ESCONDE-ESCONDE

5 junho 2018 CHARGES

PAIXÃO

A SÍNDROME DE JERUSALÉM

Jerusalém é o lugar sagrado para os judeus, cristãos e muçulmanos. É a cidade sagrada que une história, tradição religiosa e é um centro urbano em Israel.

Sem motivo plausível aparente, existem inúmeros registros da ocorrência de manifestações estranhas em pessoas que visitam a cidade santa de Jerusalém, em Israel.

O comportamento dessas pessoas pode variar desde sintomas obsessivos de cunho religioso a exacerbação psicótica de delírios e alucinações em vários níveis, muito embora, na maioria dos casos, após forte e intenso sinais de aspectos predominantemente religiosos, o sintoma se esvai depois de algumas semanas em que é removido do perímetro da cidade.

A percepção do sintoma na manifestação da referida síndrome, é marcada, principalmente, pela mudança comportamental de pessoas ditas equilibradas e sem histórico de quaisquer sinais anteriores de psicopatologia. Muitos apresentam estado agudo de delírio, alucinações , sentimentos de perseguição ou flagelamento, desrealização, despersonalização, ansiedade, e, também manifestações psicossomáticas, tais como tontura, taquicardia, sudorese, etc.

Destaque-se que o fenômeno não é afeito a uma única religião, mas afeta judeus e cristãos de variadas formações socioculturais.

Segundo registrou o Dr. Yair Bar El et al, essa síndrome específica, ocorre em turistas sem histórico psiquiátrico anterior. Em contrapartida, os doutor Moshe Kalian e o Professor Eliezer Witztum asseguram que há registros de turistas que mostravam perturbações mentais antes mesmo de virem a Jerusalém.

Polemica à parte, o certo é que Já na década de 1930, houve os primeiros registros clínicos apontados pelo renomado psiquiatra de Jerusalém, o doutor Heinz Herman e, mesmo assim, ainda se discute se é em decorrência do fato de se visitar Jerusalém, já que tais fatos assemelham-se aos de outras regiões de relevância histórica e religiosa – Roma, Meca, Índia – e de anotações ocorridas já idade média.

Tais manifestações e afetações são mais frequentes nos adoradores no Muro das Lamentações, da Igreja do Santo Sepulcro e, em numero maior, na Esplanada das Mesquitas.

Discute-se se a síndrome de Jerusalém, propriamente dita, é uma forma distinta de psicose ou simplesmente uma outra forma de manifestação de uma enfermidade psicótica pré-existente que não foi percebida pelas autoridades médicas de Israel.

Preventivamente, guias turísticos conscientes da síndrome de Jerusalém são orientados a encaminhar o turista para uma instituição hospitalar para avaliação psiquiátrica, numa tentativa de se antecipar aos estágios subsequentes da síndrome. Quando ignorada a orientação, geralmente haverá acometimento desta síndrome.

SINAIS LATENTES

Em várias ocasiões, anota-se a deliberada neura de estar limpo e puro: obsessão por tomar banhos e duchas; compulsão por aparar as unhas das mãos e pés.

Obsessão em bradar bem alto, salmos ou versículos da Bíblia, cantarolar hinos religiosos, seguir roteiros para locais específicos e sagrados de Jerusalém.

Os números relatos e registros em clínicas e hospitais da região de milhares de turistas com sérios problemas mentais relacionados à Jerusalém, não deixam dúvidas quanto a uma real afetação de disfunção psíquica.

É tão notória a ocorrência da síndrome, que o fato já foi até tema de filmes, livros/romances, matéria de varias TVs espalhadas pelo mundo.

Jerusalém, em hebraico Yerushaláyim = Habitação de paz.

5 junho 2018 CHARGES

RICARDO MANHÃES

FRANCISCO DE ASSIS MEDEIROS – PORTO SEGURO-BA

Caro Berto,

Este jornal é a minha diversão diária.

Me divirto demais com as publicações.

Continue assim alegrando nossas vidas.

Muito obrigado!

R. Quer se divertir e rir mais ainda?

Leia o texto do estimado colunista Goiano defendendo o prisioneiro Lula, enjaulado por grossa corrupção.

Tá logo aí embaixo, na próxima postagem.

Você vai se mijar-se de tanto se rir-se.

São exatamente 26 avermêiados itens de contorcionismo explicatório do mais alto teor jurídico-ideological-hilárico.

Não esquecer que 26 = 2 x 13.

Ou seja petêlhismo em dobro!!!!

Vou só transcrever o item de número 25, onde ele se refere ao proprietário do moribundo PT como se estivesse se referindo a um encarcerado dissidente cubano.

Veja que pérola:

25) Lula é um preso político.

Uma coisa eu te garanto: vai ser uma gargalhada para cada item.

Exemplo:

“Lula foi vítima de uma guerra jurídica, mediante Lawfare, ou seja, abuso de poder judicial para fins políticos.”

Um mistura de desespero com contorcionismo explicatório.

