O DESEJO DE MARINA

Conto Erótico, Quase Pornográfico

Marina lia o seu livro, como fazia diariamente, de segunda a sexta-feira, durante a meia hora que durava sua viagem no metrô de casa ao trabalho.

Colocava em dia, com essa leitura, as necessidades de alimentar-se e atualizar-se para as aulas de Literatura que dava na faculdade desde que, há oito ou nove anos, conseguira passar na seleção em primeiro lugar e obter o cargo.

Sempre estudiosa, quase não tinha tempo para as coisas mundanas e o que restava, entre as atividades de classe, as preparações da próxima aula, e as correções de testes e provas, era dedicado ao lar. Todos sabem que mulheres que trabalham fora têm o expediente dobrado.

Casada há onze anos, pouco passava dos trinta e tinha uma vida pacata e feliz, sem maiores preocupações do que conseguir transmitir aos alunos conhecimentos sólidos e duráveis, que pudessem ser úteis na vida profissional de cada um, e dedicar-se ao marido.

Distraída, como sempre estava com a leitura, não pôde compreender por que chamou-lhe a atenção o jovem que acabava de entrar no vagão em uma das paradas do trem.

Não conseguiu desviar os olhos do rapaz que, ao sentar-se, percebeu-se olhado e timidamente desviou o olhar dos olhos e das pernas de Marina.

Outro dia se passou. Novamente Marina lia, quando o jovem entrou e sentou-se no único lugar, bem a sua frente. Nesses dois dias os vagões iam relativamente vazios, pois então o horário de Marina só começava no terceiro período da manhã. E lá foram os dois, frente a frente, até à descida do jovem, uma estação antes de Marina.

Havia algo de constrangedor nessa situação. Ambos queriam olhar-se, mas evitavam o encontro dos olhares, embaraçados com a estranha atração que os dominava.

Quarta-feira, primeiro horário, Marina já pegou o trem cheio, o livro na mão sem poder abri-lo direito.

Desta vez, ninguém lhe ofereceu o lugar. Abriu o livro em pé mesmo, uma mão segurando a argola de apoio, a outra tentando manter o livro aberto, que dificuldade. O vagão enchendo, o livro espremido, teve de fechá-lo. Foi sendo apertada, empurrada e, quando viu, estava colada nas costas daquele jovem! Sentiu o calor do seu corpo, suas nádegas entrando pelo espaço entre suas coxas, sensação igual a quando dançava colada roçando o púbis no membro duro do seu par. O jovem percebeu-se espremido, a bunda apertada em algo macio, olhou para trás e seus olhares se encontraram, os rostos quase se encostando, e em vez da vergonha deram lugar ao prazer dos corpos juntos, extasiados. Marina deixou-se levar. Não estava tão apertado assim, mas ela encostou-se o mais que pôde e começou a sentir-se molhar. Fechou os olhos e o balanço do trem levou-a a esfregar-se eroticamente na bunda do seu inesperado parceiro. Começou a gozar, sentia-se quase desfalecer, teve medo de cair, a cabeça nas nuvens. Veio-lhe um orgasmo delicioso, demorado, molhando-lhe abundantemente a calcinha. O vagão começou a esvaziar, a estação do rapaz chegou, as portas se abriram, ele encaminhou-se para a saída lançando um olhar de surpresa, incredulidade, ou paixão, para Marina, que o viu sair com a pasta escondendo a calça molhada de esperma. O rapaz também gozara.

Voltando à casa, Marina encontrou o marido a sua espera, com a refeição à mesa. Quis sentir alguma culpa, mas não conseguiu. Nunca havia lhe acontecido algo assim antes. Jamais tivera interesse ou desejo por outros homens. Agora, impulsivamente se entregara a um prazer inusitado, diferente, em uma aventura no metrô. Enquanto comiam, sentiu um súbito desejo, exacerbado, pelo marido. Há muito não lhe vinha tanto tesão, tanta urgência de fazer amor.

