O criacionismo baseia-se na fé da criação divina, como escrito na Bíblia Sagrada, mais especificamente no livro de Gênesis na qual Deus criou todas as coisas, inclusive o homem. Embora na prática, são os homens quem criam os deuses.

O evolucionismo fundamenta-se em pesquisas cientificas, que surgiram com o experimento de Oparin-Haldane. Eles acreditavam que os gases existentes teriam formado as primeiras moléculas orgânicas e mais tarde os primeiros seres vivos.

Você escolhe qual versão acreditar. Não identificará em nenhuma das duas hipóteses a possibilidade de encontrar nenhum ser humano que não seja macho ou fêmea. Homem ou mulher.

Pois os seres humanos do Século XXI desenvolveram um novo gênero que não pode ser reconhecido nem como macho, nem como fêmea. Eles são diferentes, são os não-binários. Um troço que ninguém sabe direito o que é, mas que deve ser respeitado e não tratado como um louco (loucos somos nós). Se o bicho nasceu macho e quer viver como mulher é um direito dele (ou dela). Porém, não dá para a sociedade reconhece-lo legalmente como mulher, por mais operação que faça, hormônios que tome e o traje que use. E vice-versa.

Eu achei ao mesmo tempo ridículo, deprimente e cômico ver uma reportagem no Fantástico que tratava desse assunto. Jovens classificaram os seres humanos não como homens e mulheres, mas como cisgêneros e transgenêros.

Cisgênero é o termo utilizado para se referir ao indivíduo que se identifica, em todos os aspectos, com o seu “gênero de nascença”. Já os transgêneros são as pessoas que não se identificam com o seu sexo biológico, mas sim com um gênero diferente daquele que lhe foi atribuído biologicamente.

Para inovar ainda mais e confundir tudo que conhecemos sobre humanos, os jovens dizem que eles não são binários. Os transgêneros podem ser não-binários, ou seja, eles não se identificam nem como homem, nem como mulher. E agora??????? Diz a artista Triz, que nasceu Beatriz e hoje se identifica assim: “Quem a gente é, como a gente se sente tá exclusivamente responsável pelo nosso cérebro decidir. Então gênero tá ligado a nossa cabeça, enquanto sexo biológico é só a estrutura do seu corpo. Não vai dizer quem você é”. Os não binários não usam as letras O e A no final das palavras para identificar masculino e feminino. Não estão cansados, ou cansadas, estão cansades. Não são burros, ou burras, são burres.

Nascer homem e querer viver como mulher perdeu a graça. Assim como as meninas já não se contentam mais em se comportarem como meninos. A moda agora é ser não-binário. Nem macho nem fêmea.

O que não sei responder é se toda essa loucura é resultado de:

1- Muita droga

2- Muita informação

3- Muita senvergonhice

4- Muita falta do que fazer

Será que essa geração tão criativa vai poder fazer alguma coisa pelo nosso Brasil? Que futuro louco parece que vamos viver.

7 Comentários

  1. Caro Carlos Eduardo, toda essa loucura é o resultado da somatória dos quatro itens que você enumerou e mais 50 anos de doutrinação comunista em nossas escolas, igrejas, universidades, mídias etc. Um quadro que vai ser difícil de ser revertido…se é que é possível ser revertido…tempos sombrios.

  2. Por mim cada um pode ser do jeito que quiser, desde que não queira que todo mundo, eu incluído, tenha que obedecer aos seus delírios autoritários.

    Eu falo como eu quero e como vem se falando há uns bons quinhentos anos. Quem não gosta, é livre para achar uma língua não-binária que os agrade.

  3. O diabo é que essa turma de LGTBs, agora enxertada de não binários etc. e tal, não chegará a lugar nenhum. Vão continuar chafurdando na merda e morrerão na praia; sempre insatisfeitos, tatuados dos pés à cabeça e bem drogados.

  4. Depois de dois anos de pesquisas sobre minha tese de mestrado em Puterologia, cheguei a seguinte conclusão: todo viado relacionado a grupos LGBTXYZ binários, cisnários, tem mais é que tomar no cú e dependendo da denominação, pode ser no, tóba, bufante, fedegoso, anel de couro, rabo, fiofó, bunda e sejam felizes, só não me encham o saco.

  5. Carlos Eduardo,

    Achei que eu era estranha por pensar diferente desta onda…

    Há diferentes opiniões, o que é muito bom, mostra que, até certo ponto somos pensantes, porém, a desordem e o caos nos levam de volta à barbárie. Falta de identidade total e, muitas vezes, sem noção do que somos. Após tanta evolução!

    Acho também, como o ex-microempresário, dos comentários, que cada um tem que ser o que quiser, mas dentro de uma identidade. Estamos deixando para trás a educação moral (veja bem, não é religiosa, MORAL). Sem contar que dá a entender que ninguém estudou biologia né?

    Muito, muito bom texto, Ideia genial de tratar o assunto. Divido das mesmas ideias.

    Trecho genial: ‘Não estão cansados, ou cansadas, estão cansades. Não são burros, ou burras, são burres.’

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