Fanatismo roxo, quer dizer, fanatismo vermêio, gerado e alimentado dentro da Igreja Universal do Reino Lulaico.

Confira, leia tudo e me diga depois.

E já que o assunto é humorismo e hilaridade, vamos alegrar ainda mais a nossa terça-feira com a dupla de emboladores nordestinos, Lindalva e Lavandeira do Norte, num desafio malcriado.

5 junho 2018 CHARGES

IOTTI

LULA: PRISIONEIRO POLÍTICO

Um apanhado de textos sobre o processo de condenação de Lula, no caso do apartamento triplex do Guarujá, resultou nos seguintes itens.

1) Os abusos do poder judiciário contra Lula da Silva configuram uma perseguição política mal disfarçada sob manto legal.

2) Os defensores da democracia e da justiça social do mundo inteiro devem se unir a um movimento global para exigir a libertação de Lula.

3) As circunstâncias nas quais o ex-presidente Lula foi julgado e preso causam profundas preocupações.

4) Sobram evidências de que Lula foi vítima de uma guerra jurídica, mediante Lawfare, ou seja, abuso de poder judicial para fins políticos.

5) Tanto os brasileiros quanto a comunidade internacional devem considerá-lo e tratá-lo como um preso político.

6) O julgamento de Lula, conduzido como parte da Operação Lava Jato, que é uma investigação sobre pagamentos de propina a executivos da Petrobras e políticos, alguns dos quais ocorreram enquanto Lula era presidente, funda-se na noção juridicamente inválida de que “Lula deveria saber” ou de que “Lula deve ter ganho algo”, mas não há evidências de sua participação no pagamento e recebimento de propinas.

7) Como, de acordo com a lei, a corrupção é uma relação de troca, para condenar Lula por corrupção o Ministério Público teria de provar que ele participou das fraudes a licitações ou recebeu bens e valores em contraprestação por tais atos ilícitos, o que não ocorreu.

8) Lula teria recebido um apartamento da OAS, o triplex. Na verdade, ele era o dono de uma cota no prédio, com a indicação de outro apartamento, e consta que o triplex teria sido visitado com a possibilidade da troca de um pelo outro, o que bastou para que se tenha decidido que Lula fez a troca e passou a ser dono do triplex, isso que nunca foi provado senão por ilações, do tipo, se ele visitou o apartamento e se a OAS realizou reformas cuja utilidade teria sido aventada pelo casal, isso foi tomado como prova de que o apartamento passou a ser de Lula.

9) Sendo o apartamento de Lula, como se intuiu e suspeitou, e tendo sido realizadas reformas nele, decidiu-se que as reformas só podiam ser propinas.

10) Sendo propinas, deveria haver uma contraprestação; ou seja: Lula tem de ter realizado ato de contrapartida em favor da empresa que fez as reformas.

11) Como a empresa que fez a reforma afirma que manteria uma conta-corrente em um determinado setor dela, e essa conta era vinculada a corrupção na Petrobras, decidiu-se que a matéria estava ligada á Operação Lava-Jato, decorrendo que o juízo prevento seria a vara da Justiça Federal a cargo do Juiz Sérgio Moro.

12) Embora inexistam sequer indícios de que Lula tenha praticado atos concretos de corrupção, foi possível determinar que sendo ele responsável – o que sequer foi provado – pela colocação dos agentes corruptos dentro dos postos-chave da Petrobras, teve-se que, por A mais B, Lula recebeu o apartamento e as reformas como propina por atos de corrupção, atos assim considerados por ilação, já que prova concreta alguma disso se obteve.

13) Os indícios em sentido contrário não foram tidos como valiosos: Lula teria, por sua posição destacada, a figura máxima da república, de ser o personagem principal na trama, não importando se inexistiam fatos anteriores desabonadores de sua conduta, sendo de nenhuma monta o fato de que sua arrecadação, face ao obtido pelos demais agentes, subalternos, teria sido irrisória, pois, dentre propinas de centenas de milhões de reais auferidas pelos demais indicados e condenados, decorrentes de contratações de obras e serviços bilionários, Lula recebeu, na forma do apartamento e dos serviços de reforma, dois milhões duzentos e cinqüenta e dois mil e quatrocentos e setenta e dois reais… enquanto os demais envolvidos levaram centenas de milhões de reais, bastando dizer que de uma tacada só Paulo Roberto Costa devolveu oitenta milhões de reais aos cofres públicos. Consta que a Lava-Jato devolveu aos cofres da Petrobras um bilhão e quatrocentos e setenta milhões de reais até dezembro de 2017. A parte de Lula na corrupção do triplex, contra centenas de milhões de reais pagos aos verdadeiros corruptos, foi o que se chama no Brasil, grosseiramente, de “uma merreca”, que ganhou o novo apelido de “pixuleco”.