Quando terminou com a cozinha, subiu para o quarto. O marido a esperava, deitado, de pijama, de pau duro à mostra sob o fino pano da calça. Veio-lhe um súbito desejo de chupar-lhe o pau. Nunca havia feito isso, mas puxou-lhe o pijama pelas pernas e chupou-lhe o pênis carinhosamente, lentamente, sentindo-o pulsar em sua boca, até que o orgasmo jorrou abundantemente em sua boca. Pensava que teria nojo, mas não teve. Foi ao banheiro, demorou-se no banho e quando voltou o marido já estava pronto novamente e ela fervia de desejo. Treparam apaixonadamente, na posição papai e mamãe, e gozaram juntos com tal intensidade que ambos se surpreenderam. Quando terminaram, beijaram-se e o marido lhe disse: – Obrigado, querida! E dormiram um sono profundo.

No dia seguinte, no outro e no outro, Marina não viu o rapaz. Ela entrava ansiosa, se conseguia lugar sentava-se, abria o livro mas não conseguia ler. Viajava com o livro aberto, depositado no colo, o olhar distraído entre pernas e bundas dos passageiros em pé.

Segunda-feira, o vagão vazio, o rapaz entrou, não havia lugar vago, ele ficou em pé, perto da porta. Marina teve um ímpeto, quando a porta se abriu ela levantou-se, pegou-o pela mão e o conduziu pelo corredor. Sem se falarem, subiram a escada rolante, saíram na avenida e ela o levou ao hotel do outro lado da rua. Pediu um quarto, subiram, ela tirou-lhe a roupa e chupou-lhe o pau com sofreguidão. Passaram todo o dia trepando e gemendo. Ela notou que o jovem era inexperiente, conduziu-lhe a cabeça para entre suas pernas e ensinou-o a chupá-la. O rapaz, tonto com o cheiro delicioso e pouco familiar da vagina, beijava, lambia e chupava com gosto o clitóris, os lábios, a buceta inteira. Ela o trazia para cima e o punha para mamar-lhe os belos seios e depois se beijavam como se quisessem engolir-se um ao outro. Marina não sentiu necessidade de mais alternativas que não fossem chupar e ser chupada e depois gozarem quantas vezes fosse possível, trepando com gosto e paixão na posição tradicional, ele por cima, entre suas pernas.

Assim foi por horas e horas. Ao fim da tarde, quando o rapaz adormeceu, Marina vestiu-se e foi embora. Passou na portaria, pagou e pediu que não o incomodassem. Foi para a faculdade apenas para justificar sua falta e voltou para casa. Exausta, preparou a refeição, o marido chegaria hoje um pouco mais tarde, e dormiu no sofá, vendo televisão.

O marido chegou, comeram e fizeram amor no sofá. Algo se havia reacendido na paixão entre os dois, o antigo tesão voltou e voltaram a amar-se quase todos os dias.

Marina não viu mais o jovem, mas não teve mais ansiedade nem vontade de encontrá-lo. Quando fizeram amor não se disseram uma palavra, não se sabiam os nomes, nem endereços, nem telefones, nem idades, nada. Eram dois completos desconhecidos mergulhados em uma única e estonteante aventura sexual.

Ele, no dia seguinte, foi para Madri, com uma bolsa de estudos, onde se apaixonou por uma colega do curso, com a qual veio a se casar, fazendo-a muito feliz com o que aprendera com a mulher do metrô e com o que, a partir, dali, sua sensibilidade e intuição o levaram a descobrir: novas formas de prazer.

Sua mulher surpreende-se todos os dias com um marido que não se apressa, mas se demora em lhe dar satisfação, com massagens por todo o corpo, beijos, carícias e muitas preliminares que fazem o prazer de uma mulher ser completo. E o de um homem também.

Marina e o jovem nunca mais se encontraram. Sua ligação permanecerá como uma distante e suave lembrança.

44 comentários

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    • Wagner de Oliveira Lopes em 23 de maio de 2018 às 08:18
    • Responder

    Goiano,
    Texto perfeito para o presidiário ilustre de Curitiba ler. Com certeza o dito lembrará das trepadas que deu, nas alturas, com a marquesa de Garanhuns Rose Noronha, à custa o erário. Não sei porque me lembrei desse triângulo amoroso!

