JERUSALÉM – CAPITAL DE QUEM MESMO?

A notícia que causou frenesi em todos os meios de comunicação do mundo civilizado na semana passada foi a decisão unilateral de Donald Trump para transferir a embaixada dos Estados Unidos, em Israel, de Tel Aviv para Jerusalem. Tal decisão coroa décadas de uma política sionista de expansão territorial e expulsão dos palestinos. Vão empurrando devagarinho, até que a coisa toda seja consolidada com o apoio, velado ou não, de inocentes úteis e aproveitadores que querem pegar jacaré na onda dos judeus.

Tudo começou quando um tal de Abraão, da cidade de Ur, na Caldeia, há uns 7.000 anos atrás, teve um sonho dizendo que ele devia se mudar para um outro lugar, na terra dos cananeus, (hoje de nome Hebron, em sua homenagem, e a 10 Km de Jerusalém) e que seus descendentes seriam mais numerosos que as estrelas do céu. Como sua esposa, Sara, já estava idosa e não tinha tido filhos, esta lhe autorizou a ter uma segunda esposa, para que assegurasse sua descendência com ela. Este escolheu Hagar, uma escrava, que logo veio a engravidar. O interessante é que Sara, aliviada do estresse e da pressão de ter que engravidar, também ficou grávida logo depois. Foi aí que começou toda a confusão!

Enciumada e cheia de direitos, agora que havia dado à luz seu filho Isaac, Sara passou a exigir que Abraão expulsasse de casa sua segunda esposa, juntamente com o filho dela. Os descendentes de Isaac, os atuais judeus, dizem que Hagar era concubina e que seu filho Ismael é um bastardo. MENTIRA! Ela era a 2ª esposa, costume muito comum naquela época, e tanto Abraão quanto Sara foram tremendamente canalhas ao expulsá-la, junto com seu primogênito, para o deserto. Na certa, tinham a esperança de que os dois morreriam rápido. Não morreram, e se reproduziram adoidado, dando origem aos árabes atuais.

O tempo passa! O tempo voa! Mais adiante, os descendentes de Abraão foram escravizados e conduzidos ao Egito. Eis que surge um líder messiânico que, depois de conduzi-los por 40 anos vagando pelo deserto na península do Sinai, certamente passando tremendas necessidades, eis que chegam à terra dos Nabateus (atual Petra, na Jordânia), onde foram bem recebidos e acolhidos. Assim que se sentiram fortes o suficiente, sua primeira providência foi baixar o cacete nos Nabateus.

Seguiram em frente e, finalmente, chegaram ao Monte Nebo, sobre o Mar Morto, donde se podia ver toda a terra de Canaã do outro lado, terra por eles considerada como sendo a “Terra prometida por Deus”.

Desceram o Monte Nebo, contornaram o Mar Morto e cruzaram o Rio Jordão. Do outro lado do rio, a primeira providência de Josué, sucessor de Moisés, foi atacar a antiquíssima cidade de Jericó, dos Cananeus, fundada havia mais de 6.000 anos já naquele longínquo ano de 1406 a.c.. Ao penetrar em suas muralhas, a ordem de Josué foi para que matassem todos os seus 20.000 habitantes. Daí para a frente, as carnificinas se sucederam. Era totalmente impossível qualquer forma de convivência pacífica com aquele povo altamente fanatizado pela sua religião e que se considerava acima de todos os demais seres humanos, tendo inclusive um mandato divino para executar as atrocidades que praticava.

A luta seguinte de Josué com os Cananeus foi pela posse da cidade de Ai. Lá, mataram cerca de 12.000 cananeus. A seguinte foi a cidade de Asor. Como sempre, foram todos passados a fio de espada. Com a morte de Josué, seguiu-se um período de uns 200 anos em que os Judeus foram dominados pelos Cananeus. Eu só estranho que os Cananeus não tenham aproveitado a oportunidade para exterminá-los, tal qual estes vinham fazendo com as suas cidades. Seguiram-se guerras com os Midianitas, os Filisteus, Samaritanos, Ismaelitas, Moabitas, Edomitas, Assírios, Babilônios, Egípcios, e outros menos votados.

