LULA: PRISIONEIRO POLÍTICO

Um apanhado de textos sobre o processo de condenação de Lula, no caso do apartamento triplex do Guarujá, resultou nos seguintes itens.

1) Os abusos do poder judiciário contra Lula da Silva configuram uma perseguição política mal disfarçada sob manto legal.

2) Os defensores da democracia e da justiça social do mundo inteiro devem se unir a um movimento global para exigir a libertação de Lula.

3) As circunstâncias nas quais o ex-presidente Lula foi julgado e preso causam profundas preocupações.

4) Sobram evidências de que Lula foi vítima de uma guerra jurídica, mediante Lawfare, ou seja, abuso de poder judicial para fins políticos.

5) Tanto os brasileiros quanto a comunidade internacional devem considerá-lo e tratá-lo como um preso político.

6) O julgamento de Lula, conduzido como parte da Operação Lava Jato, que é uma investigação sobre pagamentos de propina a executivos da Petrobras e políticos, alguns dos quais ocorreram enquanto Lula era presidente, funda-se na noção juridicamente inválida de que “Lula deveria saber” ou de que “Lula deve ter ganho algo”, mas não há evidências de sua participação no pagamento e recebimento de propinas.

7) Como, de acordo com a lei, a corrupção é uma relação de troca, para condenar Lula por corrupção o Ministério Público teria de provar que ele participou das fraudes a licitações ou recebeu bens e valores em contraprestação por tais atos ilícitos, o que não ocorreu.

8) Lula teria recebido um apartamento da OAS, o triplex. Na verdade, ele era o dono de uma cota no prédio, com a indicação de outro apartamento, e consta que o triplex teria sido visitado com a possibilidade da troca de um pelo outro, o que bastou para que se tenha decidido que Lula fez a troca e passou a ser dono do triplex, isso que nunca foi provado senão por ilações, do tipo, se ele visitou o apartamento e se a OAS realizou reformas cuja utilidade teria sido aventada pelo casal, isso foi tomado como prova de que o apartamento passou a ser de Lula.

9) Sendo o apartamento de Lula, como se intuiu e suspeitou, e tendo sido realizadas reformas nele, decidiu-se que as reformas só podiam ser propinas.

10) Sendo propinas, deveria haver uma contraprestação; ou seja: Lula tem de ter realizado ato de contrapartida em favor da empresa que fez as reformas.

11) Como a empresa que fez a reforma afirma que manteria uma conta-corrente em um determinado setor dela, e essa conta era vinculada a corrupção na Petrobras, decidiu-se que a matéria estava ligada á Operação Lava-Jato, decorrendo que o juízo prevento seria a vara da Justiça Federal a cargo do Juiz Sérgio Moro.

12) Embora inexistam sequer indícios de que Lula tenha praticado atos concretos de corrupção, foi possível determinar que sendo ele responsável – o que sequer foi provado – pela colocação dos agentes corruptos dentro dos postos-chave da Petrobras, teve-se que, por A mais B, Lula recebeu o apartamento e as reformas como propina por atos de corrupção, atos assim considerados por ilação, já que prova concreta alguma disso se obteve.

13) Os indícios em sentido contrário não foram tidos como valiosos: Lula teria, por sua posição destacada, a figura máxima da república, de ser o personagem principal na trama, não importando se inexistiam fatos anteriores desabonadores de sua conduta, sendo de nenhuma monta o fato de que sua arrecadação, face ao obtido pelos demais agentes, subalternos, teria sido irrisória, pois, dentre propinas de centenas de milhões de reais auferidas pelos demais indicados e condenados, decorrentes de contratações de obras e serviços bilionários, Lula recebeu, na forma do apartamento e dos serviços de reforma, dois milhões duzentos e cinqüenta e dois mil e quatrocentos e setenta e dois reais… enquanto os demais envolvidos levaram centenas de milhões de reais, bastando dizer que de uma tacada só Paulo Roberto Costa devolveu oitenta milhões de reais aos cofres públicos. Consta que a Lava-Jato devolveu aos cofres da Petrobras um bilhão e quatrocentos e setenta milhões de reais até dezembro de 2017. A parte de Lula na corrupção do triplex, contra centenas de milhões de reais pagos aos verdadeiros corruptos, foi o que se chama no Brasil, grosseiramente, de “uma merreca”, que ganhou o novo apelido de “pixuleco”.

14) A falta de provas incriminatórias foi desconsiderada por Sergio Moro; o juiz baseou sua decisão em “colaboração informal” (nem mesmo uma delação premiada) de Leo Pinheiro, proprietário da OAS. Pinheiro já havia sido condenado a 26 anos de prisão quando decidiu “colaborar” e envolver Lula. Ele afirmou que o apartamento era “destinado” a Lula, uma acusação que contradiz outros 73 depoimentos, mas que foi considerada suficiente para o juiz Moro condenar Lula da Silva. A sentença de Pinheiro, por sua vez, foi reduzida para três anos e ele foi posto em regime semiaberto. Valeu a pena para ele contar sua versão da história.