      • Goiano em 23 de maio de 2018 às 09:38
      • Responder

      Wagner, acho de extremo mau gosto uma pessoa ler a história de Marina e com isso ficar visualisando o pau do Lula.

  1. O pornográfico e explícito Goiano contando a estória,achei que era sobre a chefe Gleisi e o Alexandre. Aí onde ele escreve dela colada na bunda do rapaz e sentindo tesão achei que era a estória de alguma mulher que tinha uma esposa, Depois notei que não passava de uma estória de uma militante safada que deixa o marido em casa e vai dar por aí. A puta chupa a estrovenga de outro depois beija o marido a que bonito!. Até paga o hotel, ou motel. E o corno enquanto isto provavelmente trabalhando para o desgoverno chupa o salário dos aposentados com um empréstimo. É isto o que a esquerda quer para o Brasil, uma nação de putas , cornos , bichas e lésbicas. Vai defender o lula Goiano e leva esta puta parta consola-lo. Goiano tu não é bobo e escreveu este texto só para dizer que quem critica somos nós independente do motivo. Ou estais dando uma de Carlito Lima confessa!.

      • Goiano em 23 de maio de 2018 às 09:36
      • Responder

      Jaquiom Francisco, Sempre leio, não perco uma, as histórias safadinhas do Carlito Lima, em geral passadas num belo cenário de Jatiúca. E achei interessante que nos comentários aos textos sacanas dele nunca encontrei manifestações relacionando as trepadas das belas morenas da praia e dos recantos aprazíveis do lugar com o PT.
      Entretanto, devo esclarecer, Marina mesmo me disse que não milita em coisa alguma, sua vida é dolar para o trabalho e do trabalho para o lar; e confessou que enlouqueceu de desejo, só isso. E também me informou que não trabalha para o governo. Ficou ofendidíssima contigo, pois revoltou-se em ser chamadade puta.
      Achei necessário dar essas explicações para que os ânimos se exaltem menos com um recorte da vida de Marina.

    • Pablo Lopes em 23 de maio de 2018 às 10:59
    • Responder

    Prezado Goiano Zéfiro

    Parabéns pelo conto; tenho certeza que todos gostariam de estar no lugar do rapaz. Ou da Marina, quem sabe?

    Rapaz, tu me deste uma ideia: Moro na região metropolitana de São paulo e, daqui até o centro, a viagem é longa e dá pra fazer de trem e metrô. Acho que vou começar a deixar o carro em casa, vai que…

    Abraço.

      • Goiano em 23 de maio de 2018 às 14:33
      • Responder

      O problema é que as coisas andam tão estranhas atualmente que se a mulher se roçar no cara como a Marina fez tá arriscado ele ir à polícia dar queixa de assédio!…

    • HELIO ARAUJO FONTES em 23 de maio de 2018 às 11:10
    • Responder

    Seu Goiano,
    texto arretado. Continue assim.

      • Goiano em 23 de maio de 2018 às 14:34
      • Responder

      Vamos nessa!

    • Saniasin em 23 de maio de 2018 às 11:40
    • Responder

    ***
    Também fui abençoado em “conhecer” uma morena suculenta e dadivosa numa viagem de ônibus.
    Foi muito hom.

      • Goiano em 23 de maio de 2018 às 14:36
      • Responder

      Uma aventura pode fazer um bem danado! Quando é tudo consensual o prazer vai à loucura!

  2. Sacrílego Goiano defensor do lula, só uma perguntinha: Silva?

      • Goiano em 23 de maio de 2018 às 14:37
      • Responder

      Joaquim Francisco, vai procurar a tua turma, o papo aqui é outro!

    • Beni em 23 de maio de 2018 às 12:30
    • Responder

    Carai! Uma história digna de… excitação. O nome Marina foi escolhido por acaso?

