e, em 2014, são 178.
      Nesse sentido, em 2010, o Brasil possuía 39.587 leitos psiquiátricos no SUS contra 32.290 em 2014. Em contrapartida, estão em atuação no país 2.129 CAPs (Centros de Atenção Psicossocial), 695 Residências Terapêuticas, 60 Unidades de Acolhimento, 119 consultórios de rua e mais 800 leitos em Hospitais Gerais para atendimento a essa população.
      Cabe ressaltar que, nos últimos anos, o Ministério da Saúde tem desenvolvido estratégias para o aumento de leitos em áreas fundamentais, de forma qualificada para assegurar a garantia da qualidade da atenção hospitalar – Rede de Urgência e Emergência, Rede Cegonha, Programa Melhor em Casa. Nessa perspectiva, foram criados, nos últimos três anos, 17.786 novos leitos hospitalares e extra-hospitalares na rede pública de saúde. São leitos em serviços de urgência e emergência, em UPA 24h, em UTI, leitos clínicos e obstétricos e na rede especializada de Saúde Mental. Somente a oferta de leitos de UTI no SUS cresceu 25% nos últimos três anos, passando de 15.509 para 19.394. Os leitos de UTI são os de maior complexidade, que exigem estrutura e esforço de profissionais, além de serem destinados a pacientes em casos graves.
      Além da expansão dos leitos extra-hospitalares, vale destacar o atendimento domiciliar oferecido pelo programa Melhor em Casa. A iniciativa ajuda a reduzir as filas nos hospitais de emergência, já que a assistência, quando há indicação médica, passa a ser feita na própria residência do paciente. Hoje, mais de 11 mil pacientes recebem atendimentos em suas residências.”

      Trouxe esses elementos para a gente pensar mais um pouco sobre esse fenômeno.

  1. Parece que a caravana do Dr Moro não vai passar mesmo.O comboio veio e estacionou para ficar. Até a cachorrada já se acostumou com a situação e parou de latir. Bota no furico deles,Dr Moro!!!

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