Nascido no Estado do Rio de Janeiro no dia 02 de setembro de 1930, Franz Paul Trannin da Motta Heilborn, adotou o pseudônimo de Paulo Francis, por sugestão, à época, 1957, do ator, poeta, teatrólogo e diplomata Pascoal Carlos Magno, e com ele criou fama de polemista e provocador, na carreira de jornalista, crítico de teatro, diretor e escritor. Também escreveu para jornais, como Ultima Hora, O Pasquim, O Estado de São Paulo, A Folha de São Paulo, onde, durante muito tempo manteve a coluna O Diário da Corte, onde expunha suas opiniões com clareza, ironia, deboche e sarcasmo.

Com sua experiência de diretor, Paulo Francis notabilizou-se, em primeiro lugar, como crítico de teatro do Diário Carioca, entre 1957 e 1963, quando intentou realizar uma crítica de teatro que, longe de simplesmente fazer a promoção pessoal das estrelas do momento, buscava entender os textos teatrais do repertório clássico para realizar montagens que fossem não apenas espetáculos, mas atos culturais – nas suas próprias palavras, “buscar em cena um equivalente da unidade e totalidade de expressão que um texto, idealmente, nos dá em leitura […] a unidade e totalidade de expressões literárias”. Seu papel como crítico, à época, foi extremamente importante.

Paulo Francis foi o centro de diversas polêmicas e disensão. Dizia que a ferocidade que seria a marca registrada de seus textos nasceu na infância. Aos 7 anos foi arrancado dos braços da mãe e atirado às feras de um internato na ilha de Paquetá. Atribuía todo o sarcasmo e agressividade a essa brutal separação, contou ao jornalista José Castello, colunista da Folha de São Paulo à época.

Ficou famoso o ataque – que ele mesmo classificaria mais tarde de “mesquinho, deliberadamente cruel” – à atriz Tônia Carrero que, por havê-lo acusado de “sofrer do fígado” e ser “sexy” – na gíria da época, homossexual – foi por ele acusada de haver-se prostituído e de mercadejar fotos de si mesma despida. Foi por isso agredido fisicamente duas vezes – pelo então marido da atriz, Adolfo Celi, e pelo colega de Tônia no Teatro Brasileiro de Comédia, Paulo Autran.

Em 1983, a sexualidade de Paulo Francis foi, mais uma vez, alvo de ataques e de insinuações. Ele criticou a entrevista que Caetano Veloso fizera com Mick Jagger, alegando que o roqueiro inglês zombou do entrevistador. Caetano respondeu, dizendo que Francis era uma “bicha amarga” e uma “boneca travada”.

No final da década de 1970, Paulo Francis lançou-se como romancista, tentando fazer uma crítica geral da sociedade brasileira através dos seus romances Cabeça de Papel (1977) e Cabeça de Negro (1979). Para essa crítica por meio da literatura, Francis aproveitou suas experiências pessoais dentro da elite cultural e social do Brasil e principalmente do Rio de Janeiro.

Os dois romances são uma tentativa de retratar os meios jornalísticos e da boemia carioca dos anos 1960 e 1970, através do uso de um alter ego, que atua como narrador em primeira pessoa, num estilo subjetivo, à maneira já consagrada na ficção moderna por James Joyce e Marcel Proust; por outro lado, esta representação subjetiva, própria da literatura de elite, busca uma concessão ao interesse do leitor médio, ajustando-se, no entender de muitos, como o amigo de Francis, o cartunista Ziraldo mal a um enredo de thriller de espionagem sofisticado, à maneira de Graham Greene e John Le Carré.

Paulo Francis engajou-se na literatura de ficção com sua costumeira autossuficiência. Ele declarou, em entrevista ao Jornal do Brasil, que no Brasil só se fariam dois tipos de literatura: o registro de sensações e as reflexões existenciais de uma mulher intelectualizada, Clarice Lispector, ou as desventuras do povo oprimido pela elite do regionalismo de Jorge Amado, e que a ele caberia a tarefa de produzir uma literatura romanesca centrada não nos oprimidos de classe ou gênero, mas nas elites.