      • Goiano em 23 de maio de 2018 às 14:41
      • Responder

      Beni, vai muito além da Marina Morena do Caymmi. Eu tive, na minha juventude, lá pelos… 17 ou 18 anos, um caso tórrido com uma Marina que…vou te contar… Era de enlouquecer! Por isso; e não por acaso.

    • Adônis Oliveira em 23 de maio de 2018 às 14:47
    • Responder

    Goiano,
    Já o disse alhures e repito agora: Vosmecê é um gênio!
    Larga dessa putaria de querer defender o indefensável e vai te dedicar à literatura que tu faz muito melhor negócio.
    Em vez de ficar usufruindo das prebendas propiciadas pela vassalagem à canalha petista, meras migalhas caidas do monumental banquete de roubalheiras praticadas, podes vir a ter teu nome citado ao lado de Machado de Assis por toda a eternidade.
    Grande abraço.

      • Goiano em 23 de maio de 2018 às 14:52
      • Responder

      Caramba, meu caro Adônis, uso uma frase usada e abusada sexualmente por Luiz Berto Filho para agradecer-te, fiquei ancho que só a porra!
      Quanto às prebendas, creio que não se podem classificar como migalhas alguns milhões de Euros depositados religiosamente em uma conta secreta na Suíça.

  3. Haroldo, rapaz inteligente, honesto e trabalhador, tinha uma esposa linda, gostosa, cheirosa e maravilhosa. A Soraya. Quase sempre o Haroldo que era engenheiro, chegava em casa antes da Soraya que era psicóloga. Haroldo ficava pensativo com essa situação da mulher chegando bem depois dele em casa. A rotina: Soraya chegava, dava um selinho bem rápido no Haroldo e ía direto pro banheiro tomar banho. Essa rotina despertou uma mania curiosa no Haroldo. Toda vez que Soraya saía do banheiro o Haroldo entrava e ía procurar a calcinha usada dela no cesto de roupas sujas. Assim que achava fazia uma análise profunda da peça íntima. Se estivesse seca ele ficava tranquilo, dava umas cheiradas e devolvia a peça ao cesto. Mas se estivesse molhada, entrava em choque, perdia a razão e cheirava profundamente, lambia com a língua toda, chupava, mordia, batia punheta com a calcinha enrolada no pau e depois devolvia ao cesto toda lambuzada. Não sei que fim teve o casal, nem se Soraya traía ou não o marido mas Haroldo passou a trair Soraya com a própria calcinha dela.

      • Goiano em 23 de maio de 2018 às 15:19
      • Responder

      Rsrsrs, dá para desenvolver essa história, sem a sacanagem de sugerir subliminarmente que psicólogas (e psicólogos) são pessoas sacanas.
      Agora, se quiser sacanear engenheiros, pode sacanear à vontade rsrsrs.

    • Wagner de Oliveira Lopes em 23 de maio de 2018 às 15:45
    • Responder

    Goiano,
    Aproveitando a deixa do mestre Adônis, sugiro outra coisa mais saudável que poderá lançá-lo aos píncaros da glória. Bem mais salutar do que defender o indefensável. Por que não grava “Eu e meu Coração” de Lupicínio Rodrigues e posta um vídeo para nós os mortais? Pode ser em homenagem à própria Marina. Acho que cai bem. Um abraço.

      • Goiano em 23 de maio de 2018 às 16:05
      • Responder

      Caro Wagner, não conheço essa do Lupicínio Rodrigues! Vou ouvir agora.

    • Wagner de Oliveira Lopes em 23 de maio de 2018 às 16:17
    • Responder

    Goiano,
    Ouvi a música que sugeri na voz de Luiz Carlos Borges. Por sinal, a voz dele parece com a sua, ou vice versa.
    Penso que vai gostar. Wagner