15) Além de não provar que Lula era proprietário do apartamento, o Ministério Público não pôde apontar nenhuma ação ou omissão específica que Lula tenha executado para beneficiar a OAS. Lula havia sido acusado de beneficiar essa empresa com três contratos de fornecimento para a Petrobrás. Após meses de
investigações, nenhuma prova material nesse sentido foi encontrada. Moro então condenou Lula por ter praticado “atos indeterminados de corrupção” que teriam beneficiado a OAS. Essa categorização inverte o ônus da prova e a presunção de inocência e simplesmente não existe no ordenamento jurídico.

16) Uma das críticas ao processo contra Lula afirma que, inadvertidamente, o próprio juiz Moro admitiu que não tinha jurisdição sobre o caso. Ao julgar um recurso apresentada pela defesa, ele declarou que “jamais afirmou… que os valores obtidos pela Construtora OAS nos contratos com a Petrobrás foram utilizados para pagamento da vantagem indevida para o ex-Presidente”. Se o caso não tem relação com a corrupção da Petrobrás, ele não deveria ter sido julgado por Moro.

17) Existe, ainda, a crítica no sentido de que no processo de Lula,o magistrado escolheu o réu e, atuando como investigador, promotor e juiz, condenou-o por ter cometido “atos de ofício indeterminados de corrupção”. Tal sentença, pelo seu próprio texto, não encontra sustentação legal e constitucional, uma vez
que se refere a “atos indeterminados”; e que uma sentença que se refere a crimes “indeterminados” não resiste a qualquer escrutínio jurídico lógico e razoável, “sendo completamente Kafkiana”, complementando que a referência a “atos de ofício” é irreal, pois as acusações infundadas que motivaram a sentença de Moro “se referem a uma narrativa que começa em 2013, bem depois de Lula ter deixado o cargo”.

18) As críticas não param por aí: diz-se que a guerra jurídica contra Lula incluiu táticas para manter seu caso sob a jurisdição de Moro a qualquer custo. Em março de 2016, Moro vazou ilegalmente escutas telefônicas envolvendo a presidente em exercício, Dilma Rousseff, que tratavam da nomeação de Lula como Ministro Chefe da Casa Civil da Presidência da República. Moro alegou, novamente sem provas, que essa nomeação era um meio de “obstrução da justiça”, já que, uma vez nomeado para o governo, Lula seria julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e não pelo próprio Moro. Embora a imparcialidade de Moro tenha sido questionada, o Tribunal Regional Federal da 4a Região (TRF-4), a instância a rever imediatamente o caso de Lula na estrutura judiciária brasileiro, considerou que a Operação Lava Jato era “excepcional” e que as regras “ordinárias” não se lhe aplicavam. Sequer se considerou, então, que a transposição de uma jurisdição ou competência da instância mais baixa, a primeira, para a mais alta Corte do País, de modo algum pode ser considerada “obstrução da justiça”. Equivaleria a declarar que o Supremo Tribunal Federal é incapaz e que as causas sob sua responsabilidade não obterão decisão justa e conforme ao Direito!

19) Consta que o afã de condenar Lula restou evidente: A natureza Kafkiana do julgamento de Lula foi reforçada quando, em agosto de 2017, o Presidente do TRF-4 declarou que a sentença de Moro contra Lula era “tecnicamente irrepreensível”, embora admitisse que nem havia lido o caso. Enquanto isso, sua chefe de gabinete postava em sua página no Facebook uma petição solicitando a prisão de Lula da Silva.

20) Em seguida, o TRF-4 acelerou a apreciação do caso. O julgamento da apelação contra a sentença de Moro que condenou Lula foi colocado à frente de 257 outros casos pendentes. O relator levou apenas seis dias para concluir sua análise do caso, em um processo que tinha literalmente milhares de páginas e horas
de depoimentos. A turma do Tribunal levou 196 dias para julgar a apelação quando, em média, necessita de 473 dias para julgar casos semelhantes. O TRF-4 também ordenou a prisão de Lula tão logo do julgamento da apelação, o que aconteceu com apenas 3 dos outros 20 acusados na Lava Jato, cujos mandados de prisão foram emitidos apenas meses depois.

21) Muitas das observações aqui registradas seriam desnecessárias se o julgamento de Lula fosse um julgamento comum e não de um político que no momento histórico brasileiro precisa ser afastado da disputa presidencial, para que o poder seja transferido do âmbito de um partido político popular e voltado para as causas sociais, para outra esfera de filosofias e atitudes, a chamada ideologia, o que não se descortinava possível por meio democrático, vale dizer, pelo voto. Essa tendência persecutória, acirrada por determinados e poderosos meios de comunicação, que envolveu as massas e repercutiu nas redes sociais em seus setores mais conservadores, chegou a ser reforçada por determinada patente militar, que teria afirmado que se a Justiça não realizasse o seu papel, vale dizer, manter Lula preso, as Forças Armadas teriam de intervir – não que esse seja um pronunciamento, nem oficial, nem oficioso, das Forças Armadas, mas ainda assim, dadas suas origens capaz de exercer uma pressão intimidatória, quase uma chantagem.

