4 junho 2018 CHARGES

J. BOSCO

FRANCISCO ITAERÇO – IMPERATRIZ-MA

Meu caro editor, paguei hoje o dizimo para o tesouro do templo, (mês de junho) o fiz por transferência bancária, R$. 50,00, cinquenta reais, muito pouco, mas é de coração.

Lembre-se “o pouco com Deus é muito”.

Um forte abraço meu garoto.

R. Que muito pouco que nada, caro colunista fubânico!

Fique sabendo que Chupicleide, secretária de redação, e que ainda não recebeu o 13º, ficou dando pulos de alegria quando soube da sua doação generosa.

Veja como ficou feliz e de dentes arreganhados:

Sua doação,  estimado colunista, somada às outras, será valiosa para mantermos esta gazeta escrota no ar.

Como não temos qualquer patrocínio, público ou privado, a colaboração de colunistas e leitores continua sendo de grande importância.

Até agora Temer tem resistido aos meus apelos de bancar o JBF através de anúncios da Caixa ou do Banco do Brasil. 

Uma pena mesmo…

Muito obrigado e um grande abraço.

4 junho 2018 CHARGES

JORGE BRAGA

TEMER TREME

Você não tem como contestar. Nem ninguém. O arsenal da oposição é temível, tanto quanto o estadunidense ou o norte-coreano. As ogivas que antes cruzavam os céus como mera demonstração de força, agora começam a atingir seus alvos. A crise dos caminhões, por exemplo, foi o veículo (sem trocadilho) da sucumbência do governo, uma espécie de Exército de Brancaleone a defender interesses durante uma guerra que se avizinha, o pleito eleitoral.

No filme, demonstra-se que a Idade Média não foi feita apenas de belos reis, rainhas e castelos, de riqueza e de ostentação, mas igualmente de miseráveis. Conta-se a história de Brancaleone da Nórcia, um cavaleiro fracassado, que em busca de um feudo lidera um grupo de maltrapilhos e famintos. A diferença da arte para a vida é que, na versão política, o palácio está ocupado por Brancaleone que, mesmo assim, com a arma da caneta todo-poderosa na mão, não consegue fazer prevalecer seus pontos de vista.

Negociação, por exemplo, implica flexibilidade das partes envolvidas, mas não foi o que se viu. O governo, que já fizera enormes concessões na véspera, teve que fazer outras tantas no dia seguinte. E assim iam os grevistas aceitando qualquer negociação, desde que ao final as coisas acontecessem como eles queriam.

Esdrúxula negociação!

A fragilidade do governo é evidente, e ao agir ele não impõe nem propõe, mais parece suplicar. Sem alavanca e sem ponto de apoio, a cada dia fica mais insustentável, especialmente pelo gosto de vingança, a contrapartida do impedimento da senhora Dilma Rousseff. De qualquer forma, pergunta-se: como pode um presidente que tirou o país da recessão, reduziu dramaticamente a inflação, baixou os juros e amenizou a sangria dos empregos ser tão impopular?

4 junho 2018 CHARGES

CAZO

ARAEL COSTA – JOÃO PESSOA-PB

Bom dia, estimado Papa

Com meus votos de um bom domingo, notadamente se em companhia do João, vendo as meninas no Shopping RioMar.

Mas…

Imbuído de espírito do mal e provocado por seu registro na edição de hoje de que o ex-presidente Aldemir Bendine pediu apenas para não ser algemado pelos PF’s que o foram buscar, tal o seu complexo de culpa ou manifestação tardia de consciência, ouso perguntar como se explica, se é possível tal, que um de seus mais próximos colaboradores na gestão do Banco do Brasil – Ivan Monteiro, tenha sido justamente o escolhido para suceder ao desastrado Pedro Parente na direção da Petrobrás, quando, na realidade, deveria estar fazendo companhia ao seu mestre, nos xilindrós da PF.

Daí, considerando minha perplexidade, vejo-me em busca de explicações para essas decisões atabalhoadas de nosso ínclito presidente Temer, no meu entender inexplicáveis em qualquer outro recanto do mundo, considerando que são tão difíceis de entender que talvez só a vidente Vera, também presente na edição de hoje desse magazine, possa nos esclarecer.

Face a isto e considerando essa premissa peço sua gentileza de encaminhar à mesma essa pergunta, esperando que seja razoavelmente destrinchada.

Vejamos…

Avohé,

R. Fique tranquilo, vou encaminhar sua consulta.

É só eu descobrir quem danado é esta vidente Vera que você citou…

4 junho 2018 CHARGES

TACHO

FIQUEI SEM COMBUSTÍVEL…

Literalmente! Mas o que tem me impedido de escrever é a preguiça.