    • Júlio Ribeiro em 23 de maio de 2018 às 20:08
    • Responder

    Goiano,
    Talvez esse relato de tesão,foi escrito por CÉSAR BENJAMIN.
    ESPECIAL PARA A FOLHA.
    Foi transcrito aqui no jbf pelo editor Luiz Berto
    Conto Erótico, Quase Pornográfico.
    Lula tentou violentar companheiro de cela.
    O primeiro encontro foi no refeitório, durante um almoço.
    Na mesa, estávamos eu, o americano ao meu lado, Lula e o publicitário Paulo de Tarso em frente e, nas cabeceiras, Espinoza (segurança de Lula) e outro publicitário brasileiro que trabalhava conosco, cujo nome também esqueci. Lula puxou conversa: “Você esteve preso, não é Cesinha?” “Estive.” “Quanto tempo?” “Alguns anos…”, desconversei (raramente falo nesse assunto). Lula continuou: “Eu não aguentaria. Não vivo sem boceta”.
    Para comprovar essa afirmação, passou a narrar com fluência como havia tentado subjugar outro preso nos 30 dias em que ficara detido. Chamava-o de “menino do MEP”, em referência a uma organização de esquerda que já deixou de existir. Ficara surpreso com a resistência do “menino”, que frustrara a investida com cotoveladas e socos.
    Foi um dos momentos mais kafkianos que vivi. Enquanto ouvia a narrativa do nosso candidato, eu relembrava as vezes em que poderia ter sido, digamos assim, o “menino do MEP” nas mãos de criminosos comuns considerados perigosos, condenados a penas longas, que, não obstante essas condições, sempre me respeitaram.
    O marqueteiro americano me cutucava, impaciente, para que eu traduzisse o que Lula falava, dada a importância do primeiro encontro. Eu não sabia o que fazer. Não podia lhe dizer o que estava ouvindo. Depois do almoço, desconversei: Lula só havia dito generalidades sem importância. O americano achou que eu estava boicotando o seu trabalho. Ficou bravo e, felizmente, desapareceu.

      • Goiano em 24 de maio de 2018 às 10:18
      • Responder

      Júlio Ribeiro, xará do autor de A Carne, para desmerecer as qualidades de estadista do Presidente Lula, muitas vezes entra-se em um verdadeiro vale-tudo:
      Esse caso do “Menino do MEP” seria alguma bravata, transformada em caso sério, que acabou difundindo-se como uma mentira, que os inimigos do Lula usam como mais uma das inúmeras formas de tentar obscurecer a imagem do Presidente Lula como Estadista reconhecido interna e externamente por quem não se deixou levar pelo sistema de propaganda a ele contrário?
      Quem acompanha com verdadeiro interesse o caso sabe que o pretenso Menino do MEP não confirmou essa violência, que, além de ter sido ativo agente político em favor das políticas esquerdistas, tendo mesmo declarado que ajudou a fundar o PT, encontrou-se posteriormente com Lula, nunca confirmou tal relato, disse que o jornal não deveria ter publicado a matéria, além do que a própria mulher do pretenso agredido disse que ele nunca comentou nada disso e que quando o marido falou com ela sobre Lula “foi sempre de maneira positiva” – o que é muito estranho vindo de uma pessoa que esteve para ser estuprada por aquele a quem se refere posteriormente “de maneira positiva”.
      http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0112200918.htm
      Essa baixaria do “Menino do MEP” foi muito utilizada aqui no JBF por militantes anti-Lula, mas há tempos deixou de ser citada, depois que mostrei, por inúmeras publicações e depoimentos, que se trata disso mesmo, uma baixaria de quem utiliza uma história fuxiquenta para tentar manchar a honra de alguém.
      Quem espalha essas maledicências deveria, antes, pesquisar o que se publicou a respeito:
      Ex-companheiros de Luiz Inácio Lula da Silva na cela do Dops em 1980, ouvidos pela Folha entre sexta-feira e ontem, disseram não ter presenciado episódio que envolvesse violência ou brincadeira de cunho sexual contra o metalúrgico (Leia mais em http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0112200919.htm .
      Há muito, muito mais, que contraria o que se transformou em uma maledicência, maledicência essa que agora aparece, inclusive, inoportunamente, em um texto que nada tem a ver com política, como é o Conto Erótico e Quase Pornográfico sobre O Desejo de Marina.