14) A falta de provas incriminatórias foi desconsiderada por Sergio Moro; o juiz baseou sua decisão em “colaboração informal” (nem mesmo uma delação premiada) de Leo Pinheiro, proprietário da OAS. Pinheiro já havia sido condenado a 26 anos de prisão quando decidiu “colaborar” e envolver Lula. Ele afirmou que o apartamento era “destinado” a Lula, uma acusação que contradiz outros 73 depoimentos, mas que foi considerada suficiente para o juiz Moro condenar Lula da Silva. A sentença de Pinheiro, por sua vez, foi reduzida para três anos e ele foi posto em regime semiaberto. Valeu a pena para ele contar sua versão da história.

15) Além de não provar que Lula era proprietário do apartamento, o Ministério Público não pôde apontar nenhuma ação ou omissão específica que Lula tenha executado para beneficiar a OAS. Lula havia sido acusado de beneficiar essa empresa com três contratos de fornecimento para a Petrobrás. Após meses de
investigações, nenhuma prova material nesse sentido foi encontrada. Moro então condenou Lula por ter praticado “atos indeterminados de corrupção” que teriam beneficiado a OAS. Essa categorização inverte o ônus da prova e a presunção de inocência e simplesmente não existe no ordenamento jurídico.

16) Uma das críticas ao processo contra Lula afirma que, inadvertidamente, o próprio juiz Moro admitiu que não tinha jurisdição sobre o caso. Ao julgar um recurso apresentada pela defesa, ele declarou que “jamais afirmou… que os valores obtidos pela Construtora OAS nos contratos com a Petrobrás foram utilizados para pagamento da vantagem indevida para o ex-Presidente”. Se o caso não tem relação com a corrupção da Petrobrás, ele não deveria ter sido julgado por Moro.

17) Existe, ainda, a crítica no sentido de que no processo de Lula,o magistrado escolheu o réu e, atuando como investigador, promotor e juiz, condenou-o por ter cometido “atos de ofício indeterminados de corrupção”. Tal sentença, pelo seu próprio texto, não encontra sustentação legal e constitucional, uma vez
que se refere a “atos indeterminados”; e que uma sentença que se refere a crimes “indeterminados” não resiste a qualquer escrutínio jurídico lógico e razoável, “sendo completamente Kafkiana”, complementando que a referência a “atos de ofício” é irreal, pois as acusações infundadas que motivaram a sentença de Moro “se referem a uma narrativa que começa em 2013, bem depois de Lula ter deixado o cargo”.

18) As críticas não param por aí: diz-se que a guerra jurídica contra Lula incluiu táticas para manter seu caso sob a jurisdição de Moro a qualquer custo. Em março de 2016, Moro vazou ilegalmente escutas telefônicas envolvendo a presidente em exercício, Dilma Rousseff, que tratavam da nomeação de Lula como Ministro Chefe da Casa Civil da Presidência da República. Moro alegou, novamente sem provas, que essa nomeação era um meio de “obstrução da justiça”, já que, uma vez nomeado para o governo, Lula seria julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e não pelo próprio Moro. Embora a imparcialidade de Moro tenha sido questionada, o Tribunal Regional Federal da 4a Região (TRF-4), a instância a rever imediatamente o caso de Lula na estrutura judiciária brasileiro, considerou que a Operação Lava Jato era “excepcional” e que as regras “ordinárias” não se lhe aplicavam. Sequer se considerou, então, que a transposição de uma jurisdição ou competência da instância mais baixa, a primeira, para a mais alta Corte do País, de modo algum pode ser considerada “obstrução da justiça”. Equivaleria a declarar que o Supremo Tribunal Federal é incapaz e que as causas sob sua responsabilidade não obterão decisão justa e conforme ao Direito!

19) Consta que o afã de condenar Lula restou evidente: A natureza Kafkiana do julgamento de Lula foi reforçada quando, em agosto de 2017, o Presidente do TRF-4 declarou que a sentença de Moro contra Lula era “tecnicamente irrepreensível”, embora admitisse que nem havia lido o caso. Enquanto isso, sua chefe de gabinete postava em sua página no Facebook uma petição solicitando a prisão de Lula da Silva.

20) Em seguida, o TRF-4 acelerou a apreciação do caso. O julgamento da apelação contra a sentença de Moro que condenou Lula foi colocado à frente de 257 outros casos pendentes. O relator levou apenas seis dias para concluir sua análise do caso, em um processo que tinha literalmente milhares de páginas e horas
de depoimentos. A turma do Tribunal levou 196 dias para julgar a apelação quando, em média, necessita de 473 dias para julgar casos semelhantes. O TRF-4 também ordenou a prisão de Lula tão logo do julgamento da apelação, o que aconteceu com apenas 3 dos outros 20 acusados na Lava Jato, cujos mandados de prisão foram emitidos apenas meses depois.

