JERUSALÉM- CAPITAL DE QUEM MESMO, ADONIS?

Meus queridos leitores fubânicos, sei que tem muito tempo que não escrevo, ando sem nenhum saco. Vejo as mazelas que os brasileiros estamos passando e me sinto, como todos nós, acredito, sem forças pra reagir.

Não vou escrever sobre Brasil, é muito complexo e não tenho essa competência.

Vou escrever sobre história, história da relação Israel/Palestina, tanto em moda na tal imprensa mainstream. Aquela, que a todos acusam de fakenews, mas que são as principais produtoras de notícias ideológicas ou, no mínimo, as principais omissoras de notícias reais.

Já disse a vocês que me inspiro quando bebo ou quando fico puto. Estou maneirando muito na bebida por conta de um câncer de cólon, nem tanto quanto o Berto, que virou abstêmio à força. Mas fiquei puto com o artigo do Adonis Oliveira que ataca o Estado de Israel, sem conhecer a história. Artigo totalmente tendencioso, de quem, parece, conhece a história pela mídia esquerdista. Deve ser assíduo nos telejornais.

Bíblia tem história, mas tem metáfora também. Os hebreus foram escravizados pelos egípcios, fugiram no famoso êxodo. Legal, aí vagaram por 40 anos no deserto até que reuniram um exército e conquistaram Canaã, dizimando todos os povos que habitavam a região, por ordem de Deus(?). Começou aí a saga dos judeus que desalojaram e mataram os verdadeiros donos da terra, os palestinos.

Se fosse ordem de Deus, tudo estaria explicado e ninguém iria contestar. Né, Adonis?

Mas metáforas a parte, o que ocorre naquela região nada tem a ver com a Bíblia. Tem a ver com geopolítica, simples assim.

Na realidade, foram conquistas, como muitas que ocorreram durante a história da humanidade, passando por Roma, Alexandre, Gengis Kahn, Napoleão e Hitler. Mas… eles tomaram pela espada e perderam pela espada, não creio que tenha havido intervenção da ONU.

Os povos que retomaram seus territórios o fizeram pela competência e pelas armas. Por que os árabes não fizeram?

Se fosse por tempo – O Adonis diz que são 3000 anos-, Jerusalém, que é disputada pelos palestinos por ser a cidade sagrada do Islam, porque nela Maomé acendeu aos céus, tudo, de cara, estaria errado. O judaísmo e o cristianismo surgiram milénios ou séculos antes do islamismo, que só surgiu no Sec VII. Então, de quem é a cidade? Pra quem é mais sagrada?

Se fosse por tempo, o continente americano deveria ser devolvido aos índios.

Não vou aqui escrever a história da criação de Israel, basta que se leia nos livros e que se veja os tantos documentários que existem sobre o assunto.
Salomão foi o terceiro rei de Israel, quase mil anos antes do nascimento de Cristo.

Deixo a pergunta: Jerusalém – Capital de quem mesmo?

28 comentários

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    • C Eduardo em 21 de maio de 2018 às 12:20
    • Responder

    Paty Not Set do Alferes, 21/05/2018
    Coronel, lamento saber do seu problema de saúde. Estava dando falta dos textos do confrade. Desejo que tenha completa e rápida recuperação.
    E que volte a ter inspiração não raivosa, para expor suas ideias. Sabe aquela mensagem chinesa: Quando os homens trocam presentes cada um sai com um presente. Quando os homens trocam ideias, cada um sai com duas ideias.
    O debate deve somar.
    Um grande abraço.

      • Tito em 21 de maio de 2018 às 17:44
      • Responder

      Obrigado, amigo. A doença está controlada. Faço exames frequentes e visito o médico de três em três meses.

    • Joao Francisco em 21 de maio de 2018 às 13:00
    • Responder

    Mensagem correta e direta do Coronel.

    Desde quando li o Artigo do Adonis, pensei o mesmo que o Coronel; alguém influenciado pelas ideias da esquerda.

    Não tive a capacidade de pesquisar para contrapor os argumentos colocados no primeiro artigo; porém uma frase do Coronel já define tudo: O que acontece no oriente médio é geopolítica.