      • Goiano em 24 de maio de 2018 às 10:20
      • Responder

      Vou tentar responder por partes, porque o sistema não está aceitando meu comentário extenso e com links. Vejamos:
      Esse caso do “Menino do MEP” seria alguma bravata, transformada em caso sério, que acabou difundindo-se como uma mentira, que os inimigos do Lula usam como mais uma das inúmeras formas de tentar obscurecer a imagem do Presidente Lula como Estadista reconhecido interna e externamente por quem não se deixou levar pelo sistema de propaganda a ele contrário?
      Quem acompanha com verdadeiro interesse o caso sabe que o pretenso Menino do MEP não confirmou essa violência, que, além de ter sido ativo agente político em favor das políticas esquerdistas, tendo mesmo declarado que ajudou a fundar o PT, encontrou-se posteriormente com Lula, nunca confirmou tal relato, disse que o jornal não deveria ter publicado a matéria, além do que a própria mulher do pretenso agredido disse que ele nunca comentou nada disso e que quando o marido falou com ela sobre Lula “foi sempre de maneira positiva” – o que é muito estranho vindo de uma pessoa que esteve para ser estuprada por aquele a quem se refere posteriormente “de maneira positiva”.
      http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0112200918.htm

        • Goiano em 24 de maio de 2018 às 10:21
        • Responder

        Continuação (segunda parte):
        Essa baixaria do “Menino do MEP” foi muito utilizada aqui no JBF por militantes anti-Lula, mas há tempos deixou de ser citada, depois que mostrei, por inúmeras publicações e depoimentos, que se trata disso mesmo, uma baixaria de quem utiliza uma história fuxiquenta para tentar manchar a honra de alguém.
        Quem espalha essas maledicências deveria, antes, pesquisar o que se publicou a respeito:
        Ex-companheiros de Luiz Inácio Lula da Silva na cela do Dops em 1980, ouvidos pela Folha entre sexta-feira e ontem, disseram não ter presenciado episódio que envolvesse violência ou brincadeira de cunho sexual contra o metalúrgico (Leia mais em http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0112200919.htm .
        Há muito, muito mais, que contraria o que se transformou em uma maledicência, maledicência essa que agora aparece, inclusive, inoportunamente, em um texto que nada tem a ver com política, como é o Conto Erótico e Quase Pornográfico sobre O Desejo de Marina.

  4. Fico pensando : não é a primeira vez , sempre que apertam um pouco o laço, O bravo Goiano lula Braga Horta muda o rumo da coluna.Preste a eclodir algo? Passou algum comboio na frente do ap?. Mudanças abruptas de rumos numa coluna que sempre defendeu o escroque causam surpresas , embora a putaria continue a mesma: só muda o nome dos personagens.

      • Goiano em 24 de maio de 2018 às 10:26
      • Responder

      Caro Joaquim Francisco, gosto de variar, prefiro cerveja, mas de vez em quando vou de vinho, gosto mais de cachaça mas uma vez ou outra pego um uísque, de modo que no Jornal da Besta Fubana, desde que a política se tornou o ponto central, com ênfase na oposição a Lula e ao PT, tenho me concentrado bastante nisso, mas poderás encontrar crônicas, contos, poesia, música , humorismo e variedades entre a minha lamentável produção.
      Quanto à putaria, nisso tens alguma razão, parece não ter fim, e deve ter muita gente feliz de ter conseguido tirar Dilma e Lula do caminho para chegar onde chegamos.

  5. Chegamos onde lula e dilma com ajuda de muitos corruptos planejaram. Daria para ser um pouco diferente se tivessem dado uma paulada na corrupção antes, mas houve benevolência e traição demais. Felizmente isto tende a acabar, mesmo que seja por outro modo. Ainda falta desmontar o aparelhamento criado pelos safados, mas isto será feito. Quanto a ti, nada contra, continue escrevendo, tens partes aproveitáveis (as escritas). Como disse Marina(¹) chega de fulanização!.

    (¹)Ex pt.