Seja como for, Paulo Francis admitiria logo depois, em seu livro de memórias, O Afeto que se encerra (1980), que contava que o sucesso como escritor lhe garantisse recursos materiais suficientes para abandonar o jornalismo diário, mas vergou-se ao fracasso comercial dos livros, incluindo as duas novelas reunidas no volume Filhas do Segundo Sexo, de (1982), em que havia feito uma tentativa de tematizar a emancipação da mulher de classe média no Brasil da época, através de uma ficção sem muitos recursos formais, semelhante à do cronista José Carlos Oliveira, muito popular na época.

Para marcar a virada de Francis, a melhor referência é o economista Roberto Campos, seu alvo de crítica por dez anos, não faltando sequer insultos. Até que, em fevereiro de 1985, tudo mudou, na coluna “O guerreiro Roberto Campos”. Dizendo que o economista “melhorara horrores, em pessoa”, ele se desculpou: “Escrevi coisas brutais sobre Campos. São erradas. Retiro-as”. E acrescentou: “Cheguei à conclusão de que capitalismo num país rico é opcional. Num país pobre, no tipo de economia inter-relacionada de hoje, a suposta saída que se propõe no Brasil de o Estado assumir e administrar leva à perpetuação do atraso e do patrimonialismo”.

O fim do regime militar, em 1985, colocou Paulo Francis numa situação similar a outros membros da elite intelectual brasileira que haviam militado na “resistência” à ditadura: se o fim do regime ditatorial atendia às suas aspirações políticas e intelectuais, ao mesmo tempo sentiam-se dominados por um desencanto com um crescente plebeísmo dos costumes políticos brasileiros, combinado a uma consciência cada vez mais clara da incompetência e a corrupção dos governantes na Nova República. Tal desencanto tomaria a forma de rejeição especialmente com o Partido dos Trabalhadores.

Essa rejeição suscitaria um de seus artigos atacando o PT que teve grande repercussão e provocou, entre várias reações, uma resposta de Caio Túlio Costa, então ombudsman da Folha de S. Paulo. A tréplica gerou grande polêmica, sendo a possível causa de sua mudança da Folha de S. Paulo para o jornal O Estado de S. Paulo.

Em 1981, tornou-se comentarista televisivo das Organizações Globo – uma virada emblemática para quem havia acusado Roberto Marinho em 1971 de ter provocado o seu banimento do país durante uma de suas prisões, em um artigo n’O Pasquim, intitulado “Um homem chamado porcaria”, no qual dizia ser “caso de polícia que seu poder continue em expansão”. Estreou em 1981, como comentarista de política internacional. No mesmo ano, também foi o comentarista do Jornal da Globo, falando sobre política e atualidades. De Nova York, Francis também entrava no Jornal Nacional, emitindo opiniões sobre política internacional e cultura. Em 1995, dividiu com Joelmir Beting e Arnaldo Jabor uma coluna de opinião.

A partir de 1993, ao lado de Lucas Mendes, Caio Blinder e Nelson Motta, Francis fez parte do programa Manhattan Connection, então transmitido pelo canal pago GNT. A partir de junho de 1996, passou a trabalhar na Globo News entrevistando personalidades internacionais como o economista John Kenneth Galbraith.

Em inícios de 1997, durante o programa Manhattan Connection, Francis propôs a privatização da Petrobras – então presidida por Joel Rennó, e acusou os diretores da estatal de possuírem US$50 milhões em contas na Suíça – acusação pela qual foi processado na justiça norte-americana, sob alegação da Petrobras de que o programa seria transmitido nos Estados Unidos para assinantes brasileiros de TV por assinatura.

Amigos fizeram o possível para livrar o jornalista da guerra judicial. Chegaram a apelar ao então presidente Fernando Henrique Cardoso, que tentou, em vão, convencer os diretores da Petrobras a desistir da ação.

Na época, o comentarista da Globo estaria abalado emocionalmente por ser réu no processo cuja indenização exigida era de 100 milhões de dólares. Segundo seu amigo pessoal, o escritor Elio Gaspari, o processo ocupou um espaço surpreendente na alma de Francis. Tomou o lugar não apenas do sono, mas também dos seus prazeres da música e da leitura. Diogo Mainardi, pupilo de Francis, foi mais enfático: sugeriu que a pressão psicológica do processo pode ter contribuído para o futuro infarto fulminante do jornalista.