21) Muitas das observações aqui registradas seriam desnecessárias se o julgamento de Lula fosse um julgamento comum e não de um político que no momento histórico brasileiro precisa ser afastado da disputa presidencial, para que o poder seja transferido do âmbito de um partido político popular e voltado para as causas sociais, para outra esfera de filosofias e atitudes, a chamada ideologia, o que não se descortinava possível por meio democrático, vale dizer, pelo voto. Essa tendência persecutória, acirrada por determinados e poderosos meios de comunicação, que envolveu as massas e repercutiu nas redes sociais em seus setores mais conservadores, chegou a ser reforçada por determinada patente militar, que teria afirmado que se a Justiça não realizasse o seu papel, vale dizer, manter Lula preso, as Forças Armadas teriam de intervir – não que esse seja um pronunciamento, nem oficial, nem oficioso, das Forças Armadas, mas ainda assim, dadas suas origens capaz de exercer uma pressão intimidatória, quase uma chantagem.

22) Não é de surpreender, diz um documento que garante que Lula é um prisioneiro político, que pesquisa recente revelou quel 55% dos entrevistados acreditam que “Lula está sendo perseguido pelo Judiciário” e 73% concordam com a afirmação de que “os poderosos o querem fora das eleições” nas quais ele ainda é, de longe, o candidato favorito, contando atualmente – junho de 2018, com mais de 31% das intenções de voto, a despeito de estar preso.

23) Conclui-se reforçando a tese difundida de que a perseguição política a Lula, deflagrada pelos políticos e partidos interessados, teve como corolário o envolvimento dos poderes públicos, da Polícia Federal, passando pelo Ministério Público, aos abusos do poder judiciário contra ele: Configurou-se uma perseguição política mal disfarçada sob manto legal.

24) A História demonstrará a violência cometida e espera-se que antes desse julgamento posterior alguma providência, como uma revisão criminal, restabeleça a ordem democrática.

25) Lula é um preso político.

26) Verificar-se-á que o processo indicou que quando a OAS assumiu as obras do edifício seu dirigente sabia que havia uma cota de apartamento comprada pelo presidente Lula; que o fato de Lula ter um apartamento no prédio era fator favorável à valorização e venda das unidades; que a OAS reservou o apartamento triplex para Lula por sua posição de destaque perante a opinião pública; que, com o fito de agradar a Lula, a OAS esmerou-se em preparar o imóvel para ele, segundo as observações que o pretenso comprador havia feito quanto às necessidades do imóvel; que Lula desistiu da compra, seja por ter realmente perdido o interesse, seja porque a repercussão e a ação judicial a isso levou, como medida preventiva; que a justiça ignorou essas circunstâncias, claras, não só pelos elementos do processo, como pela evidência geral de que Lula não participou de atos de corrupção na Petrobras; que os poderes investigatórios, acusatórios e julgadores, envolvidos pelo clima de justiçamento, e providos de elementos capazes de sustentar com certa lógica a inculpação de Lula, procederam ao uso desses elementos puramente indiciários para realizar o procedimento que se pode categorizar como “lawfare” – o uso inapropriado da lei para obter uma condenação – em um clima de justiçamento que elege o princípio de que os fins justificam os meios para alcançar um ideal (no caso, o combate à corrupção instaurada entre empresariado, funcionalismo e políticos de forma generalizada); que tal clima invadiu corações e mentes, apropriando-se do sistema para, afinal, servir aos fins políticos de afastar Lula da disputa presidencial; que processo semelhante, quanto ao fundo, foi usado para afastar Dilma Roussef da presidência, mediante “impeatchment”, fato que dá maior vigor á tese de que Lula foi condenado, em análise de profundidade, por um processo de perseguição política insuspeitada pelos próprios executores de sua condenação.

5 junho 2018 CHARGES

VERONEZI

5 junho 2018 DEU NO JORNAL

LULA MANDA RECADO DE APOIO A KÁTIA ABREU POR GLEISI, MAS O RESULTADO DECEPCIONA

Rodrigo Constantino

A senadora Kátia Abreu já foi um nome importante na direita nacional, quando defendia o agronegócio e escrevia colunas na Folha de SP pregando o livre mercado. Mas isso faz muito tempo. Durante o governo do PT, Kátia Abreu começou sua guinada à esquerda, até virar unha e carne com Dilma Rousseff, migrar para o PMDB, e depois finalmente para o PDT, cada vez mais comunista.

O resultado dessa transformação foi sentido nas urnas. Candidata ao governo pela coligação Reconstruindo o Tocantins, Kátia comentou em nota enviada por sua assessoria o resultado da Eleição Suplementar no Tocantins, na qual ficou num vergonhoso quarto lugar. A nota parece destoar um bocado da posição conquistada, pois adota um tom de vitória. Kátia agradece a “confiança e os votos dos eleitores”.

Ela diz, ainda, que pretende continuar defendendo os interesses do Tocantins no Senado. Mas, a julgar pelas urnas, o povo de Tocantins acha que ela está defendendo mais seus próprios interesses, e aqueles da quadrilha petista. Kátia teve menos de 90 mil votos, pouco mais de 15% do total apenas. À sua frente ficaram o ex-prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), o senador Vicentinho Alves (PR) e o governador interino Mauro Carlesse (PHS). Os dois primeiros vão disputar o segundo turno, enquanto Kátia Abreu nem chegou perto disso.

