APENAS 72 VEZES

O tenente Valmir Moraes da Silva, da equipe de segurança de Lula, disse ontem a Sergio Moro que Lula esteve no sítio de Atibaia em cerca de 72 finais de semana de 2012 a 2015.

O segurança depôs como testemunha de defesa no processo que apura se Lula se beneficiou de R$ 1,02 milhão em benfeitorias no sítio, pagas por Odebrecht e OAS.

* * *

Segundo o fubânico Ceguinho Teimoso, crente devoto da Igreja do Reino de Lula, apenas 72 finais de semana na propriedade provam, de maneira definitiva e indesmentível, que o sítio NÃO é do ex-presidente prisioneiro, condenado por corrupção.

E este cabra, o tenente que entregou esta dezena 72 pro Dr. Moro, é testemunha de defesa!!!!

Imaginem se fosse de acusação.

Vôte!!!

Uma lapada de aguardente na adega do sítio de Atibaia, que não é de Lula, segundo afirma o próprio Lula, e também segundo Ceguinho Teimoso, que acredita em Lula

Foto tirada por Paulo Gordilho (ao lado de Lula), arquiteto da OAS, responsável pela reforma do sítio

6 comentários

Pular para o formulário de comentário

    • DECO em 31 de maio de 2018 às 12:01
    • Responder

    Segundo dizem o Lula queria comprar o sítio. Para isso ele tinha de verificar se tinha água na propriedade. Se tinha rios ou córregos por perto. Tinha de verificar, conhecer e percorrer as estradas que davam acesso as cidades mais próximas. Verificar a qualidade das estradas e acessos ao sítio. Tinha de verificar o tipo de solo, da vegetação e do clima. Tinha de verificar a questão de segurança como muros, cercas e proximidade das delegacias de polícia. Tinha de verificar as condições das instalações, qualidade das construções da sede e da casa de hóspedes, bem como do galinheiro, a pocilga, o lago a criação de peixes e por aí vai… Além disto tudo, tinha de ver a parte de energia elétrica e de telefonia. Fora ver outros sítios e compara-los com o principal. Contatos com imobiliárias e muito mais. Segundo dizem os carros da presidência passaram somente 110 vezes nos pedágios. Eu acho até que ele viajou muito pouco pra Atibaia. Também não sei dizer, porque ele parou de viajar pra lá há muito tempo. Alguém sabe o porquê?

    • João Francisco em 31 de maio de 2018 às 13:29
    • Responder

    O arquiteto da OAS, que fez a reforma no sítio, de acordo com as vontades do Lula e D Marisa.

    Sabe como é que é, pessoas poderosas sempre atraem gente que gosta de agradar. É um presentinho aqui, uma antena ali; uma cozinha de 400 mil reais, tudo bobagem; nada que exija uma contrapartida. Só amizade.

    Gente poderosa é assim mesmo; antes de espirrar já tem gente desejando saúde.

    Lula, ingênuo que era, não entendia porque tanta gente o agradava. Agora sabe, porém a alma mais honesta do mundo nunca, jamais deu alguma coisa em troca.

    E tem cego que acredita.

    • Goiano em 31 de maio de 2018 às 18:56
    • Responder

    O ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República Gilberto Carvalho afirmou, em depoimento ao juiz federal Sérgio Moro, que o empresário Fernando Bittar emprestou o sítio Santa Bárbara, em Atibaia, ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2011.
    Ele disse ter ouvido pela primeira vez falar no sítio em 2011, quando foi chamado para ‘rezar o terço’ em uma festa junina no imóvel, quando haveria uma ‘homenagem a Dona Marisa.
    No dia seguinte, ele alega ter tido uma conversa com Lula. “Ele me relatou naquele momento que, no dia 15 de janeiro, ele estava no Guarujá de férias, a Marisa chamou a ele dizendo que tinha uma surpresa pra ele que era o Fernando oferecendo uma chácara para eles usarem se ele quisesse”.
    A Lava-Jato diz que o sítio é do Lula.
    Não consta das denúncias que o sítio tenha sido dado a Lula – ou seja, Lula comprou o sítio mas pôs em nome de outras pessoas.
    O sítio foi adquirido por Fernando Bittar, filho de Jacó Bittar, em 2010.
    Os depoimentos indicam que Jacó e sua família são mais do que amigos de Lula, são todos tão próximos que são como uma família só.
    Não parece haver motivo para Lula comprar um sítio e pôr em nome de terceiros, se ele tem capacidade para adquiri-lo e não havia razão para colocar em nome de “laranjas”.
    Nenhuma empresa disse ter comprado o sítio para Lula, ou ter pago o valor relativo à compra em favor de Lula.
    Lula seria de uma inteligência ainda maior do que tem se, deixando a presidência (o sítio foi comprado no final de 2010, quando ele estava de saída), resolvesse comprar um sítio, já em nome de laranjas, para, após isso, combinar com as empreiteiras de lhe darem propinas na forma de serviços prestados no sítio.
    Achar que o Lula fez isso é muita viadagem.
    Enfim: desde sempre foi declarado que a porra do sítio estava emprestado ao Lula teus escrotos.
    Agora, se um ano tem 54,1429 semanas, nos quatro anos informados pelo tal sujeito, que o Lula foi 72 finais de semana, é claro que o Lula não era o dono do sítio, pois se fosse ele teria de ter ido 208,5716 finais de semana.
    Entenderam ou querem que eu desenhe?
    As pessoas têm o direito de não compreenderem direito alguma coisa, mas só antes de estar tudo bem explicado. Depois, não. Aí ultrapassa.

  1. Certamente o Goiano vai dizer Que trata-se da palavra de um tenente , se fosse um general ai caberia discussão.

  2. Alem do mais Deco errou quando escreveu sobre sobre as 110 passagens no pedágio . Provavelmente foram 110, 375842697.

    • Marcos Pontes/DF em 31 de maio de 2018 às 23:12
    • Responder

    O sítio não é de Lula, na realidade é da Galega. Se duvidam, perguntem a ela?

Deixe uma resposta

Seu e-mail não será publicado.