15 maio 2018 CHARGES

SPONHOLZ

15 maio 2018 CHARGES

S. SALVADOR

15 maio 2018 DEU NO JORNAL

PRISIONEIRO EM HOLOGRAMA

15 maio 2018 CHARGES

MÁRIO ALBERTO

15 maio 2018 A PALAVRA DO EDITOR

COMPROVANDO A PROPAGANDA

Há poucos dias despachei pelo celular, para a minha lista de amigos do Zap-Zap, uma propaganda desta gazeta escrota, pedindo que eles repassassem pros seus conhecidos.

Uma cadeia muito eficiente de divulgação.

A propaganda era esta aqui:

Vejam que entre os vários itens auto badalativos, eu coloquei que aqui nós tínhamos “humor“.

Foi só eu fazer a distribuição deste reclame, e o estimado colunista fubânico Gooiano comprovou que fazíamos realmente humor e provocávamos frouxos de risos nos nossos leitores.

Vejam duas frases hilárias que ele escreveu em suas últimas colunas:

“Todos sabem, mas os que querem condenar Lula fingem não saber (assim como os que afastaram Dilma sabiam que ela não cometera crimes, mas a condenaram como se ela os tivesse praticado): – Lula não praticou atos de corrupção.”

“Assim como Dilma Roussef nunca cometeu o crime de responsabilidade pelo qual foi afastada, Luiz Inácio Lula da Silva jamais praticou atos de corrupção pelos quais foi condenado e está sendo investigado e processado.”

Ele escreveu esta última frase depois que Lula já estava devidamente engaiolado, dentro de rigorosos princípios da lei.

Mas o nosso estimado colunista sutilmente se “esqueceu” de dizer que seu ídolo já era um reles prisioneiro e apenas disse que ele estava sendo “investigado e processado“.

Artimanha das artes defensatórias.

Ou, melhor dizendo, das artes adoratórias da igreja vermêio-istrelada.

Não custa nada lembrar que outros processos de grossa gatunagem ainda estão em andamento e que trarão novas condenações pra se somar à primeira dúzia de anos de cadeia.

Com pouco tempo, chegaremos a uma grosa!

Pois é isso mesmo, meus caros: temos literatura, sacanagem, escrotidão, economia, putaria, política, charges, poesia e humor.

Muito humor.

“Lula não praticou atos de corrupção”.

É ou não é pra gente se mijar-se de tanto se rir-se???!!!

No espaço de comentários dos textos do nosso querido colunista Goiano, aí é que o humor abunda!!!!

Apareçam lá e comprovem.

 

15 maio 2018 CHARGES

SPONHOLZ

SIMONE MANDELBAUM – PALMITAL-SP

Bom dia, caro Editor!

Quero dizer que sou apaixonada por esse jornal e que admiro muito o seu trabalho.

É uma honra pra mim ser contribuidora.

Fiz a primeira doação e vou fazer outras mensalmente até o mês de dezembro.

Um grande abraço!

R. Vocês leitores são a força que sustenta esta gazeta escrota.

As doações estão chegando de todos os cantos e contribuem decisivamente pra mantermos o jornal no ar,  já que não temos qualquer patrocínio, seja público ou privado.

Vocês são os patrocinadores!

Muito obrigado mesmo, cara leitora.

15 maio 2018 CHARGES

SINOVALDO

QUEM MENTE MAIS, HEIN?

A guerra insana, separando famílias unidas e antigas amizades, que divide o Brasil entre a esquerda vendida ao populismo e à corrupção e a direita chucra, que considera a ditadura militar de 1964/68 uma ampliação interrompida de um jardim do Éden sobre a Terra tem suas bases em mentiras históricas absurdas e falácias políticas farsescas. Na verdade, os comunistas armados dos grupos soit-disants guerrilheiros e acusados de terroristas pelos inimigos do outro lado na luta e no espectro ideológico combateram por uma ditadura de sinal oposto, e não pelas velhas e boas liberdades burguesas proclamadas pela Revolução Francesa. E as Forças Armadas comandaram um regime que apodreceu e ruiu sobre os próprios pés de barro de seus erros, minado pela corrupção desenfreada e protegida por um feroz sistema de censura que ocultava seus malfeitos.