Preguiça de ter de explicar de novo e outra vez o que é óbvio. Preguiça e saco cheio da mediocridade que nos cerca. O Brasil da desesperança, enche, incomoda e nos tira a vontade de fazer, de agir, as vezes até de pensar.

No meu caso pensar e me indignar são atos contínuos, tão necessários quanto respirar. Mas quando olho para meu país, para meus conterrâneos, tenho vontade de parar de pensar. Pena que não consigo.
A greve dos caminhoneiros parou o Brasil, mas não barrou minha indignação. Apenas encheu mais o meu saco.

Em termos práticos não me causou nenhum problema. A Universidade (pública, é óbvio) onde trabalho, rapidamente, suspendeu as atividades e nos deu férias fora de época. Não deu para viajar é claro pois não tinha gasolina. Também não pude colocar o trabalho atrasado em dia pois a burocracia me impediu de ingressar no Campus.

Fiquei por casa, no ócio total, algo que não fazia há anos. Um netinho recém nascido agitou um pouco as coisas e uma gripe infernal freou tudo de novo. Assim fiquei em casa, pensando. O que para mim é um problema angustiante.

Pois não consigo ter mais paciência com esta zona toda que está por ai.

Greve geral???

A greve dos caminhoneiros foi justa? Sim no primeiro momento foi. Mas depois do Desgoverno Temer ceder a tudo de joelhos não cabiam mais bobagens e resistência. Deviam ter voltado ao trabalho e ponto final.

Mas ai vem as ideias de gerico. Vamos derrubar o Desgoverno, Oba!!! E os oportunistas de plantão: Lula Livre! Golpe Militar! Vão se fuder!

Ao prolongar a greve os caminhoneiros perderam a chance de saírem como heróis pátrios, pois começaram a encher o saco do povo.

E não pensem que se começarem a fazer greve por tudo terão apoio. Vão acabar levando porrada na rua. Ou serão tratados com o desdém e ódio que os servidores públicos recebem a cada greve sem noção que inventam.

A origem…

Tudo isto começou com as caravelas ou até antes, nas eternas guerras tribais do Brasil pré-colonial. Mas merda atual começou com o “Petróleo é nosso!”, cantilena nacionalista do ditador Vargas que ficou gravada na parte medíocre e burra da mentalidade do brasileiro e com a escolha do modal errado por JK.

A Petrobrás, que está mais para Roubobrás ou Propinobrás, é um peso nas costas de todos nós. O fato de abrir a exploração do petróleo e sua comercialização para iniciativa privada não vai tirar o domínio do Governo sobre as riquezas naturais brasileiras.

O que vai acontecer é livre concorrência, sem politicagem na cessão de bandeiras de postos e distribuidoras e sem o monopólio doentio e nocivo da Petrobrás na vida dos brasileiros.

A Petrobrás só serve como cabide de emprego para indicados políticos, para roubalheira generalizada, para domínio e chantagem sindical da CUT e para ferrar o Brasil.

Tem de ser vendida, privatizada, já! O petróleo continuará brasileiro mas nós, o povo, não pagaremos mais a conta. Mas não, falar em privatizar a Petrobrás mexe com os brios da nossa idiotia.

Os EUA, os ‘zamericano’, são o maior produtor de petróleo do mundo, o maior consumidor e tem a 9ª maior reserva de petróleo do mundo (nós com o tal do pré-sal, que ninguém consegue extrair, somos a 15ª reserva mundial, sem o pré-sal caímos para 20ª posição) e não tem nada de dinheiro público na cadeia petrolífera, só iniciativa privada.

É assim na Europa, nos países árabes, onde as companhias petrolíferas pertencem as famílias reais e não ao povo ou ao país. E, lá nas Arábias, estas companhias são administradas como o que são companhias privadas. O povo recebe as benesses dos empregos e dos impostos, só isso.

Por outro lado a democrática, pujante e desenvolvida Venezuela tem a maior reserva de Petróleo do mundo (isto mesmo a maior reserva de petróleo do mundo está na Venezuela) totalmente explorada pelo governo, a PDVSA é 100% estatal. Viram o que virou, a merda que os venezuelanos tem de aturar e, pasmem, a Venezuela importa gasolina.