    No mais o desenho juntado pelo Coronel é auto explicativo do que acontece lá: de um lado um terrorista mascarado no ataque com uma AK e um bebê de escudo, do outro lado um soldado protegendo uma criança.

    De um lado ditadura da charia, atraso, exploração, fome e pobreza, apesar de bilhões de dólares de ajuda. Do outro lado, democracia, obstinação, ciência, capacidade criativa e persistência em sobreviver, apesar de cercados por gente hostil por todos os lados.

      • Tito em 21 de maio de 2018 às 17:45
      • Responder

      Disse tudo. Abraço

    • Adônis Oliveira em 21 de maio de 2018 às 13:01
    • Responder

    Prezado Coronel,
    Antes de mais nada, estimo-lhe melhoras e, pode ter certeza, o senhor estará presente em minhas orações; (Para Alah, Yaveh, Deus, Júpiter, quem estiver no comando, seja com que nome for).
    Creio que finalmente chegamos a um campo em que as ideias (e os fatos) poderão ser discutidos serenamente. Por favor, não fique puto comigo. Isto lhe pertubará o raciocínio e eu não poderei aprender a partir das suas argumentações.
    Com relação ao fato que o senhor cita, da “Lei do mais forte” ter sido a tônica absoluta na história humana, se eu o negasse seria o máximo de estupidez da minha parte.
    Ocorre, porém, que é exatamente contra a predominância desta barbárie que me rebelo. Creio que foi exatamente para evitar esta lei que criamos os governos, a ONU, e tantos outras instituições civilizadas. Pode me chamar de sonhador, alienado, o que for. Mesmo assim, fico firme ao lado da ideia de que o justo e o certo são o justo e o certo por si só. Independente de quem é o mais forte.
    Ao final, seria interessante que as coisas fossem tão simples quanto apresenta a charge do senhor. Não é!
    Há radicalismo islâmico? Sem dúvida nenhuma. E como há. São de lascar e não há quem os aguente.
    Por causa disso, todos os palestinos são dignos de serem chacinados? Não é bem assim.
    Se formos falar de radicalismos, nenhum dos lados fica a dever nada ao outro.
    Como este espaço é pequeno, escreverei outro artigo paa detalhar melhor meu ponto de vista.
    Grande abraço.

      • Tito em 21 de maio de 2018 às 17:52
      • Responder

      Adonis, antes de mais nada, obrigado pelas suas orações, e como disse, a doença está controlada.
      Espero o seu novo artigo e peço que você fale mais e prove o genocídio de palestinos, vai ser difícil, pois não há. Genocídio, ouve do judeus na Segunda Guerra e provas não faltam.
      Sobre o radicalismo islâmico, vou republicar o que escrevi há tempos na minha coluna, pois creio que os artigos antigos não estão mais disponíveis aqui no JBF.
      Abraço

    • Maurício Assuero em 21 de maio de 2018 às 13:03
    • Responder

    Realmente, há tempo que não vemos um texto do Coronel por aqui, mas está explicado. Lamento, profundamente. Bom, achei extraordinária a analogia que Carlos Eduardo fez e entendo que esse espaço é para isso mesmo: trocar ideias, sem que se pretenda com isso tomar posse da verdade. Entendo que o texto de Adônis foi isento de partidarismo e teve uma conotação histórica mesmo. Certamente não se matou porque Deus mandou, mas se mata, ainda hoje, EM NOME de Deus. Josué em Jericó fez uma carnificina; Jael convidou Sísera à sua tenda, lhe deu leite, botou o cara para dormir. E depois martelou a cabeça do cara com uma estaca. Porque, ele era chefe de um exercito contrário ao “povo de Deus”. Nenhuma das carnificinas bíblicas encontram respaldo no mandamento “não matarás”, embora cada um tenha o direito à vida e os homens entenderam isso com o instituto da legitima defesa. Josué é considerado o primeiro juiz. O julgamento dele em Jericó, foi execução sumária. Cada um decide de acordo com seu livre arbítrio.

      • Tito em 21 de maio de 2018 às 17:53
      • Responder

      Obrigado, abraço.