Lá pelo ano 1.000 A.C., já sob o comando do rei Davi, estes decidem conquistar a capital do Jebuseus, conhecida na época como Jebus. Era uma fortaleza extremamente bem protegida, postada sobre a colina de um monte de nome Sião. Após a conquista, Davi resolveu que aquela cidade, localizada no coração da Judeia, seria a sede perfeita para o seu reino recém-unificado. No ano 970 A.C., Salomão sucede a Davi, reinando até morrer, em 930 A.C. É nesse período que são construídas as inúmeras melhorias que dão feição à cidade que passou a ser conhecida como “A cidade de Salomão” ou a “Cidade da Paz” (Yehud shalom – há controvérsia a respeito desta origem). Daí para a frente, o nome de “Cidade da Paz” passou a ser uma ironia pois, durante a sua longa história, Jerusalém foi destruída pelo menos duas vezes, sitiada 23 vezes, atacada 52 vezes e capturada e recapturada outras 44 vezes. É mole ou quer mais?

Só nos tempos modernos, já depois de Cristo, foram guerras com os gregos, romanos, persas, mongóis, islâmicos, franceses (nas cruzadas), mamelucos, otomanos, ingleses (no mandato da Palestina), e agora os palestinos, ao resistirem ao retorno dos judeus espalhados pelo mundo pela diáspora provocada pelos romanos no ano 70 D.C. Tem confusão para todo gosto. Pense num povinho renitente e encrenqueiro.

O fato dos judeus espalhados pelo mundo, traumatizados após o tratamento que sofreram quando Hitler lhes aplicou o mesmo remédio que eles tentaram aplicar em seus vizinhos do Oriente Médio durante milhares de anos, não traz em si nenhum mal. É justo e razoável! De lascar é a forma como a coisa toda vem sendo feita:

Primeiro, disseram que iriam dividir a Palestina entre os Judeus e os Palestinos. Dividiram! Só que os judeus ficaram com os jardins à beira mar e coube aos palestinos o deserto da Judeia. Depois, iniciaram campanhas terroristas visando expulsar na cara dura os milhões de palestinos que moravam lá há mais de 2.000 anos. Hitler, quando explodiram o carro do “Protetor da Bohemia e da Morávia” que ele havia nomeado, em represália mandou matar todos os habitantes da cidade onde isto aconteceu e apagá-la dos mapas. O nome do local era Lídice e virou símbolo de ignomínia eterna. Os judeus apagaram do mapa mais de 150 localidades palestinas, desde a divisão, em 1948, e ninguém deu um pio a respeito até agora.

Fizeram de tudo para expulsá-los! Os palestinos resistiram. Queriam que os países vizinhos os aceitassem. Os vizinhos, mesmo acolhendo levas imensas de refugiados, se recusaram. Invadiram Jerusalém e lá se estabeleceram, mesmo ao arrepio de todas as decisões da ONU. Implantaram incontáveis assentamentos judaicos em terras que, mesmo sendo péssimas para viver, deveriam ser dos palestinos. Cercaram as áreas palestinas e as transformaram em enormes Campos de Concentração. Monopolizaram as nascentes do recurso mais escasso na região, a água, liberando apenas migalhas para os miseráveis assentamentos palestinos. Realizaram um bloqueio nas fronteiras em que, até mesmo a ajuda humanitária de comida e remédios que lhes é enviada, é atacada pelas suas poderosas forças armadas. Estrangularam a economia e só permitem que saiam para Israel a fim de realizar trabalhos subalternos, tais como os prisioneiros de guerra, chamados de “Geist Arbeiter” (Trabalhadores convidados) pelos nazistas. Só faltam agora as Câmaras de Gás para a “Solução Final.

Ah! Antes que os imbecis de plantão comecem a me rotular de antissemita, nazista, fascista, e outros apodos menos votados, vou logo avisando:

1. Eu não encaro a questão daquela região com a visão rastaquera de um simples Fla X Flu. É muito mais complexa do que supõe a vã filosofia da grande maioria de imbecis da nossa população.