22) Não é de surpreender, diz um documento que garante que Lula é um prisioneiro político, que pesquisa recente revelou quel 55% dos entrevistados acreditam que “Lula está sendo perseguido pelo Judiciário” e 73% concordam com a afirmação de que “os poderosos o querem fora das eleições” nas quais ele ainda é, de longe, o candidato favorito, contando atualmente – junho de 2018, com mais de 31% das intenções de voto, a despeito de estar preso.

23) Conclui-se reforçando a tese difundida de que a perseguição política a Lula, deflagrada pelos políticos e partidos interessados, teve como corolário o envolvimento dos poderes públicos, da Polícia Federal, passando pelo Ministério Público, aos abusos do poder judiciário contra ele: Configurou-se uma perseguição política mal disfarçada sob manto legal.

24) A História demonstrará a violência cometida e espera-se que antes desse julgamento posterior alguma providência, como uma revisão criminal, restabeleça a ordem democrática.

25) Lula é um preso político.

26) Verificar-se-á que o processo indicou que quando a OAS assumiu as obras do edifício seu dirigente sabia que havia uma cota de apartamento comprada pelo presidente Lula; que o fato de Lula ter um apartamento no prédio era fator favorável à valorização e venda das unidades; que a OAS reservou o apartamento triplex para Lula por sua posição de destaque perante a opinião pública; que, com o fito de agradar a Lula, a OAS esmerou-se em preparar o imóvel para ele, segundo as observações que o pretenso comprador havia feito quanto às necessidades do imóvel; que Lula desistiu da compra, seja por ter realmente perdido o interesse, seja porque a repercussão e a ação judicial a isso levou, como medida preventiva; que a justiça ignorou essas circunstâncias, claras, não só pelos elementos do processo, como pela evidência geral de que Lula não participou de atos de corrupção na Petrobras; que os poderes investigatórios, acusatórios e julgadores, envolvidos pelo clima de justiçamento, e providos de elementos capazes de sustentar com certa lógica a inculpação de Lula, procederam ao uso desses elementos puramente indiciários para realizar o procedimento que se pode categorizar como “lawfare” – o uso inapropriado da lei para obter uma condenação – em um clima de justiçamento que elege o princípio de que os fins justificam os meios para alcançar um ideal (no caso, o combate à corrupção instaurada entre empresariado, funcionalismo e políticos de forma generalizada); que tal clima invadiu corações e mentes, apropriando-se do sistema para, afinal, servir aos fins políticos de afastar Lula da disputa presidencial; que processo semelhante, quanto ao fundo, foi usado para afastar Dilma Roussef da presidência, mediante “impeatchment”, fato que dá maior vigor á tese de que Lula foi condenado, em análise de profundidade, por um processo de perseguição política insuspeitada pelos próprios executores de sua condenação.

35 comentários

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    • Tomé em 5 de junho de 2018 às 16:11
    • Responder

    Vários presos políticos tem por exemplo em Cuba e na Venezuela.

    Duas ditaduras que os tabacudos petistas e assemelhados venera. Nestes dois países há eleições de mentira, onde só concorre um partido e um “candidato'” que se perpetua por décadas até morrer. O parlamento e o judiciário são controlados pelo ditador e o Partido. quem ameaçar o partido pode ser morto sem julgamento com direito à defesa, os paredões.

    Aqui em Banânia havia a troca de presidentes até durante a ditadura militar. Havia presos políticos, porém em muito menor número que os acima citados. Houve mortes políticas, porém não passaram de 400 nos registros da comissão da verdade, formada por esquerdistas. Em Cuba foram mais de 100 mil mortos e na Venezuela não há números oficiais, porém passam de 1000 facilmente.

    O Lula não atuou contra a ditadura militar, pois era um sindicalista pelego que vendia greves e gostava de beber uísque importado, segundo Emílio Odebrescht e o pessoal da Fiesp.

    O Lula não foi preso por suas posições políticas e sim por corrupção e lavagem de dinheiro.

    Teve amplo direito à defesa e passou por 4 instâncias, as duas primeiras o condenaram de maneira unânime e as instâncias superiores lhe negaram habeas corpus de maneira unânime.

    O STF tem entre seus 11 ministros, 8, isto mesmo, oito ministros indicados por Lula ou Dilma, sua sucessora.

    A comissão de Direitos Humanos da ONU, que é dominada por esquerdistas não condenou o processo feito no Brasil contra o Lula.

