BRASIL, SEM FREIO E SEM DIREÇÃO

Saí do meu canto agreste
Deixei longe meu sertão
Quase não chego ao destino
Presa em paralisação
Cheguei ao Rio de Janeiro,
E salve o caminhoneiro!
Salve a civilização!

Tudo está se resolvendo
Nas rodas do caminhão
O governo abre as pernas
Pra greve que é de patrão
Vai surgir imposto novo
Quem vai pagar é o povo
Vem mais contribuição.

É nesse país sem rumo,
Sem freio, sem direção,
Que brevemente teremos
Que votar em eleição,
Porém não fico contente
Meu medo é que novamente
Se eleja mais um ladrão.

2 comentários

    • violante Pimentel em 28 de maio de 2018 às 14:15
    • Responder

    Parabéns pelos versos excelentes e oportunos, prezada poeta Dalinha Catunda! Você estava fazenda falta!
    Um abraço!

    • Dalinha Catunda em 28 de maio de 2018 às 16:47
    • Responder

    Obrigada, minha amiga, passei quase dois meses no Ceará. Meu abraço carinhoso.

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