John Rockefeller, o magnata americano, costumava dizer que “o melhor negócio do mundo é uma companhia de petróleo bem administrada e o segundo melhor é uma companhia de petróleo mal administrada”. Só no Brasil e na Venezuela os desgovernos conseguiram quebrar ou roubar totalmente as petroleiras nacionais. Como disse Milton Friedman, “se colocarem o governo federal (qualquer Governo) para administrar o deserto do Saara, em cinco anos faltará areia.”

Não há mais argumentos temos de privatizar a Petrobrás. Talvez este seja o legado bom, o ‘fazer do limão uma limonada’, que restará da greve dos caminhoneiros.

Até agora a conta é horrorosa. Pedro Parente demitido, um desgoverno totalmente desmoralizado, bilhões de prejuízo, a conta será nossa….do povo brasileiro, inclusive dos próprios caminhoneiros.

50 anos em 5… e pagamos a conta até hoje

O nacional desenvolvimentismo estrutural de JK foi lindo, expandiu horizontes. Permitiu a roubalheira institucionalizada, imaginem o que não se roubou num Brasil virado em canteiro de obras, numa época sem meios de comunicação de massa, sem redes sociais e com sistemas de controle falhos. A putaria deve fazer frente até aos tempos do Governo Petista…não, estes são insuperáveis em termos de roubo.

Mas JK ao optar pelo modal de transporte rodoviário ferrou o Brasil ad aeternum e agora reverter isto é quase impossível. Pois envolve interesses de grupos econômicos, interesses políticos e é claro o risco de uma nova sangria dos cofres públicos e outra roubalheira.

Sem falar que não temos dinheiro para nada. A não ser que o Governo diminua, privatizando e acabando com regalias e cabides de emprego no serviço público de merda que nos oferece.
Difícil? Não, impossível!

Efeito cascata

Depois de JK, os militares só mantiveram a coisa como estava. Veio a democracia cleptocrática pós 1985 e nada.

Até que Lula teve a ideia genial de usar a capacidade ociosa das fábricas de caminhões, facilitando a compra de caminhões. Resultado 40% mais caminhões em uma economia que não cresceu 10%, muita oferta de frete pouca demanda o preço cai. Caminhoneiros endividados, grandes empresas comprando as dívidas e os caminhões.

Some-se a isto os subsídios eleitoreiros de Dilma e sua genialidade nos negócios, tipo comprar Pasadena. A sede por cargos, a volúpia dos petroleiros e a roubalheira do Petrolão.
Pronto temos a tempestade perfeita… para um locaute.

Locaute

A greve patronal é crime, mas foi o que aconteceu e nós pagaremos a conta. O governo diz que vai punir, não vai pois não tem tempo nem autoridade para isto. Este é o primeiro dos locautes, outros virão. No caso específico só a mudança do modal de infraestrutura os impedirá.

Oportunistas

E os oportunistas de plantão esqueçam. Ninguém vai defender pautas de esquerda ou Lula Livre ou Lula candidato. Para o Brasil o FDP do Lula só é mais um corrupto preso.

Os militares também não farão a bobagem homérica de assumir o Brasil na merda que está. Aliás nossos militares tem sido estratégicos, inteligentes e irrepreensíveis até o momento. Merecem nosso aplauso e gratidão.

E ninguém, mas ninguém mesmo, vai derrubar o desgoverno Temer. Ou vocês acham que alguém vai assumir a bucha até o final do ano. Pelo desespero talvez Lula para não ir preso poderia assumir, mas como ele já está preso, não corremos este risco.

Ninguém quer pegar um rabo de foguete por 6 meses, seria idiotice. E antecipar eleições está fora de cogitação. Se por um lado eleições antecipadas poderiam favorecer os atuais congressistas, uma campanha rápida e barata poderia promover uma grande renovação (o que seria ótimo) no Congresso. E também antecipar as eleições é praticamente eleger Bolsonaro.

Não, ‘eles’ não farão isto! Esqueçam!

Quanto aos petroleiros, que conseguiram colocar na página do sindicato que a culpa da zona toda que está por ai é da operação lava-jato e do Moro, só resta mandá-los a merda!

Desejo com o fundo de minha alma que a Petrobrás seja privatizada e que esta cambada do sindicato dos petroleiros tenha, que enfim trabalhar.

Resumindo

Por esta e por outras fiquei sem combustível para escrever, argumentar e contestar. Sem combustível, sem vontade e sem saco.

Mas, em resumo, tudo isto para dizer:

Senhores caminhoneiros já deram seu recado agora vão trabalhar!

Senhores petroleiros tenham vergonha na cara e vão trabalhar!

Senhores Governantes vão à merda!