    Portanto este papo que o Lula é um preso político, o que implica dizer que estamos em uma ditadura, onde as instituições não funcionam de forma independente é uma balela, um choro de psicopatas, que têm em Lula um objeto de adoração.

    Coloco estes argumentos, não para tentar mudar a cabeça do Cego Teimoso, pois com doença não se meche.

    Apenas para mostrar o grau de sua doença.

      • Goiano, o Doentinho da Cabeça em 5 de junho de 2018 às 17:41
      • Responder

      Tomé, ponha o dedo na ferida!
      Dilma também teve um julgamento justo, baseado nas leis e na Constituição, com amplo direito de defesa!
      Podes garantir que a “partição” do julgamento, a decisão pelo “impreachment”, com a estranha adoção do entendimento de que ela não perderia os direitos políticos, como não perdeu, algo absolutamente incompatível com a decisão de mérito, nao constituiu um reconhecimento de que ela não cometeu o crime pelo qual perdeu o cargo?
      Não vês que estando o País mergulhado em tal situação adversa, como revelado, mesmo, se não fosse por tantas outras circunstâncias, por essa surrealidade, a condenação de Lula somente se poderia dar ante provas concretas absolutamente irrepreensíveis?
      Cuidado, velho, que minha doença é altamente contagiosa.

        • Tomé em 5 de junho de 2018 às 17:53
        • Responder

        Pois fique na sua casinha, que eu passo longe daí.

        Mas eu rezo por você, que Deus (o de verdade e não o Lula) lhe dê dias de alento, pois esperança não há.

    • Macau em 5 de junho de 2018 às 16:19
    • Responder

    Puxa, Goiano, é muito triste a situação do nosso grande Líder. Estou aos prantos.
    Como é que se pode prender uma ideia e dizer que essa ideia, Lula da Silva, não é um preso político e sim um político preso.
    Assim não dá, assim não vai.
    Ainda bem que tem pessoas aguerridas como você para defender Luís, O Mais Honesto.
    Parabéns!

    Luís leu cento e tantos livros em menos de dois meses, na Sala de Estado Maior onde se encontra em Curitiba. Aí, então, bolou o seguinte projeto: voltar a governar Banânia e transformá-la numa mistura de Cuba com a Venezuela, ou Venezuela com Cuba, e passar a chamá-la de Vencu ou Cuven.
    Tchau, Goiano.

      • Goiano em 5 de junho de 2018 às 17:44
      • Responder

      Macau, esse papo de Venezuela e Cuba já me torrou o saco, porra!
      Que bosta, onde, quando, como e porquê se relaciona o Brasil de Lula e Dilma com Venezuela e Cuba? Só na cabeça doentia de adeptos de teorias da conspiração um cu desses pode germinar.

        • Henrique Teixeira em 5 de junho de 2018 às 18:20
        • Responder

        Quem torra o saco é você, besta quadrada goiana.

          • Goiano, o do Saco Torradinho em 6 de junho de 2018 às 09:31
          • Responder

          Eu quero que você enrique, Teixeira.
          Assim estarás do lado da coxaiada e contra o povaréu com alguma lógica.

    • sandro em 5 de junho de 2018 às 16:52
    • Responder

    patético

      • Goiano em 5 de junho de 2018 às 17:45
      • Responder

      Desculpe, li depressa, entendi “poético”!

        • Henrique Teixeira em 5 de junho de 2018 às 18:22
        • Responder

        Não ´poético. É patético mesmo. Igualzim você.

    • alberto santo andre em 5 de junho de 2018 às 17:04
    • Responder

    realmente o artigo de goiano eo espelho da situaçao de cuba e venezuela….

      • Goiano em 5 de junho de 2018 às 17:46
      • Responder

      Como assim? Que merda é essa? Que porra de espelho?

        • Henrique Teixeira em 5 de junho de 2018 às 18:23
        • Responder

        É a merda da pôrra do seu espelho, pateta.

    • João Bosco em 5 de junho de 2018 às 17:55
    • Responder

    Boa Tarde!
    É triste mas é verdade, os seguidores de Lula perderam o juízo. O nosso amigo goiano deve ter ficado dias remoendo todas estas desculpas esfarrapadas para no final não conseguir convencer ningüem que ele está com a razão.
    Tudo que o goiano alegou já está por demais batido e os defensores de Lula já usaram até falar chega estes mesmos argumentos.
    Pobre Goiano. Já não tem mais remédio.
    João Bosco

      • Goiano em 5 de junho de 2018 às 18:47
      • Responder

      João Bosco, não fiquei muito tempo recolhendo esse material, foi uma pesquisa de um par de minutos, ante a abundância que encontrei de textos dizendo isso aí.
      Não tenho a veleidade de convencer alguém, basta-me pregar-lhes na testa a verdade nua e crua,
      A história não terminou, hoje mesmo alguns fatos aconteceram: Lula entrou com petição no STF; idem no STJ; Lula foi prestar depoimento ao juiz Bretas em processo que envolve Cabral e o juiz fez-lhe elogios não só quanto a sua postura no tribunal como a sua ação política.
      Há ainda algo por vir, mas… quem assistiu os vídeos, leu as notícias e a sentença condenatória de Lula há de ter verificado que o terreno já está preparado para a sua condenação no processo do Sítio de Atibaia.
      Enfim, o que prevalacer… prevalecerá!