    • Ex-microempresário em 21 de maio de 2018 às 14:47
    • Responder

    Sobre brigas e guerras, vale uma frase cunhada pela minha irmã:

    “Quando um não quer, o outro vira para o lado e dorme”

      • Tito em 21 de maio de 2018 às 17:54
      • Responder

      Seria ótimo se fosse tão simples. Abraço

    • CÍCERO TAVARES DE MELO em 21 de maio de 2018 às 18:31
    • Responder

    Tito:

    Melhora, é o que te desejo nesse momento. No mais, que continues produzindo esses textos argumentativos com o ótimo professor Adônis Oliveira, que só faz enriquecer mais ainda o JBF!

    Parabéns ao Coronel e congratulações ao professor!

    • Adônis Oliveira em 22 de maio de 2018 às 00:26
    • Responder

    Prezados amigos,
    É dificil dizer o quanto é prazeroso participar deste grupo.
    Aqueles que quiserem conhecer mais um pouco a respeito da última chacina praticada em Gaza, acessem o site do AVAAZ e assinem a petição solicitando um mínimo de moderação e de humanidade das tropas israelenses.
    O site é: https://secure.avaaz.org/campaign/po/gaza_end_the_massacre_loc_po_rb/?bgQNyib&v=106215&cl=14513441479&_checksum=16dcc742f2c9166c6985af4c15548cf31be41914a0810e5df920779c7aca7aec
    Só nos protestos da última semana, por conta da transferência da Embaixada americana para Jerusalém, atiradores israelenses mataram mais de 60 manifestantes desarmados e mais 1.300 estão feridos. A maioria são jovens, muitos deles crianças.
    Um policial israelense ficou levemente ferido por uma pedrada.
    Se isso não é um genocídio, eu não sei mais o que esta palavra significa.

      • Tito em 22 de maio de 2018 às 20:54
      • Responder

      Ai,ai…vamos lá.
      Genocídio: extermínio deliberado, parcial ou total, de uma comunidade, grupo étnico, racial ou religioso.
      Genocídio não se dá em embate, em confronto, se dá no ataque deliberado em uma comunidade, em um campo de refugiados ou até de concentração. Não morrem 60, morrem milhares ou milhões. Mas claro, a esquerda adora usar esses termos quando grupos simpáticos são “agredidos” e muita gente, por ignorância, embarca na fakenews. Sobre a imprensa, já falei.
      Morreram 60 e 1300 foram feridos. Que números! Muitas batalhas ferozes em guerras não tiveram esse número de baixas. Alguém isento contou, ou apenas se repetiu os números passados pelo Hamas? Normalmente os “oprimidos” tendem a majorar muito esses números. Eu, particularmente, não acredito. Para 1300 ficarem feridos devem ter contado até quem deu uma topada quando correu.
      Genocídio, sofreu o judeu.
      Não é por acaso que a ONU usa oficiais observadores de vários países nos conflitos, e uma das funções deles é contar o número de cadáveres de cada lado, você sabia disso, Adonis?
      Você já reparou que quando as CUT da vida fazem alguma manifestação dizem que 10000 participaram quando a polícia diz que foram 500?
      Mesmo tento havido baixas, eu não duvido, não foram porque os pobres palestinos estavam fazendo um protesto pacífico. Havia gente do Hamas em vários carros com autofalantes incitando os inocentes úteis (maioria) a derrubar a cerca e invadir o lado israelense.
      Você já ficou diante de uma turba descontrolada, Adonis? Eu já. Não reaja e vão passar por cima de você e te massacrar.
      Força desproporcional? Quanta balela de quem não conhece porra nenhuma de segurança. Se te atacam com uma faca e você está com uma arma de fogo faz o quê? Pede pro agressor esperar um pouquinho para que você busque uma faca?
      Estavam usando fundas para atirar pedras nos soldados. Eles deveriam ter trocado os fuzis por fundas?
      Eram milhares contra centenas. Deveriam os soldados também pedirem para que esperassem enquanto reunião outros milhares? Valha-me Deus! Ou é muita ignorância ou é muita má fé. Voto na segunda.
      Vamos assinar esse abaixo assinado que, com toda a certeza, foi feito por um perfeito idiota esquerdista. O governo de Israel vai ler e mudar de conduta, afinal, meia dúzia de inocentes úteis brasileiros assinaram. Quer quiser fazer papel ridículo que o faça, eu não.