PETROBRÁS, ELETROBRÁS, ROUBOBRÀS e todo o resto…PRIVATIZEM, JÁ!

4 junho 2018 CHARGES

CLAYTON

 

MARÍLIA MENDONÇA – A RAINHA DA SOFRÊNCIA

A maior revelação da música sertaneja surgida nos últimos tempos, Marília Dias Mendonça, nome artístico Marília Mendonça, cantora, compositora, violonista, nasceu em Cristianópolis, município de Goiás que fica a uma distância de 90 quilômetros da capital, no dia 22 de julho de 1995.

Com apenas três anos de carreira, já ganhou o Troféu Imprensa de 2017 e 2018. Possui mais de quatro bilhões de visualizações no You Tube!!! Quatro músicas entre as mais tocadas em todo o Brasil, sendo a primeira mulher brasileira a entrar no “Moments History Month do Spotify!!” Ela é o maior sucesso do momento da música sertaneja!!!!!

Com um talento musical acima do normal e uma voz potente, Marília Mendonça, teve sua primeira composição “Minha Herança” gravada pela dupla sertaneja João Neto & Frederico dois anos depois de escrita, em 2009. Mesmo sendo menor de idade, Marília Mendonça investiu na carreira de compositora, escrevendo mais canções do gênero. Nesse período, foi autora de canções de sucesso como “É com ela que eu estou”, gravada por Cristiano Araújo, e “Cuida bem dela” e “Até você voltar”, gravadas pelos irmãos Henrique & Juliano. Ela canta a realidade dos desencontros amorosos!

Estreou como cantora em 2015, aos 20 anos, com a participação em duas músicas da dupla Henrique & Juliano, seus irmãos: “A Flor e o Beija-Flor” e “Impasse”. Logo em seguida, no mês de julho, ela gravou o disco Marília Mendonça: Ao Vivo. Feito em um cenário com decoração simples e com garrafas de bebidas alcoólicas. O álbum foi lançado oficialmente em março de 2016. Disponibilizado tanto nos formatos CD e DVD pela gravadora Som Livre, recebeu aclamação positiva do público, alcançando o topo das paradas brasileiras. Entre as canções de destaque do disco, estão o single “Infiel” e a canção “Eu sei de Cor”, a qual liderou a Brasil Hot 100 Airplay em 2016 por cinco semanas. ‘Infiel’ tornou-se a quinta música mais executada nas rádios do Brasil naquele ano, além de já ter sido a segunda canção brasileira com mais visualizações no You Tube.

Após alcançar sucesso na divulgação do material no You Tube, passou a ser chamada pelos fãs e tietes de “Rainha da Sofrência”. Marília fez o seu primeiro grande show ao vivo em agosto do mesmo ano, na cidade paraense de Itaituba. Ao mesmo tempo em que iniciava a carreira em cima dos palcos, continuou compondo músicas para outros artistas, como Lucas Lucco, Joelma, Jorge & Mateus, Wesley Safadão, Maiara & Maraísa, Matheus & Kauan, Fred & Gustavo, Zé Neto & Cristiano, César Menotti & Fabiano e os já citados anteriormente Henrique & Juliano e João Neto & Frederico.

Devido à grande repercussão de seu nome na mídia, Marília Mendonça foi indicada ao prêmio “Melhores do Ano”, do programa “Domingão do Faustão”, exibido pela Rede Globo. Naquela ocasião, Anitta foi a vencedora do troféu e convidou Marília para receber o prêmio com ela, homenageando todas as mulheres e encerrando com um dueto da canção “Infiel”. Marília encerrou o ano de 2016 com uma participação no tradicional “Show da Virada”, da Rede Globo, exibido no dia 31 de dezembro, apresentação que considera uma das mais importantes de sua carreira. Em 8 de outubro de 2016, Marília gravou o segundo DVD da sua carreira, “Realidade”, no Sambódromo de Manaus para um público de mais de quarenta e cinco mil pessoas! Quatro das canções gravadas foram disponibilizadas em 13 de janeiro de 2017 em um EP homônimo, com três canções inéditas, além da conhecida “Eu Sei de Cor”. O lançamento oficial do CD e do DVD, previsto para fevereiro de 2017 pela Som Livre, aconteceu em 31 de março.

Em julho de 2017, Marília conquistou o posto de artista brasileira mais ouvida no You Tube. Ela ficou em 13º no ranking mundial, superando artistas como Adele, Ariana Grande, Shakira e Taylor Swift. Em setembro de 2017, outra marca: a cantora ultrapassou três bilhões de visualizações em seu canal oficial, sendo a primeira cantora brasileira a conquistar o número em menos de dois anos!!!