    • Saniasin em 5 de junho de 2018 às 20:04
    • Responder

    ***
    O nosso Goiano (de Minas) admite que o pernambucano era o chefe do estado e do país, no seu arrazoado número 13 .
    O chefe de estado é responsável pela administração e pela costura política em um regime presidencialista. Ele nomeia os ministros e demais membros da república.
    Ele é Presidente da República. Legisla. Executa. Autoriza empenho. Direciona verbas.
    É um grau muito elevado de responsabilidade.
    Exige moral e inteligência superiores.

    Porém, o bicho humano não é perfeito.
    Por isso, o Presidente tem a sua disposição conselheiros e áulicos que suprem alguma deficiência no campo do conhecimento.
    Ocorre que, dentre os conselhos e planos de ação que lhes são apresentados, espera-se do Presidente o tirocínio moral que identifique, de imediato, qualquer desvio ao comportamento virtuoso.
    Não é necessário grandes títulos para ser honesto.
    Uma pessoa honesta e proba imediatamente percebe quando algum ato seu é falcatrua e, tendo Poder, não o pratica.
    A virtude cobra do Presidente a vontade de ser virtuoso e ações positivas neste sentido.
    Se não, a responsabilidade que sobre seus ombros está, impõe prudência e firme posição na defesa da moral e dos bons costumes, sob pena responder pelas consequências dos seus atos e omissões.
    Agora, preso, descobre o dono do perda que não estava a altura do cargo que ocupou.
    Riem dele o Sarney, FHC e Collor, pois, ou o cara é totalmente do mal ou é destruído dentro da luta política.
    Mas, se ele fosse realmente honesto, nunca seria sequer vereador, quanto mais Presidente da República.

    Como nosso prisioneiro gosta de ler, sugiro esse Soneto de Gregório de Matos

    A cada canto um grande conselheiro,
    Que nos quer governar cabana e vinha;
    Não sabem governar sua cozinha,
    E podem governar o mundo inteiro.

    Em cada porta um bem freqüente olheiro,
    Que a vida do vizinho e da vizinha
    Pesquisa, escuta, espreita e esquadrinha,
    Para o levar à praça e ao terreiro.

    Muitos mulatos desavergonhados,
    Trazidos sob os pés os homens nobres,
    Posta nas palmas toda a picardia,

    Estupendas usuras nos mercados,
    Todos os que não furtam muito pobres:
    E eis aqui a cidade da Bahia.

    Tem quase 400 anos que o genial Gregório descrevia a situação da cidade da Bahia.
    Engraçado. Passados mais de três séculos, continuam as estupendas usuras, todos que não furtam muito pobres… e não só na cidade da Bahia.
    A Grande Poesia é mesmo atemporal.

    Pobre molusco que não leu e, por isso, não foi avisado pelo De Matos de como são as coisas na banânia.

      • Goiano em 6 de junho de 2018 às 10:28
      • Responder

      Saniasin, sou Goiano de Goiás, Goiás mesmo, da cidade de Goiás.Sim, fui criado no mundo, tenho o coração mineiro, especialmente Lajinha, mas andei por Manhumirim, Aimorés, Mantena… E Rio… e Brasília… e Paris e mais um monte de lugares.
      Vejo-te com uma certa condescendência para com Lula, ao mesmo tempo que acreditar que ele foi algo como ingênuo para acontecer com ele o que aconteceu e está acontecendo. Não penso assim. A meu ver, a trama foi bem urdida, as condições favoráveis aconteceram e não foi possível escapar da rede. Inteligência e senso político não faltam ao Lula e creio que nem malícia, mas há uma série de circunstâncias que acredito que estavam fora do seu alcance conhecer,prever. Muita coisa que aconteceupor aí se devem, penso, aos seu círculode relações, que andaram fazendo algumas besteiras (e nem estou me referindo só ao Palocci…).

        • Saniasin em 6 de junho de 2018 às 17:46
        • Responder

        ***
        Grato Goiano pelo esclarecimento e desculpe por dizer que você é de Minas. Mas qual goiano que não é meio mineiro?

        Recordo até hoje uma pizza de gueroba, que comi em Jataí.
        Ou o maravilhoso empadão goiano? E a pimenta malagueta no molho de pequi?

        Terra abençoada.

        ***
        Comentei talvez pela última vez um artigo seu.
        Sinto que estou fatigado. A mente não mais acompanha.
        Não consigo escrever escorreito.
        Quando reviso não vejo, mas quando leio, vejo os erros de pontuação, concordância, esqueço de colocar palavras…
        O avançar da idade em uma existência nordestina, cobra agora o seu tributo.

