13 maio 2018ACABOU MAS CONTINUA



Leonardo Boff informa que o ex-presidente presidiário quer resolver o problema que jurou ter resolvido

“Lula me disse que quer voltar ao poder para dar centralidade às políticas públicas e governar a partir dos pobres.

Leonardo Boff, depois de visitar Lula na cadeia em Curitiba, informando que o o ex-presidente quer trocar a cadeia pelo Planalto para acabar com a pobreza que jura ter acabado em 2010.

1 Comentário

  1. Lula continua sendo Lula. Depois de ficar milionário saqueando cofres públicos com a lorota de estar “defendendo os pobres”, Lula foi pego com as calças na mão e muito batom na cueca pela Lava Jato. Conclusão: apesar do mimimi dos esquerdoentes mentais que o idolatram e de seu advogado Cristiano Aznin, ops, Zanin, acabou no xilindró depois de tomar uma goleada de 9×0 na primeira, segunda e terceira instâncias, fora 2 lapadas no STF, onde até a tão generosa Segunda Turma o mandou pastar.
    Mas diz a regra da advocacia que, para grandes ladrões, grandes advogados: São Kakays prá cá, Pertences prá lá, Torons pracolá e por aí vai. Só que essa turma não faz caridade para ninguém. Um parecer é coisa de 1 milhão e habeas corpus não sai por menos de 5. Até porque os doutores sabem muito bem para quem trabalham, que não são inocentes e quanto têm em suas polpudas contas bancárias.
    Concluindo a melódia: Quase tudo que Lula amealhou com extorsões, safadezas, trambiques, propinas e “palestras” que ninguém viu nem ouviu, ou está arrestado pela Justiça ou está na conta de seus “adevogados”. Pode-se até trocadilhar que uma pequena parcela do muito que Lula roubou agora Pertence ao Sepúlveda.
    Então, lascado por lascado, duro por duro, liso por liso, só resta a Lula e os que o auxiliaram em quase 15 anos de assaltos ao Brasil um último golpe de mestre: bancar a vítima da “zelite”, ver se cola a farsa de preso político, contar com a grande parcela de ignorantes que ainda votam e com a leniência de nossa Justiça para tentar três peripécias muito difíceis, mas não impossíveis em Banânia: ser solto, ter sua candidatura aceita, ser eleito e, finalmente, retornar ao governo para refazer seu patrimônio.

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