O golpe militar – equivocadamente chamado de Revolução pelos que o praticaram, de março/abril de 1964 – começou a ser engendrado havia 10 anos na denúncia encampada pela Aeronáutica, liderada pelo brigadeiro Eduardo Gomes, derrotado nas eleições presidenciais de 1946 e 1951, a primeira para o general Eurico Dutra e a segunda para o caudilho Getúlio Vargas, de um “mar de lama” instalado no Palácio do Catete em torno do presidente, eleito, empossado e submetido a uma saraivada de críticas feitas pelo líder do partido derrotado, a União Democrática Nacional (UDN), na Câmara, Carlos Lacerda, que não poupava o ex-ditador do Estado Novo fascista, et pour cause, populista, com apoio dos sindicalistas filiados ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). O pronunciamento militar, que parecia inevitável, terminou sendo adiado pelo tiro que Vargas disparou no coração em seu quarto de dormir, provocando enorme comoção no acompanhamento do cortejo fúnebre até o avião que levou o cadáver para ser enterrado em São Borja, cidade de onde saíra para voltar à Presidência e dar a guinada ideológica, que tornou distante sua imagem de ditador.

Um grupo de oficiais, reunidos na Escola Superior de Guerra (ESG), que tinha o codinome de Sorbonne, se reorganizou em 1961 para impedir a posse de João Goulart, um estancieiro de São Borja que se havia aproximado de Vargas e sido seu ministro do Trabalho na gestão democrática. Vice na chapa de Juscelino Kubitschek, eleita em 1955 por outro partido fundado pelo caudilho, o Partido Social Democrático (PSD), reunindo coronéis provincianos que ele havia nomeado interventores das unidades federativas durante o Estado Novo, Jango, como era conhecido, elegeu-se vice de Jânio Quadros, apoiado pela UDN. Isso porque, sob a égide da Constituição de 1946, depois da queda da ditadura, em 1945, titular e vice da chapa concorriam duas eleições paralelas.

Milionário e populista, o delfim de Gegê era muito malvisto pelos comandantes militares, seja por seu próprio currículo, seja pela proximidade do cunhado, Leonel Brizola, que no governo do Rio Grande do Sul havia privatizado a Light, chamada pela esquerda de “o polvo canadense”. A renúncia de Jânio, em 1961, alcançou o vice na China e, durante sua volta, os ministros militares tentaram lhe impedir a posse, que foi garantida pela resistência de Brizola na chamada “rede da legalidade” e pelo acordo costurado pelo ex-ministro da Justiça de Vargas, Tancredo Neves, que articulou um parlamentarismo de ocasião. Mas logo Jango conseguiu vencer um plebiscito e retomou o poder de fato. Os militares o apearam do poder, alegando que o presidente preparava um golpe de esquerda para dar o poder aos comunistas e aos sindicalistas.

A Comissão Nacional da Verdade (CNV), criada pela petista Dilma Rousseff, que tinha sido guerrilheira e presa, colheu documentos também sobre uma vasta rede de corrupção, que chegou a ser um crime pelo qual muitos políticos da velha ordem foram condenados. Neste conflito insano de hoje, notícias importantes não ganharam destaque e esta foi uma delas.

O Partido Comunista Brasileiro (PCB), filiado ao Komintern fundado por Stalin, foi posto na clandestinidade quando achava que já estava no poder e lhe faltava tomar o governo, no qual já controlava postos relevantes. No entanto, reflexo da divisão no comunismo internacional, esfacelou-se em várias tendências: o PCB manteve-se fiel a Moscou, mas de seus quadros muitos saíram para a luta armada contra a ditadura adotando a linha chinesa da dissidência de Mao Tsé-tung (e depois mudando para a albanesa de Henver Hoxha), no Partido Comunista do Brasil (PCdoB). A maior influência era da Cuba dos irmãos Castro, sob a aura heroica do argentino Ernesto Che Guevara. O PCdoB tentou uma aventura de guerrilha rural na região de Goiás e Tocantins. Leonel Brizola, usando fundos cubanos, ensaiou outra na Serra de Caparaó, em Minas Gerais. E todos foram esmagados pela irracionalidade de uma guerra em que nenhum dos componentes das miríades de grupos guerrilheiros ou terroristas tinha capacidade de enfrentar as Forças Armadas, no poder.

