INDULTOS, SAIDINHAS, PROGRESSÕES, SEMIABERTOS, FORA!

Até quando os poderes de Estado continuarão vivendo às nossas custas sem fazerem o que devem? Até quando deixarão de lado o interesse nacional para curtirem seus “baratos” ideológicos, platitudes filosóficas e nebulosas teorias? Indignar-nos ante a violência e a insegurança é tudo que podemos e, até a isso, se permitem execrar classificando como “sanha punitivista”. Padece e não reclama!

Irmãos nossos estão sendo mortos, bens estão sendo tomados e há uma violenta guerra assimétrica declarada pelo crime contra a indefesa sociedade. Como chegamos a isso? Com governantes que deveriam construir presídios e não o fizeram e com legisladores e magistrados que, detendo o monopólio da reação, da elaboração das leis, da condenação e da execução penal, distribuindo benefícios aos criminosos na magnanimidade de quem leva presente de Natal ao asilo. Ora, por favor!

Na cena de ontem, um delegado da polícia federal foi morto dentro de casa por dois bandidos, um dos quais beneficiado por generosa “saidinha” do Dia das Mães. Na cena de anteontem, o criminoso da vez investiu, arma na mão, contra mães e crianças diante de uma escola (!), com o intuito de assaltar uma ou todas. Felizmente, o caso acabou bem, com o bandido morto graças à ação expedita e correta de uma militar. É pouco provável que se tratasse de iniciante na vida criminosa.

Graças à impunidade oficializada, sacramentada por magistrados e legisladores ideologizados e avoados, que olham para essas cenas e se penalizam dos bandidos, convivemos com condenados soltos, a praticar crimes, e há mais criminosos nas ruas do que nas prisões. A contragosto, centenas de milhares de brasileiros estão deixando o país para levar suas vidas em lugares mais seguros.

Nas próximas eleições temos que exigir daqueles em quem votarmos compromisso com a construção de presídios, apoio à atividade policial e avigoramento da legislação penal.

3 comentários

    • Arre-água em 17 de Maio de 2018 às 14:18
    • Responder

    Esta saidinha de condenados e mantidos em presídios só não choca aos malucos defensores dos que a criaram e de seus eventuais fanáticos parentes e aderentes. Como símbolo maior da irresponsabilidade do Estado, cito a saidinha da assassina “Suzane Rischthofen”, futura candidata a Deputada Federal pelo PT – dizem os jornais -, responsável pela morte dos próprios pais.

  1. Texto lúcido e perfeito, temos que mudar o CP e CPP, como está não pode ficar, penas brandas, excesso de recursos, redução de pena por bom comportamento(?), saidinhas no dia dos pais, mães, natal, ano novo, dia do LGBTXYZ. dia da vó, só falta criar a semana do presidiário! Sejamos realistas, vamos copiar literalmente as leis penais/processuais norte americanas, lá, bandido não tem boa vida nem “de menor”, não gosta da vida na cadeia? simples, não cometa crime. Simples assim!

    • Pablo Lopes em 17 de Maio de 2018 às 22:30
    • Responder

    O problema não está no código penal, mas no código de processo penal e na lei de execução penal.

    Parece que estas leis foram feitas apenas para inocentes. É como se a sociedade tivesse que pedir desculpas sempre que condena algum criminoso.

    Chega! Lugar de bandido é na cadeia, por todo tempo da condenação.

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