      • Goiano, O Louco em 24 de maio de 2018 às 17:51
      • Responder

      A corrupção não estabeleceu, por si, a crise por que passa o Brasil. Ela é responsável pela evasão de uma parte dos recursos do Estado que uns calculam em 40 bilhões de reais, outros em cem bilhões, em centa e oitenta até duzentos bilhões de reais, nos diversos setores da atividade pública, desde o municipal ao federal.
      A arrecadação da receita federal em 2017 foi de 1 trilhão e 340 bilhões de reais.
      Além da federal, há as arrecadações estaduais e municipais, na forma de impostos e contribuições. (A arrecadação já é fabulosa sem falar das taxas e outras fontes de arrecadação).
      Os impostos e contribuições:

      FEDERAIS
      II (Imposto de Importação)
      IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados
      IOF – Imposto sobre Operações Financeiras
      IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica
      IRPF – Imposto de Renda Pessoa Física
      ITR – Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural
      COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social)
      CIDE – Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico
      CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido
      INSS –
      FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço
      PIS (Programa de Integração Social) e
      PASEP (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público)

      ESTADUAIS
      ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços
      ITCMD – Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação
      IPVA – Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores

      MUNICIPAIS
      ITBI – Imposto sobre Transmissão de Bens Inter Vivos
      ISS – Imposto sobre Serviços
      IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana)

      Embora o dinheiro da corrupção diminua de imediato os investimentos do Estado, por ir para empresas, empresários e particulares corruptos, os valores que não ficam imobilizados aqui, escondidos, ou em contas no exterior, devem circular no meio econômico, o que também amplia a má distribuição da renda, mas aquece a economia, seja por reinvestimentos particulares, seja pelo gasto puro e simples com a aquisição de bens e serviços.

    • Marina do Metrô em 24 de maio de 2018 às 17:07
    • Responder

    Quem me chamou de puta eu, humildemente, e embora seja uma pessoa de família, sugiro que vá tomar no meio do rábo.
    Quanto a me classificar de ex-PT, isso é um absurdo: a única pessoa a quem eu daria por fora, além do meu caso no metrô, seria justamente para o Lula.
    PT no coração.
    Goiano, me defenda dessa viadagem aí!

  6. Marina ,morena Marina você se estressou !.
    Marina você que faz tudo me faça este favor!

  7. “A corrupção, não estabeleceu por si a crise por que passa o Brasil”. Viva a corrupção!. Soltem o molusco !. É tudo imaginação do povo. Goiano, não tem ISP, ISD ?. Certo, lula não aceitou criar. Acho que vou dormir, talvez tenha que estar de pé amanhã as 04:30. Fiquem com Deus.

    • Republicano de Curitiba em 25 de maio de 2018 às 12:04
    • Responder

    Bem, o Goiano chegou ao ápice. Desistiu da causa política religiosa de defender seu deus pagão e agora migrou para relatar sua auto-biografia. Está certo né, ser corno não é pior dos fatos. Certamente deve ter proibido a sua digníssima de pegar trens, metrôs, ônibus, ou qualquer veículo de uso coletivo. Carlos Zéfiro era melhor pois além de escrever pornografia desenhava.

      • Goiano, O Cornudaço em 25 de maio de 2018 às 12:46
      • Responder

      Fiquei na dúvida se te mando um beijo a ou para o coração, para retribuir a delicadeza do comentário.

      • Goiano, o Diretor em 25 de maio de 2018 às 21:45
      • Responder

      Não sei desenhar igual ao Carlos Zéfiro, aquele punheteiro safado, mas posso filmar, nem que seja um vídeo bem ruinzinho:

      1. Faltou luz ou não queres chamar a atenção por motivos ocultos, Jânio Braga. Desculpe, Gênio Braga

          • Goiano em 27 de maio de 2018 às 13:32
          • Responder

          Hahaha, nada disso: estou fazendo alguns testes com programas de vídeo e aproveitei para, só de sacanagem, colocá-los no JBF para torrar o saco dos leitores.