        ***
        Ao contrário de você não nasci em terras ubíquas, mas no pobre e esturricado nordeste, em um dos seus menores estados: a Paraíba.
        Para = rio e Iba = feio. (Rio feio! É fácil?)
        E que tem como símbolo uma bandeira negativa (com o dizer “Nego”) e as cores do sangue e do luto.
        Mas que, como uma mãe, me deu tudo de bom que podia e com a qual tenho uma dívida impagável.

        Porém , nascer, crescer e viver num lugar agreste e, ainda mais tendo sido uma criança mofina que teve quase todas as doenças para as quais hoje existem vacinas, tem um preço.
        Sinto que não consigo mais acompanhar o velocidade com que os acontecimentos políticos se desenrolam e já duvido dos meus vaticínios.

        Saniasin quer dizer renunciado.
        Acho que vou começar a levar a sério esse grau.

          • Goiano em 8 de junho de 2018 às 11:04
          • Responder

          Pois é, Saniasin, tocaste nos pontos: Gueroba (guariroba) e pequi, mais o empadão goiano, este que não como, por ser vegetariano. São riquezas daqui (estou no território goiano, acabo de chegar em Brasília, por terra, atravessei Rio, Minas e Goiás para chegar aqui. Uns onze pedágios, estrada boa, um posto de assistência ao usuário a cada cem quilômetros, devia ser tudo assim (talvez acabando com o IPVA, ou uma coisa ou outra, não é mesmo?).
          Como disseste, terra abençoada, como de resto todo o nosso Brasil. Gente boa.

          No Jornal da Besta Fubana vale o conteúdo, a gente não liga para a forma, e isso o torna diferente: a linguagem é a verdadeira e vai tudo “sem revisão do orador”. Todos os dias me assusto ao reler o que escrevo, porque além dos erros próprios de minha ignorância tem um fenômeno mais ou menos recente que consiste em estares escrevendo em um lugar e o teclado jogar para outra. Algumas vezes não se percebe e aparecem umas monstruosidades nos textos.
          Assumimos, ainda, a liberdade de chamar os outros de catrefas, mandar tomar no rábo e tantas outras safadezas que Berto permite e que só põe tarja quando vira agressão ou muita gratuidade.
          Isto aqui é o que poderíamos classificar de uma democracia safada.
          E quanto a pagar tributos, é o que mais fazemos – mas vês que pagas e recebes os resultados, de tua inteligência arguta, da escrita suave e correta e da boa apreciação das coisas.

          Convivi com alguns paraibanos por um bom período, corri o risco de ser chefe de gabinete do governador, mas Wilson Braga perdeu as eleições.
          É minha sina: Batista Miranda ia ser governador de Minas, me avisou que eu ia ser o chefe de gabinete dele, perdeu as eleições.
          Ninguém mais me convida para ser chefe de gabinete…

          Para completar, devo dizer que penso que não somos responsáveis pelos caminhos do mundo: estamos aqui observando, procurando compreender e, na medida do possível influenciar algumas coisas, umas vezes certos, outras errados, mas não temos como represar o rio, desviar o seu curso,
          De modo que, como diz o Y Ching, “nenhuma culpa”. Vamos tocando e decidindo a escalação da seleção brasileira de futebol, resolvendo se o governo tem que abaixar o preço do diesel, se Lula é ladrão e se Bolsonaro será o novo presidente do Brasil e todos, como no far west, levaremos uma pistola na cartucheira à cintura.

          Muitos, nestes anos de JBF, vieram e se foram. Fazem uma falta danada. Como farás, se deixares de vir dar os teus pitacos, participar das problemáticas e das solucionáticas desta ampla mesa de debates e cachorradas do Bar de Berto, o único dono de boteco que não bebe.

          Quando o peso da vida ameaça ultrapassar-me os limites do suportável, vou ali, pego 8 mg de tadalafila diária para manter a próstata dentro do tamanho adequado, o que dá um efeito secundário deveras interessante se houve parceria disposta, determino ao psiquiatra que me passe de novo 20mg de fluoxetina ou coisa que o valha, passo no meu psicólogo e encho-lhe os ouvidos de minha queixa – como não é o bastante, corro a abrir o Jornal da Besta Fubana, a lê-lo e a postar sandices…
          … e volto a ser feliz!

          Sem beijo no coração.
          Abraço carinhoso.

            • Republicano de Curitiba em 8 de junho de 2018 às 12:59

            Goiano e Saniasin

            Estes dois comentários. A réplica e a tréplica, foram pura poesia. Podemos ser diferentes, pensar e agir diferente, mas, não podemos ser humanos diferentes. Quando mais o tempo passa mais eu adquiro respeito pelos colunistas e comentarias deste grande Jornal da Besta Fubana. Parabéns a vocês, grandes figuras humanas.