Marília Mendonça apresenta em suas canções uma filosofia musical de valorização da figura da mulher. Apesar de negar uma postura militante diante do feminismo, já usou o termo em algumas ocasiões, como na entrevista ao jornalista Pedro Bial, quando questionada sobre culpa diante de traições, tema recorrente em suas músicas. “Se fala tanto em feminismo e a mulher ainda culpa a mulher por coisas que ela não tem culpa. Se o cara é casado comigo, é meu namorado ou está do meu lado e me trai, quem me traiu foi ele. Eu não tinha nenhum tipo de relacionamento com a amante” – questionou. Seguindo a linha da defesa dos direitos das mulheres, lançou no dia 8 de março de 2018 as canções “A Culpa é Dele”, com Maiara & Maraísa – criticando a disputa entre mulheres e a idolatria ao homem – e “Perdeu a Razão”, seu novo trabalho com a cantora Joelma, que fala de violência doméstica e da Lei Maria da Penha.

Em uma entrevista concedida ao jornal O Globo neste ano, a cantora e compositora sertaneja Marília Mendonça destacou que era necessário conquistar o público feminino como adepto de suas canções, visto que as mulheres comparecem em grande número aos shows de música sertaneja por distração e prazer absoluto de liberdade, porém, não existiam cantoras do gênero em aclamação naquele período.

Marília Mendonça – “A Rainha da Sofrência” – pelo talento para compor e cantar em tom de voz grave e potente, pelo domínio de palco, pela naturalidade, pela maturidade, pela AUTENTICIDADE, é, sem dúvida nenhuma, a maior revelação da música sertaneja dos últimos tempos com apenas 23 anos, porque fala do amor, da traição entre homens e mulheres em todas suas nuances em linguagem popular sem ser popularesca, do sofrer, que são universais, com muita catilogência e responsabilidade!

Assista o Clipe até o fim, com o depoimento da cantora Joelma.

4 junho 2018 CHARGES

ZOP

4 junho 2018 A PALAVRA DO EDITOR

PODES CRER: É VERDADE ! ! !

Uma interessante informação apareceu ontem no twitter do prisioneiro Luiz Inácio Lula da Silva, vulgo Lapa de Leitor.

Informação que foi redigida pelos seus bem remunerados baba-ovos, claro, já que o prisioneiro não sabe escrever porra alguma, embora leia com abundância incomum!

Vejam que coisa fabulosa:

Descontada a troca de posições de palavras, “preso político” ao invés da versão correta que é “político preso“,  eu achei fantástica esta informação:

Lapa de Corrupto leu 21 livros em menos de dois meses!!!

O Departamento de Investigações Literárias do JBF apurou que entre estas mais de duas dezenas de volumes, Lula devorou “Guerra e paz”, de Tolstoi (que foi concluído em dois dias), “Os irmãos Karamazov”, de Dostoiveski (que o petista leu em apenas seis horas) e, pra completar, Ulisses de James Joyce (lido em 43 minutos)

Detalhe importante: estes três clássicos foram lidos por Lula nos idiomas originais em que foram escritos.

Em português Lula leu “Os Maias“, de Eça de Queiros, em apenas 13 horas!!!!

Eu li a nota do presidiário no dia em que ele botou no ar, ontem, domingo.

Na manhã desta segunda-feira, fui aos correios e despachei meus três romances, todos autografados, para tão voraz leitor: Memorial do Mundo Novo, A Guerrilha de Palmares e O Romance da Besta Fubana.

Calculo que ele vai ler estes três volumes em uma única tarde, depois do lauto almoço que é servido na cadeia.

Quem quiser mandar mais livros, anote aí o endereço.

A Superintendência da Polícia Federal em Curitiba está localizada à Rua Profª Sandália Monzon, 210 – Santa Cândida, Curitiba – PR, 82.640-040 – Telefone: (41) 3251-7500.

Uma sumidade do porte deste prisioneiro-leitor eleva a cultura às mais altas culminâncias!