Doutor Joel Rennó, o senhor ganhou, escreveu Elio Gaspari na Folha de São Paulo em 1997, um dia após a morte de Paulo Francis.

Talvez o presidente da Petrobrás, doutor Joel Rennó, não saiba (e sabe-se lá o que o doutor Rennó sabe), mas nos últimos meses ele foi um estrategista vitorioso. Conseguiu o seguinte:

Paulo Francis vivia sobressaltado pelo processo que a Petrobrás lhe movia na justiça americana, exigindo US$ 100 milhões de indenização por conta de ataques que fizera à diretoria da empresa no programa de televisão Manhattan Connection.

Era difícil conversar com Francis por mais que uns poucos minutos sem que ele se queixasse do absurdo da situação. Rennó o processava nos Estados Unidos por coisas, ditas numa televisão brasileira, que jamais foram ao ar fora do Brasil.

Francis perdeu o sono.

Naquela armadura de arrogância havia uma pessoa tensa, afetuosa, tímida, solitária e desajeitada. Era-lhe difícil comprar uma camisa na Brooks Brothers, incompreensível tratar com um advogado da defesa num processo que ameaçava arruiná-lo. Percebera a tática do doutor Rennó. Com os recursos ilimitados da empresa, mesmo sabendo que perderia o caso, o presidente da Petrobrás pretendia espichar o litígio até o limite do possível. Seu propósito era azucrinar a vida de Francis. Quem já teve uma questão judicial num simples condomínio de edifício sabe o aborrecimento que um processo provoca em quem não é advogado. Imagine-se o que vem a ser um processo de US$ 100 milhões, o maior do gênero na história brasileira e um dos maiores na dos Estados Unidos.

A partir de comentários aos quais Francis dava tom casual, um de seus amigos fraternais, pessoa de fina percepção psicológica, tocou um sinal de alerta para o Brasil: a situação era bem mais grave do que ele demonstrava. Há umas poucas semanas, Francis recuperara um pouco da tranquilidade. O presidente Fernando Henrique Cardoso, informado pelo senador José Serra do efeito que o processo do doutor Rennó causara ao estado emocional de Francis, pedira que se chegasse a um entendimento que desse fim ao caso. Foi uma melhora sensível, porém momentânea. Tratado o caso com o doutor Rennó, ele astuciosamente jogou a bola para os advogados que a viúva paga a Petrobrás em Nova York. Sugeriu que Francis os procurasse. Pessoa incapaz de sustentar com desembaraço uma conversa de coquetel com um estranho, Francis consultou seu advogado. Ele lhe explicou que a iniciativa devia caber a Petrobrás. A bola voltou ao meio do campo, e Francis viu-se diante da possibilidade de continuar sendo chutado de um lado para o outro.

Na última semana, tentava encontrar uma maneira de desatar o nó. Dissera que todos os diretores da Petrobrás tinham contas secretas na Suíça e, em pelo menos duas ocasiões, retratara-se quase que inteiramente.

Tinha duas preocupações. A primeira era o transtorno do processo. A segunda, o receio de que pudesse parecer intimidado. Estava abatido. Quanto mais magoado, mais atacava, como se Rennó tivesse conseguido produzir um mecanismo no qual sua valentia se alimentasse de angústia.

A gestão estimulada por FHC caducou na manhã de ontem. Paulo Francis está morto. O que o doutor Rennó precisa saber (e sabe-se lá o que ele sabe) é que conseguiu ferir o seu adversário. Seu processo ocupou um espaço surpreendente na alma de Francis. Tomou o lugar não apenas do sono, mas também dos seus prazeres da música e da leitura. O traço obsessivo de sua personalidade, que com muita frequência colocava a serviço do conforto dos amigos, foi ocupado pelo assombro de se ver perseguido.