A guerra suja entre a esquerda armada e a direita fardada produziu ícones impróprios para serem confundidos com heroísmo. Os militares endeusam figuras abjetas como o torturador Brilhante Ustra, cujo sobrenome tem sido usado pelos direitistas que defendem ainda hoje a intervenção militar. No entanto, a figura de maior relevo era o delegado do Dops paulista Sérgio Fleury, que se destacou como matador de bandidos comuns num grupo conhecido como Esquadrão da Morte. O outro lado também endeusa seus facínoras: um foi o militante comunista Carlos Marighela, reconhecido pela capacidade de escapar dos cercos dos agentes dos órgãos de repressão pela força física. Outro, Carlos Lamarca, oficial do Exército, não é lembrado como teórico, mas, sim, como exímio atirador.

Assim como na guerrilha esquerdista, a repressão militar dividia-se em facções que lutavam pelo poder e essa luta intestina a debilitou. Mais do que pela vontade de abrir o regime numa democracia de forma lenta, segura e gradual. De fato, quando assumiu a Presidência da República, Geisel deve ter pensado em articular uma sucessão civil com o empresário e político paulista Paulo Egydio Martins. A tortura e a morte nos porões da ditadura, caso do DOI-Codi na rua Tutoia, em São Paulo, faziam parte de uma política de Estado, como confirmou agora o documento da CIA descoberto pelo pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Matias Spektor. Mas naqueles porões não havia obediência à ordem dada por Geisel de submeter execuções de “subversivos perigosos” ao chefe do SNI e depois sucessor João Figueiredo. Duas execuções célebres foram as do jornalista Vladimir Herzog e do operário Manuel Fiel Filho. Elas deram o “tiro no pé” dos torturadores, pois nenhum dos dois era subversivos perigosos, mas apenas simpatizantes do PCB e da Teologia da Libertação.

A acorrência ao culto ecumênico na Sé em homenagem a Herzog foi a primeira demonstração pública de que, desarmada e desorganizada, a sociedade descobriu que o regime autoritário não combatia apenas os “subversivos perigosos”, mas também desrespeitava a liberdade e os direitos humanos. Geisel derrotou os que se opunham a seu plano de ter um sucessor civil, mas teve de indicar um militar para seu lugar, aquele mesmo que, segundo a CIA, indicou para escolher quem matar e quem salvar na política consentida de execuções, que herdara de Médici, conforme a CIA.

Os oficiais subalternos resistentes à abertura do sistema reagiram de forma brutal e provocaram um escândalo que feriu de morte a ditadura: em 1.º de maio de 1981, no governo Figueiredo, o capitão Wilson Machado e o sargento Guilherme do Rosário levaram para o Riocentro uma bomba para jogar num show cuja principal atração seria Chico Buarque. E o artefato explodiu no colo do sargento. O general Job Santana adicionou o toque de farsa à tragédia presidindo um inquérito militar absurdo, que, de certa forma, serviu de modelo para a postura alienada do Exército, em particular, e das Forças Armadas, em geral, quando se trata de investigar e punir volações aos direitos humanos por grupos terroristas que foram derrotados na História, mas continuam impunes, pelo visto, até a eternidade.

A ditadura ruiu, a democracia foi instalada, mas as mentiras de ambos os lados persistem, fazendo mal às instituições, que continuam fragilizadas tanto de um lado quanto de outro. A esquerda erige templos a heróis da democracia que lutaram por uma ditadura e esconde os próprios crimes numa fantasia endulcorada de realismo socialista de fancaria. E seus repressores reproduzem as lorotas ao estilo Job Santana, evitando que a revelação da verdade dos fatos contribua para fortalecer as instituições.