    • alberto santo andre em 22 de maio de 2018 às 09:13
    • Responder

    apenas um adendo a estoria do adonis , um dos ex lideres do hammas , afirmou a bbc , que a maioria dos mortos nesta intifada , promovida pelo hammas , eram na sua enorme maioria , soldados do grupo terroristas ,e que caso tenha visto a tv israelense , nos dias que aconteceram os entreveros , haviam inumeros terroristas armados , quanto a regiao do oriente meio desde a epoca dos assirios , esta regiao vive em guerra , portanto nao e o estado de israel que acendeu a fogueira da intolerancia , como tambem a mudança da embaixada dos eua , tambem nao foram o motivo destas manifestaçoes , na realidade se formos analizar friamente a historia , recente veremos que um dos maiores culpados pela proliferaçao exponencial do terrorismo e dos genocidios reais que aconteceram nestes ultimos anos tem um patrono , barack obama. pois afinal quando se da o direito a quem historicamente nao o teria , turbina-se a ignorancia , se formos analizar , sem tendenciosismo veremos que o politicamente correto e a defesa dos pseudos esquecidos pela sorte veremos que na realidade simplesmente turbinamos a mediocridade , e o direito , e simplesmente alijamos o dever e a obrigaçao , e estes que se julgam donos do direito , sendoassim nao respeitam as leis ,, vemos o politicamente coreto emtodas as instituiçoes mundiais , desdea igreja catolica ate a onu , e o politicament correto criou o direito dos manos , que substituiu o direito dos mansos , quanto a jerusalem , ela nao e capital da palestina, , pois historicamente ela ja foi capital dos judeus ,muito antes de ser capital da igreja catolica , e depis que vieram os palestinos , e antes de tudo ai era a assiria ,. isto e historia , quanto ao comentario que quando um nao quer, vira as costas , para nao brigar , escrito pelo ex micro empresario , tivemos a pouco tempo comprovado que nao e bem assim , com o caso do empresario agredido pelos maninho do pt , o empresario virou as costas e foi agredido , portanto esta maxima pode funcionar entre casais , quando ainda estao em convivio normal , ja em disputas nem entre casais ,…frase deum colega do meu pai que fez parte dos capacetes azuis , na decada de sessenta no ooriente medio , … dizia ele, enquanto tiver arabes e muçulmanos devarias etnias , podem ter certeza de uma coisa nunca havera paz naquela regiao….pois se nao tiverem com quem brigar , brigarao com sua sua imagem refletida no espelho …o isla como toda a religiao , foram formadas por expertos para seduzirem os alienados como o e feito ate hoje .

      • Tito em 22 de maio de 2018 às 21:00
      • Responder

      Concordo com você no que se refere ao Hussein Obama. No más, leia a minha resposta acima. Abraço

    • Joao Francisco em 22 de maio de 2018 às 11:00
    • Responder

    O que os “manifestantes” querem é acabar com um muro ou cerca que divide a faixa de Gaza de Israel.

    Colocaram crianças na jogada para usar como escudo. Inclusive colocaram uma menina, Layla, que teria sido morta por uma bomba de gás lacrimogênio lançada pelo exército de Israel, enquanto a menina estava em uma ambulância.

    O que estava fazendo esta menina em uma ambulância em um local de conflagração e de atritos?

    Quando não havia este muro havia atentados constantes em Israel. Após o muro estes acabaram.

    O Hamas já disse que seu objetivo é a destruição de Israel.

    Cerca de 60% da população de Jerusalém é de palestinos que convivem com judeus e não faz o menor sentido esta tese do genocídio.

    Isso é coisa de zisquerdóides, e o avaaz serve a eles.

    Israel tem o direito de se defender.

    É uma democracia. Desenvolveu aquela região, que não dava nada e nem petróleo tem.

    O Hamas não aceita isso, porém até o filho de um dos chefes de um destes grupos radicais já foi tratado em Israel nos modernos hospitais de lá.