    • Goiano Suplício em 26 de maio de 2018 às 20:49
    • Responder

    CANTANDO BLOWING THE WINDOWS, A PEDIDOS!
    Quero aproveitar a oportunidade, e, inclusive, atendendo a inúmeros pedidos, homenagear o pai do Supla:

  8. O Supla é doido, o pai é débil , e tu vai ser fuzilado!. Arrependa-se vermelhinho!, o fim está próximo!. Não o teu é claro!. Vais viver muitos anos para chatear-nos . Dá para tolerar, mas não cante mais isto Nobel nobre colunista!.

      • Goiano em 27 de maio de 2018 às 13:44
      • Responder

      Aproveitei o teste que estou fazendo com programas de vídeo para cantar em homenagem ao pai do Supla e ter o prazer de, por isso, ser justa, merecida e definitivamente fuzilado não sem antes ser internado na mesma cela que o Suplicy, que será fuzilado primeiro com balas de prata. O Supla será poupado, mas será condenado a fazer shows de bolero.

  9. Chi!, Goiano pelo visto os vídeos não terão utilidade. Ninguém conseguirá vê-los!. Volte a carga , não temos com quem brigar, estamos ficando sem adrenalina . E não sabemos se algum caminhão tanque nos abastecerá. Esta greve já cansou. Esta muito monótono por aqui, fizeste um comentário sem tomar partido na coluna do Adõnis. Mas estás sumido!. A briga coxinhas x mortadelas (quitutes,salames,presuntos etc . para as lideranças) estará morna até terça. Vai esperar pelo TSE?. Tudo bem, mas que diabos de teste é este?. Opa!, Hino Nacional,Santos em campo.

      • Goiano, o Soprador de Ventos em 27 de maio de 2018 às 20:02
      • Responder

      Saindo novo texto, sem quase nada a ver com a greve dos caminhoneiros.
      Quanto ao teste, nem era para ser público, pois só interessava a mim, mas como eu estava bestando e havia os temas Marina e Blowing the Wind na voz do Suplicy, aproveitei e fiz essas porcarias – o teste confirmou que meus sistemas estão enfrentando alguma incompatibilidade com programas de vídeo e que as gravações estão saindo muito mais escuras do que o captado.

    • Monsenhor Marcos Tonizza em 30 de maio de 2018 às 11:19
    • Responder

    Petista é uma coisa doentia mesmo.
    O Lula confessa algo indigno e o sujeito vem amenizar dizendo que foi uma bravata, não foi uma confissão verdadeira.
    O Lula confessa um crime e dizem que o que ele falou estava fora do contexto.
    Mostram, provam e o Lula confessa, mas mesmo assim ele é inocente

      • Goiano em 30 de maio de 2018 às 11:45
      • Responder

      Marcos, se estás falando do “Menino do MEP”:
      1) Nin guém disse que Lula fez uma bravata, houve uma pergunta se teria havido alguma bravata, mas as informações existentes na imprensa indicam que nem bravata houve.
      2) O Lula não confessou, tanto quanto consta da imprensa consultada. Podes indicar onde viste que o Lula confessou? Podes dar o link? A gente quer muito saber.
      3) Ainda no caso do Menino do MEO, onde foi mostrado, provado e confessado pelo Lula? Eu te garanto que procurei ler tudo o que se publicou a respeito e o que vi foi, (a) nada de confissão do Lula; (b) que a pessoa que seria o tal Menino do MEP não só não confirmou a história, como sua mulher disse que ele nunca falou nada sobre isso e que sempre se manifestou positivamente a respeito do Lula; (c) que os testemunhos dos prisioneiros de cela de Lula e do pretenso agredido dizem que o caso não acnteceu. E por aí vai.
      Pois, se dizes que “petista é uma coisa doentia mesmo” eu digo que é doentio insistir em acreditar em uma história e difundi-la mesmo estando ante a demonstração ampla (e já pacificada) de que ela não deve ser verdadeira e div ulgá-la pode ser uma forma de manchar a honra de algumas pessoas (no caso tanto do Lula quanto da pessoa que seria o agredido).
      Nós, os petistas, somos doentios na busca da verdade, uns sim, outros não.
      Os não petistas uns sim, outros não.

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