15 maio 2018 CHARGES

MIGUEL

GEOGRAFIA DAS MÚSICAS – RIACHO DO NAVIO”

Riacho do Navio, caminho para o Pajeú; de lá ao São Francisco

O riacho do Navio é um curso d’água intermitente e afluente do rio Pajeú, atravessando o sertão pernambucano.

Sua fama se deve à música “Riacho do Navio”, composta por Luiz Gonzaga e Zé Dantas.

O riacho recebe esse nome por causa de uma pedra – na Fazenda dos Algodões, na zona rural de Floresta-PE, que lembra um navio.

A música propõe a filosofia de voltar para o simples, quando sugere que “se fosse um peixe” trocaria o imenso mar pela simplicidade do riacho do Navio. Para isso, porém, o tal peixe, mencionando na música, teria que nadar contra as águas.

Riacho do Navio – Luiz Gonzaga/Zé Dantas, com Gonzaga

Semana que vem tem mais..

15 maio 2018 CHARGES

JOTA A

BATE PAPO FIM DE TARDE


Adauta Brandão e João de Aninceto

15 maio 2018 CHARGES

SPONHOLZ

15 maio 2018 DEU NO JORNAL

SE GRITAR “PEGA LADRAO”…

O PT não cumpre o próprio estatuto, que prevê a expulsão do condenado “por crime infamante ou por práticas administrativas ilícitas, com sentença transitada em julgado”.

* * *

O PT não faz isto porque sabe que, se expulsar todos os seus figurões já condenados, o bando vai ser extinto.

A começar pelo proprietário do partido, que no dia de hoje completa 1 mês e 8 dias de cadeia, para grande alegria dos contribuintes brasileiros.

Faltam apenas mais 144 meses pra Lapa de Corrupto cumprir o total da pena que foi vaselinisticamente enfiada no seu bufante. (Fora outros processos que ainda estão tramitando…)

O ilustre petista Eduardo Suplicy e o colunista fubânico Goiano já se ofereceram pra cumprir a pena no lugar dele.

Mas o Dr. Moro não aceitou a oferta. 

Lamentável…

15 maio 2018 CHARGES

GLAUCO

15 maio 2018 AUGUSTO NUNES

COMO É QUE É?

Gleisi informa em dilmês que desconhece o passado e não tem ideia de como será o futuro

“Estamos vivendo um momento muito difícil nesse país, é o fechamento de um ciclo que se iniciou em 1988 e não sabemos bem o que vem na sequência. O pacto da democracia formal de 1988 tem 30 anos. Em termos de História não é antigo, e está sendo rasgado”.

Gleisi Hoffmann, senadora do PT paranaense e presidente nacional do partido, confirmando que a intensa convivência com Dilma Rousseff é o caminho mais curto para os interessados em dominar a arte de não falar coisa com coisa.

15 maio 2018 CHARGES

IVAN CABRAL

OS BRASILEIROS VI – LINDUARTE NORONHA

Linduarte Noronha nasceu em Ferreiros, Pernambuco, em 1930. Advogado, professor, jornalista, critico de cinema e, principalmente, cineasta. Foi o precursor do “Cinema Novo”, na opinião dos cineastas, incluindo Glauber Rocha, seu representante mais expressivo. Trabalhou como jornalista e critico de cinema nos jornais da Paraíba, onde tomou gosto pela carreira de cineasta. Ainda jovem foi ao Rio de Janeiro para conhecer o INCE-Instituto Nacional do Cinema Educativo (1936-1966). Entrou em contato com seu presidente, Humberto Mauro, contou-lhe sobre suas ideias, pretensões e pediu-lhe emprestado uma câmera e outros apetrechos.

O pioneiro do cinema brasileiro achou interessante, mas exclamou entre os presentes: “Esse rapaz da Paraíba quer que todos nós sejamos presos!” Saiu de lá com uma câmera Bell & Howell, voltou à João Pessoa e passou a filmar sob a chacota dos colegas da redação. Seu primeiro curta-metragem teve origem numa reportagem que fez, em 1958, sobre o trabalho das mulheres numa olaria do sertão, As oleiras do Olho d’Água na Serra do Talhado. O curta Aruanda, lançado em 1959, é um documentário de 20 minutos e conta a história da fundação de um quilombo e retrata a vida do ex-escravo Zé Bento com a família em busca de uma vida melhor. A palavra “aruanda” tem um significado próprio na Umbanda: um lugar utópico, o paraíso da liberdade perdida. A trilha sonora foi definida em conformidade com as imagens, com a escolha genial da comovente canção folclórica “Ô mana deixa eu ir”, recriada por Villa-Lobos.