      • Tito em 22 de maio de 2018 às 21:02
      • Responder

      Disse tudo. Abraço

    • d.matt em 22 de maio de 2018 às 15:18
    • Responder

    A sorte desta Gazeta Fubânica é ser lida por pessoas , que usam a sua
    inteligência no bom a mau sentido. Neste caso específico desta celeuma, da qual tive também alguma participação, pois fui o primeiro a contestar o artigo do prof. Adonis
    de Oliveira, está evidente que TODOS os comentáristas estão a favor da contestação da
    da tése do prof, Adonis, uma falácia gigantesca, torcendo a realidade. A dialética do prof. Adonis não se sustenta em bases sólidas, conforme contestou numa resposta admirável, o comentarista Alberto Santo André que disse tudo que eu gostaria de ter dito. Não o disse, talvez porque não tenho capacidade intelectual como a sua.
    Saliento também um trecho do seu comentário em que diz que um dos culpados pela situação atuaL NA PALESTINA , o patrono foi Barack Obama (muçulmano disfarçado de ovelha ), pois quando se dá o direiro a quem historicamente não tem, turbina-se a ignorância – Acrescento : Grande verdade já comprovada inúmeras vezes. Outra grande burrada do Obama foi a sua política na Coréia do Norte que está gerando agora um conflito em proporções muito maiores da Asia.
    Para terminar quero agradecer e parabenizar o nosso colunista desta Gazeta Escrota
    Ronaldo Tito Vieira que com a sua inteligência e bom senso , como um bom Juiz,
    colocou a quem devia no seu devido lugar.

      • Tito em 22 de maio de 2018 às 21:03
      • Responder

      É isso aí, amigo. Leia o que escrevi acima. Obrigado e um abraço.

    • Pablo Lopes em 22 de maio de 2018 às 16:26
    • Responder

    Caro Tito,

    Não queria meter a colher nesta história; é vespeiro dos grandes e não tenho tempo pra embasar minha ponderações.

    Mas acabei cedendo à tentação de escrever por duas razões: a primeira foi que a tensão baixou e a urbanidade voltou a sessão de comentários. A segunda foi a ilustração que o senhor utilizou em vossa coluna. E é sobre ela que peço vênia para discordar:

    Considero a charge uma simplificação e generalização impróprias à importância do debate. E o faço em razão do histórico de conflitos na região.

    Se, por um lado inimigos de israel já utilizaram inocentes como escudo, por outro o exercito Israelense nem sempre preservou vidas inocentes (crianças, mulheres e idosos), haja vista o terrível episodio dos campos de refugiados de Sabra e Chatila, no Libano. (perdoe se a grafia estiver errada), em 1982.

    Naquela ocasião, o comando militar israelense, que controlava os campos, permitiu e incentivou a invasão de milicias cristãs que, a pretexto de capturarem membros da OLP (inimigos de Israel) massacraram impiedosamente idosos, mulheres e crianças.

    A morte de inocentes já era de conhecimento das autoridades israelenses desde o início das operações, mas nada foi feito para evitá-las.

    O ex-primeiro ministro Ariel Sharon, que comandava as tropas na ocasião, fingiu de morto e nada fez para proteger os refugiados, muitos deles crianças pequenas. Foi um dos episódios mais vergonhosos da história recente de Israel.

    Só mencionei este fato para demonstrar como a questão israelo-palestina é complexa e, definitivamente, não se resume a um “mocinhos contra bandidos”

      • Tito em 22 de maio de 2018 às 21:12
      • Responder

      Realmente, meu caro, a questão não se resume a mocinhos e bandidos, mas lembro a você que entre bandidos e bandidos, eu fico com aqueles que têm razão, e não são os muçulmanos (agora generalizando).
      Pode até Israel ter feito o que você afirmou, mas nunca usou escudo humano com fazem os muçulmanos. Para eles, não existem direitos humanos, eles sim, estão se lixando se vão morrer mulheres e crianças e pior, do seu próprio povo usado como massa de manobra. Aliás, para eles, mulher é um ser inferior. E tem feminista que os defende…
      Abraço

    • Marcos Cavalcanti em 22 de maio de 2018 às 17:22
    • Responder

    Caros confrades, Adônis e Coronel.

    A complexidade do tema, que em sua essência engloba questões históricas, geo-politicas e religiosas, em muito ultrapassam a racionalidade e a imparcialidade, creio que, também, vem à tona o intrínseco amago do psiquismo comportamental e cultural de povos que, outrora, eram interativos e até indissociáveis na milenar vivencia regional.