Dizer que o processo do doutor Rennó o matou seria uma injustiça piegas, verdadeira estupidez. O que aconteceu foi outra coisa. O doutor Rennó conseguiu tomar uma carona no último capítulo da biografia de Paulo Francis. E, se algum dia Rennó tiver biografia, terá Paulo Francis nela. É difícil que consiga fazer coisa melhor, sobretudo à custa do dinheiro da viúva.

Encantou-se antes do prazo concedido pela Natureza por ter dito a verdade sobre a PETROBRAS: A mina de ouro de todos os políticos e funcionários ladrões!

14 Comentários

  1. Cícero, na realidade, Paulo Renó matou Paulo Francis, o processo nos EUA, foi crucial, ÊLE falou a verdade em termos de Brasil, mas cometeu o erro de falar nos EUA, este vagabundo aproveitou a deixa e o processou. PAULO FRANCIS é um cidadão brasileiro enaltecido pelo povo de bem deste país, Quem é paulo renó? Só a família sabe! A insignificância faz parte dos derrotados.

    • Caro Marcos Pontes/DF

      Creio ser mais contundente em toda essa celeuma a observação feita por Diego Mainardi em seu comentário, quando certeiramente observou que o Carlos Rennó e outros sanguessugas da Petrobras, já naquela época, se aproveitaram do dinheiro do povo na Petrobras para contratarem advogados caríssimos nos EUA para fuderem Paulo Francis, quando sabiam que o processo contra ele não podia correr nos Estados Unidos e sim no Brasil, onde fica a empresa.

      Infelizmente Paulo Francis, em que pese sua genialidade cultural, possuía uma fragilidade sem tamanha para enfrentar Tribunais, porque ERA HONESTO!

  2. É muito provável que ele estivesse certo, MAS, mas o outro pediu as provas. Simples assim. Onde estavam? Ou pelo fato de o sujeito ser jornalista ele não precisa ter responsabilidade e pode sair acusando os outros sem provas?

    • Caro zé mané:

      Infelizmente Paulo Francis tinha uma fúria genial certeira da porra quando atacava esses marajás do dinheiro público, mas muitas coisas “ele falava por suposições’ que, embora certo não possuía provas”, daí ter se lascado no processo “processado” com o dinheiro do povo da PETROBRAS pelo senhor Carlos Rennó e a gangue dele na direção da empresa!

  3. Talvez seja chegada a hora de lavarmos essa roupa suja, honrando a memória de um homem íntegro que foi engolido pela sanha dos muitos sanguessugas que se acastelaram nos desvãos desta false democracia em que vivemos.
    Se hoje vemos que o epicentro desse tsunami financeiro que abala o nosso País se funda na Petrobrás de hoje, não há por que deixar de imaginar que as raízes desse temporal têm origens mais remotas.
    Como bem lembrava o saudoso Ministro Teori Zavascki os tempos de LAVA-JATO ainda estão analisados ou investigados muito superficialmente. Precisamos puxar mais penas, para encontrar galinhas, galos e outros galináceos penosos, pois cada dia somos levados a acreditar que, como escreveu alguém, recentemente, temos vários ramos ou agrupamentos criminosos instalados no poder e estes provavelmente têm raízes mais antigas.
    Não é, Sarney???

    • Caro Arael M. da Costa :

      Paulo Francis e Teori Zavascki suicidaram-se por causa da PETROBRAS, um antro de corrupção, roubalheira, prostituição, negociata, que nunca beneficiou o povo de Banânia, mas a comissão de frente do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário!

      A melhor solução que um governo macho, dos cunhões roxos poderia fazer era PRIZATIVAR essa porra para acabar com essa farra escusa dos funcionários “petrobrálios”!

      Obrigado, amigo, pelo comentário e visita!

  4. Cícero, acho que você disse coisas aqui que nem Paulo Francis sabia. Muito bom. Não poderia faltar o artigo sobre Roberto Marinho e o Paquim. Um comentário marcante foi ter-nis chamado de jecas. Itamar escolheu Gustavo Krause para ministro da Fazenda. Collor tinha saído e a base dele era em Alagoas.