2. Sou brasileiro e, como tal, descendente direto de uma mistura de negros, índios, portugueses, holandeses e só Deus sabe o que mais. Dizem que tenho cara de árabe e que meu sobrenome é de judeu marrano de Portugal. Vá saber!

3. Tenho inúmeros amigos de origem tanto árabe quanto judaica. Alguns, como Hélio Posternak, tiveram gestos para comigo de uma dignidade e nobreza que me tornou seu eterno devedor. Outros, como o Dr. Ahmad Al-Khatib, dispensaram-me um tratamento de uma fidalguia que eu não sei se serei jamais capaz de retribuir à altura. Todos pessoas maravilhosas.

4. O que eu não gosto é ver gente que se acha as pregas querendo lascar todas as pessoas que deram o azar de viver no mesmo tempo e espaço que eles, só porque se consideram “O povo escolhido por Deus”. Também que uma terra, que já tinha dono antes, seja deles porque foi Deus quem prometeu.

E tenho dito!

28 comentários

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    • Goiano em 20 de maio de 2018 às 09:08
    • Responder

    Não é fácil acompanhar a história desses povos e menos ainda tomar partido na questão da ocupação de suas terras, sendo certo que nas disputas por territórios entre os povos a regra são conflitos, guerras, crueldades. É preciso chegar a um momento de pacificação, pois se assim não acontecesse estaríamos brigando com nossos vizinhos por terras que tomamos e por fronteiras que expandimos. A aula que acabamos de ter nos ajuda a tentar compreender a questão palestina, mas ainda assim é difícil assegurar que sabemos quem temmais, e quais,direitos. Olhando de longe, parece mesmo uma briga destinada a ser eterna.

    • Goiano em 20 de maio de 2018 às 10:35
    • Responder

    Faltou dizer: e por terras que perdemos.
    Disputa que é geral, sendo que a grande maioria pacificou-se, até mesmo pelo pagamento,pela compra de territórios.
    Além dos exemplos da América do Sul, temos as questões entre Estados Unidos e México, que ainda muitos mexicanos acham que deviam ser objeto de revisão; os Estados Unidos pegaram metade do território mexicano!

    • Cético em 20 de maio de 2018 às 11:30
    • Responder

    Muito bom artigo senhor Adonis !
    Muito bom lembrar que os vencedores escrevem a história.
    E no passado também os livros “sagrados”. Lendo o livro de Josué
    a minha impressão é a da narrativa de um grande genocídio, e nada mais.

    • C Eduardo em 20 de maio de 2018 às 11:44
    • Responder

    Paty Not Set do Alferes, 20/05/2018

    Prof Adonis sempre objetivo, sintético e prático.
    Sobre o assunto do artigo, li recentemente, um livro: “Terra Negra” de Timothy Snyder, que aborda a fase moderna deste conflito. Exatamente o período entre as duas Grandes Guerras e a criação do Estado de Israel.
    Bem interessante. Recomendo para quem se interessa pelo assunto.

    • Marcos Pontes/DF em 20 de maio de 2018 às 14:16
    • Responder

    Uma verdadeira aula de história antiga, um primor e a verve humorística do Grande Adonis, se sobressai em todos os tópicos. Genial, parabéns e comparando esta história antiga com a nossa atual, não existem diferenças, a não ser nos nomes. Os descendentes de Abraão seriam os verdadeiros descendentes do Lula, tão logo, escravizaram o Brasil (com bolsas/cotas e outros “direitos”), partiram para o butin e deu no que deu. Continue assim Adonis, precisamos do seu conhecimento.