Eis o vídeo que Gleisi Hoffmann, a “presidenta” do PT, postou nas redes sociais para levar a mensagem do presidiário Lula de apoio a senadora Kátia Abreu, do PDT, partido de Ciro Gomes:

5 junho 2018 CHARGES

SPONHOLZ

O PINTO DE DÃO

Dão de Jaime em foto desta colunista

Contratei uma pessoa
Pra cuidar do meu pintinho
Nunca deixar ele à toa
Pra dar comida e carinho
Quando o dia amanhece
O meu pintinho entristece
Mas ela sabe ajeitar
Por incrível que pareça
Alisa sua cabeça
Pro bichim se levantar

Dão de Jaime

Eu não posso acreditar
Nesse pinto esmorecido
E que só sendo acudido
Consegue se levantar
Eu aqui vou confessar
E não falo com desdém
Pra comer do meu xerém
Pinto tem que ser raçudo
Pois pinto fraco e miúdo
Eu prefiro ficar sem.

Dalinha Catunda

Dão de Jaime, seu pintinho
Tá um pouco moleirão
Precisa passar a mão
Pra ficar animadinho
Apalpar, dá um jeitinho
Para ele se alegrar
Dê-lhe cuscuz no jantar,
Logo que o dia amanheça
“Alisa sua cabeça
Pro bichim se levantar”!

Bastinha Job

5 junho 2018 CHARGES

MARIANO

PRIVATIZAR A PETROBRÁS JÁ!

Quem leu a reportagem de Consuelo Dieguez, na revista Piauí, O Petróleo depois da festa, em setembro de 2012, foi devidamente informado de que a política de óleo e gás do país era, à época, uma zorra total, uma enorme bagunça. E tudo levava a crer que boa coisa não sairia de qualquer investigação minimamente bem feita da intimidade de nossa maior estatal, a Petrobrás. Aparentemente a partir de um relato do militante baiano Haroldo Lima, do PCdoB, comunista da linha albanesa, revoltado com sua demissão da presidência da Agência Nacional do Petróleo (ANP), a repórter ouviu a empresa, os órgãos oficiais do setor e o mercado privado para traçar um quadro terrível do caos em que resultou a política populista e incompetente de Lula, que, segundo Lima, mandava sem ser questionado no Conselho de Administração da Petrobrás por intermédio de três pessoas com direito a voto no colegiado: a própria fonte, Dilma Rousseff, que era chefe da Casa Civil, e Sérgio Gabrielli, então presidente da estatal.

O texto de Consuelo Dieguez nunca mereceu a leitura atenta que deveria ter provocado principalmente em setores que têm responsabilidade de decisão na vida nacional. O Poder Legislativo passou ao largo. O Judiciário, preocupado apenas com a elegância das togas de seus membros e do estilo nem sempre escorreito dos jurisconsultos, não prestou a mínima atenção. Do Executivo nada se podia esperar, pois, afinal, um dos principais alvos da verrina do velho comunista, Dilma Rousseff, presidiria o País por mais quatro anos, após reeleita dois anos depois. A Associação dos Engenheiros da Petrobrás e os sindicatos dos petroleiros – com mãos e pés atados pela inércia provocada pela cegueira ideológica – jamais abandonariam sua adesão traidora aos novos exploradores que espoliavam o patrimônio público, que tanto pretendem defender do capitalismo neoliberal, também passaram ao largo do tema. No que foram imitados por órgãos da sociedade, como o chamado mercado, a oportunista Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e, por que não dizer, os meios de comunicação – todos com vistas, ouvidos e corações voltados para temas mais óbvios e menos árduos. Inútil será reclamar das múmias paralíticas dos tribunais de contas, do Conselho de Valores Mobiliários e dos órgãos fiscalizadores do governo, tais como o Banco Central, a Receita Federal, as agências criadas para evitar que o alfanje dos Poderes da República e a musculatura esmagadora das grandes empresas capitalistas que apertam o pescoço do cidadão, exposto às intempéries e aos humores de seus opressores. Fez-se sobre o assunto, que se provaria ainda mais grave do que até os mais atentos tinham dificuldade de perceber, um silêncio que ajudou a estimular a incompetência e a desonestidade de gestores estatais no mando do butim.

O que desvendou a rapina exercida pelo controle dos sócios do poder – PT, PMDB, PP, PRB, PTB, PDT, PCdoB, PSD e outros inúmeros satélites desses planetas – foi a conjunção de fatores estranhos ao mundo da subpolítica, que terminaram por solapar as bases podres do esquema. O FBI americano foi um dos atores indiretos da revelação da tragédia cabocla. Ao investigar a sofisticada engenharia financeira da Al Qaeda, grupo terrorista que demoliu em ataques aéreos o World Trade Center, em Nova York, a polícia federal americana deparou-se com a descoberta de que a corrupção, até então negligenciada, provocava mais prejuízos do que o crime organizado do tráfico de drogas e armas. Essa conclusão e o resultado da investigação da Operação Mãos Limpas, na Itália, levaram as autoridades mundiais a assinarem acordos de colaboração mútua no combate à malversação dos cofres estatais nas democracias ocidentais. O Brasil incluído. Sob Fernando Henrique, Lula e Dilma, foram aprovadas leis fundamentais para o combate aos delitos de colarinho-branco. Destacam-se o avanço fundamental da delação premiada, instituto sem o qual é praticamente impossível algemar mãos que contam dinheiro e a sofisticação cada vez mais refinada da investigação da lavagem de capitais, necessária para devassar delitos mui engenhosamente mascarados.