    • Caro Maurício Assuero:

      Apesar de genial, infelizmente o jornalista Paulo Francis possuía um narcisismo patológico. Esse episódio a que o grande professor se refere quando o Francis, numa fúria esquizofrênica, chamou os nordestinos de ” Jecas dessa Região Desgraçada”, no seu Diário da Corte, publicado em o Globo, 05.10.1992, recebeu uma tremenda resposta do jurista e colunista do nosso JBF, Dr.º José Paulo Cavalcanti Filho. “No caso do Francis – escreveu Dr.º Paulinho – “e para seu infortúnio, a criatura começa a tornar obsoleto o criador. O personagem talvez já não possa mais desvestir de Nesso construída ao longo tempo. Nesse caso, paciência; só lhe restara aceitar a quotidiana insensatez terrestre até quando seja convidado a ir para o Olimpo. Quem sabe para ensinar aos deuses.” Folha de S. Paulo, 16.11.92. Pág. 30, do Livro o Mel e o Fel, Editora Record/1998.

  5. Sr. Cícero, oportuníssimo o relato que faz da trajetória do Paulo Francis. Gosto muito quando leio sobre a vida de nossos brasileiros e acredito que muitos de nós mesmo acompanhando o noticiário da época, não tivemos toda essa informação contida em seu texto.

    Parabéns pelo trabalho excelente.

    Um abraço

    • Caríssima Sonia Regina:

      É o nosso papel resgatar a memória dos grandes homens que fizeram a História do Brasil e do mundo, em qualquer área do conhecimento.

      Paulo Francis, apesar de polemista e ácido nas suas críticas muitas vezes injustas, deu uma contribuição extraordinária ao Brasil com sua crítica a todas as formas de atraso de Banânia.

      Creio que, se não tivesse se suicidado, e vivo fosse, o Brasil estaria em outro rumo com a sua contribuição jornalística direto dos Estados Unidos, criticando todas as formas de burrices e patrimonialismo banânico!

      Pode-se acusá-lo de tudo, menos de corrupto e traidor da Pátria!

      Obrigado pela visita lúcida e comentário sensato!

  6. Nunca fui um fã de Paulo Francis, ele realmente devia sofrer do figado, pois todas as suas criticas eram cheias de fel, não me lembrando de um único elogio a qualquer coisa que existisse em qualquer lugar, acertou em muitas e também errou muito como qualquer ser humano, mas neste caso da Petrobras se mostrou como o grande jornalista que lhe imputam homens de grande saber como o colunista Cicero, antecipando o futuro e expondo a sangria ainda jovem da Petrobras.

    • Caríssimo Ronaldo:

      Tal qual o nobre comentarista também nunca fui, à época, com a cara do Francis, mas hoje percebo que ele tinha razão. Assim como ele reconheceu os erros quando criticava o genial economista Roberto Campos, também retiro alguns comentários que fiz contra ela!

      Suas ácidas críticas contra o PT, contra Lula, contra a PETROBRAS e contra todas as Autarquias e Estatais eu assino em baixo e digo mais: que sua contribuição à destruição dessas organizações criminosas petralhas renascem uma esperança no Brasil destruído pela banda podre petralha que se apoderou do poder só para roubá-lo há quinze anos atrás!

      Obrigado pela visita e comentário!

  7. Muito provavelmente estou perdendo ou embaralhando meus poucos e restantes neurônios. Caso contrário não teria uma péssima lembrança dum jornalista que adorava esculhambar o país, considerar-se a única inteligência e exercia o racismo debochado de forma contundente. Principalmente ao falar do Nordeste e nordestinos. Além do mais, nem sua voz era a legítima, apenas uma impostura. Vejo que estou enganado a respeito do Francis, ao saber do tantos saudosos do combatido sujeito.

    • Caríssimo comentarista Arre-água:

      Feito o nobre comentarista, como disse acima, também fiquei por um bom tempo indiferente a Paulo Francis, embora lesse, religiosamente, suas geniais colunas “Diário da Corte”, publicada na Folha de São Paulo.

      Hoje reconheço que, apesar das arrogâncias dele, ele tinha razão em relação ao Brasil e ao PT.

      Capitalismo se faz com investimentos, produções e empregos e não com conversas fiadas em mesa de butiquim! Vide a China! O regime é “comunista” na execução da pela, mas o mercado é capitalista!

      Obrigado pela visita e comentário!

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