    • d.matt em 20 de maio de 2018 às 14:17
    • Responder

    PRECONCEITO, somente vê um lado da história. Que babaquice histórica, somente quem conhece ” in loco ” o que se passou, ou passa atualmente ou passará não será iludido pelas babaquices preconceituosas do autor da cronica acima. Na verdade o que ele está querendo dizer é que é contra a politica americana, contra o Trump etc. e tal.
    Deixe de ser babaca cara, esse povo que voce defende , sempre comeu merda e vai
    continuar comendo porque é burro, preguiçoso, analfabeto, ignorante e está sempre querendo achar alguém para defende-lo. AH!, mas trabalhar, dar duro, transformar o deserto em terras férteis, produtivas a custa de muito suor. Ah! isto cansa muito.
    A Palestina continua amesma de 2.ooo mil an os atraz. Progresso ? o que é isso?
    Do defensor do genocídio de Hitler, só podíamos esperar essa cantilena anti- judaica.
    PQP, estragou o meu dia. NÃO aguento vêr pessoas preconceituosas.
    Em Tempo : Não sou Judeu, negro, árabe, americano , europeu etc…

    • Tito em 20 de maio de 2018 às 17:50
    • Responder

    Essa é a análise mais rasteira e preconceituosa da situação Israel/Palestina que já li.
    Querer atribuir o que ocorre somente a fatos bíblicos, sem analisar o século XX é, no mínimo, mostrar total desconhecimento de história e geopolítica.
    Você leu isso em alguma cartilha do Hamas?
    “Fizeram de tudo para expulsá-los! Os palestinos resistiram”, como é que é?
    Quem tentou expulsar quem? Você já ouviu falar na guerra dos seis dias? E na do yom kippur?
    Quando a ONU deu as terras aos judeus, também as deu aos Palestinos e tornou Jerusalém área internacional, quem não aceitou? Por ser deserto?, não, simplesmente porque o palestino não aceita a simples existência do povo hebreu e acha que a cidade é dele e ponto.
    Por isso, o povo árabe juntou-se com a finalidade única de aniquilar o povo de Israel, daí o ataque preventivo que, diante de todas as dificuldades – menos equipamento, menos efetivo, cercado de todos os lados – destruiu os exércitos árabes e, aí sim, como vencedores que foram diante da incompetência daqueles, ocuparam os territórios contestados, como deveria fazer qualquer vencedor. Depois vieram outras guerras, mas mesmo assim, ainda houve a devolução de boa parte dos territórios tomados por Israel, inclusive quando foi invadido pelo Egito, por pressão dos EUA, da França e da Inglaterra. Eu não teria devolvido.
    A única verdade sobre os fatos é que Israel se defende contra a aniquilação do seu povo, objetivo permanente (e escrito) dos palestinos e do povo árabe.
    A única maneira de acabar com os conflitos, seriam os palestinos aceitarem a existência do povo judeu. Mas isso nunca ocorrerá.
    Acreditar que o problema ocorre somente por disputa de terra é desconhecer a realidade.
    Fundamentalista não é o judeu. Fundamentalista é quem acha que um povo tem que ser extinto da Terra apenas por existir.
    Estude mais um pouco.

    • Adônis Oliveira em 20 de maio de 2018 às 18:29
    • Responder

    Prezado Editor,
    Não estou conseguindo acessar os comentários relativos ao meu artigo.

    Será a ação de algum hacker sionista?

    • Maurício Assuero em 20 de maio de 2018 às 18:38
    • Responder

    Adonis, um relato extraordinário. Uma abordagem com muita propriedade.