No Brasil, o avanço no combate a esses crimes nas altas cúpulas republicanas foi favorecido com a perda de controle da Polícia Federal (PF) pelas autoridades às quais são subordinadas. À época dos governos federais tucanos, grupos de agentes ligados a Paulo Lacerda trabalharam em parceria com procuradores federais como Luiz Francisco de Souza, vulgo Torquemada, e Guilherme Shelb, em acusações de maracutaias de adversários. Outros agentes, remanescentes da gestão do delegado Romeu Tuma ou ligados aos tucanos, caso de Marcelo Itagiba, que ascendeu à Câmara dos Deputados, denunciaram “vacilos” de oponentes, como Roseana Sarney, no Maranhão, e até Lula, na Presidência da República.

Sem conexões no mundo político, uma geração de hoje quarentões na PF, no Ministério Público Federal e na Justiça Federal, com independência garantida por conquistas corporativas inscritas na Constituição de 1988, preparou-se para investigar o que antes não era possível fazer. Foi nesse cenário que, em março de 2014, o inquérito iniciado num posto de gasolina em Brasília, usado como ponta final do sistema de doleiros encarregados de lavar o dinheiro dos gatunos da subpolítica, caiu nas mãos de um juiz federal paranaense, que, por coincidência, voltava de uma assessoria à ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), para o comando da 13.ª Vara Criminal Federal de Curitiba – Sergio Moro. As delações premiadas de doleiros e ex-dirigentes da Petrobrás guiaram as lupas dos agentes da lei para os altos escalões do empresariado e da gestão pública.

O “petrolão”, esboçado no texto premonitório de Consuelo Dieguez, levou a inéditas prisões de empreiteiros (entre os quais o maior de todos, Marcelo Odebrecht) e de políticos de uma aliança multipartidária, que incluiu corruptos da ditadura (Paulo Maluf) e a direção do Partido dos Trabalhadores. No momento em que este texto é escrito, cumprem pena em celas o ex-presidente Lula, os ex-ministros Zé Dirceu e Palocci e quatro ex-tesoureiros petistas, entre eles o da época do “mensalão”, Delúbio Soares.

Quando ainda tinha o P de partido no nome, o MDB do constitucionalista de Tietê (SP), Michel Temer, adquiriu um bom lote de ações dessa empresa criminosa. No entanto, o desastre completo da gestão de Dilma Rousseff, fruto das descomunais ignorância e falta de compostura de seu criador, Lula, levou à solução constitucional da posse do ex-vice, que, na composição do governo provisório, teve de assumir o compromisso de evitar o completo naufrágio do Brasil no poço de lama com a reconstrução do patrimônio, do poder de barganha e do crédito da estatal que tinha perdido no saque dos desgovernos anteriores quase tudo. Para cumprir a tarefa foi convocado o mesmo executivo que tinha administrado os apagões elétricos do segundo governo tucano de Fernando Henrique. Pedro Parente cumpriu a tarefa até que, neste ano eleitoral, a política de preços da empresa, inevitável no resgate da dívida absurda e da desconfiança generalizada no País e no mundo, tomou dele a chave do cofre.

A saída de Parente da presidência da Petrobrás foi mais uma prova dada pelo governo Temer, depois do pedido de demissão de Maria Sílvia Bastos da presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de que no Brasil não há alternativa à privatização. A Petrobrás quase quebrou e na hora H o contribuinte suou sangue para salvá-la da bancarrota. Mas no primeiro choque de realidade, novamente com as burras cheias, a empresa voltará inevitavelmente a atrair a cobiça dos políticos gatunos de sempre, que voltarão a saqueá-la com volúpia até o próximo escândalo, de cujo rescaldo terá de sair nova salvação a custo de sangue, suor e lágrimas do contribuinte, que, ele mesmo, não se cansa de ser roubado até o último centavo. Pois a grande maioria rejeita privatizá-la. A opção é uma só: privatização já ou corrupção para sempre.

5 junho 2018 CHARGES

DUKE

MÁRCIA MARIA BUENO – PINHAL- RS

Berto,

Pede pro Ceguinho Teimoso explicar pra gente este discurso de Gleisi que ela fez no dia 25 de maio, em defesa da política petista de preços para derivados do petróleo.

Em meio ao discurso, Gleisi sugeriu que o roubo de 6 bilhões – a senadora não especificou a moeda – seria “mínimo”, comparado ao faturamento de 500 bilhões da empresa.

Não estou inventando! Veja no vídeo.

Ela também fala “nessa gente” do PP e do PMDB.