Depois disso, o cinema brasileiro mudou completamente; inaugurou uma nova estética cinematográfica. Segundo alguns críticos, o filme está para o moderno cinema brasileiro como o romance A Bagaceira está para nosso modernismo literário. O Nordeste, sua realidade, seus mitos, texturas, asperezas, locações e personagens, abria passagem – em 1960 como em 1928, nos filmes como nos livros. O filme deu origem a uma escola de documentários na Paraíba. O filme deu origem a uma escola de documentários na Paraíba, a partir dos colegas da equipe de Noronha: Vladimir Carvalho, João Ramiro Mello, Rucker Vieira, Jurandy Moura, entre outros.

O então jovem crítico baiano Glauber Rocha comparou-o ao cineasta Roberto Rosselini, o papa do neorrealismo italiano. Quando viu o filme, Glauber ficou extasiado: “Como fui burro! Como fui burro!” repetia numa referência ao fato de ter começado com o curta O pátio (1959), que pouca coisa teria ver com os caminhos trilhados posteriormente. Glauber pressentiu que o mapa da mina estava ali e lastimou o fato de não ter seguido aquela pegada. Jean-Claude Bernardet, confirmou dizendo que o filme era “simultaneamente documento e interpretação da realidade”. E disse mais: “a fita é importante porque, além de ser uma provocação e um estímulo, além de tratar de assunto brasileiro, o faz de uma maneira que pode se tornar um estilo e dar ao cinema brasileiro uma configuração particular (fora de qualquer emprego de folclore, exotismo, naturalismo, etc.), o que este, ao que eu saiba, nunca possuiu, nem de longe.”

Outro renomado crítico, Paulo Emilio Sales Gomes, dizia que o filme era um manifesto. Na década seguinte, o Cinema Novo e o documentário nacional aplicariam suas lições. Nessa época realizou mais um filme em parceria com Rucker Vieira: Cajueiro nordestino (1962), inspirado numa monografia de Mauro Mota, retratando o ciclo do caju e sua importância para as comunidades da periferia de João Pessoa. Mais tarde, realizou o primeiro longa-metragem de ficção do cinema da Paraíba: Salário do medo (1971). Pouco antes tentou adaptar o romance A bagaceira, de José Américo de Almeida, mas não dispôs de recursos para tal façanha.

Como o cinema que realizava não era uma atividade lucrativa, e precisando trabalhar, foi Procurador de Justiça e de 1971 a 1991 foi presidente do IPHAEP-Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba. Aí batalhou pela preservação dos bens culturais, numa época em que não se dava valor ao patrimônio fossilífero. Teve um importante papel na defesa do Vale dos Dinossauros, hoje este patrimônio paleontológico é protegido pelo Governo. Em 2008, o “Festival Internacional de Documentários – É tudo Verdade” prestou-lhe uma homenagem com a apresentação de seus filmes e seu retrato filmado por Geraldo Sarno, outro mestre do documentário brasileiro. Em 2010 foi homenageado pelos 50 anos de carreira no “Cine Fest Aruanda”, festival de cinema paraibano, que leva o nome do filme que entrou para a história do cinema brasileiro. O cineasta faleceu dois anos depois, em janeiro de 2012. Pouco depois, a Fundação Cultural de João Pessoa deu nome à sua sala de cinema: “Cine Funjope Linduarte Noronha”.

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NANI

ORCHESTRA AT THE TEMPLE SQUARE

The Magnificent Seven” música tema do filme de 1960, que no Brasil recebeu o título de “Sete Homens e Um Destino“, é aqui executada pela Orquestra Temple Square, da cidade de Salt Lake no Estado de Utah nos Estados Unidos. A composição é de Elmer Bernstein.

15 maio 2018 CHARGES

SINOVALDO


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