    • Adônis Oliveira em 20 de maio de 2018 às 19:11
    • Responder

    Prezados amigos,
    Apesar de meu Habeas Corpus preventivo colocado no texto, parece que algumas pessoas de raciocínio limitado fizeram interpretações de meus argumentos que não correspondem à realidade. Assim, mesmo sabendo que… Um imbecil… é um imbecil… é um imbecil… e vai continuar sendo por toda a eternidade, vou fazer alguns esclarecimentos, só para que não restem dúvidas a respeito de meu posicionamento.
    1- Eu nunca defendi, em lugar algum do texto, o extermínio do povo judeu. O que fiz foi simplesmente uma analogia entre o genocídio por eles praticado, ao invadir a terra de Canaã, o que sofreram nas mãos de Hitler, e o que estão praticando contra os palestinos hoje.
    2- Será que eu entendi direito este senhor? Que, pelo simples fato dos palestinos serem simplórios criadores de ovelhas, e os judeus serem um povo de ganhadores de Prêmio Nobel e controladores das finanças internacionais, juntamente com os meios de comunicação, então estes merecem tomar a terra ancestral dos simplórios e tratá-los a pontapés, tal qual um cão raivoso? É isso?
    3- A ONU NÃO DEU A TERRA AOS PALESTINOS! A terra era deles há mais de 3.000 anos. A ONU se meteu na questão para dar a terra aos judeus. Apesar destes serem uma pequena minoria na população local, receberam de presente mais de 52% do território e sempre a melhor parte. Só que, insatisfeitos, decidiram tomar o restante e, para isso, tiveram que praticar uma verdadeira limpeza étnica.
    4- Quanto ao fato de só podermos conhecer alguma coisa in loco, é UMA GRANDE BESTEIRA! Caso isso fosse verdade, nosso conhecimento seria extremamente limitado. Mesmo assim, posso dizer que meu conhecimento da situação, mesmo não sendo essa a questão, É IN LOCO. Foi por isso que coloquei a minha foto no Monte das Oliveiras, num local conhecido como “Dominus Flevit”, pois foi onde o Senhor Jesus chorou, no dia anterior ao domingo de ramos, quando rogou a conhecida praga sobre Jerusalém que continua válida até hoje.
    Voltarei ao tema. Aguardem-me!

    • Tito em 20 de maio de 2018 às 19:22
    • Responder

    Taí uma coisa que concordo. Imbecil será sempre imbecil, mesmo dizendo que conhece a situação in loco. Além do que, não sabe interpretar o que lê.
    Não disse que o autor defendeu genocídio e nem me referi a esse genocídio bíblico. Não entendeu, tente ler de novo. Falei do objetivo ATUAL dos povos árabes. Quer que eu desenhe?
    Conhecer in loco a situação não é conhecer história, concordo, e história você não conhece. História não é coisa recente, nem é escrita por determinado lado. É, ou deveria ser, isenta.
    O autor, além de imbecil, é ignorante.
    Repito, vá estudar. Estudo é a única coisa que muda a ignorância.

    • Tito em 20 de maio de 2018 às 19:39
    • Responder

    Só um complemento que esqueci.
    Há 3000 anos o continente americano era dos índios. Temos que devolver?

    • Tito em 20 de maio de 2018 às 20:17
    • Responder

    Putz, ando meio distraído ultimamente e não sou chegado a ver foto de homem, mas agora reparei em uma coisa.
    O articulista citou a sua foto no monte das oliveiras para dar veracidade ao que escreveu. Foi tipo ,”Adonis esteve aqui”.
    O que reparei na foto foi um imbecil usando um keffiyeh, mas não sei se ele também tirou uma foto usando um kippah, será?
    Isso é que é isenção! Melhor mesmo é eu prestar atenção ao que interessa.

    • A verdade está lá fora em 20 de maio de 2018 às 20:33
    • Responder

    No mandato do primeiro presidente da Onu , Osvaldo Aranha, foi reconhecida a criação de Israel. Em 2014 a Dilma vai na Onu e quer estocar vento. Agora em 2018 vem este colunista e fala um monte de besteira. Em 70 anos o Brasil regrediu muito intelectualmente.

    • Adônis Oliveira em 20 de maio de 2018 às 21:07
    • Responder

    Prezados Tito e “A verdade está lá fora”, seja quem for.
    Os senhores estão muito raivosos.
    Partem para a agressão com uma facilidade imensa.
    Estão com as hemorroidas coçando, é? Vão dar um taquinho de bunda, só pra relaxar que essa raivinha toda passa.

    • CÍCERO TAVARES DE MELO em 20 de maio de 2018 às 21:07
    • Responder

    Professor Adônis de Oliveira:

    Um mestre de alta catilogência. A cada artigo seu lido por mim no JBF um aprendizado a mais!

    JERUSALÉM – CAPITAL DE QUEM MESMO? se encaixa perfeitamente nos ensinamentos do historiador bíblico cearense, Jeovah Mendes, talvez um dos melhores conhecedores do cristianismo de todos os tempos!

    Suas obras, que vão de Os 30 Papas que Envergonharam a Humanidade, os 34 Papas que Enalteceram a Humanidade, até a Vida de Jota Cristo, dos 13 aos 33 anos de vida, são puras aulas do cristianismo, passando a limpo toda putaria da igreja!