Não sei porque se esqueceu “dessa gente” do PT, dos presidiários Lula, Dirceu, Vaccari e Palocci.

Amigos fubânicos divertam-se.

5 junho 2018 CHARGES

MYRRIA

5 junho 2018 JOSIAS DE SOUZA

PRIORIDADE DO BRASIL É REVOGAR A “LEI DE MURPHY”

O Brasil enfrenta a crise dos ‘Três Ds’. Faltam ao país decência, direção e desenvolvimento. No dia 1º de janeiro de 2019, Michel Temer será apenas matéria-prima para a Polícia Federal. Haverá outro inquilino na Presidência da República. Nem por isso a corrupção desaparecerá, a luz surgirá no fim do túnel e 13 milhões de carteiras de trabalho serão assinadas. O Brasil ainda será um país por fazer.

O derretimento do atual governo tornou a satanização de Temer um passatempo inútil. A essa altura, os presidenciáveis deveriam demonstrar ao eleitorado que são capazes de inaugurar um espetáculo novo. Mas a maioria desperdiça a sua hora oferecendo raiva e indefinições. O vácuo conceitual é tão dramático que um pedaço da sociedade começa a considerar a própria democracia desnecessária. É como se o Brasil estivesse condenado a viver sob o domínio da Lei de Murphy.

Abre parêntese: o capitão Edward Murphy, da Força Aérea dos Estados Unidos, enxergou o DNA da urucubaca ao acompanhar os experimentos de seu chefe, o major John Paul Stapp. Cobaia de testes de resistência a grandes acelerações, Stapp desafiava a velocidade num trenó-foguete. Em 1949, bateu o recorde de aceleração. Mas não conseguiu celebrar o feito. Os acelerômetros do veículo não funcionaram.

Engenheiro, Murphy foi investigar o que havia ocorrido. Descobriu que um técnico ligara os circuitos dos aparelhos ao contrário. E concluiu: ”Se há mais de uma forma de fazer um trabalho e uma dessas formas redundará em desastre, então alguém fará o trabalho desta forma”. Em entrevista, Stapp se referiu à frase como ”Lei de Murphy”. Resumiu-a assim: ”Se alguma coisa pode dar errado, dará”. Fecha parêntese.

Quando FHC passou pelo poder, consolidou o Plano Real, um feito econômico notável. Na política, porém, entregou-se a realpolitik que o tornou aliado do rebotalho parlamentar. O PSDB desfigurou-se. Nunca mais retornou ao Planalto. Quando Lula chegou à Presidência, preservou os pilares da econômica e distribuiu renda. Mas comprou com moeda sonante o apoio da mesma banda arcaica que se aninhara sob FHC. Deu em mensalão e petrolão. A certa altura, a verba da arca eleitoral clandestina se confundia com o dinheiro que bancou os conforto$. Deu em cadeia.

Tomados pelo espírito da Lei de Murphy, tucanos e petistas jamais conseguiram se unir. Preferiram se juntar ao atraso. Deu no que está dando. Ao deixar a Presidência, Lula poderia ter levado seus 83% de popularidade para a câmara de descompressão de São Bernardo. Optou por continuar mandando por meio de Dilma Rousseff. E ainda enfiou Michel Temer na vice. Murphy em dose dupla.

Temer talvez não se reelegesse deputado. Mas foi convertido em presidente pelo destino e pelos traidores do petismo. Poderia ter compreendido seu papel histórico, compondo um ministério de notáveis. Preferiu entregar a maioria das pastas a dois tipos de aliados: os capazes de tudo e os incapazes de todo. Chega ao ocaso do seu mandato cercado de auxiliares fora da lei e com quatro fardos sobre os ombros: duas denúncias e dois inquéritos por corrupção. Murphy elevado à última potência.

A Lava Jato dividiu os políticos em dois grupos: os culpados e os cúmplices. Como não consegue enxergar inocentes, o eleitorado também se dividiu em duas alas: a dos pessimistas e dos desesperados. A primeira banda engrossa o bloco dos sem-candidato; a segunda, em vez de aproveitar os escândalos e a ladroagem para qualificar o próprio voto, sonha em resolver a bagunça com ditadura. É a Lei de Murphy em sua versão ”manu militari”.

O descrédito no sistema político é tão devastador que a liberdade democrática produz a fúria dos imbecis – gente que compreende a democracia como um regime em que o sujeito tem ampla e irrestrita liberdade para exercitar sua capacidade de fazer besteiras por conta própria – como trocar ofensas, defender corruptos e pregar a volta dos militares nas redes sociais. É a tecnologia a serviço do efeito Murphy.

A paralisação dos caminhoneiros, uma espécie de junho de 2013 com boleia, expôs o tamanho da indignação dos brasileiros: 87% dos entrevistados do Datafolha disseram apoiar um movimento que impôs à sociedade o desabastecimento de combustíveis e mantimentos, que reteve medicamentos e retardou cirurgias, que apavorou pacientes dependentes de hemodiálise. É como se as pessoas quisessem produzir o caos que transformará o Brasil num lugar perfeito para a construção de algo inteiramente novo.