    Acredita-se que, para se transpor o entrave na conturbada região, terão os interlocutores que disporem de 7 chaves para se vislumbrar o caminho da tão sonhada paz.
    Nessa trilha, há décadas que se enveredam por complicadas e verdadeiras diretrizes jurídicas e politicas que, por certo, fazem parte deste chaveiro.

    Dentro da própria ONU, não há entendimento entre o que a Assembléia Geral delibera e o Conselho de Segurança, cumpri.

    Quiçá, a solução desse conflito, venha logo romper essa atmosfera que insiste em se manter utópica e inexpugnável, para ser palpável e real.

    É o que penso.

      • Tito em 22 de maio de 2018 às 21:23
      • Responder

      Meu caro Marcos, até concordo com você de uma certa forma, mas, acima de tudo, na minha opinião, os intermediadores precisam de isenção, e todos sabemos que hoje, na ONU, isso não existe. A ONU é majoritariamente a favor das esquerdas e antissemita.
      A sorte da cultura ocidental tradicional é que eles dependem do dinheiro do EUA para subsistirem, senão, muitos de nós já estaríamos sob a sharia. E graças a Deus, hoje quem comanda é o Trump.
      Solução para esse conflito, com ONU, sem ONU, NUNCA haverá. A não ser que os judeus se convertam ao islã. A não ser que Israel deixe de existir e todo o seu povo seja morto.
      Obrigado e um abraço.

    • d.matt em 22 de maio de 2018 às 22:39
    • Responder

    Como eu já escrevi em um comentário anterior na coluna do prof. Adonis, essa briga toda dos palestino é mais para demonstrar que são contra a politica americana, são insuflados contra o Trump, na mesma linha dos esquerdistas americanos que não aceitam o
    governo do Trump, se fazem de cegos agindo contra o próprio governo, com ódio esquerdista, e tudo fazem para dar errado nas diretrizes governamentais atual . Os palestinos seguem da mesma maneira, tudo fazem para que o conflito continue a sejam objetos de manchetes internacionais, para realçar a sua obstinação e seu ódio contra Israel, pois sem manchetes acreditam
    que ficariam esquecidos, e assim os bilhões de dólares que recebem de ajuda e que eles
    não aplicam em progresso para o seu povo, acabaria diminuindo e talvez ter cessado.
    É tudo politica, e como todos sabemos TODA guerra é politica e FINANCEIRA , haja vista o
    debacle financeiro da Coreia do Norte, provocando a loucura do anãozinho vermelho,
    que não sabe mais aonde colocar o rabo, depois das sanções financeiras de que foi alvo.
    Os Palestinos ainda não si deram conta que agora estão lidando com um homen forte que cumpre tudo o que promete, como fez ao apoiar a mudança da embaixada .

      • Tito em 22 de maio de 2018 às 23:15
      • Responder

      É isso. Abraço

    • Ytzaak em 23 de maio de 2018 às 11:54
    • Responder

    Bom dia a todos!!!
    Peço duas respostas: Primeira! Quando na historia da humanidade ouve uma guerra entre duas Democracias?
    Segunda! Quem dos senhores conhece ou sabe o que é Misnah, Guemarah e Pirket Avot. Para fazer qualquer comentário sobre o Antigo Testamento( TORAH) ?

      • Tito em 23 de maio de 2018 às 15:06
      • Responder

      Olá Ytzaak,
      Guerras entre democracias, realmente não houve. Quando as democracias entraram em guerra, foram contra regimes totalitários ou pseudodemocratas. Só não entendi o que tem a ver com o debate.
      Quanto ao Velho Testamento, ninguém o está discutindo. Falou-se apenas da história nele escrita, não do lado religioso ou filosófico, e lembro a você que ele faz parte da Bíblia e como tal, também é sagrado para as religiões cristãs.
      Um abraço e obrigado pelo seu comentário.

    • Ytzaak em 23 de maio de 2018 às 11:58
    • Responder

    Peço desculpas ao senhor TITO pela minha falta de agradecimento pelo artigo. reconheço minha falta de capacidade com as palavras. Muito obrigado pelo seu artigo(Todah Rabah)

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