Cópia do recibo da ECT referente aos livros despachados por este Editor para o fantástico leitor-dinâmico Lula

4 junho 2018 CHARGES

DUKE

ANTHONY STEFFEN: O DJANGO BRASILEIRO

Anthony Steffen é brasileiro da gema, por isso é tratado como o nosso Django. Nosso?!?!?! Isso mesmo!!! Porque Antonio Luiz de Teffé é brasileiro de boa cepa, como gostavam de orgulhar-se as reportagens ufanistas que as revistas “Manchete” e “Fatos & Fotos” sempre faziam cada vez que ele chegava de férias ao Rio. Filho e neto de diplomatas, o ator nasceu na Embaixada do Brasil em Roma. Anthony Steffen, nome artístico de Antônio Luiz de Teffé sempre foi elegante, educado e culto, falava inglês, francês, português, espanhol e italiano. No final dos anos 80, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde fixou residência. Em 2002, descobriu que estava com câncer. Faleceu no dia 4 de junho de 2004 aos 73 anos. E o mundo da magia do cinema, especialmente o brasileiro, perdia um de seus mais proeminentes heróis.

Com os seus olhos azuis e os 1,89m que magnetizavam a plateia do cinemas que exibiam seus Djangos, Ringos, Sartanas ou Sabatas, no começo do Século XXI, antes de morrer(2004), Steffen deu uma entrevista ao jornalista de O Globo, Artur Xexéo, quando naquela oportunidade afirmou: . “Assim passa a glória do mundo”. Quer dizer, não foi pouca a glória por que Antonio de Teffé passou neste mundo. Ele fazia parte de um time que contava com Clint Eastwood, Franco Nero, Giuliano Gemma e protagonizou, entre 1963 e 1974, quase três dezenas de westerns produzidos na Itália.

A plateia dos cinemas interioranos do mundo inteiro ficava radiante e na ponta dos cascos quando Anthony Steffen entrava em cena, envolto num poncho surrado e com aquela barba por fazer, iniciava-se o tom de algum instrumento penoso, aflitivo e torturante de fundo – um trompete, quase sempre – e a massa já sabia que o pau ia correr solto. Anthony Steffen foi sempre sinônimo de encrenca na tela. Ele próprio sabia disto e, certa vez, analisando o sucesso dos spaghetti westerns, arriscou sua interpretação do fenômeno. Disse que o mundo estava mudando nos anos 1960 e, se os faroestes feitos na Itália faziam mais sucesso do que os autênticos, produzidos pelos americanos, é porque eram mais cruéis, mais verdadeiros. “Eram duros e extremamente realistas”, disse Steffen.

O Cowboy que não sabia montar nem muito menos andar em cima de um cavalo contou no programa de Jô Soares que, no começo de sua carreira, a única exigência do diretor foi a de que ele soubesse montar. Disse que era um cavaleiro estupendo, mas não era, mentiu!!! Nunca havia montado num cavalo e esse foi apenas o começo de seus problemas com equinos. Mais tarde, durante a rodagem de um dos 23 spaghetti westerns que interpretou – quase sempre, ou sempre, dispensando dublês –, sofreu um acidente. O cavalo rodou e caiu sobre ele. Antonio de Teffè teve de ser hospitalizado. Pegou ódio de cavalo, mas seguiu montando, por razões de ordem profissional.

Foram produzidos aproximadamente 50 westerns spaghetti apropriando-se do nome ”Django”, personagem criado pelos irmãos Corbucci (Sergio e Bruno) e imortalizado por Franco Nero em 1966. Entre os muitos atores que personificaram “Django” está Anthony Steffen, que por três vezes usou o famoso nome, respectivamente em “Poucos Dólares Para Django” (Pochi Dollari per Django), de 1966; “Django, O Bastardo” (Django Il Bastardo), de 1969; e “Um Homem Chamado Django” (W Django!), de 1971. Para o autor Howard Hughes “Django, o Bastardo” é o melhor faroeste da filmografia de Steffen. “Django, o Bastardo” é um dos quatro melhores westerns que fizeram uso da “Franquia Django”, sendo os demais “Django”, de Sergio Corbucci, “Django Mata por Dinheiro” (10.000 Dollari per un Massacro), de Romolo Guerrieri, e “Viva Django!” (Preparati la Bara!), de Ferdinando Baldi. Não bastassem essas duas razões para assistir “Django, o Bastardo”, há ainda a propalada influência deste filme dirigido por Sergio Garrone e escrito por Garrone e pelo próprio Anthony Steffen.

Antonio Luiz de Teffé, que se tornou conhecido como Anthony Steffen, tinha dupla nacionalidade e ficou famoso na Itália na mesma vertente que projetou Clint Eastwood. De um certo modo, Anthony Steffen foi um ator subestimado pela crítica, mas o seu jeito de atuar foi copiado por muitos e teve vários colegas cawboys adeptos e seus imitadores. Quer dizer, nunca foi um Django do Paraguai. Fez parte de uma geração única do faroeste spaghetti. Os fãs devem lembrar-se de todos eles. Vasculhe aí a memória e lembre-se – Anthony Steffen, como bom personagem de western à italiana, não era exatamente um mocinho. Mas era chumbo grosso e foi assim que entrou para a história do gênero.