O problema é que a fome do “novo” esbarra numa legislação que privilegia a eleição de um Congresso Nacional velho. Muitos se perguntam quem será o próximo presidente da República. Convém formular uma segunda questão: como será governado o país a partir de 2019? Juntando-se o salvacionismo de certos presidenciáveis com o arcaísmo de sempre, perpetua-se o desastre. Ou o Brasil revoga a Lei de Murphy ou ficará mais próximo da Idade Média do que da Renascença.

5 junho 2018 CHARGES

SINOVALDO

5 junho 2018 DEU NO JORNAL

TSUNAMI BOSTÁTICO EM BANÂNIA

Uma carga de papel higiênico foi saqueada por moradores após uma carreta que transportava o produto ter pegado fogo na região do município de Planalto, no sudoeste do estado da Bahia.

Informações preliminares apontam que o fogo foi provocado problemas mecânicos.

O motorista do veículo não ficou ferido.

* * *

A merda em que o PT deixou Banânia foi pra lascar.

Num tem papel higiênico que chegue!

Daqui uns dias o povão vai saquear cargas com sabugos de milho.

O sabugo tem uma grande vantagem em relação ao papel higiênico: além de limpar, também coça e penteia.

5 junho 2018 CHARGES

S. SALVADOR

GEOGRAFIA DAS MÚSICAS – EDU LOBO-CORDÃO DA SAIDEIRA

Cordão da Saideira: a lembrança do bonde de Olinda-PE

Nasci na rua Jose de Alencar, na Boa Vista, cidade do Recife. Na época, meus pais moravam na Yputinga, Norte do município.

Era uma época de mudanças, de progresso econômico e social para a família. Fomos residir no Umuarama – bairro popular de Olinda – e depois Boa Viagem, na rua dos Navegantes, outro padrão, status.

O super bairro ainda se desenhava, em 1966. Foi nessa época que Edu Lobo lançou “No Cordão da Saideira”.

Com 12 anos, comecei a descobrir as melhores peculiaridades e atrações turísticas de nossa Capital metropolitana – Recife/Olinda, que sempre tiveram diferenças históricas irreversíveis, mas nunca deixaram ser irmãs siamesas.

No Cordão da Saideira – Coral Madeira de Lei – part. esp. Naná Vasconcelos

Aquele bonde a que se referia Edu, eu tomava de vez em quando. Pongava o bonde com meu pai, o que me trazia imensa alegria.

Depois, encaixei a letra em todas as referências que vivia e já conhecia: “agulha frita, munguzá, cravo e canela. Cheiro de lança no lar. Me lembro tanto que é tão grande a saudade, que até parece verdade que o tempo ainda pode voltar….”

Sempre tive a sensação de que Edu fosse pernambucano. Sua fase de Corrida de Jangadas, Candeias, Casa Forte me induzia a pensar assim.

Edu Lobo & Metropole Orkest – No Cordão Da Saideira

Cantor, compositor, arranjador e instrumentista, Edu Lobo, nasceu no Rio de Janeiro em agosto de 1943 (74 anos).

Filho do jornalista e compositor pernambucano Fernando Lobo (Chuvas de Verão), era a cara do pai e passava todas as férias esscolares entre o Recife e Olinda, com seus familiares.

Reconhecido e admirado em todo o mundo, Edu Lobo era chamado jocosa e respeitosamente por Tom Jobim de “neto de Heitor Villa-Lobos”.

Fernando, Bena e Edu Lobo

Ah, curiosidade: Edu Lobo criou “Cordão da Saideira”, no gelado frio de Paris, no Inverno de 1966…

Semana que vem, tem mais

5 junho 2018 CHARGES

CLAYTON

MARÍLIA ABREU – MANAUS-AM

Domingo foi dia de eleição no estado do Tocantins. Os Tocantinenses foram as urnas para escolherem o novo Governador, que substituirá o Governador cassado, Marcelo Miranda.

Até semana passada, o grande nome para ganhar a eleição era a Senadora Kátia Abreu, que hoje, é a personalidade política de maior nome no Tocantins, conhecida nacionalmente e que liderava todas as pesquisas de intenção de votos.

Kátia já foi Deputada Federal, Senadora, Ministra da Agricultura, Presidente da CNA e grande favorita para se tornar a nova Governadora , “até semana passada”.

Acontece que na última semana começou a circular o vídeo abaixo e a candidatura da Senadora Kátia desandou de forma impressionante .

No início, a assessoria da Senadora tentou “abafar o caso” tentando com que o vídeo não fosse compartilhado, mas não houve sucesso, pois os adversários da Senadora não perdoaram e fizeram o vídeo chegar aos quatro cantos do Tocantins.

Foi a gota d’água para uma verdadeira enxurrada que levou pra longe as pretensões de Kátia virar Governadora.

Na disputa de domingo, Kátia caiu muito e terminou em quarto lugar com cerca de 15% dos votos .

Vejam o vídeo:

5 junho 2018 CHARGES

NANI


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