            • Goiano em 8 de junho de 2018 às 20:03

            Caro Republicano, tenho certeza de que todos, ao modo de cada um, mesmo eu defendendo bandidos de estimação, queremos o melhor para o Brasil e pensamos no futuro da nossa descendência. É certo, o Sol vai se apagar, ainda que o Homem tome consciência e consiga manter a humanidade permanecente até lá, mas enquanto isso não acontece é de esperar que tomemos vergonha na cara e tornemos esse mundo um lugar adequado à existência, se não paradisíaca, ao menos linda como sonhamos.
            Somos todos os fubanistas iguais como humanos, usando tua imagem, acertando e errando em busca do ideal de dias melhores, e melhores, e melhores.
            Abraço!

    • Maurício Assuero em 5 de junho de 2018 às 21:05
    • Responder

    Pessoal, faço aqui uma proposta em relação aos textos do nobre petecolunista Goiano: limitarmos os comentários de Goiano a treze somente. Se passar de treze perde a graça

      • Goiano em 6 de junho de 2018 às 10:29
      • Responder

      Proposta recusada, Maurício Assuero.

    • John Doe em 6 de junho de 2018 às 01:13
    • Responder

    GOIANOVSKI!!!!!!!!
    Me pareces masoquista, fica gozando com os ataques que recebes.
    Acho que o Berto publica seus delírios apenas para ver as porradas que você toma.
    E o que me impressiona é que respondes a odos, num delírio lunático.
    É masoquismo puro!

    Quando Lulla for solto, após comprir sua pena (claro – não antes porque que nem o Gilmarmelada teria coragem de soltá-lo), teremos tido a sádica oportunudade de lhe dar cacete cerca de 5.357.069 vezes.
    Perdeu, GOIANOVSKI, perdeu!!!
    Pede para sair, GOIANOVSKI, pede para sair!

      • Goiano, O Masoca em 6 de junho de 2018 às 10:32
      • Responder

      John, doe a quem doer, continuarei, mesmo que doe também em mim.
      Quanto a Berto publicar meus “delírios”, o pior é que sou regiamente pago para isso.
      Algo como um sadismo e um masoquismo remunerados, compreendes?

    • Luiz Antonio em 6 de junho de 2018 às 05:38
    • Responder

    Aecio Cavalcanti , ele tem sim ! E morre de vontade que o Lula peça emprestado.

    • Jesus de Ritinha de Miúdo em 6 de junho de 2018 às 07:58
    • Responder

    Ah, se todos os defensores de Lula usassem a inteligência e dialética para ajudar de fato o Brasil a sair desse caos!
    A questão acima pode ser invertida, se dizendo “se todos os acusadores”.
    Ocorre que nós fomos apenas reféns desse grupo político manobrando tão bem uma massa cuja única visão de futuro era a próxima refeição.

      • Goiano em 6 de junho de 2018 às 10:44
      • Responder

      Jesus de Ritinha de Miúdo, os acusadores de Lula usaram. E levaram o Brasil ao caos que aí está.

    • a verdade está lá fora em 6 de junho de 2018 às 09:14
    • Responder

    Este cocometarista está cada dia mais criativo. Fica listando as provas para dizer que elas não existiram.
    Isto beira psicose, ao apontar um quadro na parede e falar que ele não está lá.

      • Goiano, O Canino Leal em 6 de junho de 2018 às 10:49
      • Responder

      A Verdade Está Lá Fora, sabes a história do Cão que foi morto pelo dono achando que ele tinha atacado a criança, porque as provas indicavam isso, mas na verdade o cão tinha mesmo era salvo o bebê do ataque de um animal selvagem? As provas indiciárias eram contra o cão, mas ele era inocente e Lula agora está preso.

        • a verdade está lá fora em 6 de junho de 2018 às 13:32
        • Responder

        O caso é pior que imaginava, agora com as provas dá para entender que vai matar a criança, o cachorro e o dono.
        Explique por que a D. Marisa supervisionou a obra e foi mais de 15 vezes no triplex?
        E porque compraram os mesmos móveis e cozinhas para o sítio, e que a obra também foi supervisionada pela D. Marisa? Ela fiscalizava obras dos outros??????
        Por que quando a D. Marisa e o Lulinha quando chegavam no prédio pediam para parar o elevador para evitar que outros moradores usassem ao memso tempo? Por que eles dizia que iam no apartamento do Lula? A D. Marisa mentia????