Este vídeo logo abaixo (trailer de apenas 3 minutos) presenteia o leitor deste blog com o melhor filme de cawboy com Steffen “Django, O Bastardo” de 1969. Vale a pena assisti-lo.

4 junho 2018 CHARGES

RICARDO MANHÃES

SERGIO MARCHIO – MINEIROS-GO

Caro Berto, Bertíssimo organizador deste espaço democrático.

O movimento dos caminhoneiros foi muito didático ao nos mostrar não só que nossos meios de transporte estão muito centrados no lombo de caminhão como também para mostrar os rumos do nosso estilo de vida superdependente deste óleo de pedra, em grande parte por determinação deste governo que encontra nisso boa parte do seu faturamento.

Caminhões zanzam para cima e para baixo muitas vezes levando produtos desnecessários, como cerveja e refrigerante por exemplo (lembrem se que este espaço é democrático e até o meu conterrâneo Goiano tem vez aqui). Brincadeira.

O fato é que nós consumimos demais combustíveis. Ficamos sabendo que um aeroporto como o de Brasília precisa de vinte carretas por dia para funcionar. Certamente boa parte delas abastece a FAB.

Tomemos o consumo diário do Brasil, cerca de 3,1 milhões de barris por dia, divida pelo nosso número de habitantes e encontrará cerca de 24 litros por pessoa por dia. Muita gente está consumindo pouco, crianças que nem dirigem, idosos, pobres. Na média, puxa vida, mais que uma lata por dia metemos fogo para cada cabeça de gente. E claro que isso tem consequências no clima, no ar, no trânsito, etecetera. Mas sem combustível não temos emprego, produção, lazer e por aí vai o que torna este tal de combustível tão “estratégico” e onde metem a mão com força no bolso da gente.

O que dá para fazer hoje era tentar consumir menos, com ferrovias e carros elétricos. Estas duas medidas reduziriam nossa dependência absurdamente. No meu entender elas não podem ser adotadas pelo governo por causa da perda de receita. É interessante para ele governo vender muito petróleo.

Com o transporte de cargas baseado em caminhões, na venda de um caminhão ele vende junto: seguro, pneus, manutenção, multas e petróleo, todos os itens com alta lucratividade em impostos. Carros elétricos ou híbridos tem embutido em seu preço, aqui em Banânia, a perda de receita com combustíveis ao longo de sua vida útil e por isso custam tão caros.

Está certo que este tal de governo precisa de receita. Mas poderia ser menos voraz deixando um bocadinho para os (des)governados.

4 junho 2018 CHARGES

YKENGA

4 junho 2018 JOSIAS DE SOUZA

GILMAR EXPEDIU 15 ALVARÁS DE SOLTURA EM 15 DIAS

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, passou a deferir pedidos de habeas corpus em ritmo industrial. Num intervalo de 15 dias, Gilmar expediu 15 alvarás de soltura. O penúltimo foi rubricado nesta sexta-feira. Ganhou o meio-fio Orlando Diniz, ex-presidente da Federação do Comércio do Rio de Janeiro. Estava atrás da grades desde fevereiro. É acusado de se apropriar de R$ 10 milhões em verbas públicas.

Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, apontado como operador de propinas do PSDB paulista, foi contemplado com dois dos 15 habeas corpus de Gilmar. Solto uma vez, voltou a ser preso na última quarta-feira. Gilmar mandou soltá-lo novamente horas depois. Estendeu a ordem à filha dele, Tatiana Cremonini.

Dois dias antes, na segunda-feira, foram liberados por Gilmar o ex-secretário estadual de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro, Cesar Rubens Monteiro de Carvalho e o doleiro Sérgio Roberto Pinto da Silva.

O rol de liberados por Gilmar na segunda quinzena de maio inclui Hudson Braga, secretário de Obras do multicondenado Sergio Cabral, ex-governador do Rio; Carlos Miranda, principal operador de Cabral. Também foi para casa Milton Lyra, um lobista ligado a caciques do MDB do Senado – investigado em inquérito sobre desvios no Postalis, o fundo de pensão dos Correios.

Nas pegadas de Milton, deixaram o xilindró por ordem de Gilmar outros quatro presos enrolados no mesmo inquérito sobre fundos de pensão: Marcelo Sereno, ex-secretário nacional de comunicação do PT; Adeilson Ribeiro Telles, do Postalis; Carlos Alberto Valadares Pereira, ex-membro do Conselho de Administração do Serpros, fundo de pensão do Serpro; eRicardo Siqueira Rodrigues, operador financeiro.