    Parabéns, Grande Mestre, mais uma vez pelos ensinamentos!

    • Tito em 20 de maio de 2018 às 21:14
    • Responder

    Caro Adonis, quem mesmo partiu pra agressão? Quem chamou quem de imbecil primeiro? Quem mesmo está precisando dar?
    Tenha argumentos. Não tem, né? Parece petista.

    • Adônis Oliveira em 20 de maio de 2018 às 23:42
    • Responder

    Prezado Tito,
    Quem falou que eu estava defendendo o genocídio nazista foi seu colega em agressão contra mim.
    Tomastes as dores porque quisestes. Sobrou porrada para ti de graça!
    Aliás, não foi tão de graça não pois me classificastes reiteradamente como ignorante.
    Quanto a eu conhecer história, ou não, faz o seguinte: Dá a cara às tapas e escreve um artigo me contestando com os fatos históricos que, segundo a tua opinião, eu desconheço.
    Será uma bela ocasião para que eu possa aprender um pouquinho mais.
    Grande abraço.

    • d.matt em 20 de maio de 2018 às 23:58
    • Responder

    Estive lendo os seus artigos anteriores e notei em muitos deles dose fortes de preconceito,
    em geral. Está bem claro a sua posição anti semita. O que não está claro é a sua afirmação de que os Judeus são invasores e estão dizimando o povo Palestino. Porque os palestinos
    não se esforçam e trabalhem para tornar a sua terra um lugar próspero ? Na atualidade eles estão de olho no progresso e no resultado do trabalho dos judeus que transformaram aquele deserto em um paraíso agrícola e porque não dizer também cultural, o que sempre foi uma tradição do povo Judeu.
    No seu comentário das das 18:29 , diz que o seu site teria sido obstruido por um Hacker Sionista. Porque não simplesmente um Hacker ?
    Ao partir para ofensa pornográfica ao comentarista Adonis, demonstra que apesar de todos os títulos que possa ter e diplomas pendurados nas paredes, você não tem
    muita certeza intelectual. Está acostumado a receber muitos elogios, mas desta vez……….
    Um ignorante, é sempre um ignorante, sempre um ignorante.

    • Adônis Oliveira em 21 de maio de 2018 às 00:13
    • Responder

    Prezado d.matt,
    Com relação aos sionistas, eu não tenho preconceito não! Eu tenho CONCEITO!
    Este conceito que eu tenho vem, não de qualquer preferência por raça, religião, cor, ou o que quer que seja. Vem das ações que eu os vi praticando, que li em abundantes documentos fidedignos que eles praticaram, e em abundantes depoimentos de pessoas que eu considero absolutamente isentas quando me narraram os fatos de suas vidas. Pois bem: Estas ações me causam nojo e embrulham o estômago.
    Peço-lhe um grande favor. Não confunda minha posição absolutamente contrária ao terrorismo sionista com antissemitismo. Talvez você não saiba, ou não queira saber, mas são coisas absolutamente distintas.
    Quanto ao meu comentário jocoso sobre um possível Hacker sionista, creio que o amigo está levando demasiadamente a sério um simples chiste.
    Com relação ao comentário pornográfico, creio que foi o senhor que iniciou a agressão.

    • d.matt em 21 de maio de 2018 às 00:47
    • Responder

    CONCEITO, preconceitos são tal como sinônimos, Veja o que diz o Dicionário Michaelis PRECONCEITO :
    (pré+conceito = conceito ou opinião formada antes de ter os conhecimentos adequados .)
    Conceito :….opinião.
    No inicio do seu comentário acima, voce esclarece claramente porque tem tanto ódio aos Judeus. Tem nojo que lhe embrulham o estomago. Taí, agora entendi sua isenção.
    Dá para entender o seu ” CONCEITO ” pelos fatos narrados por pessoas isentas.
    Me parece agora que os fatos são mais graves do que supunha. Tá difícil entender esse
    Conceito sem o pre.
    Voce diz ser contrário ao terrorismo sionista, mas não condena o terrorismo anti sionista
    pelo que pude entender. Ao menos não ficou claro.
    Lamento professor, mas mais uma vez não vai ganhar elogios fáceis.