          • Goiano, A Mentira Está Dentro em 6 de junho de 2018 às 16:42
          • Responder

          A Verdade Está Lá Fora, a meu ver, no interesse inconsciente de reforçar as próprias convicções, lemos e registramos o que nos interessa e abandonamos o resto.
          Vejo que citas 15 visitas de Dona Marisa ao triplex (ou seria ao prédio?). No material a que tive acesso constam duas visitas.
          Duas ou quinze, seria suficiente uma ou nenhuma, vez que isso não constitui prova da propriedade, mas um reforço às evidências de que havia um relacionamento dela, logo também de Lula, com o apartamento triplex; o interesse da família pelo apartamento não necessita desse reforço, porque ele foi declarado por Lula; sequer o fato de terem sido realizados os serviços seria, por si, mais pelo fato de Lula ter tido interesse no imóvel, mais as visitas ao imóvel, são suficientes para determinar que Lula era o proprietário do imóvel: Lula depôs que após fazerem reparos, digo, críticas ao apartamento, que incluíam a questão de escadas que comprometiam a locomoção de pessoas idosas como ele, e de dizer ao dono da OAS que por isso e por outras não ficaria com o apartamento, o dono da empresa, Léo Pinheiro, teria dito que voltaria a falar com Lula ( e pôs-se a adequar o imóvel aos interesses de Lula e D.Marisa – a OAS tinha interesse em que Lula tivesse apartamento no prédio, até para estimular a venda e o preço mais vantajoso para ela, pois muita gente se interessou pelo prédio por isso; e consta mesmo que o apartamento foi comprado em leilão também porque seria do Lula, o que dá um certo status, e até por isso, e pela estatura de Lula, o apartamento que a OAS reservava para ele tinha de ser o melhor do edifício).
          Ora, é preciso fazer um “tour de force” para ticar certo que o apartamento “já era do Lula”, e não uma destinação ou uma reserva, por ser isso essencial para relacionar as reformas a uma propriedade já existente de maneira disfarçada ou escondida (lavagem de dinheiro, a diferença entre o preço do imóvel e o original seria uma vantagem com base em alguma coisa), e garantir que as reformas estavam sendo feitas a pedido de Lula como parte do pagamento de propinas. Mas… que propinas? Ora, isso parece claro.
          Não temos certeza se Lula ficaria com o apartamento, se pagaria a diferença, serfeporia o valor da reforma, mas os indícios em contrário são necessários para a Operação Lava-Jato e tomá-los como prova suficiente é indispensável para alcançar o objetivo maior da guerra à corrupção, que é prender um ex-presidente da república; e não poderia vir mais a calhar ser ele um primário, ou seja, a Operação Lava-Jato pôde pegar a maior autoridade do País em sua primeira incursão no mundo do crime, levando uma merreca que, se juntar todos os processos que andam contra ele, não chegará a um quinto do que qualquer um dos seus asseclas levou.
          Sim, dizíamos… mas… que propinas? Ora, contratos com a Petrobras.
          Mas, quais contratos?
          Não precisa saber quais, os criminosos não assinam recibos, não deixam rastros, apagam as digitais, basta saber que as empresas mantinhas contas-correntes extra-contabilidade para pagar propinas de contratos com a Petrobras.
          Ora, meu caro A Verdade, deveria ser preciso muito mais para retirar uma das figuras mais realizadoras e mais populares da História do Brasil do caminho, bem a calhar para muitos grupos, e deixá-lo de fora da próxima disputa presidencial; e acabar com a hegemonia de um Partido Político, o PT, que se não fosse pelo “impeachment” da Dilma Roussef já estaria no seu décimo sexto ano contínuo de governo e vinha com jeito de ficar mais oito: – Pelo voto!

    • Goiano, O Beijoqueiro em 6 de junho de 2018 às 10:17
    • Responder

    Bom dia, Aecio Cavalcanti, beijo no teu coração!

    • Goiano em 6 de junho de 2018 às 17:59
    • Responder

    Além dos argumentos sobre o processo, ou os processos, contra Lula, verifica-se, no que toca à mídia e à opinião pública, um certo diversionismo que procura diminuir a imagem de Lula, apresentá-lo como covarde, como foi o caso de tentar apresentá-lo como um réu que procurou “julgar a culpa de tudo” em sua falecida esposa:

    http://www.redebrasilatual.com.br/blogs/blog-na-rede/2017/05/a-falsa-narrativa-de-que-lula-culpou-dona-marisa

    • Goiano em 6 de junho de 2018 às 18:07
    • Responder

    Ainda na linha de verificações fora do processo judicial do Lula, alguma crítica ponderada se tem feito à postura do juiz Sérgio Moro, como combatente tenaz c ontra a corrupção, naquilo que extravasa o comportamento que um juiz deve ter na atividade judicante. Uma dessas críticas merece reflexão, não quanto ao caso concreto a que se refere e sequer por tratar-se de Palocci (argh!) o paciente referido:

    http://justificando.cartacapital.com.br/2017/05/11/moro-stf-e-prisao-de-palocci/

    Com este tipo de exposição tenho em mente, sempre, demonstrar que o julgamento de Lula não foi regular, dado o clima de perseguição a ele e o oportuno estado, para essa perseguição, em que se encontra a sociedade brasileira, em importante e conturbado momentopolítico, social e histórico.

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