De resto, o ministro do Supremo mandou abrir as celas do empresário Sandro Alex Lahmann e do delegado Marcelo Luiz Santos Martins, ambos envolvidos em inquérito que apura irregularidades no sistema prisional do Rio de Janeiro.

Há seis dias, outro ministro do Supremo, Luís Roberto Barroso, declarou, numa palestra para juízes: “Existe uma minoria muito bem protegida no Brasil, atualmente: são os corruptos. Pessoas que desviaram milhões e mantêm suas contas no exterior e são libertadas a granel.”

Sem mencionar o nome de Gilmar Mendes, Barroso acrescentou que as liberações em série “expõem e desprestigiam os juízes de primeiro grau, que enfrentam essa cultura de desigualdade que sempre protegeu os mais riscos, essa cultura de compadrio. E as pessoas que ousam corajosamente romper com esse círculo vicioso da história brasileira são frequentemente desautorizadas, quando não humilhadas, por decisões judiciais de tribunais mais elevados.”

4 junho 2018 CHARGES

AMARILDO

4 junho 2018 A PALAVRA DO EDITOR

MUDOU ATÉ O VISUAL DA BAITOLAGEM

A degeneração pós-PT atingiu até a viadagem.

Comparem estas imagens de um boiola de antigamente, Roberta Close, e de um xibungo dos dias de hoje, Pabllo Vittar:

A frangagem chegou até mesmo à grafia do nome: Pabllo com dois “l” e Vittar com dois “t”

O reinado petralha arrasou não apenas a política, as finanças do país e a Petrobras.

A avacalhação vermêio-istrelada chegou até mesmo ao visual e à estética da viadagem.

Vôte!!!

4 junho 2018 CHARGES

SPONHOLZ

A POESIA, O POETA E A MUSA

Ela detesta poesia. Verdade. Ela me disse. Jamais pararia para ouvir um Poema. Livros de Poesia, nunca os leu. Arredia, é um pé de parede em que a rima fugidia escapa pra casa vizinha onde mora um cabra que, um dia sem querer, inventou a palavra saudade e mandou todos à volta à puta que os pariu. Nunca ouviu falar de Joaquim Cardozo e pouco, ou quase nada, sabia sobre João Cabral. Mas gostava de flores e de pássaros e ficava feliz se o Poeta lhe falasse de luas e estrelas. Mas detestava Poesia, mesmo amando o Poeta. Adorava quando o Poeta lhe dizia – Eu Te Amo! Na verdade, ela ama Poesia.

4 junho 2018 CHARGES

MYRRIA

4 junho 2018 DEU NO JORNAL

MENTIRAS DA GRANDE MÍDIA DIREITISTA

Um documento secreto da CIA, a agência de espionagem dos Estados Unidos, que veio a público no mês passado, revelou que o general Ernesto Geisel, quando era presidente do Brasil, autorizou a execução de opositores da ditadura militar.

Geisel ocupou o cargo entre 1974 e 1979.

Justamente em 1974, seis guerrilheiros de uma organização de esquerda caíram numa armadilha e foram mortos em Foz do Iguaçu. Os corpos nunca foram encontrados.

O Fantástico acompanhou uma expedição, no meio do Parque Nacional de Foz, para tentar achar algum vestígio dessa chacina.

* * *

Isto aí saiu na Rede Globo. No programa Fantástico de ontem.

A maior audiência do país no domingo à noite.

Aguardemos as zisquerdas banânicas se pronunciarem sobre a reportagem, baixando o cacete nesta emissora reacionária, direitista e golpista.

Tem dois Zés petistas, o Dirceu e o Genoino, que participaram da luta armada nos anos 60/70 e que foram presos pela regime militar.

Vamos ver se eles se pronunciam sobre o programa Fantástico de ontem, dizendo que é tudo mentira da Rede Globo, expoente da grande mídia reacionária.

Dirceu e Genoino devem desmentir a reportagem – como costumam fazer sobre tudo que a Globo bota no ar -, garantindo que os fardados não mataram e não torturaram ninguém naquela guerra.

O ex-presidente Lu-Lalau, que passeava de cigarro na boca dentro de viaturas do DOPS quando era “prisioneiro” no tempo dos militares, também poderia dar um pitaco sobre esta reportagem do Fantástico.

Pra ver a matéria, é só clicar aqui .


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