    • Adônis Oliveira em 21 de maio de 2018 às 01:24
    • Responder

    Prezado d.matt,
    Guarde seus elogios para quem mereça mais que eu. Não faço a mínima questão.
    Quanto a ter ódio aos judeus, pare de me imputar coisas que não disse, principalmente através do uso de falácias simplórias.
    Judeu NÃO É SINÔNIMO DE SIONISTA! Ter nojo das ações sionistas não é ter ódio de judeu.
    Chega! Por mim, está encerrado esse papo de maluco.
    Não se dê ao trabalho de responder porque minha cota de discutir besteiras já se esgotou com o senhor,

    • Goiano em 21 de maio de 2018 às 12:36
    • Responder

    Poderíamos voltar a falar da condenação e prisão do Lula, para amenizar os ânimos? Aí todos estariam de acordo, ninguém chamaria alguém, que não fosse eu, de burro, e a paz voltaria a quase reinar.

      • Republicano de Curitiba em 21 de maio de 2018 às 13:26
      • Responder

      Goiano

      Desta vez “matastes a pau”. Concordo contigo. No meu entender o que ocorre nos Médios Orientes ou nestes lugares é briga geo-política e econômica. Judeus e Palestinos são massa de manobra do imperialismo de direita e esquerda.

      • Tito em 22 de maio de 2018 às 21:38
      • Responder

      Porra Goiano, nunca te chamei de burro, só de cego . Aliás, te acho muito inteligente. Só sinto que você a use de maneira errada por conta da sua deficiência visual. Grande abraço e leia o meu artigo em resposta a este.

        • Goiano em 22 de maio de 2018 às 22:03
        • Responder

        Já li, Tito, logo que saiu. Tenho comentado pouco, porque é para mim um material nebuloso, ainda não pude compreendê-lo e, antes de tomar partido, penso que – como aliás disse em um comentário aqui – é preciso que, assim como foram pacificadas, de uma maneira ou de outra, questões de terras como as dos Estados Unidos , que tiraram metade do território mexicano para eles, nós que pegamos uns e perdemos outros, e até internamente, questões como a do Contestado Minas/ Espírito Santos, e outros tantos na Europa Oriental etc. etc. etc., essa questão ora debatida precisaria encontrar uma solução, pacificar-se. E cabe a eles lá fazê-lo.

    • d.matt em 21 de maio de 2018 às 13:11
    • Responder

    Não vou responder o seu comentário.
    Peço licença ao colunista desta Gazeta Fubana, RONALDO TITO VIEIRA – COLUNA DO CORONEL, PARA REPETIR COMO RESPOSTA, um trecho do seu artigo, publicado
    HOJE, NESTA QUERIDA GAZETA FUBANA.
    ……..FIQUEI PUTO COM O ARTIGO DO ADONIS OLIVEIRA, QUE ATACA O ESTADO DE ISRAEL SEM CONHECER A HISTÓRIA. O ARTIGO DE QUEM PARECE, CONHECE A HISTÓRIA PELA MIDIA ESQUERDISTA. ……….
    FALOU E DISSE. Sem mais comentários.

    • Maurício Assuero em 21 de maio de 2018 às 13:20
    • Responder

    Eu acho que a melhor expressão desse debate foi colocado por Carlos Eduardo: ideias são presentes que se trocam e cada um leva o seu. Eu achei interessante o artigo de Adônis e nunca me coloquei favorável ao que foi feito ao povo judeu por Hitler. A história registra fatos e estes foram apresentados aqui sem a pretensão de se colocar a favor do preconceito. Não vejo isso como um instrumento capaz de aumentar a guerra no oriente médio, mas foi aberto uma oportunidade de análises dos fatos. Bom seria, que alguém buscasse fatos que fossem de encontro ao que Adônis disse. A fuga dos judeus com medo da perseguição fizeram criar sobrenomes para se ocultar. Oliveira é um deles. Vai que Adônis Oliveira tem sangue judeu…

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